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16. Memórias Marotas – Parte 3


Fic: Harry Potter e o Príncipe Mestiço - 4 ANOS de FIC em andamento


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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    Ainda na penseira, Harry e Sara, estavam no Salão Comunal
da Grifinória. Lá também estavam Sirius, Agatha, Lílian, Tiago, Susan, Remo,
Frank e Alice, todos os pares, respectivamente abraçados nas poltronas e sofás.
Todos conversavam animados e Harry e Sara já não agüentavam mais ver esse filme,
sentando-se próximos a lareira. Flash.

    – Eu só estou aqui, porque é provavelmente a última vez
que vou fazer isso até depois que sair de Hogwarts. Vejam só... os casaizinhos
definidos... Alice e Frank, que são aqueles dois ali, são mais novos que agente,
mas em um ano também vão começar o treinamento para auror. Sirius e Susan
decidiram também ser. E eu e a minha ruivinha, vocês já sabem... lutando contra
Voldemort desde o início. O ministério vai ter um bom carregamento de aurores
competentes estes anos... pessoas de coragem que decidiram se arriscar por uma
causa justa e não se esconder do que acontece. O.k., agora sem melodrama, mas eu
só queria mostrar a formatura e como a Lily iluminou a festa, com a sua
magnânima beleza. Ahhhh... eu quero me casar com essa ruivinha.
– Flash.

    O cenário se dissolveu e agora eles estavam num pavilhão
cheio de pessoas. Era o Salão Principal. Harry e Sara foram por entre as pessoas
até encontrarem um Tiago muito apreensivo e um Sirius ainda mais. Tiago não
parava de olhar para o relógio, mais para ver o próprio cabelo refletido do que
para ver as horas. Os dois usavam trajes a rigor muito elegantes e negros.
Sirius segura a respiração e Tiago olha para o topo das escadas.

    – Lily? – pergunta espantado. Harry e Sara olham para
o topo das escadas e vêem a mãe de Harry com sua espetacular beleza. Ela usava
um vestido acaju que se entrelaçava pelos braços. Era realmente a garota mais
bela do baile até aquela hora. Ao seu lado, logo depois, veio Agatha que estava
igualmente bela, num vestido vermelho-sangue. Uma estupenda visão.

     - Agatha? – Flash.

     - Viram, não viram? Ela não é tudo o que eu tento
dizer? Acho que agora vou encerrar isso, está muito melancólico e vocês devem
estar com o traseiro dolorido. Talvez daqui alguns anos eu volte...

    Tudo ficou branco.

    – Acabou? – perguntou Harry.

    – Acho que não... Seu pai enfrentou três vezes Voldemort, não
é? Ele vai mostrar todas, eu acho... é sim, olhe lá estão vindo.



    Eles estavam no Beco Diagonal, novamente... Sirius, Frank
e Tiago, parecendo uns quatro anos mais velhos. Pareciam fazer a patrulha no
local que estava silencioso. Uma neblina pairava no local.  Eles pareciam
muito sérios e apreensivos. Flash. A voz de Tiago ressoou mais gravemente desta
vez.

    – Aconteceram muitas coisas... Estou dando uma ultima
passada em Hogwarts, antes de ir para o Godric's Hollow, com o pequeno Harry – a
cor do rosto do verdadeiro Harry, se esvaiu – Minha nossa... tenho que admitir
que estou com medo. Metade da Orem da Fênix está morta e temos um traidor entre
nós. Eu acabei de mostrar o conteúdo da penseira a Lílian, mas não havia muita
coisa que ela não soubesse, contei a ela todas as histórias marotas, antes mesmo
de casarmos... que linda noiva... mas eu não tenho pensamentos bons para por
nesta penseira. Puxa vida, não tive nem coragem de arrombar a sala daquela
ameixa velha do Filch para pegar a chave. Aquele velho roubou depois da
formatura... Arrombei isso aqui, com um velho
canivete que abre todas as trancas... enfim, vou dizer como olharem isso, para
Almofadinhas, ele vai poder dizer a alguém se precisar... – Harry sentiu que
esse alguém, era ele, estava com o coração apertado por uma mão de aço frio – A
questão é que Voldemort está atrás da gente, desde que soube que Lílian era uma
elemental do elixir e agora a coisa piorou. Piorou por uma profecia, talvez quem
esteja vendo isso, já saiba da tal profecia, talvez ela já tenha sido
cumprida... Mas se você estiver ai, filho, e eu não estiver, quero que saiba que
tenho total confiança em você, tenho certeza que vai conseguir tudo o que
precisa fazer, sei que vai ser difícil, mas você é bom o suficiente para tal.

    – Uma mensagem do meu pai... – balbuciou ele. – Ele já
sabe da profecia...

    – Vamos aos acontecimentos... – Flash.

