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17. A Chegada da Neve


Fic: Harry Potter e o Príncipe Mestiço - 4 ANOS de FIC em andamento


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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    Harry passou aquele dia pesquisando métodos
para ensinar e para duelar. Trezentos alunos simultâneos, não era para qualquer um. Teria de
organizá-los em pelo menos dois horários. Isso ocuparia muito de seu tempo, mas
pelo menos estaria preparado para dançar para Sara. Dino comentava o quão era bom, nos
intervalos em que se encontravam. Sara tratou de se afastar de Harry, por aquele
domingo. Não queria levantar mais suspeitas do que as que já estavam levantadas.
Harry não entendia porque ela não queria namorar. Vai ver ela não me leva a
sério...
Ou quem sabe nem goste de mim, pensou, não ela me beija,
ela me adora... deve estar achando estranho ter que namorar Harry Potter...
porcaria de nome, porcaria de Voldemort, porcaria de profecia, porcaria de
poderes especiais... Porque tudo tem que ser assim?

   
Seja forte. Era isso que Harry vivia pensando.

    A imagem de Sara, veio a sua mente. Como ela era linda...
Harry se pegou dando um suspiro e tentou retornar seu pensamento aos livros.

    – Harry... – disse Hermione hesitante, que acabara de se
aproximar e sentar na mesa a frente.

    – Ah... Oi, Hermione! O que você quer?

    – Te ajudar com as aulas – disse tirando um papel. – Olhe...
são muitos alunos novos que não tem instrução nenhuma e resolvemos fazer uma
divisão.

    – Hum...? – perguntou interessado.

    – Nas Segundas-feiras você dará aula aos novatos, com o
auxilio da antiga AD. Sabe, não é, gente demais... ai o pessoal da AD passa
ajudando enquanto você da as ordens principais. Então em um outro horário
qualquer você dá aulas para nós... podemos continuar com os patronos, que nem
todos conseguiram completar e assim vai...

    – Ótimo! – comemorou Harry. – Agora só preciso começar
amanhã!

    – Hoje você avisa para todo mundo...

    – Ah... – desanimou-se. – E... aonde vamos treinar?

    – No mesmo lugar que o Lockhart nos ensinou, no Salão
Principal.

    – Mas lá é muito movimentado...

    – E vai estar ainda mais, quando todo mundo aparecer para
aprender com você – disse ela sorrindo. Sara agora chegou e se sentou ao lado de
Hermione.

    – Oi, Harry... – disse com cautela.

    – Oi, Sarinha do meu coração... Porque tão distante?

    – Ora, Harry, com todo mundo insinuando coisas sobre nós, o
melhor é a distância.

    – Discordo...

    – Discorda?

    – Claro! Preferia muito mais todos falando e eu te beijando –
disse maroto.

    – Você não pode esperar um pouco mais, não? – perguntou
brava. – Não gosto que me pressionem, sabia?

    – Você não parecia pressionada dormindo... – Harry passou os
dedos pela face da garota que se assustou ao primeiro toque, mas depois sorriu
timidamente. Hermione olhava abobada a cena. – Eu achei o máximo e estou pronto
para repetir a dose... Quer namorar comigo?

    – Não... – respondeu incerta.

    – Tem certeza?

    – Não... – disse entre dentes.

    – Posso esperar, uma resposta, para quando?

    – Não sei.

    – Vou te esperar... – disse decidido.

    – O.k. – disse Hermione, cortando o silêncio que se seguiu,
onde Sara, já avermelhara. – As sete, no Salão Principal...

    – Até... – disse Sara saindo com Hermione. Harry suspirou e
voltou-se aos livros.

    O dia foi passando e Harry já não via a hora de ver todos os
rostos voltados para ele, ansiando suas palavras. Ele era considerado um herói,
uma lenda viva, tinha um destino a cumprir, mas era realmente bom, ninguém
poderia negar que ele estava se dando bem. Já escapara de Voldemort por quatro
vezes. Era forte, muito forte, admirado por isso. A história de Harry Potter,
cativaria muita gente...

    Depois das três horas, quando Harry e Rony discutiam
acirrados a questão do duelo no departamento dos mistérios, para uso nas aulas
da AD, no gramado ao lado do lago, no mesmo lugar da penseira do Snape, ouviu-se
o barulho de um motor. Harry olhou para todos os lados, procurando o barulho.


    – O que é isso? – perguntou Rony.

    – Parece um motor...

    – Mas em Hogwarts? Isso é impossível...

    – Ahah... se lembra do carro do seu pai?

