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12. Confiança.


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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12° Capitulo: Confiança.



Meus olhos ainda fitavam a porta do quarto, como se eu estivesse esperando que Malfoy voltasse e falasse de uma única fez o que realmente aconteceu entre mim e ele. Contudo mesmo que olhasse para porta, nada e nem ninguém adentrava através da mesma. Num suspiro profundo retire-me do local onde estava desde que Malfoy saiu e fui para cama. Mesmo que todos estivessem na sala decidindo o futuro de toda a sociedade bruxa, cuja qual eu também fazia parte, estava naquele momento mais preocupada no meu bem estar, e no meu sentimento completamente confuso.

Num suspiro frustrado mirei o teto sobre a cama daquele quarto, eu jurava que poderia ficar daquele jeito por resto da minha vida, se assim pudesse, mas para minha infelicidade a porta se abriu, e para uma pior sensação, quem entrava ali não era um homem alto de cabelos loiros, e penetrantes olhos cinza. Mas sim uma garota de estatura mediana, longos cabelos negros, porem com olhos igualmente cinzas.Mas eu tinha que admitir os mesmo era incrivelmente mais belos quando eram os de Malfoy.

-Desculpa-me adentrar assim.

A morena se dirigiu para mim de forma fria, fazendo-me lembrar do que gina dissera, de que a mesma não gostava de mim, por sentir algo por Rony. Mas o que eu tinha a ver com isso? Rony já não era meu há muito tempo.Contudo não iria dizer nada em relação a isso, ela tinha ido ali com outro intuito sem duvida.

Tudo bem Anne, fique a vontade.

garota deu um leve suspiro e ainda perto da porta, encarando-me de modo frio. Aquele jeito ríspido, e frio era tão familiar com uma pessoa que chegava a ser angustiante a olhar por muito tempo, talvez por isso que desviei o meu olhar do dela, pois se continuasse a olha-a iria ataca por conta da semelhança vil e sórdida que ela tinha em relação á Belatrix Lestarnge.

-Vim avisar que Snape está acordado.
Vir-me-ei para morena, enfim uma noticia que realmente valia a pena ouvir, dei um sorriso e me levantei.

-Obrigada por me trazer a noticia.

-não foi...Droga.

A garota levou a sua mão ate o antebraço esquerdo, me fazendo sentir um frio na espinha.
Fui ate ela e levantei a manga do casaco grosso que ela usava.

-Você é uma comensal da morte...


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Draco sabia que estava caminhando para morte, mas tinha que faze-lo, ele tinha que tentar. Um sorriso percorreu insanamente pelos seus lábios, era ate mesmo engraçado ve-lo fazer tal coisa, aquilo de se sacrificar era mais a cara de Potter. Contudo o moreno não teria tanta chance assim ao adentrar a toca do leão, nem mesmo ele é lógico, mas entre ele e Potter, a possibilidade de sair inteiro dava mais o seu ar da graça no caso de Malfoy.

O loiro seguia a morena com certa apreensão, esta mantinha seus passos duros, e sua respiração normal, era como se ela estivesse levanto consigo apenas um membro dos comensais, e não uma pessoa que tinha sido considerada traidora.

_ Quando entrarmos fica aproximo a mim.

O pedido dela não soara como tal, mas sim como um comando. Era engraçado ver que não só na aparência, mas também na atitude ela era parecida com a mãe.
Mas naquele instante ele não tinha tempo em se prender a tal coisa, a missão que ambos tinham ali era por demais importante para isso.
A novo lugar que a os comensais tinham para se encontrarem era uma caverna no meio de uma floresta ao sul da cidade, um lugar sombrio e frio, contudo escondido, um lugar perfeito para aquele tipo de trabalho, isso era uma verdade gritante.

-Chegamos.-sussurrou a garota para Draco, e em seguida colocou a sua mascara.

