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3. Novidades de Hogwarts


Fic: Harry Potter e o Príncipe Mestiço - 4 ANOS de FIC em andamento


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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    Sara, Juliane, Katie e Susan, desceram da
limusine, sob os olhares atentos de alguns garotos que por ali passavam. Elas
eram realmente bonitas e pelo que notaram, ricas. Logo depois delas chegou dois
carros velhos, provavelmente do Ministério da Magia, pois tinham o selo mágico
que somente bruxos conseguiam enxergar. Sara observou pessoas estranhas saindo
de dentro deles, enquanto os garotos ainda a olhavam, cobiçosamente.

    Primeiro saiu um homem estranho, com um chapéu cocô, cobrindo
o olho giratório, era o professor de DCAT do seu quinto ano, Alastor Moody, logo
depois saiu um homem com vestes esfarrapadas e remendadas, com aparência
doentia, era seu professor de DCAT do quarto ano, Remo Lupin. Ela pensou em se
adiantar e cumprimentar os antigos professores, mas logo depois saiu um garoto
que ela achava ter o maior ego do planeta.

    Mesmo que ela o achasse um mentiroso, não pode deixar de
prender um pouco a respiração quando ele saia do carro. Ele tinha um ar não
muito alegre, seus olhos verde vivo pareciam demonstrar grande poder interno,
tinha horas que ela não queria admitir, mas viu feixes de luz dourada dentro
deles. Quando os olhares se encontraram ela lutou, mas não conseguiu conter o
impulso de suas pernas fraquejarem "Que olhar misterioso...".

    Harry desviou o olhar da garota, ele não tinha nada que ficar
trocando olhares quando tinha que se preocupar em como matar Voldemort. Ela era
bonita, mas Harry já tinha realmente o que fazer, mesmo que a contra-gosto. Foi
para atrás ajudar Remo a tirar os malões do porta malas.

    Sara tinha que admitir que ele não parecia tão arrogante
quanto imaginara, passava experiência pelo olhar. Nunca havia puxado assunto com
o garoto e sempre que suas amigas começavam a falar do "Menino-Que-Sobreviveu"
ela desviava sua atenção para coisas mais "interessantes". Depois que notou que
ainda observava Harry, recebendo um abraço paternal de despedida de Remo Lupin,
ela desviou o olhar e continuou seguindo as amigas, pela estação enquanto apenas
concordava com "Uhum" e "Concordo".

    Por mais estranho que parecesse, Sara, apenas pelo olhar de
Harry, começou a pensar, em pensar, sobre em tudo o que deduzira do garoto. Mas
esse pensamento foi apagado quando uma de suas amigas deu um gritinho exaltado.

   – Ai! Até a Sara achou ele diferente... Gato né! – Exclamou Juliane.
Harry era um galinha, provavelmente qualquer garota de Hogwarts se jogaria aos
seus pés, excluindo talvez as que quisessem algo com Draco Malfoy e Sara
é claro, não se rebaixaria a tal escalão de escolher uma das opções, sabia muito
bem que Malfoy era filho de comensais.

    Elas passaram pela barreira e já entraram no trem para pegar
uma cabine vazia. A viagem começou e elas iam conversando sobre "garotos".
Francamente esse assunto já estava enchendo a paciência de Sara. A paz da viagem
só foi interrompida quando alguns alunos primeiranistas, estavam passando pela
cabine, aos montes, e Draco Malfoy e seus capangas cruzaram o caminho deles,
derrubando todos, bem na frente dos olhos de Sara, só restando xingamentos para
os sonserinos, que não deixariam barato.

    – Seu loiro lambido! – ouviu-se uma voz. Sara colocou a
cabeça para fora da cabine e viu que um garoto primeiranista sofria nas mãos do
monitor Draco Malfoy.

    – Do que foi que você me chamou? – perguntou Malfoy se
abaixando para fitar o garoto caído.

    – D-d-de nada... – concertou.

    – Ótimo, agora vá para sua cabine antes que eu desista –
ordenou, se voltando e continuando a "patrulha".

    As amigas na cabine se entreolharam.

    – Francamente Katie, aquele cara é muito infantil – comentou
Susan.

    – Mas é lindo – retrucou sem pestanejar. As amigas reviraram
os olhos e continuaram com outra conversa.


