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3. Um show de magia!


Fic: Um Show de Vizinha STAND BY


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Acordei com a irritante voz da Senhora Figg. Era como se ela estivesse dentro da minha cabeça, como se... a própria Senhora Figg estivesse na minha casa, digo, no meu quarto...

- Senhora Figg! – falei quando me deparei com a figura da velha em pé na minha frente. - O que você está fazendo aqui?

-Lily me disse que você se ofereceu para limpar o jardim pela manhã. Seus pais ficariam orgulhosos, digo por se oferecer e boa vontade... Ainda mais às cinco da manhã.

Eu sempre brinquei, e quase nunca levo algo a sério, mas Lily Evans estava extrapolando os limites.

-Eu... me ofereci? – perguntei descrente e me levantei sem rodeios. Por sorte, desde o infeliz incidente em que a senhora Figg havia me pegado em maus lençóis, eu estava sendo precavido quanto aos meus pijamas...

-Não se ofereceu? – ela perguntou erguendo as sobrancelhas assustadoramente. Seus olhos violetas e seus cabelos de palha estavam particularmente assustadores naquela manhã.

-Eu... me ofereci... – aquela, por mais inconveniente que fosse, seria uma ótima chance de me vingar dela, da Lily, e esse pensamente fez um sorriso brotar no meu rosto cansado.

-Vejo que tem disposição garoto! Eu quando tinha a sua idade... – ela começou a dizer o quanto foi difícil à vida sem magia, e blá, blá, blá... Mas quem liga? Por Deus! Milhares de muggles sobrevivem todos os dias sem uma gota de magia... Isso não deve ser tão difícil, eu estou sobrevivendo sem magia! Eu, James Potter, sem magia por um mês inteiro! – James? – ela indagou me olhando curiosa, aparentemente havia acabado o discurso.

-Ah, claro, muito difícil.

-Claro. – ela sorriu.

-Bem, acho que vou trocar de roupa, - eu a esperei sair do quarto, mas ela aparentemente não ligou. – Acho que vou trocar de roupa! – frizei de modo que ela deu um sorrisinho antes de se levantar.

-Eu não havia ouvido. – Não tinha ouvido... Ah tá...

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A casa da Lily era muito legal, não do tipo super grande ou super nada, mas era tão... Muggle, mais do que a da senhora Figg. Na casa da Lily não havia nenhuma planta que pudesse me morder, nem nenhuma praga irritante como os gnomos de jardim. Na casa da Lily só havia três espécies de flores, lírios, petúnias e violetas; de todas as cores e tamanhos, ainda assim, simples e... como eu posso dizer? Gratificantes?

Sim, isso era assombroso, eu estava satisfeito por ter cuidado de um jardim por quatro horas ininterruptas. Eu estava satisfeito após um árduo trabalho... E satisfeito com seus resultados.

-Eu preciso do Sirius. – pensei alto.

-Eu não sabia que você vestia essa camisa Potter. – eu olhei para cima e me deparei com Lily Evans sentada no galho mais baixo e uma grande árvore perto da janela.

Ela estava muito bem. Calça jeans, chinelo, camisa amarela e estampada. Os longos cachos ruivos soltos por baixo de um chapéu semelhante ao que meu pai usava para pescar.

-Sabe Evans, eu não esperava isso de você. – disse me sentando em baixo da árvore e bebendo um pouco do suco que a senhora Evans (Violet Evans) havia deixado pela manhã.

-Isso o que?

-Você sabe, essas roupas, toda essa coisa que você fez comigo. – falei mostrando o meu estado deplorável: Coberto de terra, folhas e estrume... de novo.

-Você realmente não esperava que eu vestisse o uniforme da escola e estudasse durante as férias... – Lily sorriu e pulou da árvore,

-Bem, mas... Isso é muito... Maroto para você! – sorri deitando no chão.

-Que seja... – Lily saiu cantarolando algo e uma banda muggle, Yersterday... ou algo assim...

Eu fiquei observando-a até que seu perfume se extinguiu do ar através de uma brisa refrescante. E então, um estalo.

Flop.

