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12. Mudanças


Fic: Jogo de sedução


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- Bom dia. – ele a recebeu com um sorriso.

- Bom dia, Malfoy. – ela sorriu de volta – Desculpa. Eu achei que tivesse dito que ia depositar na sua conta o dinheiro, você não precisava ter vindo. Eu esqueci de mencionar isso na carta? – ela se fingiu de envergonhada ao falar da carta.

- Na verdade você deixou isso bem claro. – ele disse ainda sorrindo. Merlim, como o sorriso dele era lindo – Mas eu resolvi vir da mesma forma.

- Não confia em mim? – ela provocou.

- Não confio nas suas escolhas. – Mione sabia que ele se referia às opções que ela tinha mencionado na carta.

- Eu escolhi você como advogado. Isso foi uma escolha errada? – ela continuou provocando.

- Essa foi a melhor decisão que você já tomou. Você só errou ao querer me dispensar.

- Eu não tive opção.

- Teve sim. Duas. E, novamente, escolheu a errada.

- Eu escolhi a opção que só dependia de mim. A outra opção dependia da sua vontade, e eu não sabia o que você achava disso.

- Podia ter me perguntado, então.

- Nunca. – Mione disse rindo – Você acha que eu ia chegar no seu escritório falando: ‘Vamos sair para jantar, Malfoy? Não? Então não quero ser mais sua cliente. Tchau.’ – ela disse imitando uma voz diferente.

- Não ia ser assim. – ele se defendeu.

- É verdade. Você ia rir da minha cara e me ofender antes de eu sair. – ela falou contrariada.

- Você tem um juízo muito errado de mim. Eu não iria rir de você, iria propor que a gente fosse no “Sorciers”.

O pequeno sorrisinho no rosto de Mione murxou.

- O que foi? Não gosta de lá? – Draco notou a mudança de expressão.

- Não é isso. É que esse restaurante é tão... Sempre tive vontade de ir. – ela ia dizer caro e chique, mas achou que não ia soar muito bem.

- Então está combinado. Vamos jantar lá. Que tal hoje a noite? – ele disse voltando a sorrir.

- Não tem nada combinado. Do que você está falando? – até ela se assustou com aquela decisão repentina.

- Eu estou te convidando para jantar comigo, em um encontro. Um encontro de verdade.

- Isso eu entendi. – ela disse sarcástica.

- Então você não quer ir? – ele não entendeu onde ela queria chegar.

- Eu não acho possível que seja hoje a noite. É muito... É muito... É hoje a noite! – ela repetiu.

- As atitudes impensadas são as melhores. – pelo sorrisinho que ele deu, ela sabia que ele se referia ao amasso deles na Floreios.

- Mas essa atitude impensada não tem cabimento.

- E por que não? Hoje é sexta feira, amanhã ninguém trabalha.

- O problema não é esse... É que... – como uma mulher diz que não tem roupa apropriada sem parecer fútil?

- Não tem desculpa. Passo na sua casa as oito para te buscar. E não perde tempo depositando dinheiro agora. O corretor vai passar hoje no meu escritório para me passar o orçamento. Tenha um ótimo dia.

Ele saiu sorrindo, sem dar tempo pra Mione contrariar o que ele disse. E o plano de fazê-lo rastejar por ela? Foi por água abaixo.

Mas a morena não teve tempo de ficar chateada com isso. Ela estava contente demais porque sairia com Malfoy a noite.

E ainda precisava urgentemente comprar uma roupa, e que lugar melhor que o Beco Diagonal para isso? Aquela ida “ao banco” realmente tinha sido muito proveitosa.

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- Mas o que houve de tão importante pra você me mandar aquela carta tão desesperada? – Gina chegou, meio descabelada e esbaforida ao encontro de Mione no Beco Diagonal – Você está bem, amiga?

- Eu estou desesperada, Gi. Não sei que roupa usar. Você sabe que eu nunca fui muito boa com essas coisas de moda. – a morena estava ligeiramente aflita.

