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18. Maneiras de amar


Fic: O LOBO - UA - NC - Adapt Por Tonks Butterfly -Ele queria vingança, mas no lugar encontrou o amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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(irão entender o titulo no fim heheh)
Ess seria a segund aparte do cap 17, preferi postar separado...
beijooooo

Tonks B.

Comentem!!!!!!!!!!!!!!



CAP 18


Gina não sabia do que Remus estava falando. Harry desejou boa noite a todos e levou Gina da sala antes que pudesse perguntar a Remus o que queria dizer com aquela estranha observação.
Nem marido nem mulher disseram uma sozinha palavra um ao outro até que chegaram em seu quarto. Quando ele abriu a porta para deixá-la passar, Gina se viu bruscamente separada de sua intenção de lhe perguntar a respeito de Hermione ou Remus. O dormitório atraiu sua atenção primeiro. Harry havia colocado suas posses no quarto. Agora as duas cadeiras flanqueavam sua chaminé e o cobertor cobria sua enorme cama, e a tapeçaria feita por Gina pendurada em cima da chaminé.
Maude se dispunha a sair da residência e anunciou ao barão que o banho de Gina já estava preparado para ela, tal como ele tinha pedido que se fizesse.
Logo que a porta se fechou detrás da faxineira, Gina disse:
- Não posso me banhar diante de você, Harry. Por favor, vai-te a andar a seu lago enquanto eu...
- Já te vi sem roupa em muitas ocasiões, Gina - disse Harry. Soltou-lhe o cinturão trançado, jogou-o sobre uma das cadeiras, e logo procedeu a lhe tirar a meia túnica e o vestido.
- Mas sempre na cama, Harry, com os cobertores e ...
Gina se calou, ao não ocorrer nada mais que dizer.
Harry soltou uma risada.
- te coloque em seu banho antes de que esfrie a água, carinho - disse-lhe.
- Você nada em um lago de águas geladas - recordou-lhe Gina. Seu marido estava lhe passando lentamente a regata por cima dos ombros - . Por que faz isso? - perguntou ela, ficando bastante ruborizada para que pudesse sentir o calor de suas bochechas - . Você gosta de nadar quando a água está tão fria?
Gina tinha pensado que dessa maneira conseguiria se separar a atenção do Harry da tarefa de despi-la. Mas seu marido parecia capaz e responder a sua pergunta e continuar despindo-a ao mesmo tempo.
- Não desfruto particularmente com isso - respondeu-lhe Harry.
Desfez-se rapidamente do objeto interior, impaciente por livrar-se de tudo aquilo que lhe ocultava a beleza de Gina. Ato seguido se ajoelhou diante dela e foi lhe tirando as meias e os sapatos, e logo deixou um cálido atalho de carícias até sua cintura.
As mãos do Harry estavam fazendo que Gina suspirar-se de prazer.
- Então por que o faz? - gaguejou.
- Para endurecer minha mente e meu corpo.
Deixou de tocá-la. Gina se sentiu muito decepcionada.
- Há maneiras mais fáceis de endurecer seu corpo - sussurrou.
Pareceu-lhe que sua voz tinha saido bastante rouca. Gina tentou tampar os seios levando os cabelos para diante, e em seguida franziu o cenho assim que se deu conta de que a longitude de seus cabelos não bastava para cobrir-lhe adequadamente. O que fez entao foi esticar as pontas de suas mechas, ocultando assim convenientemente seu seios ao olhar do Harry.
Harry, que não estava disposto a permitir que ela se escondesse dele, levantou-se e lhe separou as mãos suavemente. As Palmas de suas mãos circundaram a opulência dos seios de Gina enquanto seus polegares descreviam lânguidos círculos ao redor de seus rosados mamilos. Inclinou-se instintivamente para diante, procurando o contato das mãos e Harry sobre sua pele.
- Se te beijar, Gina, não te deixarei tomar o banho - disse-lhe este - . Posso ver a paixão em seus olhos. Pode sentir o muito que te desejo?
