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4. Capítulo IV


Fic: Uma dor chamada saudade


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Capítulo IV


*¨* Now we're grown up orphans that never knew their names

Agora nós somos órfãos crescidos que nunca souberam seus nomes

We don't belong to no one- that's a shame

Nós não pertencemos a ninguém, isso é uma desgraça *¨*



:.: Com o cargo de monitora, Hermione ficara mais responsável que nunca. Além de cobrar obediência de todos os grifinórios, ela também se cobrava. Não se permitia errar. Uma coisa que sempre detestara era fazer algo errado. Ninguém fazia noção de quanto lhe doía levar uma bronca por algo ruim que realmente fez. Rony e Harry sempre lhe diziam que ela se preocupava demais com tudo e, apesar de negar, Hermione sabia que era verdade. Não conseguia mudar, mesmo que quisesse. Era da sua natureza.

Hermione andava cabisbaixa desde a bronca que levara da Professora McGonagall. O pior de tudo era que sabia que havia errado, pois ela, como monitora, jamais poderia ter usado um feitiço contra um outro aluno, mesmo que este aluno fosse Draco Malfoy. Mas ela não pôde se conter quando viu que ele iria lançar um feitiço contra Rony. Hermione até aturou ser chamada de "Sangue Ruim", mas ver Rony recebendo um feitiço qualquer... já era demais. Sabia que devia ter se controlado, jamais poderia ter descido ao nível do Malfoy, mas não conseguiu. Nunca iria deixar alguém machucar Rony, e todos que amava, sem tentar impedir.

- O que a Mione tem? – Harry perguntou a Rony após notar o olhar perdido de Hermione.

Os três amigos estavam tomando café da manhã no Salão Principal e, desde que chegaram, Hermione não havia aberto a boca para falar uma palavra se quer.

- Está assim desde a conversa que ela teve com a McGonagall. – respondeu Rony, com uma voz baixa, a Harry.

- Mas o que ela disse para Mione, afinal? – disse Harry no mesmo tom de voz de Rony.

- Nada demais. Acho que disse que ela não devia ter feito isso, que ela é uma monitora, que devia dar o exemplo... essas coisas. – Rony falava quase sussurrando, pois não queria que Hermione o ouvisse – Você conhece a Mione, sabe que ela não gosta de levar bronca. Principalmente da McGonagall.

- Então é por isso que ela chegou ontem, foi direto dormir e nem pegou nos livros?

Rony assentiu com a cabeça. Ambos pararam de conversar para observar Hermione que ainda estava com o olhar perdido, olhando para a mesa principal, mas sem vê-la.

- Acho melhor nós tentarmos animá-la. – disse Harry.

Rony sabia que isso não seria muito fácil, mas concluiu que era uma boa alternativa.

- Mione.– Rony chamava a namorada docemente - Mione.

- Hãn???

- Você está bem, meu amor?

- Estou. – respondeu sem muita convicção.

- Não fica assim. Você é uma grande monitora e a McGonagall não deve ter ficado realmente brava.

- E o nojento do Malfoy merecia mesmo.

- Gente, se vocês não se incomodam, eu não quero falar sobre o assunto. – disse Hermione com uma voz melancólica.

- Aonde você vai? – perguntou Rony assim que viu a namorada se levantando.

Ela saiu sem dizer mais nada. Rony e Harry ficaram olhando Hermione se afastar sem fazerem nada. Sabiam que a garota estava triste e, por mais que tentassem animá-la, ela iria demorar um pouco para se recompor.

Hermione não queria conversar, não estava com cabeça para isso. Na verdade ela não estava arrependida pelo que fez, sabia que Malfoy realmente havia merecido, mas se sentia mal por ter quebrado regras. Podia até parecer cafona, mas a verdade era que ela se sentia bem em ser "a certinha". Não se importava em ser chamada de "sabe-tudo", pelo contrário, até gostava disso.

Estudava muito para ter as melhores notas, lia muito para saber sempre mais que os outros, estudava mesmo quando era férias... fazia tudo isso não para ser superior, mas simplesmente porque gostava. Gostava de aprender e de ensinar. Gostava de ter sempre a resposta certa para as mais diversas perguntas. Gostava de ver a expressão de espanto de bruxos experientes ao verem o quão inteligente ela era. E gostava de saber o que fazer quando as pessoas precisavam de ajuda.

Andava sem rumo pelos corredores de Hogwarts, perdida em seus pensamentos. Sua próxima aula era Transformação e ela não estava nem um pouco animada com a idéia de encarar a Professora McGonagall após aquele sermão.

- Granger? – Hermione ouviu uma voz arrastada a chamando.

Conhecia àquela voz, sabia a quem pertencia. Virou lentamente para encarar a pessoa que a chamara.

- O que você quer desta vez, Malfoy? Já não bastou a bronca que levamos ontem da professora McGonagall por sua causa?

Hermione pensou que Malfoy iria chamá-la de Sangue Ruim, que estava ali para ironizá-la, que iria se aproveitar da situação para agredi-la verbalmente, mas não. Ele falou em um tom de voz que Hermione nunca poderia imaginar.

