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2. Um show de vizinha!


Fic: Um Show de Vizinha STAND BY


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A sentença veio pela manhã, eu mal tinha colocado minha tortinha de abóbora na boca quando minha mãe sorriu cúmplice ao meu pai, ela pigarreou e então falou:

-Eu e seu pai vamos viajar. –e depois completou. – Vai ser como uma segunda lua de mel.

-Que legal. – respondi sem muito interesse, eles iriam viajar, e daí? Melhor para mim.

-Você vai ficar na casa da senhora Figg. – eu engasguei.

-O que? Quem é a senhora Figg?

-Uma amiga... – as palavras passaram pelo bigode antiquado que ele teimava em deixar crescer, ele usava uma voz grossa, a do tipo usada antes de um jantar beneficente.

-Um momento. Eu não preciso de uma babá! Eu já tenho dezessete.

-Por isso mesmo. – mamãe interveio. Ela é do tipo calmo, ao contrário do meu pai, desde que ela chegou aos cinqüenta parecesse que fazer minhas vontades passou a ser seu passatempo favorito.

-Mas... vocês não confiam em mim? – coloquei a mão no coração e revirei os olhos teatralmente.

-Não. Você é irresponsável e mimado. – mamãe mais uma vez falou, mas dessa vez, eu não vi tranqüilidade alguma de baixo dos seus charmosos olhos azuis.

-Tudo bem, mas, eu pelo menos vou poder sair. O Sirius vai pirar se eu não puder acompanhá-lo até o Dirt Bar. – sorri convincente. – Sabe mãe, Londres precisa de mim!

-James, ela, a senhora Figg, não mora em Londres. – Ah, isso é ótimo, ela não mora... eh?

-Como assim, ela não mora em Londres? Vocês só podem estar fazendo uma piada. Onde estão as câmeras? – me levantei da mesa para poder encarar meu pai, depois dei uma volta pela sala, ao que parecia isso não era uma brincadeira..

-Câmeras? Nós estamos falando serio James, você vai para Surrey.

-Sunday? Ótimo! Vou ficar numa cidade com nome de sorvete. – falei ironicamente voltando a me sentar na cadeira.

-Não é Sundey, engraçadinho, é Surrey.Uma linda, tranqüila e pacata cidade no coração da Inglaterra. – mamãe falou maldosamente, eu percebi o prazer que ela tinha em me mandar para uma cidade aonde nada de emocionante pode acontecer, ela era mãe, e é isso que as mães fazem não é?

Não vale a pena falar sobre o restante do meu horroroso breakfast, como diz Lisa, a cozinheira americana que meu pai contratou em vez de “explorar” um elfo, como diz mamãe. Então eu fiz o que todo adolescente dependente dos pais faz quando não aceita alguma coisa, eu fui mal educado, e voluntarioso.

-James não faça essa cara. – papai me reprimiu enquanto me ajudava com o restante das malas.

-Não é porque eu sou obrigado que eu tenha que achar bom. – sorri ironicamente. – Vocês têm idéia do que estão fazendo comigo? Digo, Longe do Almofadinhas, do Aluado e do rabicho? Isso não é justo gente, não é. – eu puxei o restante das malas enquanto meu pai murmurava um feitiço. E... bye, bye malas. – Mãe... – falei em um apelo final. – Por favor...

-Já chega James. Nós amamos você. – dito isso, ela me empurrou para dentro da lareira e antes de jogar o floo em mim, a senti pegar minha varinha do bolso. -Só para prevenir. – sorriu e jogou. – Rua dos Alfeneiros número seis.

E eu vi seus olhos azuis desaparecerem no meio da fumaça, e o sorriso do meu pai... Eles iriam ficar um mês no Havaí, em lua de mel, sem mim...