    – Ah... – Harry e Rony olharam para cima, depois de ouvir uma
buzina, e encontraram uma moto muito grande, com alguém acenando para eles. Era Lupin, na moto de Sirius, agora a moto de Harry.
– Remo!

    A moto aterrisou no gramado. Ele saiu e abriu a jaqueta de
couro negro que estava usando para se proteger do frio. Tirou o capacete e
exibiu um sorriso. Harry se levantou e abraçou fortemente Remo.

    – Como vai, Harry – perguntou ele.

    – Tudo bem... O que está fazendo aqui?

    – Você descobriu para que servia a chave, e Dumbledore disse
que deveria mostrar a certas pessoas...

    – Quem vem mais?

    – Agatha... e só...

    – A mãe de Susan... – ocorreu um brilho de tristeza nos olhos
de Lupin. Claro, ele ia se casar com Susan.

    – É... ela mesmo. Deu o nome, provavelmente em homenagem a
mulher que a salvou. Você deve saber... Dumbledore me deu um resumo do que viu.

    – Porque não me disse que minha mãe era uma Elemental do
Elixir? – alguns alunos paravam para olhar o antigo professor de DCAT.

    – Muita gente, pode dizer, muita coisa, a respeito disso,
Harry.

    – Da para vocês serem menos enigmáticos?

    – Existem uma porção de lendas envolvendo os Elementais do
Elixir, Harry, sendo que poucas delas são verdade. Você não deverá segui-las
cegamente. Apenas algumas são reais.

    – O que quer dizer?

    – Que as pessoas falam muito.

    – Você sabia que eu odeio segredos?

    – Agora eu sei. Mas acalme-se. Você saberá, quando tiver que
saber. No momento nem nós, sabemos o que é real e o que é bobagem – Harry bufou.
Procurou Rony e este analisava a moto com que Lupin chegara abobado.

    Era uma moto negra, aparentemente muito potente. Tinha
detalhes em couro que a deixavam agressiva.

    – Moto legal – murmurou Rony.

    – Ela é sua, Harry. Mas você só pode usar depois dos
dezessete... – disse Lupin. O garoto estava chateado de ter mais duvidas que uma
criança de cinco anos e se sentindo mais criança ainda por ninguém o responder.
– Ora, Harry, você sabe que se eu soubesse, eu lhe responderia – essa frase
pareceu tranqüilizar um pouco o garoto.

    – Tudo bem, Remo.

    – Agora eu preciso ir. Dumbledore deve estar me esperando.

    Haviam alguns alunos que estavam sorrindo para o professor.
Ele cumprimentava muitos. Outros o olhavam com medo ou cautela. Ele estava bem
vestido, depois de ter herdado metade da fortuna dos Black. Algumas garotas mais
velhas comentavam acirradas a beleza do professor. O seu ar intelectual as fazia
darem suspiros de admiração.

    – Ah... – exclamou Lupin já longe. – Se você quiser ficar com
a moto, pode ficar... Ela é sua mesmo.

    – Pode usar por enquanto – respondeu Harry.

    Depois disso algumas pessoas se juntaram a Rony e Harry para
conversar. Todos pareciam querer fazer amizade com os dois, era realmente
populares, embora Harry, chegasse a ser frio as vezes. Não gostava de certos
assuntos. Uma garota da Corvinal estava muito próxima a ele e estava fazendo
contato demais para o gosto de Harry. Vivia pegando no seu ombro, sacudindo seus
desgrenhados cabelos. Era realmente chata. Era a que mais falava sobre ele.

    – Então... como vai a nossa aula de hoje, professor Potter? –
perguntou ela em tom de piada. Harry a olhou paciente.

    – Vou fazer o possível...

    – Ou seja, o impossível – completou ela. Harry revirou os
olhos. – Você é tão modesto! – disse o abraçando. As pessoas a volta seguraram a
respiração.

    – Sai... – disse Harry a expulsando. – Tsk, tsk... chiclete –
resmungou o rapaz olhando para a garota. Os outros a volta agora pareciam querer
rir. Harry olhou para trás e viu Sara com uma cara divertida. Ele deu um sorriso
desdenhoso – Venha, Sara, venha me proporcionar a sua revigorante presença –
pediu ele. Sara olhou desdenhosa para a garota ao lado de Harry e se aproximou,
sentando-se entre os dois, dividindo-os. A outra a olhou com um olhar assassino.
Harry sorria a concorrência que existia por ele.

    – Que reunião interessante – começou Sara.

    Eles ficaram lá conversando sobre assuntos adolescentes.
Principalmente o baile, que agora se aproximava.

