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12. Primeiros passos


Fic: Sitra Achra


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A terça correra tranquilamente, apesar da ansiedade dos alunos pela primeira reunião do clube de esgrima, todos queriam saber do campeonato, então à noite, depois do jantar, o salão principal foi preparado para a primeira reunião do clube de esgrima e todos os alunos, inclusive os do primeiro ano, estavam aguardando a aula começar. Harry e Hermione esperaram a sinalização positiva de Amon e subiram no tablado principal, o que imediatamente fez todos se calarem.

-Bem vindos ao Clube de Esgrima! Para os novatos, Hermione e eu somos os mestres de esgrima e também os responsáveis pelo Clube de Duelos, tudo sob a supervisão do professor Amon-há. –Amon acenou brevemente e todos olharam curiosos, alguns ainda não haviam tido aula com ele, apesar dos que já tiveram terem o elogiado muito. –Durante as aulas todos devem se dirigir a nós como mestre e mestra, mas apenas durante as reuniões do clube.

-Quanto ao campeonato que ocorrerá em Dezembro, as regras e prêmios
ainda não estão totalmente definidos, mas passarei o formato que deverá ter e uma noção dos prêmios. –Hermione toma a palavra depois que Harry encerra, e todos se voltam mais atentos. –Primeiramente haverá um campeonato masculino e outro feminino e para cada ano será feita uma categoria, ou seja, na categoria 1, os meninos do primeiro ano duelarão entre si e o mesmo para as meninas. Por enquanto não haverá separação por casas, Harry e eu gostamos da idéia de ter todos participando e não só um por casa, no entanto uma das premiações será dez pontos para a casa do vencedor de cada combate, além de cinqüenta pontos para os campeões de suas categorias. Haverá também uma premiação em dinheiro, mas as quantias ainda não estão definidas. –Essa afirmação provocou um burburinho que Harry silenciou rapidamente. –Também estamos tentando aprovar junto à direção um segundo campeonato, seria como um desafio entre os campeões, permitindo assim a luta entre alunos de diferentes anos e sem separação por sexo. O campeão ou campeão ganharia algo muito especial, mas que só será divulgado no dia. –Hermione termina de falar e troca um sorriso cúmplice com Harry.

-Quem tiver perguntas, levante a mão. –Harry pede e vários levantam, principalmente do lado feminino. Harry aponta para uma do primeiro ano da Corvinal.

-As garotas terão algum tipo de vantagem no duelo contra os garotos? Por que senão ficaria muito fácil para eles que são mais fortes. –fala levemente indignada com a falta de igualdade no segundo campeonato.

-Nenhum duelista terá algum tipo de favorecimento ou beneficio, até porque o objetivo é premiar o melhor de todo o castelo. –resmungos do lado feminino o interrompem, mas Harry continua em um tom um pouco mais alto. –Sei que parece injusto, mas vejam o meu caso: Eu sou mais alto e tenho mais força física que Hermione, no entanto, eu sempre perco para ela em um duelo de esgrima. –Harry fala com a maior naturalidade, o que faz todos se calarem e Hermione o observar surpresa. Os garotos o olhavam como se ele houvesse cometido um crime grave e as garotas olhavam Hermione com admiração.

-Mais alguma pergunta? –Hermione dá continuidade, antes que os comentários surgissem e desviassem o foco. Ela aponta para um garoto do segundo ano da Sonserina.

-Todos os alunos poderão participar? –pergunta ciente de que vários, assim como ele tinham maior experiência que outros.

-Sim, exceto Hermione e eu, todos os alunos devem participar, nem que seja apenas para competir, afinal, perder não é vergonha para ninguém quando o duelo é justo e o melhor vence. –Harry fala em um tom que lembrou muito o qual Dumbledore usava. Após uma pausa, um aluno da Grifinória do quinto ano foi selecionado.

-Poderemos usar magia também? –a pergunta se mostrou ser a dúvida de muitos.