Um pequeno redemoinho pousou no meio das folhas secas que eu havia juntado, sem magia, diga-se de passagem. Primeiro uma mancha verde, e só então percebi, era uma garota.

Ela tinha cabelos verdes com alguns (poucos) fios loiros, os olhos, em um verde musgo além de levemente puxados. Ela possuía uma beleza exótica única, que era acentuada por uma roupa diferente de todas as que eu já havia visto, de seda fina, branca, e uma faixa vermelha na cintura.

-Você... – eu comecei a falar, aparentemente ela não havia notado minha presença antes.

-Dios mio! – ela me olhou assustada, e então, como se um plano diabólico houvesse lhe ocorrido, sorriu e apontou os dedos para mim. – Tempus domínium!

E um monte de água caiu sobre mim... de novo.

-Mas que droga é essa! – gritei olhando para lama que descia pelas minhas pernas.

-Tempus.... – eu olhei aterrorizado (era verão, mas ainda não passavam das dez, e eu também sinto frio) e então pulei em cima dela. Pulei como se minha vida dependesse disso.

Nós caímos, eu, a garota, e toda a lama no raio de cinco metros. A roupa dela, já não era mais tão branca assim.

-Eu pensei ter... – Lily apareceu na porta dos fundos por onde tinha entrado, ela pareceu momentaneamente assustada, e então começou a rir. Eu nunca havia visto Lily Evans rir tanto na minha vida. Era uma sensação especial, mais ou menos como comer sapos de chocolate, jogar Quadribol e pregar uma peça no Ranhozo, tudo ao mesmo tempo...

-Lily!? – a garota disse assustada e então me empurrou (sendo que eu me encontrava em cima dela de maneira bastante constrangedora). E rolamos mais, até que cada um parou ao de deparar com um lado da cerca de madeira branca.

-Não se preocupe, o Potter é da minha escola. – Lily disse apontando para mim, deitado, aparentemente sem ar, e depois se virou para a garota, do lado oposto do quintal. - Feitiço de reversão do tempo? De novo! – a garota afirmou com a cabeça enquanto tentava se levantar.

-Um aluno de... você sabe onde? – ela perguntou de forma inocente.

-Não, um unicórnio. – Lily falou em escárnio, mas a garota não pareceu notar.

-Oh... Isso é tão legal Lily, um unicórnio! Eu nunca... – Lily sorriu; não chateada ou irônica, ela simplesmente sorriu meigamente.

-Ele é um aluno, não se lembra do Potter, já devo tê-lo mencionado antes...

Ah... Aquele Potter? – a garota falou como se soubesse um grande segredo, então estalou os dedos e em um passe de mágica toda a sua roupa estava limpa.

-Esse é o James Potter... – Lily falou apontando para mim, como quando se aponta para a fruta estragada que não se deve comprar.

-O... Tal – ela começou.

-É... É... - ela disse indiferente. -Potter essa é a Nell.

A garota, Nell, não pareceu achar-me “grande coisa”, então se restringiu a balançar a cabeça, e depois olhou para mim. Sentado no chão, molhado, sujo e faminto... Eu não estava exatamente apresentável.

-Nell? Nell de...?

-Nell de Nell é ponto final. Nell Daemon ao seu dispor. – ela falou sentando-se na grama. Aquela garota... me passava uma incrível sensação de inocência.

-Sem querer ser intrometido, mas...

-Você sempre é Potter. – Lily interrompeu-me

-Como eu ia dizendo, sem querer ser intrometido, mas o que você falou ainda há pouco?

-Qual o problema? – ela falou de maneira birrenta.

-Nenhum eu só... – disse me levantando.

-Você tem algum preconceito com espanhóis? Latinos? Japoneses? Americanos?

Eu olhei assustado. Aquela garota era completamente neurótica...

-Eu não...

-Eu tenho certeza que o Potter não quis dizer isso Nell, como eu já tinha dito, ele é tão sensível quanto uma caixa de sapato... – Lily olhou cortante para mim, então ela fala sobre mim á amigas eh? Bom saber...

