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20. A Forças da Guerra


Fic: Harry Potter e o Príncipe Mestiço - 4 ANOS de FIC em andamento


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Esse cap eu quiz fazer uma reflexão... no começo ela vai ser uma song bem
legalzinha com uma letra do System of a Down!!!



Aerials – System of a Down

Encontre a
tradução aqui!







    Guerra. Essa era a palavra que definia a atual e difícil
situação do mundo mágico.

    As noticias conseguintes eram de assassinatos de trouxas,
bruxos amantes de trouxas e bruxos com sangue trouxa. No mundo inteiro, grandes
massas de bruxo e criaturas passavam para o lado das trevas, com medo que o
antigo poder de Voldemort retornasse contra eles. Eram covardes. Seguiam a
doutrina: "Se não pode com eles, junte-se a eles". Isso era nojento na opinião
de Harry e muitos outros.

    O Elemental das Tempestades, Harry Potter, agora, três meses
depois de descobrir que não era a única pessoa a quem Voldemort queria, estava
tendo muitos pesadelos. Os bloqueios mentais fornecidos pela legilemancia não
estavam fortes o suficiente, perante ao ódio e cede de vingança do Lorde das
Trevas. As suas noites eram atormentadas por tenebres e sangrentos assassinatos.
Podia, de relance, ouvir as palavras Elementais do Ar, da Água e da Tempestade.
Voldemort parecia estar querendo acabar com todos.

    Os poderes de Harry pareciam estar crescendo conforme o tempo
passava e as chuvas se tornavam mais densas e negras. Até o tempo parecia estar
se fechando a dor, a fúria, ao amor, ao repúdio interno de Harry. Ele estava
sendo levado por muitos pensamentos que o faziam sentir tais coisas. Ele estava
amando Sara. E odiando, enfurecendo-se, com repúdio de Voldemort.



Life is a waterfall

We're one in the river,

And one again after the fall

Swimming through the void

We hear the word

We lose ourselves but we find it all




    – Vai continuar a chover – analisou Sara, pela janela da aula
de transformações.

    Rony, Hermione e Harry olharam tristemente para a janela e
assentiram com a cabeça.

    O som de grandes e destruidores trovões ressoou e a sala
inteira se sobressaltou. Apenas Harry pareceu indiferente. A professora Minerva
crispou os lábios ao fitar Harry.

    – Muito bem – disse ela com sua voz firme. – A aula acabou –
todos começaram a fechar os cadernos depois da horrível aula teórica –, Potter,
por favor, preciso falar com o senhor.

    Todos saíram enquanto Sara, Rony e Hermione lançavam olhares
interessados a Harry.

    – Potter – começou a professora McGonagall em meio às suas
roupas bruxas. – Sei que o senhor é o responsável por toda essa chuva. O
professor Dumbledore me avisou que o senhor tem grandes poderes – nesse momento
ela estremeceu –, mas... Bom, Potter, o senhor poderia evitar tudo isso? Você
está muito estressado com tudo que está aco...

    – Não posso mais me sentir mau agora, é isso? – perguntou Harry num espasmo.
– Eu não tenho culpa que isso acontece, sabe? Não posso
evitar odiar cada movimento de Voldemort – agora o tom de voz do garoto
aumentava a cada palavra. – Aquela cobra mato os pais de uns trinta garotos e
garotas, daqui de Hogwarts! Eu o odeio e não consigo evitar! Vai continuar a
chover até que eu o mate! Até que eu me vingue dele!

    – Pare Potter! – disse Minerva severa. – Você não pode lutar
com Voldemort e...

    – Não posso? – perguntou Harry ameaçador. – Dumbledore não
lhe contou, não é? A senhora não sabe da metade!

    – Muito bem, Potter, já ouvi o bastante. Pelo jeito não posso
ajudá-lo. Queira se retirar da minha sala – pediu McGonagall. Harry assentiu com
gosto e se retirou levando com ferocidade seus materiais.

    Assim que harry saiu pela porta da sala, ele sentiu um toque
macio em sua mão. Olhou para o lado, e viu Sara, com o rosto demonstrando
compaixão.



Cuz we are the ones that wanna play

Always want to go but you never want to stay

And we are the ones that wanna choose

Always want to play but you never want to lose



    Os dois foram sem dizer palavras, para os jardins da
escola. Inesperadamente a chuva havia parado de cair, e até chance de um sol
aparecer ocorreu.

    Sara queimou o jornal daquela manhã, que estava em suas mão,
com seus poderes elementais. Teremos um novo Harry Potter? Era essa a
capa... E foi isso que aumento a precipitação de chuva, naquele dia. Agora era
Sara quem acalmava Harry.