-Nós e a direção achamos melhor que não, afinal o campeonato é de esgrima e não de duelo, por isso preferimos optar por privilegiar a técnica e não o “poder”. –Hermione responde e depois observa que ninguém mais levanta a mão.

-Então as meninas para a esquerda e os meninos para a direita, vamos começar a treinar duro para o campeonato. –Harry fala animado e logo todos começam a se movimentar, não se esquecendo de pegar as proteções para o rosto e as espadas.

-Para onde vai Draco? –Hermione pergunta ao ver o sonserino ir para a direita.

-Vou para junto dos meus ou está insinuando que eu deveria ficar na esquerda? –Draco responde com a gentileza de sempre, mas Hermione apenas revira os olhos e ignora.

-Você vai treinar com Gina, no tablado. –Hermione responde e Gina, que estava por perto, pára e sorri animada.

-Nem pensar, Gina está grávida, não pode duelar a sério. Melhor seria que ela ficasse a instruir os menores. –Draco fala de modo prudente. Gina já estava cansada do jeito super-protetor dele.

-Não se preocupe Malfoy, Gina pode te vencer sem suar. –Harry fala com um sorriso que guardava apenas para irritar Draco, o que faz Gina ter que suprimir o riso.

-Escute bem Potter, você pode apanhar da sua mulher, mas Draco Malfoy, não! Na minha casa, eu uso as calças. –fala de modo definitivo, o que faz Hermione murmurar algo como século XVIII e Gina concordar, para desagrado de Draco.

-Pouco me importa que tipo de roupa use, você vai subir no tablado e fazer o que eu mandei. –Harry acaba com a discussão falando sem se alterar, mas usando um tom que deixava claro, que ele estava em posição superior.

-Vamos querido, prometo que não vou te fazer passar vergonha. –Gina fala puxando o marido pela mão. Draco a segue resmungando contrariado.

Os dias se passam sem sobressaltos, apesar da tensão crescente dos escolhidos para a missão de interceptação no cais, que ocorreria no fim de Setembro. Rony, Harry e Hermione, que não iriam, estavam preocupados e tentavam se cercar de todas as hipóteses possíveis, não poderia haver falhas.

No dia da missão, Harry, Rony e Hermione aguardavam Gina no quarto do casal, que havia quase se tornado uma base de operações. A ruiva chegou vestindo uma roupa negra justa e uma capa parecida com a que os comensais usavam.

-A roupa ficou ótima, a falta da barriga também ajuda. –Hermione fala com um sorriso de aprovação ao visual.

-Só espero que o Malfoy não pare no meio do caminho para conferi-la. –Harry fala com um leve tom malicioso e ganha uma cotovelada de Rony.

-Aqui está o espelho Gina, ficaremos dando suporte o tempo todo, então se precisar é só nos chamar. –Hermione fala entregando um dos espelhos que Sírius e Harry usavam, o outro ficaria com o trio.

-Ok, pode deixar que eu vou trazer nosso pessoal são e salvo! –Gina fala em tom formal e faz uma reverência antes de sair.

A equipe era formada por seis pessoas, três em terra e as outras três atacariam o barco com as encomendas. No primeiro estágio, a equipe de terra se aproximou silenciosamente de três figuras de negro e encapuzadas, estavam atrás de umas caixas a cerca de dois metros de distância. Gina se transformou em gata e correu até as figuras, passando pelas pernas delas e as distraindo, para que os dois elementos restantes pudessem levitar e deixar cair pesadas caixas sobre os três, que imediatamente perderam os sentidos.

-General Potter. –chama abrindo o espelho logo após voltar a forma humana. –Já deixamos os três inconscientes, agora Neville e Draco estão os acorrentando e garantido que durmam até os aurores chegarem. –Gina fala assim que vê a imagem de Harry, Hermione e Rony, que estavam sentados na cama, o espelho devia estar flutuando um pouco longe deles.

