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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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12. Perto de casa


Fic: BEFORE THE DAWN- NC18 - Continuação de Save Me - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 Oasis - Little by Little


Oasis - Little by Little

We the people fight for our existence
We don't claim to be perfect
But we're free
We dream our dreams alone
With no resistance
Fading like the stars we wish to be

You know I didn't mean
What I just said
But my God woke up
On the wrong side of his bed
And it just don't matter now

Cos little by little
We gave you everything
You ever dreamed of
Little by little
The wheels of your life
Have slowly fallen off
Little by little
You have to give it all in all your life
And all the time I just ask myself why
You're really here

True perfection has to be imperfect
I know that sounds foolish but it's true
The day has come
And now you'll have to accept
The life inside your head we give to you

You know I didn't mean
What I just said
But my God woke up
On the wrong side of his bed
And it just don't matter now

Cos little by little
We gave you everything
You ever dreamed of
Little by little
The wheels of your life
Have slowly fallen off
Little by little
You have to give it all in all your life
And all the time I just ask myself why
You're really here
Hey

Little by little
We gave you everything
You ever dreamed of
Little by little
The wheels of your life
Have slowly fallen off
Little by little
You had to give it all in all your life
And all the time I just ask myself why
You're really here
Why am I really here?
Why am I really here?

Oasis - Little by Little (tradução)

Nós, as pessoas, lutamos por nossa sobrevivência
Nós não buscamos ser perfeitos, mas somos livres
Nós temos nossos próprios sonhos sem resistência
Enfraquecemos como as estrelas que desejamos ser

Você sabe que eu não quis dizer
O que eu disse há pouco
Mas meu Deus acordou do lado errado da cama
Isso não importa agora

Porque pouco a pouco
Nós lhe daremos tudo que você sempre sonhou
Pouco a pouco
Os testamentos de sua vida cairão lentamente
Pouco a pouco
Você tem que dar tudo em toda sua vida
E todo o tempo eu me pergunto por que
Você está aqui

Sonho perfeito tem que ser imperfeito
Eu sei que soa tolo, mas é verdade
O dia chegou e agora você tem de aceitar
A vida em sua cabeça nós demos a você

Não eu não quis dizer
O que eu acabei de dizer
Mas meu Deus acordou do lado errado da cama
Isso não importa agora

Porque pouco a pouco
Nós lhe daremos tudo que você sempre sonhou
Pouco a pouco
Os testamentos de sua vida cairão lentamente
Pouco a pouco
Você tem que dar tudo em toda sua vida
E todo o tempo eu me pergunto por que
Você está aqui

Por que eu estou aqui?
Por que eu estou aqui?

Capítulo 11

Perto de casa

Afetou a Hermione o fato estranho de que ela pudesse aparatar nos terrenos de Hogwarts depois de insistir por anos de que era impossível. Mas o Ministério tinha os seus próprios privilégios e muitas pessoas, incluindo Aurores, tinham acesso a passagens secretas que ignoravam os fortes feitiços de proteção que Dumbledore colocara na escola anos atrás.

Ela estava agradecida por estar errada ao menos uma vez na vida. Seus pés batiam na grama perto da Floresta Proibida e ela se embrenhou pelos galhos escuros. Ela podia ver a luz das tochas flutuando sobre as pessoas, propagada pela floresta.

O coração de Hermione afundou mesmo que seus passos acelerassem. Ela reconheceu as vestes do Ministério e tentou segurar as lágrimas. Ela chegara muito tarde. Em seu coração, ela sabia disso, mas ela correu, segurando-se a menor das esperanças que ainda vivia dentro dela. Folhas trituraram ruidosamente sob seus sapatos. O vento estava gélido em sua pele. Ela parou abruptamente, sentindo o bloqueio invisível que os Aurores tinham colocado ao redor do local. Hermione empurrou-se contra a barreira e murmurou um contra-feitiço, investindo quando a barreira se dissolveu debaixo de seus dedos.

Ela viu a pequena multidão rodeando Sirius e ela afastou muitos Aurores para chegar até ele. Ele a viu, a luz dos archotes iluminando o rosto dele. Seu rosto estava distendido em uma careta, mas em seus olhos ela podia ver que ele estava lamentando. Os passos de Hermione desaceleraram enquanto ela tentava prender a respiração. Ela viu Sirius pedir licença aos Aurores e aproximar-se dela.

- Você veio bem rápido. Acabamos de enviar uma coruja ao seu apartamento.

Hermione engoliu em seco e relanceou o olhar para onde dois Curandeiros estavam ajoelhados sobre algo. Ou sobre alguém:

- Não recebi a coruja. – Ela disse simplesmente, tentando manter a voz inalterável. – Pensei que talvez isso tivesse “vindo” a mim antes... Mas suponho que me acometeu enquanto ocorria.

- Fomos avisados instantaneamente. – Sirius explicou. – Ele deve ter usado a varinha para avisar McGonagall porque os bloqueios de Hogwarts imediatamente caíram.

- Eles estavam esperando por ele? – Hermione perguntou. Era melhor permanecer profissional sobre isso ou ela quebraria completamente. – Eles não podiam aparatar.

Sirius ergueu uma sobrancelha para ela:

- Eles podiam facilmente aparatar se soubessem os contra-feitiços. Temos muitos Aurores em Hogsmead. Eles coletaram descrições de todos que usaram a Rede de Flu aquele dia, mas quem quer que fosse não podia ter atravessado o lago de Hogsmead antes de chegar aqui.

Hermione esfregou o rosto com a mão, piscando as lágrimas antes que Sirius pudesse vê-las. Ela sentiu os dedos dele ao redor de seu pulso e afastou a mão. Ela curvou os dedos rapidamente e viu os olhos dele estreitarem enquanto estudavam suas unhas.

- Por que você tem sangue nos dedos?

Ela gentilmente tirou sua mão da dele:

- Não importa agora. Quero vê-lo. Posso captar o que aconteceu.

Sirius a fitou por um momento antes de assentir e sair do caminho. Os olhos dela instantaneamente caíram sobre Harry, que estava sentado contra uma grande árvore, seus joelhos dobrados e seus braços largados sobre eles. Seu rosto estava pálido e inexpressivo enquanto olhava à frente. Ela deu a Sirius um olhar significativo e começou a caminhar até ele. Ela parou sobre um tronco fino que jazia no chão e ajoelhou-se em frente ao amigo. Os olhos verdes, escurecidos e distantes, tremeluziram para o rosto dela.

- Harry. – Ela disse baixinho, inclinando-se para posicionar sua mão sobre o joelho dele. Ele a afastou rudemente.

- Não me diga que está tudo bem. – Harry disse, sua voz baixa e sibilante com a raiva mal controlada.

- Eu não ia dizer. – Ela disse simplesmente. – Não está tudo bem. A morte não é certa. Mas eu quero me certificar de que você está ok.

Harry caiu no silêncio de novo e encostou a cabeça contra a casca da árvore:

- Eu cheguei em casa mais cedo e Gina não estava lá. Eu entrei em pânico e enviei Edwiges para encontrá-la com um recado para voltar para casa. Ela estava aqui, ajudando-o com algumas ervas. – A voz de Harry morreu e ele fechou os olhos. – Se ela não tivesse voltado para casa, ela podia ainda estar aqui. Não pude evitar me sentir aliviado por não ser ela... É tudo em que posso pensar agora e é tão egoísta.

