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7. CAPÍTULO 6


Fic: Call 999: CPR for Wizard Love is required.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO 6
Snape arrastava Hermione sem sequer olhar para trás. Ele apertava o pulso frágil da bruxa enquanto rumava para as masmorras. A grifinória insuportável era mesmo muito petulante! Alguém já deveria ter lhe ensinado o que era bom para tosse bruxa! E se ninguém ainda tinha se habilitado, ele tomaria para si a tarefa. E faria isso tão logo chegasse em seus aposentos.
Chegando ao seu quarto, Snape abriu a porta com um aceno da varinha e arrastou Hermione para dentro. Fechando a porta e lançando um feitiço silenciador, aproveitou para iluminar levemente o ambiente com algumas velas, posicionadas em locais estratégicos do quarto. Uma luminosidade fantasmagórica invadiu o aposento e Severus, finalmente, virou-se para Hermione, sem soltar-lhe o pulso em nenhum momento. A bruxa o olhava com os olhos arregalados e não emitia nenhum som. Parecia assustada. Pois sim, ela não vira nada ainda!
Puxando a mulher contra si, Severus lançou-lhe um olhar malicioso medindo-a da cabeça aos pés. “Curiosa para saber o que o morcego covarde vai fazer com você, bruxa insolente?” Sussurrou ele.
Hermione encarou-o, com o nariz empinado. Jamais demonstraria a ele seu temor. “Não deve ser diferente do que já fez...” Ela falou, debochada.
Ele sorriu, arreganhando os dentes como uma fera faminta e raivosa. “Vamos ver, então... você pode se surpreender, bruxa... quando acabar, você me conta se satisfiz... suas... expectativas...” Ele murmurou, enquanto descia os lábios para o pescoço de Hermione, ao mesmo tempo em que a empurrava em direção à cama.
“A única expectativa que tenho é que você me solte, seu morcego velho!” Ela grunhiu, tentando se desvencilhar dos dentes que mordiam seu pescoço com vontade.
Snape jogou-a sobre a cama e Hermione, vendo-se livre do braço forte de Severus, rolou na cama, tentando descer. Snape riu suavemente e murmurou vagarosamente um encantamento. “Pulsus amarrare!” Imediatamente, os braços de Hermione foram puxados para trás e cordas de seda envolveram os pulsos frágeis. Ela encontrava-se agora completamente à mercê de Snape, que a olhava faminto.
“Então pode desistir, querida... não pretendo soltá-la tão cedo... pelo menos não até que eu consiga aquilo que desejo...” Ele falou perigosamente, posicionando-se sobre o corpo da bruxa, impedindo que ela movimentasse as pernas.
Hermione tentava, em vão, se libertar do corpo de Severus, que a pressionava contra o colchão. Com a boca retorcida numa sombra de sorriso cínico, Snape ajoelhou-se entre as pernas da mulher e, subitamente, agarrou-lhe a gola das vestes. Num movimento brusco das mãos, rasgou o tecido negro de cima abaixo, surpreendendo-a. Satisfeito em ver os seios alvos cobertos por um sutiã de cetim vermelho grifinória, o bruxo afastou o restante do tecido, expondo também a calcinha da mesma cor. Lançando um olhar de apreciação ao corpo bem torneado da mulher, Snape deslizou as mãos pelo ventre liso, passou um dedo sobre o elástico da calcinha e insinuou o mesmo para o seu interior até tocar os pêlos macios que cobriam-lhe o sexo. Quando Hermione arqueou os quadris em resposta à carícia, ele removeu o dedo e continuou a explorar seu corpo com as mãos, descendo-as pelas pernas esguias, até encontrar as botas de couro negro, de saltos altíssimos. Num movimento ágil, suspendeu-lhe as pernas apoiando-as sobre seus ombros, ao mesmo tempo em que se inclinava e deslizava a língua pela coxa macia. Hermione não falava nada, apenas não podia evitar os tremores que sacudiam seu corpo nem controlar os quadris, que se movimentavam em busca de maior contato com o corpo do marido. Snape deu uma risadinha e fincou-lhe os dentes na parte interna da coxa, fazendo-a, finalmente, gritar. De dor. Lágrimas encheram os olhos da bruxa, que não podia revidar o ataque, já que tinha as mãos atadas na cabeceira da cama. Snape passou a língua sobre o ferimento, como se quisesse, de alguma forma, apagar a dor que lhe infligira. Mas não lhe deu trégua. Subindo por sua coxa, o bruxo finalmente chegou ao triângulo de pêlos castanhos, cobertos