FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

5. RATOS


Fic: HAPPY HALLOWEEN -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

CAPÍTULO V

RATOS

Hermione virava-se de um lado para o outro, sem conseguir encontrar uma posição adequada. O sofá era amplo e confortável, mas o sono não vinha.

Primeiro achou que era o barulho do chuveiro que não a deixava dormir. Vendo que continuava acordada mesmo depois, descarregou a frustração sobre o travesseiro, dobrando-o e desdobrando-o, socando-o e amassando-o. Como último recurso, começou a embalar o próprio corpo, um hábito que tinha desde criança. Mas nada adiantava. Era impossível dormir sabendo que Rony estava a poucos metros, no andar de cima. Ouvia o tic-tac do relógio, sentindo cada segundo que se arrastava por aquela noite interminável. Finalmente, como que por milagre, caiu num sono profundo.

Foi parcialmente acordada por um estalido seco. Prestou atenção, tentando emergir do sono, e de repente percebeu que não tinha idéia de onde estava. Seu coração disparou, enquanto uma sensação de vácuo e perda de identidade a assaltava. Havia brasas na lareira, mas ela nunca a usava. Aquela não era sua casa. Lentamente as recordações do dia anterior foram voltando, e Hermione compreendeu que estava na casa de Rony. Suspirou de cansaço e olhou para o relógio. Três e quarenta e cinco. Aquela noite nunca terminaria?

Então ouviu um outro ruído, diferente. Apurou os ouvidos, tentando descobrir o que era. Algo arranhando... Mas não havia gatos na casa. Lembrou-se de Bichento que estava sozinho na sua casa...

Um rato! Conhecia bem aquele som. Sua própria casa fora invadida pelos bichos depois que se mudou, obrigando-a a chamar um exterminador.

Ouviu de novo. Aquele arranhar mexia com seus nervos. Imaginava que vinha da cozinha, mas não conseguiria dormir sabendo que havia um rato na casa. E se ele resolvesse dar uma voltinha pela sala e chegar perto do calor da lareira?

Hermione sacudiu a cabeça. Que noite! Mas não podia ficar deitada, esperando pelo pior. Era melhor levantar e agir. Nem pensou em chamar Rony. Preferia enfrentar um exército de mil ratos do que pedir ajuda àquele gigante superprotetor. Como ficaria contente com a chance de vir salvá-la de um simples ratinho!

O problema era como se livrar do maldito bicho. Olhou para os utensílios da lareira. Não sabia se conseguiria espancar um ser vivo até a morte. Era horrível demais. Era melhor usar a escova de cabo longo de limpar chaminé para empurrá-Io porta afora. Silenciosamente, calçou o tênis e dirigiu-se à lareira.

++++++++++++++++++++++++++

Enquanto isso, Rony mexia seu chocolate quente mais uma vez.

Não conseguia dormir, e achava que um pouco de leite quente o ajudaria a relaxar. Preparou-se para voltar silenciosamente para quarto, quando ouviu um barulho na sala.

Talvez Hermione também estivesse acordada. E se tivesse fome ou sede? Decidiu ver se precisava de alguma coisa. Talvez quisesse outro chocolate quente. Bebera o primeiro bem rápido.

Ou talvez fosse ele que quisesse vê-la de novo, admitiu para si mesmo. Com a caneca de chocolate numa das mãos e a bengala na outra, entrou na sala.

_ Hermione...

Assustada, ela se virou subitamente, erguendo a longa escova sobre a cabeça.

_ Sou eu! Rony! - gritou ele, levantando a bengala para proteger-se num gesto inconsciente. _ Não me acerte com essa maldita coisa! Ficou maluca?

Hermione abaixou a escova, vermelha de constrangimento. Rony derramara chocolate na frente do pijama e derrubara a xícara, quebrando-a no chão. Lentamente, ele também baixou a bengala.

Por alguns instantes, Hermione não conseguiu despregar os olhos dele. Rony estava usando apenas a outra metade do pijama que ela vestia. Reconheceu que nunca vira um corpo masculino tão belo em sua vida: ele estava com os ombros largos, músculos perfeitamente definidos e pêlos ruivos no peito, mas bem poucos. Por mais que tentasse se convencer de que odiava aquela combinação, seu coração acelerou, e o sangue começou a correr mais rápido nas veias.