Harry lhe tinha falado em um sussurro que a acariciava tão meigamente como suas mãos.
Gina assentiu lentamente.
- Sempre te desejo, Harry - disse, e logo se obrigou a dar meia volta e ir para a banheira.
Harry tentou não olhar a sua esposa. Tinha jurado que aquela noite o faria muito pouco a pouco. Ia fazer amor com Gina sem apressar-se, sem importar quão forte fosse o impulso de deitá-la sobre a cama e amá-la apaixonadamente.
Também iria tranqüiliza-la com palavras suaves. Seu plano consistia em obrigá-la a que lhe dissesse o muito que o amava. Harry estava um pouco nervoso. Precisava ouvir aquelas palavras agora que tinha admitido ante si mesmo o muito que a amava.
Harry estava decidido a conseguir que ela o amasse. E era bastante arrogante para acreditar que uma vez que o fizesse a corte daquela maneira, Gina já não seria capaz de lhe negar nada.
Sorriu para seus adentros. Dispunha-se a fazer uso da obsessão de Gina em proveito próprio sem chegar a lhe dizer a verdade. Tirou-se a túnica e logo se ajoelhou diante do lar para acrescentar outro lenho ao fogo.
Gina se lavou rapidamente, temendo que Harry se voltasse e a visse levar a cabo tão íntima tarefa.
E então percebeu tudo o humor que havia em sua apurada situação e pôs-se a rir.
Harry foi até a banheira e se deteve junto a ela. Com as mãos apoiadas nos quadris, exigiu saber o que era o que Gina encontrava tão divertido.
Agora Harry já não levava sua camisa. O coração de Gina começou a bater desenfrenadamente. De repente também se encontrou sem respiração. OH, com que facilidade podia chegar a excitá-la seu marido!.
- Durmo junto a você cada noite sem levar nada de roupa em cima, e realmente agora não deveria me sentir envergonhada. Por isso me estava rendo - acrescentou com um encolhimento de ombros que quase a abafou.
Logo se levantou e se voltou para seu marido, demonstrando-se tanto a si mesmo como ele que já ou encontrava nada de embaraçoso naquela situação.
As gotinhas de água reluziam sobre a pele. As pontas de suas mechas se uniram em uma série de úmidos cachos, e havia uma expressão travessa em seu rosto. Harry se inclinou sobre ela para beijá-la uma vez, no alto do alto da cabeça, e logo voltou a beijá-la, agora no dedilhe do nariz. Gina tinha um aspecto tão magnífico e estava fazendo tão nobre esforço para não mostrar-se tímida ante ele que Harry não tinha podido conter-se.
Quando a viu estremecer-se, Harry agarrou o pano que Maude tinha deixado em cima de uma das cadeiras. Envolveu ao Gina com ele, tirou-a da banheira e a levou até o lar.
Gina ficou imóvel diante dele com as costas volta para o fogo. Logo fechou os olhos quando o peito do Harry se esfregou contra seus seios. O calor das chamas lhe esquentava os ombros, e o olhar cheia de ternura do Harry dava calor a seu coração.
Senti-se adorada. A sensação era tão maravilhosa que Gina não protestou quando Harry começou a secá-la. Ao princípio utilizou o pano para lhe secar a pele com suaves palmadas, mas quando houve terminando com suas costas atirou subitamente dos extremos do pano para ele até atrai-la para seu peito. E entoe sua boca tomou posse da de Gina em um beijo abrasador. Sua língua penetrou no tesouro que lhe estava oferecendo. Harry deixou cair o pano, colocou-lhe as mãos nas nádegas e atirou suavemente dela, elevando-a para sua dureza e o incrível calor que emanava dele.
Gina gemeu de prazer dentro da boca do Harry enquanto lhe acariciava a língua com a sua. Suas mãos lhe acariciava a língua com a sua. Suas mãos lhe acariciaram as costas, mas quando as pontas de seus dedos se deslizaram por debaixo da cinturilla de seus calções, Harry se separou abruptamente dela.
- me leve a cama, Harry - suplicou Gina.
