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Sábado, onze horas da noite. Totalmente Apaixonada. Totalmente amando e sendo amada. Minha banheira.
Bom vou ter que contar o que aconteceu.
Quando cheguei à salinha do capitão hoje a tarde, fui totalmente prensada contra a parede, por um corpo masculino muito forte. Advinha quem era? Se pensar no cara, mas lindo desse mundo, acertou.
Sabe, ele começou a me beijar de um modo totalmente enlouquecido, parecia que sentia muita falta de mim. E eu que não ia discordar desse sentimento.
Sua língua, logo encontrou a minha, a as borboletas voltaram, e muito, mas muito rápido. Sempre que avança o beijo, mais eu ficava embriagada, e nem me importei aonde isso iria parar. Nem sabia se pararia. Nem queria que parasse.
Rapidamente sua boca foi descendo de encontro ao meu pescoço, me mordendo e chupando, hora me beijava com paixão.
Mas aquilo estava me deixando louca por que eu também queria fazer alguma coisa também. E bem devagarzinho fui tirando a camisa dele botão por botão. Logo notei que ele parou o que estava fazendo com o meu pescoço, para me olhar confuso.
O encarei também, e bem determinada tirei a camisa que já estava aberta. Seu corpo era lindo e não resisti em tocá-lo mais.
Nem me fiz de rogada, o toquei com as pontas dos dedos, e logo notei que sua pele estava ficando arrepiada.
E com as mãos ele também começou a abrir a minha própria camisa, e na hora me dei conta de que como o havia torturado com a minha pequena brincadeira.
Ele parecia maravilhado com o que estava acontecendo. E não pude negar que eu também.
Logo, já estava sem sutiã, e me sentia arrepiada com o que ele estava fazendo com os meus seios, nunca pensei que aquele lugar poderia causar tanto excitamento no meu corpo, ele hora os acariciava com as mãos e hora com a própria boca.
E quando me dei conta estava deitada em cima da mesa, com as táticas de quadribol jogadas no chão.
Estava completamente sem reação, totalmente anestesiada pelo prazer, e quando dei por mim, ele estava beijando o meu umbigo e tirando lentamente minha calcinha, e quando um resquício de sanidade passou por mim, e pensei em pará-lo, quando senti sua língua na minha intimidade.
Ele estava brincando com ela, dava para ver, mas não dava pra pensar, o prazer que me passou a me engolfar, cada vez mais, e o que no inicio daquela maravilhosa brincadeira, eram pequenos gemidos incontidos, agora eram gritos, não me preocupava em escondê-los, o queria fazer ver e ouvir o que eu estava passando com a língua dele.
Grandes espasmos passavam por mim, cada um mais próximo que o outro, e gemendo cada vez mais alto, senti que subia a superfície de um mar de prazer que passava entre os meus poros.
Senti seu corpo sobre o meu, e o abracei com amor, que nem sabia que podia sentir, e foi quando eu ouvi, bem baixinho um:
-Eu te amo...
E naquele momento soube o que deveria ser dito ou ao menos sentido, e disse, um Eu também amo você!
O senti mexendo no bolso de sua calça, de onde tirou uma pequena caixinha...
- Quer ser minha namorada, Ginevra Weasley?
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