-Ok, belo trabalho. Agora assumam a formação de espera e fiquem atentos. –Harry fala enquanto Rony move uns bonecos em um desenho perfeito do cais.

A comunicação foi encerrada e Gina caminhou até seus companheiros, sinalizando que estava tudo como o previsto. Draco e Neville acabaram de imobilizar e esconder os comensais, além de reorganizar as caixas, enquanto Gina olhava com seu onióculo o barco alvo se aproximar, logo acima do barco, uma águia e um corvo traziam um Husky Siberiano e o pousavam entre algumas caixas.

Assim que o cão estava no solo, começou a farejar e se mover em silêncio entre as caixas, tinha que verificar se estava tudo ali. A águia alçou vôo e começou a sobrevoar o barco, olhando o movimento que se resumia a um homem observando o cais com um onióculo e outro na cabine, comandando o barco. O corvo foi mais ousado e entrou na cabine, descendo até o nível inferior para verificar se havia mais alguém no barco, encontrando dois homens jogando cartas e bebendo o que reconheceu como a bebida nova dos gêmeos, como foi notado, manobrou agilmente, pegou um rato que estava sobre o balcão onde ficavam uns pratos e depois saiu, dando a impressão que estava apenas caçando. O corvo se aproximou do Husky e soltou o rato antes de voltar à forma humana, era Zacarias Smith.

-Tenente-Coronel Weasley. –Zacarias fala em um rádio trouxa, já previamente configurado por Hermione.

-Estou ouvindo Tenente Smith. –Gina responde do outro lado da comunicação.

-Fiz o reconhecimento do barco. Ele é simples, tem um capitão no comando do barco, um observador com onióculo na parte superior e dois marinheiros meio embriagados na cabine. Poderíamos alterar os planos e jogá-los para fora do barco sem muito trabalho ou risco. –Zacarias passa as informações e se mostra confiante no andamento da operação.

-Eu vou consultar meus superiores. –Gina responde e logo depois pega o espelho. –General Potter. –chama e o rosto dos três volta a aparecer. –O tenente Smith fez o reconhecimento e percebeu que a segurança é muito baixa, há apenas um comandante, um observador e dois marinheiros embriagados, estes últimos dentro da cabine inferior. Tendo estas condições em vista, ele me pediu autorização para o ataque imediato.

-Me parece uma boa idéia, mande eles jogarem os quatro, discretamente, para fora do barco. Depois vocês três arranjem um barco e se dirijam para resgatar os marinheiros. É importante que eles não associem os comensais ao ataque. –Rony os instrui percebendo uma ótima oportunidade.

-Ordene a ação imediata e nos reporte qualquer problema. –Hermione confirma a ação e Gina assente antes de desligar.

-Tenente Smith, tem permissão para atacar, mas faça de modo discreto, não podem ser reconhecidos. –Gina instrui o tenente e este confirma antes de desligar.

Zacarias acena para o alto e instantes depois a águia pousa ao lado dos outros dois. A águia rapidamente se transforma em Ana Abbot e o Husky em Miguel Corner.

-As ordens mudaram, vamos jogá-los para fora do barco agora. Primeiro paralisamos o observador, depois o comandante e então eu e tenente Abbot ficamos atrás daquelas caixas, enquanto tenente Corner usa sua forma animaga para atrair os bêbados lá de baixo, cada um de nós empurra um e depois lançamos os imobilizados no mar antes de ir embora. –Zacarias passa as instruções e os outros dois concordam com o plano, acenando e pondo máscaras negras para que não pudessem ver seus rostos.

Miguel se esgueira na forma canina para a cabine inferior, enquanto Ana mira o observador e o paralisa com o impedimenta, ao mesmo tempo Zacarias que passara por trás da cabine, paralisa o comandante com o mesmo feitiço. Os dois correm até as caixas, se ocultando nas sombras, minutos depois o cão branco com as costas negras e olhos de um azul cristalino, surge latindo e rosnando, passando de perseguido a perseguidor, levando os marinheiros trôpegos até a lateral do barco. Zacarias e Ana só precisaram de um movimento básico de judô para arremessar facilmente os marinheiros.