- Não é egoísta. – Hermione lhe assegurou, esperando e afastando o cabelo dele dos olhos. Ela sabia que ele não a deixaria, então ela rapidamente apertou sua mão e ficou de pé. A muita distância ela podia ver Rony, caminhando lentamente com outro Auror enquanto eles usavam as varinhas para procurar por qualquer sinal de evidência. A boca dele formava uma linha firme, sua postura inflexível. Ela sabia que ele se fechara pessoalmente da cena. Mas ela também sabia que ele lamentaria mais tarde e isso partia o coração dela tanto que ela não seria a única a abraçá-lo quando ele lamentasse.

Sabendo que não era hora nem lugar para discorrer sobre tantas coisas, Hermione moveu-se adiante. Sirius caminhou para o seu lado e a tocou no ombro.

- Tem certeza?

Ela anuiu, incapaz de empurrar as palavras por sua garganta apertada. Ela ajoelhou-se ao lado do corpo e sentiu o lábio inferior tremer. Fechando os olhos, ela respirou profundamente e pousou uma mão sobre a cicatriz clara talhada na testa de Neville.

Aconteceu rapidamente, e ela ficou agradecida. Às vezes a ansiedade, a espera, eram piores que a dor em si quando a visão finalmente a acometia. Ela curvou-se, mordendo o lábio para impedir o choro de escapar de seus lábios. As maldições engolfaram o corpo dele primeiro, apesar dos seus melhores esforços para desviá-las. Eles o tinham enfraquecido ao ponto em que ele não podia mais lutar de volta. Hermione viu o flash do aço antes que eles o apunhalassem no estômago. Eles adoraram isso, tanto quanto tinham adorado talhar a cicatriz na testa dele antes dele morrer.

Hermione sentiu a vida se esvaindo de Neville e sentiu a si mesma olhando para um homem jovem, suas feições escondidas por vestes negras como as que os outros usavam. Ele ria e escarnecia de Neville, que estava muito longe para realmente ouvi-lo.

Mas havia outra emoção que contrastava com o divertimento demoníaco dos assassinos de Neville. Uma de doença e arrependimento pelo que estava acontecendo. De medo. Eles postaram-se longe um dos outros, seus rostos escondidos pela escuridão.

A voz de Rony cortou a neblina cerrada e ela sentiu-se ser sacudida para trás. Hermione foi jogada de volta à realidade e piscou enquanto sua visão clareava. Ela estava muito longe do corpo de Neville, um par de braços fortes a envolveram antes que ele a colocasse cuidadosamente no chão. Ela livrou-se dos braços que a ainda a seguravam e ergueu o olhar para encontrar Sirius ajoelhando-se em sua frente rapidamente, colocando ambas as mãos nos ombros dela para segura-la.

- Você está bem?

- Estou! – Hermione arquejou, virando-se para olhar para a pessoa que a removera para longe de Neville. Rony a fitou, pálido e respirando tão pesadamente quanto ela. – Por que fez isso?

- Ele só ficou preocupado com você. – Sirius respondeu rapidamente. – Você estava tremendo muito.

- Eu disse que estou bem. – Ela disse rispidamente. Ela fechou os olhos e esfregou a testa antes de olhar para Sirius. – Eles usaram uma faca trouxa para matá-lo, mas tenho certeza de que os Curandeiros já te disseram isso.

Quando Sirius assentiu, Hermione olhou de soslaio, tentando situar o nome do rosto que vira:

- Eu vi alguém, os outros usavam capuzes, mas um, o que matou o Neville, eu já o vi antes.

Sirius prendeu a respiração e voltou-se para chamar alguém. Um homem mais velho e de ar imponente caminhou para trás de Sirius, uma Pena de Repetição Rápida em punho.

- Você se lembra de como ele se parecia?

Ela parou:

- Ele era de Hogwarts... Ele jogava no time de Quadribol da Sonserina. – Ela esfregou o punho contra a têmpora e fechou os olhos bem apertados em frustração. O nome veio a ela de repente e ela relanceou o olhar para cima. – Adriano Pucey*.

- Tem certeza? – Sirius perguntou cuidadosamente, apesar de seus olhos conterem uma excitação que Hermione não vira desde que ela voltara para casa.

- Sim. – Ela disse. – Ele estava no mesmo ano que Fred e Jorge.

- Adriano Pucey. – Rony disse. – O pai dele era um Comensal da Morte.

- Ele morreu na segunda guerra. – Sirius disse, tomando Hermione pela mão e a ajudando a levantar. – Vamos enviar um grupo esta noite para começar a procurá-lo.

- Eu irei. – Hermione disse rapidamente. – Posso ajudar.

- Não. – Sirius replicou brevemente. Ele lançou uma olhar por sobre o ombro para um auror que estava ajudando a cobrir o corpo de Neville. – Terry! Aonde o Harry foi?

Terry Nadler franziu as sobrancelhas e pareceu levemente desconfortável:

- Ele saiu um minuto atrás... Acho que ficou doente de novo.

Sirius xingou:

- Encontre-o para mim. Diga-lhe para ir para casa e certificar-se de que Gina está bem. – Quando Terry assentiu e desapareceu pelos galhos, Sirius atentou a Rony. – Tenho que ver a esposa de Neville. Leve Hermione para a Toca. Ela ficará em segurança lá até colocarmos aqueles feitiços de proteção no apartamento dela.

- Sem problemas. – Rony disse baixinho.

Hermione começou a protestar quando Sirius a ignorou e saiu. Ela rodeou Rony, suas bochechas coradas e o coração acelerado.

– Não pode falar sobre mim como se eu não estivesse aqui. Não vou para a Toca.

Rony agarrou seu braço quando ela o repeliu.

- Não vou, Rony. Eu quero ajudar...

Ele capturou seus pulsos. Os olhos dela estavam ardendo com a raiva, mas viu calma nos olhos azuis dele e a necessidade de se debater desvaneceu-se de seu corpo. Muito cansada para discutir, Hermione permitiu que Rony a puxasse para si antes de senti-lo florear a varinha.

Eles estavam dentro da sala da Toca, a noite áspera substituída pelo familiar ambiente de calor e conforto. Hermione se afastou de Rony e aspirou as essências, seu coração de repente mais aliviado. A casa estava quieta, e o Sr. e a Sra. Weasley certamente estavam dormindo. A casa estava muito mais espaçosa e organizada do que Hermione se lembrava. Na última vez que ela visitara foi quando Rony lhe apresentara Imelda e ela não prestara muita atenção às reformas na Toca.

- Mamãe e papai decidiram não se mudar para a mansão do Ministério. – Rony disse, percebendo o jeito que o olhar dela vagava curiosamente. – Eles reconstruíram muito da Toca nos últimos dois anos. As escadas esta bem mais seguras agora. Vem.

Ela ajeitou um sorriso fraco e o seguiu escadas acima. Enquanto ele parecia distante dela, Rony não parecia estar bravo. Ao menos não tão furioso quanto ele ficara com ela mais cedo no Ministério. Ela achou estranho, mas ficou agradecida por eles não estarem discutindo. Ela não tinha certeza se poderia agüentar muito disso esta noite.

- Você não tem que fazer isso. Eu poderia ter colocado os feitiços no meu apartamento sozinha.

- Feitiços de Proteção tomam muito da força e da concentração. – Ele a olhou por sobre o ombro enquanto eles continuavam a subir as escadas. – Não acho que você tenha muito das duas.

