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1. Era um vez...


Fic: Um conto de fadas escrevendo o cap 4 - voltando a escrever - mais um pouco


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap 1.

Se você, caro leitor, está esperando uma história cheia de magia e fantasia, me perdoe, mas não é essa. Sim, esta história é digna de um conto de fadas, mas não o é. Não há Fadas madrinhas ou abóboras dançantes, ratos galopantes ou vestidos feitos num passe de mágica. Esta historia é apenas um relato, digno de ser contado por uma fada, como eu.

...Como se começa mesmo um conto de fadas?...Há, sim...

Era uma vez...

O barão James Potter era temido e querido por todo o reino inglês, por sua força e lealdade. Sua vida foi devota a coroa e ao seu coração, o qual foi entregue em sua juventude a doce Lilian Evans, a então Baronesa Potter. Quando o pequeno Harry James Potter nasceu, Lilian e James, não pdoeriam ter ficado mais felizes, mas sua felicidade foi destruída quando o celeiro de sua propriedade pegou fogo um ano depois de o pequeno Harry ter nascido, e lá entre as chamas, Lilian perdeu seu grande amor, e Harry seu pai.

Lilian chorou seu luto por anos afil, até conhecer o aldaz Conde Malfoy. Lucius era um homem belo, encantador, o qual fez o doce coraçao de Lilian palpitar apressadamente, quando ele lhe propôs matrimônio, e claro, disse almejar ser o pai que Harry tanto quanto precisava.

A resposta dela, é claro, foi um leve sim, com os olhos carregados de lágrimas de alegria. Harry, naquela época, estava com seus seis anos de idade, e mal entendia oque estava para acontecer. E o que aconteceu foi à maior reviravolta na vida do pequeno menino.

Lilian se casou em uma tarde de primavera, tendo Harry lhe levando encabulado ao altar. Lucius levou consigo seus dois filhos, os quais alegou que seriam ótimos irmãos para o pequeno Harry: O ardiloso Draco, e o receoso Ronald. Harry se animou com a perspectiva de ter irmãos. Aquela primavera para ele foi como um natal antecipado, imaginem, um pai e dois irmãos, em um mesmo dia!
Seis meses depois da união, eles vivam alegremente na propriedade que fora um dia do barão Potter. E em uma tarde fria de inverno, Lilian morreu de febre. Para Harry aquele foi o dia mais infeliz de sua vida, ou apenas o iniciou de uma vida completamente infeliz.

Lucius, agora senhor soberano das terras que outrora foram do Barão Potter, rebaixou Harry a cavalarisso. Draco em seu posto de primogênito era o jovem Conde Malfoy, e foi criado para tal posto na sociedade. Ronald, que era filho de uma amante e o qual ele fora praticamente obrigado a acitar como seu, ficara com o segundo lugar da escala de sucessão, mas claro, que nunca, jamais, recebeu do seu pai mais do que era pedido. Um nome, uma cama e comida. Ele não tinha, como Harry, a obrigação de cuidar das colcheiras, cavalos e outros animais. Ele poderia fazer, assim como o jovem Draco, aquilo que ele quisesse com seu tempo, e o que ele escolheu foi aprender a lidar com cavalos, para um dia ter sua própria fazenda e criá-los. E quem melhor para lhe ensinar isso que seu irmão postiço?

Harry e Rony criaram um vinculo de amizade muito forte ao passar dos anos, eram amigos e irmãos. Ronald nunca tratou, como Draco fazia, Harry como um criado, jamais o ordenou que lustrasse as botas, ou lhe preparrasse uma tina para banho. Harry Potter era seu irmão, seu pai aceitando isso ou não, ele era.
Lucius era um homen de negócios, e a fazenda que mantinha na propriede era próspera, vendia vegetais, leite e carne de boa qualidade, claro, todos os produtos eram supervisionados pelo seu mais fiel criado, Harry.