- Preciso falar com você. – Malfoy tinha um tom de urgência na voz.

Ele andou lentamente em direção oposta e fez um sinal para que ela o seguisse. Hermione não fazia idéia do que Malfoy queria com ela. Jamais o seguiria sem saber ao menos o que ele tencionava fazer, ainda mais sabendo que no dia anterior ela o havia lançado a metros de distância com um feitiço. Mas uma coisa a vez pensar melhor: o tom de voz dele. Não parecia irônico, havia urgência e até medo na voz de Malfoy. Apesar de saber que provavelmente iria se arrepender disso, Hermione o seguiu. :.:



Ao contrário do que Alicia havia dito, todos os alunos no primeiro ano foram escolhidos para uma das quatro casas de Hogwarts. Jonathan estava extremamente feliz de ter sido escolhido para Grifinória. A casa onde todos os seus tios, seu padrinho, seu pai e sua mãe haviam estudado. Imaginou o orgulho que sua mãe teria dele se estivesse viva. Adoraria ver a cara de felicidade de todos, ao saberem da notícia. De todos, menos de seu pai.

Jonathan estava ressentido com ele. Não o havia perdoado, nem o perdoaria, por tê-lo culpado pela morte de sua mãe. Tudo que Jonathan mais queria no mundo era poder ver Hermione uma vez ao menos. Ainda não se conformara em saber que seu pai o havia renegado quando recém nascido. "Não é justo me culpar por um erro que não é meu. Não fui eu que matou minha mãe.", pensava Jonathan revoltado " Eu odeio meu pai. Eu não tenho pai!".

Nunca havia se sentido tão sozinho em toda sua vida. Sentia-se mais órfão do que nunca, pois além de ter perdido sua mãe, perdera, agora, também seu pai. Não queria conversar com ele e ouvi-lo dizer desculpas que não iria aceitar e, muito menos, acreditar. Jonathan não sabia ao certo se preferia ter realmente descoberto a verdade, talvez fosse melhor continuar sem saber de nada. O que mais lhe doía era saber que, de alguma forma, se sentia culpado pela morte de sua mãe. Não queria, mas se culpava.

Todos os alunos saíam empolgados do Salão Principal rumo às suas respectivas casas. Jonathan e Daniel seguiam o monitor da Grifinória, que conduzia os alunos do primeiro ano. Após passarem pelas portas do salão, a fila de alunos grifinórios se encontrou com uma outra fila: a dos sonserinos. Houve alguns princípios de briga e alguns desaforos foram ditos. Jonathan olhava uma discussão entre uns alunos do quarto ano quando ouviu alguém o chamar.

- Jona? Daniel? – Alicia falava animadamente – O que estão achando da escola?

Após passar pelo Chapéu Seletor, Alicia fora escolhida para Sonserina. Jonathan havia ficado surpreso, afinal sempre aprendera que os sonserinos eram pessoas ruins e não mereciam confiança e, apesar de Alicia mentir demais, ela não parecia ser uma pessoa ruim.

- O que você quer, Mclean? – Jonathan perguntou ríspido para a garota. Apesar de não considerá-la ruim, ela era uma sonserina agora. Não podia ter amizade com uma sonserina.

- Nada. Eu só queria saber o que vocês acharam da recepção. – disse Alicia com uma voz lenta e ligeiramente decepcionada.

- Eu gostei, mas acho que deveriam... – dizia Daniel, mas fora interrompido por Jonathan.

- Vamos, Daniel, todos já estão subindo.

- O que há com você, Jona? – perguntou Alicia.

- É que eu não tenho amigos sonserinos. – disse firmemente se afastando, junto com Daniel, em direção a escadaria.

Daniel não estava entendendo direito o que estava acontecendo, pois os três haviam se dado muito bem no caminho à Hogwarts, mas mesmo assim seguiu Jonathan junto com o resto de alunos da Grifinória. Jonathan notou que Alicia ficou parada, por alguns segundos, no mesmo lugar. A expressão no rosto da garota fez com que ele se sentisse mal pelo que disse, mas não podia se arrepender. Quando estava no meio das escadas, Jonathan pôde ouvir Alicia gritar:

- É por isso que você não tem amigos, Jonathan Weasley!



:.: Malfoy andava apressado, um pouco à frente de Hermione. A garota não fazia idéia do porquê de o estar seguindo, mas o seguia. Quando chegaram em frente à porta da sala de Astronomia, Malfoy entrou e disse para ela entrar também. Sem saber muito o que fazer, ela novamente o seguiu.

A sala estava vazia, provavelmente não haveria aula nenhuma ali naquele dia. Era uma sala comprida, pouco iluminada e com o teto enfeitiçado que mostrava diversas constelações. Hermione fez uma anotação mental para trazer Rony ali um dia. Realmente a sala era muito bonita, mas o fato de estar sozinha ali, com um sonserino, a estava incomodando.

- Então, Malfoy, vai dizer o que quer comigo ou não? – perguntou Hermione já irritada.