-Ok, será que você pode... Sabe, me dar uma ajuda?

-Você não tem varinha Potter? – Lily falou sugestivamente e eu me arrependi por ter exposto a ela esse meu ponto fraco.

-Confiscada.

E ela riu.

-Uh... Não se preocupe... De qualquer jeito, não se usa muita mágica por aqui...

Por falar em magia, algo me intrigava, eu não vi nenhuma vez se quer a garota, Nell, manusear uma varinha. E para falar a verdade eu nunca havia se quer ouvido falar sobre tal magia... Sem varinha.

-Ei, garoto! – a menina Daemon sussurrou cutucando ao meu ombro; e então eu notei, ela deveria ter mais ou menos a minha idade. Ela estalou os dedos e eu apareci limpo, mais do que antes dela ter me molhado. Magia era realmente muito bom.

-Ah... sim... Claro... – falei incoerentemente. – O que você disse?

-Certo, eu quero pedir desculpa... eu realmente não fiz aquilo por querer...

-Aquilo?

-Sim, você sabe... Aparatar em cima de você e... Toda aquela água... Eu não sou do tipo muito boa em magia...

-Não se desculpe Nell, ele é o Potter... -Lily falou puxando-a para a porta dos fundos. – O que você está esperando? Um convite formal?

Ok, ok. Respiração. Lily Evans estava me convidando para entrar na sua casa... Isso ia além das minhas expectativas, quem sabe eu poderia até ver uma foto embaraçosa em que Lily apareça aos dois anos, peladinha, e com as bochechas sujas de sopa...

-Potter! – ela me chamou mais uma vez... E certamente não chamaria outra.

Eu vi a cozinha e todas aquelas bugigangas muggles, tinha até um... Como era mesmo o nome? Ah, sim. Microondas! O que era absolutamente fascinante. Eu, inclusive, sabia mexer em um; porque certa vez fomos nós, os marotos, até a casa da prima do Sirius, que tem uma amiga, que tem um namorado que é muggle, e ela disse que viu um de perto e é a coisa mais mágica que ela já viu.

-Hei... Você está bem? – Lily me perguntou, porque eu estava apreensivo em tocar no Microondas.

-Isso é um... Microondas? – perguntei para confirmar. E ela sorriu.

-Você nunca... Você nunca viu um Microondas?

-É claro que já... Quer dizer não de perto... Mas Andy, a prima do Sirius que tem uma amiga, que tem um namorado que é muggle, me disse como era um, então eu imaginei.

Lily olhou para a amiga e sorriu, e a garota de cabelos verdes sentou-se no chão e se pôs a rir.

-Ok... Eu nunca vim a uma casa muggle. – falei aborrecido, e tanto ela quanto a garota pareceram se compadecer por mim.

-Bem, pipoca você já comeu...?

-Claro, eu sou o melhor comedor de pipocas de...

-Nunca né?

-Nunca.

Lily sorriu (o que, para meu espanto, era quase um hábito, coisa não muito comum para a Lily que eu conhecia em Hogwarts.). Ela retirou um pacotinho de dentro do armário e parou antes de colocá-lo no Microondas.

-Você... Gostaria? – ela disse mostrando o saquinho.

-Seria uma honra... – sorri abobado.

Sirius iria ficar impressionado assim que eu lhe contasse todas as minhas aventuras ao lado dela, Lily Evans.

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Os muggles eram os seres mais fascinantes que eu já havia alguma vez conhecido. Era tudo tão pratico e rápido.

-Abra essa portinha. – ela disse apontando para uma espécie de botão grande e quadrado. – Agora coloque o saquinho – eu vi a luz dentro do microondas se acender assim que eu o abri, e senti toda a adrenalina e expectativa perante essa mágica muggle.- Certo, agora ajuste o Time. – isso sim, seria difícil.

-Eu não... – e foi ai que tudo aconteceu.

Lily sorriu para mim, como uma professora sorri ao seu pupilo do primário, e então segurou a minha mão. (Uma sensação deliciosa, diga-se de passagem.) E juntos, nós apertamos os botões de modo que eu não pude ouvir nada além dos clicks elétricos do Microondas.