    Harry olhou para a delicada mão de sara, que se apoiava na
grama. Ocorreu um impulso de tocá-la e não hesitou. Pouco se importava que os
outros estivessem olhando, apenas estendeu a sua mão esquerda e tocou a direita
da garota... Harry pode sentir de longe a mudança do rumo da atenção dela. 
Ele acariciou carinhosamente os dedos com unhas bem feitas, da garota e a olhou
nos olhos. Deu um sorriso culpado e Sara não pode evitar de gostar.

    – Bem que podíamos...

    – Ah... Harry, agora não...

    – Mas então um beijinho?

    – O quê? Com todo mundo olhando, nem pensar! – sussurrou para
que ninguém ouvisse.

    – Quer dizer que se formos para outro lugar, tudo bem? –
perguntou feliz.

    – Não, vai parecer suspeito demais.

    – Mas então você me beijaria! – comemorou Harry.

    – Depois de tantas as vezes que você me roubou, que mal faria
mais uma? – perguntou ela desdenhosa.

    – Aposto que seria bom, e não mal... – disse ele ainda feliz.

    – É... – disse ela sem pensar.

    – Quê? – perguntou ele incrédulo. – Então você concorda...

    – Ta bom... é bom sim... – disse rendida – Feliz?

    – Mais do que você pode imaginar... Só não sei por que não
quer namorar – nessa ultima frase alguns amigos do grupo os olharam
desconfiados. Sara deu de ombros. Nem sempre se pode argumentar...

    Quando o sol já estava fraco, o pessoal resolveu retornar ao
castelo e aguardar as aulas de Harry.

    Às sete horas, o garoto estava muito nervoso, pronto para
vomitar. Descendo as escadas, trêmulo, olhou para todos os lados, apertando
firme a varinha. Ao se aproximar do Salão Principal pode ouvir as vozes
exaltadas de muitos alunos. Mais fraco ainda, continuou a se aproximar.

    Ao chegar todo o salão se silenciou. Rony, Hermione, Dino,
Simas, Gina, Luna e Neville estavam em pé, sobre a única mesa no centro do
salão. Alguns rostos se voltaram para Harry e sorriram abrindo um corredor, para
que ele subisse a mesa. Ele o fez. Achou que seus pés eram grandes demais para o
corpo, enquanto fazia o caminho. Sentiu-se desconfortável.

    – Ótimo, ele chegou! – comemorou Neville.

    – Bom... como estávamos falando – continuou Hermione que
estava fazendo um palestra. – Ano passado, depois de treinarmos com Harry,
conseguimos sobreviver ao ataque de dez comensais... Claro que com Harry no
comando. Bom, depois só ele ficou totalmente inteiro, os outros, todos, tinham
algum tipo de ferimento... O que importa, é que conseguimos sobreviver, graças
ao treinamento.

    Harry já subira tremulo na mesa. Existiam várias pessoas
esperando que ele começasse a falar. Harry viu de longe o Philip, com uma cara
desdenhosa, segurando Sara para uma conversa, que ela insistia em não ter,
juntamente com Jaques.

    – Então, Harry Potter – pediu Philip –, comece a lecionar,
com suas estupendas habilidades...

    Harry cerrou os dentes e se voltou para os outros.

    – Estamos aqui – continuou Hermione –, apenas para determinar
os horários – houve um burburinho de descontentamento –, para quem sabe amanhã
começarmos. O que vocês acham de segunda feira as sete?

    – Por que não começamos hoje? – perguntou um garoto.

    – Bom... – começou Hermione.

    – Por que não querem passar vexame na nossa frente? –
perguntou Philip. – Ora, isso aqui é patético, francamente deveria ser proibido,
vai estragar meus alunos. Continuarei a comparecer, para evitar isso, ao
máximo...

    O sangue palpitava as orelhas de Harry. Estava com muita
raiva daquele fracesinho, que insistia em conversar com Sara. Queria provar que
era melhor.

    – ...queríamos começar na segunda, entende? Domingo é dia
para descansar...

    – Mas queríamos começar hoje.

    – Bom... podemos dar uma amostra – disse Harry. – Que tal um
duelo justo, Philip, ou quem sabe professor Jaques... Sem magia negra e nem
poderes elementais...

    Philip pareceu analisar a situação.

    – Que tal, com magia negra e poderes elementais? – perguntou
com seu tom francês.

    – Prefiro algo que instrua o pessoal. Prefiro magia normal –
Philip pareceu decepcionado mas aceitou.