Ela quis mostrar a língua para ele, mas achou que, quando ela não podia nem gastar energia para fazer isso, ele devia estar certo. Ela sentiu as mãos dele apertarem as suas enquanto ele abria a porta de seu antigo quarto. Parecia exatamente o mesmo desde que o vira sete anos antes. O mesmo acolchoado dos Chudley Cannons, o mesmo pôster na parede. A velha gaiola de Pitchitinho jazia a um canto do quarto.

- Você pode dormir aqui hoje. Vou deixar um recado para a mamãe de que você está aqui. – Rony disse, soltando a mão dela e parando ao lado para que ela pudesse entrar.

Hermione anuiu e tirou as vestes, não se importando que elas caíssem em um amontoado no chão. Ela se sentou na beirada do colchão e retirou devagar os sapatos.

- E-eu, ah... Vou deixar você dormir. Te vejo amanhã.

Ela assentiu para a voz de Rony, mas continuou a fitar o chão de madeira. Ela tentou esperar até ele fechar a porta atrás de si, mas seu corpo a traiu enquanto seus ombros sacudiam para frente, tremendo sob o peso dos soluços.

O colchão afundou sob o peso de Rony enquanto seus braços serpenteavam ao redor dos ombros dela e a traziam para perto.

- Não agüento mais. – Ela disse entre as respirações rasas.

- Você não tem que fazer nada que não queira. – Rony disse baixinho.

Ele a abraçou até as lágrimas terem diminuído e, enquanto Hermione as secava impacientemente de suas bochechas, ela não tinha idéia se haviam se passado minutos ou horas desde que ela começara a chorar. Ela estava cansada demais e dominada pelo lamento para ficar envergonhada. Afastando-se levemente de Rony, ela empalideceu quando viu a óbvia mancha de lágrimas na capa dele. Ela abriu a boca para se desculpar, mas a ameaça das lágrimas a parou e ela pressionou os lábios juntos, seu corpo relaxou com um pequeno suspiro enquanto ela erguia o olhar para ele.

Rony de repente parecia incrivelmente pueril enquanto ele a olhava. Os sentimentos feridos que criaram a distância entre eles pareceram desaparecer. Os dedos dela ansiavam por correr pelo cabelo avermelhado que curvava na base do pescoço. Os olhos cobalto dele estavam destituídos do ressentimento que eles pareciam abrigar quando a olhavam, ao invés disso, eles estavam cheios de lamento e entendimento mútuos. Hermione queria fingir, só por um minuto, que os últimos dois anos nunca aconteceram. Que ela nunca o abandonara e que ele ainda a amava.

- Vem cá. – Ele finalmente disse, puxando-a do colchão. Ele permaneceu sentado, suas costas amparadas pelos travesseiros e suas pernas compridas esticadas. Ela quase hesitou, mas se moveu facilmente para os braços dele. Seu queixo descansou sobre o peito dele e, sem pensar, ela envolveu-o com os braços e o apertou. A mão dele estava afagando seu cabelo em um ritmo hipnótico e dentro de momentos ela se sentiu cair em um sono profundo e sem sonhos.

********

Já tinha amanhecido quando Rony acordou. Ele piscou contra a luz que partia das cortinas alaranjadas sobre a janela e Rony encolheu-se com a câimbra pescoço. Ele estava deitado de costas em sua antiga cama, seu pescoço apoiado desconfortavelmente sobre os travesseiros. Rony olhou para baixo, para Hermione, que estava dormindo, sua mão ainda em sua capa. O braço de Rony estava em volta dela, seus dedos enterrados no cabelo espesso dela.

Sem pensar, Rony virou a cabeça e aspirou a fragrância dos cabelos dela. Havia a leve sugestão de outono e morangos, fazendo Rony piscar e virar-se antes de encarar o teto. As pernas deles estavam entrelaçadas e a coxa dela estava pressionada confortavelmente contra o quadril dele. À sua revelia, Rony já estava excitado e praguejou baixinho.

Tão cuidadoso quanto pôde, ele ergueu a cabeça e olhou para o relógio de madeira no criado-mudo. Já passava das nove da manhã. Rony praguejou mais uma vez antes de lentamente se desembaraçar de Hermione.

Imelda ia ficar ou furiosa ou preocupada. Ou as duas coisas. Rony desamassou as calças, estremecendo com a dor antes de calçar os sapatos, que sabe-se lá como haviam ido parar no chão. Hermione se mexeu, virando-se de costas antes de sua respiração se nivelar mais uma vez. Rony correu uma mão pelo cabelo emaranhado e em silêncio deixou o quarto, fechando a porta com cuidado.

- Ronald.

- Merda! – Ele girou nos calcanhares e olhou para a mãe, que estava parada em frente ao antigo quarto dos gêmeos, carregando um balde e uma esponja. – Você quase me matou de susto.

- Modere o linguajar. – Ela disse em tom de aviso antes de levantar o balde no braço. – Recebi uma visita do Sirius essa manhã explicando o que aconteceu e me deixou saber que alguns Aurores poderiam dar uma passada aqui para colocar mais uns feitiços de proteção na casa.

Rony suspirou e anuiu enquanto descia o corredor até ela para pegar o balde.

- Ele queria que Hermione ficasse aqui noite passada, apenas para ficar em segurança. Eu quis deixar um recado, mas...

- Você pegou no sono? – Molly perguntou, lançando-lhe um olhar penetrante.

- Ela precisava de alguém com ela. – Rony disse na defensiva. – Eu não ia só deixa-la lá tão chateada quanto estava.

- Estou vendo. E depois do que aconteceu ao pobre do Neville. – Molly fungou alto e secou os olhos com o avental. – Sinceramente espero que você tenha mandado um recado para a Imelda para que ela não se preocupasse...

Os olhos dele queimaram com a culpa, o que fez Molly erguer as sobrancelhas em surpresa:

- Você mandou, não mandou?

- Olha, eu já estou indo para casa. Imelda estava patrulhando noite passada. Tenho certeza que Sirius falou com ela e a deixou saber que estava trazendo Hermione aqui.

Molly fez um zumbido com a garganta e começou a descer as escadas da Toca. Rony a seguia de perto, tomando cuidado para não derramar muito da água dentro do balde que ele carregava. Quando eles alcançaram o primeiro andar, Rony colocou o balde no chão, não se surpreendendo quando Molly o puxou para um tapete.

- Vá para casa, para Imelda. – Ela disse baixinho, antes de se afastar. – Eu cuido da Hermione.

Rony observou a mãe desaparecer na cozinha e, como mais um relance para as escadas, ele desaparatou para casa.

****

O cheiro de ovos a acordou de seu descanso, e Hermione abriu os olhos lentamente para ver a Sra. Weasley de pé com uma bandeja de madeira e um sorriso educado no rosto:

- Bom dia, querida. – Molly colocou a bandeja sobre o criado-mudo de Rony antes de ajudar Hermione a se sentar sobre colchão cheio de protuberâncias. – Francamente, Hermione, quando foi a última vez que você teve uma refeição decente?

- Não me lembro. – Ela disse meio grogue, piscando contra a luz enquanto Molly colocava a bandeja sobre seu colo. Hermione imediatamente alcançou o copo de suco de laranja e bebeu sofregamente. Suspirando, Hermione olhou a montanha de ovos e bacon antes de forçar um sorriso. – Você não tinha que preparar um café da manhã.