- Você me fez sair de casa e quase me mata de preocupação só para me falar que não tem roupa? – a ruiva pareceu chateada.

- Não é simplesmente o fato de eu não ter roupa. Eu preciso de uma roupa para usar no “Sorciers” hoje a noite. E outra coisa, não vem com essa historia de que eu te atrapalhei que você já tinha me dito que hoje você não ia trabalhar porque você trabalhou no feriado, então eu te fiz um favor arranjando alguma coisa pra você fazer.

- Você vai no “Sorciers” hoje? Como você não me disse isso antes? – o tom de Gina mudou para animação.

- Eu só fiquei sabendo hoje. – Mione disse correspondendo à animação da amiga.

- Como ‘só ficou sabendo hoje’? A fila para colocar o nome na reserva é de mais de um mês!

- Digamos que uma pessoa importante vai me levar. – a morena disse, misteriosa.

- Se você não quiser me contar eu não vou te ajudar.

- Você sabe que chantagem é crime? – Mione perguntou se fingindo indignada.

- Você chama de chantagem, eu chamo de curiosidade. Mas se você não quer me contar então divirta-se comprando sua roupa sozinha.

- Caraca, que doce que você está fazendo. Ninguém merece. – deu uma bufada - Eu vou sair com o Malfoy, satisfeita? Agora você me ajuda? – Mione estava irritada de verdade.

- Com o Malfoy? Ai amiga! É hoje que você tira essa sua teia de aranha. E tira com muita categoria. – Gina disse rindo.

- Você não presta, sabia. – ela respondeu com um meio sorriso. Não conseguia ficar irritada com a amiga por muito tempo.

- Então, o que estamos esperando? Vamos as compras! – a ruiva disse juntando as mãos feliz.

Mione apenas sorriu e acompanhou a amiga pelas ruas do Beco Diagonal.

- Para ir no “Sorciers” não podemos pensar em comprar em outro lugar a não ser na “Classic Witches”. – Gina disse guiando a amiga para a loja.

- Mas as roupas lá são tão caras.

- São caras, mas são lindíssimas, elegantes e eternas. Uma roupa de lá nunca sai de moda. – existia um brilho no olhar da ruiva.

- Ai que prejuízo. – a morena não parava de pensar na conta salgada que teria que pagar no restaurante e ainda teria que pagar um vestido caro. - Você não tem nada pra me emprestar não? Nenhuma roupa legal pra eu usar só nessa noite.

- Eu até tenho umas coisas que podem dar em você. Eu acho que tenho um vestido perfeito pra você, é só fazer alguns pequenos ajustes. – ela olhava Mione como se tirasse algumas medidas mentais.

- Se for para estragar suas roupas, então não precisa se incomodar... – a morena começou, mas foi interrompida pela amiga.

- Não vai estragar nada. Seu manequim é parecido com o meu.

- Então vamos logo para sua casa para ver isso. – ela disse muito empolgada.

- Você vai ficar divina, amiga.

E sem dizer mais nada, as duas aparataram.

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As oito em ponto, Malfoy tocou a campainha da casa de Hermione. Ele sabia do endereço dela por causa do cadastro que ela tinha feito na empresa dele.

Mione, incrivelmente, não estava nervosa. Pelo contrario, ela se sentia confiante e bonita. Ela não iria fingir nada, seria apenas ela mesma. E essa era a sua forma de tentar conquistar Malfoy naquela noite.

Usava um jeans escuro com costuras douradas. Sua blusinha de alças era de seda da cor champagne. Um salto alto, uma bolsa bem grade e alguns acessórios de ouro completavam o visual. Não deixava de ser uma roupa simples, mas muito elegante.

Seus cabelos estavam soltos, com cachos bem delineados e sua maquiagem foi feita da forma mais natural que ela conseguiu.

A roupa dava a ela um ar de elegância e beleza naturais, bem da forma que ela queria.

