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3. Confronto


Fic: E se fosse verdade....


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Cap. 3 – Confronto

A sensação dessas viagens no tempo eram sempre confusas e Hermione sentiu-se ligeiramente tonta. Ajeitou seu vestido e procurou tomar consciência do local onde estava. Não era uma sala conhecida ou pelo menos não era o local que ela esperava ter chegado. Porém o castelo abrigava diversos locais ainda desconhecidos da maior parte dos alunos e ela inicialmente não se preocupou.

Era uma ante-sala simples com decoração sóbria. Os poucos móveis demonstravam bom gosto e no final da sala havia uma porta de madeira escura.

Ela se dirigiu para a porta e bateu levemente aguardando por alguma resposta.

Não demorou muito até que aparecesse um elfo doméstico daqueles habituais no castelo e lhe permitisse passagem.

— A Srta. deseja...

— Eu gos...taria de falar com o Prof. Snape ... Ele está? — ela titubeou ao perguntar, mas o pequeno ser à sua frente não pareceu se importar.

— Sim senhorita, Mestre Severo está no laboratório, pode entrar. — e com um “pop” desapareceu deixando-a defronte a porta de carvalho entreaberta.

O ambiente do laboratório não era muito diferente das masmorras onde ela sempre tivera aula de Poções, abafado, úmido, pouco iluminado. Na última bancada virado de costas, trabalhando em um caldeirão estava ele. Era impossível não se notar a figura esguia em suas habituais vestes pretas.

Ela prendeu a respiração por um momento e seu coração acelerou. Era chegada a hora! Talvez fosse melhor que ela falasse sem olhar nos olhos dele, provavelmente ela se sentiria mais segura se não tivesse que encarar aqueles olhos de obsidiana.

— Prof. Snape, por favor, não se vire apenas me escute, eu tentarei ser breve e acho que assim será mais fácil. — ela sentia suas mãos frias e mesmo suas pernas tremiam. Fechou os olhos, respirou fundo e começou: — eu peguei o vira-tempo da Prof. Minerva emprestado e estou vindo de outra época, mais precisamente de alguns meses após o final da guerra. Muita coisa aconteceu, mas a principal delas é que a Srta. Collins me procurou. O senhor certamente sabe de quem se trata. Bom, conhecê-la me fez tomar ciência dos seus sentimentos por mim e essa foi à razão que me trouxe até aqui. Eu... Eu não poderia saber de tudo aquilo e não tentar encontrá-lo. Seria muito injusto, o senhor não merecia isso e nem eu... — o relato saíra de uma só vez e ela nem se deu conta que ele deixara a bancada e se aproximara do local onde ela estava. Ao suave toque dele em seu rosto ela abriu os olhos assustada.

O homem diante de si não era o seu professor de DCAT do sexto ano!

Era o Mestre de Poções sem dúvida, mas seu semblante estava mais envelhecido. Seus cabelos antes tão negros possuíam fios grisalhos salpicados e seu semblante parecia cansado como se estivesse convalescendo de alguma doença. Descendo o olhar pelo rosto dele ela pode perceber que sob a gola entreaberta se via uma ferida recentemente cicatrizada no pescoço. Foi impossível para ela conter o grito de espanto.

— Você... Você está vivo? Mas... Eu vi... Eu vi você caído na Casa dos Gritos. Merlin, não pode ser... — sua boca estava totalmente seca e seu coração agora parecia que ia explodir de tão rápido que batia. Sua mente girava e centenas de perguntas assolavam seu ser.

Ele a olhava de forma serena. Precisava se controlar para poder explicar o motivo daquilo tudo, mas a presença dela ali por vontade própria era algo que ele não previra. Essa era a primeira vez desde que fora salvo que ele interagia com alguém que não fosse Minerva ou o elfo que o atendia, já que Alvo era apenas um retrato.

— Srta. Granger... Eu posso explicar — ele queria continuar tocando a face dela, mas ao mesmo tempo receava que ela o rejeitasse.

— É Hermione, — ela replicou e esboçou um sorriso, tentando se acalmar. Queria entender toda aquela situação, mas também não via razão para que ele a tratasse formalmente em um momento como aquele.

O olhar de aceitação e o sorriso dela serviram como uma permissão para que ele prosseguisse.

— Está bem Hermione, vou lhe explicar como e porque estou aqui. — seu tom de voz começava a retornar a normalidade, profundo como sempre. — Logo após a saída de vocês da Casa dos Gritos ouvi muito distante o cântico de uma fênix. Inicialmente associei a chegada da minha morte, mas em seguida pude perceber que algumas lágrimas caíam sobre mim, possibilitando que minha circulação anteriormente tão fraca, se restabelecesse. Graças à ajuda de Fawkes pude ser salvo. Ela me trouxe para essa ala privada do castelo e aqui permaneceu velando por mim, aplicando-me lágrimas curativas até que minha ferida chegasse a um ponto de quase cura. Ela sempre agiu sob a orientação do retrato de Alvo. Posteriormente Minerva ficou sabendo de toda a história e concordou em me manter aqui protegido e afastado de tudo.

