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10. Ten


Fic: Irrésistible TL com continuação


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Lily? Aconteceu alguma coisa? – Remo veio me perguntar de tarde, enquanto tomava um lanche no Salão Principal. Eu não havia contado á ninguém o que ocorrera, e nem sabia se teria vontade de fazê-lo.

Flashback

-Tem certeza que não quer que fiquemos aqui essa tarde com você? – Alice perguntou, compreensiva. Sorri tristemente.

-Não gente, juro. Eu posso ficar sozinha – Eu disse.

-Só não vá para a aula. – Emmy avisou – Você não nos contou o que aconteceu, mas tenho certeza que ao ver seu estado até McGonagal aconselharia descanso pra você.

Fim Flashback


Então não fui ás aulas da manhã, e Remo parecia realmente preocupado. Mas não sabia se estava realmente pronta para contar aquilo á ele. Se é que eu ia contar.

-Não aconteceu nada, Remo – Eu disse, decidida á não contar por enquanto. Ele sorriu compreensivo para mim e ajeitou uma mecha maldita do meu cabelo, que insistia em cair pra cima dos olhos.

-Lily, você e o Tiago estão estranhos a manhã inteira. É óbvio que o que aconteceu foi entre vocês dois, e nós estamos preocupados – Ele disse e eu sorri.

-Eu sei que estão, Remo, mas como você disse, é só entre nós. – Eu me afastei um pouco dele – Se ele também não quis contar aos amigos, eu não o farei. Desculpa – Ele me abraçou e eu entendi que ele estava verdadeiramente preocupado conosco. De um jeito que nunca tinha estado.

-Ficaremos bem, Remo. Ele é bem forte – Eu disse sorrindo, ainda grudada á ele.

-Não é só por ele que eu temo, sabe disso – Ele respondeu, apertando o abraço como se quisesse me proteger – Mas também não sei se ele agüenta tanto, Lily – Eu suspirei.

-Ele que escolheu, Remmie. Ele não pôde me dar o que eu quis. E talvez eu também não fosse o suficiente pra ele – Eu verbalizei meus pensamentos, sabendo que Remo provavelmente entendera.

-Vocês quem sabem. Eu acho que estão cometendo uma tremenda besteira . – E, dizendo isso, ele se afastou, saindo do Salão. Suspirei e recomecei a comer.

No momento em que saí do Salão, me dirigindo ao banheiro, fui barrada por Amos, que sorriu para mim, enlaçando a menina da festa pela cintura. Sim, eles estão namorando.

-Oi Lily – Ele disse sorrindo e eu sorri também, cumprimentando os dois.

-Eu queria me desculpar por aquele dia – Ele disse, estava se referindo á festa, pelo jeito.

-Não foi nada, Amos – Garanti-lhe com meu melhor sorriso compreensivo – Vocês formam um belo casal.

-Obrigado – Ele respondeu e piscou para mim, entrando no Salão, e pude ouvir ele dizer á namorada “Ela é muito querida, não acha?”. Só pude sorrir. Adoro ele ^^

Olhei para frente e me deparei com a coisa mais... indefinível da minha vida. E essa coisa estava realmente... indescritível. Linda, para ser mais precisa. Mas, estranhei, hoje ele não vestia a camisa leve branca que sempre veste. Ele estava com uma verde, num tom bem escuro.

E, se querem saber, isso não altera em nada a beleza da desgraça ambulante.

Ele me encarou por alguns segundos, haviam várias garotas falando com ele ao mesmo tempo. Ignorando todas elas, ele veio até mim.

-Lily, agente pode se falar? – Ele perguntou com um sorriso... Diferente. Quase triste.

-Eu realmente acho que não temos mais nada para falar, não concorda? – Respondi-lhe, tentando ao máximo não ser grossa com ele. Tentando ao máximo não mostrar para ele o quanto eu estava magoada por ele ter me deixado lá sozinha.