-Tente-Coronel Weasley, é a tenente Abbot falando. Smith e Corner já estão jogando os dois últimos no mar, e eu já estou mudando a rota do barco para a doca combinada. –Ana encerra a transmissão, enquanto ouve o barulho de mais dois caindo no mar.

-Parabéns Tenente, sua equipe fez um ótimo trabalho. Acelere o barco para garantir que não estejam perto quando chegarmos com a lancha, caso contrário, esperem receber feitiços de ataque.

-Entendido, tenente-coronel, já estou acelerando. –Abbot fala e desliga o rádio, Miguel e Zacarias, que ouviram a instrução final de Gina, tomam posição na parte de trás do barco, ponto em que poderiam receber algum ataque.

Em dez minutos Draco, Neville e Gina chegaram até os marinheiros que estavam na água e viram somente uma silhueta negra indicando o barco, mas não daria tempo de segui-los se fossem resgatar os marinheiros.

-O que houve com nosso carregamento? –Draco pergunta de modo rude e frio, sabia bem como seu pai agia em situações como aquela.

-Fomos surpreendidos por dez piratas, não tivemos como reagir senhor! –o comandante, um homem de visível experiência no mar fala em tom apavorado, Gina e Neville se seguram para não rir daquela afirmação.

-Dez piratas? Os conhece? –Draco pergunta focando seus olhos cinzentos nos verdes desbotados do marinheiro, havia um brilho cruel nos cinza, que fazia o velho tremer.

-Sim senhor, podemos recuperar a encomenda em alguns dias! –quem fala é o observador, que entende perfeitamente o instinto de sobrevivência do capitão.

-Nesse caso podemos deixar para matá-los depois. –Gina fala tentando imitar o tom que Belatriz usava. Os marinheiros tremeram diante daquela ameaça dita em tom tão “normal”.

-Nós servimos a causa do Lord das Trevas, entregaremos a encomenda sem cobrar nada por ela! –o capitão argumenta e os “comensais” trocam olhares como se estivessem de acordo.

-Certo, deixaremos vocês vivos por enquanto, mas depois não escaparão do castigo de nosso mestre. Se pensarem em fugir, lembrem que o Lord das Trevas possui seguidores no mundo todo e os acharia com total facilidade. –Draco termina de falar e depois os três aparatam, deixando os marinheiros sozinhos na lancha.

Uma hora depois, o barco chegava ao seu destino, onde os gêmeos os esperavam com um grupo de membros adultos da AD, que integravam o time de “cientistas” conseguidos por Lupin para desenvolver recursos para a AD.

Na reunião do dia seguinte, uma sessão de risos se sucedeu aos relatos das duas equipes, principalmente quando falaram dos dez piratas. Uma carta de Lupin informara da prisão dos três comensais e outra dos gêmeos informava a fuga dos quatro marinheiros, que haviam sumido com suas respectivas famílias, provavelmente fugiram para tentar se livrar das ameaças dos comensais. O plano havia dado certo, a encomenda foi interceptada, os marinheiros provavelmente receberam a culpa pela captura dos comensais, ninguém desconfiou de que os comensais traíram os marinheiros e muito menos que terceiros haviam interferido, ou seja, aquela havia sido apenas a primeira das várias operações que a AD começaria a fazer no campo de batalha.

Uma semana depois do ataque, Harry recebeu uma carta dos aliados que ficaram com a mercadoria apreendida, na qual havia um relatório de tudo que chegou intacto e uma lista com os experimentos possíveis com os ingredientes e os que faltavam para concluir tais experiências. Aproveitando que havia um horário vago, Harry chamou Rony ao seu quarto para analisarem juntos as propostas dos cientistas, que precisavam ser analisadas e selecionadas.

