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2. SANTUÁRIO


Fic: REI SITAE - Cap.13: SEGREDOS


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Capítulo 2:

SANTUÁRIO.




A neve cobria cada árvore, pedra, grama e telhado por toda a extensão de terra que os olhos poderiam alcançar. Sua luz alva devolvia ao sol o brilho que este lhe lançava. Seria um espetáculo de quase inacreditável beleza, não fosse o círculo de cinzas fumegantes e macabras, situado bem ao centro da gélida paisagem do vilarejo de Leeds.

Em pé, a alguns passos de distância, ombros tensos por debaixo da armadura e capa, um homem alto e forte observava a mancha escura no chão branco. Os grandes olhos castanhos, única parte visível de seu rosto devido ao elmo que portava, dirigiam fúria silenciosa sobre os seis palanques transformados em carvão, que se erguiam precariamente dentre os entulhos. As argolas de ferro, utilizadas para prender os pulsos das pobres almas executadas ali, eram as únicas peças que resistiram ao fogo. Carne e madeira agora eram somente cinzas.

Teve seus pensamentos sombrios interrompidos por um outro cavaleiro, similar na vestimenta e apenas um tanto mais baixo e magro que ele próprio, que colocou a mão amigavelmente em seu ombro, num espaço entre os cravos incrustados na pesada armadura.

- Vamos, irmão! Já demoramos por demais aqui! Começas a chamar a atenção...

O olhar sombrio vagueou pelos arredores, observando com repúdio as pessoas que festejavam a carnificina que tomara lugar na pequena praça. Realmente, alguns deles pareciam curiosos com seu comportamento. O cavaleiro alto permanecia imóvel e altivo diante da fogueira quase extinta, o que, ao contrário da satisfeita maioria presente, denotava desagrado extremo com a cena.

O fato de ser seguido por um bom número de homens sob seu comando, e que lhe esperavam às margens da vila, só aumentava a estranheza pelo seu comportamento. De um nobre a serviço do rei, que era o que demonstrava ser, os aldeões esperavam no mínimo que ateasse ele mesmo fogo à lenha.

Voltando o rosto para o amigo, declarou de forma lenta, a voz que lembrava um trovão reverberando amargor, fúria e desgosto.

- Você sabe o porquê dessa fumaça ter aroma adocicado, irmão?

O aperto da mão em seu ombro aumentou de intensidade.

- Sei! E não aprovo também, Godric! Como bem sabes! Mas se não quiseres enfrentar os comuns que já o estudam nesse momento, desencadeando um confronto entre eles e nossos homens, devemos partir agora! Ou então, disfarces tua raiva!

O cavaleiro voltou o corpo para o lado de alguns aldeões que bebiam vinho e falavam alto, ali perto, a mão apertando com força o punho da espada.

- Talvez fosse o correto... Um dos condenados era apenas uma criança! De menor idade que Mutombo! A própria mãe me contou! E nenhum deles era bruxo!

- Godric escuta! Não podias ter feito nada! Já estavam mortos quando chegamos! Iniciar um conflito que levará mais algumas almas deste mundo para o inferno não irá adiantar em nada... Sabes que não só aqueles que mataram viriam a morrer! E Donald II me pediria o teu couro por ir contra a vontade do rei!

- Eu sei! – Abaixando-se lentamente, apanhou um punhado de cinzas, esmagando-o entre os dedos. A voz grave estava mais calma, embora entristecida. – Mas me destrói o espírito não fazer nada, Salazar. Tantas vezes já vimos acontecer!

- Fazemos o que podemos. Essa situação toda é grande demais para nós, amigo. Até mesmo em se tratando de Lord Godric Gryffindor.

A constatação resultou em novo suspiro frustrado.

- Não me sinto poderoso neste exato momento...

Um menino de seus oito anos aproximou-se de ambos, obviamente amedrontado pelas figuras imponentes. Parando no que julgou ser uma distância segura, tirou o pequeno gorro em sinal de respeito, e elevou a trêmula voz alguns tons, para se fazer ouvir.

- Desculpem... Algum dos senhores é o conhecido como Leão das Charnecas?

Salazar virou-se, impaciente e desconfiado, para o garoto.

- Quem quer saber?

A criança afastou-se vários passos, assustada pelo tom imperioso e pronta para fugir. O mais alto dos cavaleiros lançou a seu companheiro um olhar de censura, acalmando-o com um gesto, enquanto chamava.

- Espera, rapaz! – O menino estacou no mesmo lugar, reconhecendo nessa voz autoridade, mas não perigo ou ameaça. – O que queres comigo?