- Que isso. – Molly disse, afofando os travesseiros de Hermione. – Você precisa de muita comida e descanso hoje.

- Eu deveria ir trabalhar. – Hermione contou, seus olhos se arregalando quando ela viu a hora. – Sirius provavelmente está imaginando onde estou.

- Ele sabe que você está aqui. – Ele me viu esta manhã. – Molly se sentou na beirada da cama e descansou uma mão no braço de Hermione, sua expressão de repente séria. – Você está se esforçando demais. Posso não ter visto você por alguns anos, Hermione, mas posso ver isso em seu rosto.

Hermione não disse nada e usou o garfo para empurrar os ovos.

- Vocês sempre quiseram ser heróis, você, Rony e Harry. – Molly continuou, ficando de pé para pegar as vestes descartadas de Hermione. – Desde Hogwarts. Merlin sabe que vocês arriscaram suas vidas mais vezes do que deveriam. Mas há pessoas para ajudá-los agora. Você precisa começar a pensar em sua saúde mais do que provar o seu valor.

Hermione ergueu o olhar para Molly:

- Eu queria mostrar a ele que eu tomei a decisão certa ao partir.

A boca de Molly suavizou enquanto ela colocava as vestes limpas na cadeira contra a parede:

- Sei que sim. Mas ficar doente e fraca de exaustão não vai provar nada. – Ela se debruçou e afastou uma mecha ondulada da testa de Hermione. – Seja a mulher forte e independente que todos conhecemos. Você é muito inteligente, Hermione. E precisa se concentrar em como sua vida é agora. Não como ela era.

Hermione assentiu e deu a Sra. Weasley um pequeno sorriso.

- Agora, tenho que terminar de lavar louça. E você vai comer tudo o que tem no prato, e vai descansar, entendeu?

Hermione sabia que era inútil discutir com a Sra. Weasley quando ela falava com ela nesse tom. Era muito similar em todos os Weasleys, então Hermione assentiu e deu uma mordida nos ovos para agradá-la.

Molly sorriu e deu um rápido beijo no topo da cabeça de Hermione antes de virar-se e deixar o quarto, fechando a porta silenciosamente atrás de si.

Hermione engoliu os ovos e encostou a cabeça na parede. Ela sentira Rony sair da cama mais cedo aquela manhã, antes de se permitir acordar inteiramente. Fora a primeira vez em muito tempo que ela dormia sem acordar por causa de algum pesadelo. Ela pensou na noite anterior, quando ele a abraçara apertado e dormira ao seu lado. Merlin, ela não pensou que pudesse senti-lo próximo a ela na cama de novo.

Suspirando, Hermione levantou a bandeja de café da manhã e moveu-a para o lado antes de sair da cama. Ela se espreguiçou e vagou pelo quarto de Rony. O guarda-roupa estava vazio, exceto por algumas blusas que tinham a inicial dele em dourado. Na prateleira abaixo delas, havia muitas caixas, todas marcadas com o nome de Rony e, muitas outras coisas. Livros didáticos de Hogwarts; uniformes. Ela viu uma pequena caixa marrom surgiu entre as duas caixas maiores e sem pensar que ela estava bisbilhotando, Hermione estendeu os dedos para ela. Era leve e tinha uma bonita gravura do emblema de Hogwarts. Havia uma fechadura dourada e, mordendo o lábio inferior, Hermione sentou de pernas cruzadas no chão, com a caixa no colo. Ela levantou a cabeça e ouviu cuidadosamente por algum sinal de que a Sra. Weasley estava voltando para certificar-se de que ela terminara o café da manhã.

Quando ela não ouviu nada além do silêncio, Hermione inclinou a caixa e fitou a fechadura. Ela não podia abrir, podia? Era de Rony, não dela... Ela realmente não tinha o direito...

Oh, o que importava? Provavelmente eram cartas antigas de Hogwarts ou algo assim... Não tinha mal em só espiar. Hermione pousou a mão contra a fechadura e ouviu um “click” antes de lentamente erguer a tampa.

Ela sustentou a respiração e colocou a caixa no chão à sua frente antes de tirar o primeiro maço de cartas. Havia três deles, ajuntados com uma fita vermelha. Reconhecendo a estampa de cera, Hermione prendeu a respiração e virou as cartas, exalando lentamente quando ela viu o nome de Rony escrito em letra manuscrita. Sua letra.

Eram as cartas dela, ao dar uma olhada, estavam todas ali. Mas elas estavam todas lacradas, juntas por aquele simples pedaço de fita vermelha. Hermione tragou o ar e sacudiu os outros envelopes, todos com o nome de Rony escrito por sua letra.

Hermione piscou as lágrimas enquanto o prazer queimava dentro dela. Ela não mentira. Ele realmente não as lera. Mas ele as guardara. Cada uma. Ela o xingou ao mesmo tempo que seu coração acelerava por ele. Por que Rony não podia deixar de lado aquela teimosia de uma vez por todas? Ela sabia que se ele tivesse lido as cartas, ele podia ter encontrado algum sentido nelas. Algum sentido de perdão.

Hermione recolocou as cartas na caixa, parando quando seus dedos roçaram em algo mais, debaixo delas. Ela moveu os maços para o lado e sorveu o ar. Era uma caixinha preta. Ela ergueu-a lentamente e a abriu, suspirando quando um diamante cintilou para ela. Era o anela que Rony lhe dera. Aquele com o qual ele lhe pedira em casamento.

Sentindo-se tola, mas não se importando, Hermione tirou-o da caixa e deslizou-o para o dedo de sua mão esquerda. Ela nunca o usara. Servia perfeitamente em seu dedo e seu coração bateu lentamente em seu peito enquanto a luz da janela batia sobre a pedra delicada.

Os passos subindo a escada a fizeram estremecer e tirar o anel rapidamente de seu dedo. Com uma velocidade incrível, ela fechou a caixa, sussurrando um feitiço de fechamento e a deslizou rapidamente entre as duas caixas dentro do closet de Rony e fechou as portas.

Ela fingiu estar se espreguiçando quando Jorge colocava sua cabeça para dentro, seus lábios em um sorriso malicioso enquanto seu olhar recaía sobre ela:

- Que bom que não bati.

Ela se encontrou sorrindo e deixou seus braços penderem para os lados:

- Jorge.

- Dei uma passadinha e mamãe me disse que você estava aqui. – Jorge explicou, escancarando a porta e entrando. – Aparentemente ela a tem sobre os “vigilantes olhos da Mamãe”.

- Infelizmente. – Hermione suspirou, tentando acalmar seu coração. Ela apontou para a bandeja de café da manhã. – Vou comer isso e descansar o dia todo. O que significa que já terei enlouquecido quando o sol se puser.

Jorge sacou a varinha do bolso de trás das calças e a ondulou rapidamente. A comida desapareceu, deixando apenas migalhas. O copo de suco jazia vazio.

Hermione riu.

- Agora que tal uma festa?

- Sinto muito, mas tenho que concordar com ela nesse ponto. – Jorge recolocou a varinha no bolso antes de sorrir largamente. – Queria vir aqui e ver como você estava indo depois da festa da Imelda.

- Oh, Merlin. – ela disse rapidamente, dando um tapinha na testa. – Eu te deixei lá. Sinto muito. Eu deveria ter te mandado uma coruja.