Os dois adentraram uma clareira ao fim de um túnel escuro, o local ela amplo, e tinha diversas tochas nas paredes iluminando o local, na frente dos comensais, havia um tipo de altar, onde estava uma cadeira de estofado vermelho, e num dos cantos do local havia uma cumprida mesa, onde um banquete tinha sido posto. Aquilo era bizarro aos olhos dos jovens que adentravam o local apreensivos.

-Vejo que nosso convidado chegou.-A voz fria de Voldemort quebrou os murmúrios dos homens e mulheres que ate então não tinham percebido a presença do recém chegado.
Draco virou o corpo dando de cara com o ser pálido e sombrio que um dia ele chamou de senhor.

-Muita ousadia ao meu ver.

Ao lado dele estava Belatrix, diferente dos demais, ela usava um vestido vermelho, e uma maquiagem exagerada na pele alva do seu rosto.

-Disse que iria vim, então eu vim.

Voldemort sorriu para ele, enquanto a garota se afastava dos três...

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As lagrimas rolava pelo rosto pálido da morena , deixando um rastro pela face manchada de sangue e poeira. Mesmo se sentindo fraca, e tento a certeza que suas pernas iriam fraquejarem antes mesmo de subir a escadaria, ela continuou. Ela tinha conseguido sobreviver mais uma batalha, mas isso não significava que ele conseguira. O desespero era descrito com perfeição no rosto dela.
Hermione parou ao pé da escada a cena ao seu redor era mórbida, comensais da morte e membros da ordem, ou daqueles que tinha ido ali ajudar o menino-que-sobreviveu, estavam caídos sobre o chão de piso frio sem mais suas preciosas ou miseráveis vidas.
Contudo o silencio daquele momento, tal como a atenção da morena foi capturados subtamente com um duelo que parecia acontecer numas das salas, mas o mesmo foi transferido para o topo da escada, deixando a cena á vista da grifinória.
Hermione conseguia sentir a crueldade que os olhos dos dois comensais desmascarados lançavam em direção do oponente. Era ate mesmo angustiante ver tal cena, pois naquele mesmo lugar, dois anos atrás, os três que ali duelavam eram grandes amigos.e vê-los daquela forma tornava aquela guerra ainda mais cruel, a amizade sendo estraçalhada pelo ideal de um único bruxo.
Ela deu um passo sobre o primeiro degrau, mas logo em seguida parou, fechando seus olhos por causa de um clarão verde, ao mesmo tempo que um grito abafado chegava ao seu ouvido.
-Não...

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Olhei ao meu redor, tudo que sempre temi estava diante de mim. Todos os Weasleys, Potter, e alguns membros da ordem, estavam ali, não olhavam para mim, pelo menos não diretamente. Contudo seus olhares furtivos davam-me calafrios. Sem duvida que ainda a desconfiança de minha escolha de lado pairava sobre suas mentes, cujas quais pensavam fervorosamente o melhor meio de me abater.

E por conta disso, que a voz rouca que chegou ao meu ouvido, qual sempre ouvi nas minhas aulas de poções, deu-me um alento caloroso. Sorri em direção ao Snape, quem precariamente me correspondeu. Era visível que ainda não estava totalmente recuperado.
Vi o momento que Potter se aproximou do seu ex-mestre de poções, sendo que o primeiro fazia pouco tempo que retornara para sala, já que a conversa que ele tivera com Lupin, aparentemente fora difícil, coisa que consegui concluir por causa da expressão do testa rachada ao voltar para sala.
-
Será que o senhor está disposto a conversar?-a voz de Potter era rancorosa. Contudo não mais de snape que lhe respondeu logo em seguida, afirmando que uma conversa era o que ambos tinham que fazer em tal situação.

Ver tal coisa deixou-me frustrado, tudo bem que não era eu o escolhido, e tão pouco o garoto-que-sobreviveu, ao menos no meu ver, mas eu tinha certeza que merecia ouvir a conversa, tal como todo que estavam presentes também tinham, não tinham eles se arriscado em nome de Potter?
E foi para minha felicidade que constatei que não era o único em pensar nisto, pois mal esse pensamento se formulou em minha mente, e Lupin se manifestou.