Poxa, precisava mesmo? De certeza que ele sabia que era minha primeira vez, ele tinha mesmo que fugir daquele jeito?

-Agente tem muita coisa pra falar, Lil’s – Ele sorriu daquele jeitinho que faz os malditos/rebeldes pêlos da minha nuca se arrepiarem. O maldito deu uma risadinha, acho que notou.

Pra que que eu fui inventar de amarrar o cabelo hoje mesmo? Ah ta ¬¬

-Não, nós não temos nada para falar um com o outro – Discordei tentando não demonstrar o que eu senti quando ele se aproximou.

-Tem certeza? – Ele colou nossos corpos e eu fechei os olhos, suspirando, sentindo o perfume dele. Aquele maldito perfume que não saiu mais de mim, nem da minha cama, nem da camisa dele(lógico).

-Maldito – Murmurei por entre os dentes, e ele riu.

-Vem logo – Ele disse parecendo se divertir, me pegando pela mão e me levando até uma sala vazia.

A sala do nosso... “Amasso”, aquela das tochas, lembram?

É, essa mesma.

Ótimo dia aquele... *Sorriso babão*

Tá, voltei.

-Por que me chamou aqui, Potter? – Tentei parecer o mais McGonagal que conseguia. Não deu muito certo com ele na minha frente, quase encostado á mim, como sempre.

-Estava com saudade – Ele simplesmente disse isso e me beijou, me prensando levemente contra a parede. Sabia que ele estava dosando a fome, estava me provocando, me dando só uma amostra do que eu estava perdendo.

Me desvencilhei dos braços dele e limpei a boca com as costas da mão, ainda completamente bamba.

-Não tem mais o direito de me beijar quando quiser, Potter. Acabou – Eu disse, mas ele se aproximava de mim novamente, me tirando o ar.

-E quem disse que eu quero só beijar? – Ele murmurou perto do meu pescoço, me fazendo arrepiar inteira. Logo ele estava me beijando novamente, mas já abria minha blusa...

-NÃO! – Gritei me soltando dele novamente, no que ele passou a mão pelos cabelos, expressão culpada na face.

-Lily, pelo amor de Merlin – Ele pediu com voz firme – Eu não consigo te ver o dia todo e não te tocar. É impossível – Isso me fez lembrar das vezes que ele me roubava beijos. Mesmo.

-Eu já disse que NÃO QUERO! NÃO QUERO VER VOCÊ SE AGARRANDO COM OUTRAS, NÃO QUERO SER SEU ESTEPE, NÃO QUERO FICAR COM VOCÊ SÓ PORQUE NENHUMA OUTRA QUER! EU NÃO QUERO! - Eu gritei com raiva, no que ele pegou meus antebraços com força nas mãos, segurando-me perto dele.

-Mas você me quer, Lily... – Ele sussurrou com a boca perto do meu ouvido, e então me olhou nos olhos – Eu não te entendo.

-Você nunca vai me entender – Eu disse por fim, me soltando dele e andando em círculos – Simplesmente porque você não gosta de mim.

-Eu gosto de você! – Ele disse irritado, levantando-se da carteira onde sentara - Eu gosto de você! Eu já disse isso!

-Você não gosta de mim, não como eu queria que fosse! – Maldita vida, agora estou chorando por ele feito tantas outras que consolei no banheiro e que um dia jurei que nunca seria igual.

Triste engano.

Ele ficou pasmo por alguns instantes e então sentou na carteira de novo. Acho que ele entendeu o que eu quis dizer com “Não como eu queria que fosse”. Impacto. É, é.

-Eu preciso pensar, Lily – Ele passou a mão pelos cabelos de novo, e eu bufei.

-Não, você não precisa pensar – Eu fui até ele e colei meu corpo ao dele, causando-lhe um fraco gemido – Não agora. Agora sou eu que quero – Eu disse perto do ouvido dele e, sabe, houve resposta imediata do corpo dele, que se tensionou, ele ficou ofegante, e outras cositas más.