    Os três companheiros, aurores, iam andando e olhando para
todos os lados. Estavam em patrulha. Enquanto andavam pela enevoada rua, Harry
conseguiu distinguir vultos ao longe. Quando se aproximaram, ele notou a sua mãe
com Alice e Agatha. Todas com varinhas em punho, assim como os outros.

    – Isso aqui ta muito quieto – resmungou Sirius.

    – Meu sexto sentido, me diz que algo vaia acontecer –
sussurrou Lílian.

    Ocorreram barulhos de aparatação para todos os lados. Vultos
com capuzes negros cercaram os aurores. Estavam em superioridade de cinco para
um. Os aurores ficam de costas um para os outros, formando um circulo ao meio do
cerco.

    – Os traidores do próprio sangue – sibilou uma voz áspera.

    – Silêncio – ordenou uma voz fria. Um ser encapuzando,
adentrou o circulo de comensais. Tiago apertou os olhos. Era Voldemort. –
Potter, Longbotton e Black... Os mais bem conceituados aurores do ministério –
Os aurores procuravam agir, mas Voldemort havia laçado um poderoso feitiço
anti-aparatação –, poderiam ser muito mais poderosos ao meu lado – sibilou ele
se esquecendo que ainda haviam as garotas –, poderiam ser grandes. O seu poder,
Potter, poderia ser muito bem aproveitado com um toque da arte das trevas...

    – Nunca usaria esse lixo – rosnou ele, com voracidade.

    – Ora, nunca é muito tempo, Potter – Voldemort tirou a capa
que cobriam seu rosto ofídico. – Imagine nuvens tóxicas, matando e destruindo...
você sabe que seu poder assumiu forças catastróficas... a alguns anos, neste
mesmo lugar. Isso combinado com a Magia Negra, poderia ser destruidor, Potter,
pense bem...

    – Não me junto com ralé do seu nível, Voldemort – os
comensais se assustaram ao ouvir o nome do Lorde das Trevas.

    – Mesmo com esses seu incríveis poderes – rosnou um comensal
–, você não será palho para nós, Potter, é melhor baixar seu tom, se não quiser
morrer.

    – Silêncio – disse Voldemort com severidade, ameaçando o
comensal com o olhar. Este abaixou a cabeça pedindo clemência. – Black e
Longbotton... – começou novamente com sua voz fria. – Porque não se juntam aos
mais fortes? Vocês deveriam se sentir honrados em receber este pedido do próprio
Lorde das Trevas.

    – Lorde das Merdas, você quer dizer – sibilou Sirius. – Ou
quem sabe, Tio Voldie... O que acha?

    – Na verdade o nome dele é Tom Riddle – completou Frank.

    – Vamos acabar com essa cobra peçonhenta – ajudou Alice, com
coragem.

    – Vocês escolheram o lado errado – sibilou venenosamente
Voldemort. – Escolheram o lado perdedor – disse se afastando do circulo,
acenando e dando a Ordem aos sacrifícios.

    – Avadra Kedav...

    Ocorreu uma forte explosão e os aurores desapareceram do
centro. Alguns comensais se levantavam tontos.

    – É uma palavrinha mágica muito comprida, essa – disse
Sirius. – "A Vara está Quebrada" ahahahaha... – disse fazendo uma imitação de
falsa crueldade, rindo debilmente.

    – Mas o quê? – espantou-se Voldemort, empunhando a varinha.

    Tiago e Lílian se adiantaram para duelar com o bruxo das
trevas. Sirius, Agatha, Frank e Alice continuaram a duelar com os comensais que
permaneceram de pé. Frank disparou um jato de aviso para o alto, isso chamaria a
atenção de qualquer pessoa num raio de um quilômetro. Logo depois cerca de vinte
aurores, entre eles Moody, aparataram. O duelo se esquentou, logo Voldemort
duelava com seis aurores simultâneos.

    Com um rumorejo de capa e fez com que três deles voassem
longe e continuou a duelar furiosamente com os restantes. Ele fez uns movimentos
com a varinha e uma nuvem negra nasceu dela, tornando tudo escuro. Foi muito
rápido, como Voldemort tirou a visibilidade de todos. Após isso, a única coisa
visível, era os olhos vermelho brilhantes do bruxo, e foi aonde todos os aurores
miraram seus jatos estuporantes.

    Ele desapareceu... os comensais riam e os aurores estavam
apreensivos. Sara segurou fortemente o braço de Harry. Ele olhava para todos os
lados tentando entender o modo com que Voldemort duelava e notou que ele não era
nem um pouco justo. As risadas se silenciaram após vários jatos verdes cruzarem
o ar, iluminando a fumaça negra, ouviram-se corpos caindo no chão e a luz verde
revelou vários aurores mortos.

    – Ainda tem certeza que não quer, entrar para o partido das
trevas, Potter, Black, e Longbotton. Posso poupá-los e suas mulheres... – disse
Voldemort.

    Harry conseguiu identificar um circulo de Aurores, em meio ao
breu formado por Voldemort. Lílian parecia temerosa, assim como Alice. Ambas
olhavam para seus maridos, de esguelha.

