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5. Sempre


Fic: Quem disse que terminou? *Completa*


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A1: Este é o último capítulo. Desculpem-me por ter demorado tanto, mas não conseguia gostar de nenhum final que escrevia. E com o site saindo do ar ficou complicado... De qualquer forma espero que vocês gostem desse. Gostaria de agradecer a todos que leram, especialmente aqueles que deixaram comentários.



N/A2: Para evitar confusão deixe-me avisar que Bill é o Gui e Charlie é o Carlinhos.



N/A3: Esse capítulo é dedicado a minha amiga Leticia, que todo dia me perguntava se já havia escrito algo mais.



N/A4: Se alguém quiser ler mais alguma fic minha (esse é o momento propaganda), eu me mudei para esse endereço.








-Ele disse o quê?!


-Ótimo, agora a noiva está em desespero também. - murmurou Harry para Ginny - Hermione, fique calma, não é o que você está pensando...


-Temos tudo sob controle, não há nada com o que se preocupar! Já comeu seu sorvete? - Ginny tentava ajudar, mas, tinha a voz esganiçada e não conseguia ficar parada.


-Gente, os bebês estão se mexendo! - Tonks saía da cozinha, uma taça de sorvete em suas mãos.


-Tonks, não tente me enrolar. Não tenho cinco anos. Quero que me digam exatamente o que aquele ruivo idiota falou.


-O que vale é a intenção. - disse ela para Harry e Ginny - O que está acontecendo?


-Bem, er... o Ron, ele... er.. está tendo uma pequena crise nervosa. O que acontece é que ele não quer... er... casar. - essa última palavra foi dita quase num sussurro, mas foi audível o suficiente para causar um desastre de proporções épicas.


Os gritos se sobrepunham tornando impossível de se entender qualquer coisa sendo dita. Não que alguma delas fizesse sentido. Todas as três mulheres haviam desandado a falar e Harry, tentando controlar os efeitos de sua notícia, acabou por se juntar a elas. Foi somente com a voz magicamente aumentada de Hermione ressoando pela sala que o silêncio foi retomado.


-Quietus. - disse ela apontando a varinha para a própria garganta - Onde ele está? Quero vê-lo.


-Hermione, não acho que isso seja uma boa idéia. - disse Ginny com cautela.


-Ele me pediu em casamento e se quiser acabar vai ter que se dirigir a mim pessoalmente e não mandar seu padrinho contar para minha madrinha. Harry, onde ele está?


-Na Toca. - disse ele sem encará-la.


Ela desaparatou sem dizer nem mais uma palavra. Chegou à cozinha dos Weasleys onde encontrou Fred e George.


-Hermione?! - perguntou Fred assustado em vê-la ali


-Quê? - perguntou George que estava de costas. - Hermione! Você... o que você está fazendo aqui?


-Procurando o irmão de vocês. Onde ele está?
Nesse momento, Harry, Ginny e Tonks (ainda comendo seu sorvete) apareceram na cozinha.


-Harry, o que você fez? - perguntou Fred ligeiramente alarmado.


-Ela escutou. - respondeu Harry encabulado.


-Hermione, olha, Bill e Charlie estão trazendo-o de volta à realidade. - explicou George.


-E à sanidade também. - completou Fred.


-Quero vê-lo.


-Sabe, dizem que não é bom o noivo ver a noiva em seu vestido antes da cerimônia. - comentou Fred casualmente.


-Por sinal, é um lindo vestido. - acrescentou George.


-Acho que não fica pior que isso. Ele está no quarto?


-Não vamos deixar você subir! - exclamou Fred bloqueando a porta.


-Não me obrigue a azará-los! - disse Hermione puxando a varinha.


-Calma, cunhada, você não entendeu o que meu querido irmão quis dizer. - começou George iniciando uma reverência, porém reconsiderando tal ato após refletir que Hermione falava sério em azará-los. - Não vamos deixá-la subir sozinha. - ele então ofereceu o braço à noiva que o aceitou relutante.


Os três subiram as escadas deixando Harry, Ginny e Tonks para trás e seguindo para o quarto de Ron. Eles pararam em frente à porta. Nenhum ruído podia ser ouvido. Até mesmo Pixitinho estava quieto.


-Acha que eles se mataram? - sussurrou George


-Isso não é engraçado - retrucou Hermione soltando seu braço.


-Espere! - falaram os gêmeos em uníssono, ambos impedindo Hermione de bater na porta.


-O que foi agora?! - perguntou ela indignada.


-Shhh! - Fred tapou sua boca. - Vamos ouvir o que está acontecendo.


