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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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28. A Profecia


Fic: CANSEI, EU DESISTO!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-PARABÉNS PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES, MUITOS ANOS DE VIDA!

Uma chuva de aplausos e uma onda de vivas estourou em seus ouvidos e ela sorriu. Um raro sorriso feliz naqueles dias, dias em que lutas aconteciam freqüentemente, dias em que a guerra era cada vez mais visível e real a cada minuto que passava. Eles sabiam, sempre souberam que estavam a beira de uma guerra, porém nada que pudessem imaginar se comparava com aquele sentimento de medo, fragilidade e impotência em alguns momentos. Tudo havia crescido e tomado uma proporção tão grande que nem ela mesma saberia explicar como as coisas chegaram a tal ponto. Uma hora estavam em reuniões da Ordem tentando combater Voldemort, que não havia feito grandes avanços e que estava, apenas teoricamente, tentando limpar o mundo bruxo dos trouxas, logo depois se viam em uma teia de grandes proporções, onde Voldemort não estava apenas tentando fazer algo, ele estava todo esse tempo se articulando e montando o melhor exercito que alguém já pudesse ter pensado, recrutando os bruxos mais experientes e com o mesmo pensamento que a mente doentia dele possuía.

-Parabéns.

Laís virou-se assustada e encarou Deise a sua frente.

-Por acaso você não é a aniversariante? – Deise perguntou com a sobrancelha erguida.

-Ah sim... claro. – Laís sorriu e abraçou a amiga. – Eu estava apenas pensando em algumas coisas.

-Sei, pra ser mais precisa você estava no mundo da lua. – Deise riu ao ver Remo abraçando a amiga logo em seguida.

Laís recebeu os parabéns dos amigos e sentou-se em uma das poltronas na sala. Não era o que podia se dizer de uma festa de aniversário, era apenas uma reunião de amigos. Deise e Lílian fizeram questão de preparar um bolo e levar para sua casa e estavam apenas os sete amigos reunidos. Tiago, Sirius, Pedro e Remo conversavam sérios em um canto da sala, e Laís poderia apostar qualquer coisa que devia ser sobre mais algum ataque de Voldemort.

-Sozinha porque? De novo no mundo da lua senhora Lupin? – Deise sentou-se ao lado da amiga.

-Não seja boba, só to pensando. – Laís respondeu sem encarar a amiga.

-Você não precisa ficar assim. – Lílian entregou um copo de cerveja amanteigada para a amiga e sentou-se do outro lado.

-Não estou triste pelo que vocês estão pensando, ela nunca ligou de verdade pra mim. – Laís soltou um sorriso triste.

-Conhecemos você o suficiente pra saber que tem outra coisa te perturbando, mas o fato de sua mãe estar envolvida com Voldemort deve ser uma das coisas que esta deixando esse ar de preocupação constante em seu rosto. – Deise inclinou-se sobre as pernas e bebericou de sua bebida.

-Deise o ar de preocupação constante não esta apenas no meu rosto e você sabe disso. – Laís passeou com o olhar por todos na sala e voltou a falar. - Todos nós estamos assim, Voldemort cresce a cada minuto e o fato de minha mãe estar do lado dele não me surpreende, apesar de me deixar triste... – Laís parou um pouco de falar e soltou o ar com força dos pulmões.

-E? – Lílian perguntou sabendo que havia algo a mais, algo que deixava a amiga imensamente preocupada e tinha um palpite sobre o que seria.

-E... e estou com dois meses de gravidez e...

-Nada sobre a maldição. – Deise completou.

Laís sorriu, um sorriso de pura tristeza.

-Não se preocupe com isso, nós vamos ajudar... – Lílian ficou de joelhos de frente para a amiga.

-Vocês já têm problemas demais. – Laís falou tentando passar força na voz.

-Não fale bobagens, somos amigas, esqueceu? – Deise havia assumido a mesma postura de Lílian.

-Sim, eu sei. – Laís sorriu mais confiante e deixou que as amigas a abraçassem.

-Vou pegar um pouco mais de bebida. – Lílian falou levantando-se.

-Eu também quero, mas nada de álcool para as duas gravidinhas. – Deise debochou.

Lílian riu juntamente com Laís e saiu da sala. A ruiva passou pelo grupo de homens conversando e viu um moreno piscando para ela com um sorriso e retribui o gesto. Aqueles tempos estavam difíceis, e precisavam cada vez mais um dos outros, da companhia dos amigos, de estarem perto e sentir que poderiam ser felizes, mas o que a deixava preocupada era que havia um traidor entre eles. Deus! Um traidor. Um de seus amigos estavam os traindo e Lílian sentia seu coração disparar e algo despencar de seu estomago ao pensar no assunto. Poderia ser qualquer um deles, qualquer um. Mas como? Ela confiava em todos, amava todos. Deixou o copo cair ao ouvir um barulho vindo da sala, esqueceu tudo o que estava pensando, sacou a varinha e correu em direção.

-Pontas você é uma anta.

Lílian sorriu aliviada ao ver Sirius xingando Tiago por ele ter derrubado a mesa de centro da sala ao esbarrar nela. Voltou para a cozinha e apontou a varinha para os cacos de vidro que estavam no chão depois que ela derrubou o copo. Tudo a assustava, qualquer barulho a deixava sobre alerta, tinha que se cuidar se não ia acabar ficando paranóica, se já não estava. Outro barulho, dessa vez mais alto. Haviam derrubado algo novamente? Tiago era um desastrado nato. Caminhou até a sala pronta para chamar a atenção do marido, porém a cena a deixou paralisada.

-Wilter? Stout? – Lílian perguntou assustada ao ver os dois companheiros da Ordem parados em um estado lastimável em frente à porta derrubada da casa dos Lupin.

-Viemos chamá-los, um novo ataque. – Wilter um senhor moreno, de cabelos crespos e olhos saltados falou exasperado.

-Onde? – Tiago correu até os dois.

-Porque não nos chamaram através do colar? – Sirius assim como os outros correu até os recém-chegados.

-Não está funcionando, não sei porque, Dumbledore ainda vai verificar isso, mas temos que ir, não somos muitos e as coisas estão complicadas. – Stout um rapaz de olhos castanhos e cabelos compridos falou sem pausa.

-Sim, vamos logo então. Pra Onde? – Perguntou Deise.

-Ministério da Magia. – Wilter falou e aparatou sendo seguido por Stout, não esperando por mais perguntas.

Os sete amigos se encararam por alguns instantes surpresos e aos poucos foram aparatando.

-Tenha cuidado meu amor. – Tiago pegou na mãos da ruiva e as beijou antes de aparatar.

-Você também. – Lílian recomendou, porém Tiago já havia aparatado, e sem perder tempo ela seguiu os outros.

Assim que chegou no Ministério da Magia Tiago não pôde ver mais nenhum dos amigos. Eram muitas pessoas vestidas de preto com capuz na cabeça, os comensais da morte. Feitiços eram disparados por todos os lugares e ele se viu procurando desesperadamente por Lily. Não era isso que ele devia fazer, ele devia estar lutando para ajudar a ordem, mas ele não conseguia parar de pensar nela, em como estaria, mesmo sabendo a grande bruxa que sua mulher se tornara, ele sentia que precisava protegê-la.

-CRUCIUS!

-Droga. – Tiago resmungou enquanto se desviava do feitiço que ele nem sequer sabia de onde tinha vindo.

-Olá Potter. – Uma voz debochada e arrastada o fez bufar de ódio, ele sabia quem era.