    – Não use seus poderes – sussurrou Tiago para Lílian.

    – Eu preciso te contar uma coisa, Tiago – começou ela.

    – Agora não... depois que sairmos dessa – disse tentando a
acalmar.

    – Potter – começou Voldemort –, veja a força de um elemental
das chamas, quando se alia a mim!

    Um dos seres encapuzados, se adiantou em meio ao breu. Ele
retirou o capuz e revelou um rosto de um homem jovem e belo, com cabelos ruivos
e uma tatuagem de chamas, passando pelo meio da face. Ele ergue a varinha e
apontou para o grupo. Então fogo irrompeu por ela, como que pela boca de um
dragão Elas eram chamas negras-avermelhadas e se dirigiram em alta velocidade
para o grupo.

    Com toda a força que pode, Tiago, produziu um vento, que
desviou parcialmente as chamas. Mantendo o rumo certeiro até o grupo, Harry viu
que agora mais alguém estava revelando o intuito de usar seus poderes. Era a sua
mãe. Uma aura dourada pairava por ela. Com um movimento leve e sinuoso da
varinha, um feixe de água irrompeu dela, formando um escudo fino mas resistente,
a frente do grupo.

    As chamas se chocaram com o escudo e logo após desapareceram, produzindo
apenas um fino vapor, que logo após se expandiu e dissipou a névoa negra de
Voldemort. Agora o bruxo das trevas olhava atentamente para a mulher de cabelos
acaju, sangue-ruim, logo ao lado de Tiago.

    – Quem diria – sibilou ele. – Uma sangue ruim, com tais
poderes – Lílian ainda emanava a aura dourada e gotículas de água, flutuavam em
torno do grupo. – Apenas uma Elemental das Geleiras? Ou quem sabe, justo o que
eu procurava...

    – Você não tocará um dedo nela – disse com voracidade, Tiago,
entrando em estado de fúria elementar.

    – Seus poderes patéticos, Potter, não me tem interesse algum
perante uma Elemental do Elixir, aconselho que se mantenha afastado, caso queira
viver – Tiago olhou para Lílian e esta exibia uma face decidida. Estava pronta
para usar todos os poderes que possuía. – Matem os outros, quero apenas a garota
viva – ordenou.

    Mais um confronto sangrento se iniciou. Logo após Dumbledore
e mais Aurores apareceram. A chegada de Dumbledore permitiu que os aurores se
concentrassem nos comensais, deixando Voldemort se ocupar com o velho bruxo. A
balança pendeu para o lado dos aurores e Voldemort, ordenou retirada. Uma
tempestade havia se formado, após Lílian e Tiago, combinarem seus poderes.

    Depois que a poeira baixou Lílian correu para os Aurores que
ainda possuíam vida, mas se contorciam de dor. Com a ponta dos dedos unidas, uma
gota de líquido dourado se formou e ela deixou pingar na boca de cada um dos que
jaziam. Logo depois uma equipe de curandeiros chegou. As pessoas que Lílian
atendia, se recuperavam automaticamente, era uma gotinha milagrosa.

    – Lílian se revelou? – perguntou Dumbledore, já sabendo a
resposta.

    – Sim – respondeu tristemente Tiago.

    – Tiago... – começou Lílian que se aproximara.

    – Tudo bem, Lily – disse ele. Os dois se abraçaram em meio
aos curandeiros que corriam de um lado para o outro. – O que você queria me
falar?

    – Bom... é... um... estou grávida – disse hesitante. Tiago
arregalou os olhos e caiu de costas no chão.

    Quem viu aquilo de longe, juraria que Tiago havia sido
acertado em cheio por um "Petrificus Totalus". Ela caiu como uma pedra no chão,
se não fosse por Almofadinhas que aparou a queda de sua cabeça, passaria um bem
tempo desacordado.

    – Estado de choque! – berrou Sirius. – Lily? O que você fez?
– perguntou espantando. Logo depois dois curandeiros chegaram com uma poção
reanimadora. Lílian estava meio vermelha. Tiago acordou espantado e a primeira
coisa que viu foi Lílian. Dumbledore sorria. Depois disso Tiago gaguejou algo
inaudível e tornou a ficar desacordo.

    – O que você contou a ele, Lily? – perguntou Alice
preocupada.

    – Que estou grávida...

    – Quê? – perguntou Sirius espantado. Frank exibiu um
largo sorriso.

    – Ela não é a única – disse Frank.

    – Quê?  – perguntou novamente Sirius com cara de
pânico.

    – Também estou grávida – concluiu Alice. Ela e Lily se
entreolharam e se abraçaram. Frank dava tapinhas na cara de Tiago. Este acordou
assutado, gritando:

    – EU VOU SER PAI!

    – É, cara – disse Sirius ainda assustado, branco.