- É Níneve quem o chama, milord! A sábia anciã de nossa vila... Ela diz que o senhor necessita falar com ela. É urgente que vá!

Godric Gryffindor arqueou uma sobrancelha, diante do convite inusitado.

- Godric, pode ser perigoso... – Aconselhou Salazar Slytherin, passando as vistas pelos aldeões semi-embriagados que os observavam dissimulados.

- Eu acho que vou me arriscar com a criança e a anciã, Salazar. Aliás, estou muito curioso, agora. – Lançou um olhar levemente debochado para o companheiro. - Mas não precisas me acompanhar, se tens dúvidas...

O outro fechou o cenho sob o elmo, sem, entretanto, oferecer resposta a não ser segurar a varinha na mão esquerda, oculta por sob a capa verde escuro. Godric sorriu brevemente, batendo em seu ombro.

– Ah, vens comigo! Bom! – Voltou-se para o mensageiro, novamente. - Menino, te apresses a me mostrar a casa desta tal Níneve, com quem tenho tanta necessidade de falar, mesmo não sabendo disso!

Motivado pelo tom quase ameno do homem que tinha mais de duas vezes a sua altura, o garoto franzino fez um gesto com a mão, indicando que deveriam descer pelo caminho à esquerda, e disparou ladeira abaixo.

Os dois cavaleiros o seguiram por entre casebres cada vez menores e mais humildes, e onde, ao contrário do que acontecera na praça central, apenas alguns poucos pares de olhos os espiavam pelas frestas das portas e janelas grosseiras. Finalmente seus passos rápidos cessaram de fronte a quatro paredes de barro e um telhado de palha, tão mal acabados que dificilmente poderiam ser classificados como “casa”.

- É aqui, milord! Pode entrar, ela já o aguarda. – Comunicou à guisa de despedida, tentando uma reverência desajeitada.

Da bolsa de moedas presa em seu cinturão, Godric buscou uma porção delas e as atirou ao menino, que olhou sem acreditar para o tesouro em suas mãos, capaz de sustentar a ele e sua família pelo resto do inverno. Sem atinar a alegria que causara, o cavaleiro bateu duas vezes na porta encarquilhada do casebre, e entrou.

O ambiente opressivo estava tomado por fumaça acre, vinda de um buraco no chão que servia como braseiro. Um caldeirão fumegava por sobre as chamas. Nas paredes, maços de ervas aromáticas eram acompanhadas aqui e ali por rolos de tripas defumadas e outras carnes de aparência indefinida, e também bolsas de couro, usadas para guardar água ou whisky.

Por trás da mesa gasta e sem cadeiras, encostado a uma das paredes de barro, encontrava-se um catre de aparência alquebrada, e sobre ele, uma mulher de muita idade. Seus braços e rosto eram tão finos e acinzentados, que chegavam a ser cadavéricos. Os cabelos longos e mal cuidados eram completamente brancos, e desciam desarrumados pelas cobertas. Quando ela ergueu o olhar para encarar seus visitantes, estes perceberam que os olhos pequenos eram negros e astutos, a vivacidade neles contrastando violentamente com todo o aspecto exterior.

- Hummmm... – Gorgolejou, com voz muito rouca, agitando as mãos para chamá-los para perto. – Entre, bravo Gryffindor! Entre! Perdoe uma pobre mulher por não ter uma cadeira decente para oferecer-lhe... Eu sou Níneve! Uma velha bruxa ao seu serviço... – A forma de falar era firme, para alguém que parecia prestes a desfalecer.

- Afirmas ser uma bruxa, mulher? – Trovejou a voz do visitante que se aproximara, enquanto o outro permanecia à porta. A pergunta trouxe um sorriso que fez saltar dentes escurecidos e curtos dos lábios muito finos.

- Hummmm... Sim! Sim! Uma bruxa! Não tão poderosa quanto os senhores, temo dizer! Ahhh... Vejo a dúvida formando-se em sua mente, bravo Gryffindor...

- O povo desta vila tem sede por fogueiras! Como não te pegaram, se és o que diz ser?

Os dedos tortos enrodilharam-se em uma das alvas mechas de cabelos, e ela soltou um riso breve e rouco.

- Porque além de magia, sei usar minha inteligência. Há tantos anos não conjuro sequer um feitiço, que agora me julgam apenas uma velha senil com histórias malucas para contar... Vamos, valente cavaleiro! Não podes temer uma bruxa que nem varinha possui... Hummmm... Venha para mais perto, deixe-me ver teu rosto!

O visitante a olhou por um momento, para então levar as mãos ao elmo que ainda lhe protegia a cabeça, causando um gesto de advertência de seu companheiro. Níneve percebeu e lhe endereçou um olhar agudo.

