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1. Novas Emoções


Fic: Amor X Paixão


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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AMOR X PAIXÃO


1- NOVAS EMOÇÕES


As férias de Harry estavam sendo maravilhosamente boas este ano, tirando os berros que seu tio dava de vez em quando, mas a vontade de voltar à Hogwarts, para cursar o sétimo ano restante, compensava.


Duda vivia fugindo dele, e quando eles se encontravam, Harry sempre o assustava dizendo que iria transformá-lo em um porco (bem que não falta muito para ele ser um) ou coisa assim.


Sua tia Petúnia continuava a mesma mãe superprotetora de sempre, para ela não havia comida que bastasse para sustentar seu “Dudinha”.


Harry procurara esquecer o que acontecera no sexto ano em Hogwarts, mas estava sendo muito difícil, tinha sonhos todas as noites com o ocorrido, ele não sabia o porquê de ter feito aquilo, que mudou sua vida completamente.


Hermione e Rony mandavam cartas dizendo que passavam as férias na antiga sede da Ordem da Fênix, e que qualquer coisa que descobrissem, contariam a ele. Harry não ficara muito contente em saber que eles estavam se divertindo juntos na Ordem. Às vezes chegava a pensar em ir para a Casa dos Black escondido, a fim de sair da monotonia que se tornara sua vida.


*-*-*-*-*-*-*


No dia da volta para Hogwarts, um estrondo na sala dos Dursley acordou todos na casa. Tio Valter desceu as escadas com uma espingarda em mãos, com tia Petúnia e Duda logo atrás. Harry ficou ao pé da porta, tentando escutar o que se passava lá em baixo.


Já na sala, tio Valter teve a infelicidade de saber que o “estrondo” foi causado por dois bruxos que aparataram ali: Tonks e Moody.


-Ei, ei! – Moody se adiantou – Acho que o senhor não vai precisar disso. Accio!


E com um movimento de varinha, a espingarda voou para suas mãos.


Harry ao ouvir as vozes dos aurores, correu escada abaixo, passando por seus tios e primo, indo abraçar Tonks.


-Eu também estava com saudades de você, Harry – disse ela, que tinha os cabelos até o ombro, num tom de azul muito bonito.


-Vamos, garoto! – Moody encarava tio Valter. – Se arrume e faça as malas que já estamos atrasados.


Harry subiu seguido de Tonks. No seu quarto, ela levitou suas coisas para dentro de seu malão, enquanto ele se arrumava.


Na sala, Tio Valter fazia cara feia para Moody.


-Por que vocês vieram buscar o garoto se aquele tal bruxo já morreu? – Dursley finalmente conseguiu dizer.


-Porque existem seguidores desse bruxo que querem matar o assassino do mestre deles.


Valter ficou quieto, ele ficaria muito feliz se os comensais achassem seu querido sobrinho.


Harry e Tonks desceram a escada, e logo eles já entravam no nôitibus.


-Harry, Harry! – era Hermione que vinha gritando pelo corredor do ônibus.


-O...oi! – ele notou que Mione estava muito bonita: usava uma blusa rosa colada ao perfeito corpo e uma calça jeans boca de sino. Ela tinha desenvolvido seu corpo durante as férias, e pelo jeito, ela havia esquecido o que acontecera no ano anterior.


-E aí, cara! – Rony apareceu atrás de Hermione.


-Vejo que vocês passaram as férias muitas bem. – Harry disse, tentando desviar os olhos dela, que estava ruborizando ao notar seu olhar.


-É...digamos que sim – respondeu Rony, não sendo muito convicente.


Tonks e Moody sentaram-se mais na frente com Hermione e Gina ao lado, enquanto os garotos foram para trás do ônibus, onde não havia muitas pessoas.


-Cara, você viu como a Mione tá bonita? – perguntou Rony.


-É-é? – respondeu, surpreso, Harry – Nem notei.


-Pô, ela tá muito gata!


