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6. Acordo matrimonial.


Fic: Esposa por acaso


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 6

Não adiantaria nada ficar se lamentando em seu apartamento, pensou Hermione assim que chegou em casa. Ela fez algumas tarefas domesticas e, em seguida, ligou para os amigos para combinar almoços, lanches, cafés, cinema, qualquer coisa. Ela queria preencher o dia para assim ter pouco tempo para pensar. Precisava se distrair. Só assim não pensaria no que havia acabado de deixar para trás.
Funcionou... ou melhor, quase funcionou.
Pelo menos o domingo passou bem rápido. Ela passou o dia com um grupo de amigos velejando. E para aproveitar o lindo dia de sol, de tarde ainda fizeram um churrasco, em um parque. Já eram quase nove horas da noite quando a deixaram em casa.
— Tchau, obrigada pela carona. — Ela subiu na calçada e assistiu o carro partir. Em seguida, dirigiu-se para a portaria sentindo-se bem depois de um dia divertido e, por incrível que pareça, sem nenhuma mensagem inconveniente em seu celular, o que era um verdadeiro milagre.
Quando entrou no apartamento, ela não pensava em outra coisa a não ser em tomar um banho, assistir um pouco de televisão e dormir cedo.
A luz da secretária eletrônica estava piscando. Havia sete mensagens.
Três eram de Calton, com o mesmo conteúdo irritante de sempre, o que não a deixou surpresa. Teve vontade de retrucar “vá cuidar da sua vida”, mas não adiantaria nada brigar com a secretária eletrônica. Ela estava achando mesmo muito estranho ele não ter deixado nenhuma mensagem no celular. era por isso, então, porque ele já havia deixado várias na secretária eletrônica na cada dela.
Uma das outras mensagens era de Ted, convidando-a para comer uma pizza durante a semana; havia outra de sua mãe; e mais uma de seu irmão, Alex. A última era de Santos e Hermione teve que ouvi-la duas vezes para entender o numero para o qual ele pedia que ela ligasse.
Por um momento, ela hesitou, mas logo em seguida pegou o telefone e discou o numero. Santos atendeu no terceiro toque e aos cumprimentá-la brevemente disse:
— Vou transferi-la para Harry, tudo bem?
Tudo bem? Seu coração disparou e Hermione apertou o telefone com força contra o ouvido ao escutar a voz de Harry.
— Hermione, tudo bem? Você pode se encontrar comigo hoje à noite?
O som da voz dele fez uma corrente elétrica percorrer todo o corpo dela. O que ele queria? E por que precisava ser esta noite? Por que tão urgente?
— Harry, eu acho que não... — ela começou.
— É uma horinha apenas. Podemos tomar um café. Eu passo aí daqui uns quinze minutos, pode ser?
Meu Deus. Ela ainda esta cheia de protetor solar no corpo... precisava se arrumar.
— Meia hora. Encontro você na portaria. Meu apartamento fica...
— Eu sei onde você mora.
Ele desligou o telefone antes que ela pudesse dizer qualquer outra coisa.
Lílian, a babá... Só podia ser isso, pensou ao entrar no banho e começar a lavar o cabelo. Se Harry queria que ela ficasse mais alguns dias de babá na casa dele, provavelmente não aceitaria. Não podia aceitar. Aqueles dias ao lado dele já tinham sido um suplício...
Como ficar de novo na mesma casa que ele? Seria loucura! O melhor mesmo era telefonar para Harry e desmarcar o encontro. Mas era tarde, ele já devia estar a caminho... agora não havia mais o que fazer.
Droga, por que não havia se recusado a encontrar-se com ele? Porque Harry a tinha pego desprevenida e não lhe dera tempo nem para pensar.
Mas então ela apenas tomaria um café com ele e lhe diria que não estava interessada no quer que Harry tivesse a propor. Seria uma tarefa difícil, mas era o que devia fazer. Estava certa disso.