- Não é necessário temer por vocês, Língua de Serpente. Não posso nem quero lhes fazer mal, e já que sei quem são, não há motivos para máscaras, humm?

Livrando os cabelos da malha de metal que lhe protegia o pescoço, Godric abaixou-se de modo a ficar com os olhos quase na altura dos de Níneve. A mulher o encarou e seu sorriso alargou-se, quando ela passou a mão cinzenta de leve pela barba curta que cobria o queixo de seu visitante. Retrocedendo um pouco, Godric perguntou em voz baixa e concentrada.

- Como, anciã? Como sabe quem somos?

Ela se contorceu um pouco, rindo baixo.

- Eu não tenho mais o uso de minhas pernas, bravo Godric! Mas ainda possuo ouvidos muito bons... Ah, sim! Sim! O rumor de sua chegada adianta-se vários dias a seu veloz cavalo... “O Leão está chegando! O bravo Gryffindor está vindo!”... E o astuto Língua de serpente vem com ele! Ah, sim, sim! Vários murmúrios esperançosos eu ouvi!

Endireitando-se em toda a sua altura, o bruxo respondeu rispidamente.

- Esperança desperdiçada, visto que cheguei tarde, aqui.

Os olhos enrugados e ardilosos estreitaram-se, e ela baixou a mão para as cobertas.

- Hummmm... Fala das seis almas torturadas esta tarde?... Hummm, não deveria o valente Gryffindor pensar mais longe?...

As palavras inesperadas provocaram um rugido raivoso em Godric e um olhar calculista em Salazar, ainda vestido com seu elmo e segurando a varinha firme na mão oculta.

- Não sentes pelas mortes de seis inocentes, anciã?

O rosto enrugado tornou-se repentinamente muito sério.

- Eu choro por eles muito mais do que você, Leão das Charnecas, já que conheci seus nomes, e os carreguei no colo quando vieram a esse mundo! Numa época em que bruxos e comuns conviviam quase harmoniosamente nesta terra esquecida pelos deuses e me era concedida a honrosa tarefa de ajudar as crianças a deixarem os ventres de suas mães! E também curar suas enfermidades... Bruxos ou comuns...

Diante do silêncio penitente e um tanto chocado do bruxo a sua frente, Níneve suavizou novamente o tom de voz.

- Mas a minha tarefa nunca será tão importante quanto a sua, bravo Godric! É sobre isso que falo quando digo que deves ir mais longe do que teus olhos podem ver e teu coração sentir! Não pôde ajudar aos que morreram hoje, mas está em teu destino salvar muitos outros de morrerem amanhã!

Agora Salazar aproximara-se de vez, tão interessado nas palavras roucas da velha bruxa, quanto Godric parecia exasperado com as mesmas.

- E como farei isto? Por mais homens que eu comande ou poderes que possua, eu não posso proteger a tantos de sua própria irracionalidade ou da de outros! É impossível!

- Hummmm... É a frustração por não poder colocar todo o reino sob a proteção de sua espada que o cega para o que deves fazer, valente cavaleiro? Hummm... Realmente, seu propósito, visto desta maneira, parece inatingível...

Salazar pareceu perder o interesse na conversa, e Godric sacudiu a cabeça, impaciente.

- Estás a andar em círculos, mulher! Diz então o que esperas de mim, ou me deixe seguir meu caminho!

Andando em direção à porta, olhando desgostoso para a bruxa deitada, Salazar manifestou-se.

- Vamos Godric! Esta criatura perdeu o juízo e não parece dizer coisa com coisa. Estamos a perder tempo...

- Posso estar louca, Serpente dos Brejais, mas ainda não estou obtusa! – Sibilou Níneve, com um olhar duro para os dois, - E você, Godric! Coloca um pouco a lógica acima de sua coragem e enxerga o que está sob o seu nariz há tempos! O que já sentes mas não compreendes! Não cabe a você apenas proteger aos indefesos destes tempos! Cabe a você ensiná-los!

O bruxo paralisou o movimento de afastar-se, quedando em silêncio completo por alguns momentos, enquanto toda uma idéia desfilava diante de seus olhos, como se sempre houvesse estado lá. Salazar estacou também. Segurando a porta aberta, ficou observando o amigo por sobre o ombro, os olhos acinzentados brilhando atentos.

Godric dobrou um dos joelhos, apoiando nele um braço, bem de frente às feições ainda sorridentes de Níneve, e aguardou. Ela pegou-lhe uma das mãos enluvadas, apertando com força os dedos cobertos, e sussurrou como se contasse um segredo.