Harry olhou para frente e viu que além de Hermione estar mais “desenvolvida”, ela estava mais alegre, conversava e ria com Gina. Ele não entendia o porquê de estar tão surpreso com isso; ela era uma garota normal (bruxa) e isso aconteceria certamente. Olhou para Rony e viu que ele dormia profundamente, babava no seu ombro. Tentou pensar em outra coisa, e acabou dormindo também.


*-*-*-*-*-*-*


Ao chegarem na estação King’s Cross, despediram-se de Tonks e Moody, e entraram no Expresso de Hogwarts.


Procuraram um bom tempo por uma cabine vazia, até que acharam uma. Sentaram-se e ficaram calados. Olhavam um para a cara do outro, até que Harry quebrou o gelo.


-Er...E como foi as férias de vocês?


-Nada mal... – disse Hermione – Tirando o tédio, até que estavam boas.


-Mamãe nunca esteve tão chata em matéria de proteção – Gina desanimou-se.


-Aposto como estavam melhores que as minhas!


Conversaram e riram mais um pouco, mas não demorou muito para Draco Malfoy aparecer.


-Bom, vejo que o heróizinho, os pobretões e a ... – aí parou, notando o quão diferente Hermione estava – sangue-ruim se reuniram outra vez.


-Muito legal, Malfoy, mas peço que se retire, pois não queremos que vermes como você infestem a nossa cabine.


-Uh! Acho que quem está infestando alguma coisa aqui é você, sangue podre.


Rony levantou-se e ia bater em Draco se Hermione não se metesse no meio deles.


-Para, Rony! – ela parecia estar nervosa - Não vale a pena.


-É Roniquinho! – Malfoy ironizou – Deixe que a sangue-ruim dá um jeito em mim.


Hermione pegou sua varinha e apontou para o coração de Draco, encostando-o na parede.


-O que você pensa que está fazendo? – Draco desesperou-se ao ver a burrada que tinha feito.


-Nada, verme! Só queria saber até aonde sua coragem vai.


Harry que finalmente acordou de seus pensamentos, arrancou a varinha das mãos dela, que por sua vez apenas sentou-se, notando que estava prestes a contrariar seus próprios ideais de “menina comportada” e percebendo o quanto tinha mudado desde o ano passado, havia se tornado mais dura.


-Eu acho que já está na hora de você ir – Gina empurrou Draco para fora da cabine.


Todos se sentaram e olharam para Hermione.


-O que foi? – ela perguntou.


-Nunca pensei que logo você perderia a calma – respondeu Rony, com cara de quem não tinha entendido nada.


-É que Malfoy se superou dessa vez.


Tentaram conversar, com Rony e Hermione brigando sobre o acesso de raiva dela, então Luna e Neville juntaram-se a eles.


-Oi, pessoal! – cumprimentou Luna, com seu mesmo ar sonhador de sempre.


Todos cumprimentaram ela e Neville. Eles assentaram-se também.


Não aconteceu mais nada de interessante até chegarem na estação. Subiram em uma carruagem e partiram para Hogwarts.


Hagrid encaminhava todos para o castelo. Enquanto Luna seguiu para a mesa da Lufa-Lufa, Harry, Hermione, Rony, Gina e Neville foram para a mesa da Grifinória.


Draco encarava Hermione da mesa da Sonserina. Ela fingia não notar o olhar dele.


A cerimônia de seleção foi rápida, logo Dumbledore terminava seu tradicional discurso e todos comiam afobadamente.


Depois, todos eles seguiram para a sala comunal. Jogaram-se nas poltronas e ficaram observando as chamas da lareira. A professora McGonagall chamou Hermione e ela foi até sua sala.


-Bom, Srta. Granger - McGonagall começou. – Tenho uma ótima notícia para lhe dar...


-Então fale logo professora!


-Este ano, você foi à escolhida para ser monitora-chefe.


-Sério? – ela não acreditou.


-É claro!


-Nossa...muito obrigado! – ela estava transbordando de felicidade – Mas quem será o outro monitor-chefe?


-O Sr. Malfoy.