-Como é que você consegue isso? – Ele me perguntou, atordoado – Outras não mexem comigo desse jeito – A voz dele não passava de um sussurro e lentamente eu fui notando que a claridade dentro da sala diminuía – Não com tanta intensidade.

-Idem para você, seu lerdo – Eu disse e ele riu, beijando meu pescoço.

-Você vira geléia nas minhas mãos – Ele provocou, tentando me subjugar. Tadinho.

-Nem provoca, senão fica chupando o dedo hoje, sem Lilyzinha pra você – Eu disse ele sorriu, colocando as mãos na minha cintura.

-E por que eu sentiria falta? Eu tenho várias outras, não tenho? – Ele perguntou cínico, mordendo de leve meu ombro e apertando mais a minha cintura.

-Não é a mesma coisa – Eu disse e ele riu.

-E não é mesmo – E continuou a beijar meu pescoço.

-Err... Nós temos aula – Eu disse incerta, o sentindo terminar de desabotoar minha blusa.

-Nós vamos para as aulas – Ele parecia falar com uma criança, e não comigo, e isso me deu medo dos planos dele.

-Quando? – Perguntei suspirando quando a boca dele alcançou meu colo.

-Muito, muito mais tarde – Foi a resposta dele antes de me olhar com olhos famintos e voltar a me beijar. E, acredite, eu fui para a aula. Muito, muito mais tarde.

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-Tem alguém muito sorridente aqui pra quem estava borocochô essa manhã, não, dona Lily Evans - Entendeu a ironia da Marlene? Cara, que garota... Má :p

-Tá, Marlene, ta - Eu disse em tom de “Já entendi que você quer me provocar” e me sentei ao lado dela na biblioteca.

-Conta. Já – Ela ‘ordenou’ e eu ri.

-Até. Parece. – Ela fingiu-se de indignada. Ela fica fofa assim.

-Se eu te contar você provavelmente vai me comparar á Narcisa, e nós não queremos isso, certo? – Completei com ar de ponto final, mas ela ficou boquiaberta e vermelha.

-O que? – A voz dela era fraca, pasma de mais pro meu gosto – Tá zoando, claro.

-Não, na real não – Eu disse, e ela desencostou-se da cadeira – Quero dizer, talvez.

-Conta.

Eu a obedeci, mas ela não teve a reação que eu previa.

-Que. Coisa. Linda. - Ela disse com os olhinhos brilhando – Parece história de filme.

-De que nível? American Pie, por acaso? – Perguntei, irônica.

-Do nível de Moulin Rouge ou A Walk To Remember, meu bem – Ela me respondeu de braços cruzados, e foi a minha vez de ficar pasma – Sem as mortes, é claro. – Ela notou que eu me aliviei.

-Você acha mesmo? – Perguntei incerta.

-Mas é claro! O mocinho meio vilão, galinha que não sabe o que é amar. A mocinha que gosta dele, mas que não aceita menos que tudo. É perfeito! – Marlene me disse e eu quase ri.

-Okay Lenoca, não exagera, você sabe que na vida real não há finais felizes – Eu disse abrindo meu caderno, mas ela fechou-o.

-Quanto tempo você acha que vai conseguir resistir, Lily? Tá na cara que você gosta dele!

-E o que você quer que eu faça, Marlene?! – Indaguei já irritada.

-Conquiste-o! Até parece que você não consegue! – Ela ironizou, bronqueando-me – Lily, você sabe que ele também não resiste mais á você. Use isso contra ele! Seduzido, talvez, ele se apaixone...

Isso me abriu uma janela na mente. Um plano foi bolado pela parte maliciosa/sedutora da minha cabeça, que eu nem sabia que tinha. Mas eu teria que começar agora.

-Marlene, você vem comigo – Foi o que eu disse, pegando-a pelo braço e correndo para fora da biblioteca com ela no encalço.

-Aonde vamos, Lily? – Ela me perguntou, meio incerta.