Droga, mil vezes Droga!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

A casa estava escura, a primeira coisa que vi foram minhas malas, depois pude prestar atenção a casa. Classe media baixa, sofás de couro, tapetes exagerados, janela grande de vidro, algumas pinturas feias na parede, cortinas cor de abóbora, tapete verde, e... Oh não, não tinha nem TV, o que era a maior moda entre os muggles, e então eu vi, sentada em uma daquelas novas invenções muggles que fazem massagem estava uma mulher velha, e mais uma penca de gatos...

-Oi. Oi. Oi. Você deve ser o James, não? – ela puxou o ar preso na jaqueta de camurça vermelha e na saia longa de prega quadriculada de verde e então disse aquelas palavras típicas das tias solteironas. – Como você cresceu! – ela pulou do sofá feito um sapo gordo e eu pude ver seus olhos violetas e... Amáveis!?

-É... Sou eu. – ela em foi à direção as minhas bochechas e começou a apertá-las, como se eu fosse um daqueles bebês fofinho de oito meses. Ela me abraçou e eu senti seu perfume doce e exageradamente forte nos cabelos cor de milho.

-Você vai gostar daqui, na frente tem um garoto da sua idade, o menino Daemo, e ao lado tem as garotas Evans. Garotas simpáticas. – ela disse enquanto me empurrava escada á cima, simpáticas? Eu conheço garotas “simpáticas”. Para velhas como à senhora Figg, elas eram aquelas que vão todos os domingos na missa, depois conversam com o pastor e falam sobre seus trabalhos de caridade da semana, depois elas vão até a casa de alguma lady e tomam chá enquanto falam do desfile beneficente da semana que vem. Esse pensamente me fez arrepiar todinho.

-E... obrigado... senhora Figg. – eu não estava gostando de nada, e com certeza não tinha pelo que agradecer, mas ela estava sendo gentil e eu tenho uma droga de coração mole com os velhos....

-Oh, não me chame de senhora, me faz sentir tão velha... - Porque será? - Me chame de Arabella!

-Oh, ok, Se... Arabella. – ela sorriu e bateu três vezes na minha cabeça, bagunçando ainda mais meus cabelos.

-Como você está bonito Jamezinho! E pensar que eu já troquei suas fraudas. – a careta que eu fiz deve ter sido muito eminente, porque no momento seguinte ela deu mais uma batidinha na minha cabeça e saiu do quarto.

-Pontas? – ouvi a voz familiar de Sirius saindo do meu bolso. – Ei cara,cadê você!? – ele disse assim que eu olhei para o espelho. – e onde você está?

Eu suspirei cansado olhando para a cama: “Pelo menos não tem pelos na cama.”

-Cara você ta começando a me assustar...

-Porque não me dão chicotadas de uma vez? – falei passando a mão nos cabelos. – O que eles querem de mim?

-Eu não sei, mas se você não começar a se explicar eu vou deixar o espelho na geladeira... de novo.

Eu finalmente percebi que não tinha dito nada ao Sirius, e que provavelmente ele estaria a um passo de aparatar na minha casa, que está completamente vazia...

-Você não vai acreditar no que meus pais fizeram comigo! – exclamei indo para a janela. – Não vai mesmo!

-Fala de uma vez.

-Eles me mandaram para a casa de uma “amiga” enquanto passam férias no Havaí. Sem mim!

-E daí? Você não queria que eles te levassem junto né... E pensar que eu achava que o senhor Potter não dava mais conta do recado...

-Sirius! Já é bem difícil ficar aqui sem ter que saber o que meus pais fazem numa segunda lua de mel. - o que era realmente o fundo do poço.

-OK, aparata aqui para casa. – eu puxei a cortina da janela, cheia de poeira.

-Não dá. Minha mãe, pegou minha varinha... sem contar que a senhora Figg, digo, Arabella, é um aborto, então nada de magia por aqui! – exclamei tentando abrir a janela. – Droga de janela.

-Eu posso ir ai te resgatar.

-Claro, e quando a Senhora Figg chegar aqui e encontrar o quarto vazio ela não vai surtar nem um pouco...