Harry nunca se queixou. Nunca reclamou. Questionou, ou discutiu alguma ordem dada pelo padrasto, sempre respondia com um cordeal, sim senhor. Nunca questinou por que ele não podia comer junto com o padrasto e os irmãos nas refeições, nunca questionou por que Draco e Ronald não tinham que limpar as cocheiras, nunca questionou por que o pai nunca cogitou a ideia de casar o jovem Harry com uma bela dama da sociedade, assim como dizia que faria com Draco o futuro rei da Inglaterra.

Nunca questionou nada.

Além de Ronald, Harry tinha outro amigo, um fiel criado de seu pai, o mais antigo da propriedade, Alvo Dumbledore. Alvo foi conselheiro e amigo de James, desde muitos anos. E quando James faleceu, ele continuou a cuidar de sua propriedade, para a sua senhora. Quando Lilian se casou ele continuou a cuidar da propriedade, para mantê-la segura. E quando Lilian se foi, ele continuou ali, para cuidar de Harry.
Ele lhe ensinou tudo que se poderia ensinar, para um jovem que estava ansioso para mostrar o seu valor. Ensinou-lhe como cuidar dos cavalos e da terra, lhe ensinou esgrima e lutar com as proprias mãos, lhe ensinou a exercitar seu corpo e mente, e nunca, jamais, fugir de uma batalha. Ensinou-lhe que a maior de todas as forças era o amor, e que uma vida sem amor, não era vida. Quando Harry lhe questionou se ele ja havia amado, ele apenas respondeu que há perguntas que nunca encontramos respostas, por mais simples que elas possam ser.

Harry cresceu, foi feliz e infeliz muitas vezes, mas se tornou um homen forte e honravel, que tratava os animais com o mesmo carinho que tratava as pessoas, não aceitava injustiça e lutava sempre para manter as terras de seu pai prosperas.

Não ligava quando Lucius o tratava como inferior. Não se importava quando Draco o olhava com desdém. Não se importava quando diziam que ele era apenas um criado, um plebeu. Não. Nada disso importava. Ele era Harry Potter, e um dia toda a Inglaterra conheceria o seu valor.

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Viver sua vida para todos que a observavam de fora, era magnífico, maravilhoso, e fácil. É, extremamente fácil viver a vida da princesa herdeira da Inglaterra.

Quando o rei Arthur soube que seu primogênito era na verdade uma menina, para o espanto de todos e até mesmo de sua esposa, a rainha Molly, mas ele sorriu, feliz com a notícia. Para Arthur menino ou menina, não importava, ele tinha uma filha e estava feliz. Isso não os fez desistir de ter outros filhos, mas quando a pequena Ginevra completou quatro anos, sem nem sombra de um irmão, eles desistiram e Arthur sentiu o peso de ser rei em suas costas, com todo o impacto. Tinha uma filha, e apenas uma, ela era o futuro de toda a Inglaterra e o seu casamento seria um acontecimento de tamanha importância que jamais poderia ser falho.

Adoraria poder dar a Ginevra a oportunidade que teve, quando Arthur pisou na casa do Conde Pensive, e pôs seus olhos sobre a jovem face de Molly se apaixonou, e naquele mesmo dia pediu sua mão em casamento ao ciumento pai da noiva, o qual é claro aceitou na hora. Que honra maior do que sua filha se casar cm o futuro rei e se tornar rainha?

Ele e Molly foram felizes, e eram até hoje em seu casamento. Gina apenas veio para confirmar tal felicidade e torná-la maior. Ela era o maior e mais valioso tesouro da coroa Inglesa.

Mas ela não poderia se casar com qualquer homen, conde, barão, ou principe, esta deveria ser uma aliança para fortificar a Inglaterra e lhe garantir um rei tão bom e justo quanto o próprio Arthur. Os anos passavam e a cada um que passava ele via o retrato de sua esposa ser pintado nas faces rosadas e cheias de sardas de sua filha. Ela era seu tesouro, e irradiava luz e alegria como sua mãe. Ele não se espantou quando Ginevra ao completar quinze anos já havia recebido mais de dez propostas de casamento, todas completamente tentadoras, mas nenhuma delas aceitas. Quinze anos era jovem demais para casar. Ela era jovem demais para deixar de ser sua garotinha.