A alegria de Hermione sumiu completamente. Por que tinha que ser Draco? Tinha tantas pessoas na escola, e logo ele foi escolhido. Voltou para o salão comunal. Estava vazio, somente Harry, Rony e Gina permaneciam ali.


-E então, Mione? – Gina indagou. – O que ela queria?


-Eu sou a nova monitora-chefe. – ela respondeu, desanimada.


-Isso é demais! – Harry exclamou. – Mas por que essa cara?


-O outro monitor-chefe é o Malfoy.


-Que horror! Coitada de você, Mione.


Rony fez cara de enterro. Harry sentia pena de Hermione. Agora ela teria de agüentar a arrogância de Draco quase a toda hora, pois os quartos dos monitores-chefes ficavam no mesmo corredor.


-Eu lhe desejo boa sorte! – Gina bocejou. – Mas agora vou dormir que amanhã tenho dupla aula de poções, ninguém merece. Boa noite.


-E eu vou levar as minhas coisas para meu novo quarto. Boa noite.


Hermione foi até o dormitório das meninas, pegou seu malão e se dirigiu para a torre dos monitores-chefes, através da porta que estava escondida em baixo da escada que dava nos dormitórios.


-Ai ai, espero que nosso amiguinho Malfoy não apronte nada com a Mione, se não eu quebro a cara dele.


Harry apenas concordou com Rony. Se acontecesse qualquer coisa a ela, ele não se perdoaria.


*-*-*-*-*-*-*


A torre aonde se encontrava o quarto de Hermione era muito escura. Havia algumas tochas iluminando os corredores. Ela carregou seu malão até uma porta de carvalho muito bonita. Ao abri-la, se assustou com a beleza de seu quarto: era enfeitado com antigas tapeçarias, a cama de casal tinha pilares altos e a roupa-de-cama era vermelha com dourado. Era tudo puro luxo, nunca havia visto um quarto tão belo em toda a sua vida. Arrastou o malão para frente de seu armário, e com um movimento de varinha arrumou todas as suas coisas.


Depois de apreciar seus aposentos, Hermione resolveu dar uma volta para melhor conhecer aquela torre. Ao virar no primeiro corredor, deu de cara com Draco.


-Olá, Granger! – ele deu um sorriso malicioso ao notar que ela vestia uma curta camisola com um roupão fino por cima. – Vejo que já conferiu seu novo quarto.


-Pois, é, Malfoy – Hermione ruborizou ao também notar suas roupas. – Agora mais do que nunca vou vigiar suas atitudes e conferir se não está fazendo nada errado.


-Eu acho que você está se esquecendo que eu também sou monitor-chefe – Draco se aproximou mais dela. –É eu que não vou largar do seu pé, queridinha.


Hermione sentiu seu coração disparar. Malfoy estava muito perto, ela podia sentir sua respiração em seu pescoço. “Por que ele está agindo assim?”


-Você não deveria vestir esses trajes na frente de garotos.


-Por...Por quê?


-Porque eles não resistiriam em ficar apenas lhe olhando.


Draco chegou mais perto de Hermione e pousou sua mão direita em sua barriga. Ela arrepiou-se até a espinha. Ele a enlaçou com a outra mão pela cintura. Hermione já não sentia nada, suas pernas tremiam. Ela queria afastar-se dele, mas seu corpo não a obedecia. Draco tirou o roupão dela, encostando-a na parede. Colocou a mão esquerda na nuca dela e puxou-a contra si. Hermione sentiu os lábios quentes dele nos seus. No começo ela pareceu querer soltar-se, mas acabou entreabrindo seus lábios permitindo que a língua de Draco explorasse sua boca.


Ficaram por algum tempo ali, beijando-se, mas não demorou muito para que a mão dele descesse até as pernas de Hermione. Ele as acariciou e ia passar sua mão pelo lado de dentro de suas coxas se ela não o empurrasse.


-Você enlouqueceu? – ela perguntou, colocando novamente o roupão.


-Enlouqueci por você!


-Você deve estar bêbado!


Hermione correu para seu quarto. Jogou-se na cama e ficou pensando naquele beijo. Ela já beijara Victor Krum, mas nada comparado ao que ela acabara de sentir.