    – E você vai ser o padrinho! – bradou Tiago abraçando Sirius.
Ele pareceu meio desconcertado, mas aceitou o cargo. Agatha o observava. –
Convidem o Rabicho e o Remo, a Susan e todo o mundo para o batizado.

    – Calma, Tiago – sibilou Lílian –, só daqui a sete meses,
para Julho...

    – O meu também, Lily! Já sabe o que vai ser? – exclamou
Alice.

    – Menino – ouviu-se um baque e Sirius murmurou "Tiago!
Tiago!" –, fiz os testes.

    – O meu também – disse Alice e Frank alisou a sua barriga
enquanto ria de Tiago estirado no chão. Flash.

    Sara estava as prantos enquanto Harry derramava lágrimas
de tristeza e felicidade. Feliz por eles terem sido felizes por ele, e triste
por esses dias nunca poderem mais existir, triste por não se lembrar de como é
um abraço paterno ou materno.

    – Ah... – sibilou Sara entre o choro –, que lindo...

    – Eu só pego as choronas – disse Harry desconformado,
tentando alegrar Sara.

    – Quem disse que você já me pegou? – reclamou com os olhos
vermelhos e as lágrimas escorrendo pelas bochechas. Harry foi até ela e a
abraçou, fazendo com que esta derramasse mais e mais lágrimas.

    – Depois desse dia, olhei para Lily, como se ela fosse
de cristal. Minha nossa, eu tinha que tomar conta daquela ruiva. Nos mudamos da
mansão Potter no mesmo dia, para um local mais protegido. Infelizmente, logo
depois disso, meus pais foram atacados, por comensais que nos procuravam. Assim
como os pais da Lily. Tudo simultaneamente. Foi um dia de muitas alegrias e
muitas tristezas para nós dois. O funeral, foi reservado a família, pois agora
Voldemort estava atrás de Lily. Ele precisava dela. Lily foi posta sobre
segurança dos melhores aurores e só assim podíamos ir as mis´ões de captura de
comensais. Estava realmente difícil. Eu insistia para que ela parece de se
aventurar, pois estava grávida, mas ela se recusava. Dizia que era muito útil,
alguém com os poderes dela, entre os aurores, e ela não estava mentindo. Agora
que podia usar a água, fazia as coisas defensivas mais fortes existentes. Magia
fora do comum, essa a dos Elementais do Elixir.Gostaria de Saber se Harry vai
herdar isso. Ah... sim o nome do meu filho vai ser Harry, o nome do meu,
tatatatatatatataravô. O primeiro Potter que renegou a necessidade de se ter
sangue puro. Se casou com uma bruxa, mas tinha muito amigos de sangue trouxa.
Gosto muito de falar com o quadro dele. Vamos prosseguir com os acontecimentos.

Flash.



    Harry e Sara estavam a frente de uma lareira. Era uma
sala que aparentava ser quente e aconchegante.Lílian com seu barrigão, estava
sentada numa poltrona, com os pés apoiados na mesinha de centro.

    Sara olhou para Harry e este estava branco.

    – Você não vai desmaiar, vai? – perguntou preocupada. Harry
se sentou.

    – Não... – disse fraco. – Ainda não. Ele não pretende mostrar
o parto, pretende? – Sara arregalou os olhos. Imaginar-se nascendo era difícil,
ainda mais para ele.

    – Espero que não – disse ela se voltando para a mãe de Harry
que estava sentada.

   
Tiago veio da cozinha com duas xícaras de chocolate
quente. Sentou-se ao lado de Lílian e esta apanhou uma xícara.

   
– Tiago, Lily! – gritou uma voz vinda da lareira. Era
Lupin – acabou de acontecer. Mataram Susan –disse fraco –, e quase mataram
Agatha. Frank e Alice também sobreviveram, conseguiram escapar de Voldemort –
seus olhos estavam vermelhos e temerosos. – Minha nossa... Susan pulou na frente
de Agatha, eu não sei... Ah... Eu ia pedir ela em casamento!

    – Remo – disse Tiago de joelhos em frente a lareira. –
Acalme-se, estamos indo para ai.

    Ele balançou positivamente a cabeça e depois desapareceu da
lareira. Tiago e Lílian se entreolharam e os dois partiram, aparatando.

    O cenário se transformou numa casa em escombros e a marca
negra pairando sobre ela. A neve ao chão, era iluminada pela fosforescência da
marca negra. Tiago e Lílian saíram da única coisa que estava inteira da casa, a
lareira. Lupin e Rabicho conversavam a um canto até que este disse que tinha que
partir. Frank e Alice estavam agachados e abraçados. Lílian medicou todos os aurores que estavam passando mal, pelas diferentes maldições que receberam.
Tiago conversava com Lupin e este parecia abalado demais, segurando uma caixinha
de veludo bege. Sirius tentava animar Agatha que estava muito mal. Era uma cena
lastimável.

    – Vamos lá para casa – propôs Tiago –, vamos tomar chocolate
quente.