Mas hoje era diferente, Ginevra completaria seus dezenove anos, e para todos já estava passando da idade de se casar, suas primas e amigas ja estavam todas casadas, quase todas, além de Ginevra a Duquesa Hermione de Granger ainda não havia se casado, e Artur duvidava que o faria tão logo.
Hermione nunca sonhou em se casar. Ela sempre quis mais que as outras jovens aspirantes a esposas. Ela queria mais que um marido, ela queria conhecimento. Era raro o dia que ela não subia em uma carroça e era levada ao monastério onde lá havia uma grandiosa biblioteca, repleta de livros de todos os tipos e tamanhos, sobre fisica, história ou filosofia. Não, diferente das outras jovens Hermone não lia apenas poesia e Shakespeare, ela lia Platão e Maquiavel, estuda as teorias de Nostradamos e Galileu Galilei, mas claro que ela leu Romeu e Julieta, mas jamais sonhou com tal romance para si, em seu amor, ela e seu prometido viveriam no fim, felizes e repletos de conhecimento.

Para os jovens do reino, uma jovem mais inteligente que eles era uma ofença, queriam esposas caladas e subimissas, não uma que pedia por um lugar na sociedade e direito a liberdade dos escravos, claro, esqueci de mencionar. Ela era completamente contra a escravidão, de brancos, negros, adultos ou crianças, ela acreditava que todos tinham o direto de serem livres.

Ginevra não era moça comum se compará-la as suas semelhantes, ma também não era uma revolucionária como sua adorada amiga Hermione. Ela leu muito mais Shakespeare do que a amiga, leu também as fábulas de La Fontaine e os contos de fadas dos irmaos Grim.Mas seu conto favorito, era o da jovem Cinderella, escrito por Charles Perrault. Quando este conto chegou em suas mãos, ela o devorou em sua leitura, e se apaixonou perdidamente pelos ratos falantes e pela adorável fada madrinha. Pensou que sua prima de quarto grau Romilda era muito parecia com a filha mais velha da madrasta, e que Hermione tinha grande potencial para cinderalla, pois era orfã, mas não tinha madrasta, tinha Arthut e Molly que a acolheram como filha no castelo. Não, Gina nunca se viu como cinderella, poderia uma princesa rodeada de luxo e beleza sonhar com o príncipe encantado que toda plebéia sonha? Não. Gina não podia sonhar com amor verdadeiro, ou fadas madrinhas. Ela tinha que se focar e aprender a ser rainha, e esposa, para o homem que seu pai escolher.

Em uma semana completaria dezenove anos, sabia que o momento estava chegando, seu pai iria anunciar seu casamente em breve, apenas não imaginou que o faria naquela noite, durante o jantar.

Estavam todos a mesa. Sua mãe na cabeceira ao leste, com um belo vestido de veludo vermelho importado de Portugual. As colônias portuguesas haviam descoberto umas terras repletas de Pau Brasil, árvore de onde se extraia o pó que dava aos tecidos a coloração vermelha. Diziam que o lugar era abitado por um povo carente de cultura e religião, e que os portugueses estavam a fazer o favor de instruí-los como se deve.

Hermione vestia azul roial, veludo também, era a moda na corte naquela estação.

Gina por sua vez vestia um leve vestido verde claro, estava uma noite cálida e fresca, a qual não pedia o grosso e pesado veludo. Seu pai sentado na ponta oeste da mesa, a fitou várias vezes por cima de seu jantar, e quando o terminou pigarrou duas ou três vezes para chamar à atenção das mulheres a mesa.

-Senhoras, tenho um comunicado. – Ele disse solene.

-Vamos meu marido, não nos deixe curiosas, o que tens a nos dizer? –
Perguntou Molly afoita.

-Encontrei um bom pretendente para Ginevra. – Declarou ele solene.
A jovem deixou cair o garfo em seu prato, Hermione soltou um suspiro pesado, e Molly pôs-se a chorar.

