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2. Esta não é Mione da Grifinória
Fic: A PRIMEIRA DETENÇÃO DE HERMIONE
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Capítulo 1 ~*~ Esta não é Hermione da Grifinória.
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Ela sempre se orgulhara de ser quem era. A intragável Sabe-tudo.
Estudava pelo prazer de conhecer, e não para ficar mais esperta e esnobar o conhecimento como os Corvinais, muito menos para dominar como os Sonserinos, e nem para ficar menos estúpidos como os Lufa-Lufa.
Não ela era uma Grifinória!
Uma apaixonada pelos livros e pela literatura das artes bruxas.
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Alem de tudo, Seus pais confiavam muito nela.
Desde muito cedo, ela sempre tivera o direito de opinar sobre a própria vida. Um bom exemplo fora sua possibilidade de estudar em Hogwarts.
O senhor e a senhora Granger, deram-lhe a liberdade de escolher entre ir para uma escola trouxa ou para a de magia e bruxaria na qual ela ganhara a bolsa.
Ela tinha a idade emocional muito mais adiantada do que todas as meninas da sua idade.
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Portanto, quando chegou o momento de revelar aos seus pais sua escolha, ela disse com muita firmeza que queria ir para o internato.
Hogwarts era o maior desafio. E ela sempre gostara de desafios.
Seus pais não relutaram.
Mas espantava-lhes que a filha preferisse passar vários anos reclusa em uma escola, estudando dia tarde e noite ao invés de estar perto deles e das amiguinha que já tinha na escolinha trouxa.
É certo que se seus pais soubessem o que ela já havia passado naquela escola, eles à teriam tirado no ato.
(ao pensar isso um desconforto passou por seu peito)
Nenhum pai permitiria que sua filha única se arriscasse tanto.
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É certo que ela lhes falava sobre algumas coisas, mas contar que quase fora esmagada por um trasgo no primeiro ano, ou dilacerada por um lobisomem, ou então vitima de um Basilisco, ou mesmo de um gigante maluco, não eram coisas que ela comentasse com eles.
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Esta era Hermione Granger. A bela, responsável, e inteligente filha única dos Granger.
E não a completa trasgo que se mostrara durante a aula de poções do período da tarde.
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Agora ela caminhava.
Apenas caminhava.
Sentia as mãos frias pelo desespero.
Depois dos acontecimentos, ela se perguntava por que havia afrontado o professor de tal maneira? Por que ela sentira a necessidade em confronta-lo?
Não encontrava uma resposta.
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Hermione Granger sempre fora uma aluna aplicada, responsável e educada.
Nunca havia desacatado nenhum ‘bom’ professor...
(sim, bom professor, pois certa vez colocou a detestável Umbridge contra a parede)
E agora, sem motivo aparente ela tivera um acesso de loucura.
Aquela não era ela.
Ela era Hermione Granger, à Sabe-tudo da Grifinória, e não Hermione Granger a xiliquenta da Grifinória.
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Agora ela estava no seu ultimo ano.
Depois de correr atrás das relíquias da morte de Voldemort por um ano, e depois quase ser morta por um feitiço que ela sabia ter sido criado por seu mestre de poções na época de juventude, finalmente o lado das trevas fora subjugado e Voldemort fora morto por Harry.
Agora estava em seu sétimo ano.
(Atrasada, pois a escola ficara fechada durante o ano da segunda guerra).
O ultimo em Hogwarts – Ela pensou pesarosa.
Até então, o ano corria sem nenhum problema. Ela fazia os deveres, e como não poderia deixar de ser, era a primeira aluna da turma.
Tudo corria bem.
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Apesar de seu status caxias, agora mais do que nunca os rapazes à cobiçavam. Era uma heroína de guerra!
E ganhara uma ordem de Merlin ainda adolescente.
Faria 19 anos agora. Estava feliz por que acreditava que teria um futuro brilhante. À poucas horas atrás ela flutuava por que Minerva McGonagall convidara-a para fazer um estagio avançado, a fim de prepara-la para no ano seguinte, deixa-la assumir o cargo de transfiguração que a agora diretora teria que abandonar para se dedicar totalmente à direção do colégio.