    Todos aparataram para lá, inclusive Dumbledore que aparecera,
para checar se estava tudo O.k. O cenário de montanhas da casa, estava
falsamente silencioso. Assim que apareceram em frente a
casa, jorros de fogo foram apontados para eles. Os reflexos rápidos de Tiago
desviaram a rota das chamas, mas foi Lílian quem realmente bloqueou. Toda a neve
que estava ao chão, agora levantou vôo e o frio aumentou. Com flocos de neve
dourada piravam por toda a atmosfera do gélido local, Tiago pode identificar quem os
atacara.

    Estavam invisíveis, todos eles. Mas com a neve de Lily
colando-se aos seus corpos, Tiago pode os identificar. De repente Voldemort e os
outros comensais se
tornaram visíveis e este se adiantou do o grupo. Dumbledore figurava entre eles, com
a varinha em punho.

    – Seus pupilos, Dumbledore? – perguntou Voldemort, com uma
voz mais fria do que o próprio local.

    – Meus melhores alunos, por assim dizer – respondeu
cortesmente Dumbledore.

    – Entregue-me a menina, que pouparei a vida dos restantes –
sibilou Voldemort.

    – Porque quer ela, Tom? – Voldemort o encarou com puro ódio.
– Ela
nunca servirá aos seus intuitos. Você não conhece, metade do que ela significa.

    – O que quer dizer com isso, Dumbledore? – perguntou ele
agressivo. – Ela é apenas uma Sangue-Ruim, que terá o feliz destino de poder
servir-me. O eterno e poderoso Lorde das Trevas.

    – Como sempre, superficial – retorqui Dumbledore. – O poder
dela, não foi concedido para lhe fornecer a eternidade, assim como você nunca a
entenderia – um rumorejo de asas e algumas chamas acima da cabeça de Dumbledore,
denunciaram a chegada de Fawkes.

    Dumbledore lhe deu instruções rápidas e logo depois Voldemort
começara o duelo. Alguns pinheiros que estavam a volta, logo estavam em chamas.
Precisavam de dois aurores para cada Elemental das Chamas, sendo que Lílian
duelava com vários.O cenário era montanhoso e os barulhos ameaçavam iniciar uma
avalanche no pico logo acima. O mesmo elemental com chamas desenhadas no rosto
se voltou para a montanha e fez tudo tremer. Ele controlava a terra.

    Quando a neve veio abaixo Voldemort deu uma risada e
aparatou, juntamente com os outros comensais. Dumbledore tentava desfazer o
forte feitiço de anti-aparatação que Voldemort laçara, logo após desaparecer,
prendendo-os a fúria da montanha. Lílian se adiantou para tentar
impedir a grande massa de neve que descia vorazmente a montanha, a menos de
quinhentos metros deles. Tiago não podia fazer muito mas se adiantou
assim como os outros. O chão tremia a neve que chegava.

    – Fujam! – ordenou Dumbledore.

    O céu que estava claro com ralas nuvens agora ficou negro
como o breu. Iluminado apenas por reluzentes raios azul escuro. De uma hora para outra,
vários raios desceram das nuvens atingindo o chão a frente de Lílian. Após o choque inicial, onde fazia muita neve voar,
dois
seres, com capuzes azul-escuro e brilhante, surgiam. Eles já estendiam as mãos para
a grande massa de gelo que estava muito próxima. Quando cerca de cinco seres com
as mesmas capas azuis escuro brilhantes aterrissaram, a grande massa de neve,
finalmente foi impedida, parando vagarosamente e se mantendo estável. Dumbledore
que finalmente desfizera o feitiço de Voldemort pareceu impressionando com a
presença dos novos bruxos.

    Logo depois que a avalanche parou, Voldemort retornou com seus
comensais, com uma cara de poucos amigos. Dumbledore olhou dos bruxos que
acabaram de aparecer em forma de relâmpagos para Voldemort.

    Tiago pode notar a existência de colares de prata, com
brasões e forma de raio pendurado nos pescoços dos seus salvadores. Eles fizeram
uma reverência a Lílian, revelando olhos de um brilho azul escuro, e retornaram
aos céus, novamente como relâmpagos.

    Voldemort encarou dumbledore e reiniciou o duelo. Logo depois
Fawkes apareceu, trazendo cerca de trinta aurores com ela. A batalha pendeu para
o lado de Dumbledore e quando Tiago fizera um pinheiro quase desabar sobre a
cabeça de Voldemort, esse ordenou a retirada. Flash.

    – Você viu o colar deles? – perguntou Sara. Ela notou que
Harry esfregava a cicatriz em sua testa.

    – Igual a minha cicatriz...


    – Essa foi a terceira vez que escapamos de Voldemort,
minha e da Lily e a de Frank e Alice. Foi ai que as coisas pioraram. Tivemos que
nos mudar novamente. Vendi a mansão dos Potter e consegui um bom dinheiro depois
disso. Lily teve que parar de se aventurar pelo seu estado de gravidez e
Dumbledore pareceu muito inquieto a presença daqueles bruxos que apareceram em
forma de raio. Os meses se passaram e Harry nasceu no dia 31 de Julho.
Acompanhem...