Malfoy também foi para seu quarto. Ele vinha sentindo uma coisa estranha desde que ele vira Hermione no trem. Não sabia bem o que era, mas aquilo aflorava cada vez que ele a via. Não conseguia controlar o impulso de beija-la. E agora que a beijara, só queria sentir outra vez os lábios dela encostados aos seus.


*-*-*-*-*-*-*


No dia seguinte, Harry e Rony desceram para o café e esperaram por Hermione. Logo, ela vinha até a mesa da Grifinória e sentou-se ao lado de Harry.


-Mione... – Rony a analisava – Você está diferente.


-Diferente como? – ela engasgou-se com a comida.


-Não sei, o seu jeito mudou.


-Agora que você falou, Rony – Harry também notou que ela parecia nervosa, preocupou-se lembrando do ocorrido no ano anterior – realmente, Mione, você está mudada.


-Deve ser a imaginação de vocês.


Então, com um farfalhar de asas, corujas de todos os tamanhos e cores entraram no salão principal, e uma preta e enorme desceu rasante, largando uma carta no colo de Harry.


-O que é isso? – Hermione perguntou, olhando com interesse para o envelope preto nas mãos dele.


-Vou ver – Harry abriu a carta e começou a ler, com uma expressão nervosa no rosto durante a leitura.


-Lêem vocês mesmos – ele estendeu a carta para Hermione, e ela e Rony leram juntos. Na carta dizia assim:


“Harry Potter,


Isso pode não ser importante, mas sei que você ficará muito interessado ao terminar de ler.


Eu sei o que Hagrid esconde na Floresta Proibida.


Saiba que hoje mesmo vou escrever ao Ministro da Magia, falando sobre aquele gigante horroroso.


Só farei isso porque gosto muito de ter o mostrengo como professor.”


Draco Malfoy


-Ó, merda! – Mione exclamou, devolvendo a carta a Harry.


-Puxa! Que porra! – Rony exclamou. – Esse cara não larga do seu pé!


-Ele não se cansa – disse Harry, irritado, abaixando a cabeça.


-Não se preocupe – Hermione colocou a mão delicadamente nos ombros dele. – Esse idiota vai ter o que merece.


Draco entra nesse exato instante no salão principal, e ao ver a carta na mão de Harry, um sorriso malicioso se estampa em seu rosto.


-Olhe só quem acaba de chegar – Rony cutuca Harry.


Draco, ainda com seu sorrisinho e sua pose impassível, atravessa o salão e senta-se na mesa da Sonserina, rindo satisfeito com Crabbe e Goyle.


-Aquele imbecil... Vai se ver comigo!


Harry está tão furioso que parece soltar fogo pelas narinas, ao contrário de Hermione que está muito calma, demais para o gosto de Ron.


-Vem cá, Mione – ele começa, intrigado. – Por que você está tão tranqüila?


-Simples – ela observa Draco. – Eu já sei como impedir a “doninha” de concluir seu plano.


Rony não perguntou mais nada, sabia que da boca de Hermione não sairia mais uma só palavra sobre aquilo.


Quando terminaram de comer, os três amigos, mais Neville se dirigiram para sua próxima aula: trato das criaturas mágicas.


Eles caminhavam calmamente, em silêncio, até a cabana de Hagrid, enquanto que os alunos da Sonserina passavam correndo por eles gritando obscenidades a respeito do professor.


Mantiveram-se em pé, no círculo formado por estudantes ao redor de Hagrid.


-Bem, hoje nós iremos estudar sobre esses bichinhos aqui – ele falava com carinho, apontando para uma enorme gaiola, com dezenas de animais pequenos, marrons, de olhos extremamente vermelhos. – Os norcs.


Hermione soltou uma exclamação de espanto, assustando Harry e Rony, que não prestava a mínima atenção na aula, ocupado observando o vôo de uma mosca.


-O que foi, Mi? – Rony sussurrou.


-Aqueles animais são norcs, os perigosos Olhos-do-Inferno.