-Olá Malfoy. – Tiago virou-se para encarar o homem de capuz a sua frente. – Atacando pelas costas? Típico.

-Fique calado Potter. – Malfoy respondeu claramente afetado por Tiago haver lhe reconhecido.

-Não tem coragem de mostrar o rosto? Ah... eu esqueci que coragem é uma coisa que você nunca teve. – Tiago desdenhou.

-CRUCIUS! – Malfoy gritou com ódio.

Tiago desviou-se facilmente da maldição.

-E agilidade também, nunca foi seu forte. Petrificus Totalus. – Tiago disparou rapidamente contra Malfoy que caiu no mesmo instante no chão de pedra do Ministério. – Imbecil sangue puro. – Tiago cuspiu as ultimas palavras com nojo e saiu para a batalha.

Um pouco distante de Tiago, Sirius derrubava um dos comensais e sorria, apenas por serem sangue puro eles pensavam que nasciam sabendo todos os feitiços. Imbecis, muitos não sabiam nem duelar.

-CRUCIUS!

Não houve tempo de se desviar, Sirius sentiu uma onda de dor excruciante percorrer seu corpo, não havia um ponto que pudesse dizer que não doía, tudo naquele momento parecia ser atingido por mil facas afiadas, sendo cravadas, retiradas e cravadas novamente. Sentiu a dor parar tão súbito quanto ela havia lhe atingido e assim que abriu os olhos se viu caído no chão.

-Sirius Black. – A voz pronunciou seu sobrenome de forma debochada.

Sirius arfou antes de tentar se levantar para encarar seu adversário, mas sentiu algo bater de encontro ao seu rosto, seu corpo foi laçando para a parede e bateu com força escorregando até o chão. Levantou-se rapidamente, seus sentidos lhe avisando que ele deveria ser mais rápido. Ouviu a gargalhada aguda da pessoa a sua frente.

-Olá priminho.

-Belatriz, não devo dizer que estou surpreso. - Sirius passou a mão na boca que estava sangrando devido ao chute recebido.

-Ah que pena. – Belatriz fez voz de criança.

-Você é patética. CORTIKS – Sirius apontou a varinha para Belatriz, mas a mulher desviou-se agilmente.

-IMPERIUS! – Belatriz disparou vendo Sirius abaixar-se e a maldição passar longe.

-Era tudo que você queria, eu dominado, como um de seus bonequinhos. – Sirius desdenhou, mentalizando um feitiço ao qual Belatriz esquivou-se habilmente.

-Se eu quisesse você estaria como um de meus bonequinhos Sirius. – Uma nota de irritação escapou dos lábios da mulher.

Junto com uma de suas melhores gargalhadas Sirius disparou outro feitiço não verbal, que dessa vez atingiu o braço esquerdo da mulher nascendo no mesmo instante um enorme corte.

-Isso é o melhor que pode fazer? – Belatriz pareceu não se afetar pelo corte em seu braço.

-Você sabe que não Bela. – Sirius falou o apelido sabendo o efeito que aquilo causaria, viu o rosto da prima se contorcer, visivelmente lutando para não perder a cabeça.

Uma luz negra saiu da varinha da mulher a sua frente, Sirius se esquivou, porém o feitiço atingiu de raspão a parte esquerda de sua barriga, no mesmo instante o moreno segurou firme no local e suprimiu o grito de dor que caminhou rápido até sua garganta.

-Esta aprendendo direitinho no seu cursinho para auror, mas deve treinar mais um pouquinho priminho. – Debochou ela enquanto um feitiço lançado por Sirius lhe passava pelo rosto, rasgando um pouco o capuz e criando no local aonde havia atingido uma série de bolas amarelas de onde escorriam um líquido verde.

-IDIOTA! – Belatriz gritou indignada e lançou um novo feitiço que passou perto do maroto, mas não o atingiu.

-Cansada de brincar priminha? PETRIFICUS TOTA... – Antes que Sirius pudesse acabar de falar o feitiço, uma enorme quantidade de poeira e pedras caíram no meio dos dois.

Sirius olhou assustado tentando entender o que havia acontecido. Ergueu o rosto para cima e viu que o andar acima havia desabado, no meio do buraco que havia surgido no andar superior ele pôde ver o sorriso presunçoso e satisfeito de Deise, sorriu de volta e olhou para os destroços que haviam caído quase em cima dele, no meio estava um comensal desacordado. Não levou muito mais de uns segundos para entender o que havia acontecido, a morena devia estar duelando com o comensal que havia desabado do andar de cima, feitiço potente o da garota.

-Boa morena. – Ele falou para Deise que o encarava de cima.

-Sei, mas cuidado ai em baixo. – A morena falou antes de voltar para a batalha.

-Sim senhora. – Sirius riu, olhou para a barreira de destroços que havia o separado de sua oponente. Belatriz havia escapado.

Não muito distante apenas alguns andares acima, Lílian sentia o suor frio escorrer por seu rosto. Escorou-se na parede gelada e respirou com dificuldade. A batalha havia tomado conta de todo o Ministério e a notícia parecia ainda não ter se espalhado, pois ela não via nenhum auror do Ministério presente, apenas os que pertenciam a Ordem estavam ali. Já havia lutado com dois comensais que ela tinha um leve palpite sobre quem eram, e agora tentava recuperar o fôlego por alguns segundos. A gravidez já a deixava cansada, sua barriga já podia ser notada, não muito, mas o suficiente.

-Se escondendo?

Lílian ergueu a varinha de imediato, mas sorriu aliviada ao ver Pedro.

-Não seja bobo... estou apenas tentando recuperar o fôlego. – Lílian respondeu enquanto via o amigo se colocar ao seu lado. – E você, ta se escondendo?

Pedro gaguejou por alguns instantes. Lílian sabia que ele não possuía muita coragem, essa definitivamente não era uma qualidade dele.

-Apenas descansando... também.

-Ah sim. – Lily ouviu um barulho de explosão, as coisas deviam estar feias. – Vamos. – Ela chamou o amigo e saiu para o meio da batalha.

Lily não olhou para ver se Pedro havia indo, não havia tempo para isso, logo que saiu viu Laís duelando corajosamente contra três comensais e se meteu na briga.

-IMPEDIMENTA! – Gritou a ruiva atingindo um deles.

As duas amigas lançavam feitiços e desviavam dos que lhes eram arremessados, os dois comensais que haviam sobrado eram bons e não facilitavam as coisas.

-PETRIFICUS TOTALUS! – Tiago gritou atingindo um dos comensais, enquanto Laís atingia o outro que havia se distraído olhando para o recém-chegado.

Lílian correu até o marido e o abraçou.

-Obrigada pela ajuda. – A ruiva deu um beijo em seu rosto.

-Valeu Tiago. – Laís falou tirando o cabelo que havia grudado em seu rosto.

-É sempre bom ajudar, mas não pensem que foi de graça.

Os três riram, mas não por muito tempo. Logo viram um novo grupo de comensais se aproximarem, porém havia algo de diferente e Lílian logo percebeu.

-Vocês novamente? – Voldemort falava como alguém que havia encontrado velhos amigos.

Lílian ergueu a varinha assim como Tiago e Laís. A ruiva fitou os recém-chegados, mas seu olhar recaiu sobre as duas pessoas que se debatiam nas mãos de dois comensais.

-Alice? Frank? – Laís falou o que os amigos com certeza estavam pensando também.

