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10. Um duelo


Fic: De Olhos Bem Fechados


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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style='font-size:9.0pt;font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:Arial'>Capítulo
10 – Um duelo







Ela fechara os olhos, não queria ver nada, apenas sentir. Viver aquele momento
até o último segundo que pudesse, porque se parasse, nada mais sentiria.



Mas não podia continuar assim, aquilo teria que terminar.



Seus lábios devagar se afastaram dos dele.



Ela o abraçou. Era um adeus e os dois sabiam.



Hermione abriu os olhos, havia lágrimas neles prontas para cair. Ao fazer isso,
no entanto, ela acabou vendo Harry Potter, estático logo atrás dela e de Rony.



Seus olhos estavam abertos e mostravam choque.



A única reação que ela teve foi largar Rony, quase o empurrando e gritar,
correndo em sua direção.



- Harry!



Mas era tarde demais ,ele tinha sumido ,virando a esquina do corredor.



- Hermione? O que...? – o ruivo a seguindo depressa.



- Rony! Harry...Harry...Ele..viu tudo! – soluçou Hermione, completamente
perdida.



Harry tinha visto tudo! Ele sabia agora...O que faria? Só de imaginar o que ele
estava passando, Hermione sentiu um aperto no coração.



Sem olhar para trás, Hermione correu atrás dele, deixando Rony para trás com
uma expressão confusa.



Talvez se ela o encontrasse poderia explicar...



Explicar o que, exatamente? Que ela estava apaixonada por Rony? Que aquele
beijo tinha sido o último deles?



Milhares de diferentes explicações passaram pela mente dela enquanto corria
pelos corredores silenciosos e vazios de St.Mungos.



Não havia sinal dele.



style='font-size:9.0pt;font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:Arial'>****







Rony observou de longe, ainda confuso, Hermione sair de sua vista.

Ele ouvira certo?



Harry tinha realmente visto os dois se beijando?



"Que maravilha."



Surpreendentemente ,Rony estava entre estar contente com isso ou então muito
infeliz. Dependeria de Hermione, então. Ela seria quem determinaria o que ele
sentia.



Ele poderia seguir ela, mas para que, exatamente? Se ela encontrasse Harry, era
talvez melhor que conversasse a sós com ele.



Rony gostaria de imaginar a reação do amigo (mais provavelmente ex-amigo), não
para rir e sim porque não tinha idéia de como Harry iria reagir.



O Harry do passado com certeza estava em algum lugar segurando sua raiva e
assim que visse ou Rony ou Hermione explodiria neles.



Quanto ao Harry de hoje, Rony não tinha certeza. Não conhecia mais ele.



"Talvez chame o Percy para cuidar de tudo" pensou, amargo ,Rony.



Ele fitou o corredor por onde Hermione havia corrido. Talvez fosse melhor ele
ir embora. Não havia mais razão para ficar ali.



Tinha tentado lutar, mas perdera. Hermione escolheu Harry.



Rony pegou um papel do bolso. Antes de vir até a festa comprara uma passagem
para os Estados Unidos via porta-chave.



Na verdade, tinha comprado duas passagens, na ingênua esperança que Hermione
fosse embora com ele.



Ele olhou mais uma vez para o corredor antes de se virar em direção oposta para
encontrar a saída.



No final, tudo estava como sempre esteve.



Inútil era a palavra para descrever como se sentia. Frustrado era outra. E com
raiva, por que não?



Harry tinha conseguido mais uma vez levar Hermione.



Novamente sentiu raiva dele, mais uma vez deixou-se tomar pela amargura. Mas de
que adiantava? Nada ia mudar.



Rony deixou um longo suspirou escapar quando sentiu algo tocando o seu pescoço.



- Vira. – uma voz rouca vinda de trás dele rosnou.



Rony já sabia quem estava lá, já sabia quem apontava uma varinha para ele. "Pelo
menos ele não chamou o Percy para fazer o trabalho sujo."



Rony se virou, com um meio-sorriso estampado no rosto. Também colocou a mão no
bolso devolvendo a passagem e segurando com firmeza a sua varinha.



- O que você vai fazer, Harry? – o ruivo desafiou. – Fazer um longo e chato
discurso sobre o par de chifres que ganhou?