Tratou de capturar sua boca com outro beijo, mas Harry a evitou deliberadamente.
- Ao seu devido tempo, Gina - prometeu-lhe com um sussurro rouco. Beijou a ponta de seu queixo, e logo foi baixando lentamente para seu seios - . É tão formosa.... - disse-lhe.
Queria saboreá-la toda. Harry acariciou um peito com a mão enquanto rendia adoração ao outro com a boca, chupando-o até que o mamilo ficou convertido em uma dura proeminência.
O contato de sua língua era como veludo quente. Gina apenas se podia suportá-lo. Quando Harry se ajoelhou e cobriu seu ventre com beijos úmidos e quentes, Gina respirou fundo e logo esqueceu exalar o ar. As mãos do Harry lhe acariciaram as coxas e se moveram por entre eles, levando-a à beira da perda de controle. Harry fu abrindo um atalho de beijos ao longo da cicatriz e Gina enquanto suas mãos prosseguiam com sua doce tortura, tocando, acariciando, adorando, até o calor que emanava dela.
Agarrou-a pelos quadris, e quando sua boca começou a beijar o suave montículo de cachos que havia entre as coxas de Gina, esta sentiu como dobravam seus joelhos.
Harry não a deixava mover-se. Sua boca e sua língua saborearam a umidade que ele tinha criado dentro dela. Sua esposa era tão doce como o mel e tão embriagador como o vinho jovem.
Gina pensou que ia morrer de prazer. As unhas de seus dedos se cravaram nas omoplatas de Harry. Deixou escapar um suave gemido. Aquele primitivo som erótico quase deixou Harry louco.
Foi inclinando lentamente ao Gina até deixá-la no chão. A boca dele reclamou a dela no mesmo instante em que os dedos dele se abriam passo através de sua apertada e úmida passagem. Gina se arqueou sob a mão de Harry e gritou seu nome quando o esplendor fez erupção dentro dela. Onda detrás onda de um incrível prazer se estendeu por todo seu corpo e Harry a manteve apertada contra ele durante toda essa experiência, lhe sussurrando palavras de amor enquanto a estreitava entre seus braços.
Gina se sentia como ouro líquido em seus braços e pensou lhe dizer quanto prazer lhe estava fazendo sentir, mas não parecia ser capaz de poder deixar de beijá-lo o tempo suficiente para chegar a lhe dizer nada.
Harry se separou e se tirou rapidamente o resto de sua roupa. Leigo se deitou sobre as costas e atirou de Gina ficando a em cima.
Sabia que se achava a ponto de perder o controle. Separou-lhe as pernas tratando de ser o menos brusco possível, e quande Gina esteve montada escarranchado em cima dele, sua mão começou a acariciá-la fazendo-a enlouquecer de novo. Gina gemeu seu nome enquanto lhe suplicava com as mãos e a boca que colocasse fim a aquele tortura.
Harry lhe levantou os quadris e entrou nela com um poderoso ataque. Gina se achava mais que preparada para recebê-lo.
Estava tão incrivelmente quente, tão molhada, tão apertada...
Harry se deixou capturar por ela. Gina arqueou as costas até que o rodeou completamnete, e logo começou a mover-se, com lentos movimentos instintitos que em seguida fizeram Harry enlouquecer.
Sentia-se tão fraco como um escudeiro e tão poderosos como um senhor da guerra. Harry a agarrou pelos quadris, lhe pedindo que se movesse com mais energia.
Encontrou a liberação antes que Gina, mas o som e a sensação que emanavam de lhe proporcionaram sua própria e enlevada rendição.
Gina se deixou cair sobre seu peito. Harry gemeu, mas Gina estava muito exausta, muito satisfeita para que lhe ocorresse lhe pedir desculpas.
Logo trascorreram largos minutos antes de que os dois fossem capaz de falar. Os dedos de Gina acariciavam o peito do Harry. Adorava seus pelos, a cálida lisura de sua pele, seu maravilhoso aroma.