Estavam a quase uma hora lendo as especificações da lista, com mais de vinte itens, e tão concentrados que ignoravam as tentativas de Ryan de chamar a atenção do pai. Primeiro o menino tentou atrair o tinteiro de Harry, que apenas afastou o objeto das vistas do filho, sem ao menos olhar para ele, depois jogou um brinquedo no chão ao que Rony e Harry nem notaram, então como um último e surpreendente recurso, uma voz aguda e vacilante soou no quarto, fazendo os dois rapazes ficarem paralisados. Como nada aconteceu, Ryan novamente falou papai.

-Ele realmente fez o que eu penso que ele fez? –Harry pergunta para Rony, ainda muito chocado para admitir.

-Sim! Ele falou papai! –Rony fala tão surpreso quanto se houvesse visto Snape com o uniforme dos Chudley Cannons.

-Sim! Ele falou! Ele falou! –Harry salta da cama e, para felicidade do menino, pega o filho nos braços e o abraça forte, enchendo-o de beijos.

-A Mione vai morrer quando souber... –Harry não ouviu mais nada, saiu correndo com o filho, deixando um Rony atônito no quarto.

Ryan ria se divertindo com a corrida maluca do pai que subia, descia e saltava passando por vários quadros e pessoas, mas sem parar para nada. Harry só parou quando chegou à sala de Aritimância, onde Hermione estava assistindo a uma aula. Todos pararam para ver quem entrava e se surpreenderam com a chegada de Harry e do bebê, apenas Hermione continuava a copiar a matéria do quadro.

-Senhor Potter, aconteceu algo? –Nesse momento Hermione se virou e quase saltou da cadeira ao ver o filho.

-Harry, o que houve? –Pergunta ignorando a presença dos demais e indo até os dois.
-Ele falou, Ryan falou! –Harry fala radiante, os olhos úmidos.

-Você tem certeza disto, porque você pode ter confundido...

-Rony também estava lá, ele falou papai! –Harry a interrompe e Hermione o olha desconfiada. –Vamos Ryan, diga para ela, diz pra mamãe quem eu sou. –o menino o olhava confuso enquanto todos na sala observavam a cena curiosos.

-Deixe o Ryan, Harry...

-Não! Ele sabe. –Harry fala e chama a atenção do filho para si. –Quem eu sou Ryan? Quem eu sou? –fala olhando para o filho, que sorri e diz papai, fazendo com que todos na sala olhassem ternamente o pequeno. Hermione parecia em choque e olhava incrédula do filho para Harry.

-Ele realmente entendeu o que você disse? –Padma Patil pergunta admirada, sabia que o menino é inteligente, mas nem tanto.

-Sim! Eu e Rony estávamos examinando uma correspondência e ele estava tentando chamar minha atenção, então quando eu menos esperava, ele me chamou! Falou papai duas vezes! –Harry conta já emocionado e olha para Hermione que tinha uma expressão indecifrável. –Não vai dar os parabéns a ele, amor? –pergunta a esposa que assente e estende os braços para segurar o filho.

-Muito bem querido! –fala segurando e beijando carinhosamente o menino.

-Ele realmente é uma graça! –A professora Vector fala ao se aproximar, as meninas em volta concordam.

-Professora Vector, estamos atrapalhando a aula, me desculpe! –Hermione fala sem jeito, mas a professora apenas sorri de modo compreensível.

-Imagine, entendo que é um acontecimento especial, sem mencionar que eu ainda não conhecia esse menininho lindo. –fala fazendo um carinho nos cachos castanhos, fazendo o menino olhar para ela e logo perceber o colar verde que ela usava.

-Hermione e eu não gostamos de andar com ele onde tem muita gente para não provocar tumulto. –Harry explica e depois vê que o filho tentava atrair a esfera verde do colar da professora. –Ryan, não pode, não é brinquedo. –Harry fala seriamente, segurando e abaixando a mão do filho.