Harry não respondeu, o encarou sério. E Rony segurou com mais força sua
varinha, pronto para retirá-la do bolso.



Por alguns momentos os dois permaneceram assim. Parados, um encarando o outro.



Harry parecia pronto para jogar Rony contra a parede com um feitiço.



E Rony não podia realmente culpá-lo por isso, ele mesmo queria dar um belo soco
na cara de Harry.



- Por que? – finalmente a voz de Harry soou.



- Por que não? – riu Rony amargamente, sedento para magoar Harry.



Os dois ouviram o som de passos próximos.



- Eu não sei o que há com você, Rony.



- Você nunca sabe de nada, Harry.



- É por causa da Lilá? É por isso? Ficou carente, Hermione foi te consolar e
você se aproveitou disso?!



Rony riu alto. Harry realmente acreditava que o beijo tinha sido forçado, que
Hermione não queria beijá-lo.



- Ou será que é inveja de novo? Não agüentou ver ela e eu felizes, enquanto a
sua vida é uma droga? Todos sempre falaram para mim isso. Todos. E eu, idiota,
não ouvia. É claro que você não passa de invejoso.



Rony não respondeu, preferiu esperar por mais teorias. Tinha um meio sorriso no
rosto, mas estava longe de ignorar a varinha apontada a centímetros de seu
nariz.



- Você lembra da conversa que tivemos antes do casamento, não lembra?



- Como poderia me esquecer? Foi o momento mais enriquecedor da minha vida! –
riu novamente Rony, com sarcasmo – Como foi mesmo? Ah sim! Você disse:
"Ela me escolheu, aceite isso. Espero que você não seja um problema entre
nós...Não gostaria que nossa amizade acabasse."



- E ainda não quero. Mas você não me deu escolha.



- Noticia urgente, colega: nossa amizade já acabou faz tempo.



Harry olhou para Rony, com desgosto.



- Que bom que você concorda, então. Posso acabar com a sua raça agora. Você
nunca mais vai chegar perto da minha esposa, compreendeu? – Harry ameaçou
colocando a varinha bem no meio dos olhos de Rony.



Rony abriu mais seu sorriso. E em um piscar de olhos tirou sua varinha do bolso
e apontou para o rosto de Harry.



- Quero ver você tentar me impedir, ministro.



Mais uma vez ficaram parados, nenhum dos dois mostrando sinais de nervosismo. E
outra vez ouviram passos, desta vez mais próximos.



De repente ,cada um se moveu para lados opostos, ainda cara a cara. Começaram
se rodear, como se estivessem usando espadas e não varinhas.



- Me diz, o que você está mais preocupado? Com a sua reputação? Honra? Com o
que O Profeta vai dizer?



Harry permaneceu em silêncio.



- Eu já até vejo: "Triângulo escandaloso! Melhor amigo e esposa do
ministro transam em cima de sua mesa enquanto ele toma cafezinho!"



Rony conseguiu ferir Harry. Seu rosto contorceu-se de raiva.



- Espera! Tem mais! Quer saber o mais divertido?



Ele ia contar, ele ia falar que Hermione tinha dito que amava ele. Que ela
falara o quanto se sentia sozinha com Harry. Ia abrir os olhos do idiota.



Mas algo o fez parar.



"Você acha que poderia simplesmente ficar com você e feliz, sabendo o
quanto feri Harry? Como poderia acordar todo dia e não sentir culpa?"




Era a escolha de Hermione. Se ele falasse...Qualquer chance de Harry e ela
ficarem juntos acabaria. Era melhor Rony ficar com toda a culpa.



Mas se ele falasse...Então o casamento deles acabaria e quem sabe...quem sabe
Hermione e Rony poderiam...



Não. Não ia falar.



É claro que isso não significava que não ia acabar com Harry. Ele já ia ser
considerado o culpado de tudo aquilo, então pelo menos devia aproveitar o
máximo e descontar toda sua frustração em Harry.



- Expeliarmus!



Rony olhou para Harry, mas não tinha sido ele que lançara o feitiço. Na verdade
a varinha de Harry tinha acabado de voar para longe.



- Expeliarmus! – dessa vez foi a de Rony.