-Vejo que se conhecem? Ah claro, são todos da Ordem. – Voldemort parecia se divertir com a situação.

-Solte-os. – Ordenou Tiago.

Voldemort gargalhou, uma gargalhada grotesca.

-Você e nenhum de seus amigos estão em condições de exigir nada Potter, cada vez mais tenho contas a acertar com vocês. – Dessa vez a voz de Voldemort era puro ódio.

-O que vocês querem com eles? – Lílian perguntou.

-Nada, apenas passar o tempo com traidores do sangue. – Voldemort respondeu calando algumas respostas de seus seguidores.

-O que vocês querem aqui no Ministério? – Lílian voltou a perguntar.

-Minha cara, já disse que admiro sua coragem, mas não abuse, está perguntando demais. – Voldemort havia voltado ao seu tom ameno.

-Milord eles chegaram. – Um dos comensais falou temeroso.

-Eu sei, você devia saber que com os poderes que tenho eu já saberia.

Lílian olhou questionadora para Tiago, mas logo Voldemort respondeu sua pergunta muda.

-Os idiotas do Ministério chegaram, tarde como sempre. – Voldemort virou-se em direção aos comensais. – Hora de ir, mas acho que ainda temos tempo de acabar com esses aqui.

-LEVICORPUS!

-IMPEDIMENTA!

-PETRIFICUS TOTALUS!

Lílian sentiu a mão de Tiago lhe empurrando para que se abaixasse, não sabia de onde haviam vindo os feitiços, mas logo percebeu que eles não eram destinados para si. Dois comensais haviam caído do chão e um pairava no ar pendurado. Tudo havia sido muito rápido e Alice e Frank corriam para junto do grupo, assim como Remo, Sirius e Deise. Tentou localizar Voldemort e o restante dos comensais, mas não havia mais nada, apenas eles, nada mais.

-Obrigada. – Foi a única coisa que a ruiva conseguiu dizer aos três amigos.

Deise a abraçou, Sirius bateu nas costas de Tiago como sempre fazia, e Remo abraçou Laís. Tudo estava bem. Aquela batalha havia acabado, tinham apenas que ver os danos que havia causado. Sorriu para os amigos, foram salvos por pouco.


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-Você ta bem mesmo? – Tiago insistia na pergunta.

-Pontas, ela já disse três vezes que está bem. – Sirius irritou-se com o amigo.

-Olha só quem ta falando, quando a Deise tava no hospital ficou todo... – Tiago não terminou, pois levou um tapa nas costas de Sirius e os outros riram.

Lílian apertou a mão de Tiago na sua, sabia que todos procuravam desanuviar o ambiente, tentavam mostrar as coisas mais calmas do que elas realmente eram. Os sete estavam saindo do Saint Mungus, não haviam sofrido nada grave, apenas alguns arranhões, mas foram acompanhar alguns dos amigos da Ordem que estavam gravemente feridos.

-Olhem, é Dumbledore. – Falou Remo.

-Vamos falar com ele. – Disse Tiago sendo seguido pelos outros.

Dumbledore estava recostado em uma coluna de pedra, olhando pensativo para o céu e com os longos dedos entrelaçados sobre a barriga.

-Diretor. – Tiago chamou.

-Dumbledore, Tiago, ou então Alvo simplesmente. – Respondeu o velho sábio.

-Ah sim... Dumbledore. – Tiago não conseguia perder a mania de chama-lo de diretor. – Como andam as coisas?

-Porque não conseguiram nos chamar pelo colar? – Lílian perguntou.

-Meus caros, o colar não funcionou, pois creio que Tom foi avisado do nosso modo de comunicação, e ainda estou tentando entender como ele pôde intervir nisso. – Dumbledore respirou calmamente e voltou a falar. – As coisas estão se complicando, a guerra está realmente começando e cada vez mais temos de nos unir para vencer. Digo a vocês que se unam, cada vez mais, pois apenas os poderes do amor e da amizade podem fazer a diferença e nos ajudar a vencer esta guerra.

Tiago apertou as mãos da ruiva nas suas e compreendeu perfeitamente as palavras de Dumbledore. Ninguém pareceu encontrar palavras naquele momento, todos fixos em seus sentimentos e em seus problemas internos.

-Se me permitem, tenho que verificar como os membros da Ordem estão. – Dumbledore sorriu, um sorriso bondoso que transparecia em seus olhos. - Com licença.


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-Belo feitiço morena. - Sirius falou assim que fechou a porta do apartamento.

-Você também não é nada mal. - Deise debochou.

-Hum... tá ficando modesta. - Sirius puxou-a antes que ela pudesse sair pelo corredor.

-Sabe como é né? A convivência... - Deise escorregou o braço pelo dele e tentou, contra a sua vontade, desfazer o aperto.

-Sei... - Sirius desceu os lábios pelo pescoço dela.

-Gostou de conversar com a Bela? - Deise falou o nome da mulher com deboche.

-Ah sim, fazia tempo que eu não a via. - Sirius riu quando Deise bufou e lhe deu um cutucão com o cotovelo.

-É, eu vi, conversinha animada a de vocês, ao invés de duelarem estavam conversando. - A morena não conseguiu evitar as palavras.

-Muito animada nossa conversa mesmo. - Sirius instigava enquanto a apertava mais em seu braços.

-Sirius! - Deise bateu com força nos braços que a prendiam.

-Você nem ouviu nossa conversa Deise, estava no andar de cima. - Sirius parou de brincar por alguns instantes.

-Mas... mas eu posso deduzir. - A morena sacudiu os ombros sem saída.

-Sei... eu também posso deduzir muitas coisas. - Sirius falou maliciosamente enquanto baixava a alça a blusa que Deise usava.

-Eu não preciso deduzir, dá pra sentir. - Deise pressionou o corpo contra o do maroto que gemeu baixinho.

-Ah, então eu quero sentir. - Sirius arrastou a morena que ria pelo corredor, enquanto passava a mão pelo corpo delgado.


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Aqueles dias poderiam ser comparados como uma leve tormenta em meio a grande felicidade que sentia crescente e latente em seu peito e em todo o seu ser. Remo andava calmamente pelos corredores do Ministério enquanto saia de mais um dia de trabalho. Nunca em seu melhor sonho poderia imaginar sua vida daquele jeito, ele tinha a melhor mulher do mundo e ainda por cima ela estava esperando um filho, um filho. Por Merlim, Laís estava esperando um fruto dos dois. Sorriu, aquele sorriso bobo que nasce no rosto dos apaixonados. Estava saindo para encontrá-la, seu sorriso diminuiu de tamanho ao lembrar o porque do encontro, novamente estavam atrás de saber algo sobre a maldição e aquilo estava virando uma obsessão.

-Laís. - Remo chamou assim que entrou no Saint Mungus.

-Ah... oi amor. - A loira respondeu e levantou-se rapidamente. - Vamos, a curandeira está nos esperando.

-Sim. - Remo segurou firme nas mãos de Laís e ambos caminharam até a conhecida sala da curandeira que os atendia.

-Bom-dia senhor e senhora Lupin. - A mulher de aspecto forte, cabelos marcados por alguns fios brancos e olhar firme os cumprimentou.

-Olá curandeira Backer. - Laís cumprimentou a mulher.

A curandeira estendeu a mão para frente em um gesto para que eles se sentassem e ambos o fizeram. Margaret Backer cruzou as mãos sobre a mesa e encarou o jovem casal a sua frente.