O que significava, que ela, Hermione Granger, antes mesmo de sair da escola já tinha um bom emprego!
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Ela havia contado aos amigos de forma derradeira.
Com a felicidade estampada.
Como o corpo leve. Andando como se flutuasse...
Até aquele acesso no meio da aula de poções.
Agora, neste momento, neste exato momento, ela se arrastava.
Se forçava à ir de encontro à sua primeira detenção.
Nunca havia tido essa experiência. E justo com o pior professor de todos. O mais cruel, o mais sarcástico.
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Snape que antes fora tido como traidor, agora também gozava do título de herói de guerra. Todos descobriram que a morte de Dumbledore fora um plano deste para ludibriar Voldemort. Agora ele estava livre, e voltara à seu antigo posto com o mesmo mal humor e rabugice de sempre.
Aquela tarde, ele fora surpreendido pela suposta melhor aluna de Hogwarts. A moça dera um piti na frente de todos apenas por que ele tirara alguns pontos de sua casa por ela ter aberto os livros antes dele ter mandado.
É certo que fora injusto com ela. Mas ele sempre fora assim. Dessa forma não entendia o por que do acesso que esta tivera.
Desde o primeiro ano da garota, ele a tratara daquela forma...
Bem... Mas era certo também que ela não era mais a mesma. Havia crescido. Amadurecido as formas. O corpo delicado com seios bem delineados, não fartos, mas suficientes para despertar a libido de hum homem como ele.
NÃO!
Que loucura SEVERUS SNAPE! – Ele se repreendeu.
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Ela ainda não sabia o que à esperava dentro da sala. Não sabia qual seria sua punição.
Era certo que só o fato de estar na mesma sala com tal monstro já era uma punição.
Era regra de Hogwarts que os alunos recebessem punição de seus professores quando os desacatassem ou causassem algum dano ao patrimônio da escola...
Infelizmente ela fizera os dois:
Num acesso de raiva, havia jogado um caldeirão no chão e insultado o professor.
Ganhara o respeito da escola toda por tal coragem, mas por outro lado, ganhara também um inimigo.
O terrível professor de Poções.
O temido professor Severus Snape.
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Ela tocou incerta a maçaneta da porta, mas finalmente resolveu entrar.
-Senhorita Granger. – Disse o professor. Ele nem ao menos havia levantado seus olhos negros das redações que corrigia.
Hermione aproximou-se.
-P-professor. – Ela gaguejou incerta.
-Hoje me ajudará a corrigir estas questões. – Disse ele jogando com a mão esquerda o calhamaço de pergaminhos à sua frente.
Hermione observou incerta. Como corrigiria se ela não era professora?
É certo que era inteligente, mas não estava preparada para avaliar os outros...
Ele continuava com os olhos vidrados na folha que corrigia, distribuindo prazerosamente cruzinhas vermelhas no trabalho de um aluno desafortunado quando, sem olha-la perguntou:
-O que está esperando? – ele perguntou grosseiramente.
-Err. N-nada.
-Não seja estúpida e pelo menos olhe para os papeis que eu lhe dei! Achará uma folha com as respostas para que possa comparar e fazer as correções! Ou acha mesmo que eu a considero uma sabe-tudo tão boa à ponto de deixa-la fazer o meu trabalho?
-Ah...Sim...Desculpe-me. – disse ela acanhada.
-Tudo bem, porém, pare de se comportar como um símio(nota:símio=macaco)!
Hermione bufou indignada, pegando os papes com raiva e batendo-os com força e raiva na mesa para arruma-los em bloco.
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Ela não teve tempo de observar quando a mão do professor agarrou em seu braço como uma tenaz.
-PORTE-SE GAROTA, OU POSSO TE DESIGNAR TAREFAS MAIS DIVERTIDAS DO QUE CORRIGIR QUESTIONÁRIOS! ACHO SINCERAMENTE QUE A SENHORITA NÃO GOSTARIA DE AJUDAR OS ELFOS DA ESCOLA NA LIMPESA DOS BANHEIROS, NÃO É?