- Você pode tentar me chantagear, mas saiba que eu tenho maneiras de me vingar. – o garoto falava rapidamente.

- Mas do que você está... – Hermione não estava compreendendo do que Malfoy estava falando.

- Saiba que se você me denunciar eu arrumo uma maneira de acabar com seu cargo de monitora – Draco Malfoy continuava falando rápido e andava freneticamente pela sala com sua mochila a tira colo – e acabo também com o "senhor perfeito Potter" e com aquele pobretão do seu namorado.

- Não fale assim deles! – Hermione, mesmo sem fazer idéia do que ele estava dizendo, se irritou ao ouvir insultos contra Harry e Rony.

- Falo o que eu quero!- o garoto falava agora com mais firmeza na voz - Pode ter certeza que não foi somente você que olhou na minha mochila, eu também olhei a sua. – Malfoy dizia enquanto abria a mochila que carregava.

Ao ver Draco Malfoy abrir a mochila, percebeu que era idêntica a sua. Na verdade, após observar melhor, constatou que era sua mochila. Seus livros, seus vidros de tintas, seu diário, suas anotações... tudo estava ali, na mão de Malfoy.

- Interessante seu diário, Granger. Vejo que você anota todas as suas armações, juntos com aqueles dois carrapatos, aqui, não é mesmo?

Hermione ainda ficou olhando Malfoy folhear algumas páginas até realmente perceber o que estava acontecendo. "Se ele está com minha mochila...", pensava Hermione "... esta, nos meus braços, é a mochila dele". Concluiu que isto era meramente possível, pois, afinal, ambos ficaram muito tempo juntos conversando com a professora McGonagall no dia anterior. E, depois de voltar para o salão comunal, ela não quis nem mexer na mochila para pegar algum livro.

- Devolva meu diário, Malfoy! – disse Hermione após perceber o quão perigoso isto seria nas mãos dele.

- Não irei devolver, Granger. Não antes que me devolva a mochila com tudo dentro. – Malfoy voltou a falar com um tom de urgência na voz – Eu sei que você já viu tudo o que tem dentro dela. Se você contar para alguém as maldições que há nestas anotações eu não hesitarei em usá-las contra você, Sangue Ruim.

Hermione entendeu, neste instante, o que estava acontecendo. Havia anotações, dentro da mochila que estava carregando, que ensinavam como proferir com sucesso as Maldições Imperdoáveis. Um medo lhe correu a espinha. Estava com um Malfoy, que podia lançar-lhe talvez um Avada Kedavra, sozinha em uma sala afastada. O pior era saber que esteve o tempo todo com estas anotações na mochila e nem ao menos sabia. Draco Malfoy, após perceber a expressão no rosto de Hermione, pareceu compreender o que estava havendo também. Entendeu que acabara de se denunciar.

- Você... você não olhou minha mochila... – disse Malfoy.

Neste instante, Malfoy puxou subitamente a mochila dos ombros de Hermione fazendo com que a outra, que estava com ele, caísse no chão. Draco Malfoy, então, puxou sua varinha das vestes, mas, antes que pudesse dizer qualquer feitiço, Hermione, com a varinha em punhos, gritou “Expelliarmus!". O feitiço fez com que a varinha de Draco caísse a uma certa distância. Antes que Malfoy pudesse alcançar-la novamente, Hermione apontou sua própria varinha para ele.

- Agora é minha vez de te ameaçar, Malfoy. – disse Hermione entre os dentes.

Draco levantou-se lentamente com o olhar centrado em Hermione. A garota foi andando devagar até onde sua verdadeira mochila e a de Malfoy estavam, ainda com a varinha apontada para o garoto à sua frente.

- O que você vai fazer, Granger? Vai me denunciar? Eu sei de muitos podres seus e de seus amiguinhos, você não vai querer que eu conte para todos o que vocês já fizeram, não é?

- Não seja estúpido, Malfoy. – disse Hermione – Você bem sabe que vai ser muito mais grave se eu disser para todos que você é um aprendiz de Comensal da Morte.

- Você não terá provas para isso.

Malfoy foi em direção à Hermione, caindo por cima dela, e agarrou as mãos da garota não permitindo assim, que ela pudesse movimentar a varinha. Depois de um movimento brusco ele conseguiu que a varinha dela caísse longe deles. Draco ainda ficou por alguns segundos olhando firmemente para os olhos de Hermione.

- Saia de cima de mim, Malfoy! – Hermione gritava se debatendo.

Hermione se sentia enojada de estar tão perto assim de Draco Malfoy. Ele, então, se levantou de súbito e, pegando sua varinha e sua mochila, saiu correndo da sala de Astronomia.



N/A : Bom, eu descobri que algumas pessoas não gostam de autoras de fics que "se empolgam nas Notas de Autoras", então, eu me limito a dizer somente: ME MANDEM E-MAILS!!!! he he... Não pensem que esta briguinha entre a Mione e o Draco é a explicação para as coisas, pois não é! Saibam que esta briga é apenas o "ponto de partida" para as explicações. Espero que gostem.

Beijinhos... (^_^)...

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