- Tudo bem. – Jorge disse, levantando as mãos. – Posso lidar com meu coração partido, Hermione. Estou disposto a te dar outra chance.

Ela meneou a cabeça e pegou suas vestes da cadeira.

- Vou te pagar o jantar no Beco Diagonal hoje à noite se você convencer a sua mãe a me deixar descansar em casa pelo resto do dia.

- Não sei... Ela pode querer que eu te siga de perto para ter certeza que você manterá a sua palavra. – Jorge disse, seus olhos brilhando.

- Passar uma tarde com você seria o preço para ir para casa. – Ela disse, brincando.

Jorge enfiou as mãos nos bolsos da calça antes de dar-lhe uma piscadela.

- Dê-me cinco minutos.

****

- Mãe!

- Aqui, querido. – A voz dela o chamou pela cozinha.

Rony fechou a porta atrás de si e rumou para a cozinha, onde a Sra. Weasley preparava o jantar. Ela lhe lançou um rápido olhar por sobre o ombro enquanto sua varinha despejava molho vermelho em uma pequena vasilha.

- Como foi o seu dia?

- Bom. – Rony disse, seu estômago roncando com o cheiro do molho de espaguete de sua mãe. – Imelda estava no trabalho quando cheguei. Ela não pareceu chateada comigo quando a vi.

- Que bom, querido. – A Sra. Weasley secou a mão no avental enquanto voltava-se para encará-lo. – O que é isso? – Ela perguntou, apontando para um saco que Rony carregava.

- Livros. Eu peguei na Floreios e Borrões. – Rony disse, erguendo o saco de papel. – Eu pensei que talvez Hermione quisesse ler já que sei que você a manteve presa lá em cima.

- Oh, que doce, mas ela foi embora.

- O quê? Quando?

- Hoje mais cedo. Ela prometeu descansar no apartamento dela. – Molly beijou Rony na bochecha. – Quer ficar para o jantar? O seu pai chegará a qualquer minuto e Gui e Fleur vão trazer o bebê.

- Não, obrigado. – Rony disse, mordendo o lábio. – Mas você não se importa em me dar um pouco de espaguete para levar?

Os lábios de Molly tremeram em um pequeno sorriso antes de ela despejar o macarrão na água fervente.

- Vou colocar um pouco de pão também.

Rony sorriu largamente:

- Brilhante.

****

Era crepúsculo quando ele aparatou para longe da Toca. Ela tinha se sentido miserável na maior parte do dia de trabalho e durante a rotina de patrulha. Mas ele se jogara nisso, querendo esquecer a morte de Neville por pelo menos um minuto. Imelda tinha sido fria quando ele a encontrara nos vestiários. Ele não podia culpá-la, mas ele não tinha tempo para explicar sua ausência na noite anterior, nem tinha a paciência para discutir com ela.

Ele simplesmente teria que suavizar as coisas quando ela chegasse em casa depois da patrulha.

E ele ainda tinha três horas.

Rony fechou os livros e agarrou- os em uma mão e pendurou a sacola de comida em um braço enquanto subia os degraus para o apartamento de Hermione. Pela janela ele podia ver a luz brilhando na lareira. Ele resistiu à urgência de correr uma mão pelo cabelo e limpar as palmas úmidas das mãos nas calças. Ele levantou a mão para bater, parando quando ouviu uma risada lá dentro.

Ele reconheceu a risada de Hermione, mas havia outra, mais profunda e masculina. Curioso, Rony espiou pela janela, seu coração deu um solavanco quando ele viu Hermione deitada no sofá, suas costas apoiadas nas almofadas e suas pernas esticadas no... Colo de Jorge.

A mão dele descansava sobre seu tornozelo e ele estava falando alguma coisa que fazia os olhos de Hermione luzirem com a risada enquanto seus dedos descascavam uma laranja.

Rony recuou, metade dele querendo arrombar a porta, e a outra simplesmente querendo ir para o mais longe possível. Rony moveu-se para a porta novamente, encarando, então girou nos calcanhares e desceu as escadas para a rua. Sem outro pensamento, ele largou as sacolas na calçada e enfiou as mãos nos bolsos das calças enquanto ele seguia para Hogsmead.

Ele tinha três horas para ficar fulo da vida **e ele não ia perder um segundo.

****

* Adriano Pucey: (Adrian Pucey) é aluno da Sonserina e é um ou dois anos mais velho que Harry. No primeiro ano de Harry em Hogwarts, Adriano jogava como artilheiro do time de Quadribol da Sonserina (PF11). Fonte: Ojesed.org

** Get pissed off: É algo como ficar puto, fulo da vida. Um amigo meu me ajudou a traduzir essa expressão - ele tem um dicionário de gírias. Eu não tenho dicionário, nem nada, a não ser que eu conte um minidicionário que está jogado em algum canto da minha casa... Bom, o fato é que, segundo a Miss C. Potter, que vive há alguns anos na Inglaterra, significa "beber até cair". Honestamente não sei qual é a alternativa certa. Não sei se a expressão sofre mudanças de país para país, então resolvi colocar uma explicação mais completa aqui.



N/A: * Autora se defende das maldições imperdoáveis*

Gente, eu sou simplesmente a tradutora, então não me culpem pelo assassinato! Alguém precisava morrer e infelizemente nosso querido personagem, que eu sempre achei que fosse gay (desculpem, mas é o que acho!) foi brutalmente assassinado. Coitado, eu até gostava dele. Ele era um amigo fiel e corajoso quando necessário, sem dúvidas. Mas pensem que a Mione já descobriu o nome de um dos assassinos e logo a justiça será feita!


Comentem bastante!


PS: Lembrando que hoje, dia 17 de maio, é o aniversário daquele que me atura há quase um ano e que beta essa fic sempre com a maior dedicação: o Henrique. Deixem seus comentários para ele também.


Parabéns, Henrique. Muitos anos de vida e de fanfics!


Beijos!



Respostas aos comentários entre os dias 20/04 a 17/05:



Camylla Martiniano: Agora você não tem mais do que reclamar. O esperado beijo finalmente aconteceu! Foi quente, desesperado e sexy (pelo menos eu achei). O Ethan vai aparecer depois do 13° capítulo (que no menu da fic seria o 14°).


Yasmin Prado Marinho: Imelda-dá foi ótimo! Já não bastava o apelido “carinhoso” de Imerda. HAHAHA Muito engraçado esse teu último comentário. Beijos!


Kelly: Eu também considero o 9° capítulo um dos melhores da fic! Adorei o supense que pairou quando o Remo mordeu a Tonks, o clima de romance entre o Rony e a Mione e a preocupação exacerbada do Harry com a Gina, não que eu concorde com a visão que ele tem da noiva, de uma moça desprotegida e frágil, porque todos nós sabemos, principalmente depois de Save Me, que a Gina não é nada disso; ela é corajosa, teimosa e durona! O Rony será um dos mais surpreendidos pelos poderes da Mione. Contudo, a pergunta que não quer calar: será que a Mione conseguirá controlar todos esses novos poderes? Algo me diz que a ajuda do Rony será essencial.


jacgil: O Rony é muito truculento mesmo. Se acha a última bolacha do pacote com duas mulheres “disputando” seu amor e sua atenção, mas é como a maioria das leitoras sempre comentam: “ele pode!” Como eu acabei de citar para a Mylla, o Ethan entra na estória lá pelo 13° capítulo (eu não me lembro direito porque só li a fic uma vez e agora releio conforme vou traduzindo) e vai balançar o coração da Mione e fazer o Rony perder as estribeiras! Também desejo muito que o Lupin e a Tonks possam superar o ocorrido e viver felizes como antes. Vamos esperar pelos próximos capítulos e torcer para que dê tudo certo para o casal! PS: Seu casal vai voltar logo, logo à fic. Beijos!


