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1. Alerta vermelho.


Fic: Harry Potter e O Valor da Amizade.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 1: Alerta vermelho.

Um dia aparentemente normal, assim como qualquer outro que não fosse aquele, o sol brilhava no alto de uma linda montanha na ala oeste da cidade Surrey. Ainda era inverno e por esse motivo o sol demorava chegar à casa dos Dursley. Impaciente Harry caminhava de um canto para outro dentro do quarto que até então estava completamente desarrumado, estava impaciente, ansioso para seu regresso à escola que mesmo tendo sofrido aos inúmeros ataques no ano passado, conseguiu superar as dificuldades atuais.

Por volta das sete da manhã o céu começou a escurecer e as luzes da cidade apagavam-se uma a uma até que tudo se torna noite novamente, Petúnia subiu correndo as escadas ao encontro de Harry que também estava assustado com o que estava realmente acontecendo.

__ Satisfeito Potter? Agora ele sabe que você se esconde aqui. _ disse Petúnia quase em prantos.

__ Do que está falando, eu não estou entendo.

__ Talvez refresque sua memória em afirmar que o assassino de seus pais esteja próximo, ele vem vindo e nós já estamos de saída, você não poderá vim conosco, seria suicídio levá-lo.

__ Como soube isso? Você não deveria receber o Profeta diário, são apenas para Bruxos...

__ Na TV, acabou de notificar que um assassino, assim nomeado como Lorde das Trevas, esta à procura de alguém, um garoto. Segundo o que informou, ele vem para essa área da cidade, um condomínio fechado na zona leste de Surrey.

Valter gritava lá do hall, já com as malas prontas. Duda parecia desapontado em deixar Harry, sem ao menos falar para onde iriam.

__ Anda logo, querida, se apresse, não temos muito tempo.

Harry acompanhou-os até fora de casa, onde pode ver o que realmente estava acontecendo, as coisas não iam nada bem, acontecia naquele momento um eclipse solar, sim era verdade. Valter seguido de Duda e Petúnia entraram no carro e desapareceram de vista ao virarem as esquina do parque em seguida a próxima e próxima ate não serem mais vistos.

Ainda sentado no passeio, Harry notou que o que ele estava fazendo era loucura, ficar fora de casa esperando o pior, realmente era loucura. Levantou-se rapidamente e aproximou-se da porta para tentar destrancá-la.

__ Alohomora... _ definitivamente nada havia acontecido, a magia de proteção que Dumbledore havia colocado há alguns anos atrás ainda funcionavam perfeitamente e não seria um simples feitiço que destruiria uma proteção tão grande. _ Bombarda... _ também não obteve resultado, estava muito bem protegida. _ Bombarda máxima... _ um forte estrondo lançou a porta para dentro, que se desintegrou no ar.

Adentrando-se na casa, Harry teve a plena certeza de que ele não estava só, havia outra pessoa ou alguma coisa lá dentro, sentia sua respiração, ouvia seus passos leves na parte superior, no andar de cima.

__ Homenum revelius... _ uma leve brisa saiu da varinha de Harry percorrendo a casa, dando a ele a resposta que queria.

Estava muito escuro e eram poucas as coisas que se podia ver sem o auxilio de uma luz.

__ Lumus... _ a partir da varinha de Harry uma luz se fez e do alto da escada uma criatura pulou sobre ele que acidentalmente deixou a varinha cair. __ Accio varinha. _ a varinha voou até a sua mão que rapidamente contra-ataca o desconhecido. __ Estupefaça... _ um jato de luz vermelha brilha ainda mais forte que o lumus lançado segundos atrás, clareando ainda mais a casa.

Ali diante dele estava uma criatura raquítica e caótica, completamente estranha a seus olhos, imóvel e sem nenhum perigo aparente, mas isso não era o único perigo que rondava a casa; sobre o parque, onde Harry passou a maior parte de suas férias, estava a Marca Negra. Dois comensais de Voldemort caminhavam pela rua e, pela a altura que falavam Harry, pode ouvi-los de dentro da sala.

__ Tem certeza que é aquela a casa?

__ Sim, é a casa numero 4.

Lentamente Harry subia os degraus da escada silenciosamente não querendo atrair a atenção para si. Uma sombra pouco nítida transpareceu dentro da sala e lentamente entrou um homem vestido de longos tecidos negros, máscara e um chapéu pontiagudo. Bastou ele entrar completamente, para que o espírito heróico de Harry falasse mais alto.

__ Expeliarmus... _ uma bola dourada assumiu forma e colidiu com o comensal que fora atirado para fora de casa.

O outro que entrava ainda mais lento parou e pode constatar que realmente era Harry Potter o menino que acabaram de ver.

__ Pegue-o, estou bem. _ disse o comensal ainda caído.

O outro adentrou na escuridão da casa correndo atrás de Harry que já estava na parte de cima da casa, o comensal se aproximava e ele sabia que era lutar ou ser capturado. O efeito da magia lançada para identificar presenças humanas ainda pairava pelo ar dando a Harry o aviso de que alguém havia chegado recentemente.

__ Avise os outros comensais, faça isso agora. _ gritou o comensal que já estava frente à Harry, parado perto da porta do quarto de Valter e Petúnia.

O comensal que estava no jardim minúsculo da família Dursley ergueu a varinha e como os olhos frios e fixos a um ponto ainda mais específico grita em alto som.