-Ó MEU MERLIN! – ele exclamou alto, chamando a atenção de todos.


-Algum problema, Rony? – Hagrid perguntou carinhosamente.


-Não Sr.


-Então, voltando a aula... – ele caminhou até a gaiola e pegou um norc, o que foi muito difícil, pois muitos deles tentavam sair junto. – Este é o mais... Mais selvagem, por isso tomem cuidado com ele.


Hagrid o segurou pelas orelhas pontudas, que o fazia lembrar um elfo, e se dirigiu à Mione.


-Hermione – ela congelou. – Você pode me explicar o que estes bichinhos podem fazer?


Ela cravou as unhas no braço de Harry.


-Os norcs domesticados, ao comando de uma palavra de um bruxo, podem fritar a mente de pessoas e animais somente olhando nos olhos deles.


Os alunos se alvoroçaram, temerosos, pois sabiam que aqueles norcs, sendo de Hagrid, não eram nenhum pouco domesticados.


-CALMA! – ele gritou, fazendo os alunos se aquietarem. – Estes não irão fazer nenhum mal à vocês, só se eu falar a palavra mágica.


Draco se aproximou de Harry e murmurou no seu ouvido:


-Agora ganharei mais um ponto para a minha causa, Pottinho.


E rapidamente se afastou dele, talvez com medo da reação de Harry.


-Quem quer me ajudar com uma demonstração? – como todos ficaram em silêncio, ele mesmo chamou. – Sr. Malfoy, se aproxime.


Draco deu um passo à frente, não demonstrando seu medo, pois fora ferido por um hipogrifo no terceiro ano, com esse mesmo professor.


-Craves oticos! – Hagrid gritou, brandindo a varinha, e os olhos do norc emitiram uma luz vermelha, que hipnotizou Draco, e ele não sentiu mais seus membros, o fazendo cambalear.


Hermione não sabia se ria da situação dele ou se chorava.


-Nordes! – ele gritou novamente, e a luz sumiu. – Alguém poderia acompanhar o Malfoy até a ala hospitalar?


Ninguém se pronunciou, então Hermione, com pena, teve que fazer algo.


-Eu vou!


Harry sentiu um aperto no coração, seguido de raiva por sua amiga o trair, ajudando o seu inimigo mortal.


Mione ajudou Draco a se levantar e caminhou com ele em direção ao castelo, deixando um bando de alunos de boca aberta para trás, ao verem um Malfoy sendo ajudado por uma sangue-ruim.


*-*-*-*-*-*-*


-Porque você está me ajudando? – Draco, desconfiado, pergunta a Hermione enquanto eles caminham até a enfermaria.


-Porque fiquei com pena de você – ela responde, sem demonstrar emoção.


-Sei... Não seria por causa do que aconteceu ontem? – ele lança um olhar malicioso para ela.


-Faz-me rir, Malfoy – Hermione quase atira ele na porta da enfermaria. – O que aconteceu ontem foi um fato lamentável.


Draco ia responder, mas algo em seu coração, como uma pontada, o advertiu que Mione o tinha machucado, e bem fundo.


-O que houve? – Madame Pomfrey pergunta curiosa, abrindo a porta, fazendo eles entrarem.


-O Sr. Malfoy teve um acidente com um norc.


Madame Pomfrey pareceu por um breve instante tremer, mas logo voltou a sua compostura.


-Deite-se aqui – ela apontou uma cama próxima a porta. – Já vou lhe trazer um poção, querido.


Hermione sentou em uma poltrona ao lado da cama, e pensou se não foi, realmente, por causa do que aconteceu ontem que ela ajudou o garoto.


Draco estava extremamente desconfortável estando ali, ao lado da garota à quem ele beijara, tão indefeso, sem ao menos sentir seus braços e pernas, dormentes.


-Tome – Madame Pomfrey voltou e entregou à ele um frasco com um líquido flamejante, azul.


Draco, depois de seguir a instrução, sentiu seus membros novamente, sua cabeça parou de doer e ficou muito agradecido à Mione por ela tê-lo trazido ali, mesmo não demonstrando isso, é claro.