Gina pensou que nunca o tinha visto mais arrogante. Harry a olhava com uma expressão de imensa satisfação na face. Uma mecha de cabelos tinha caído para ficar em cima de sua frente.
Gina se dispunha a levantar a mão para devolvê-lo a seu lugar quando Harry falou.
- Amo-te, Gina.
A mão de Gina ficou suspensa no ar entre eles.
Logo abriu muito os olhos, e foi então quando Harry se deu conta do que acabara de dizer.
Não era assim como tinha planejado que ocorresse. Supunha-se que era Gina quem devia dizer primeiro que o amava. Harry sorriu ante seu crasso engano, enquanto esperava pacientemente que ela se recuperasse da admissão que ele acabava de lhe fazer e lhe dissesse que o amava.
Gina não podia acreditar que havia dito aquelas palavras. Nesse momento a expressão do Harry se voltou muito solene, lhe indicando com isso que não podia ter falado mais a sério.
Então Gina pôs-se a chorar. Harry não soube como interpretar aquela reação.
- Está chorando porque eu disse que te amo? - perguntou.
Gina sacudiu a cabeça.
- Não - sussurrou.
- E então por quê? Acabo de te dar prazer, não?.
Realmente parecia estar um pouco preocupado. Gina secou as lágrimas das bochechas, lhe dando sem querer uma cotovelada no queixo enquanto o fazia.
- Deste-me muito prazer - disse-lhe - . Estou tão assustada, Harry... Não deveria me amar.
Harry suspirou. Decidiu que teria que esperar uns quantos minutos mais antes de obter uma explicação decente dela, porque agora Gina estava estremecendo muito violentamente para que fosse possível falar com coerência.
Soube ter paciência, mas uma vez que a teve levado a cama e estiveram debaixo dos cobertores, Gina se aconchegou junto a ele e não disse uma sozinha palavra.
- Por que está assustada? - perguntou-lhe Harry - . Tão terrível que eu te ame?.
Sua voz estava cheia de ternura e isso fez que Gina voltasse a chorar.
- Não pode haver esperança para nós, Harry. O rei...
- O rei nos deu sua bênção, Gina. Nosso rei terá que aprovar este matrimônio.
Parecia tão seguro de si mesmo que Gina se sentiu reconfortada por aquela imensa confiança.
- me diga por que pensa que o rei ficará do seu lado, Harry. Faça me entender isso. Não quero estar assustada.
Harry voltou a suspirar.
- O rei Guillermo e eu nos conhecemos desde que fomos moços. Guillermo tem muitos defeitos, mas demonstrou ser um líder muito capaz. Não te cai bem devido às histórias que teu tio contou, e seu tio só reflete atitudes de sua igreja. O rei perdeu o apoio do clero porque levou muitos tesouros de seus monastérios. Além disso, nunca teve muita pressa em substituir a nenhuma igreja oficial. O clero despreza a nosso rei porque este não se inclina ante seus ditados.
- Mas por que pensa que...?
- Não me interrompa quando te estou instruindo - disse Harry, e logo suavizou seu comentário com um delicado apertão - . Embora não pretendo alardear disso, o certo é que ajudei a nosso rei a unir aos escoceses e manter uma coexistência pacífica. O rei sabe o que valho. Conto com um exército bem adestrado ao que possa recorrer em um momento de necessidade, Gina. O rei confia em minha lealdade. Eu nunca o trairia, e isso o rei também sabe.
- Mas Harry, Malfoy é seu amigo especial - interveio Gina - . Marta assim me disse isso, e também ouvi rumores de lábios dos amigos de meu tio.
- Quem é essa Marta?
- Uma das faxineiras que lhe foram atribuídas a meu tio - respondeu Gina.
- Ah, então sem dúvida tem que ser tão infalível como a Batata - replicou Harry - . É assim como pensa?
- É obvio que não - murmurou Gina. Tratou de voltar-se para olhar Harry, mas este não a deixou mover-se. Gina voltou a acomodar-se em cima do ombro de seu marido e disse - : Meu irmão inclusive alardeia do poder que tem sobre o Guillermo.
