Capítulo 2
Gwen então virou na direção da porta e seguiu na direção dos seus aposentos. O que ela não contava era com a surpresa que a estava esperando, no quarto.
No momento que Gwen tomou consciência de quem estava no seu quarto esperando, investiu-se rapidamente da sua máscara de frieza habitual, fez uma reverência e se aproximou da mão estendida e beijou o anel com o sinete da família Slytherin.
Seu pai mandou que levantasse. Como em outras ocasiões, Gwen ficou de cabeça virada para baixo como ele assim gostava. Pois ele acreditava que as mulheres não valiam nada, a não ser em raras ocasiões. Como para procriar e ficar calada obedecendo às ordens dos homens 'Seres' supostamente superiores.
Com muita rapidez Gwen aprendeu a lidar como o pai. Pois toda vez que se descuidava das suas supostas obrigações, seu pai lhe castigava com os piores tipos de castigo.
Agora nesse momento ela sabia que provavelmente ela iria receber um desses castigos. Imaginava o porquê...
De repente o Duque deu um tapa em seu rosto pegando-a desprevenida, apesar de estar pensando sobre os castigos e conhecer o pai. O único barulho vindo dela foi um soluço.
- Não se atreva a chorar, menina. Você sabe que tinha que me obedecer. Fiquei sabendo de suas estripulias.
Gwen rapidamente olhou para ele e voltou os olhos para baixo.
- Quem te deu autorização para sair deste Castelo e ir para o Castelo do idiota do meu primo? Quem falou que você poderia confraternizar com o idiota do meu primo no reconhecimento da sua bastarda? - então flashes do reconhecimento da prima vieram a sua memória, como o primo estava feliz por ter encontrado a filha, o brilho no olhar do Sir Tiago agora seu marido olhando para a prima e principalmente o olhar penetrante de certo conde... Rapidamente Gwen tratou de expulsar as lembranças, pois seu pai poderia perceber que ela não estava prestando a atenção, apesar de que estava de cabeça baixa como mandava o decoro.
E se por ventura ele percebesse daria então mais motivos para atormentá-la.
Então voltou a prestar a atenção ao que o pai falava. - E o mais importante, por que você avisou sobre a fuga daquela bastarda. - agora assim assustada, pois como o pai conseguira saber que foi ela quem contou para o Conde Sirius? Olhando atentamente para ela, percebeu seu assombro e manteve o suspense. - Nunca me subestime. Eu sei de tudo que acontece nesse castelo. - dando a lição por encerrada, virou-se e caminhou na direção da porta, mais ainda deu um último recado. - Nunca mais quero saber que você olhou, falou ou chegou perto daquele tal de Conde Sirius. - Depois saiu fechando a porta, trancando-a.
Gwen finalmente pode respirar aliviada.
Num outro canto do castelo...
N/A: Beijos para todas vocês e agradeço pela a paciência.
Bruxicca