    – Você precisa se acalmar – disse Sara, sem irritar Harry.
Ela tinha um grande poder de acalmá-lo.

    – Tenho que fazer alguma coisa – disse Harry, de repente –,
não posso ficar parado.

    – Você não pode se precipitar – disse sabiamente Sara. Ela
pegou na mão de Harry e a colocou sobre o próprio coração. Harry se espantou um
pouco com a atitude, mas depois olhou nos olhos castanho-esverdeados de Sara. As
linhas de seu rosto bem definidas e tracejadas, lhe transmitiam paz e poder. –
Esse coração, depende de você, para continuar a bater...

    Harry ficou em silêncio. Aquelas palavras ressoaram docemente
em seus ouvidos e se perpetuaram em sua mente.

    – Eu te amo, Harry e não podemos nos esquecer de que isso é a
coisa mais importante em tempos como os de hoje.



Aerials in the sky

When you lose small mind you free your life



Life is a waterfall

We drink from the river

Then we turn around and put up our walls

Swimming through the void we hear the word

We lose ourselves but we find it all



    Os dois ficaram deitados por um bom tempo,
abraçados.



Cuz we are the ones that wanna play

Always want to go but you never want to stay

And we are the ones that wanna choose

Always want to play but you never want to lose

Oh!



    O próximo teste, estava cada vez mais
perto. Para os dois.



Aerials

In the sky

When you lose small mind you free your life

Aerials

So up high

When you free your lives (the) eternal prize

Aerials

In the sky

When you lose small mind you free your life

Aerials

So up high

When you free your lives (the) eternal prize



    Pelo amor nascemos e pelo amor
sobreviveremos.






    Sara estava na biblioteca às duas horas da
manhã. Algo que ela havia encontrado em um livro antigo, sobre elementais, que
havia conseguido por acaso, enquanto pesquisava sobre os dragões zumbis, para a
aula de DCAT, a assustou.

    – Isso não pode ser verdade – dizia ela, enquanto suava frio,
embaixo da capa de invisibilidade. – Não pode – Ela passou o dedo pelas páginas
amarelas do livro.

   

    A história da magia é obscura. Mas um dos fatos
mais marcantes, foi a possessão das pedras Elementais.

    Desde que a magia é estudada, o homem sabia da existência de
quatro pedras elementais. Elas eram os reservatórios mágicos das
forças naturais. Eram mantidas sobre proteção de seus próprios poderes à séculos
em um Templo Asteca, na América do Sul.

    Os Astecas eram idealizadores das forças naturais.
Idolatravam as pedras que constantemente emitiam radiações elementares.

    Nesse tempo, não existia nenhum mago com tais poderes, os
poderes elementais, mas um fato mudou isso.

   

    Meu nome é Maron Gandalf. Sou atual diretor de Hogwarts, e
vou escrever algo marcante na história da magia.



    Por volta de 1000 D.C, alguns bruxos
europeus já sabiam da existência de tais pedras. O desconhecimento por parte dos
trouxas sobre o continente Americano, facilitava as coisas por lá. Não havia
restrição a magia, era uma terra que somente povos primitivos e bruxos tinham
controle.

    A questão é que: Salazar Slyterin cobiçava tais pedras. Ele
tinha a crença de que poderia adquirir todo o poder delas, para si mesmo, e
assim, tornar-se o mais poderoso bruxo.

    Godric Griffyndor, conhecendo a cobiça do amigo, o
desaconselhava de tal. Porém, conhecendo Salazar, ele sabia que não
adiantava. Sabia que o bruxo tentaria roubar as pedras, sabia também, que
deveria impedir isso.

    Godric Griffyndor era muito ligado à Helga Hufflepuff,
enquanto Salazar era casado com a astuta Rowena Ravenclaw. O clima entre eles
sempre foi de amizade, mas depois dos novos intuitos de Salazar, a relação havia
se tornado tenebre. Brigas explodiam entre eles por todo o castelo de Hogwarts,
escola que eram fundadores. Ocorreu até uma subdivisão dos alunos por fundador,
que eu mantive até os dias atuais, em respeito a memória deles.

    As brigas só aumentavam a cede por poder de Salazar. Poder que usaria para derrubar todos os outros, exceto Rowena. Ele tinha planos especiais para Rowena. Queria que ela o ajudasse na
captura das pedras, o que ela estava disposta.

    Salazar, com a sua incontestável inteligência, estudou a
fundo a magia das pedras. Queria incorporar seus poderes, mas para isso teria de
transpor muitas barreiras.

    Teria de se provar forte...



