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13. O Banquete


Fic: Sorvete de limão


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A casa que Dumbledore havia batizado de Sorvete de Limão ficava numa área fora dos limites de Hogsmead,não muito distante da escola.

Ele costumava sair da escola depois das aulas e ir a pé até o Hog’s Head para ver seu irmão e beber um pouco de Hidromel para em seguida ir ver Brianna.

A caminhada o ajudava a organizar as idéias e incitava a curiosidade de alguns de seus alunos. Aparentemente toda Hogwarts sabia que o professor de transfiguração Albus Dumbledore resguardava uma mulher em sua casa em Hosmead.

Dumbledore se divertia despistando um ou outro curioso que se dispunha a segui-lo, na esperança de ver a mulher misteriosa.

Corriam duas versões entre os alunos para o fato de Dumbledore nunca sair em público com sua noiva uma das teorias dizia que ela era bonita demais e o professor ciumento; a outra que ela era feia demais para ser exibida. Ver a mulher de Dumbledore se tornou objeto de desafio entre os alunos.

Quando chegou ao grande portão de entrada da propriedade bateu três vezes com sua varinha no ferrolho e disse: Sorvete de Limão. O portão pesado abriu-se e ele entrou no Jardim. O ar tinha um aroma agradável e desde que cruzara o portão nem ele nem o jardim eram mais visíveis. Sentiu-se um pouco mais livre, retirou os sapatos e caminhou até o caramanchão onde sabia que encontraria Brianna.

Ela gostava de ver o pôr-do-sol no jardim e esperar pela visita de Albus que nem sempre acontecia.

Brianna estava sentada na sombra e a luz do sol poente lançava reflexos rosados no seu vestido. Quando ele se aproximou ela se levantou e seu rosto se iluminou. Por um momento ao vê-la um sorriso dançou nos lábios de Dumbledore, que em seguida se apertaram ao pensar em todos os riscos inerentes ao fato de todos saberem que ela era sua e nas decisões que em breve seria obrigado a tomar.

Ela o abraçou e sorrindo o arrastou para dentro da casa. Ele não precisava usar legilimência para saber que a alegria que ela demonstrava era sincera. A noite chegaria logo e um vento gelado soprou fazendo com que ele estremecesse.
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Alphard Black entrou no Grande Salão, em seu rosto usava a habitual máscara de cinismo. Seus olhos eram frios e insondáveis como dois poços escuros.
Ficou ali parado absorvendo o ambiente e preparando a alma para o espetáculo.
Alguns minutos se passaram antes que um dos cavaleiros reparasse em sua presença e desse com sua figura no umbral da porta estático como uma estátua.

- Black! - exclamou pondo-se de pé num salto.

Da poltrona onde estava, perto da lareira, Abraxas Malfoy se virou tão bruscamente que entornou seu vinho. Black sorriu ao mesmo tempo em que se endireitava e se firmava em toda sua altura para encarar o bruxo que parecia nervoso e assustado.
Alguma coisa havia mudado e antes que ele pudesse avaliar melhor. Grindewald avançava em sua direção com os braços abertos e um sorriso insidioso no rosto.

-Afinal chegou o mais charmoso dos meus cavaleiros.

Ele o envolveu num abraço e se encaminharam para a mesa onde o banquete, aparentemente esperava apenas por Black para ser servido.
Dezenas de olhos acompanhavam a estranha e desmesurada gentileza dedicada ao rapaz. Por um momento o rosto de Black ficou lívido de espanto e repulsa, mas se recuperou rapidamente e voltou à sua velha máscara de cinismo e deboche.

O banquete transcorreu sem surpresas e logo a grande mesa foi retirada e uma música frenética invadiu o salão. Os convidados foram brindados com a entrada de dezenas de trouxas, homens e mulheres ricamente vestidos, olhando assustados para tudo e todos. Nenhum deles havia sido enfeitiçado, foram capturados por Black e de acordo com os caprichos de Grindewald levados perfeitamente conscientes ao castelo. Todos eram bonitos e jovens.
A música continuava e os cavaleiros escolhiam seus pares para, de acordo com seus gostos pessoais, amar, torturar ou matar. Muitas vezes decidiam por uma mistura das três coisas.
Black se preparava para executar seu show naquele circo quando Grindewald sussurrou em seu ouvido.

- Não Black, tenho algo especial reservado para você. Meu belo, esperto e valente Black.

Black forçou-se a sorrir e pensou ter entendido a reação de Abraxas. O louro e aristocrático Abraxas era, entre outras coisas, o amante preferido de Grindewald .

“Isso não estava na descrição das minhas funções.” – pensou meio irritado.

Sentiu as mãos dele se fecharem sobre seus ombros, ele o girou de modo que seus olhos ficassem frente a frente. Os olhos de Grindewald grandes, azuis e frios, os lábios fechados, mas ainda sorrindo, e então ele disse com uma voz mais profunda e sonora.

- Siga-me.

Black obedeceu, e atravessaram juntos o Grande Salão, onde se ouviam gritos, música e gemidos misturados numa cacofonia infernal.Subiram as escadas em silêncio e chegaram a uma saleta,onde uma bela mulher ruiva e muito parecida com Brianna esperava por eles. Ela parecia estar sob domínio da Imperius; o olhar vago e perdido. Black olhou para Grindewald sem entender.

