1. Foda com o Patrão
Havia um limite para tudo na vida. O dela tinha terminado no ano anterior quando vira todos que mais amava morrerem ou ficado terrivelmente feridos.
Depois de Harry, seus pais, Charlie, Bill e Percy terem morrido durante a guerra, depois de todas as lágrimas serem derramadas, relaxaram. Pensaram que tudo estava terminado.
Enganaram-se.
Os Comensais da Morte atacaram e os que restaram ficaram terrivelmente feridos.
Gina não. Mas a dor de os ver loucos, mortos ou terrivelmente feridos era demasiada e lea apenas desistiu.
Desistiu de tudo e de todos, pegando durante uma noite as coisas que precisava para os primeiros tempos e desapareceu de Inglaterra. Não para sempre, apenas durante 6 meses. O suficiente para se "esquecerem" dela.
Quando voltou, afastou-se o mais que pôde da comunidade mágica, afastou-se de Londres... Afastou-se da sua vida e foi viver para longe. Foi viver da única coisa que podia.
Os primeiros tempos foram difíceis, é verdade, mas depois passou.
Custou-lhe admitir que teria que entregar o seu corpo a alguém que não conhecia, foi difícil, por outro lado, chamar a atenção dos clientes.
Mas quando conseguiu o seu destaque no Club, todos a elogiaram. Todos a admiraram. Ela passou a ser algo como uma lenda.
Esta era mais uma daquelas noites em que ela estava de "serviço".
Entraria no palco daqui a poucos minutos, e fumava um cigarro descontraidamente. Riu amargamente: quando era mais nova e antes de ver seu Mundo ruir, ela não percebia como alguém conseguia viver sabendo o que teria de fazer pra sobreviver. Ou então, como seria possível alguém ter gosto em sê-lo.
Agora, que estava naquele meio, percebia tudo. Não se tratava de gostar ou não (apesar de haver quem o apreciasse), tratava-se de ser indiferente. Elas só precisavam do dinheiro pra respirar, pra ter algo que as mantivesse vivas...não significava que elas iriam ser felizes. Não significava que elas sentiriam.
- Gina? - ouviu uma voz que reconheceu como sendo seu patrão. - É a sua vez no palco.
- Já? - checou o relógio. Estava mais que na hora - Céus, nem tinha reparado...
- E dê o seu melhor... hoje temos um cliente especial. - ele sorriu malicioso.
- Sério?... Quem?
- Você verá. Talvez não o conheça. - ele virou costas e saiu para o seu gabinete, enquanto puxava Marlene com ele. Gina apagou seu cigarro, retocou o baton e as roupas curtas. Calçou um salto agulha preto, que combinava com todo o conjunto e saiu para entrar no palco.
Nada de diferente: balouçar o rabo, dobrar-se para se mostrar aos clientes, tirar peça a peça com sensualidade deixando ver, cada vez mais, o seu corpo.
Tirando tudo... até ficar nua, mostrando o seu corpo desprovido de pêlos.
Enaquanto fazia a sua dança, agora já nua o que fazia os clientes terem todos o pau duro, reparou numa cabeça loira-platinada. Lembrou-se de Malfoy, mas não ligou.
Ele não se envolveria com alguém trouxa ou que se fizesse como um.
Rebolou mais alguma vezes, abriu as pernas, deixou os peitos fartos baloiçares. Depois saiu, com as suas peças de roupa, do palco em direcção ao seu gabinete.
Vestiu uma lingerie preta, toda de renda e, por cima um vestido com um decote quase até ao umbigo e tão curto que se viam as nádegas. Pôs um perfume e calçou otros sapatos agulha. Se tinha cliente especial, tinha de estar divina.
Dirigiu-se ao gabinete do patrão e ponderou entre bater ou não. Os gemidos eram altos e era possível ouviram-se algumas estocadas. Ao fim de dois minutos resolveu bater. Ouviu uns resmungos mas mesmo assim os gemidos retornaram, e desta vez mais alto, acompanhados de gritos de prazer. Uma voz grossa sobrepunha-se a uma fina aquando estocadas mais violentas.
Gina sabia o que significava o ter sido ignorada. Ela teria de esperar até que o patrão satisfizesse o seu prazer carnal pela loira de peitos fartos e buceta loira.
Era normal isso acontecer, Gina já nem ligava e deixou-se apenas ficar à porta esperando que eles terminassem.