Tina Weasley Potter!: Ruiva- tarada- dos – pampas! Andou sumida, hein? Já disse que não sei se haverá NC Mione/ Jorge porque a Sara - já me refiro à autora como se ela fosse minha “truta”- não colocou nenhuma cena mais caliente entre eles (entenda-se “cena caliente” por isso que sua mente pervertida deve estar imaginando). E que história de “ruivo nu” é essa? Já não viu o Rony como este veio ao mundo? Agora quer ver todos os homens da família Weasley e o Harry, eu imagino, nus também? Controla essa taradice, minha cara discípula no ramo da chantagem! Lembre-se que eles já têm donas. Alguns já são até pais de família! Só sobrou o Jorge mesmo, mas ele já está de olho na Mione, portanto trate de tirar o seu hipogrifo da chuva! Realmente essas visões são muito sofridas para a Mione, não só por causa das cenas que ela presencia, mas também porque ela sente tudo o que a vítima está passando: todas as dores e os sentimentos. Coitada, ainda vai sofrer muito até encontrar quem está por trás desses crimes e aprender a controlar os próprios poderes. Obrigada, Ruiva-dos- pampas e a sua fic está um arraso! Beijos!


Yumi Morticia voldemort: Valeu, Yumi!


jessica nascimento: Também suspeito que o Ethan deva ser tão poderoso quanto a Mione, ou mais, já que ele pôde concluir o curso em Roma e com certeza tem muito mais controle sobre os seus poderes. Seria muito legal se a Gina e o Harry tivessem um bebê! Mas não agora, com todos esses assassinatos sem solução assolando a vida deles. Acho que eles podem esperar mais um pouco e apenas tratar de se concentrar nesses casos.


CARINE GONÇALVES: Também acho que o Harry não tem moral para brigar com o Rony, afinal ele já “traçou” todas as garotas da época dele em Hogwarts. Segundo a minha querida leitora Mylla: “Ele era o putão de Hogwarts”. *Risos* Mas se não for ele, quem vai falar umas verdades para o ruivo? E, já que você perguntou: não comecei a escrever os capítulos ainda. Temos bastante tempo pela frente e eu gostaria de me concentrar e fazer tudo direitinho. Vou começar a escrever no mês de julho, se tudo der certo. Obrigada e beijos!


Mica Caulfield: Minha super autora! Quero capítulo novo da Além do que se vê! Quero que a Gina descubra logo que aquela sapa cor-de-rosa e verruguenta não é a mãe dela. Como é que um estrupício escroto daquele poderia ter uma filha tão linda? Quero que meus casais favoritos fiquem juntos e vivam felizes “para sempre”. Falando da Before, eu também gostaria que rolasse mais alguma coisa entre o Jorge e a Mione. Eles são um casal improvável, mas acho que eles têm “química”. Vamos ver se surge uma oportunidade para eles, embora eu ache bem difícil isso acontecer porque a autora não colocou nenhuma cena mais romântica entre eles, mesmo porque a Mione ama de verdade aquele ruivo turrão, o Rony, mesmo que às vezes ele aja como um trasgo debilóide. Eu acho que raramente a vontade de aprender é valorizada, principalmente no nosso país, onde a educação é tão desconsiderada pelas autoridades. Não estou sendo pessimista, nem nada parecido, mas essa é a realidade. Convenhamos que muita coisa tem que mudar (para melhor) na política nacional para que finalmente o Brasil seja levado a sério. Não é bem debater sobre o estilo de cada autor, mas é interessante emitir alguma opinião sobre isso. Alguns autores, como você, possuem um estilo mais poético, mais lúdico, eu diria. Outros são mais diretos, não atentam tanto aos detalhes. Independente disso, o que importa mesmo é a qualidade da fic. E não se preocupe com a palavra que você usou para classificar a NC R/T. Eu também achei meio “bizarra”. No bom sentido, é claro. Também achei que ela foi excêntrica, bastante diferente. E eu adoro Tim Burton! Assisti centenas de vezes O Estranho Mundo de Jack . Mas convenhamos que bizarra mesmo é a mulher dele, a Helena Bonham Carter. Tudo bem que ela é boa atriz e o escambau, se bem que eu só assisti dois filmes com ela, o Frankstein e o Harry Potter e a Ordem da Fênix, mas acho ela tremendamente estranha. Os fãs que me desculpem. Mica, falando agora dos dons da Mione, provavelmente todas aquelas visões devem deixar alguma seqüela, como o cansaço que a Mione vem sentindo, acho que esses poderes tomam muito da energia dela. Bom, é isso, minha mega autora. Espero que tenha gostado do capítulo e aguardo mais uma das tuas interpretações!


Lis G. Carneiro: *Faz dancinha da vitória por causa de mais uma leitora nova* Todas as leitoras querem que o Rony sofra! Secretamente eu também quero, se bem que eu acho que ele vem sofrendo calado desde que se separou da Mione. É por isso que eu adoro ler os comentários: todas as leitoras, sem exceção, são apaixonadas pelo Rony (ou pelo ator que o interpreta) e querem dar uns bons sopapos nele, mas também querem consolá-lo depois, embora reconheçam que ele é a da Mione. *Olhar mailicioso* Não dá para imaginar como os comentários de vocês me “alimentam” e me divertem! Até esqueço do meu trabalho estafante e estressante! É como uma terapia gratuita e que surte um efeito muito melhor!


Liz Negrão (LiLi): Ai, Liz, mil desculpas por ter te esquecido! Mas é que ultimamente eu ando esquecendo até de respirar. Não leve a mal, não, tá? Ainda estou esperando a atualização da Meu sol gira em torno de você. Vou morrer de ansiedade! Mas eu entendo que o seu tempo é limitado, por isso, vou esperar como uma “boa” leitora. Também adoro a irônia e o senso de humor do Jorge! Ele é o meu gêmeo favorito. E não vai divulgar spoilers? Você revelou, mesmo que sem querer... Mas tudo bem, afinal era bem óbvio. Não tem problema nenhum. Beijos! PS: Eu é que estou muito ansiosa pelo próximo capítulo da tua fic!


Ana Fuchs: Ana! Menina, devorei a sua nova fic, a Legado das Trevas! Esses teus dias “de folga” têm sido um bálsamo para os leitores, com certeza! Eu acho que você está certa nas duas suposições: o Fred está interessado na Mione e também não perde a oportunidade de importunar o irmãozinho. Acho que ele levou a Mione àquela festa de propósito mesmo. Não foi por mal, mas acho que ele queria que o Rony visse o que a teimosia e a mágoa dele o fizeram perder. Sim, deve haver um espião no Ministério, que passa todas as informações para os criminosos e para a mídia bruxa. É, a Imelda disse que o Rony era o primeiro amor dela, então aquela cena da tautagem e do encontro com a Mione realmente levanta suspeitas... Beijos e aguardo atualizações das tuas fics, como a “boa” leitora viciada que sou!