    – O que você quer Malfoy? – perguntou
Harry bruscamente de sua cabine.

    – Eu diria para você se cuidar Potter – opinou cinicamente Malfoy.
– Só isso.

    – Ótimo, agora dá o fora! – retrucou zangado. Estava sozinho
na cabine, mas não tinha medo algum dos capangas. – Você está poluindo o meu ar.
Ou quer virar lesma?

    – Ora seu...

    – Me diga, quando que o inútil do seu pai vai fugir, to
bolando um plano aqui para colocá-lo de volta – Harry estava gostando de ver a
vermelhidão no rosto de Draco. Estava bombeando a sua frustração para ele, assim
como fez com Duda.

    – Furunculus! – bradou Draco apontando a varinha para
o nariz de Harry, que á estava com a varinha em punho.

   – Protego! – Harry deu um sorrisinho desdenhoso. O raio
ricocheteou e acertou Crabe, que gritou de dor – Que coisa patética Malfoy, isso
ai é muito fraquinho.

    – Malfoy – começou a voz de uma monitora-chefe da Lufa-Lufa,
fora da cabine. –, se não quiser complicar as coisas para você, já de início de
ano, aconselho a você se retirar. – Draco, muito a contra gosto foi para a sua
respectiva cabine, com Carbe guinchando de dor atrás.

    – Potter me paga – essa foi a ultima coisa que se ouviu
falar.



    Sara e suas amigas estavam conversando, até que ouviram as
palavras "Potter me paga", vindas do corredor. Quando olharam um Malfoy muito
vermelho de fúria, era seguido de dois gordos sendo que um reclamava de grandes
furúnculos no nariz.

    – Já querendo aparecer no inicio do ano, azarando – comentou
Sara, balançando negativamente a cabeça.

    – Foi o Malfoy que entrou na cabine do meu Harry... –
disse Juliane.

    – A propósito, nossa amiga aqui agora vai estudar com o
Menino-Que-Sobreviveu, e vai ter que nos contar as coisas que acontecem – impôs
Susan.

    – É mesmo... – Juliane olhou para Sara e disse. – Que tal dar
uma passadinha na cabine dele?

    – Já deve estar cheia de garotas – rejeitou Sara.

    – Ah... ele não é galinha Sara! Só tinha uma quedinha pela Cho e como nós lhe contamos ela já esta com o Miguel.

    – Vamos lá Sara – ordenou Susan, já se levantando para abrir
a porta. – Você terá que se apresentar para ele mesmo, você tem dois anos pela
frente, para agüentar o "Ego" que você acha que ele tem... vamos...

    – Eu mereço amigas que me consolam... – decepcionou-se Sara.

    – Eu não vou – disse Katie decidida.

    – Tudo bem... Não vai perder nada.



    Harry estava novamente esfriando a cabeça
na na superfície fria da janela, enquanto Rony e Hermione patrulhavam. Neville
tinha passado por lá, mas foi para outra cabine, parecia meio envergonhado, mas
Harry achou melhor deixar pra lá. Houve um barulho na porta da cabine e Harry se
virou para ver quem era.

    – Oi Harry – disse uma ruiva bonita da sonserina, com um belo
corpo. – Podemos nos sentar ai? – Harry se lembrou vagamente dela usando
distintivos "Potter Fede" e "Weasley é nosso rei", mas depois olhou que ela não
estava sozinha e seria muita falta de educação recusar quando a cabine estava
praticamente vazia.

    – Tudo bem – disse tristemente. Veio a sua mente, que o nome
da garota era Juliane. Harry não soube da onde mas sabia. – Juliane?

    – Isso! Juliane Perks – ela pareceu maravilhada que soubesse
o seu nome. Harry olhou as outras e se lembrou delas descendo da limusine negra.
– Essas são Susan Sackhart e Sara McLagan.

    – A filha do ministro? – indagou.

    – Sim, algum problema? – questionou agressiva Sara.

    – Não... eu apenas conheço de vista seu pai – defendeu-se.
Não esperava tanta agressividade de uma grifinória e tanta camaradagem de uma
sonserina. – Você não tinha parado de estudar ano passado? – Sara abalou-se um
pouco quando olhou nos olhos de Harry.