-Bem, durante esses meses temos tentado achar algo sobre a hereditariedade da maldição a qual o senhor Lupin carrega, mas não temos conseguido muito sucesso. - O ar sério e astuto foi substituído em breves segundos por um triste. - Como vocês já sabem, não temos registros de nenhum caso parecido, em geral os mordidos por lobisomens se juntam a sua espécie, fogem do preconceito que são submetidos no nosso mundo. Não que eu queira dizer que o senhor deveria ter feito isso senhor Lupin. - Um ar de inquietação a atingiu e ela se remexeu desconfortável na cadeira.

-Eu entendo. - Lupin respondeu não se atendo a essa questão, apenas apertou firme as mãos de Laís nas suas.

-Então... não temos registros de outros casos, dessa forma temos que estudar e não podemos saber o que acontecerá. Assim como vocês eu procurei em diversos locais algo que pudesse nos ajudar e o que eu posso dizer é que tanto existe uma chance do bebê nascer com a maldição, como também existe uma chance dele não nascer com a maldição. - Um suspiro resignado saiu e ela inclinou-se sobre a mesa. - Gostaria que vocês entendessem, eu sempre lidei com algo certo, comprovado com fatos e agora é totalmente lastimável que eu não possa dar nenhuma solução para o problema. A única coisa que eu posso dizer a vocês é que... terão de esperar.

-Esperar? - Laís perguntou exasperada.

-Entenda senhora Lupin não há outra solução, eu procurei em todos os lugares que se pode imaginar, todos os livros sobre maldições, poções, antídotos e nada, nenhum deles sequer toca no assunto. - A mulher fitava com postura firme a loira.

-Tudo bem. - Laís respirou profundamente, tentando conter os milhões de impropérios que queriam sair de sua boca, sabia que aquela mulher não tinha culpa, mas ela tinha que saber, tinha que saber o que fazer. Droga! Levantou-se de súbito e se dirigiu até a porta.

-Laís. - Remo chamou, mas ela parecia não ouvi-lo.

Remo olhou a mulher sair rápido pela porta e estendendo a mão para a curandeira despediu-se e saiu atrás de Laís.

-Laís! - Chamou novamente e ela virou-se para encará-lo. - Acalme-se. - Ele falou chegando perto dela e a abraçando.

-Eu estou calma. - Laís resmungou contra o peito dele, porém sua voz contradizia tudo o que ela tentava passar.

-Sei. - Remo passou as mãos pelos longos cabelos loiros dela e desceu-as para a barriga saliente da esposa. - Amor isso...

-Não ouse dizer que isso é culpa sua Remo Lupin. - A loira bufou, mas continuou com o rosto enterrado no peito dele.

-Não, não vou dizer que é culpa minha meu amor. - Ele falou carinhosamente. - Queria dizer apenas que isso é símbolo do nosso amor... e que... e que não vai acontecer nada, vamos arrumar um meio, você vai ver.

-É... nós vamos arrumar um meio. - Laís o fitou com um leve brilho no olhar, as coisas iam melhorar, eles iriam dar um jeito. Inclinou-se sobre ele e o beijou, era disso que ela precisava, dele perto dela, aquilo a passava segurança e era o melhor remédio no momento.


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A manhã estava fresca, o vento leve e agradável passava por seu rosto e brincava com as mechas de seu cabelo, fazendo com que elas balançassem sem parar. Respirou profundamente e passou a mão pela barriga, abaixou a cabeça e levou os olhos até o local por onde suas mãos deslizavam. Tiago havia acertado, sua barriga estava incrivelmente grande e até ela mesma já se arrependia de ter desejado que a barriga crescesse tanto, afinal, as dores nas costas estavam lhe matando. Lílian chegou a pensar por alguns instantes se a medibruxa não havia errado e ela estaria grávida de gêmeos devido ao tamanho da sua barriga, porém a senhora que os atendia no Saint Mungus fora enfática ao afirmar que ela esperava apenas uma criança, e mais especificamente um menino. Sorriu ao lembrar do fato, Tiago havia ficado eufórico com a notícia e não parava de comprar blusas do seu time de quadribol preferido, e brinquedos que envolviam o jogo para a criança.

Ainda rindo Lílian passou os olhos pela praça, estava sentada em um dos bancos brancos e delicadamente postos em meio as várias flores que haviam no local, ela e Tiago sempre iam naquela pracinha calma de um bairro trouxa, afinal, ela adorava flores e aquele lugar era o mais próximo que ela poderia se lembrar do jardim da avó de Tiago em Hogwarts.

-Desse jeito eu fico com ciúmes.

Lílian ouvia a voz marota atrás de si e sorriu ainda mais.

-Porque ciúmes?

-Chego aqui e ti vejo sorrindo para as flores, estou com ciúme das flores. – Respondeu ele se sentado ao lado dela e lhe entregando um copo de sorvete.

-Seu bobo. – Lílian riu enquanto comia com vontade o sorvete.

-Ainda tenho uma coisa para lhe mostrar. – Tiago falou enquanto passava o braço pelos ombros dela.

-Sério? O que seria? – Lílian perguntou sem encará-lo estava muito interessada no sorvete.

-Você tem que ver. – O moreno levantou-se e estendeu a mão para que ela o acompanhasse.

-Você está brincando? Acha mesmo que eu vou conseguir me levantar daqui apenas com a ajuda de uma de suas mãos? – Lílian apontou frustrada para a enorme barriga e viu o sorriso do moreno aumentar.

Tiago inclinou sobre ela e com as duas mãos a ajudou a levantar do banco em que estava sentada.

-Pareço uma baleia encalhada. – Lílian resmungou enquanto caminhavam devagar.

Tiago gargalhou.

-Isso, pode rir, pra vocês homens é tudo muito fácil. Querem um filho? Só é esperar, enquanto nós mulheres ficamos assim. – A ruiva voltou a apontar para a barriga e dessa vez para os pés inchados.

-Você está linda desse jeito, pode ter certeza. - Falou ele vendo um tímido sorriso escapar dos lábios dela.

-Aonde vamos? – Ela perguntou.

-Para casa. – Respondeu ele.

-Mas você não tinha algo para me mostrar?

-E tenho, mas está lá em casa mesmo. – Ele sorriu.

Lílian sorriu e ambos continuaram sua caminhada. Fazia algum tempo que eles evitavam aparatar muitas vezes, pois Lílian não se sentia muito confortável, e de qualquer forma eles estavam próximos de sua casa, apenas aproveitando um final de semana livre dos treinamentos do ministério. Lílian não participava mais dos treinamentos práticos, pois seus movimentos estavam demasiado limitados devido ao tamanho da barriga, ela apenas assistia às aulas teóricas e às práticas.

-Chegamos. – Disse Tiago desfazendo o feitiço de proteção e fazendo uma reverência teatral para que Lílian entrasse na casa.

A ruiva sorriu, mesmo adulto Tiago continuava com seu jeito brincalhão.

-O que o senhor gostaria de me mostrar? – Ela perguntou formalmente.

-Bem senhora, creio que terá que andar mais um pouco. – O maroto indicou a porta dos fundos da casa.

Lílian soltou um muxoxo, estava cansada demais para ter que andar mais ainda, estava começando a ficar com falta de ar, coisas da gravidez.

Tiago viu o desanimo passar pelos olhos de sua ruiva e caminhou até ela, passou os braços rapidamente por suas pernas e a carregou no colo.

-Tiago! – Lílian segurou forte no pescoço do maroto com medo de cair.