Ao acabar o banho. Hermione se secou, vestiu a roupa de baixo, uma calça comprida e uma blusa de algodão. Prendeu o cabelo num coque feito às pressas, passou batom, pegou sua chave, a bolsa e saiu do apartamento com alguns minutos de antecedência, crente que ainda esperaria um pouco por Harry lá embaixo.
Mas enganou-se. Ele já estava esperando por ela em frente à portaria.
Mesmo através das portas de vidro grosso, harry conseguia passar uma imagem de poder. Imagem que, combinada a sua química sexual, tinha poder devastador sobre as mulheres. Especialmente sobre ela.
Afetuosa, amigável e educada. Era assim que devia se comportar. E ela podia agir tranqüilamente. Essas características eram parte de sua personalidade, assim como parte do seu trabalho.
— Meu carro está logo ali. — Harry apontou para um Aston Martin.
Dentro do carro, Hermione parecia estar consciente até demais da presença dele, do cheiro do exclusivo perfume masculino em suas narinas, da energia sexual que Harry emanava naturalmente sem o menor esforço.
Era loucura prestar tanta atenção à própria respiração, ao próprio coração acelerado e àquela onde de calor que tomava conta do corpo dela. Por que diabos ele mexia tanto com ela?
Hermione havia guardado como uma lembrança vívida a sensação dos lábios dele sobre os dela, lembrava-se do sabor, do toque exploratório... Teve que lutar contra o desejo de trazê-lo para mais perto dela, mais profundamente...
Ele parou o carro em frente ao Hotel Plaza Hilton.
Ao vê-los, a recepcionista fez uma festa para Harry, chamando imediatamente um manobrista para estacionar o carro dele. As portas foram abertas para eles, todos o cumprimentavam. Hermione mantinha os lábios cerrados enquanto andava pelo hotel.
Ele a conduziu a uma mesa no saguão.
— Um café, por favor — pediu Hermione ao garçom que passava.
Harry fez os pedidos e sentou-se olhando fixamente para ela.
— Prefiro aqui dentro porque gosto de privacidade.
Fazia sentido, levando-se em conta a multidão que ocupava os cafés das ruas próximas ao hotel.
O garçom voltou trazendo os cafés e mexeu-o, dispensando o creme. Fazia tempo que ela não se sentia tão perdida em uma conversa. Mas, afinal, que diabos eles tinham para conversar? O que tinham para discutir? Ou será que acabariam conversando sobre o tempo? “Era só o que faltava”, pensou ela...
— Talvez você pudesse me explicar à razão deste encontro — disse intrigada.
Ele adoçou o café lentamente.
— Precisa haver uma razão?
Hermione não podia imaginá-lo fazendo algo que não houvesse sido cuidadosamente planejado anteriormente.
— Claro que precisa — afirmou ela com um sorriso no rosto.
Ele deu um gole no café e pousou a xícara novamente sobre a mesa.
— Você devolveu o cheque que eu lhe enviei.
Hermione encarou-o.
— Achou que eu não o devolveria? eu havia avisado que faria isso, não lembra?
Ele retirou o cheque e do bolso e colocou-o sobre a mesa.
— Eu insisto que você o aceite, Hermione. Pare com isso.
Hermione conteve a vontade de bater nele. Em vez disso, ela pegou o cheque, rasgou-o calmamente no meio e colocou os dois pedaços novamente na mesa.
— Não tem problema, posso muito bem preencher outro.
— Eu não aceitei cuidar de Lílian por dinheiro. Como ela está? —Ela tinha que perguntar. Já estava morrendo de saudades da menininha.
A expressão de Harry continuou inalterável, embora seus olhos tenham se fechado um pouco.
— Lílian está mais agitada desde que você foi embora, Hermione.
Ela sentiu uma dor no estomago. Coitadinha...
— Sinto muito.
— Sei que você sente. — Ele deu um leve sorriso. — A nova babá foi embora. Disse que Lílian era uma criança difícil e que ela precisava de cuidados especiais.