Hermione olhava para ele estupefata, era tão surreal, mas ao mesmo tempo era a resposta às preces dela. Pigarreou antes de recomeçar a falar.

— Quer dizer que tanto a Minerva quanto o retrato do Prof. Dumbledore sabiam disso quando me mandaram até aqui? Do que mais eles sabiam?

Ele tinha um ar levemente mais relaxado, ao perceber que ela também estava menos tensa.

— Provavelmente sabiam de tudo. Eu havia deixado algumas anotações sobre a Srta. Collins e Minerva as encontrou. Ela me confrontou e eu não pude negar o que ocorrera. Eu então pedi que a jovem fosse ajudada a reconstruir a sua vida sem que ela soubesse quem a estaria ajudando. A pobre moça sofreu um bocado nas mãos dos Comensais e isso seria apenas uma compensação por tudo o que ela fez por mim. — Nesse momento ele pausou percebendo que ela sabia do que ele estava se referindo. — Eu peço que você compreenda Hermione, foi muito difícil para mim, ter consciência dos meus sentimentos, e cuidar em protegê-la. Eu não poderia sequer imaginar que tudo o que eu passei com Lílian voltasse a se repetir. Eu não suportaria perder novamente a mulher amada para Voldemort. — Ele acabara de se despir de todo e qualquer pudor.

— Mas agora não há mais guerra... E eu estou aqui. — ela o procurara com um propósito e vê-lo com vida só melhorou tudo. Perceber o olhar dele com tamanha intensidade sobre ela lhe dera a coragem suficiente para se aproximar mais. — Eu precisava lhe ver e não descansaria até que o encontrasse. Ouvir sobre seus sentimentos me fez pensar que era isso que faltava na minha vida.

Eu preciso de você, Severo. — ela tocou o rosto dele suavemente, os dedos delicados percorreram as linhas de expressão ao redor dos olhos e desceram em direção aos lábios, que se abriram ante o toque dela.

Severo Snape nunca se achara um homem tocado pela sorte, fizera várias escolhas erradas e saíra delas pagando um preço muito alto. Mas ouvir aquelas poucas, mas sinceras palavras o fizeram pensar que aquele sim era um momento mágico. Ele capturou os dedos dela e os beijou delicadamente. — Por uma fração mínima de tempo os olhares deles se encontraram antes que suas bocas se tocassem sôfregas. — As palavras eram desnecessárias já que seus corações já haviam se desnudado.

O beijo foi se aprofundando enquanto seus corpos se mantinham colados. A mão dele deslizava pelas costas dela, certificando-se que aquilo tudo era real.

Ela reagia ao toque dele com pequenos suspiros e seu corpo estava trêmulo.

Ele a encostou na bancada expondo a pele alva do pescoço, depositando pequenas mordidas, e percorrendo seu colo com a língua até alcançar os limites do decote de seu vestido. Cada nova investida dele fazia com que ela gemesse baixinho, e subitamente ele se deu conta de que talvez ela não tivesse muita experiência nesse campo. — ele se afastou um pouco e perguntou.

— Hermione , você já... — Merlin isso era embaraçoso. — você ainda é... – ele não sabia como perguntar isso sem ofendê-la.

Ela deu um pequeno riso nervoso ante o embaraço dele e respondeu.

— Não eu nunca estive com outro homem antes, se é o que você quer saber. Sempre desejei que esse momento fosse especial e com a pessoa certa. E sei que valerá à pena ter esperado. — ela o olhava com desejo, o rosto esfogueado por conta dos beijos e carinhos.

Ele sentiu-se lisonjeado pelas palavras delas, e sabia que não podiam permanecer ali naquele local tão pouco confortável. Segurou sua mão e depositando um beijo cálido em sua face disse:

— Venha, nós precisamos de um local condizente, não quero que sua primeira vez seja entre frascos de poções e caldeirões. Você merece algo melhor. — e a conduziu para seus aposentos.

Entraram em um quarto amplo onde uma grande cama reinava no centro.

Severo retirou a pesada capa colocando-a nas costas de uma cadeira, ficando apenas com as usuais calças pretas e a camisa branca. Mal se virou e viu que ela estava parada no mesmo local, olhando ao redor, reconhecendo o ambiente.

Aproximou-se dela, abraçando-a delicadamente e perguntou:

— O que houve? Você não quer... Eu posso enten...