-Bem Harry, sei que gostaria de falar em particular com Snape.-começou a falar, quando viu que o rapaz se preparava para sair.-mas creio que todos mereçam ouvir o que ele tem a dizer, não acha?
olhei para cada rosto ali, era engraçado ver que todo ansiava por aquilo, os olhares eram presos no 'eleito', como se este estivesse pronto para realizar a coisa mais extraordinária de sua vida, e foi ate mesmo para meu alivio, que o vi balançar a cabeça em concordância.

-tudo, para o senhor também está tudo bem?-perguntou Potter se dirigindo para severo.

-sim.-respondeu seco.

-Ok então, sentem-disse olhando ao redor, deixando o seu olhar fixo em mim.-se você quiser pode se juntar conosco.
Ódio no ódio, essa é a descrição perfeita dos nossos olhares. Via o meu próprio sentimento de repugnância e nojo expresso no olhar de Potter, era em verdade que ele gostaria de me ver longe dali, não só ele na verdade, e eu, e Merlin e Sonserino sabe que é que verdade, que também não queria está em tal lugar. Mas já que ali eu estava participaria da pequena reunião, e mostraria de que lado estava afinal. Só queria que Granger também o visse.

E foi só neste instante que senti falta dela, estava antes tão entregue ao momento, que prestara a atenção no fato de que ela não se encontrava na sala. Olhei em direção a escadaria, como se esperando ela descer, e não a vendo, e percebendo que todos esperavam uma resposta minha, resolvi me aproximar dos demais, ignorando o olhar ríspidos de todos os weasley, e a fome assassina brilhando nos olhos cor esmeralda de Harry.

Mal tinha me sentada numa das poltronas, e duas vozes, ambas conhecidas por mim, ocupou o recinto que tinha sido encoberto por um silencio momentâneo.

-Solte-me Granger!-guinchou Anne, quando ela e Hermione entraram na sala.

Todos se voltaram para cena, Hermione segurava Anne fervorosamente, enquanto esta se debatia nos braços da mais velha.

-o que está acontecendo?-perguntou senhora weasley se levantando do seu assento, com uma expressão de terror em seu rosto.

-Ela é uma comensal!

O ar faltou para mim naquele instante. Se ela tinha sido declarada comensal, e sendo a mesma minha protetora, e consequentemente de Snape, todos também se voltariam contra nos. Afinal uma linha frágil de confiança tinha sido estabelecido ali, cuja qual poderia ser quebrada, tão fácil quando o fato de Hermione dizer em qual pagina do livro 'hogwarts uma historia' encontrava-se a descrição das casas.

E os olhares de repulsa de muitos ali, só indicava o pior.

-idai que ela ´uma comensal, vocês acham mesmo que ela conseguia todas as informações por mim?-a voz de snape, quem agora se encontrava sentado no sofá, ecoou na sala, dando-me um breve alivio.

-e como não saber que ela é uma traidora, tal como você, e o asqueroso do malfoy?-o desprezível e imprestável Ronald Weasley se manifestara.

Aquilo me subiu o sangue, se pudesse acertaria um avada no focinho dele naquele instante, mas dois fatores me impediam disso, primeiro, Hermione Granger e todo o restante da família weasley que poderiam se vingar.
Anne parou de se mexer nos braços de Hermione, seus olhos, por incrível que parecesse para mim, estavam marejados, quais se encontram fixos no ruivo que tinha acabado de falar. Foi a primeira vez naquela noite turbulenta que percebi quem era o dono do afeto da morena raivosa, era o ser totalmente ao contrario dela, o senhor weasel.

-eu preciso ir.-bravejou apos um tempo de silencio, vi-a levar sua mão ate o antebraço esquerdo. O lorde estava a chamando, e isso fez um arrepio percorrer a minha espinha.