- Me diga, esposa, o que é o que quer dizer exatamente com isso de que Malfoy ser seu amigo especial - ordenou Harry.
Gina sacudiu a cabeça veemente.
- Não posso dizer essas palavras. Seria um pecado.
Harry suspirou com exasperação. Sabia de sobras quais eram as preferências do rei, e já fazia tempo que tinha adivinhado que Malfoy era algo mais que um escrivão na corte do Guillermo. Surpreendia-lhe, entretanto, que seu inocente algema dispusera de tal conhecimento.
- Terá que confiar em mim a respeito disto, Harry, quando te digo que se trata de um pacto pecaminoso entre meu irmão e nosso rei.
- Isso não importará - replicou Harry - . Não voltaremos a falar deste assunto, dado que parece te fazer sentir tão incômoda. Sei a que te refere com o de especial, Gina. Mas o rei não trairá a seus barões. A honra está de minha parte nesta luta.
- Estamos falando por ventura da mesma honra que atou a um poste na fortaleza do Malfoy? - perguntou Gina - . Você é tão honorável que confiou em que Malfoy faria honra à trégua temporária, verdade?.
- O plano não podia estar melhor tramado - respondeu Harry, e sua voz chiou sobre a orelha de Gina - . Nunca confiei em seu irmão.
- Malfoy poderia te haver matado antes de que seus homens conseguissem entrar na fortaleza, Harry - replicou Gina a sua vez - . No que respeita a essa questão, poderia ter ido te gelando pouco a pouco até morrer de frio. Eu te salvei, é obvio. A honra teve muito pouco que ver com isso.
Harry não tentou discutir com ela. Gina estava equivocada, claro está, mas ao Harry não pareceu que tivesse nenhuma necessidade de lhe fazer ver seu engano.
- Malfoy me utilizará para te fazer mal.
Aquele comentário não tinha absolutamente nenhum sentido.
- Gina, não há nenhum só barão em toda a Inglaterra que não se inteirou do que ocorreu a Hermione. Se o rei lhe der as costas à verdade, terá cometido seu primeiro grande engano de minha parte. Tudos nos encontramos atados a nosso senhor por vínculos de honra, certo, mas ele também deve agir com honra para cada um de nós. Do contrário nosso juramento de lealdade não significa nada. Tenha fé em mim, Gina. Malfoy não pode ganhar esta guerra. Confia em mim, esposa, no que respeita ou seja o que é o que terá que fazer.
Gina esteve refletindo durante vários minutos no que lhe havia dito Harry e logo murmurou:
- Sempre confiei em você, desde aquela noite em que dormimos juntos dentro de seu loja. Prometeu-me que não me toarías enquanto eu estava adormecida, e te acreditei.
A lembrança fez sorrir ao Harry.
E agora por fim te deste conta de quão absurdo era que o que pensasse que eu podia me aproveitar de você sem que você chegasse ou seja o?.
Gina assentiu.
- Tenho o sonho muito profundo, Harry - brincou.
- Gina, não vou permitir que passe por cima o tema de que tínhamos começado a falar. Acabo de te jurar que te amo. Não tem nada que me dizer em troca? - perguntou, Harry.
- Obrigado, marido.
- Obrigado?
Harry lhe gritou a palavra. Lhe tinha esgotado a paciência. Supunha-se que Gina devia lhe dizer o muito que lhe amava, e o porquê demônios ela não sabia fazê-lo-o enchia de fúria.
De repente Gina se encontrou jazendo sobre as costas com seu marido elevando-se sobre ela. O músculo que havia junto ao queixo do Harry se flexionou, uma clara indicação da ira que estava sentindo naqueles momentos. Parecia achar-se preparado para entrar em combate.
Aquilo não a intimidou no mais mínimo. Gina lhe acariciou suavemente os ombros, e logo deixou que as Palmas de suas mãos fossem descendendo lentamente pelos braços do Harry. Seu corpo estava rígido. Gina podia sentir a fortaleza do aço sob seus dedos, e não se separou o olhar de seu marido nem um só instante enquanto continuava acariciando-o. E embora podia sentir o poder que havia dentro dele, também podia ver a vulnerabilidade em seus olhos. Era um expressão que Gina nunca havia veto antes nele, mas mesmo assim pôde reconhecê-la. Harry parecia estar realmente muito preocupado.