- Ela se parece com a sua Brianna?

- Não estou entendo meu Senhor... - Black começou a dizer, mas foi interrompido por um gesto de Grindewald.

- Não se dê ao trabalho de continuar Alphard. Realmente pensou que conseguiria me enganar?

- Não sei do que está falando... - Grindewald deslizou as mãos de dedos longos e brancos pelo queixo de Black numa carícia assustadora.

- Suas mentiras não podem salvá-lo agora, nem a você nem aquela que você ama. Conheço Dumbledore e Flamel a mais tempo do que imagina. Sei como pensam, sei como agem.

Grindewald andava de um lado para o outro da sala enquanto falava.
- O que quer de mim então, Lord Grindewald?

Grindewald caminhou em direção a Black que sentiu um leve calafrio, pois sabia que estava diante de um monstro sorridente e gentil.

- Meu caro Black. Quero garantir sua lealdade de agora em diante. Vê esta mulher? Procurei uma realmente semelhante a sua Brianna.

Ele acenou para a mulher que se ergueu de um modo ligeiramente lento e mecânico. A cena o comovia e enojava Alphard Black. Lembrava-se de Brianna dos seus beijos e sentia-se um cretino por ter tomado o que ela não queria lhe dar.

Grindewald apontou a varinha para Black e sussurrou: - Crucio.

Black caiu no chão. As costas arqueadas, o rosto contorcido. A dor era tão grande e insuportável que ele sentia o corpo todo tremer e convulsionar, não conseguia mexer nenhum músculo. Um grito animal escapou de sua garganta.
A dor era imensa, mas ele não desmaiou. Parou ofegante e coberto de suor. Olhou para seu algoz, e forçou sua boca a se mover num sorriso debochado.

- Ainda não sei do que está falando Lord. Nem qual a relação de Brianna com isso. É fato conhecido que a desejo e que não tenho preconceitos contra mulheres bonitas. E o senhor me aceitou sabendo disso.

- Petrificus Totalus. – disse Grindewald em resposta. - Venha até aqui querida.

A mulher levantou-se e caminhou até Grindewald, que erguendo delicadamente o queixo da moça a beijou.
- Quero que traga Brianna. A verdadeira brianna - Black olhava sem entender. - Antes de ser sua amada, antes de ser a mulher que você deseja ela é a mulher de Dumbledore, e nada me daria mais prazer do que faze-lo sofrer.Se você a trouxer posso me sentir tentado a ser gentil com a moça,mas se tiver que enviar outro.... - fez uma pausa e se aproximou do imóvel Black.

– Não posso garantir que a tratem gentilmente. – acenou com a varinha e a porta se abriu dando passagem a um dos cavaleiros mais brutais a seu serviço, o mesmo que Black tinha encontrado no bar.

Acenou novamente com a varinha e a moça foi liberada da maldição, os grandes olhos verdes absorvendo confusamente a situação. Grindewald sussurrou, enquanto acariciava o rosto de Black. – Quero que veja a segunda opção.

Black assistiu impotente quando a pobre moça gritou assustada e disparou correndo, porém foi logo alcançada. Ele a puxou de encontro ao corpo, largando a varinha no chão. Ela tentou se desvencilhar, mas ele era forte demais e ela gritou até seus pulmões esvaziarem. Inspirou, mas antes que voltasse a gritar um soco atingiu-lhe a boca, deixando-a tonta. Seus olhos se fecharam.
Grindewald que permanecia ao lado de Black sussurrou. - Divertindo-se? Dei ordens para que não fossem usados feitiços pelo menos ainda não.
O bruxo grandalhão olhava para Grindewald e depois de um sinal prosseguiu. A ruiva tentou se levantar, mas não conseguiu.
Não havia ninguém para resgatá-la, Black não podia fazer nada exceto assistir enquanto o bruxo enfiava a mão por baixo da blusa dela e acariciava de forma doente seus mamilos. Black adoraria enforcá-lo e provavelmente o faria depois se tivesse chance.

Ela lutava, mas o homem era forte e se desvencilhava dos seus fracos ataques como se ela não fosse nada. Ele rasgou sua blusa. Ela conseguiu reagir. Ele riu, agarrou seus cabelos pela raiz e ergueu sua cabeça para depois arremessá-la contra o chão. Black a viu estremecer, convulsionar e depois ficar imóvel como ele mesmo estava.
Ela se rendeu, mas antes olhou para Black, o terror estampado no rosto delicado.
O monstro conseguira penetrá-la e parecia destruí-la. Black olhava furioso e impotente
Quando acabou ela se afastou vagarosamente. Arrastando-se para longe de seu agressor, juntando as roupas rasgadas em torno do corpo machucado e chorando convulsivamente.
Grindewald murmurou um encanto e a moça ficou imóvel e calada, uma estátua de dor e humilhação. Grindewald aproximou-se e sussurrou - Traga-a para mim - e fazendo um sinal ao estuprador saiu da sala deixando Black e a moça entregues aos seus próprios temores.

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