-Você já vai entender... –Sorri. Começaria agora, e as meninas iriam me ajudar.

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-E aí? Vocês juram que não acham exagerado? – Perguntei, olhando-me no espelho da Sala Precisa.

-Claro que não, senão não deixaríamos você se vestir assim, trouxa – Lene soltou, me dando um pedala.

-É Lily, acha mesmo que deixaríamos nossa amiga ficar vestida feito uma... Narcisa? – Torci o nariz ao ouvir o nome da loirosa. Que, aliás, era minha rival pelo que me disseram.

-Okay – Eu disse, me analisando – Encurtei um pouco a saia...

-...Só um pouquinho, vai, não chega nem perto da saia da Marlene ou da minha – Emmeline me corrigiu.

-Ajustei um pouco a blusa no corpo, pra não ficar tão larga, e abri três botões...

-...Sendo que um fica muito perto do outro, então chegou até o comecinho do comecinho de seu colo – Dorcas acrescentou.

- Coloquei um pingente de uma pedrinha branca, que minha avó me deu, mas o maldito fica muito perto do...

-...Colo, ta Lily, já entendemos, mas ficou lindo! – Alice bronqueou-me.

-Passei um gloss transparente que triplicou o volume da minha boca...

-Mentira, só evidenciou-a um teço de nada, o gloss ainda é transparente Lily – Dorcas repreendeu-me.

-E arrumei um pouquinho o meu cabelo, fazendo ele ficar com mais volume...

-Que ficou parecendo uma gata selvagem – Emmy brincou, no que Dorcas ronronou, brincando.

-Ficou sexy – Lene disse, rindo da imitação de Dorcas.

-Lindo – Alice completou.

Sabe o que é?

Ainda não to convencida.

-Falta algo – Eu disse, virando-me para elas.

-O que? – Alice perguntou e parecia vasculhar a memória para lembrar-se de algo. Foi então que um estalo deu-se na minha cabeça.

-Meu perfume – Eu disse, correndo para a prateleira onde havia guardado-o no primeiro ano, logo que chegara.

-Seu o que? – Alice perguntou, pasma.

-Você tem um perfume Lily? Mas você nunca usou...

-Eu sei, eu sei – Respondi á Emmy – Eu não quis mostrar á vocês porque sabia que me obrigariam á usar – Suspirei, retirando o vidro num tom de rosa bem forte, não choque, um rosa mais pálido, bem escuro de dentro de um armário, na prateleira onde o havia deixado, e colocando-o sobre a penteadeira.

-Como o conseguiu? – Dorcas perguntou.

– Minha vó me deu ele. Dizia que ele era uma fragrância que traduzia nós mulheres e nosso poder de sedução, mas principalmente a minha própria personalidade – Ri – Eu nem sabia o que era isso na época, tinha só dez anos – Abri o perfume e inalei o cheiro já conhecido – Ela era bruxa. Não bruxa como nós, ela era bruxa de alma, um tipo de bruxaria mais antiga, ervas, feitiços, tudo isso feito de modo diferente – Expliquei, passando o vidro por perto de todas para que cheirassem.

-Eu conheço – Marlene disse – Tinha uma tia que era assim.

-Pois é – Eu disse sorrindo – Eu a amo muito, mas não quis usá-lo porque sempre tive total desprezo por esse tipo de coisa. Por isso guardei-o.

-Bom, Lily... –Alice desencostou-se da mesa onde estava apoiada – Se sua vó fez isso, pode crer, eu quero um que traduza a minha personalidade também, porque esse é ótimo.

-E tem mais – Sorri – Ela diz que atrai garotos – Rimos.

-Bom, então vai servir para o nosso propósito – Lene disse e eu abracei-a pelos ombros.

-Que o jogo comece, então – Falei.

Cara, tem certeza que eu disse isso mesmo?

Tá bom então.

Seja o que Merlinzitcho do quadro dele quiser.

Oo

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