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Hermione não sabia o porque, mas a mão forte do professor provocou-lhe um arrepio na espinha. Algo dentro dela gostava de afrontar aquele professor, e gostava de sentir que podia provoca-lo. Então, contra toda sua noção de alto preservação, ela gritou em resposta:
-SINCERAMENTE PROFESSOR, ACHO QUE PREFERIRIA SIM! NA VERDADE, EU PREFERIRIA ESTAR RECOLHENDO FEZES DE CAMELO DO QUE TER QUE FICAR AQUI ATURANDO SUA PRESENÇA ARROGANTE!
O professor não esperava aquilo. Quem o visse naquela hora certamente não o reconheceria. Ele abria e fechava a boca como um peixe, e não tinha palavras para revidar.
Hermione olhou-o vitoriosa.
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Mas de repente, outro impulso tomou conta de seu ser.
Como se estivesse fora do próprio corpo observando a cena, ela se viu aproximando-se de seu professor e tomando-lhe os lábios em um beijo puro, sôfrego, casto.
Num lance de luz em sua mente, ela finalmente tomou consciência da razão de sua hostilidade contra o professor.
Naquela tarde, antes de fazer sua cena de jogar as coisas no chão e afrontar o professor, ela descobrira que este sairia de Hogwarts, e iria para outro país com uma bruxa que havia encontrado após a guerra.
Provavelmente, o professor estava cansado da solidão. E com a morte de Voldemort, e seu status de herói de guerra (uma vez que o assassinato de Dumbledore fora esclarecido) uma bruxa oportunista conseguira convence-lo de sair de Hogwarts para trabalhar na industria farmacológica bruxa.
Hermione sabia do talento do professor. Sabia que este faria fortuna fora da escola. E provavelmente essa bruxa que o fisgara também.
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Durante seus primeiros anos de colégio, ela nunca o afrontara daquela forma.
Ela sempre o respeitara, mesmo quando ele inadvertidamente humilhava-a em sala de aula, assim como fazia com todos os alunos.
Mas tarde da noite em seu dormitório, quando as colegas de quarto dormiam, por vezes, podia-se ouvir um leve ruído molhado de seus dedos friccionando sua intimidade.
Ela encharcava os lençóis com seus líquidos deliciando-se com imagens de seu professor perverso sobre ela. Mas quando acordava, ela empurrava para longe a imagem que havia construído durante a madrugada.
Não podia aceitar que sua mente desejasse conscientemente, na sobriedade da luz do sol, aquele homem. Não. Esses instintos eram resguardados para a noite, quando contra toda sua vontade, seu corpo à traia pedindo pelas fantasias que sua mente criava com o homem.
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Mas agora o beijava.
O beijava, o beijava, o beijava, o beijava!
LOUCURA! – era o que sua mente gritava. Mas ela só pode colar o corpo ao do professor.
Ele não se movia, não correspondia. Ela tinha os olhos fechados, e não podia ver que ele permanecia com os olhos abertos, mas agora nenhuma expressão sarcástica ou sardônica os envolvia, apenas a perplexidade.
Estava atônito.
Depois de mais de anos reprimindo a moça, ela simplesmente beijava-o?
Ele sentiu a língua macia demandar a entrada em seus lábios.
Era professor.
O que faria?
A menina havia ensandecido.
Ele deveria se mover.
Mas algo o reprimia.
Sentia as mão que antes eram quentes, firmes e ágeis, agora molhadas, tremulas e frias.
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Ela aproximara-se mais.
O que ele poderia fazer?
Não, não e não!
Ele era um professor! Não se deixaria levar!
Pegou-a pelos ombros e a afastou violentamente.
Olhou-a com uma expressão mortal.
- Está ficando louca? Saia da minha frente! Vou falar com a diretora e pedir para que ele recomende aos seus pais um terapeuta para você! E tem mais a senh... – Ele não conseguiu continuar a repreensão da sabe-tudo maluca, ao de ver surgir naqueles olhos castanhos frutados de verde duas grossas gotas de lágrimas.
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Ele ignorou a voz que gritava incessante em sua cabeça: ALUNA ALUNA ALUNA!
E contra todo o bom senso ele passou as costas das mãos pela face borrada de lágrimas da garota.