Rony estava igualmente encantado com Hermione. A camisa do pijama que lhe dera fazia conjunto com a calça que vestia e só cobria metade de suas coxas, revelando as lindas pernas esguias e bem torneadas. Como ela o atraía!

_ Este é o único conjunto de pijamas que você tem? - perguntou Hermione, tentando romper a magia que a ligava àquele homem.

_ Não. – Rony voltou a sorrir. - É que eu nunca durmo de camisa. Não vê como ela parece bem mais nova se comparada com a calça?

Hermione olhou para a calça, mas desviou rapidamente os olhos.

_ Vou responder a sua pergunta. Para ser franca, Rony eu era uma bruxa de vinte e cinco anos perfeitamente lúcida e normal, com uma casa própria, um trabalho promissor e um hobby maravilhoso até algumas horas atrás. Agora não sei se não estou pronta para entrar num hospício. Provavelmente sim. E você também.

_ Espere aí - disse ele, fingindo estar ofendido. - Não sou eu que estou de pé, no meio da noite, com uma escova de chaminé na mão. Sei como é independente, mas, já que estamos em minha casa, poderia me informar o que pretendia fazer com essa escova na mão?

Hermione não sabia se ria ou se chorava. Estava tão cansada! Talvez aquela cena não fosse tão patética quanto parecia. Ela começou a rir, o humor da situação vencendo a tragédia.

_ Qual é a graça? - perguntou Rony, perplexo. _ Que é isso, um ritual de Halloween? Você tem certeza de que não é uma vampira ou uma acromântula? Que sorte a minha ser seu vizinho! – ele comentou, sarcástico.

_ É mesmo - brincou Hermione. _ Veja só o que os outros bruxos estão perdendo.

Rony também riu.

_ É. Olhe só para você. Cabelos despenteados, com a minha camisa de pijama, tênis e uma escova de chaminé na mão. Parece realmente uma criatura mata-bruxos, daquelas impossíveis de domesticar...

_ E você, então! Que peça! Com a calça de pijama toda manchada de chocolate. – Hermione dirigiu o olhar para a calça dele, mas imediatamente o desviou.

Merlin, como ele era viril! E o que tinha na cabeça ao fazer uma observação daquela? Talvez estivesse mesmo ficando maluca.

Rony olhou para baixo automaticamente. O chocolate fizera uma grande mancha bem sobre a braguilha de seu pijama. Na confusão, não vira aonde o leite derramara, apesar de que sentira o calor imediatamente.

_ Que sujeira... - murmurou, ficando vermelho. Olhando para Hermione, viu que o rosto dela refletia a cor do seu.

A situação era cômica. Os dois caíram na risada.

_ Foi uma noite daquelas, não foi? - comentou Rony. _ Já passamos por umas bem conturbadas, mas nem se comparam com esta.

_ Concordo - disse Hermione, rindo. Aquelas foram mais tensas e perigosas. - colocou a escova sob o braço e, abaixando-se, começou a recolher os cacos da xícara.

_ Por que não os varreu com a escova? - brincou Rony depois que ela terminou. _ Acho que você tem o dom da premonição. Pegou a escova porque sabia que eu ia derrubar a xícara.

Ainda sorrindo, Hermione balançou a cabeça. Rony a provocava, pois sabia o quanto ela detestava advinhação... Mas a professora Trelawney há muito tempo não “sibilava” mais em seus ouvidos...

_ Nada disso. A verdade é que não tenho raciocinado bem desde que você me bateu com aquela escada. Pensei ter ouvido um rato na cozinha, por isso peguei a escova de chaminé.

_ Entendi. Você deixou a vassoura em casa e ia fugir dele voando na escova de chaminé...

_ Muito engraçado...

_ Não é engraçado? Então, qual é o segredo? Você ia matá-lo a escovadas?

Hermione tornou a levantar a escova, e Rony fingiu que se encolhia de medo.