Ele se virou e encontrou Hermione, sem fôlego. Nenhum dos três falou nada,
Harry a olhava surpreso, Rony irritado e ela evitava o olhar dos dois.



- Hermione...Por que...Ele merece...Ele vai pagar por te beijar...O que
aconteceu? – finalmente Harry perguntou, em um tom suplicante.



- Aconteceu algo que você não faz com ela há muito tempo, oras. Afinal, quanto
tempo mesmo que vocês não dormem juntos? Puxa, Harry...Sabe, tem umas poções
que podem ajudar...a levantar as coisas... - interrompeu Rony, antes que
Hermione falasse qualquer coisa.



A resposta veio em forma de um soco, um soco bem em seu queixo. E outro no seu
olho direito.



Mas Rony não ia se abalar tão facilmente, respondeu com um gancho de direita e
depois empurrou Harry contra a parede com toda a força que conseguiu.



O que se seguiu foi uma série de socos, chutes e empurrões. Nem os gritos de Hermione
os fizeram parar, na verdade, apenas aumentaram o ódio que os dois sentiam.



Amizade? Que amizade? Rony só queria estourar os miolos de Harry Potter por
todo aquele corredor.



Sentiu um chute em seu estomago. A dor foi forte e ele parou, colocando a mão
onde doía mais.



Harry também parara. Tinha a mão no rosto que sangrava rapidamente. Parecia
buscar fôlego...



Mas Rony não ia deixar. Ainda com uma das mãos na barriga ele avançou em
direção de Harry, como um balaço em direção de um jogador.



O choque de corpos fez com que Harry perdesse o equilíbrio e caísse a apenas
alguns centímetros de sua varinha. Ele estendeu o braço, a pegando.



Levantou-se rapidamente e estava prestes a apontá-la para Rony, quando esse lhe
deu um soco forte no nariz. E depois outro na mandíbula.



No fim Harry caiu, inconsciente.



Era claro quem tinha vencido. Rony não tinha nada a não ser uma dor em seu
estomago e um lábio cortado...Já Harry ganhara um belo olho inchado, um nariz
quebrado e costas doidas. Seu rosto chegava perto a de um dos adversários de
Duda quando ele era um boxeador.



Rony passou a mão no lábio, limpando um pouco de sangue. Respirou fundo,
procurando recuperar forças.



Hermione, que tinha estado freneticamente tentando os parar, estava agora com a
mão na boca, chocada.



Ela virou o rosto para ele, em uma mistura de choque e indignação. Rapidamente
se abaixou perto de Harry e olhou seus ferimentos antes de se virar mais uma
vez para Rony.



- Qual o seu problema?!



- Qual o meu problema?!



- Como você faz uma coisa dessas! Onde está a sua cabeça? Em pleno St.Mungos!
Um duelo trouxa! E olhe isso! Ele está inconsciente! Olha o rosto dele! Você se
parece com um troll sem noção, Ronald Weasley! Batendo nele como se...



- Você fala como se fosse minha culpa!



- Vai me dizer que não foi você que acabou de bater nele bem na minha frente!



- Ele começou!



- Ah, quanta maturidade! E não foi ele! Você que fez aqueles comentários
horríveis... – ela fez uma pausa, com uma expressão de tristeza – Por que fez
isso? Você só piorou tudo!



- Ele mereceu.



Hermione lhe deu um olhar fulminante antes de pegar sua própria varinha e
começar a curar Harry. Foi nesse momento que Rony percebeu que ela tinha
chorado. Ele suspirou, cansado.



- Não se preocupe.



- Ah, claro, não há nada para se preocupar...Honestamente, você tem alguma
coisa nessa cabeça vazia?



- Ele acha que forcei você a me beijar. Para o idiota, a culpa é toda minha,
você é totalmente inocente e continua sendo a miss perfeita. Então ,não se
preocupe.



Ela não falou nada, mas ele podia jurar quer viu alivio em seu rosto.



- E tem mais: – ele voltou a dar o pequeno sorriso – Eu não vou mais ser um
problema para você. Estou indo embora, permanentemente. Não tem mais nada para
mim aqui.



Rony se virou para ir embora, mas antes disse:



- Fala para a Gina que ela estava errada.

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