SNAPE! Controle-se homem! - ele disse pra si mesmo.
Mas...
Ela fechou os olhos ao sentir seu toque secando-lhe as lágrimas.
Ele pode vislumbrar os lábios rosados e tenros da garota abrindo-se sedutoramente para permitir um suspiro sôfrego devido ao toque.
Algo em seu peito pulou ao vê-la assim. Uma fera ensandecida urrando para que ele tomasse-a! A fera dizia que pegasse a moçinha, colocasse-a em sua mesa de pernas abertas para o ar, afastasse a calcinha e estocasse fundo e vigorosamente, até faze-la chegar ao orgasmo aos gritos.
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Mas ele era um professor horas!!!
Ele era respeitado!
Ele era muito temido também. Fato este que o fazia sentir um prazer selvagem em continuar maltratando seus alunos.
Um gemido abafado escapou dos lábios de Hermione.
Ela sentia o corpo arder com o simples toque do professor.
Era uma garota de 19 anos em um internato...
Havia brincado com algumas coleguinhas na escola quando era mais nova, mas a chegada da adolescência afastara-a desses envolvimentos sexuais infantis.
Sim, ela era virgem.
Morando em uma escola vigiada e dividindo quarto com meninas, a vida sexual só era frutífera apenas para os amigos e amigas homossexuais.
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E agora estava ali, com o professor com o qual fantasiava todas as noites.
Ele tocava sua pele, e ela sentia uma umidade incessante brotando do meio de suas pernas.
Já sentia as coxas lisas...
Ela abriu os olhos e encontrou o par de olhos negros perfurando-a. Parecia que ele queria sua alma.
Ela subitamente sentiu medo.
Ele parecia animalizado.
Não. Não era assustador como nas aulas.
Era assustador de outra forma.
Parecia outra pessoa.
A sombra de alguém que ela nunca vira em sala de aula.
Por traz dos olhos do homem que a olhava agora, ela via aquele que a tomava sua imaginação luxuriosamente em suas madrugadas de lençóis molhados.
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Ele não queria que ela se aproximasse. Mas ela aproximou-se.
Aquilo tudo era surreal.
Ele olhou em volta. O medo o reprimia.
Ela tinha os olhos vermelhos e marejados ainda.
Ele só queria cuidar dela.
Castanhos.
Negros.
Miravam-se.
Ele mergulhava.
Ela ofegava.
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Ela tinha a boca entreaberta, o que possibilitou-o observar quando ela passou a lingüinha rosa e molhada nos dentes branquinhos.
Ele queria cuidar dela.
Era mais do que possuí-la. Queria-a porque ela era vulnerável. Queria porque ela era delicada.
Parecia porcelana. E assim de perto ele podia ver até mesmo as sardas infantis em suas bochechas.
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- Hermione – Ele disse ameno. – Afaste-se.
- Por que? – ela perguntou.
‘ingênua’ – ele pensou, e isso fez com que sua ereção pulsasse.
- Você é minha aluna. Existe uma distancia que deve ser respeitada.
- Professor – ela chamou manhosa.
- O que – ele perguntou com a voz baixa para disfarçar a respiração ofegante.
- Eu sou uma estúpida não é? – ela perguntou, e os olhos encheram-se de lagrimas de novo.
- Não... Mas você deve aprender que não pode enfrentar um professor – ele disse quase não conseguindo esconder que arfava.
- Mas então eu mereço um castigo? – ela perguntou apertando os lábios.
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Ela o queria. Ela sabia disso.
Mas o havia ofendido. E ele nem ligava. Isso à machucava. Machucava saber que ele sentia pena dela. Que para ele, ela era apenas uma aluna mal-criada e metida à sabe-tudo.
Ele viu que a garota comprimiu os lábios como se quisesse evitar um choro mais denso.
Ele novamente sucumbiu ao ímpeto:
Tocou-lhe a face, e sentiu que ela estremecia. Ele viu quando ela fechou os olhos e soltou os lábios abrindo-os lentamente.
Tanta sensualidade no simples gesto de afastar um lábio do outro era quase obsceno para ele.
Ele negava-se, não queria, não podia!!!!!!!!!!!!!!!