Lana Weasley: Apoiado, Lana. Usar a Imelda só para “decarregar” a tensão é sacanagem (não só no sentido literal). A Mione não conseguiu chegar a tempo, infelizmente. Acho que ela não “viu” acontecendo, mas sim algo que tinha acontecido há pouco tempo, mas agora ela vai poder ajudar mais com o caso, já que ela “viu” um dos assassinos.


Anna Nogueira: Aninha, eu ainda não li a sua fic. Desculpe! Vou começar a ler algumas fics atrasadas e a escrever os capítulos da Before lá para o mês de julho, porque, assim espero, estarei de férias da faculdade e isso vai me render muito mais tempo. Espero que entenda. Quanto aos acontecimentos da fic, inclusive os assassinatos, também não tenho uma idéia muito definida de quem os esteja cometendo. Não foi revelado na fic e eu ainda estou em dúvida quanto a algumas partes do desfecho. Sei mais ou menos quem é/são o (s) assassino (os), mas ainda não sei como vou inserí-los na fic. Mas ainda tenho tempo para pensar nesses detalhes e tentar escrever algo decente para vocês! E o seu casal favorito vai aparecer muito mais ao longo da fic, palavra de tradutora *Ergue a palma da mão direita*, só não sei se essa participação será mais para o bem ou para o mal...


Reji Granger Weasley: Oi, mineirinha apressadinha! Eu li as tuas NCs e estão um escândalo! Anda aprendendo com a Tina a escrever cenas tão , como vou dizer... de tirar o fôlego? E não é que essa Gaúcha- Ruiva veio para arrasar no Floreios? Agora você sabe o que aconteceu de fato e quem foi atacado. Só espero que não fique louca da vida comigo. Como eu já disse, não tenho nada a ver com isso, muito embora concorde plenamente com a escolha da autora: acho que deu muito mais drama e mistério à fic. Eu já li o agradecimento no fim do capítulo e EU é que fiquei lisonjeada por ter sido lembrada por você. Thanks!


jamylle ariel sajo altheman: Leitora nova! *Faz dancinha da vitória* Eu também sinto pena da Imelda às vezes. Ela faz de tudo para satisfazer o Rony e mesmo assim ele não parece muito interessado. Mas também acho que ela deveria ter mais atitude e se impor.


Pam Potter: Panzoca! Mulher, graças a Merlin aquela merda de Naruto está no fim. Desculpa, você pode até amar aquele mangá chorão, mas como fui trocada por ele, e acredito que não sou a única, comecei a detestar. Não me leve a mal. E, só para constar, duvido que ele morra nesse “último” filme. Primeiro porque vaso ruim não quebra. Segundo porque, enquanto esse desenho dar dinheiro, vão continuar fazendo filmes dele e veiculando na TV. Não duvido nada que daqui a alguns anos vão adaptá-lo para o cinema, com personagens em carne e osso. É triste, mas é a realidade. Sua prima me intriga. Ela conseguiu se manter pura mesmo convivendo com você? HAHAHA Brincadeira. Eu sei que você é um poço de virtudes, nem pensa em perversão quando lê NCs. *Sorriso* E eu não falo demais. Você é que não me deixava desligar o telefone, e ficava falando com aquela vozinha musical e fina. Achei que você tivesse vozeirão, sabia? Mas sua voz é super suave, nem dá para ouvir direito no telefone. Uma pergunta ignorante, eu sei, mas releve porque eu só posso assistir Smallville no SBT e todos os episódios são super velhos: quem é Kara? Beijos, Pamzuda!


Mari Black: Mari, querida! Que bom ler teus comentários!


Flávia Marques Carneiro: Na minha opinião, e na da Tina também, você é tarada, pervertida, irônica, maliciosa, sádica, pederasta, pecaminosa, promíscua, cínica, e mais alguns outros adjetivos de que não lembro agora. Já eu sou o oposto disso: sou santa, inocente, ingênua, nunca falo ou escrevo ironias, e tenho muita vergonha na cara. XD Vamos aos teus comentários, que vão me render algumas páginas do Word, mas que responderei com um sorrisão na cara. Sim, concordo com você que a Mione não é do tipo de garota que fica se “arrumando” em frente ao espelho, mas temos que levar em consideração que ela está super insegura quanto ao Rony. Vimos várias passagens em que ela se sentia inferior se comparada com a Imelda - e sabemos que o Rony não acha nada disso!. Mas a Imelda, na fic, é realmente linda e foi essa beleza que encantou o Rony, mesmo que temporariamente. É o que eu acho. A ruiva pode até ter mais a oferecer do que um rostinho bonito, como uma personalidade ambiciosa e forte, mas o fato é que ela fica sem ação quando está com o Rony! Também acho que os anos que a Mione passou longe do seu amor e dos amigos a deixaram mais amarga. Espero que o Rony, ou o Ethan, ou o Jorge, dêem um jeito nisso! Também concordo que não existe mais amizade entre ela e o Rony. Quanto ao Harry, os anos longe podem ter tornado a amizade dela com ele um pouco mais fria, mas acredito que eles possam recuperar a amizade fraterna qua tinham antes. Prova disso foi a cena em que ela escuta as confissões do Harry e o apoia. A cena da NC R/T pegou todos de surpresa! As taradas e os tarados lendo felizes a cena e de repente ela vira aquele suspense e aquele horror. Achei um dos pontos altos da fic! A Sara arrebentou! O Tanner é fofo, e não falo só porque ele é um personagem “meu”, mas ele é uma criança tão linda e comportada. Espero mesmo que ele apareça mais vezes! Quanto ao mal estar súbito que a Mione teve naquela fila, acho que não foi ocasionado pelo cansaço apenas. Algo me diz que ocorreu porque, como você mesma lembrou, ela não concluiu o curso em Roma e, portanto, não aprendeu a controlar seus poderes e isso pode ser muito perigoso à saúde dela, o que preocupa demais o Rony. Com certeza a Imelda vai patrulhar junto com o Harry, o Rony e, claro, a Mione e isso vai gerar muito desconforto. Vou responder algumas perguntas que ficaram soltas nos comentários sobre os 9° e 10° capítulos: a Imelda já sabe que o Rony ainda é loucamente apaixonado pela Mione e acredito que é por isso que ela é tão submissa a ele, ela deve ter medo de perdê-lo. Não sei se o Remo irá se perdoar pelo que aconteceu ou se ele e a Tonks irão se acertar, mas torço para que sim. Sim , o Rony deve ter inventado aquela história de mudança de horário só para fugir da Imelda. Ele foi direto falar com a Mione e vimos no que deu... Você viu que todos foram muito afetados pelo ataque, sobretudo o Harry, que se sentiu culpado não só pelo ataque, mas também por pensar que ele teve sorte por não sido a Gina a ser atacada. Ele se sentiu egoísta, um crápula, mas sabemos que, por ser loucamente apaixonado pela ruiva, esse tipo de pensamento é perfeitamente normal, mas ele, com esse complexo de herói, não admite não poder ajudar os amigos ou quem quer que esteja em perigo. Por último, teremos muito mais participação do Harry e da Gina na estória, principalmente porque a relação deles está cada vez mais difícil por conta dos ataques e do senso de proteção excessiva do Harry. A Gina é totalmente independente e destemida; não vai permitir que o Harry corra perigo e negue a sua ajuda, então o que podemos esperar é mais tensão (e tesão, como você geralmente diz) entre os dois. Certo, Flá, espero ter respondido uma boa parcela das tuas perguntas! Aguardo os teus próximos comentários quilométricos!