    O pessoal a volta dos dois, abriram largos sorrisos e se
aproximaram da mesa central, para ver mais de perto, o duelo. Sara tinha um
sorriso maroto que Harry tomou com incentivo a vencer. Jaques estava certo, que
desta forma, seu filho venceria. Mas ele não sabia que Harry havia treinado
vários outros feitiços desde a semana que resolverá jamais comparecer a suas
aulas. Os feitiços do livro Feitiços fura Dragões, era muito fortes.
Harry tinha um bom plano em mente. Faria Philip baixar a guarda e então o
atacaria.

    – Tem certeza, Harry – perguntou Hermione preocupada. Ele lhe
lançou um olhar incisivo. – Muito bem... Várianhas em guarda.

    – Ataquem! – bradou Jaques apressado.

    Philipe fez com que um raio branco, como o de Dumbledore,
cruzasse o ar do Salão e se chocasse com um escudo de Harry. Este lançou outro
contra ataque, que obrigou Philip a conjurar o escudo de prata, mas antes que
ele pudesse revidar, um raio dourado, enorme, cruzou novamente o ar, vindo da
varinha de Harry se chocando brutalmente ao escudo de Philip. O escudo, escapou
da mão do bruxo e saiu rodopiando pelo ar. Philip cambaleou com a força do
ataque e logo depois outro raio o acertou, mas este era um simples raio
estuporante. Ele caiu com um baque, imóvel.

    Todo o salão estava imóvel, analisando os estragos. O escudo
que voara, quase havia caído sobre a cabeça de alguns, antes que estes saíssem
do lugar da trajetória do escudo quente e retorcido.

    – Como puderam ver – começou Harry, que instantaneamente
ficou feliz –, posso lhes ensinar muito. Amanhã será a aula dos alunos novos. Em
outro dia, serão as aulas dos veteranos. Espero que os veteranos me ajudem a
ensinar todos.

    Harry estava confiante como seus amigos jamais o viram. Tinha
conseguido a atenção de todos. Jaques já havia saído do salão, nem havia se dado
ao trabalho de acordar e levar o filho.

    – Enervate! – balbuciou Rony.

    – Foi um bom duelo, Philip – disse Harry. – Estão todos
dispensados, a não ser que queiram perguntar algo...

    – É... vamos aprender a fazer isso? – perguntou uma garota
espantada.

    – Podemos tentar, mais para a frente...

    – Mas esses são feitiços avançadíssimos e muito perigosos –
balbuciou outro.

    – E muito úteis – disse outro maravilhado.

    Eles ficaram discutindo os feitiços que aprenderiam até que
uma certa altura Harry decidiu encerrar e voltar para o dormitório. Todos
estavam maravilhados com ele e Sara tratou de se aproximar de Harry, antes que
outra garota o fizesse.

    Enquanto caminhava por entre os seus futuros alunos, viu que
ela se aproximou com um sorriso de parabéns, para ele. Harry ofereceu o braço e
Sara apertou os olhos. Alguns olharam interessados. Sara bufou e se limitou a
andar ao lado do garoto.

   

    Harry ficou no salão comunal, atpe mais tarde, esperando que
Sara fizesse o mesmo, até que todos os outros fossem embora. Queria beijá-la, e
se era privacidade que ela queria, não havia nem um problema em ficar até mais
tarde. Quando Rony e Hermione deixaram os dois a sós, Harry imediatamente olhou
nos olhos de Sara, que mordeu o lábio inferior, preocupada.

    Harry se levantou e foi até o sofá de Sara, a fitando
diretamente nos olhos, enquanto ela recuava. Chegou perto o suficiente para
sentir e ouvir a respiração. Ainda a olhando nos olhos Harry deu um sorriso.
Sara  puxou para completar o beijo. A profundidade que chegaram, eles não
sabem, mas só pararam quando Harry já estava deitado em cima da garota, com a
respiração descompassada.

    Sara o jogou para o lado e Harry caiu com um baque no chão da
sala. Sara se levantou ajeitando a roupa.

    – Você é má... – disse Harry desanimado.

    Sara sorriu para ele e deu uma piscadela, saindo pelo quadro
da mulher gorda, se dirigindo ao seu quadro. Harry sorriu maroto.

    – Ela é minha – murmurou enquanto subia as escadas do
dormitório.

   

    Na segunda-feira, Harry teve seu primeiro dia como professor
de uma grande turma. Existiam vários, inclusive da Sonserina. Todos escutavam
ele atento. Harry jurara que viu Dumbledore dar uma passadinha lá, para lhe dar
apoio. Todos treinaram o feitiço básico de desarmar. Todos queriam logo passar
para os mais complicados e já pediam mais instruções dos feitiços conseguintes.
A maioria dos membros da antiga AD, compareceram para ajudá-lo. Neville ajudou
muito uma garota morena do quito ano.