Ela o calou com um beijo intenso, profundo. — Não existe nada que eu queira mais que me tornar sua, por favor, Severo... — ela disse quase num sussurro e o puxou novamente buscando a boca dele com volúpia e começando a abrir os botões da blusa de linho branco.

Ouvir o nome dele na voz dela fez com que as mãos dele fossem ágeis ao começar a se desvencilhar do leve vestido que ela usava, deixando-a apenas com o conjunto de lingerie que pouco escondia suas formas. Ele tentava se controlar para não ir rápido demais. Ele a desejava mais que tudo e queria ofertar-lhe uma primeira vez inesquecível.

Ele se abaixou um pouco para terminar de se livrar da calça, e não resistiu ante a visão dela à sua frente. Um misto de menina e mulher, a pele clara e macia, arfando de desejo. Começou a beijar cada parte do corpo dela, roçando os lábios pelos mamilos rijos de excitação que insistiam em tentar escapulir do sutiã como se ansiassem pelo toque da sua língua. Desceu em direção a sua barriga plantando beijos que a fizeram arfar, e foi guiando-a em direção ao leito.

Sentou-a na beirada da cama e se ajoelhou retirando suas sandálias, e deslizando as mãos por suas pernas, até chegar à região interna de suas coxas, deleitando-se com a pequena amostra do que estava por saborear.

Ela estremecia a cada nova carícia e olhava com desejo para o corpo dele, principalmente para o volume que se insinuava por sob a cueca preta.

Foram se aconchegando na cama conhecendo seus corpos e testando as sensações que cada um oferecia ao outro. Em breve mais nenhum tipo de tecido se interpunha entre eles e somente se ouvia o roçar de pele contra pele, além dos gemidos cada vez mais intensos.

As carícias se tornaram mais e mais ousadas, ele provava seus fluidos percorrendo a língua por entre seus lábios e clitóris, em movimentos circulares, estimulando-a com os dedos até que ela estremeceu violentamente em um primeiro orgasmo. Ele então soube que ela estava pronta para se tornar dele integralmente.

Levantou-se um pouco para se posicionar melhor enquanto se deliciava ante a visão dela com os olhos esgazeados de prazer. Encaixou-se entre as pernas dela, roçando seu membro rijo pela sua entrada como se pedisse licença para entrar.

Ela abriu mais as pernas deixando o caminho livre para que ele a penetrasse.

Puxou-o para mais perto de si enquanto sussurrou em seu ouvido:

— Me faça sua ... Agora!

As palavras tiveram o efeito de uma descarga elétrica. Nada poderia ser mais estimulante que ouvi-la clamando por ele. Projetou seu corpo sobre o dela testando a resistência que ainda havia entre eles. Não queria machucá-la, mas era difícil controlar o desejo de possuí-la. Buscou sua boca enquanto deslizou um pouco mais em direção às suas entranhas. Ela deu uma pequena estremecida quando finalmente ele se projetou dentro dela. Uma pequena lágrima correu de seus olhos e ele a capturou com um beijo terno sussurrando.

— Minha para sempre...

Lentamente ele foi estabelecendo o ritmo, cadenciando os movimentos na medida em que ela pedia por mais. Ela enterrava as unhas em suas costas e o enlaçava ampliando sua abertura enquanto ele a estocava cada vez mais forte até o momento em que ela começou a gemer mais e mais alto e ele percebeu que não suportaria mais. Seu gozo foi intenso, e todo seu corpo se retesou enquanto o líquido quente se mesclou ao sangue e umidade dela. Deixou-se cair sobre ela exausto, porém pleno.

Alguns minutos se passaram e ambos estavam absortos em seus pensamentos.

Ele finalmente a deixara e repousava abraçado às costas dela, enquanto seus dedos brincavam com seus seios fazendo-a se arrepiar. — Foi o primeiro a falar:

— Nunca em toda a minha existência eu vivenciei algo próximo do que vivi aqui contigo. Não existem palavras para mensurar o que você me proporcionou Hermione. Minha vida se divide em antes e depois de hoje. — Ele mordiscou sua nuca, e ela gemeu em aprovação, aconchegando-se mais ao seu corpo, até sentir algo rígido roçar-lhe as nádegas.

— Eu só posso agradecer a hora em que descobri tudo. Se não fosse assim eu jamais poderia estar aqui. — Ela se virou colocando-se sobre ele e encarando os olhos que voltaram a brilhar enquanto descia sua boca para um beijo cheio de luxúria. — Eu te amo Severo Snape e por mais estranho que isso possa parecer aos outros, eu não consigo me ver sem você. Sei que precisaremos resolver várias coisas, mas no momento só consigo pensar em uma segunda dose de você.

Ele grunhiu em resposta enquanto buscava seu corpo ávido de carícias.









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