Mas seu corpo parecia ter vontade própria!!
Nunca fora um santo mesmo...
E como num sonho ele viu-se levando a mão até o meio das pernas de Hermione.
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Ela estava com a típica saia colegial. Usava sobre a roupa da escola um sobre-tudo para agasalhar-se do frio.
Ele levou a mão ate a calcinha.
Ele grunhiu como um animal ao sentir que a calcinha da garota estava molhada.
Estava molhada por ele. Para ele. – Ele pensou possessivo.
Era sua deliciosa aluna.
Sentia a textura de sua umidade. Era lisa, quente...
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Ele olhou-a nos olhos.
Ela estava assustada.
Claramente assustada.
Isso o deixou com mais tezão ainda.
Ele afastou a calcinha.
Ela não sabia o que fazer.
Ela queria ter coragem de sorrir para ele, de tirar a própria calcinha e abrir as pernas pedindo para ser arrombada!!!
Como uma louca, como uma insana. Doente de tezão!
Era assim que ela estava. Mas estava com medo também.
Ele era mais velho, mais experiente, e nunca, em seus sonhos mais insanos ela cogitara realmente que isto que estava acontecendo agora, pudesse se tornar real.
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Mas estava acontecendo.
E envergonhada ela sentia a calcinha molhada.
Estava se portando como uma cadelinha no cio.
Ela achou que certamente iria rejeita-la. Ela estava molhada. Aquilo era vergonhoso. Como poderia estar excitada
Ainda tinha a ingenuidade de achar pecado estar com tezão por alguém.
Ele olhou-a.
19 anos – ele pensou. Nestes tempos de hoje... não..
A cabeça do professor o levou à acreditar por alguns instantes que ela era virgem. Mas não... Não era possível. Não nos dias de hoje.
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Ele afastou a calcinha para o lado.
Ela estava em pé.
Estava com medo de reagir e parecer vulgar.
Ela estava com medo de ser rejeitada.
Virgindade.
Um dogma que ela ainda cultivava em seu coração.
E se continuasse agindo feito uma prostituta ele não iria mais quere-la. Ela tinha que se mostrar pura! Da forma que realmente era.
INGÊNUA.
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Porém, ela não agüentou por muito tempo.
Os dedos vasculhando-a eram deliciosos.
Uma maravilha ser tocada por dedos que não os seus próprios.
Ela afastou uma perna instintivamente.
Ele olhou para a menina. Sim. Agora tinha certeza que era uma menina. Não pelo toque de seu hímen, mas sim por suas atitudes.
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Ela estava em pé. Com as pernas levemente abertas.
As mãos desajeitadas, sem saber aonde pousar estavam indecisas em colocar-se na cintura ou penderem soltas para o lado.
Ela também tinha os olhos perdidos.
Lambia instintivamente os lábios à todo instante, e não sabia se fechava-os para aproveitar o toque, ou se deixava-os abertos para observar se ele à aprovava ou não.
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Sua ereção pulsava.
Ele à queria.
A umidade em seus dedos o deixava extasiado.
Lentamente ele retirou a mão que a acariciava.
Ela abriu os olhos e sentiu o rosto afoguear.
Será que seria apenas aquilo? – Ela se perguntou.
Ele passou um dedo no outro sentindo-os lisos pelos líquidos do corpo de sua aluna.
Cheirou.
Ela observou o professor cheirando a mão que a havia tocado. Sentiu-se muito encabulada.
Ele aspirou profundamente o odor almiscarado e misterioso. Estava totalmente excitado.
Levou os dedos à boca, fechando e apertando os olhos ao sentir o sabor do líquido acre em sua língua.
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Perdeu o controle!!!!!!!
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Comentários: 4
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| Enviado por Yasmin de Carvalho em 15/01/2016 |  | Como respira?!! O_O #ReReRELendo :3 #Maravilhosa!! | | Nota: 1 |
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| Enviado por YolandaApple2 em 26/01/2014 |  | Que fic incrível! Adorei, parabéns!! | | Nota: 5 |
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| Enviado por Izabela Olivier em 29/06/2012 |  | caraca bom de mais....... adorei,,, | | Nota: 1 |
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