_ Acho você um perigo... Me dê isso - disse ele, tirando a escova de sua mão.

_ Eu ia varrer o rato para fora, se quer mesmo saber - explicou Hermione.

- Hum ... Boa idéia, mas não acho que ele iria ficar quieto esperando você fazer isso.

Hermione suspirou e soprou para afastar uma mecha de cabelo da testa.

_ Como está o joelho? Acha que pode procurar o rato enquanto eu volto para a cama? Eu tive uma invasão de ratos quando me mudei para cá. Realmente não os suporto.

_ Não vi rato nenhum na cozinha. Talvez esteja em outro cômodo. Mas duvido que existam ratos aqui. Em todo o caso, por que não prepara um bom chocolate quente para nós enquanto eu procuro? O leite ainda está quente.

_ Duvide quanto quiser! – Hermione estava irritada, pois parecia que ele não acreditava em sua história.

Seguiu-o até a cozinha e tirou duas xícaras de cerâmica do armário. Pôs o leite e o chocolate em uma delas e começou a mexer. De repente, deu uma gargalhada.

- Qual é a graça agora? - perguntou Rony.

Começava a ter sérias dúvidas sobre a sanidade dela. Será que ela estava louca, e ele louco por estar louco por uma bruxa louca?

_ Aqui, pegue! Bata nesta xícara com a escova - pediu ela, ainda rindo.

Rony arqueou as sobrancelhas. Será que estava sonhando? Estava mesmo ouvindo um pedido para que batesse numa xícara de chocolate quente com uma escova de lareira?

_ Acho que você pirou, Mione. – concluiu, fazendo uma careta de espanto.

Ela riu e mexeu o leite outra vez.

_ Foi este o rato que ouvi - confessou. _ Era você mexendo seu chocolate. Ouvi o som da colher arranhando a cerâmica da xícara, e como estava um pouco atordoada de sono, pensei que fosse um rato.

Rony sacudiu a cabeça. Tudo bem, aquela explicação fazia um pouco mais de sentido. Mas apenas um pouco.

_ Sinto muito - disse ela, e voltou a rir. _ Aqui vou eu com meus "sinto muito". Por que não contamos para ver quantas vezes conseguimos dizer isso até amanhecer?

_ Não, não consigo mais nem contar. E já é de manhã. São quase quatro horas. Tenho uma idéia. O que acha de prepararmos um delicioso e nutritivo café da manhã, tomarmos banho e começarmos o dia?

_ Esta é a melhor idéia que você já teve desde que o conheci há treze anos. - concordou Hermione, mas sem olhar para a cara dele de indignação. _ Acho que não posso chamar ajuda antes das nove horas, mas tomarei banho, vestirei a mesma roupa de ontem e irei para o bufê de Julie.

_ Então, está bem. Vou trocar de roupa. Depois você me ajuda a preparar o café da manhã.

Voltou em poucos minutos, e os dois trabalharam em perfeita harmonia, como se não fosse a primeira vez que preparavam uma refeição juntos. Ele fritou o bacon. Ela fez ovos mexidos. Ele cortou o pão. Ela derramou o chocolate na panela e tornou a aquecê-lo. E, juntos, arrumaram a mesa.

Uma das poucas vezes que sentaram-se um na frente do outro e levaram uma conversa normal e corriqueira.

_ Fale-me sobre você, Hermione - pediu Rony, realmente interessado. _ O que a levou a ajudar Julie em um bufê? O que faz com seu tempo livre? Por que se mudou para esta casa, em particular? Sei que está trabalhando no Ministério por que o Harry e a Gina me contaram.

Hermione deu risada.

_ Quer que eu responda a todas as perguntas juntas ou uma de cada vez?

_ Sinto muito. Droga, comecei de novo. Uma de cada vez, por favor.

_ Está bem. Estou ajudando um bufê porque Julie, minha amiga, descobriu que havia um bom mercado aqui e começou o negócio sozinha. Logo que entrei em férias ela me pediu para que viesse ajudá-Ia. Eu estava mesmo sem ter o que fazer, portanto resolvi aceitar a proposta.

_ O negócio está indo bem? - perguntou, num tom neutro.