-Ah, tinha me esquecido desse seu desvio de personalidade... – só porque eu não era um completo sem coração, não significava que eu tinha um desvio de personalidade, mas eu não pude replicar porque a cena da casa vizinha havia tomado minha completa atenção.


Havia uma garota, ela havia acabado de entrar. O quarto estava escuro, mas eu podia com clareza diferenciar as curvas da garota. Alta, cabelos escuros, uma bela modelo de revista, busto médio, cintura fina... Ela foi até o que eu imagino ser um radio e ligou enquanto tirava a blusa.

Por Merlin!

-Tira! Tira! Tira! – sussurrei involuntariamente quando ela parou com a saia meio aberta.

-Pontas? O que esta acontecendo? – havia me esquecido do Sirius, mas nem sua voz poderia me distrair da cena.

-Tem uma garota... A janela... Aberta... Lingerie... Dançando...

-Você pode ser mais explicito? – a garota acendeu mais um abajur, fazendo seus cabelos, vermelhos, reluzirem.

-Tem uma garota ruiva cantando uma musica do radio só de lingerie. Alguém entrou gritando, é uma loira vestida com camiseta e calcinha. Ela... ta segurando uma saia e falando com a ruiva... A ruiva ta... Colocando as mãos nos... Nossa mãe!

-Ah cara; vira o espelho pra eu ver também! – Sirius reclamou do espelho, eu o ignorei, seria uma vingança pessoal... Coisa de maroto.

-Espera! A loira saiu e a ruiva começou a fazer careta para a porta...

-Como assim?

-Ela parece está imitando a loira.. o que é bem engraçado... e sexy... ela voltou... a dançar...

-Ela não se importa de dançar de lingerie?

-Eu não me importaria se fosse uma garota e minha janela estivesse de frente a casa de uma velha solteirona... espere! Ela esta se virando!. – eu abaixei agilmente, enquanto espiava pelo canto da cortina.

-Sirius, é ela! – eu não podia acreditar no que estava vendo.

-Ela?

-A garota da janela, é Lily Evans!

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Dizer que eu não dormi de noite seria uma ironia, eu caí como uma pedra na cama enquanto sonhava com Lily Evans dançando de lingerie só para mim. Não é como se eu fosse um pervertido como o Sirius, mas eu também não era um santo como o Remus. Digo, nos três éramos combinações engraçadas, digo, os marotos.

Sirius Black, Remus Lupin e eu, James Potter, nos autodenominados “os marotos”. Não é como uma gangue de arruaceiros ou algo parecido, era mais como um clube secreto que criamos quando entramos em Hogwarts, Almofadinhas, Aluado e Pontas. Sirius, popular e bagunceiro, Remus, simpático e comportado, eu, um ambivalente de comportamento, hora aluno perfeito, hora bagunceiro perfeito.

Eu, o capitão do time de Quadribol enquanto Remus é o goleiro, já Sirius prefere utilizar seu tempo livre com garotas. Não que eu não goste de garotas, longe disso, mas eu simplesmente sou um fanático por esportes. Remus diz que é porque eu tenho um enorme espírito competitivo, Sirius diz que é porque eu gosto de aparecer, eu acho que é pelos dois motivos.

Nós não nos parecemos mentalmente, nós também não parecemos fisicamente. Enquanto Sirius se mostra cada dia mais alto, com quase dois metros aos dezessete, eu tenho uma estatura meia, e tão pouco passarei e um e oitenta contando com dos cabelos espetados, enquanto Remus se estabilizou nos seus um metro e setenta.

Eu tenho cabelos negros e olhos castanhos ligeiramente esverdeados. Remus, cabelos loiros e lisos de olhos amarelados, Sirius cabelos negros, ondulados e olhos de um azul único. A única coisa em que parecemos de certa forma, é na musculatura.