-Não vou lhe derrubar senhora. – Ele continuou com o tom formal.

Lílian riu e aguardou, sabia que não adiantaria reclamar, Tiago não ia soltá-la.

-Feche os olhos senhora.

Lílian fechou os olhos enquanto sentia que Tiago a colocava no chão e logo em seguida as mãos dele se fechavam em volta das dela. Lílian sentiu que ele a conduzia alguns passos mais à frente e antes de falar qualquer coisa se colocou atrás dela e a abraçou por trás, envolvendo-a com seus braços e pousando as mãos sobre sua barriga.

-Pode abrir os olhos minha senhora. – Ele enfatizou as ultimas palavras.

Lílian abriu os olhos lentamente, olhou emocionada pelo local, algo dentro dela tremia de emoção e ela não conseguiria traduzir nada daquele momento, daquelas sensações que passavam por seu corpo. O amor, o carinho e o cuidado que Tiago tinha para com ela eram os maiores bens que ela possuía, sua maior fortuna e ao mesmo tempo a deixavam incrivelmente assustada, não conseguia ver sua vida sem ele ao seu lado.

-Não gostou?

Lílian viu os pensamentos voarem de sua mente ao som da voz dele. Piscou algumas vezes e fitou novamente o lindo jardim que Tiago havia feito nos fundos da casa. As mais variadas espécies de flores estavam espalhadas pelo local, tulipas, rosas brancas e vermelhas e muitos, muitos e muitos lírios. Onde não haviam flores estava uma grama bem aparada e um lindo banco para duas pessoas pintado de branco. A ruiva ouviu um barulho e viu dois lindos pássaros cantando felizes em um ponto e Lílian notou que mesmo estando chovendo nos lados da casa, dentro do jardim tudo estava seco e os raios do sol ainda pareciam brilhar.

-Pensei que você gostaria, afinal, sempre fica falando do jardim de Hogwarts. – Tiago encostou a cabeça na curvatura do pescoço da ruiva.

-Eu... Ti... é lindo, sei que é um jardim, mas representa muito mais do que isso... obrigada... - Lilian parou e fechou os olhos. - Obrigada por me amar desse jeito tão puro e...

-É tudo o que você merece. - Tiago capturou os lábios da ruiva ainda abraçado as suas costas, e o sabor doce ainda permanecia ali, assim como da primeira vez que eles se beijaram. Tudo permanecia, apenas uma diferença, o amor havia crescido e nada poderia separá-los.


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Andava calmamente pelas ruas de Hogsmead, apesar da noite estar fria e chuvosa. Dumbledore parecia não se importar com os pingos de chuva que caiam em seu rosto, sua longa barba parecia estar pesada devido a quantidade de água que recebia, mas ele continuava a andar como se aquilo não importasse. Saiu da rua principal e adentrou na rua lateral, caminhou algum tempo mais e entrou em um bar. O característico cheiro que lembra algo como cabras continuava forte no local.

-Boa-noite Aberforth. - Dumbledore cumprimentou o barmen e subiu até o primeiro andar, não havia tempo para conversar, ele estava apressado, e além do mais o bar estava muito cheio.

Dumbledore havia largado suas tarefas em Hogwarts para entrevistar uma candidata ao cargo de professora de adivinhação, embora fosse contra seu pensamento que se continuasse a ensinar essa disciplina na escola, porém decidira ir por cortesia, afinal a candidata era trineta de uma vidente muito poderosa.

-Boa-noite. - Ele cumprimentou a moça presente na sala.

-Boa-noite professor. – A mulher de cabelos crespos e assanhados, olhos aumentados consideravelmente devido aos óculos que usava e envolta em um xale colorido, falou com a voz que mais parecia um sussurro. – Sou Sibila Patrícia Trelawney.

Durante algum tempo o velho bruxo escutou as várias histórias da vidente, muitas sobre coisas que ela dizia ter previsto, e depois tentou ler sua mão, dizendo que algo de muito ruim aconteceria em sua vida e que a morte o rondava.

Foram duas horas de uma conversa que Dumbledore aturou apenas por pura educação. Decepcionou-se ao notar que a moça não tinha herdado nada dos seus antepassados. Tentou da maneira mais gentil possível dizer à moça que não a achava qualificada para o cargo, apesar de ter certeza que isso não seria muito eficaz. Dirigiu-se até a porta, mas antes mesmo que tocasse a maçaneta ouviu uma voz completamente estranha atrás de si, diferente do tom que Sibila havia usado na conversa que tiveram. Virou-se rapidamente e viu a mesma mulher que tinha visto antes, porém com os olhos fora das órbitas e um ar inquieto.

-Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece... e um dos dois deverá morrer na mão do outro, pois nenhum poderá viver enquanto outro sobreviver... aquele com poder de vencer o Lord das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar...

Dumbledore havia gravado aquelas palavras em sua memória e apesar de estar atento a mulher, ele pôde perceber a movimentação enquanto ela falava. Alguém havia ouvido pelo menos uma parte, se não toda, da profecia que acabava de ser feita naquela sala. Fitou a mulher que o olhava confusa, ela parecia não ter consciência do que havia acabado de acontecer.

-Vamos, você está admitida para o cargo. - Falou ele com a única decisão cabível para o momento.

-Mas... o senhor não havia dito que... - Sibila parecia ainda mais confusa.

-Me acompanhe minha cara, vamos para Hogwarts, lá conversaremos melhor. - Dumbledore saiu apressado do Cabeça de Javali juntamente com a nova professora de adivinhação de Hogwarts.


--------------


O cheiro de grama e a bela paisagem do lago a sua frente fez a ruiva saber e sentir que estava novamente naquele lugar que sempre fora sua casa. Hogwarts estava linda como sempre, seu aspecto antigo, porém imponente, continuava presente, deixando a visão daquele castelo estonteante. Lílian cruzava o jardim do castelo ao lado de Tiago, passando pelos vários alunos que se espalhavam pela grama daquele dia de domingo ensolarado. Lembrou-se de quando esteve várias vezes ali, sentada sobre a sombra daquelas árvores. Olhou para Tiago e pôde ver que o maroto também perdido em um mundo de lembranças.

-O diretor está esperando vocês senhor e senhora Potter. – Filch recebeu o casal no portão de entrada.

-Sim, obrigada. – Lílian riu da cara que Tiago fazia, definitivamente pegar tantas detenções e depois ser chamado de senhor pelo seu algoz devia ser algo confuso.

Subiram as escadas e começaram a caminhar por um dos corredores seguindo Filch.

-Alguma idéia do que Dumbledore quer conosco? – Tiago perguntou continuando a encarar as costas do zelador que andava muito a frente do casal.

-Talvez algo sobre a Ordem. – Lílian tentou achar alguma explicação.

-Mas porque ele chamaria apenas nós dois? – O moreno voltou a perguntar.

-Quem disse que ele chamou apenas nós dois? – A ruiva perguntou encarando questionadora o semblante carregado do marido.

-Falei com Sirius, Remo e Pedro. Dumbledore não os chamou. – Tiago lembrou-se do momento em que um elfo havia batido na porta da casa deles, afinal não se podia aparatar dentro, e avisado que o diretor de Hogwarts gostaria de falar com eles.

-Hum... talvez alguma missão que ele queria destinar apenas a nós dois. – Lily tentou achar uma explicação plausível e ambos calaram-se divagando sobre as possibilidades.