- Vamos, Marlene! - ouviram-se gemidos altos. Estocadas violentas podiam ser ouvidas. mAs de repente pararam. Gina iria bater denovo, pensando que eles já teriam acabado, quando uns gemidos baixos foram ouvidos. Gina não percebeu bem... pelo menos até ao princípio.
- Vamos, sua cabra! - dizia Greg, seu patrão por entre gemidos. - Chpa mais forte... Hmmm... Ah... Chupa até ao talo... Hmmm... Oh, céus... Sim!... As bolas...
Passada talvez uma meia hora, a porta abriu-se e Marlene saiu toda esporrada para a rua. Gina entrou quando o patrão ainda limpva seu pau por detrás da secretária.
- Qual o cliente? - perguntou directa, enquanto alguns lenços sujos de liquido branco eram deitados para o caixote.
- Sabe Gina... Eu tenho um cliente sim. Ou melhor, tinha...
- Tinha?
- Sim. Ele teve de sair a meio do seu espectáculo.
- Então posso ir para minha casa?
- Não.
- Oras, porquê? - viu o seu olhar malicioso sobre o seu corpo. Sentiu-se sorrir por dentro. Ele a desejava, ela sempre o soube. Mas Marlene dominava-o, queria apenas seu dinheiro. Tinha receio de o perder para Gina. Mas isso estava prestes a acontecer.
Gina andou até a secretária e colocou os braços nela inclinando-se e dando uma grande visão dos seus seios fartos e brancos, de bico rosado.
- Hoje você não escapa... - disse ele e Gina viu um lenço ser atirado para o caixote de qualquer maneira. Logo ele se levantava, ainda nu mas já de pau levantado. Ela sentou na secretária e abriu as pernas, dando um sorriso malicioso. Logo ela sentiu as mãos dele rasgarem o seu fino vestido transparente e a boca dele no seu pescoço.
- Você é otima.
- Onde?
- No palco você consegue quase me matar de tesão...
Logo ele estava arrancando o seu fio dental e sotien.
Abocanhou seus seios e a mão dele foi para a buceta dela, fazendo movimentos para cima e para baixo. Passava por toda a sua intimidade e assim ficou até que Gina ficou molhada. Depois ele enfiou dois dedos na buceta dela enquanto lhe mordia o bico de um dos seios e a outra mão apertava o outro.
O membro dele pulsava e estava completame duro. Ela se rebolou nele e sentiu ele ainda mais excitado.
Logo o pau dele entrava com toda a brutalidade na sua bucetinha rosada e dava estocadas fortes e brutas. Decerto de ouviriam do lado de fora, mas isso não importava. Gina estava até gostando disso... ela estava gostando daquela foda.
Sentia o membro fazer o movimento do vai-vem com violencia, desejo enquanto as mãos se preocupavam com os seios.
Logo os gemidos preenchiam o cómodo e, decerto, o corredor. Gina podia sentir o liquido que saia da sua buceta a escorrer enqunato ela cavalgava no patrao com brutalidade. O pau duro e grande dele entrava e saia freneticamente, fazendo com que os peitos de Gina abanassem com violencia.
- Ah, Gina...
- Tá gostando patrãozinho? - ela reboulou no membro dele e se inclinou pra que os peitos roçassem nele. Recomeçou o movimento vai-vem ate que gozou e gritou altissimo. O patrao nao estava satisfeito mas ela sabia o que fazer. Se deitou em cima dele, na posição 69, em que virou sua boceta e ânus pra ele e a sua cara ficava na direcçao do pau dele.
Logo abocanhou o pau e o chupava brincando com a glande. Ele lambia a buceta e enfiava um dedo no ânus dela.
Gina passou a lingua por toda a extensão do pau de Grer e lançava uns gemidos, mexia no saco dele fazendo com que o tesão dele fosse tremendamente visivel.
- Ah... - -gemeu ela - Hmm... - o patrao tava dando cabo dela - Me lambe mais, vai. - abocanhou de novo o membro e chupou-o - Aaaah... Gosta da minha boca...
- Me abocanha, sua cabra! - ela riu. Sabia como ele era. Abocanhou o pau dele e ficou lambendo e chupando até que ele gozou e enxeu a boca dela de esporra.
Depois Gina retirou-se e foi para um banho.
Amanha seria um longo dia. |