-Podem ir, queridos, o Sr. Malfoy já está curado.


Os dois saíram em silêncio da ala hospitalar. Draco porque estava constrangido, e Hermione porque não sabia o real motivo de ter ajudado ele.


*-*-*-*-*-*-*


Depois da aula com o Hagrid terminar, Harry e Rony seguiram para a de adivinhação.


-Que merda a Mione foi fazer! – Ron estava indignado. – Ela tinha era que deixar aquele verme lá, todo estatelado.


Harry concordava com o amigo. Hermione não PODIA fazer aquilo, ela havia traído a confiança dos amigos, mas Sibila entrou na abafada sala e interrompeu a linha de pensamento dele.


-Hoje iremos prever o que acontecerá nesse mesmo dia, no ano que vem – Lilá e Parvati se alvoroçaram, contentes. – Para isso, usem a bola de cristal, e no final da aula recolherei os pergaminhos com as previsões de vocês. Podem começar.


Harry e Rony ficaram irritados, mas a tarefa era fácil, pois para a professora bastava uma lista de tragédias, então começaram a escrever.


-“Eu serei devorado por um dragão, e outro terrível bruxo tomará o lugar do falecido Lord das trevas...” – Rony ria, enquanto escrevia as piores atrocidades que ele podia imaginar.


-“Ocorrerá um enorme incêndio em Hogwarts, e todos que aqui estiverem morrerão, inclusive a professora de adivinhação...” – Harry foi mais perverso, sua raiva contra a professora crescia a cada aula imprestável que tinha com ela.


Após a aula, eles foram almoçar, e no salão principal encontraram Hermione, conversando com Gina.


-Olá, Gina! – Rony cumprimentou, ignorando Hermione.


-Oi... – Gina estranhou o comportamento dele. – Não vai dizer “oi” para Hermione?


-Não, ela passou para o lado do Malfoy.


Rony sentou-se longe, e Harry iria segui-lo se Hermione não o segura-se pelo braço.


-O que eu fiz? – ela perguntou, sem entender nada.


-Você só ajudou o bosta do Malfoy, só! – ele falou, irônico.


-Eu não acredito que vocês estão bravos comigo por causa disso! – disse Mione, soltando o braço dele.


-Que idiotice! – Gina se intrometeu. – Grandes coisa! Até parece que vocês não sentiram pena dele.

:
-Eu não! – Harry não gostava de brigar com Mione, mas fora preciso. – Você se esqueceu que ele falou que iria entregar Hagrid?


-Não, eu só acho que deixar uma pessoa sofrer é desumano, além do mais que eu já sei como impedir ele.


-O que acontece é que ele não é uma pessoa, Hermione, ele é um animal.


Ele virou as costas, caminhando até Ron e se sentando ao lado dele, cabisbaixo.


-O que deu nele? – Gina perguntou, boquiaberta.


-Sei lá! – Mione disse, olhando para Draco, que escrevia algo num pedaço de pergaminho, na mesa da Sonserina. – Só sei que não vou deixar isso me abalar para impedir Draco.


Gina não falou mais nada, apenas comeu, pensando que Hermione deveria ter um ótimo plano, como ela sempre tinha.


Após Mione terminar de comer, ela se levantou e murmurou no ouvido da amiga:


-Bem, agora vou colocar meu plano em ação. Tchau, Gina, até à noite!


Ela caminhou apressada, saindo do salão principal, sem notar que Harry a observava, curioso, pois se ela disse que sabia como deter Draco, ela começaria a agir desde agora.


*-*-*-*-*-*-*


N/A: Olá, galera! Essa é a minha 1º fic, por isso dêem uma colher de chá p/ mim.
Comentem e me mandem e-mails, quero saber o q vcs acharam, por favor!!!!!!


N/A2: E aí? O q será q aconteceu no ano passado? E quais saum os sentimentos de Harry e Draco por Mione? Naum percam o próximo cap.!!!!! Bjuxxx...





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