    Tiago andava de um lado para o outro num corredor,
enquanto Frank já estourava champanhes.

    – O meu nasceu! – comemorava Frank – Neville Longbotton! –
Sirius murmurou um parabéns por entre o charuto que fumava, o ganhara de Frank.

    – Mas o meu ainda não! – disse Tiago.

    Ele ia de um lado para o outro. Uma curandeira chegou com uma
poção calmante para ele.

    – Eu não quero me acalmar! – ralhou ele. – Você ta louca?
Quantas vezes mais vou ter essa sensação na minha vida? Não prefiro ficar
nervoso e aproveitar o momento – Sara riu e Harry estava branco.

    – Aposto cinco galeões, que ele desmaia – propôs Sirius a
Rabicho.

    – Fechado – disse Rabicho.

    Um grito de dor veio da porta em frente a eles. O coração de
Harry teve um aperto. Um grito de choro invadiu o corredor. Tiago desabou no
chão.

    – Ganhei cinco! – comemorou Sirius.

    – No mesmo dia! No mesmo dia! – comemorava Frank enquanto
levantava Tiago.

    Logo depois a curandeiro vinha com um bebe no colo e o
mostrou a Tiago. Este parecia maravilhado. Quando o bebe entreabriu os olhos,
fracamente, pode-se notar a intensa cor verde da íris.

    – Os olhos são da Lílian – disse Tiago maravilhado. – Não vai
ter um coração feminino que não se desmanche por essas criatura – disse
orgulhoso. Flash.

    – Um dia depois dessa espetacular felicidade, eu e a minha
Lily fomos convidados a uma reunião com Dumbledore, em Hogwarts. Quando chegamos
lá, Frank e Alice também estavam. Dumbledore queria falar algo sério para nós,
queria falar de uma profecia recém feita. Feita por Sibila Trelawney. Essa
profecia envolvia a nós e a nosso filhos. Dizia que Voldemort escolheria uma das
crianças e a marcaria. Essa então, seria a única pessoa capaz de expurgar o
planeta da indesejável presença dele. Puxa... As coisas mudaram desde então...
estamos fugindo a quase um ano daquele bruxo, parece que existe um traidor entre
nós, e agora vamos fazer um feitiço muito complexo, o Feitiço do Fidelius.
Escolhi Sirius para ser o fiel. Como disse vamos para o Godric's Hollow. A única
coisa que posso fazer é deixar algumas das melhores lembranças, desses últimos
anos...

    Harry e Sara viram o ultimo ano do casal. Viram Harry dar
alguns choramingos. Viram os dois o segurando no colo e viram Sirius brincando
com o garoto. Presenciaram os primeiros passos de Harry e as primeiras palavras.
Coisas do tipo "Sius" ou "Maaa" e também "miam miam".

    Sara olhou para Harry e este tinha os olhos completamente
marejados e lágrimas escorrendo pelo rosto. Quando as lembranças acabaram, Sara
se aproximou dele e pegou em sua mão, o levando de volta ao patamar de Hogwarts.





N/a: Voltando ao modo tradicional...



    Os dois aterrissaram na grama, ainda cobertos pela capa de
inviabilidade. Harry imediatamente se sentou e Sara fez o mesmo. Harry olhava
tristemente para o chão enquanto Sara o fitava.

    – Pensei que isso iria responder as perguntas, e não criar
mais – balbuciou ele.

    – Eu nem sei por onde começar – disse Sara abraçando Harry
debaixo da capa.

    Harry a olhou e isso pareceu o acalmar um pouco, tinha que
esquecer as coisas que vira na penseira, isso trazia lembranças tristes. Harry
se deitou e foi acompanhado por Sara que apoiou sua cabeça no peito de Harry,
ouvindo o coração do garoto. Este alisava os cabelos castanhos da garota
enquanto pensava.

    Quem eram aqueles Elementais da Tempestade, que apareceram
como raios, em meio a batalha contra Voldemort. E porque eles fizeram uma
reverência a Lílian? Eles teriam algo haver com o formato da cicatriz de Harry?
Harry passou muito tempo no mundo da magia, para saber que muitas coisas tinham
ligação.

    E seria por sua mãe ser uma Elemental do Elixir, que
conseguiu poupar sua vida, sacrificando a dela? E Sirius? Ele nunca falara que
havia amado alguém. Talvez Agatha não soubesse que ele fora realmente inocente e
o tivesse abandonado.

    – Quem é o pai de Susan? – perguntou Harry, num sussurro, a
Sara, que ainda mantinha a cabeça sobre seu peito.

    Ela não respondeu. Ela dormiu? pensou Harry feliz.
Logo depois um sono abateu Harry também. Ele deu um bocejo e acomodou suas mãos,
como um travesseiro. O calor de Sara era tão reconfortante que ele adormeceu,
assim como ela.