pela calcinha de cetim. Rindo perigosamente ao perceber os sinais da excitação de Hermione, mordicou o tecido, segurando-o entre os dentes. Levantando o olhar, buscou os olhos da mulher, que não conseguia parar de assistir ao seu assalto. Com um movimento felino, deu um puxão no tecido frágil rasgando-o e expondo o sexo convidativo que ele protegia. Hermione deu um gritinho, sentindo o elástico da peça íntima machucar-lhe a pele dos quadris. Mas mal teve tempo de pensar na violência animal do ato, pois Severus já se lançava faminto sobre seu sexo. Com medo do que ele pudesse fazer para puni-la, Hermione tentou desviar-lhe a atenção, comprimindo as coxas contra a cabeça do bruxo. Irritado, ele afastou a boca de seu sexo, agarrando-lhe as coxas com os dedos pouco gentis, abrindo-as ainda mais. Colocando os braços por baixo dos joelhos de Hermione, Snape voltou a debruçar-se sobre seu corpo, empurrando as coxas macias de encontro ao peito da bruxa. Assim, totalmente vulnerável, Hermione olhou para o rosto de Severus, a poucos centímetros do seu. Os longos cabelos negros roçavam seu rosto, enquanto emolduravam a expressão agoniada do marido. Sem perder tempo, Snape desceu os lábios, tomando-lhe a boca num beijo violento. A língua máscula invadiu a boca de Hermione, como se quisesse penetrar-lhe a alma. A bruxa não correspondeu ao beijo. Imobilizada como estava, sentia-se subjugada de forma humilhante. Não merecia este tipo de tratamento por parte de Severus. Em quase 20 anos juntos eles já haviam tido experiências que beiravam os limites da dor e da violência. Mas haviam sido atos realizados de comum acordo, sem que um dominasse verdadeiramente o outro. Eram apenas variações no modo como seus corpos usufruíam a intimidade conquistada ao longo de tanto tempo. Hermione, naquelas ocasiões, chegara até mesmo a pensar que um pouco de dor podia ser excitante. Mas, agora, enquanto Snape mostrava por ela apenas desprezo, não conseguia entregar-se ao prazer que este ato poderia lhe proporcionar. Naquele momento, o sexo era apenas uma forma que o bruxo experiente encontrara para obter sua entrega total e irrestrita. E para, do alto de sua superioridade física, reduzi-la a um corpo sem voz nem vontade, incapaz de lutar contra a violência da qual era vítima. Severus Snape, neste momento, não era melhor do que fora quando era um comensal do lorde das trevas.
Ele continuava assaltando a boca da mulher, por vezes machucando-a com os dentes. Em seu ímpeto, motivado por um desejo cego, Snape foi surpreendido pelo gosto de sangue em sua boca. Reduzindo a intensidade do beijo, afastou os lábios da boca macia de Hermione e viu que a machucara. Sangue escorria de seu lábio inferior, onde certamente ele cravara os dentes sem perceber. Aturdido com a própria violência e sem saber como se deixara levar até aquele ponto, Severus afastou-se dela, soltando-lhe as coxas e ajoelhando-se novamente entre as pernas macias, que caíram pesadamente sobre o colchão. Hermione tinha os olhos fechados e lágrimas escorriam sobre seu rosto. Amargurado e arrependido, Snape alcançou a varinha e murmurou um encantamento, fazendo com que as amarras que lhe prendiam os pulsos, desaparecessem. “Finite encantatum.” Os braços de Hermione escorregaram e repousaram ao lado de sua cabeça, no travesseiro. Com um grunhido agoniado, Snape esfregou-lhe os pulsos machucados, tentando eliminar as horríveis manchas vermelhas deixadas pelas cordas e, também, pelos seus dedos, quando a arrastara para as masmorras.
“Hermione... meu amor...” Ele murmurou, desolado.
Aproveitando-se do momento de distração de Severus, Hermione lançou-se com fúria sobre ele, derrubando-o de costas na cama. Ela atingia-lhe o peito com os punhos fechados, numa série de golpes, enquanto soluçava. Tentando buscar maior equilíbrio, sentou-se sobre os calcanhares, envolvendo as pernas dele entre as dela. Se não fosse uma briga, poderia muito bem ser um ato de amor. Ela, apenas com o sutiã vermelho e as botas de cano longo, sobre o corpo de Snape, ainda completamente vestido. Enquanto desferia golpe após golpe no peito do bruxo, Severus apenas aceitava, sem revidar.

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