Quando tínhamos doze anos, alguns sonserinos bateram tanto na gente que ficamos uma semana na ala hospitalar, eles tinham motivo, obvio, mas nos não poderíamos deixar barato. Decidimos então que não queríamos ser um bando de palhaços fracotes, e dois anos depois eu já podia levantar qualquer garota com um braço só. O que ficou bem assustador com o tempo, se você levar em conta que o Sirius tem quase dois metros...

-James! – eu ouvi uma voz ligeiramente conhecida falando, mas meu cérebro demorou alguns segundos para processar tudo o que havia acontecido. Lua de mel, senhora Figg, Sirius, Lily Evans... Senhora Figg?

Eu abri os olhos assustado, tinha a péssima mania de dormir pelado, mas parece que a senhora Figg não ligava muito, ou não enxergava no escuro que só era quebrado pela fraca luz da janela. Eu puxei o lençol rapidamente.

-Oh garoto tolo, eu troquei suas fraldas! – mas eu ainda não era tão bonito... velha tarada...

-Bem, de qualquer maneira senhora Figg... – fiz questão de deixar o “senhora Figg” bem explicito. -... Eu apreciaria não ser acordado... Principalmente tão cedo...

-Sete horas não é tão cedo... – sete horas? Que tipo de maníaco acorda as sete nas férias?

-E sim senhora Figg, bem cedo por sinal. – ela riu... e eu comecei a me arrepende por não ter aceito a ajuda do Sirius.

-Oh, você não acha que seus pais te mandaram aqui para ficar dormindo? - não eu imaginava que eles tinham planos bem piores... – Sabe, vassouras, baldes e o sabão estão na garagem e... Por favor, cuidado com as begônias! – ela saiu sorrindo.

Eu havia entendido direito? Ela estava sugerindo que eu deveria limpar todo o quintal? Todo? Ela estava louca! Definitivamente. O que mais ela queria que eu desse banho nos gatos?

-Ah, e os gatos não tomam banho na água fria... e o secador está no banheiro... – ela completou do outro lado da porta.

-Mas gatos não tomam...

-Os meus tomam. – ela sorriu diabolicamente.

Ótimo, eu estava oficialmente, ferrado!

Eu nunca levei á serio referencias sobre o trabalho árduo, tão pouco cai naquela ladainha de que o trabalho dignifica o homem, aquilo não era para mim, afinal, eu era um “boa vida” e não um burro de carga. Às cinco da tarde, pela primeira vez em meus dezessete anos, eu estava cansado; e me sentiria grato em receber um bom prato de comida, banho e uma cama limpa. Mas não era isso que a senhora Figg achava...

-James, meu garoto! Você não sabe a gentileza que me fez. – ela sorriu com aquele jeito maquiavélico das velhinhas que se fingem bondosas. – Com tudo, eu ainda ficaria muito feliz se você me fizesse um favorzinho... – exploradora de mão-de-obra infantil, aproveitadora...

-Eu estou cansado senhora Figg, eu estou com fome e... – disse e então me cheirei. – fedendo como um porco!

-Oh, claro, claro... Não queremos espantar as visitas, então você pode ir se banhar, avisarei a senhoritas Evans que você não nos dará sua presença essa noite. – ela sorriu. Velha maldita!

-Bem, eu não posso desapontar as garotas... Quem sabe se elas me esperarem... Pelo menos um banho. – sorri galante.

-Acho que posso esperá-lo... Mas não se demore às visitas não devem ficar esperando...


“As visitas não devem ficar esperando”, ela diz. Se ela não tivesse me escravizado, quem sabe a essa hora eu não estaria pronto para enfrentar a Evans e sua irmãzinha, mas não... Olhei-me no espelho espantado, eu estava... Assustador. Meu rosto arranhado pelas unhas dos gatos, minhas unhas e cabelos sujos de terra, minha roupa suja a lama e esterco...

-Bem James Pottter, sem duvida você causa impacto! – disse a mim mesmo tirando e roupa e pronto para um delicioso banho quente...