-Quem é o tão afortunado rapaz? –Perguntou a rainha por entre lágrimas.

-O Príncipe Henry, da França, minha rainha.

-Hó! Um françês? Arthur! – Exclamou ela descrente – Por que tal lástima para nossa filha?

-Por que a França e a Inglaterra precisam de uma aliança mais forte, e duradoura. August o primogênito de Leonard se casou no último ano, e irá ser coroado rei da França, seu irmão mais jovem é de igual ou mais valor, e acredito que cuidará muito bem de nossa pequena filha.

-Eu não preciso de nenhum francês para cuidar de mim! – Exclamou Gina levantando-se e encarando com furia seu pai.

-Ginevra! – Chamou-lhe a rainha – Não fale assim com seu pai!

-Mas mãe...

-Sem mas mocinha, ele é seu pai e deves respeitá-lo.

-Querida – começou rei – sei que um francês não é aquilo com que você sempre sonhou mas...

-Pai! Eles não tomam banho!

-Ginevra! – Chamou novamente a rainha.

-Mas é verdade. Lembram-se quando Fleur Delacour veio passar o verão conosco, ela nunca usou as tinas com água de cheiro que lhe eram enviadas, e certa vez me perguntou para que desperdiçam água com banhos, se os franceses faziam tao bons perfumes!

Arthur segurou a rizada, assim como Molly e Hermione.

-Querida, acredito que você poderia ensinar tal costume ao principe.

-Pai, desde quando um francês aceitaria aprender algo de um inglês?

O rei sorriu diante da audácia da filha.

-Entao me dê, Ginevra, uma opção melhor.- Pediu o rei com calma.

A jovem ficou em silêncio. Não havia opção. Não conhecia nenhum Lord ou Principe para escolher. Vivera tão cercada pela proteção dos pais que jamais foi cortejada por um jovem, jamais deve sua mão beijada, ou fora cavalgar em companhia de algum jovem do reino. Não sabia o que sujerir.

-Então?

Então ela pensou, e pensou, e como se uma vela acendesse em sua mente teve uma clara e ótima idéia.

-Um baile! – Exclamou excitada – Faremos um baile, meu pai, e convidaremos todos os jovens solteiros do reino, e claro, o seu príncipe francês também. Assim poderei conhecer futuros pretendentes e dentre eles eu irei anunciar em um segundo baile, meu futuro esposo, claro, se o senhor o aprovar.

O rei pareceu descordar da idéia, antes de fitar uma Molly sorridente, se sua esposa era a favor da idéia, por que ele não seria?

-Tudo bem, daremos um baile então. E você terá no intervalo desses dois bailes o tempo para escolher seu marido, mas lembre-se Ginevra, que sua escolha é muito importante, para toda a Inglaterra.- virando-se para Hermione ele completou – Espero que você a ajude a tomar a melhor decisão, você é uma moça sensata Hermione. – levatou-se. – Agora se me dão lincença, sou um velho homem que precisa descançar.


Na.: Sempre quis fazer uma fic baseada no filme Para sempre Cinderella, mas a idéia nunca veio até mim. Bom ela veio, na forma dessa história, que não deixa de ser um conto de fadas, ou uma idéia a partir do meu filme favorito. Não teremos fadas madrinhas, e nem Leonardo da Vince. Não havera sapatinho de cristal, pois não haverá cinderella, talvez um cinderello! O cristal, não será um sapato, mas já imaginei sua forma. Não há madrasta, mas sim um padrasto que logo odiarão tanto quanto o detestam nos livros de J.K.
A irmã malvada se tornou Draco Malfoy, quer papel melhor para ele? E por Ronald Weasley como a boa irmã foi fácil demais. Arthur como rei? Bom ele mereçe, e como já tinha nome de rei, apenas lhe dei a coroa.Enfim, acredito que toda garota que assim como eu creceu assistindo a cinderella, ja sonhou com um principe encantado, mas nessa história, também não ha principe encantado e sim princesa.

Agradeço a Danielle por aceitar ser minha beta nessa fic. Obrigada.

Abraço

Tonks Butterfly

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