-Ver se esse Explosivim decapitado não vai fazer bem à nossa saúde mental. - falou George puxando algo de suas vestes.


-Orelhas extensíveis? - questionou Hermione incrédula. - Vocês devem estar brincando!


-Não, não, cara Hermione. - começou Fred também tirando um dos artefatos das vestes. - O que acontece é que com as nossas novas invenções, as pessoas passam a tentar arrumar formas de bloqueá-las.


-Mas com isso elas acabam esquecendo das nossas antigas e fiéis invenções, que podem ser usadas livremente. - um sorriso maroto passou pelo rosto de George e um idêntico podia ser visto no rosto de Fred.


-Aqui está - disse Fred oferecendo a dele enquanto, com um feitiço convocatório, fazia com que uma outra viesse voando do andar inferior.


Sabendo que não tinha outra opção, Hermione pôs o artefato em sua orelha, o que lhe possibilitou escutar a conversa que ocorria dentro do quarto.


-Eu não posso. Eu não posso. - ela ouviu a voz de Ron abafada, vinda provavelmente do canto mais afastado do quarto.


-Ron - começou uma voz que ela reconheceu como a de Charlie. - , pare de repetir isso! Diga o porquê!


-Eu não posso.
-Repete isso e eu juro que vou te azarar! - dessa vez foi Bill quem falou.


-Eu não sou capaz!


-Chega! Agora quem vai azará-lo sou eu! - disse George.


-Shhh! - exclamou Fred. - ele está falando!
-Eu não... não tem... eu não sei o porquê!


-Ótimo! Estamos aqui há 20 minutos para ouvir essa maravilhosa revelação. Ron, você andou rolando escada abaixo ou algo assim? - perguntou Charlie irônico.


-Se não, eu posso empurrá-lo... - Bill estava irritado.
-Eu... er.. eu tive um sonho hoje.


-Estamos chegando a algum lugar! - exclamou Charlie, e Hermione ouviu-o sentar-se em uma cadeira. - Continue.


-Eu não vou fazê-la feliz.


-Abandonando-a no dia do casamento? Com certeza não.


-Deixe-o falar, Bill.


-Eu não posso ser responsável por ela. Eu não consigo cuidar nem de mim mesmo! Logo ela vai perceber que sou um inútil e vai perceber o erro que cometeu.


Hermione não precisava escutar mais nada. Largou a orelha extensível e abriu a porta do quarto antes que os gêmeos pudessem impedi-la. Contudo, eles foram capazes de lançar um feitiço que fez com que o quarto ficasse na total escuridão.


-Ron, tenho plena consciência da pessoa com quem estou me casando, e é isso que faz de você tão especial. Você sempre foi assim e o amei por quase metade da minha vida.


-Hermione? O que você está fazendo aqui? - perguntou Ron, e Hermione pôde ouvi-lo tropeçar no que foi provavelmente uma tentativa de chegar até ela. - Quem apagou as luzes?


-Nós. - responderam Fred e George.


-Vestido? - perguntou Charlie.


-Exatamente. - disseram eles.


-Hermione, er... eu não... não sei o que dizer...


-Diz que quer casar com ela. - falou Bill. - Claro que para isso ela ainda tem que estar disposta a casar com você...


-Você... quer?


-Acha que eu ficaria na escada escutando seus irmãos te ameaçarem se não quisesse?


-Tem certeza? - perguntou ele com a voz fraca.


-Hermione, querida, considere bem... Se quiser pular fora, a hora é agora. - disse Fred.


-Te daremos todo nosso apoio. - complementou George.


-Eu... entenderia... - disse Ron, sua voz quase inaudível.


-Do jeito que você fala parece que quem não quer é você. - disse Hermione, lágrimas aflorando em seus olhos.


-Tá brincando? Sempre foi você. Sempre.


-Então por que ainda estamos aqui? - perguntou Bill.


-Estava imaginando a mesma coisa. Fred, George, levem Hermione. A gente termina com o Ron aqui.















-Pronta?


-Harry! O que você ainda está fazendo aqui? Você já devia estar lá dentro!


-Eu estava a caminho quando Ginny comentou que era uma pena você ter que entrar sozinha na igreja.


-Você quer entrar comigo? - perguntou ela ligeiramente incrédula.


-Se você não quiser eu entendo...


-Obrigada, Harry. - ela sorriu e pegou o braço do amigo.


Caminhando sobre o tapete de flores que se estendia sob seus pés, Hermione viu Ron sorrir e se lembrou de algo que ele havia dito há muitos meses: "Quem disse que terminou?" De fato, eles estão só começando.




Fim!!!

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