    Harry acordou com o brilho do sol em seu rosto. Olhou para
Sara e esta ainda dormia com ele. Eu dormi com Sara! Lentamente ela abriu
os olhos e procurou se localizar tanto temporariamente com geograficamente.
Então ela olhou para Harry e este já estava sentado a olhando com um sorriso
maroto.

    – Foi bom para você? – perguntou sacana.

    – Agente não dormiu junto, dormiu? – Harry confirmou com a
cabeça. – A não...

    – A sim – disse Harry. – Imagine o que a Grifinória inteira
vai pensar, quando perceber que nem eu nem você voltaram para o dormitório.
Imagine se a Parvati descobrir – disse Harry rindo.

    – Ah... não me fale horrores... – implorou Sara.

    – Mas não diga que não gostou – disse Harry. Sara se lembrou
do batimento cardíaco de Harry, em como estava acelerado ao começo e logo depois
se acalmou. Ela fez uma cara estranha que fez Harry sorrir abertamente,
retirando a capa de invisibilidade. – Eu preciso levar isso para Dumbledore –
disse apontando para o Baú. – Se tem alguém que pode tirar as nossas dúvidas é
ele.

    Sara pegou os livros um pouco corada e os dois subiram as
escadarias da escola, até chegarem ao escritório do velho.

    – Queremos falar com Dumbledore – pediu-lhe Harry.

    – Ele já vem – resmungou desapontado.

    – Porque tão cortes – perguntou Harry espantando.

    – Ordens do chefe – resmungou o velho gárgola.

    A passagem se abriu e Harry e Sara entraram. Harry trazendo o
baú e Sara os livros, Dumbledore os esperava com seus olhos azuis cintilantes.
As pontas dos dedos juntas analisando o baú que eles trouxeram.

    – Bom dia, Harry e Sara – cumprimentou Dumbledore.

    – Ah... Bom dia – balbuciou Harry. – Encontramos isso...
Ontem a noite – disse-lhe Harry hesitante. Ele pôs o baú em cima da escrivaninha
e o abriu. Dumbledore olhou para dento e viu a penseira. – É do meu pai.

    – Vocês poderiam deixar isso aqui? – perguntou o velho. –
Quero analisar...

    – Claro... só... Foi porque minha mãe era uma Elemental do
Elixir, que ela conseguiu me manter vivo?

    – Ah... – exclamou Dumbledore. – Você já sabe. Sim, Harry, O
feitiço que ela lhe lançou, apenas alguém com controle sobre o Elixir poderia
fazer. Ela transformou o sangue dela mesma, no Elixir que o salvou. Por ela ser
uma Elemental do Elixir, é que você e não Neville, foi escolhido por Voldemort.

    "Foi por ela ser um Elemental do Elixir, que Voldemort quis
evitar matá-la. Se ela o abandonasse, Harry, ela se provaria digna de servir
Voldemort. Ela teria o poder de conceder a vida eterna a ele. Mas ela não o
abandonou, ela se manteve firme e usou o próprio sangue para salvá-lo. A magia
que ela lhe lançou, tem sua força aumentada, quando se tem algum parente com o
mesmo sangue que ela, próximo. É o caso da sua Tia Petúnia.

    – Hum... – disse o garoto coçando o queixo. – Entendo. E...
Quem eram aqueles senhores que vieram do céu, com capuzes azul escuro na
terceira vez que meus pais enfrentaram Voldemort...

    – São os Senhores das Sete Tempestades, Harry. Você saberá
muito mais sobre eles, assim que entrar para a Ordem – ponderou severamente
Dumbledore. – Lhe asseguro que eles tem interesses grandes em você,
principalmente agora que despertou.

    – Quer dizer, que vou ter que ficar mais um bom tempo cheio
de dúvidas, até que alguém mais morra e o senhor resolva me contar...?

    – As suas dúvidas, Harry, não são diferentes das minhas. Não
posso falar muito sobre eles, até porque não sei muito sobre eles. Digo que
saberá quem são eles, assim que os conhecer melhor, o que será quando entrar
para a Ordem da Fênix. Eles são uma das sociedades mais secretas, no mundo
bruxo. Não sei porque salvaram sua mãe. São tão obscuros quanto a própria magia.
Temos outras preocupações, atualmente.

    – Eles estão na Ordem? – perguntou o garoto um pouco
agressivo.

    – Não sei como dizer isso, Harry, mas eles estão do lado que
você estiver – Harry ergueu as sobrancelhas.

    – Ótimo – disse Harry meio bravo. – Então pode ficar com essa
penseira. Eu não me importo – Harry tirou a chave do seu bolso e colocou com
força em cima da escrivaninha de Dumbledore.