Assim que chegaram até a conhecida gárgula, Filch disse a senha e saiu deixando o caminho livre para Lílian e Tiago.

Tiago foi na frente estendendo a mão para que Lily o acompanhasse e ajudando a esposa a subir os degraus de pedra que haviam se tornado um empecilho em seu estado. O moreno bateu na porta e ouviu a voz calma, mas ao mesmo tempo firme do diretor.

-Podem entrar.

Assim que Lilian entrou na sala viu os diversos quadros dos antigos diretores pendurados na parede, a olhando curiosos. Olhou para o diretor, ele estava próximo a janela com o olhar vago e as mãos cruzadas sobre o corpo.

-Sentem-se meus caros. - Dumbledore caminhou até sua mesa e indicou as duas cadeiras à frente para o casal. - Lindo dia, não?

-Ah, sim. - Lilian fitou curiosa o homem a sua frente, estava nervosa, gostaria de saber o motivo pelo qual foram chamados.

-Gostariam de uma xícara de chá? - Perguntou o diretor erguendo a varinha e fazendo surgir três xícaras e um bule na mesa.

-Está acontecendo alguma coisa? - Perguntou Tiago sem se conter.

-Creio que sim, existem muitas coisas acontecendo e foi exatamente por uma delas que os chamei aqui. - Enquanto Dumbledore falava o bule se mexia servindo chá nas três xícaras postas na mesa.

-O que aconteceu? - Lilian perguntou enquanto Dumbledore lhe dirigia uma xícara.

-Alguns dias atrás fui até o Cabeça de Javali, fazer uma entrevista com uma candidata ao cargo de professora de adivinhação em Hogwarts. - Dumbledore entregou a outra xícara a Tiago. - Me permito dizer que essa disciplina já estava meio desacreditada e eu não estava muito disposto a continuar ministrando-a em Hogwarts...

-Tem toda razão. - Tiago comentou fazendo um discreto sorriso se formar nos lábios do diretor.

-Porém fui fazer a entrevista por consideração, a candidata era trineta de uma vidente muito importante, posso dizer que me decepcionei, ela não havia herdado muito o dom de seus antepassados.

Lilian escutava atentamente as palavras do diretor sem saber até onde aquilo os levaria. Onde eles poderiam estar envolvidos naquela história?

-Antes que eu pudesse sair da sala, aconteceu o que eu estava disposto a lhes contar hoje meus caros. - Dumbledore inclinou-se sobre a mesa e seu semblante assumiu um tom carregado. - Sibila, é assim que a moça se chama, fez uma profecia.

-Profecia? - Lilian tentou inclinar-se para frente mais sua barriga impediu.

-Sim. Sei assim como vocês, que uma profecia precisa que a pessoa acredite para que se cumpra, não precisa necessariamente ser seguida. Porém, alguém mais naquela noite ouviu a profecia e acho, ou quase tenho certeza, que Voldemort pretende segui-la.

-Mas onde nós entramos nisso? - Tiago tentou não parecer descortez.

-Bem meu caro, vou repetir as palavras da profecia e vocês mesmos poderão responder essa pergunta. - Dumbledore levantou da mesa e caminhou até Fawkes, acariciou a fenix e sua voz saiu lenta e calma. - Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece... e um dos dois deverá morrer na mão do outro, pois nenhum poderá viver enquanto outro sobreviver... aquele com poder de vencer o Lord das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar...

Um silêncio tenso tomou conta da sala. Lilian parou em meio o movimento que fazia acariciando sua barriga e olhava sem foco nenhum pela sala; Tiago parecia tão aéreo quanto a ruiva e Dumbledore continuava seu carinho na fenix.

-Isso... isso quer dizer... quer dizer que... - Lilian tentava digerir as palavras que acabara de ouvir, aquilo tudo era surreal.

-Lilian, repito o que eu disse anteriormente, uma profecia só é levada em conta se uma das partes a considerar. - Dumbledore havia saído de perto da fenix e caminhava lentamente rumo a mesa.

-Mas você... o senhor falou que Voldemort estava disposto a levar a sério e... ai meu Merlim. - Lilian levou as mãos até o rosto, enquanto via Tiago levantar-se e andar em círculos pela sala.

-Acalmem-se, vamos ajudar. - Dumbledore havia se sentado novamente e com um gesto de varinha fez surgir a frente de Lilian um copo com um líquido azul fulmegante. - Beba isso Lilian, é um poção calmante.

Lilian não recusou, pegou rapidamente o copo e bebeu o líquido que havia dentro. Olhou para Tiago, ele continuava andando em círculos pela sala, o conhecia muito bem para saber que ele estava nervoso com tudo aquilo.

-Então quer dizer que Voldemort está atrás do nosso filho? - Tiago falou com ódio nos olhos e a voz tremida.

-Tiago, lembre-se do que eu lhes falei. O ódio e o rancor não ajudam em nada, o que há de mais bonito em vocês é o amor. - O diretor contemporizou.

-Ele está ou não está atrás do nosso filho? - Definitivamente Tiago estava soando descortez.

-Pode não ser atrás do filho de vocês que ele esteja. - Dumbledore respondeu recostando-se na cadeira.

-Como não? - Tiago levantou a mãos e começou a contar nos dedos. - Nós o desafiamos três vezes, nosso filho nascerá no final do sétimo mês...

-Vocês não são os únicos que se encaixam nisso. - O velho bruxo cruzou as mãos em cima da mesa e encarou o olhar surpreso de Tiago.

-Remo e Laís? - O moreno chutou.

-Não, o filho deles nascerá apenas em outubro. - Lilian falou sem ter noção a quem Dumbledore se referia.

-Os Longbottom. - Respondeu Dumbledore.

-O filho deles nascerá em julho? - Tiago olhou surpreso para Lilian.

-É verdade. - Lilian confirmou ao lembrar-se de uma conversa que havia tido com Alice, em uma das reuniões da Ordem.

-Enfrentaram Voldemort três vezes assim como vocês o filho deles nascerá provavelmente no final de julho também.

-E o senhor os avisou? - Tiago questionou.

-Ainda não, os chamei aqui também assim como fiz com vocês, mas eles virão mais tarde. Gostaria de dizer apenas que tomem mais cuidado, coloquem mais proteções em suas casas, isso é importante.

Lilian olhou pela janela, os raios de sol demonstravam sinal de enfraquecimento, o dia estava indo embora e juntamente com ele sua alegria. Seu filho nem ao menos havia nascido e o destino já parecia ter traçado algo nada bom para o seu futuro. Passou a mão pela barriga e uma fina lágrima correu por seu rosto, porém antes que ela terminasse seu caminho alguém a enxugou. Levantou o rosto e viu Tiago segurando-o.

-Voldemort não conseguirá, nós vamos vencê-lo meu amor.

Lilian não falou nada, apenas contemplou o moreno a sua frente se abaixar, passar a mão em sua barriga e depois de beijar o local, deitar o rosto sobre ele. A única reação que conseguiu ter foi passar a mão nos cabelos rebeldes do marido, enquanto Dumbledore os fitava.


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Lilian assistia a grande confusão que Tiago, Sirius, Remo e Pedro faziam para preparar a comida. Sim, eles estavam preparando o almoço de domingo. Fazia um belo sol naquele domingo e ela juntamente com Deise e Laís tiveram a idéia de se reunirem para um almoço entre amigos, porém devido o estado da loira e da ruiva, as três mulheres decidiram que quem deveria fazer o almoço eram os homens. Pois bem, ali estavam os quatro atrapalhados cozinheiros, derrubando a cozinha inteira de sua casa, em uma tentativa frustrada de fazer algo comestível. As três mulheres já haviam pensado em um plano B, se eles não conseguissem fazer nada, o que era mais provável, elas pediriam comida de um restaurante.