    – É... infelizmente me atrasei um ano e vou ter que estudar
com você, mas eu aproveitei bem... – Harry agora notara que os olhos da garota
eram castanho-esverdeado, muito bonitos. Percebendo que Sara estava se
esquecendo das amigas, Juliane interveio.

    – E como foram as férias? – perguntou ela para Harry. Este se
virou e olhou erguendo uma sobrancelha, como se aquilo fosse meio óbvio.

   – Boas na medida do possível – respondeu secamente se virando para
olhar a janela, depositando a sua cicatriz sobre ela, descontraidamente. Odiava
aquela pergunta e não esquecia fácil dos distintivos.

    – Ela fez uma pergunta amigável, não precisa ser tão idiota –
protestou Sara. Harry indignado a fitou incrédulo.

    – Olha quem está falando – o olhar indignado de Harry
perfurou Sara. Ele realmente sabia se expressar usando os olhos, os óculos não
atrapalhavam em nada, lhe davam um ar diferente, apenas. Sara ia abrir a boca
para retrucar quando Susan interveio.

    – Você poderia me dizer como fez "O Incidente dos Alfeneiros"?
– Susan era extremamente curiosa, sempre fazia perguntas capciosas nas aulas.
Harry respirou fundo.

    – Não sei como fiz... não sei o que significa...

    – É para ter algum significado? – Harry pensou no que ia
dizer. Na verdade tudo que envolvia a sua cicatriz tinha um significado...

    – Deve ter – disse. Harry olhou novamente para Sara e ela
tomou um susto. Os olhos de Harry passaram de verde-vivo para dourado por breves
segundos, sendo que somente ela viu. Harry sentiu uma sensação estranha, sentiu
o ímpeto do poder, mas estava num trem e se controlou para não pegar a sua
varinha e começar a disparar feitiços para todo o lado, para se testar, para
saber do que era capaz.

    – O que foi Sara – perguntou Juliane, quando a amiga segurou
o braço da outra amiga. Ela ficou quieta. Harry percebeu que algo deveria ter
acontecido.

    – Desculpe... – retrucou pensativo. A ultima vez que seus
olhos brilharam foi quando teve uma briga com Snape e Monstro, na sede da ordem.

    – O que? – perguntou Susan incrédula.

    – Nada Su... – disse Sara. Harry se voltou para a janela e
recolocou sua cicatriz sobre ela, batendo e entortando seus óculos. Ele ouviu um
"creke" e sentiu a armação afrouxar. Tirou o óculos e viu que a armação partira
no centro. O efeito de seus olhos deveria ter enfraquecido-a.

    – Você é um gato sem óculos – elogiou-o Juliane. Harry não
deixou passar despercebido o interesse da garota.

    – Pde até ser, mas sem eles, sou cego como uma toupeira – Susan riu, Juliane torceu a cara e Sara ainda estava pensando no que havia acontecido, o
fitando incrédula. Ele sem óculos era realmente bonito "Ora ele é o Potter,
sempre atrás da fama, não seja ridícula
" disse uma voz na sua cabeça, "Ele
adoraria ter a filha do ministro aos seus pés
". Nisso os seus pensamentos se
dissiparam e ela voltou a se tornar agressiva. – Oculus Reparo! – Harry
analisou o óculos, inteiro novamente. Fitou Sara, que ainda o olhava. – Se não
for muito incomodo, mas o que você tinha para fazer ano passado? – Sara pensou
em ser agressiva, mas iria impor respeito se ele soubesse o que estava
aprendendo.

    – Estava aprendendo a duelar na França com Jaques Lamoier
respondeu superior. Harry nunca ouvira falar daquele nome, por isso
levantou as sobrancelhas, mas não querendo parecer desinformado continuou.

    – Ah que bom... não perdeu nada ano passado – respondeu. –
Principalmente em DCAT – Harry se virou para Juliane e perguntou. – Você fazia
parte da brigada inquisitorial? – se ela não tivesse feito, Harry poderia pelo
menos pensar na possibilidade dela ser uma sonserina "diferente".

    – Ela fez – respondeu Susan. Sabia que ela iria mentir.