    – Tudo ao seu tempo, Harry, tudo ao seu tempo – disse o velho
calmo. Harry respirou fundo e olhou para Sara que ouvira a conversa um pouco
assustada. – Voldemort está tentado reorganizar seus exércitos. Não vai demorar
muito e os ataques vão começar. Não se preocupe que estamos cuidando de tudo.
Agora aproveite este domingo de sol e vá fazer algo agradável – Harry se lembrou
da reunião da AD e sua feição se suavizou. – A sua hora vai chegar, Harry, não
precisa se apressar.

    – Tudo bem – disse ele saindo com Sara.

    – Continue treinando – pediu Dumbledore. – Quando eu tomar
minhas conclusões eu os chamarei.

    Harry e Sara foram para os seus dormitórios, onde foram
bombardeados de perguntas.


    – Aonde você estava? – perguntou Rony. Simas, Neville e
Dino já estavam em cima de Harry esperando os relatos da noitada com Sara
McLagan.

    – Ah... – Harry pensou numa boa desculpa. – é... Vocês sabem.
Não rolou nada, mas dormimos abraçadinhos – Sara vai me matar, pensou
Harry. – Rony, eu preciso falar com você – pediu Harry. Os amigos se
entreolharam sorridentes e permitiram que Harry falasse a sós com Rony.

    – Ah... Harry, queria te dizer ontem, mas não deu... Estou
namorando a Hermione.

    – Que bom, Rony! – disse o amigo dando um abraço no ruivo. –
Agora só falta eu...

    – Você não está namorando com a Sara? – perguntou ele
incrédulo.

    – Ela não me da chances... – disse Harry. – Mas é justamente
dela quem quero falar.

    – Não me diga que aconteceu algo mais do que dormirem
abraçados – perguntou Rony interessado.

    – Não – acalmou-o – Infelizmente foi só. O que quero dizer é
que... bom Sara é uma Elemental do Sol. Só para você saber. Dumbledore já sabe,
por isso ela dorme em outro quarto agora.

    – Ela também? – perguntou Rony em voz alta. Fazendo os outros
garotos ouvirem e rirem.

    – Sim, ela também – disse Harry. – Olha... encontramos uma
coisa ontem a noite. Está com Dumbledore, mas assim que ele liberar, eu mostro
para vocês dois. O.k.?

    – Mas Sara não é perigosa?

    – Não, Rony. Eu tenho um jeitinho com ela... – disse Harry
piscando o olho. Rony deu um meio sorriso e os dois desceram as escadas para o
Salão Comunal.

    Sara estava na base da escadaria para o dormitório feminino,
vermelha como um pimentão, enquanto Hermione tentava a acalmar. Harry se
aproximou de Sara, sem que ela percebesse, com sua aura azul a a esfriou.

    – Obrigado, senhor Potter, por não me acordar ontem a noite e
gerar perguntas tão embaraçosas... – disse Sara se acalmando. Harry pegou na sua
cintura dela e sorriu.

    – O que você falou? – perguntou Harry.

    – Humpft – bufou Sara se soltando de Harry e se jogando numa
poltrona. – "Onde você esteve a noite inteira, McLagan?  Passou ela com
Harry, não foi? Ele também sumiu..." – disse ela imitando Parvati.

    – Ela disse que não sabia do que ela estava falando – disse
Hermione. – Mas você estavam juntos, a noite inteira, não foi? – perguntou a
garota interessada.

    Ao mesmo tempo que Harry dizia "Sim", Sara dizia "NÃO!". Rony
e Hermione riram e Sara e Harry se entreolharam. Harry com uma feição marota e
Sara com uma de desgosto.

    – Preciso aprontar a aula de Hoje – disse Harry.

    – É, se prepare – disse Rony. – Acho que teremos mais adeptos
este ano.

    – Quê? – perguntou Harry. – Não seriam os mesmos do
ano passado?

    – Bom... – começou Hermione hesitante. – Agora todos sabem da
verdade e todos querem ter uma aulinha com você.

    – Todos? De quantos estamos falando?

    – Hum... de uns... Duzentos... talvez trezentos...

    – O quê?

    – Bom... – disse Rony. – Tem até alguns da Sonserina que
queriam entrar...

    – Mas... – Harry estava desesperado e Sara ria de sua cara. –
Trezentos? Meu Merlin... aonde... como? Ah...

    – Você vai se dar bem, Harry... – disse Hermione sumindo com
Sara. Rony estava rindo da cara desesperada de Harry.

 






Puxa puxa... esse cap foi complicado... sae aquele treco de senhores da tempestade... o harry só vai saber mesmo quando ele entrar para a ordem (17 anos)... ok?

Umm.... valeuwwwsss pelos coments... e... um... se ficou ruim é só reclamar. até...

comecei meu estágio e parece que agora vai demorar um pouquinho mais cada capitulo... mas quando eu tiver tempo eu juro que escrevo!!! tantas idéias... da até pra uma segunda parte e um fim glorioso!!! xD acho que até sabado eu posto... vou tentar antes...

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