- As pessoas que teu coração nobre tanto quer ajudar, não devem ficar sob a influência de tua espada, mas sim de teus conhecimentos!... Ergue um abrigo para elas e para ti mesmo! Construa-o sobre a rocha, para que nem o homem e nem a natureza consigam derrubá-lo! Não vá atrás deles, valente cavaleiro! Traga-os para perto de ti! Dê-lhes tua segurança, até que os ensine a erigir as suas próprias... Ofereça-lhes santuário nesses tempos difíceis, e os filhos dos filhos deles honrarão teu nome!

Godric pegou a mão que lhe apertava os dedos entre as suas, indagando intrigado.

- Quem és na realidade, bruxa? Como sabes o que se passa em pensamentos que nem eu mesmo conhecia? Como podes conhecer tanto a respeito de nosso futuro?

Ela soltou sua mão da dele, e entrelaçou os dedos tortos sobre as cobertas carcomidas.

- Eu sou só a mensageira, valente cavaleiro! Quando a hora chegar, conhecerás quem realmente te manda ajuda... – Fechou os olhos e abandonou as mãos sobre a coberta, subitamente parecendo ainda mais exausta. – Vá agora, Godric Gryffindor! Já sabes o que fazer! Escolhe teus amigos mais fiéis para lhe ajudarem e ergue teu refúgio! Nada mais tenho a dizer-lhe...

Godric a observou ainda por um tempo, antes de fazer-lhe um breve carinho nos cabelos brancos. Depois recolocou seu elmo, e girou nos próprios pés, saindo célere do pequeno casebre de barro. No caminho, sinalizou para Salazar que o acompanhasse. Antes que este colocasse as botas para fora da porta, porém, a voz da bruxa fez-se ouvir, mais uma vez.

- Língua de serpente? – Salazar virou-se para ela. Sem abrir os olhos, Níneve praticamente soprou as palavras. – Ele é teu amigo.

- Eu sei disto. – E foi-se.

Quando o retinir das armaduras e as vozes dos dois cavaleiros não eram mais audíveis, uma sombra mexeu-se a um canto, aproximando-se languidamente do catre de Níneve.

- Estás satisfeito? Cumpri minha parte a contento?

- Sim, minha bela! Agiste direito... – Respondeu o espectro, distintamente.

A anciã ergueu o rosto até que a sombra estivesse totalmente encaixada em sua visão.

- Terei descanso, então? Libertarás-me deste castigo? Tantos anos aqui, enterrada viva...

- Teu castigo foi merecido, e agora está quase cumprido. As sementes que me ajudou a plantar, no dia de hoje, logo brotarão e darão frutos... E nestes tempos, minha pequena Níneve, eu a libertarei para descansar.

- Que bom... – Resmungou a bruxa, suspirando e ajeitando a face de encontro à mão esguia da sombra.

- Agora dorme, minha bela, dorme... Logo voltarei para te buscar...

==*==

- Godric, o que pensas fazer? – Questionou rispidamente Salazar.

Soerguendo-se sobre o magnífico garanhão negro, Lord Gryffindor sorriu para seu amigo. Permanecera silencioso por todo o caminho até seu acampamento, respondendo as indagações do outro com monossílabos. Aparentemente, a paciência de seu amigo esgotara-se.

- O que achas?... Leva os homens para Edimburgo, e depois me encontre na casa de Helga. Mutombo e Herócles já estão lá! Temos muito que planejar!

- Você seguirá as palavras dela?

Godric olhou firme para os olhos cinzentos do amigo, enquanto as mãos controlavam o fogoso animal que se debatia, querendo iniciar a viagem.

- Só se puder contar contigo...

Salazar sorriu.

- Ficarás me devendo novamente, irmão!

- E qual é a novidade? – Rindo alto, Godric instigou o cavalo com os calcanhares, deixando um rastro distinto na neve por onde passava. Distanciaria-se até estar seguro de qualquer olhar curioso, e então o amigo sabia que ele aparataria na casa de Helga imediatamente, saudoso que estava dos amigos deixados lá.

Salazar o observou até que fosse um pequeno ponto no horizonte, a expressão enigmática. Depois subiu também em seu cavalo, e chamou os homens a seguirem-no.










N/A: - Sally e Morgana! Eu fiz um agradecimento mais caprichado lá no resumo, mas também aqui vou afirmar: ADORO VOCÊS! MUITO OBRIGADA!


- Capítulo três só com muitos comentários! ;)

- Para quem quiser conhecer pessoalmente nossos heróis e vilões, com direito a trilha sonora:




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