-Por merlin não vêem que ela precisa ir-vociferei angustiada por vê tão acuada daquele jeito, uma garota que sempre sofria as piores humilhações, e tinha que enfrentar seu pesadelo diariamente, não merecia viver aquilo, pelo menos não depois de diversos riscos que correrá para que o 'eleito' conseguisse chegar ate a sua gloria.

Eu vi Hermione soltar Anne, quem logo que se viu livre pegou a sua varinha da mão de Granger e se retirou da sala, indo então para fora da toca.

-Porque você a deixou ir?-bravejou Ronald Weasley, com seu rosto tão vermelho quando seu cabelo.

-por que ela precisava ir.-retorquiu Hermione.

-e se ela nos trair?

-acho que ela não fará isso, se fosse para fazer já tinha feito.-comentou sabiamente Potter, fazendo-me admitir que ele, apesar de tudo, conseguia ver as coisas muito bem.

Mas o tormento não tinha finalizado com a saída de Anne, logo que o silencio constrangedor, deu lugar a sussurros, potter ficou defronte a mim, seu olhar foi em direção a Hermione e depois para mim.

-de que lado você está?

Será que não obvio isso? O testa rachada realmente achava que mesmo depois de tudo que fiz, ainda estaria do lado do Lorde? Eu realmente tinha que rir daquilo, e assim o fiz.

-é serio Malfoy!-silvou ele.

-e você acha o que? Que estou do outro lado? Por favor Potter desta forma você me impressiona com a sua burrice!

Fred ou George, só merlim sabe qual, se aproximou de mim com sua varinha apontada para minha garganta.

-você está em desvantagem aqui.-vociferou ele.

Deu um sorriso de lado, vendo os outros observarem o cena totalmente tenso, porem, pelo que parecia, ninguém não iria interferir por que o Potter estava no comando, o que me forçava a dizer em palavras claras o que ele queria ouvir.

-eu estou do lado de vocês, será que agora de par entender ou querem que eu desenhe?

Hermione se colocou entre nos três e me retirou de perto do gêmeo.

-Melhor começarmos logo a reunião, não? – Disse ela suavemente.

Olhei para Potter e o vi olha-la apreensivo, mas o melhor foi o olhar do Weasley em minha direção, um olhar homicida, e naturalmente tive que deixar o meu sorriso aparecer nos meus lábios provocando-o. Uma vontade louca de contar para Hermione tudo que ocorrera na casa dos Blacks me dominou naquele momento, mas queria falar tal fato diante de todos, saborear cada olhar de espanto e os olhares mortais dos dois patetas que sempre estiveram ao lado daquela que se tornou o ser mais importante da minha vida.Contudo me contive e sentei junto com Hermione, ficando entre ela e a jovem Weasley.

-Já que todos sabem de que lado estou podemos começar.-Disse com o sarcasmo brincando nos meus lábios, encarando Potter que estava em pé, quem me deu um olhar ríspido, mas ignorei isso e virei para Snape, quem olhava para mim com reprovação, odiava aquele olhar dele, sempre odiei.

-Creio que posso começar, não?

-Sim, o quando antes melhor.-A voz ríspida de Potter dava, como sempre, o ponto final aquilo tudo ao mesmo tempo em que dava o inicio da reunião. “O Poderoso santo Potter”
Ironizei mentalmente, enquanto meus olhos se prendiam na pessoa mais importante naquele momento, Severo Snape.

-Pois bem é melhor começar então...



( O vento gélido brincava com os cabelos negros ao mesmo tempo em que esvoaçavam as vestes tão negras quando os cabelos do homem á beira do lago. Aquela noite, mesmo sendo primavera, estava incrivelmente frio e as nuvens que à tarde quase não era vistas, agora encobriam totalmente o céu, dando para aquele encontro noturno um ar a mais de mistério. O segundo homem chegara a pouco, este vestia vestes azuis e possuía barda e longos cabelos brancos, fazendo uma sintonia belíssima com os belos olhos azuis por detrás do óculos, cuja lente era de meia lua.