    – Ah! – disse Harry sorrindo amarelamente. – E você ainda tem
os distintivos "Potter Fede" e "Weasley é nosso rei"?

    – Tem – completou Susan, acabando com as chances de Juliane
com Harry. – Mas não ligue Harry, ela já se redimiu – Susan sabia que isso não
adiantaria, Harry continuaria a ser indiferente com Juliane. Juliane a olhava
mortalmente. Susan percebeu o clima entre Harry e Sara.

    – O que é brigada inquisitorial? – perguntou Sara para Susan,
mas Harry respondeu.

    – Não sei se você recebeu muitas noticias do que estava
acontecendo em Hogwarts, lá na França, mas nós tivemos umas intervenções daquele
ministro inútil, o Fudge. Ele colocou uma tal de Alta Inquisitora, que fez uma
quantidade enorme de regras ridículas. Depois que ela se tornou diretora, depois
de Dumbledore fugir, ela criou a "Brigada Inquisitorial", composta de alunos da sonserina, que repreendia a todos os demais, examinava nossas correspondências
fazendo "boas piadas" e além disso se aproveitava do poder descontando uma série
de pontos das outras casas.

    Harry se virou e relembrou de uma cena de alguns meses atrás.
Juliane o chamando de Potter Pirado, em altos brados.

    – Eu não sou mais tanto Potter Pirado agora, não é? – riu
desdenhosamente e recostou a testa novamente na janela. Susan abafava risadinhas
e Juliane estava corando.

    – Aquele ano foi difícil para você – completou Susan.

    – Acredite... esse ficou pior – interpôs Harry.

    – Como assim? O que aconteceu?

    – Não quero falar sobre isso, tudo bem? Não falei sobre isso,
nem com o Rony ou a Mione – disse pensando em Sirius e na profecia. Sara o
fitava desconfiada – Algum problema, Sara? – disse amavelmente, lhe dando um
sorriso.

    – Não Potter... – disse abalada.

    – Voltamos Ha... – Rony entrava pela cabine e olhou as
companhias de Harry, então sorriu – Bem acompanhado...

    Rony e Hermione entraram e depois das devidas apresentações,
a conversa retornou para Sara, que estudaria com eles este ano. Juliane
aparentemente desistiu de lançar diretas e indiretas em Harry. Susan parecia
achar graça nisso. Harry ficou quieto o resto da viagem, olhando para a janela.
Estava muito difícil conversar com pessoas novas ultimamente, sempre curiosos
demais. Ficou contente em saber que não lhe faziam perguntas, além das de Susan.

   Sara achou a atitude do Potter, não convinha com sua reputação, mas
procurou não demonstrar interesse nas histórias dele, portanto não perguntou.


    Teria dois anos para conhecer o verdadeiro Harry.

   

    A cerimônia de seleção iria começar. Harry sentou ao lado de
Hermione. Sara, por falta de opção, sentou-se ao lado de Harry.



    – Então Sara... – começou Harry. Ele iria perguntar o que
exatamente ela aprendeu, mas foi interrompido.

    – Me chame McLagan. Potter não lhe dei intimidade para me
chamar de Sara.

    – Nossa isso é só para impor respeito? – indagou pensando que
ela queria mostrar que era filha do ministro.

    – É para você não achar que tem intimidade, Potter – retrucou
nervosa.

    – Mas por favor, me chame de Harry – pediu Harry. Potter era
um nome muito conhecido e ele preferia ser o Harry. – Eu gosto de ser só o
Harry... sabe?

    – Vou pensar Potter – retrucou pensativa, em porque ele
queria ser só o Harry.

    – Ta mas voltando ao assunto... O que você exatamente
aprendeu com aquele francês?

    – Jaques, me ensinou duelos avançados, coisa que não
ensinam em Hogwarts.

    – Você vai ser auror?

    – Prentendo... e você? Escritor? Vai fazer livros de
auto-bibliografia? – perguntou com desdém.

    – Não sou Lockhart, sabia? Não eu serei auror também...

    – Ah! Que coisa... – irônica.

    – Qual o seu problema? – perguntou incrédulo.

    – No momento é o seu papo – responde feliz.

    – Ãh? Que foi que eu fiz?