__ Mornondra... _ a caveira de fumaça, que Harry já havia visto inúmeras vezes, mais uma ver brilhou no céu e com ela vários comensais tomavam forma a partir da fumaça negra.

Harry ainda no corredor, também com a varinha apontada para o comensal, olhou pelo canto dos olhos para a porta; no exato momento em que disparou um feitiço estuporante recebeu uma maldição em retorno, mas ao entrar no quarto conseguiu desviar-se.

__ Estupefaça... _ gritou Harry já correndo para dentro do quarto.

O comensal conseguiu abaixar se a tempo e em devolução ao ataque uma imperdoável foi lançada.

__ Crucio...

Rapidamente Harry afastou se da porta na tentativa de trancá-la com magia, mas infelizmente não se lembrava do feitiço.

__ Coloportus... _ uma voz feminina ecoou de trás de Harry que até então pensava estar a sós no quarto.

A voz era familiar, mas ao mesmo tempo metia medo, ele não estava reconhecendo e por esse motivo chegou a pensar que fosse Belatrix Lestrange. Virando se rapidamente Harry laçou seu feitiço mais usado, um desarmador eficiente em quase todas as ocasiões.

__ Expeliarmus... _ a luz vermelha reluziu dentro do quarto, não por ter atingido alguém em particular, mas sim por ter sido bloqueada.

Um barulho forte veio de fora do quarto; os comensais que haviam chegado já estavam no segundo andar da casa também e a única forma de saírem dali era pelo teto, A mulher que estava junto deles logo foi reconhecida por ser Tonks, esta por sua vez ergueu a varinha rumo ao canto do quarto e com um leve aceno rompeu uma cavidade criando uma fenda.

__ Vamos logo, não conseguiremos segurá-los muito tempo. _ disse Sr. Weasley que até então estava calado, pensando em como sairiam dali.

A porta cedeu voando sobre ele que não conseguiu escapar, os aurors que estavam dentro do quarto, sendo eles Alastor, Tonks, Remo, Arthur e dois outros não reconhecidos por Harry lançaram feitiços contra os comensais que ainda estavam frente à porta.

__ Vá Harry, acredito que já sabe desaparatar, então faça logo. _ gritou Arthur Weasley.

__ Avada kedavra... _ gritou Alastor atingindo um dos comensais que pretendia evitar os ataques como um feitiço escudo.

__ Vai Harry, vá agora. _ gritou Remo.

__ Não posso deixá-los aqui. Também devo lutar.

Arthur correu até Harry e o segurou pelo braço, forçando-o até a fenda no teto, quando de repente uma luz acertou Arthur pelas costas, felizmente era apenas um estuporante que veio desviado pelos comensais.

Harry enfurecido passa pelos aurors e quando aparentemente ia lança o malefício da morte foi surpreendido.

__ Avada ke... _ se fez silencio ao receber um forte soco dado por Remo, consciente de que a única forma de tirá-lo dali seria inconsciente.

Harry caiu no chão e Tonks rapidamente o pegou e passando pela fenda desaparata rumo à toca.



***



Depois de algumas horas Harry acordou com a cabeça pesada, Gina estava ao seu lado passando os dedos por entre seus cabelos que agora estavam longos na altura do ombro.

__ Harry, que bom que acordou.

__ Gina onde está seu pai, Tonks e os outros?

__ Meu pai ainda não retornou e Tonks apenas o deixou aqui e desaparatou através da lareira, não disse aonde ia, nem mesmo para minha mãe.

__ Tenho que retornar para ajudá-los.

__ Não Harry você não vai, pode ser bem mais perigoso que imagina, e depois meu pai e os outros sabem se cuidar muito bem. Estou muito feliz por ter retornado, pensei que algo pudesse ter acontecido a você.

Logo a noite chegou, mas ainda era cedo para dormirem foi quando Hermione chegou com algumas malas.

__ Harry... Você esta bem? Ronald, Gina e Sra. Weasley como vocês estão?

__ Bem Hermione, mas tenho assuntos para resolver.

A senhora Weasley teve que se ausentar por alguns minutos, pois sentia cheiro de fumaça vindo do forno.

__ Prestem atenção pessoal muita coisa minha ficou na casa dos meus tios tenho que pegá-las, então, queria que fingissem que estou no quarto dormindo...

__ Você está louco? _ disse Hermione em alto som abaixando violentamente o tom da voz. _ Você está louco, não deve sair assim, e se você for pode ter certeza que nós iremos juntos, só assim poderá ir sem que a mãe de Rony saiba.

__ Ta legal, mas a Gina fica.

__ Como é? Eu não vou ficar, por que se isso acontecer, antes de chegarem até Surrey, minha mãe já estará esperando por vocês lá. _ disse Gina em tom de ameaças.

__ Tudo bem Gina você vem, mas se acontecer um ataque você tem que fugir. _ disse Rony sabendo que ela realmente contaria para sua mãe que eles estavam fora.

__ Combinado juro que fugirei se algo acontecer.

Poucos minutos se passaram e os quatro caminhavam na escuridão da Toca até chegarem a um ponto para desaparatarem. Sendo que, em menos de um minuto, lá estavam eles frente à casa que Harry viveu toda sua vida, as luzes da cidade já haviam retornado e correndo eles adentraram casa.

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N/A: Espero comentários viu!?... faça uma autora iniciante feliz *-* hehe

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