Severo olhou o velho diretor com uma admiração que poucos tiveram em sua vida o prazer de presentear. E talvez por isso, pela adoração que Dumbledore sabia que o mestre de DCAT tinha por ele, que escolhera o mesmo para realizar o tal trabalho.

-O que o senhor tem para me dizer de grande importância?

--Severo como você sabe, o tempo que me resta é pouco, como também tem o conhecimento da missão do jovem Malfoy.

-Sim.

-Por conta disso que queria que sua ajuda pela ultima vez.

Snape franziu o cenho encarando o diretor.

-Como assim?

-Gostaria que me matasse no lugar do menino Malfoy.

-O que?

-Severo, você é o único que posso pedir tal coisa, e alem do mais temos que salvar o jovem Malfoy desta sentença e ao mesmo tempo garantir que continuará ao lado de Voldemort...Sem você Harry não terá chances.

-E o senhor não pensou em mim? Somente no Potter?

-Entenda Severo, tudo isso é para um bem maior!

A respiração de Snape era agora arfante, a sua fúria com aquela situação lhe sufocava mais que qualquer coisa.

-Então é assim, não tem outra maneira, certo?

-Não. Não tem.

-Irei fazer isso, e desta forma serei marcado como o nojento traidor, correto?- A amargura de sua voz, penetrou o peito de Dumbledore ferozmente.

-Não, um deles terá sua nova chave de entrada.

-Como assim?

-Conversei hoje mais cedo com Lupin, disse á ele sobre a minha doença e de que chegará, ate por conta da mesma, um momento que não estarei mais com a ordem e nem perto de Potter, e neste tempo a guerra também estará em seu auge, e será neste momento que a magia se quebrará.

-Magia?

-Sim, lancei uma magia nele, ele não lembrará de nada disso que disse para ele ate o dia certo, cujo qual você irá utilizará a chave para que a porta da memória dele se abra...Mas antes disso, antes de utilizará e mostrar que você não é traidor, mas o mais fiel da ordem, você terá que realizar algumas coisas...

-Quais?-Falou Snape impaciente.

-Primeiro você ajudará uma jovem, esta está trabalhando com Voldemort, contudo ela se encontra na Bulgária, e quero que ela venha para cá, pois vocês dois juntos poderão recolher maiores números de informações...Lembra sobre as Horcruxes que lhe disse, não?

-Sim me lembro, foram em sete partes que ele dividiu, correto?

-Exato... Pois bem você garantirá que a garota consiga se manter sozinha em meios aos comensais, segui ordem e tudo mais, e quando consegui isso mate Nagini, ok?

-Ok.

-Pois quando você fazer isso, logicamente que será perigoso a sua presença diante de Voldemort e os demais, e por isso temos que garantir que a garota continuará no meio deles, para você sair dali e se juntar novamente com a ordem e claro ainda ter alguém informando todos os passos deles, afinal vocês não poderão ficar ás cegas.

-Pensou em tudo pelo que vejo. – a amargura novamente se mostrou presente na voz do moreno, mas o diretor ignorou esse fato e prosseguiu.

-Tive que pensar, não é só uma ou duas vidas em jogo, e sim toda a sociedade bruxa, Voldemort vencendo e o mesmo que o fim de tudo e todos. pensei assim para garantir o fim daquele que poderá destruir tudo que gostamos.

O olhar de Dumbledore mirou significantemente o moreno, quem desviou o seu olhar.

-E qual é a minha chave?-Encarou o diretor com determinação.

Este lhe deu um sorriso, aquilo era uma confirmação de que iria fazer tudo que ele pedirá.