    Sara ficava apenas olhando, já sabia de tudo aquilo.

    Na terça feira, Harry foi obrigado a falar com Jaques, sobre
o desafio. Depois de propor que o torneio fosse entre seus alunos e os membros
da AD, o francês o olhou, analisando-o.

    – Tudo bem, Potter – disse por fim. – Aceito o desafio.
Também não contarei nada a Dumbledore, mas irei propor um torneio intercasas.

    – Ótimo – disse o garoto num tom falsamente feliz. – Então
até.

    O treino da AD veterana, foi baseado em tentar finalizar o
feitiço do patrono. O mais incrível, foi que Rony conseguiu completar o seu e
fazer irromper um enorme cavalo, que trotou iluminando a sala inteira. O patrono
de Dino, era realmente algo peludo, na verdade era um urso.

    Quando voltaram para o Salão comunal, os cinco grifinórios
sextanistas, se dirigiram ao dormitório. As garotas que estavam no Salão Comunal
se entreolharam preocupadas. O que eles iriam fazer? Sara, que pensara que iria
ganhair mais uns ardentes beijos de Harry, sentiu um aperto no coração ao vê-lo
se distanciar.

    – Onde eles vão? – perguntou Hermione, que estava esperando o
seu tempo de namorar – O que você tem, Sara? Vontade de estar com Harry? –
perguntou marota. Sara fechou a cara. Algumas garotas a olharam invejosas.



    – Muito bem – começou Dino. ele acenou a varinha e uma musica
começou a tocar. Era algo lento, coisa para se dançar coladinho. – Façam seus
pares.

    Os quatro garotos olharam para Dino, com se não tivessem
entendido a ultima frase.

    – Façam seus pares – disse ele sorridente.

    – O que você quer dizer com isso? – perguntou Rony. Dino
respirou fundo.

    – O único jeito de aprenderem a dançar com pares, vai ser com
pares – disse ele sorridente. – Ou preferem que eu convide as garotas para
ensiná-los – todos automaticamente responderam que não. – Então, Ronuy vai com o
Harry e Neville com o Simas – todos fizeram cara de nojo e constrangimento, mas
hesitantes, obedeceram, se aproximando dos seus resignados pares.

    – Ótimo – disse ele sorridente, com os olhos brilhando de
maldade. – Agora o Harry vai ser o homem e o Rony a mulher...

    – Como assim, eu vou ser a mulher – perguntou Rony
extremamente vermelho e ofendido. Dino ergueu as sobrancelas e Rony desistiu.

    – Ótimo, então a mãe de Harry vai por baixo da mão do Rony e
a mão do Harry, na cintura do Rony.

    – Putz, cara, isso é nojento – disse Simas. – Não tem um
jeito melhor?

    – Sinto muito. Agora vamos... Simas a mulher e Neville o
homem.

    Eles ficaram treinando muito a contra gosto. Mas a medida que
a aula ia passado eles iam se soltando. Era um mal necessário. Harry que fora
conduzido no ano passado, agora conduzira Rony. Eles passaram umas duas horas
treinando até que pediram para parar com aquela humilhação.

    – Ninguém precisa ficar envergonhado – disse Dino experiente.
– Às vezes é preciso. Pensem nos seus pares, impressionadas com vocês
dançando... como verdadeiros cavalheiros... Elas vão derreter em seus braços.

   

    O tempo foi passando e os dias esfriando. Harry agora via a
neve pela janela e podia ver todos agasalhados, menos ele, que parecia sentir-se
confortável no frio. Os treinos da AD, era fortes, todos estavam empenhados e
progredindo. As aulas de dança, também estavam ajudando. Muitas vezes Harry e
Sara ficavam no Salão Comunal, onde Harry "roubava" um beijo de Sara e depois,
esta ia para seu quarto particular. Para que não namorar? se perguntava
Harry. Estavam aprendendo muitos truques com Dino, e Rony, toda a vez ficava
vermelho. Quando eles perceberam, faltava apenas duas semanas para o natal.
Estava próximos do baile.

    Harry não pensara muito mais nos assuntos elementais. Ia
apenas uma vez por semana com Sara para a Sala que Dumbledore lhe
disponibilizará. Todas as vezes, Harry tentava roubar pelo menos um selinho da
garota, mas esta o olhava torto e dizia para treinar.



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