Click.

Click.

Click.

Eu vi o numero três piscar, e o saquinho rodar dentro do que me pareceu uma foto em movimento. Ele rodou, rodou e rodou, e por três minutos eu (ainda segurando nas mãos dela) vi uma das coisas mais impressionante da minha vida, a mágica de quem não pode fazer mágica, a pura magia da inteligência muggle... E eu fiquei muito feliz em descobrir que Lily fazia um pouco parte desse mundo, e um pouco do meu.

Lily era a mistura perfeita, magia, magia e... Algo mais.


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Eu nunca pensei que algum dia fosse me divertir com duas garotas como amigas. Para falar a verdade, eu sempre achei que amigo de menina era... vocês sabem, não muito homem. Mas ali, sentado entre Lily Evans e Nell Daemon, comendo pipoca de microondas e assistindo O Poderoso Chefão era a coisa mais deliciosa que eu poderia fazer durante as férias.

-Veja. – Lily falou alegre. – Agora ele vai dizer: Adeus Baby... Pararararam. – ela completou imitando o movimento da arma muggle que atingia os dois homens do filme. – Sua divida está paga.

-Oh Lily, eu não suporto mais assistir O Poderoso Chefão! – Nell falou levantando-se do sofá. – Todo esse Pararararam, depois de sete vezes perde a graça.

-Mas era inédito... – Nell a olhou incrédula. – Para o Potter. Você gostou, não gostou?

-Foi uma das melhores experiências da minha vida. – disse sorridente.

-Um dia, pequeno gafanhoto, você será um verdadeiro lutador... – eu olhei para a menina Daemon, ela era esquisita.

-O... o quê?

-Ele nunca assistiu Karatê Kid. – Lily concluiu como ser isso fosse realmente um pecado. – Pobre James, tão velho, tão desacreditado. – ela colocou as mãos nos meus ombros.

Em um só dia eu havia utilizado um microondas, pegado na mão de Lily Evans, assistido O Poderoso Chefão e agora ela estava me chamando de James...

Definitivamente estava progredido...

Eu não sabia o que estava acontecendo, Lily sempre foi uma garota normal para mim; quando eu e os marotos éramos mais jovens, nós e Lily chegamos a ser grandes adversários. Ela sempre me perseguia com uma detenção.

E então, sem nem mesmo que eu ou qualquer um dos marotos pudéssemos perceber, não mais pregávamos peças em ninguém, já não era mais tão divertido, exceto em casos especiais, como no Ranhoso (ele era sempre um caso especial).

Garotas chegaram ao ápice da lista junto ao Quadribol e eu me esqueci completamente da ruivinha divertida que me perseguia pelo corredor com um bloco de anotações a mão; eu me esqueci do quanto era divertido às vezes em que eu e Lily ficávamos conversando (sempre que ela se esquecia que era proibido conversar com o aluno infrator enquanto aplicava o castigo).

E agora eu havia me lembrado...

-James? – Nell me chamou, ela também estava me chamando pelo primeiro nome, não chegava perto da sensação de ouvi-lo da boca de Lily, mas a Nell era uma garota legal.

-Onde está... A Lily? – falei ao notar que estávamos sozinhos na sala.

-Ora, ela foi atender a porta... Você que ficou parado, sorrindo e olhando para o nada... Vamos... – ela puxou minha mão pela casa (a fantástica casa de Lily) até que chegamos à extremidade, o que eu imagino ser a porta de frente. Lily estava falando com um garoto... E então, meu mundinho desmoronou.


Lily estava beijando um garoto. E ela não estava sendo forçada....


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Nota: Muito obrigada pelos comentarios, eu os leio, e concertaza adoro cada um, então se vocês tiverem alguma duvida eu vou responder, se não vou ssó deixar meu agradecimento ok? Mas não deixem de comentar.. conto com vocês!

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SE HOUVER PROXIMO....

Capitulo 03 – Um show de... namorado

"-Não, ela é muito bonita, mas é estranha.

-Oh, eu não tenho preconceito mesmo..."


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