... Isso se houvesse água quente.

-Ah! – o grito foi inevitável assim que meus ossos cansados sentiram a água gelada, tudo que eu me lembrava eram as frases da Rose no filme Titanic... Talvez o Jack tivesse sentido a mesma coisa antes de morrer congelado... Vai saber; pelo menos ele tinha a Rose, enquanto eu... a senhora Figg...

-James! Não se gasta muita água nessa casa. Estamos na época a seca. – eu ouvi a velha gritar lá em baixo.

Estava a ponto de explodir e sabia que aquilo era só o começo, se não fosse esse coração de gelatina... “Ela é só uma velhinha” eu disse só uma velhinha? Ela iria me matar...

Desliguei o chuveiro e com a possibilidade de ver Lily Evans tive minhas forças renovadas. “Calma James, por um bem maior” me incentivei mentalmente. Vesti uma camisa verde com a figura dos “Beatles”, pouco comum (muito moderna para vestir na presença dos meus pais, mas nada que a senhora Figg pudesse reclamar). Uma calça jeans e... pronto.

-Cara, você é bom! – eu disse ao meu reflexo antes de sair do quarto, e então finalmente comecei a ver Lily Evans, de pernas cruzadas no sofá, e então me choquei.

Lily Evans era uma tremenda de uma Rippie. Do tipo que usava óculos grandes de lentes coloridas, toca bordada na cabeça, saiote colorido longo, camiseta branca... e mais nada.

Obrigado Deus por inventar a liberdade de expressão.

E então ela me viu...

E retirou os óculos de forma que eu pude ver seus grandes olhos verdes descrentes.

-Potter? James Potter? – a Lily falou e a garota loira me olhou e então olhou para a ruiva.

-Ele é... dos seus?

-Sim... E... Você senhora Figg? – Lily disse olhando a velha.

-Oh, eu não querida, tenho alguns amigos se você me entende... – ela disse dando um bocejo, e eu que pensei que ela iria se transformar em um sapo e sair saltando...

-E ai Evans. – eu disse indo em sua direção. – Ah... Na paz? – sorri; uma piada clichê, mas não pude evitá-la. Fazer esse tipo de coisa era muito mais forte que eu...

-Sim... ele é o Potter – ela disse irônica. – Potter, essa é minha irmã mais velha Petúnia Evans. Ela é muggle. – Lily sorriu. Havia algo desconhecido em seus olhos, se eles pertencessem ao Almofadinhas, eu diria que esse era o olhar utilizado antes de azarar o ranhoso, mas... Bem, essa era Lily Evans; e Lily Evans nunca azarava ninguém...

Eu sorri para a irmã da Lily, elas eram extremos opostos... Enquanto Lily era uma rippie, Petúnia era como uma socialite. Vestida em sua sai três quartos branca e sem estampas, fazendo um harmonioso conjunto com sua camisa bege de botões.

-Sou a Petúnia, mas se você realmente quer apertar sua mão na minha eu sugiro que você vá fazer um tratamento!- ela disse retirando a mão... Moça educada

-Pety, educação – Lily disse maldosamente. Sim, maldosamente. E eu que pensei que nunca iria utilizar essa duas palavras na mesma frase, a não ser quando elas fossem usadas com: “Lily Evans deixou James Potter de castigo, porque ele maldosamente azarou o ranhoso”.

-Oh, claro. Eu realmente tenho mais o que fazer senhora Figg. – Petúnia levantou-se, era alto e tinha um rosto fino sustentado por pescoço longo, enquanto desdenhava com seus olhos estreitos. – Adeus senhor Potter... foi.. ah, esqueça. Só não tente ser meu amigo, ok? – ela sorriu de forma que seu pescoço se esticou estranhamente, e saiu, ainda resmungando algo com: “Bons partidos em falta.”