    Por volta do dia 31 de Julho de 1025, Salazar e Rowena
desapareceram de Hogwarts. Assim como os outros dois fundadores. Godric me
deixou ordens estritas de manter a escola, o que quer que ocorresse. O que
aconteceu neste dia, foi um marco na história da humanidade. Milhares de bruxos
e até mesmo alguns trouxas, desenvolveram poderes elementais. Todos casos
isolados de controle monoelemental.

    Os fundadores de Hogwarts jamais retornaram.

    Após eu enviar algumas legiões para a América, numa tentativa
de resgate dos quatro poderosos, nada foi encontrado além de inscrições em uma
grande rocha mágica.

    Essas inscrições me assustaram mais do que tudo. Assim que as li, vi toda a batalha entre Salazar Slyterin e Godric
Gyffindor. Ambos pegaram as pedras para poderem lutar e pareciam ter adotado poderes elementais. Helga Hufflepuff e Rowena Ravenclaw
ficaram aos bastidores, clamando aos seus amados, que parassem. Depois disso...
tudo ficou claro e vimos as novas forças da guerra serem distribuídas.

    Consegui causar os mesmo efeitos que a pedra mágica possuia
com as páginas deste livro. Então, a seguir, vocês poderam acompanhar flashs de
lembranças minhas.



   
Abaixo seguiam inscrições que mudavam constantemente.
Foram nessas palavras que Sara não acreditava. Palavras que poderiam transcrever
seu destino e o de muitos. Palavras que resumiam a atual guerra.



    "O Fogo e a Terra se tornaram negros pela
ambição... A Água e o Ar se tornaram alvos pela esperança... As forças da guerra
se dispersaram e escolheram seus lados. O poder vai até aqueles que o merecem.
Cuidado com os que trazem o fogo e a terra dentro de si... Eles carregam a
fúria, a ambição e o obscuro. Lembre-se: o poder vai até aqueles que o merecem."



    Imagens passaram pela mente de Sara após
terminar de ler os texto.






    Eram cenas de luta. Fúria... O local era uma
típica pirâmide Asteca com estátuas de estranhos dragões à base. Chamas, pedras
e lava fluíam de seu topo como um legítimo vulcão, mas entre toda essa energia,
Sara podia visualizar a silhueta de dois bruxos duelando com toda a fúria.
Abaixo da pirâmide ela observou duas bruxas olhando preocupadas para o
confronto.

    Sara estava trêmula. Ela leu aquilo, mas não podia
acreditar... não até que fosse forçada a ver a verdade. No topo da pirâmide não
apenas fogo e terra se confrontavam, mas muita fúria, ódio, rancor fluíam. Eram
legítimos poderes negros se misturando e aumentando a intensidade de ambos os
poderes elementais. A garota olhou para as próprias mão pensando se seria capaz
de fazer aquilo, se ela se rebaixaria as trevas. Eu sou merecedora destes
poderes destrutivos?

  
 As duas bruxas que estavam na base se dividiram. Correram
em direções opostas, dando a volta na pirâmide e se posicionando de cada lado,
de frente para cada estatua de dragão que possuíam bocas abertas a altura delas.
Com as duas mãos elas fizeram um movimento sincronizado e retiraram algo de
dentro das bocas dos dragões.



    – A pedra elemental do ar – disse Helga Hufflepuff.

    – A pedra elemental da água – disse Rowena Ravenclaw.



    Na verdade não pareciam pedras para Sara. Pareciam algo muito
diferente... A dita pedra do ar era uma esfera to tamanho de dois punhos,
parecia ao mesmo tempo gasosa e sólida, tinha estranhas névoas que circundavam
interiormente. E a pedra de água parecia ser um estilhaço de gelo muito azulado
que constantemente reluzia lembrando o reflexo do sol sobre a água de um lago.

    Depois de alguns instantes olhando para as pedras, tudo ficou
claro. Tudo era branco. Sara viu de relance as forças e pode sentir elas se
dispersarem pelo mundo. Ela ouviu uma voz retumbante e distante dizer:



    Em uma era de guerras, o escolhido por
três forças ira lutar pelo equilíbrio. Ele terá de passar pelo fogo, pela terra
e pelas trevas.





    Sara levantou a cabeça que havia apoiado
inconscientemente sobre o livro e se desatou a correr para as obscurecidas
torres. Ela teria de pensar.



 





vcs n tem noção de como foi complicado escrever essa ultima parte... aff... precisei desviar de um monte de beco sem saida literário -.-" Mto chato... mas ta ai... eu acho q n errei... vou reler a fic inteira segunda feira e dar uma ajeitada! Flw!!!!

PS: Eu ainda n li o HP6... portanto n estou sendo influenciado xD Acham que eu deveria ler? rsrs

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