-Será que já podemos pedir? Estou com fome. - Laís resmungou enquanto se espreguiçava na cadeira de sol posta no quintal da casa.

-Calma sua esfomeada, parece o Pedro. Eu quero me divertir mais um pouco. - Deise gargalhou ao ver a panela que Sirius carregava voar de suas mãos e atingir Remo.

-Nossa, o Sirius é sem dúvida o pior de todos. - Lilian gargalhou enquanto esticava o pescoço para ver os quatro na cozinha da casa. As três mulheres estavam sentadas em cadeiras de sol, bebendo uma boa limonada. - Eu também estou com fome.

Deise revirou os olhos.

-Vocês falam isso de cinco em cinco minutos.

-Quando você estiver grávida vou me lembrar disso. - Lilian alfinetou.

-Então não terá de me lembrar tão cedo. Prefiro ser madrinha, é mais cômodo. - Deise retrucou.

-Ai Deise deixa de ser má, nós estamos muito pesadas, pega alguma coisa que dê pra comer lá dentro, só pra nós beliscarmos. - Laís pediu com cara de cachorro molhado.

-E eu que pensei que apenas o Sirius pudesse fazer essa cara. - Deise resmungou enquanto saia em direção a cozinha, que no momento parecia mais um campo de batalha.

Lilian e Laís riram e se acomodaram melhores nas cadeiras.

-Laís! - Remo gritou.

-Ai, o que foi? - A loira respondeu gritando.

-O molho é antes ou depois? - Perguntou Remo.

-Ai Merlim, acho melhor eu ir lá antes que aconteça uma desgraça. - A loira levantou-se com alguma dificuldade e caminhou rumo a cozinha.

Lilian riu ao ver Deise e Laís brigarem com os quatro péssimos cozinheiros. A ruiva permitiu que seus pensamentos vagassem sobre a última semana, a guerra ainda continuava, os tempos ainda estavam difíceis. Sentiu uma leve pontada nas costas e ajeitou-se melhor na cadeira. Ela e Tiago ainda não haviam contado para ninguém sobre a profecia, até porque teriam de esperar como Dumbledore os aconselhou. Outra pontada incomoda e a ruiva decidiu sentar-se na cadeira, sempre sentia dor nas costas. Voltou a pensar nos amigos e sorriu, era sempre bom se reunir com eles, ela esquecia das coisas ruins. Outra dor dessa vez mais forte, ela até tentou levantar, mas algo parecia começar a escorrer por suas pernas e naquele momento ela tomou consciência do que poderia estar acontecendo, poderia estar não, estava acontecendo.

Lilian tentou chamar alguém para ajudá-la a levantar, mas a balburdia era geral na cozinha, de certo ninguém a ouviria. Com um enorme esforço a ruiva levantou-se e caminhou curvada até a porta dos fundos. Respirou por alguns segundos, tentando manter a calma, estava tudo bem, tudo perfeito, era apenas seu filho que queria nascer, apenas isso. SÓ ISSO! Uma voz gritou em sua cabeça.

Entrou na cozinha e viu Deise, Laís, Remo e Pedro gargalhando de alguma coisa, Sirius com uma panela enorme na cabeça fazendo palhaçada e Tiago tentando mexer algo no fogo.

-Gente! - A ruiva falou com a voz fraca.

-Então o Tiago tacou a panela no Pedro que depois... - Sirius contava sua história empolgado.

-Pessoal! - Lilian voltou a falar, a dor não era tão grande, deveria estar no começo, mas era terrivelmente incomoda.

-... até o Remo pegou uma almôndega no meio da cara e... - Tiago completava a história do amigo.

-Tiago! - Lilian chamou novamente, mas ninguém na cozinha parecia notá-la escorada na parede.

-... mas isso vai ficar gostoso... - Remo pegou uma colher e tirou da panela uma gosma verde.

-Eca! - Deise resmungou.

-TIAGO!!!!!!!!! - Lilian gritou a plenos pulmões fazendo a cozinha toda parar no mais absoluto silêncio.

Tiago fitou a mulher escorada na parede, o rosto vermelho como os cabelos e a respiração vacilante.

-Lily o que foi? - Tiago correu até a mulher.

-O Harry... o Harry vai nascer! - Lily falava mais alto do que pretendia, a dor estava aumentando.

-O Harry o que? - Tiago arregalou os olhos e por um breve momento pareceu que ele iria cair desmaiado no chão.

-O Harry vai nascer? - Sirius exclamou sorrindo.

-Temos que fazer alguma coisa? - Laís começou a andar pela casa em buscar da bolsa para levar junto com Lily para o Saint Mungus.

-Lily você tá bem? - Deise correu até a amiga e segurou sua mão.

-Não! - A ruiva respondeu sem pestanejar.

-Como vocês vão? - Remo perguntou exasperado, se colocando naquela situação.

Lilian fechou os olhos e respirou fundo. Ouvia vagamente o som de várias vozes falando, falando e falando sem parar. Será que ninguém tomaria uma atitude? Fitou Tiago, ele estava paralisado a sua frente, os olhos saltados e o rosto muito pálido. Sirius sorria e dava tapas no ombro do amigo, enquanto Remo e Laís corriam em busca de alguma coisa e Pedro parecia interessado na comida.

-CHEGA! - Deise gritou fazendo todos se calarem. - Sirius pegue sua moto e leve Lilian ao hospital, é o único jeito, aparatar está fora de cogitação e pó-de-flú também. - Sirius apenas concordou com um aceno de cabeça. - Tiago, ajude Sirius a carregar a Lily e depois volte pra pegarmos as coisas para levar pro hospital. Remo, Laís e Pedro podem aparatar para lá pra esperar o Sirius e a Lily. Vamos pessoal! - Deise bateu as mãos fazendo todos se mexerem rapidamente.

Lilian fez uma nota mental para agradecer a amiga mais tarde, no meio daquele alvoroço alguém deveria dar as ordens e Tiago definitivamente estava em um estado difícil para isso.



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N/B: Nossa esse cap ta emocionante! Batalha, declarações de amor (o jardim que o Tiago fez, que lindo!), ciúmes (a Deise com ciúmes da Bella, adorei!), a profecia, o parto! Gente o Harryzinho esta vindo!!!! Mana ficou perfeito! Ah, só a Deise mesmo para botar ordem naquela bagunça e ajudar a Lily né?! Rsrs Bom, to ansiosa esperando o nascimento do Harry! Cap perfeitoso de mais! Beijos!!! Amo-te!

N/A: Olá pessoal, vamos não me olhem com essas caras, sorriam, EU POSTEI!!!! rssssssss... amo todos vcs sabiam? (sorriso descarado), sério gente as minhas desculpas são as mesmas, vou até pular essa parte rsssssssss... Em relação a fic vamos ver o que acontece, já tenho ela programada como já disse, mas quando a gente vai escrevendo sempre altera algumas coisinhas, mas não se desesperem. Quem quiser saber algo mais sobre a fic entre na comunidade:

https://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25567175

Bem acho que é isso, um enorme beijo na bunda de todos que passam por aqui e me deixam felizes com comentários. Segue as respotas aos comentários:

Lola Potter – Como vc viu o bebê Potter realmente está bem, vai até nascer rsssssssss... beijos e desculpe pela demora.