Ela só tinha pegado a blusa emprestada com Gina. O resto da roupa a amiga a ajudara a escolher do próprio guarda roupa da morena.

Ela abriu a porta sorrindo e se deparou com um Malfoy muito bonito e perfumado. Ele usava um blazer preto, da mesma cor da blusa social que ele usava por baixo. Sem gravata. Seus cabelos loiros platinados cuidadosamente penteados para parecerem ligeiramente despenteados.

“Nós simplesmente vamos formar um casal muito lindo.” – ela pensou “No restaurante” – ela se forçou a completar o pensamento anterior.

- Não preciso nem perguntar se você já está pronta. – ele disse sorrindo – Você está linda.

- Ah, obrigada. Você também está muito bonito. – ela respondeu educadamente.

- Podemos? – disse ele oferecendo o braço.

- Claro. – ela sorriu e aceitou o braço forte que ele estendeu.

Ele pegou a mão dela com firmeza e ambos aparataram guiados por ele.

- Desculpa não ter pensado em alguma coisa mais delicada para te trazer, mas não sou adepto de carros. – ele disse quando eles chegaram em uma rua chique que Mione nunca tinha ido antes.

- Não me importo. Aparatando a gente chega mais rápido e eu não amasso a minha roupa. – ela disse sorrindo docemente.

Eles se encaminharam para o restaurante e o maitre logo os encaminhou para a sua mesa.

- Obrigada. – Mione falou educadamente ao garçom que puxou a cadeira para que ela se sentasse, e se virou para Draco. – Eu estou muito curiosa sobre uma coisa, Malfoy.

- Pode falar.

- Eu já soube que fazer uma reserva aqui é muito difícil. Como você conseguiu reservar uma mesa para nós tão rápido?

- Digamos que ser uma pessoa conhecida me favoreceu. E dar uma ajudinha financeira ao maitre também. – ele disse sorrindo.

- Você não tem jeito mesmo. O mesmo Malfoy de sempre. – o tom dela não era de repreensão, era um certo ar divertido.

- Aí que você se engana, Granger. Eu mudei muito, achei que você já tivesse percebido isso.

- Hermione. – ela disse olhando para ele, sorrindo.

- Oi?

- Se estamos mesmo em um encontro, então eu acho que devemos deixar as formalidades de lado. Não quero me sentir em uma reunião com meu advogado. Me chame de Hermione. – ela disse com o ar de quem informa as horas.

- Então você me chama de Draco.

Mione sorriu.

- Tudo bem... Draco. Agora, o que você recomenda que a gente peça? – disse indicando o cardápio.

Eles fizeram os pedidos e continuaram a conversa como se sempre tivessem gostado um do outro.

- Eu queria saber um pouco mais de você. – o loiro falou. – Por que a única coisa que eu sei é que você quer comprar uma livraria.

- E sabe onde eu moro. – ela disse sorrindo.

- Então cuidado com o que você fala para mim, porque eu já posso mandar meus capangas te fazerem uma visitinha. – ele disse piscando um olho.

- Sinto muito, mas eu não tenho medo de você.

- Por quê? Eu não tenho cara de mau? – ele disse franzindo o cenho.

- Não. Você tem cara de fofo. – ela sorriu.

- Caramba. Perdi todo meu moral agora.

- Eu não acho. – ela disse sorrindo.

- Ta, mas não tenta mudar de assunto, pode começar a falar de você.

- A minha vida não tem nada de muito interessante para que eu fique contando. Não sei nem o que falar.

- Me conta então por que você desistiu de ser professora. Você ensinava Transfiguração, ne?

Ela concordou com a cabeça, deu um gole na bebida e disse:

- Ah, longa história. Em uma versão resumida dela, eu não agüentava mais passar o ano todo naquele colégio, rodeada de gente mais nova. Não que eu não gostasse de dar aula, mas eu não tinha muito como me divertir, sabe? Eu ficava muito longe dos meus amigos e da minha família e não podia sair muito. Por mais que eu pudesse fazer muita pesquisa, achei que não compensava tanto sacrifício, sabe? Eu sou ainda meio nova pra isso. Então eu pensei: onde eu poderia continuar a fazer muita pesquisa e não precisaria me afastar tanto do convívio social. Foi ai que eu descobri que a Floreios estava a venda e tive a idéia de comprar uma livraria.