_ Melhor do que ela imaginava. Ainda mais agora, durante o Halloween. Muitas pessoas adoram esta data e não perdem uma oportunidade para comemorar. Sorte nossa.

_ Que bom! - disse Rony, oferecendo um pote de geléia de morango para Hermione. _ E quanto ao seu tempo livre?

Ela riu e passou uma camada de geléia na torrada dourada. -- Se eu realmente tivesse tempo livre, eu adoraria assistir a peças de teatro. Estou louca para ver Camelot, mas acho que os ingressos já esgotaram. Tudo indica que há um grande público que vai ao teatro aqui, e os assinantes regulares devem ter reservado a maioria dos ingressos assim que viram a programação de outono.

Rony assentiu com um gesto de cabeça, mas absteve-se de comentários. Era um dos assinantes, e a levaria para assistir Camelot. Mas seria uma surpresa.

_ E a casa?

_ Para ser sincera, não sei explicar - disse Hermione, olhando pensativamente para a xícara. _ Simplesmente me apaixonei por ela. Sei que muita gente não aprecia a tinta verde, mas para mim essa cor significa paz e vida. Também adorei os painéis da porta e os vitrais. E gosto deste bairro. Não sei, a casa parecia chamar por mim. – confessou.

Rony deu risada, servindo mais chocolate quente para os dois. _ Está vendo? Mais uma vez você parece ter um lado sensitivo. Costuma comunicar-se com casas, ou isso só acontece ramente?

Apesar da brincadeira, ele secretamente via o interesse de Hermione pela casa como um bom presságio, um sinal de que era a mulher certa para ele. Afinal, não fora atraída pelo lar da família de sua mãe?

A casa fora o maior orgulho de sua mãe, que viera de uma família pobre. Contava que seu avô conseguira comprar a casa sozinho, sem ajuda de ninguém.

Hermione sorriu.

_ Não sou vidente, mas acredito nas energias que nos guiam, que nos fazem sentir tão poderosamente atraídos por alguma pessoa ou lugar.

Rony também lhe sorriu. Estava poderosamente atraído por ela há muito tempo, e era só olhar para saber os motivos: os olhos grandes e inteligentes, o nariz pequeno, a boca bem desenhada, os cabelos castanhos e volumosos, os olhos cor de chocolate... Não precisava que nenhuma energia misteriosa lhe dissesse.

_ E você? - perguntou Hermione, interrompendo sua contemplação. - O que aconteceu com sua carreira no quadribol, além do machucado no joelho?

Ela corou no momento em que as palavras lhe saíram dos lábios. Sua maldita mania de dizer tudo o que lhe vinha à mente. Tinha o tato de um rinoceronte numa loja de cristais. Porém, em vez de se ofender, Rony continuou sorrindo.

_ Por que tenho a sensação de que você nunca se interessou por quadribol?

Rony colocou mais dois pães na torradeira. Não ligava se Hermione nunca mencionasse a palavra "quadribol" perto dele, estava satisfeito por ela não saber nada sobre o assunto. Não agüentava mais ouvir as pessoas dizer: "Pobre Rony, machucou o joelho e perdeu sua carreira para sempre".

_ Voltando a você - disse Hermione, interrompendo seus pensamentos mais uma vez. -- Não quis dizer que era um mau jogador. Só estava curiosa para saber que tipo era. Sabia que você se daria bem, desde que entrou para o time da Grifinória, em Hogwarts.

Rony deu uma risada que procurava esconder a raiva que aquelas recordações lhe traziam.

_ O pior tipo. Um craque descartável. Joguei quadribol profíssional até que este machucado me tirou dos campeonatos defínitivamente.

_ Descartável? - repetiu ela, olhando para o joelho, ainda um pouco inchado por obra sua.

Ele encolheu os ombros.

_ O dinheiro e a glória foram bons enquanto duraram. Só demorou um pouco para me acostumar a não estar mais sob a luz dos refletores.

_ Sim, sem dúvida - disse Hermione.

Não era à toa que todos o conheciam. Fora um famoso goleiro de quadribol, certamente conhecido por milhões de bruxos...