Thamy gibson evans – Obrigada pelo comentário. Beijos.

Ana Lívia – Obrigada pelo carinho e pelo comentário lindo, sabe que eu amo escrever Nc e fico feliz que não esteja sendo vulgar. Beijos e obrigada novamente.

Cah Black – Não se preocupe eu levo tudo na esportiva, não me irritei, isso acontece. O Harryzinho vai nascer, vamos ver sobre o filhinho da Deise e do Sirius, vamos ver (cara perversa).

Pamela Black – Realmente amore se eu te matar não vai ter quem bete minha fic, então vou deixar vc viver hauhauahauahu... MANA EU TE AMO E OBRIGADA PELA AJUDA SEMPRE. BEIJOS ENORMES!!!

Beca Black – Em relação a briga do Tiago e da Lily, acho que eles ainda são muito jovens, eles estavam em uma briga com Voldemort, mas acho que vc deve ter visto que quando a vida do filho deles entra na jogado o negócio muda. Vamos ver o que acontece rssssss... Beijos e obrigada pelo apoio.

Ina clara – Obrigada pelo comentário, esteja sempre por aqui.

Gina W.Potter – Que bom que vc gostou do cap. Fico muito feliz. Em relação a sua pergunta, bem... (olhar malvado) a fic vai até o fim, mas não sei se o meu fim é igual ao seu fim (coisa louca) hihihihi... veremos!!!

Bruh ternicelli – Olá, obrigada pelo carinho, fico imensamente feliz com isso... bem, vamos ver se vc gosta desse capítulo tb rssssss... beijos.

Mymin – Ops Nc Sirius e Deise? Hauhauahauhu... meus dedinhos coçaram nesse capítulo, mas eu tinha prometido pra mim mesma que ia me controlar e escrever mais sobre as partes “sérias” da fic rssssssss... se vc prestar atenção tenho colocado Nc em quase todos os últimos capítulos, então to tentando desenvolver o outro lado da história, mas não pense que abandonei as Nc's, negativo, vou escrever, mas é que tem tanta coisa ai, ai... vou ficar doida hihihihi... prometo que escrevo uma Nc do Sirius e da Deise antes de acabar pelo menos rsssssss... Beijos e obrigada.

Lílian Potter Evans Granger – Desculpe por não ter passado na sua fic ainda, mas estou sem tempo. Beijos enormes e obrigada pelo comentário.

Priscila Louredo – É mana vc falou da pia huahauahuahu... morri de rir com seu comentário. ESTOU MORRENDO DE SAUDADE DE VC!!! Não vou abandonar sua fic, ai Merlim o que eu faço? Entra no msn que quero falar com vc se o seu Rony deixar né? Rssssss... beijos!!!

Biank Potter - Eis a menina que mais me pressiona por atualizações hihihihi... não se preocupe eu gosto, só assim mesmo, eu fico desesperada quando vejo seus comentários huahauahauhau... ai me esperto hihihihi... que bom que gostou do capítulo e seu outro comentário “completamente inutil” nas suas palavras, foi muito fofo... obrigada pelo carinho rssssss... e não sequestre minha beta hauhauahu.... BEIJOS NA BUNDA!!!

Talita Lima – Obrigada pelo comentário, beijos.

Gabi W. - PRIMAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! Como assim não é digna de uma N/A? Claro que é, mesmo estando sumida no msn hihihihihi... eu tenho estado muito ocupada tb no trabalho prima. Beijos.

Tonks Butterfly – Obrigada pelo comentário mana, beijos e a gente se vê na comunidade rssssss...

Dani_Potter – Que bom que vc gostou do capítulo, fico feliz, beijos e continua por aqui!!!

Mah Black – Melhor fic do ano? (autora com os olhinhos brilhando) Ai que lindo!!! (abraça a leitora) hauhauahauh... não liga, eu sou louca mesmo. Ei, eu não afirmeir que o filho da Laís e do Remo ficaria com a maldição, vamos ver o que acontece (olhar maligno) rsssssss... mana obrigada pelo comentário e sempre esteja por aqui. BEIJOS!!!

Ruiva Potter – Obrigada pelo comentário, beijos enormes!!!

Sally Owens – Mana vc não foi jogada as traças e eu não sou má (cruza os braços e faz beiço) hihihihi... ai mana não fique triste vamos ver o qua acontece rsssss... beijos pra vc e esteja sempre aqui. TE DOLO!!!

Sônia Sag – Pode ir tirando essa vontade pegar o Sirius no colo viu? Ele é meu hauhauahauh... que bom que gostou da Nc mana (pulando)... hauahauahua... vc é doida, seus comentários são muito engraçados, está chovendo porque eu li sua fic? Deixe deser dramática hihihihi... Beijos pra vc mana.

Gude Potter – Ai fico tão feliz quando leio comentários como os seus rsss... não precisa me olhar com cara feia, eu não sou má, só demorei um pouquinho. Beijos e obrigada por sempre comentar e me estimular.

Jhonatas Tiago Potter – Ai não fique com raiva de mim, eu só demorei um pouco hihihihi... não me azare e não me olhe com essa cara de cachorro que caiu da mudança pq eu não resisto (pensando no Sirius) Ai ele é o máximo hauhauahu... voltando para a terra, muito obrigada pelo comentário. Beijos.

Gabriele Black – Que comentário mais fofo rsssss... obrigada por estar lendo minha fic e comentar. Que bom que gostou da Deise e do Sirius, eu tb amo o Sirius (suspirando) UM BEIJO ENORME!!!

Evoluxa Black – Obrigada pelo comentário, espero que tenha gostado desse capítulo também. Beijos.

Haína Black Potter – hauahauahu... vc pensou que a fic tinha acabado? Rssss... isso é que dá eu com as minhas brincadeiras... desculpe. A briga do Tiago e da Lily? Ah, não sei, acho que eles entenderam rsssssss... beijos.

Bia Black Potter – Que bom que gostou do capítulo fico muito feliz, espero que esse tenha sido bom tb. Beijos.

Tatimione – Ai eu tb fiquei com raiva do Tiago, mas tadinho dele rsssss...que bom que gostou da batalha, eu não gosto de escrever esse tipo de cena, geralmente sou péssima. Gostou do filhinho do Reminho? Rsssssss... que bom, beijos e obrigada.

Maira – Olá, me perdoe por ter demorado a postar rsssss... obrigada por comentar e vou tentar fazer o que vc me pediu sobre a cena de ciúmes, acho que nos próximo capítulo rssssss... beijos e obrigada pelo comentário.

Carol Black Potter – Ai obrigada pelo comentário, que fofo... imensamente obrigada. UM BEIJO ENORME NA BUNDA!!!!

Black Angel – MANAAAAAAAAAAA!!!! Que bom que gostou do Tiago e da Lily, uma pequena discussão mais uma reconciliação no fim rsssss... Gostou da Deise e do Sirius??? Ai que bom... obrigada por comentar a gente se vc no orkut!

Taty Black – Obrigada, seja bem vinda na minha fic. Beijos enormes!!!

Sueniaaraujo – Poxa não brigada comigo, eu vou chorar!!! Tô tentando atualizar, mas não deu ainda, agora é a vez de separados tá? Menina linda hhihihihi...

Luana Viana – To postanto, to postando hauahauh... beijos e obrigada pelo comentário.


Só pra finalizar BEIJO NA BUNDA DE TODOS!!!

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