- E essa foi a versão curta? – ele perguntou rindo.

- Ah, não reclama, ta? Foi você que perguntou. – ela disse ligeiramente envergonhada.

- Eu só fiquei com medo que você ficasse sem ar.

- Mentira que eu nem falei tão rápido.

- Não. – ele continuou rindo – Mas você ficou linda assim meio roxa por falta de oxigenação.

- Pára, Draco. Também não falo mais nada pra você. – ela já estava rindo com ele.

- Eu tava só de brincadeira. Realmente achei a história bem interessante. – ele disse tentando ficar sério.

Antes que ela pudesse responder, o garçom chegou com os pratos.

- Eu disse que os pratos valiam a pena. – ele disse encarando o camarão a sua frente.

“É melhor mesmo, pelo preço que eu vou pagar por ele!” – ela não pôde conter esse pensamento.

- Que cara foi essa? Não gostou da comida? – ele percebeu a mudança de expressão dela.

- Claro que gostei. – ela sorriu.

- Mas...

- Mas o que?

- Você gostou, mas... – ele manteve a abordagem.

- Mas nada. Esse cheirinho está simplesmente divino. – ela disse ainda sorrindo.

O jantar correu da mesma maneira que o começo. Ambos em uma conversa descontraída e amigável. E muitas risadas.

- Vamos pedir sobremesa? – ele perguntou depois que eles pararam de rir e que um leve silencio se instalou.

- Uh...

- Vamos. – ele disse já chamando o garçom.

- Obrigada por ouvir a minha opinião. – ela se fingiu ofendida – Nem pra escolher o doce você me pediu ajuda.

- Modéstia a parte, eu sou muito bom para escolher doce. E esse que eu pedi é muito bom. Só que é meio grande, então você não se importa de dividir, ne?

Ela não respondeu.

- Ah... Você ouviu o que eu disse?

- Ouvi. – foi só o que ela disse.

- Então...?

- Então o que?

- Você realmente me ouviu?

- Ouvi, mas não vou responder. Minha opinião não importa mesmo.

- Nossa, que orgulhosa. – ele disse se fazendo de surpreso.

- Ah, falou o rei do altruísmo. – ela respondeu sorrindo para quebrar o clima pesado que estava se instalando – Por falar nisso, “modéstia a parte”? Quando que você já foi modesto mesmo? – ela disse rindo.

- Sempre procurando um motivo para me provocar, ne, Hermione? Você não mudou nada, continua a mesma Granger dos tempos de Hogwarts. – o tom dele também mudou para um tom de brincadeira.

- Agora é minha vez de dizer, Draco, que você se enganou. Eu mudei muito. – ela disse misteriosa enquanto “sem querer” deixava a perna dela roçar na dele.

- Eu acho que não quero comer mais sobremesa, que tal a conta? – ele disse já se preparando para chamar o garçom.

- Não, não. - ela disse segurando a mão que ele já estava começando a levantar – Agora quem quer comer sobremesa sou eu. – mas ela não soltou a mão dele ao terminar de falar.

- Realmente você mudou. E eu gostei bastante disso. – ele disse se aproximando dela.

Os rostos deles estavam praticamente juntos. Ela já podia sentir a respiração dele. Faltava pouco para que a distância entre eles não existisse mais.

- Oh, a sobremesa chegou! – Mione disse se afastando dele, quando o garçom chegou com o doce.

“Porcaria de sobremesa” – foi o que o loiro pensou enquanto dava uma colherada mal humorada no brownie a sua frente.


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N/A: demorou mas o capitulo saiu... comentem! =]
bjs
Tita ^.^

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