Assim que Gina o obsequiou com um sorriso cheia de ternura, Harry deixou de franzir o cenho imediatamente. Viu o brilho que iluminava os olhos de sua esposa e respondeu a ele. Seu corpo se relaxou junto ao dela.
- Atreve-te a te zombar de mim? - quis saber.
- Não me estou zombando de você - disse-lhe Gina - . Acaba de me fazer o dom mais maravilhoso que se possa imaginar, Harry. Estou afligida.
Ele esperou em silencio para ouvir mais.
- É o único homem que chegou a me dizer que me amava - sussurrou Gina. Uma tênue enruga franziu sua frente e acrescentou - : Como poderia não te amar a minha vez?
Parecia como se acabasse de reparar nesse fato pela primeira vez. O suspiro de exasperação que saiu dos lábios do Harry foi tão potente que pouco faltou para que separasse os cabelos ao Gina.
- Então suponho que foi uma sorte para mim que Sirius não lhe dissesse isso primeiro - murmurou depois.
- Fez-o - anunciou Gina, sorrindo ante o coice que causou sua admissão - . Mas não contei esse juramento de amor como o primeiro, porque não era do tudo certo. Seu irmão só tinha sofrido um pequeno amor.
Gina se estirou para cima e beijou ao Harry. Logo lhe colocou as mãos na cintura e a apertou suavemente.
- OH, Harry, faz tantísimo tempo que te amo... Que tola fui ao não me dar conta antes! Embora deva confessar que esta noite, quando estávamos sentados junto ao fogo com seu família e seu convidado, dava-me conta disso nesse preciso instante. Fez que minha pessoa por in valesse alfo, Harry. Agora sei que te importo.
Harry sacudiu a cabeça.
- Você sempre valeste muitíssimo, Gina - disse-lhe - . Sempre.
Os olhos de Gina voltaram a encher-se de lágrimas.
- O amor que sente por mim é um autêntico milagre. Capturou-me para me usar em seu plano de te vingar de meu irmão. Não foi isso o que fez?
- Certo - admitiu Harry.
- E essa foi a razão pela que te casou comigo - afirmou Gina, franzindo subitamente o cenho enquanto olhava a seu marido - . Me diga, amava-me então?.
- Eu pensava que era desejo - respondeu Harry - . Queria me deitar contigo - acrescentou com um sorriso.
- Vingança e desejo - replicou Gina a sua vez - . Pobres raciocine no melhor dos casos, Harry.
- Esqueceste-te que a compaixão - informou-lhe Harry.
- Compaixão? Suponho que o que realmente quer dizer é que te dava pena, verdade? - perguntou Gina, começando a sentir-se um pouco irritada - . Santo Deus, ama-me porque te inspiro compaixão?
- Meu amor, acaba e fazer uma inteligente de todas as razões que fui me dando a mim mesmo.
Gina se sentiu muito ofendida por sua risada.
- Se seu amor se apoiar no desejo, a compaixão e a vingança então...
- Gina - interrompeu-a Harry, tratando de clamá-la - , O que te disse antes de que fôssemos da fortaleza de seu irmão? Recorda-o?
- Disse-me que aquilo tinha sido um olho por olho - replicou Gina.
- E você me perguntou se pertencia ao Malfoy. Lembra-te de qual foi minha resposta?
- Sim, embora não a entendi - disse Gina - . Disse que pertencia a você.
- Limitei-me a responder a verdade - disse-lhe Harry, e a beijou só para liberar a daquela súbita expressão de suspeita.
- Sigo sem entendê-lo - disse-lhe Gina quando Harry lhe teve permitido voltar a falar.