-Tudo bem, criança nessa idade é muito curiosa, aliás, posso segurá-lo? –pergunta não resistindo ao olhar do menino, que fixava os olhos na esfera brilhante.

-Claro, só cuidado pra ele não puxar o colar. –Hermione fala e entrega o bebê, que rapidamente segura o objeto com as duas mãozinhas. Harry aproveita para abraçar a esposa por trás.

-Qual a idade dele? –pergunta olhando de Ryan para o casal.

-Cinco meses e meio. –Hermione responde olhando o interesse do filho mudar para o broche em forma de pássaro.

-Mas que precoce! Parece-me que terei um excelente aluno daqui uns anos. –Vector fala impressionada, olhando a concentração de Ryan, ao tentar tirar seu broche.

-Ele está fazendo o que eu acho que ele está? –um garoto da sonserina observava atento o movimento do bebê.

-Ryan adora aves, além de ser muito esperto. –Harry responde pegando o filho, antes que este tirasse o broche, no entanto, a atitude não foi bem recebida pelo menino, que começou a chorar.

-Calma querido, olha o que a mamãe tem aqui. –Hermione age rápido e atrai sua pena, que estava sobre sua mesa, deixando-a colorida com um toque de varinha, antes de entregá-la a Ryan, que chorava agarrado ao pai.

Assim que pega a pena, Ryan pára de chorar e depois de olhar a pena por uns segundos, começa a olhar para cima como se procurasse algo, as outras pessoas, tirando os pais, fazem o mesmo.

-O que ele está procurando? –uma lufa-lufa pergunta curiosa.

-O pássaro de onde a pena veio. –Harry responde enquanto enxugava o rostinho do filho.

-Ele sabe que penas vem de pássaros e que eles voam? –o mesmo sonserino pergunta surpreso.

-Bom, o garoto é filho da Hermione! –Padma fala dando de ombros, já estava acostumada a demonstrações de inteligência do menino. O sinal indicando o fim da aula soa e todos parecem acordar e se dirigir para suas mesas.

-Me entreguem trinta centímetros sobre a matéria de hoje. –a professora instrui e depois se volta para o casal. –Espero poder vê-lo novamente, ele é realmente encantador.

-Pode deixar, iremos fazer mais passeios com ele pelo castelo. –Hermione responde e a professora sorri em concordância antes de ir para sua mesa.

-O que acha de irmos até o escritório do Amon? Ele vai adorar saber a novidade! –Harry sugere animado.

-Acho que deveríamos antes falar com a Gina, ela vai ter um ataque se souber por outros. –Hermione fala e Harry ri em concordância.

Antes da hora do jantar a notícia já havia se espalhado por todo castelo, as meninas comentavam animadas sobre a visita de Ryan a aula de Aritimância e várias haviam cercado Harry e Hermione para saber quando eles iriam passear com o menino novamente. Contudo, Harry e Hermione preferiam a privacidade para curtir o momento, que dividiram apenas com os irmãos Weasley, Amon e Tonks, depois de mandarem uma carta a Molly Weasley e aos pais de Hermione informando a novidade. A guerra agora era para decidir qual seria a próxima palavra, Hermione não abria mão de mamãe e tinha o apoio de Harry, já os demais tentavam ensinar seus próprios nomes pro menino, que estava adorando toda aquela atenção.


N/A: Oi, finalmente consegui aparecer! Desculpem a demora, mas todos sabem da minha tendinite, então eu estou fazendo o que posso.

N/A²: Cap bem paradinho, mas foi uma preparação pro próximo onde teremos a transformação da Mione detonando, muito sangue e pedaços de comensais voando.

N/A³: luciana_potter como pode ver, mostrar o desenvolvimento de Ryan assim como a gravidez da Gina faz parte de meus planos, apesar de eu não ter a mínima experiência com bebês, então se eu escrever alguma bobagem, relevem um pouquinho rsrsrsrs

Próxima Atualização: Eximere Tempus; Mérlin... não pode ser ele! foi atualizada ontem!

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