_ Você ficou famoso, Rony.

Rony riu outra vez. Fora um garoto de ouro. Por isso surpreendera a todos quando sua carreira terminou de uma hora para a outra, ainda que o mesmo já tivesse acontecido a inúmeros jogadores antes dele. Fora um astro, com certeza. Um astro descartável.

_ Não posso me queixar do quadribol. Ganhei um bom dinheiro, e adoro o esporte.

Hermione olhou no fundo dos olhos dele, com a expressão grave.

_ Espero, do fundo do coração, que já tenha se acostumado a sua vida fora do campo, e que não sofra mais. E espero não ter piorado o estado de seu joelho. O que pretende fazer agora?

Rony sabia que ela estava sendo sincera, e ficou comovido.

_ Já me recuperei da crise. De verdade. E você não piorou nada. Suspeito de que esta recaída tenha sido devido ao esforço causado pela reforma da casa, e não pela queda. Respondendo sua última pergunta:pretendo seguir a carreira de auror.

Hermione resolveu acreditar, para aliviar-se um pouco da culpa que sentia.

_ Me passe uma torrada - pediu, mas ficou momentanemente pensativa com a possibilidade de Rony vir a trabalhar no Ministério...

Rony atendeu, com um sorriso luminoso no rosto.

_ Ei, esta é a primeira vez que conseguimos nos divertir juntos depois de tanto tempo, não é?

Ou, pelo menos, que conseguiam ser amigáveis. Conversavam havia meia hora sem que nenhum fizesse uma observação irônica, agressiva ou provocadora. Gostava de Hermione muito, muito mais assim. Ou da maneira como estivera quando a beijara. Não conseguia se esquecer da sensação daquele beijo.

Hermione devolveu-lhe o sorriso. Lá estava ele, despenteado e descalço, alto e musculoso, e com a expressão satisfeita de um garotinho. Amava aquele jeito dele. Amava demais...

_ É verdade - concordou, um pouco tímida.

_ Como se fôssemos um velho casal, não?

A sugestão a trouxe bruscamente de volta à realidade. Ali estava um homem que dissera ter uma noiva que em breve traria para aquela casa. E não era ela.

E nem queria ser, lembrou-se a tempo. Rony continuava o homem de quem ela jurara se afastar havia apenas poucas horas. Aquela conversa não significava nada. Estavam apenas agindo civilizadamente.

_ Não, não como um velho casal - protestou enfaticamente. _ Longe disso.

Rony contemplou-a, perplexo diante daquela mudança de atitude. Pensou que tivessem começando a se entender, mas devia ter se enganado. Não conseguia compreender a personalidade inconstante de Hermione.

Duvidou, por um instante, se um dia conseguiria.


****************************************************

Capítulo mais curtinho. Espero mesmo que estejam gostando. Estou me esforçando ao máximo... Escrever é uma das coisas que mais gosto de fazer, além da pintura e da música... Todas os meus hobbies estão um tanto que renegados por mim a último plano, mas tenho tentando retornar a eles até mesmo por recomendação médica... Às vezes entro num estado de apatia total do qual não consigo sair... Bem... É por aí... Não se assustem com este desabafo, mas digamos que não estou numa fase feliz da minha vida! Porém acredito que um dia esta tristeza irá embora, pois não sou de me entregar... Aeshma.☺

☻Resposta aos coments☻:

♥♥Mrs. Mione Granger Weasley♥♥ : Capítulo 5 sendo postado e o capítulo 6 já está no forno...

♥♥Maira Daróz♥♥: Espero que o final da trama atenda às expectativas...Também imagino o homem Rony mais seguro de si, apesar de Hermione ainda o deixar indignado por vezes, mas ele deverá saber o que fazer para amansá-la... hehehehe...

♥♥Pah Potter♥♥: Que bom que estamos em suas favoritas... bjks... Segue mais um capítulo e o sexto já saindo também.

♥♥Andréia Granger♥♥: Mais um capítulo... Atualizaremos “A Irresistível” em breve também. Peço mais um pokito de paciência...bjks.

♥♥Karolini♥♥: Espero que continue achando fofix... bjks...




Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2023
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.