- Eu tampouco o entendi - disse Harry - . Então pensei que te manteria junto a mim, mas não me ocorreu pesar no matrimônio até mais tarde. Para falar a verdade, Gina, foi seu ato de bondade o que selou nosso destino.
- Seriamente?
Os olhos de Gina voltaram a encher-se de lágrima. A expressão que havia no rosto do Harry era tão carinhosa, tão terna...
- Foi inevitável do momento em que me esquentou os pés, embora teve que passar algum tempo antes de que eu admitisse a verdade.
- Chamou-me boba - disse-lhe Gina, sorrindo ante aquela lembrança.
Aquele suave brilho havia tornado a iluminar seus olhos. Já não estava furiosa com ele. Harry tinha fingido sentir-se muito ofendido por sua observação só para obter uma reação por parte dela.
- Eu nunca te chamei isso. Foi outra pessoa quem o fez, e agora mesmo o desafiarei a bater-se em duelo comigo.
Gina se pôs-se a rir.
- Foi você, barão. Mas já te perdoei. Além disso, eu te chamei muitas coisas feias.
- Tem-no feito? Alguma vez ouvi nenhuma sozinha delas - disse Harry - . Quando me chamou todas essas coisas?
- Quando me estava dando as costas, naturalmente.
A via tão inocente que o sorriso do Harry se acentuou.
- Um destes dias, seu obsessão por dizer a verdade terminará te colocando em uma boa confusão - disse-lhe, e logo voltou a beijá-la antes de seguir falando - . Mas eu estarei a seu lado para te proteger.
- Da mesma maneira em que eu sempre protegerei a você - disse-lhe Gina - . E minha obrigação como esposa.
Logo voltou a rir ao ver a face de incredulidade que estava colocando ele.
- OH, não me assusta - alardeou - . Agora que tenho seu amor já nunca voltarei a te ter medo.
- Sei - disse depois.
O tom de abatimento com o que tinha falado fez rir ao Gina.
- E agora quero ouvir como volta a me dizer que me ama - exigiu Harry.
- Que ordem tão arrogante me dá - sussurrou Gina - . Amo-te com tudo meu coração, Harry - Beijou-o no queixo - . Daria minha vida por você, marido - Acariciou-lhe o lábio inferior com a ponta da língua - . E sempre te amarei.
Harry grunhiu de prazer e procedeu a lhe fazer o amor devagar e com uma imensa doçura.


- Harry?
- Sim, meu amor?
- Quando te deu conta de que me amava?
- Durma, Gina. Já quase amanheceu.
Ela não queria dormir. Gina não queria que aquela noite gloriosa terminasse nunca, e começou a menear deliberadamente as costas sobre o estômago do Harry. Os dedos de seus pés se curvaram sobre as pernas dele.
- Por favor, me diga exatamente quando foi.
Harry suspirou. Sabia que Gina não se estaria quieta até que lhe respondesse.
- Hoje.
- Ja! - anunciou Gina.
- Ja, o que? - perguntou Harry.
- Por in algo do que diz tem um pouco de sentido - explicou-lhe Gina.
- Pois você não faz mais que dizer insensatezes - replicou Harry a sua vez.
- É você quem esteve comportando-se de uma maneira imprevisível durante tudo o dia. Se quiser que te diga a verdade, tinha-me um pouco preocupada. Hoje quando?
- Quando o que?
- Quando te deu conta exatamente e que me amava? - perguntou Gina, que não estava disposta a dar-se por vencida tão facilmente.
- Quando pensei que meu aballo ia matar te.
- Sileno? Pensou que Sileno ia fazer me mal?
Ele ouviu o assombro em sua voz. Sorriu por cima do alto da cabeça de Gina. Sua esposa seguia sem ter nem idéia do terror que lhe tinha feito sentir.
- Harry?
Ao Harry gostava de muito a maneira em que Gina sussurrava seu nome quando queria algo dele. Era um som terno, suplicante e terrivelmente sensual.
- estragaste meu corcel - disse-lhe - . Isso era o que te estava contando na sala quando ficou adormecida em cima de meu colo.