Luciana Martins: Obrigada pelos elogios às NCs! A do banheiro é a minha favorita até agora. Acho que foi a mais sentimental e detalhada que escrevi até agora. Espero superá-la nas próximas! Beijos!


Aninha Weasley: Eu também adoro um barraco! Quando não estou envolvida, é claro.


Nana Weasley: Também espero que o Harry e a Gina se acertem e que seja do jeito mais “SAVE Me” possível! A Mione teve que parar o ruivo doidão, afinal eles estavam em pleno Ministério. Já pensou se alguém os flagrasse? Mas a moça não é de ferro e algo me diz que ela não vai resistir muito tempo... Nesse capítulo você descobriu de quem era o sangue e não me azare, por favor. Não fui eu que matei o rapaz!


asabezerra: Outra barraqueira, que nem eu e a Nana! Vamos fundar um clube! Sabe que seria bem provável o Remo agir como o Harry e resolver se afastar de todos? Eu não estranharia. Eles são sempre os “flagelados” e “sofredores” da estória.

Artemis Granger: Minha cara leitora ansiosa! Desculpe não ter atualizado antes, mas não deu mesmo. Espero ter me redimido com esse capítulo. O Ethan está chegando, com mala e cuia, para aprontar muita confusão a fic.


Carlitos e Yas: Olá! Então, matou a vontade de mais momentos R/Hr? Beijos!


Srta. Almofadinhas: Obrigada mais uma vez por ler e comentar! Beijos!


Oraculo: Nossa, você gostaria de ser mordida pelo Lobão? O Remo ou o cantor? HAHAHHA Action com o Sirius vai ser difícil, hein. Não conseguiria escrever uma NC com ele, não. Vamos deixá-lo em paz com os rolos dele. Sem NCs, por favor. Explicação sobre a cor do cabelo da Imelda: eu traduzi literalmente, “strawberry blonde hair”, que significa loiro-morango. A Imelda é ruiva, mas não tanto quanto o Rony. O cabelo dela é de uma tonalidade bem mais clara, o que podemos chamar de loiro-avermelhado. Espero que tenha ficado mais claro. Beijos e obrigada!


Aqua_Angel: Olá, portuguesinha! Sim, eu li o teu perfil. Faço isso com todos os leitores. Sou curiosa demais! Essa fic está cada vez mais chique, atravessando o Atlântico! Espero que esteja gostando da fic e entendendo também, pois sei que, embora seja o mesmo idioma, há algumas diferenças cruciais. Muito obrigada!


Bruna Radcliffe: Leitora nova, pelo menos aqui, na Before! *Faz mais uma dancinha da vitória* Valeu, Bruninha!


Kakau: *Dancinha da vitória de novo* Você é quem perguntou se macaco queria banana. Então, gostou da banana?HAHAHAHA Brincadeirinha... Valeu!


Hannah Lú: Valeu por ler e comentar! Beijos!


marja: Desculpa, mas eu tenho que comentar isso: seu namorado é hilário! Eu acompanhei os comentários “carinhosos” que vocês trocaram lá na Descoberta Inesperada e simplesmente rolei de rir. É incrível como vocês são parecidos com o Rony e a Mione. HAHAHA Mudando totalmente de assunto, vamos ao teu comentário: foi um alívio saber que você lê furtivamente a fic; cheguei a imaginar que você a tinha abandonado. Ufa! Se a Imelda anda enfeitando a cabeça ruiva do Rony, eu não sei. Na verdade, nunca tinha pensado nisso, mas foi uma observação bastante pertinente. E obrigada por não se esquecer da fic e comentar!


Ara Potter: O Rony já está cercado de mulheres e você quer entrar na fila também! Assim o coitado não agüenta a “ pressão” *Risos* Valeu, Ara!


Mariana Antonelli: Leitora nova! *Dancinha da vitória de novo* Também acho que a Mione tem que fazer muito ciúmes no Rony, mas vejamos se ela vai tomar alguma atitude nos próximos capítulos. Muito obrigada!


Lady Eldar: Vai demorar muito para o Harry e a Gina se tocarem quanto a “aquele assunto”, só posso revelar isso. Quando o Rony e a Mione forem descarregar a tensão vão causar uma catástrofe mundial! *Risos* Ah, a NC foi traduzida integralmente. Ela existe, assim como as outras até agora, mas são muito curtas, passagens mesmo, e eu resolvi alongá-las um pouco mais, só isso. Mas até que é bem legal escrever NCs. Um pouco estranho e constrangedor, mas também muito interessante. Eu também


Mickky: Sinceramente, também espero que o Lupin não abandone a família, mas não posso prometer nada... Mal posso esperar para ler a sua próxima fic. Não esquece de me avisar, tá? Beijos!


Claudiomir José Canan: Já li e comentei a Apollyon (até a presente data:15/05) e estou lendo aos pouquinhos a Renascido do Inferno e confesso que essa fic me parece mais madura que a outra. Eu gosto bastante de Apollyon, mas adoro o casal/ D/H e sempre me identifico com fics com eles. Sei que é um casal diferente, mas adoro vê-los juntos! o/ E agora você já sabe quem foi atacado. Foi triste, mas era uma morte necessária. Espero pelas atualizações!


Renata Martins: Renatinha, quanto tempo! Então, gostou desse capítulo? Beijos!


Remaria: Que isso, eu traduzo porque eu realmente adoro fazer isso. Se eu pudesse, faria isso com mais freqüência, mas aquele trabalho insuportável toma muito do meu tempo, o que é um pena. Muito obrigada pela compreensão e principalmente por ler a fic. Você é uma das Marias e das Escritoras e é uma verdadeira honra saber que você acompanha a estória. Valeu!


Pedro Henrique Freitas: *Dancinha da vitória de novo* Uau, estava sentindo tanta falta de mais presença masculina nessa fic! Muito bom ler um comentário de um leitOr. E não se preocupe com a demora: o importante é que você leu e gostou, assim espero. É, a Imelda realmente disse que o Rony era o primeiro amor dela, mas isso não a impede de ter tido outros namorados...Tire as tuas próprias conclusões. Obrigada por comentar e espero sinceramente que a fic esteja te agradando.


Kamy Potter: Finalmente admitiu que é tarada, hein? HAHAHAHA Valeu pelo coment e espero que tenha gostado do capítulo!


As Escritoras: Valeu! Beijinhos!


Júlia Mascarenhas Ribeiro: *Faz dancinha da vitória pela última vez, por enquanto* Também não concordo com a atitude do Rony de usar a noiva para esquecer a Mione, mas a Imelda também permite isso, né? Obrigada mesmo por ler e comentar a fic! Beijos!

Raveni: Rav, que saudades de você, menina! Que bom que arranjou tempo para colocar a leitura da fic em dia. Fiquei muito feliz quando vi seu comentário! As NCs vão demorar um pouquinho, sim. Mas logo, logo teremos mais! Beijos e mil vezes obrigada!


Aos que comentaram apenas no Aliança Três Vassouras:


celina: Fic atualizada. Espero que goste! Beijos!


Sofiagw: Eu já disse antes e volto a repitir: traduzir essa fic é uma terapia, além de me ajudar muito com o inglês. Obrigada pelos elogios e por acomapanhar a fic! Beijos!


















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