-Dragão vermelho. )


A narrativa tinha sido emocionante, todos o olhavam perplexo Enquanto um sorriso irônico brincava nos meus lábios, afinal era engraçado saber de tudo aquilo, era tinha foi protegido pelo velhote, o mesmo retirara de minhas mãos a responsabilidade de sua morte de uma forma tão bondosa” que me dava enjôo. Levantei da onde estava sentado e fui ate a janela, o ar de riso sumirá instantaneamente, pois o fator “fidelidade cega” apunhalava-me pelas costas naquele momento, ver Snape entregue a sorte daquela forma, aumentou o meu ódio, como um homem cuja reputação era de bondade e responsabilidade, deixou um homem que sempre foi fiel á ele ser deixado de lado daquela forma, para que? Para ajudar Potter nos seus deveres? Nas coisas que o santinho tinha que fazer? E se algo acontecesse com o lobisomem, e se ele morresse? A porta não abriria mais, e a chance de se mostrar inocente seria jogada ao mar, afinal se ele utilizasse pela saída de penseira ou ate mesmo do soro da verdade, seria perda de tempo, afinal matar alguém importante como Dumbledore, daria apenas uma saída para Snape, a morte, pergunta iriam vir só depois, claro seu um dia alguém se perguntasse se a morte do ex-mestre de poções tinha sido justa.

Essa minha revolta me consumia, mas o som da voz dela, mesmo que não tinha sido direcionada a mim, me fez virar para direção de Snape, ele estava explicando o seu ultimo dever para e sempre honroso Dumbledore.

-Ao dar aos dementadores o que eles queriam, tive a chance de salvar Granger e então traze-la para cá... E desta forma podia seguir o meu plano, Voldemort não estando lá, e sabendo que Belatrix tinha ficado com o dever de cuidar de Nagini, eu tinha toda a chance nas mãos. E com ajuda de soro da verdade e das perguntas certas, retirei de Lestrange todas as informações que precisa, e por fim consegui chegar ate onde estava a cobra e então a matei._o sorriso de Potter, e o alivio no olhar de todos, não foi maior a paz que o olhar dela na minha direção provocará.- Com essa parte do plano feita, atingi Belatrix com um novo feitiço e a levei para cela onde Granger estava, local onde também se encontrava Malfoy...O resto vocês sabem.
Ao fim da narrativa dele, voltei a olhar o jardim através da janela.

-Isso realmente é uma boa noticia, mas é necessário agora ver o que temos que fazer, afinal ainda falta uma Horcrux, e como vocês-sabe-quem sabe que estamos atrás da mesma, sem duvida que ele retirou ela do seu esconderijo, e ele pode ate mesmo está guardando a mesma consigo.

-Isso é fácil.-Disse ainda encarando o jardim logo após a jovem Weasley se manifestar.-É só entrar na toca no leão.-E virei-me para todos, vendo-os me olharem como se eu fosse um louco.

-Claro, entraremos lá e diremos que estamos entrando somente para destruir a horcrux, mas é para eles não ficarem preocupados que antes de sairmos iremos limpar tudo._Ironizou Potter lançando em minha direção o seu costumeiro olhar assassino.

-Eu falo serio Potter.

--E como você pensa fazer isso, seu babaca? _ vociferou Ronald “idiota” Weasley.

-Um traidor com informações é sempre bem vindo.-Aquelas palavras saíram rasgando pela minha garganta, mas tinha dito as mesmas pela simples lembrança de um dos momentos que mais me mantivera em pé diante de tudo aquilo.



“Hermione olhou para olhos azuis acinzentados e sorriu. O Rapaz alto, de pele alva, tinha em seu rosto uma expressão terrivelmente preocupada, enquanto a sua mão segurava firmemente a sua varinha.

-Lembre-se Draco eu confio em você.

-E a minha vida está em suas mãos.

-A minha também... -Ela se aproximou dele entrelaçou seu pescoço com seus braços e lhe deu um beijo.-Tudo acabará bem.-Sussurrou ela após o beijo.”

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desculpem os erros, meu word está meio louco e n está deixando eu arrumar as palavrinhas erradas u.u


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