- Não o estraguei - protestou Gina - . Quão único tenho feito foi lhe mostrar carinho e ternura. O afeto não pode fazer nenhum mal, verdade?
- O afeto pode chegar a causar minha morte se não me deixa descansar - respondeu Harry com um bocejo - . Converteste-te em uma empregada realmente insaciável - acrescentou, fingindo suspirar - . Deixaste-me sem forças.
- Obrigado.
- Pode dispor do Sileno para seu próprio uso.
- Sileno? Meu? - perguntou ela, subitamente tão nervosa e impaciente como uma criança.
- Agora o animal te é leal a você. Degradaste a meu grande animal da fila de corcel ao de cordeiro. Minha vida já nunca voltará a ser a mesma.
- E no que troquei exatamente seu vida, Harry?
Harry fingiu não ter ouvido a pergunta de Gina e a fez voltar-se até deixar a de face a ele. Então a olhou longamente e com fixidez.
- E agora me escute bem, algema minha - disse-lhe - . Não montará ao Sileno até que não tenha recebido a instrução adequada. Entendeste-me?
- O que te faz pensar que não recebi a instrução adequada? - perguntou Gina. Não a tinha recebido, é obvio, mas mesmo assim acreditava haver sábio lhe ocultar aquele defeito. Mas seu marido era mais ardiloso do que se imaginou.
- Você te limite a me prometa isso disse-lhe Harry.
- Prometo-o. - Gina já tinha começado a mordiscar o lábio inferior, quando de repente lhe veio à cabeça um pensamento que em seguida começou a enchê-la e preocupação - . Não trocará de parecer pela manhã, verdade?.
- Claro que não. Agora Sileno é teu.
- Não estava falando do Sileno.
- E entoe do que falava?
Parecia um pouco preocupada. Harry franziu o cenho até que Gina lhe sussurrou seu medo.
- Não trocará e parecer a respeito de que me ama, verdade?.
- Nunca.
Beijou-a para lhe dar uma prova de seu juramento, e depois fechou os olhos e se deitou sobre as costas, totalmente dito a dormir. Estava esgotado.
- Esta noite não te acordaste d nadar em seu lago. Isso foi muito imprevisível por seu parte.
Quando ele não fez nenhum comentário a respeito, Gina insistiu.
- por que não o tem feito?
- Porque faz muito frio, maldita seja.
Era uma resposta muito razoável, mas funcionava bastante estranha provindo do Harry. Gina sorriu para seus adentros. OH, como o amava!.
- Harry? Você gostou de me fazer o amor junto ao fogo? Já sabe, quando me beijou...ali?.
Sua voz soou tímida, mas também cheia de curiosidade.
- Sim, Gina. Seu sabor é tão doce como o mel.
A lembrança do sabor de Gina já estava voltando a excitá-lo profundamente, e Harry se assombrou ante o desejo que podia chegar a sentir por sua esposa.
Gina ficou de lado e olhou ao Harry. Seus olhos estavam fechados, mas sorria e tinha aspecto de sentir-se muito satisfeito.
A mão de Gina foi abrindo um lento atalho de carícias do queixo até o estômago do Harry.
- E eu gostarei de seu sabor? - perguntou-lhe em um sussurro enrouquecido.
Antes de que Harry pudesse lhe responder, Gina se inclinou sobre ele e lhe beijou o umbigo, sorrindo quando viu como lhe contraíam os músculos do estômago. Depois a mão de Gina foi descendendo lentamente, movendo-se em uma suave carícia que ia traçando um caminho para que logo este fora seguido por sua boca e sua língua.
Harry deixou de respirar quando a mão de Gina tomou posse dele.
- Está tão duro, Harry, tão quente... - disse-lhe ela - . Me dê seu fogo.
Harry se esqueceu de tudo o que estivesse relacionado com o dormir e deixou que sua esposa fora tecendo seu mágico feitiço sobre ele. Pensou que sem dúvida era o homem mais rico do mundo, e tudo porque sua esposa o amava.
E logo já não pôde pensar.






(Sei todas suspirando)

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