    – Você acha mesmo que todos caem aos seus pés, e pedem
graças, só por causa dessa cicatriz e um monte de histórinhas pra boi dormir? –
disse com se aquilo fosse óbvio.

    – Eu acho que você...

    – Você não acha nada Potter – Harry ergueu as sobrancelhas.
Ela estava achando que ele era um heróizinho trágico, que gostava da fama.

    – Tá... eu não acho, eu tenho certeza de que você está sendo
precipitada demais, na sua decisão de como meu caráter é – retrucou zangado
virando-se para conversar com Mione. Sara ficou feliz que ele tenha parado de
tentar fazer "amizade" com ela e permaneceu em silêncio. Sabia que ele era um
ser que não prestava, que estava sedento por algum escândalo na imprensa, louco
para ver seu rosto na capa do Semanário das Bruxas.

    A cerimônia de seleção passou tranqüilamente. Dumbledore se
levantou para dar seus anuncios.



    – Caros estudantes, bem vindos! – começou
animado. – Não vou importuná-los com a voz asmática de um velho gagá. Tem gente
aqui que provavelmente não agüenta mais ela – disse dando uma piscadela na
direção de Harry. – Apenas duas palavras – ergueu as mãos e as abaixou: – Bom
Apetite
.

    O jantar foi suculento e Harry olhou de esguelha para Sara.
Comia como uma madame, provavelmente a limusine era dela, pareceu ser uma pessoa
extremamente metida, para Harry, mas não deixava de ser bonitinha. "Eu vou
fazer ela ver que eu sou de verdade...
"

    – Me alcança o saleiro, por favor – pediu Harry a Sara. Ela
pegou o saleiro e o entregou a Harry. Quando suas mãos se encostaram, uma
sensação esquisita passou pelo corpo de Harry. Os olhares se encontraram, mas
foram rapidamente desviados. Nenhum dos dois tinha certeza do verdadeiro caráter
do outro.

    Quando o banquete terminou, Dumbledore se ergueu para dar os
avisos.

    – Bom... como vocês sabe, Filch tem uma lista das coisas
proibidas, colada na porta da sala dele. Acho que aumentou consideravelmente,
desde que abriram uma loja de logros nova, no beco diagonal... enfim, vamos as
coisas relevantes.

    "É expressamente proibida, a floresta proibida. Infelizmente,
a guerra está prestes a estourar e vamos evitar mais acidentes, diminuindo a
freqüência e alternando os horários de visitas a Hogsmead – todos ficaram
extremamente irritados com a revelação. – Mas para compensar tal perda, eu e os
professores decidimos que um baile de inverno para os alunos acima do terceiro
ano, compensaria a perda. Por tanto, arranjem trajes sociais até as férias de
Nata."

    "Este ano, re-re-reabrimeremos o clube de duelos, com um
professor que virá da França. Ele ainda não chegou, mas assim que chegar irá se
apresentar devidamente, alguns de vocês podem conhece-lo, Sir Jaques Lamoier.
Ele ficou encantado com o convite e está ansioso para nos ensinar a duelar
contra os Comensais da Morte. Alguns de vocês já tem uma certa experiência
nisso, mas sempre é bom se aperfeiçoar..."

    – Ele é bom professor? – perguntou Harry a Sara.

   – É severo, mas sabe quando se tem talento e quando se tem lábia...
– disse dando uma indireta em Harry. Ele ficou contente que nesse encontro irá
provar que não é apenas "Harry Potter".

    "Também temos o orgulho de apresentar nosso novo professor de
DCAT, professor Felix Felicius.

    Harry teve um aperto no coração, agora conseguiu se lembrar,
era o mesmo homem que havia visto no sonho. Era idêntico a um velho leão, ele se
levantou e fez uma reverência.

    – Algum problema Harry? – indagou Hermione.

    – N-não.. é que... – Harry olhou para Sara que parecia não
estar prestando atenção a ele –, é que eu vi esse professor de DCAT, no meu
sonho, antes daquela coisa acontecer – disse sussurrando. – foi ele quem tocou
minha cicatriz.

    – Harry, você tem certeza? – Harry balançou
positivamente a cabeça.

    – Depois conversamos sobre isso, agora estou morto de sono –
disse Harry se levantando e indo para o dormitório. Dumbledore já havia liberado
a todos.





 



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