-Sim, ela é temperamental. – a senhora falou levantando-se da poltrona da sala. – O que acha de ir-mos jantar?

Lily sorriu.

-Será um prazer senhora Figg. – e então as duas saíram.

E eu fiquei parado observando curiosamente, os muggles em seu habitat natural eram estranhos e tão (ou muito mais) mal educados do que qualquer sonserino que eu já havia conhecido (com a exceção obvia do Ranhoso.).

-James! Estamos esperando. – a senhora Figg gritou da sala de jantar. E quando ela disse “nós” eu não esperava ninguém além dela, Lily Evans e eu. Ledo engano o meu...

Quando eu me deparei com a sala de jantar realmente me surpreendi. Na enorme mesa de madeira não haviam apenas duas pessoas, mas também cerca de cinco ou seis gatos gigantescos. Tive a ligeira impressão de que não eram gatos e sim amassos, impressão confirmada quando vi que havia um que aparentava no mínimo 16kg de olhos sagazes como se estivesse pronto para um plano maligno.

Lily sorria para mim, mas notei que ela não provava da mesma comida da senhora Figg. Enquanto a velha comia algo semelhante à lavagem numa louça velha e branca de desenhos extravagantes, Lily Evans saboreava uma colorida salda em uma louça branca e nova.

-James, sente-se e se sirva. – a velha falou sem ter a pequena educação de não me mostrar toda a sua comida sendo digerida. – Caldo de cebola com pato.

Carne de pato? Ela havia subido um grau a mais na minha tabela de malucos.

-Eu... ah, preferiria uma salada – falei olhando para o prato de Lily.

-Não temos salada James. A senhorita Lily vem jantar comigo com freqüência, mas não aprecia meu gosto por carne... Você por acaso não seria vegetariano também... seria?

Ótimo, o que eu escolheria? Um mês comendo comida de coelho, ou um mês comendo lavagem. A lavagem me pareceu apetitosa, mas logo mudei de idéia quando eu vi um dos gatos tomando da sopa, em cima da mesa...

-Sinto muito senhora Figg, mas eu também não como carne...

-Desde quando Potter? Eu sempre via você devorar qualquer coisa que seus dentes pudessem mastigar...

-Desde que entrei de férias, algum problema Evans?

Ela ficou vermelha, mas ainda sorria.

-Imagine, ficarei feliz de repartir com você o meu brócolis...– ela disso amistosamente.

-Será... Uma delicia. – sorri de volta.

Não conversamos muito durante o jantar, e eu não citei que havia a visto no dia anterior, mas a senhora Figg fez questão de que Lily se oferecesse para me apresentar a cidade... Depois que eu terminasse todos os meus deveres da manhã seguinte...

O que ela queria? Que tipo de plano diabólico ela poderia estar tramando?

Após o jantar ela se despediu, e eu fiz questão de levá-la a porta cortesmente. Lily estava se revelando, e por incrível que possa parecer, eu estava gostando ainda mais da nova Lily, a humana com erros e não a que eu conhecia a perfeita.

-Você venceu dessa vez Evans. Mas terá revanche... – eu sorri passando a mão no cabelo porque sabia que esse era um habito não apreciado por ela.

-Não sei do que você está falando Potter. – ela falou fazendo que seu rosto demonstrasse toda a sua... Marotagem? Vontade de pregar uma peça? Eu não descobriria até o dia seguinte...

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Nota:

Eu queria agradecer a todas as Duds que comentaram, em fim, eu não vou agradecer um por um porque estou sem tempo, e eu realemnte queria postar hoje, então é isso, se gostarem, bem, comentem, porque ai eu posto o proximo, se não... fazer oq ue né? Ai eu para oK?





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SE TIVER PROXIMO:

"Capitulo 02 – Um show e magia"

"Dios mio! – ela me olhou assustada, e então, como se um plano diabólico houvesse lhe ocorrido, sorriu e apontou os dedos para mim. – Tempus domínium!"
















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