— Que ridículo! Isso não faz o menor sentido! — As palavras escaparam de sua boca antes que ela pudesse se conter. — Lílian precisa é de uma presença constante em sua vida. Ter esse monte de babás não vai ser bom para ela.
— Concordo. — Sua expressão tornou-se contemplativa. — A única alternativa seria eu me casar novamente. Assim ela teria uma figura materna sempre presente.
Ela se perguntou por que aquela idéia aumentou a intensidade da dor que sentia...
“Idiota”, ela se xingou em pensamento. “Você achou mesmo que aquele beijo havia significado alguma coisa?”.
— Meus parabéns.
— Ainda é cedo para os parabéns — disse Harry. —Eu ainda nem pedi a mão da noiva.
Hermione apoiou as costas na cadeira, zonza com a forma pela qual seu sangue borbulhava nas veias.
— Seja ela quem for, duvido que recuse o pedido.
O sorrido dele tinha um quê de cinismo.
— Você está dizendo isso por causa do meu dinheiro Hermione?
— Para a maioria das mulheres seria um forte incentivo, sem dúvida.
— Ms para você não? — questionou ele.
— A riqueza e os bens materiais não são o mais importante na vida. Não a meu ver. — defendeu ela.
— Você diz isso porque sempre teve tudo na vida.
— Não, nada disso. Meus pais foram sábios o bastante para dar a mim e Alex apenas o necessário, fomos criados com a mentalidade de trabalhar para conseguir nossas coisas. Nunca tivemos anda de mão beijada, não.
Harry inclinou a cabeça interessado.
— Então, na sua opinião, o que é realmente importante na vida?
Hermione não precisou pensar duas vezes.
— Lealdade, integridade. E amor — completou ela.
Harry ficou analisando-a cuidadosamente, bebeu o resto do café e deixou a xícara na mesa.
— Seu ex-marido continua dando aqueles telefonemas bizarros para irritá-la?
— Não vejo a relevância de falarmos sobre isso.
— Ele continua procurando por você? — insistiu Harry.
— A cada 24 horas, ele me manda de sete a dez recados, entre mensagens de texto, ligações telefônicas ou recados na secretaria eletrônica. — Ás vezes o número aumenta, dependendo do entrevistado e do local das entrevistas.
— Imagino que você já saiba que, por ser apresentadora de televisão, estará sempre acessível a ele por meio da tela. Você fica muito exposta. Você não pensa em tomar um outro rumo profissional?
Ela encarou a pergunta de frente.
— Que tipo de rumo?
— Um rumo como o casamento, por exemplo...
— Acho que não. Para que repetir o mesmo erro?
— Nem mesmo pela segurança que o casamento pode proporcionar?
— Um parceiro para as funções sociais? — Hermione foi ainda mais longe. — O prazer da intimidade?
— Você não tem vontade de ter uma família? Não planeja ter filhos?
— Tenho pouquíssimas chances de engravidar, um problema nas trompas, poderia fazer um tratamento, mas os médicos disseram que seria uma chance em mil para eu engravidar. — baixou os olhos relembrando as palavras do médico e a reação de Calton, respirou fundo e prosseguiu, — Pensei em adotar uma criança, ser mãe solteira. Mas como eu continuaria a trabalhando, teria que deixar a criança com um babá. Não gostei muito da idéia.
— Mas você concorda que Lílian precisa de uma mãe. Estou propondo que você assuma esse papel.
Ele realmente conseguiu atrair a atenção dela. E era exatamente isso o que ele queria.
— Estou propondo que você se torne a minha esposa — continuou Harry, deixando bem clara sua intenção.
Ela apenas olhou-o.
— Você é completamente louco!
— Você acha? — Ele continuou olhando-a fixamente.
— Por que quer se casar?
— Quero uma presença materna constante na vida da minha filha. Alguém que a ame e cuide dela como se fosse sua própria filha. e Lílian adorou você, assim como você pareceu ter gostado muito dela.
— Portanto, sou a escolha perfeita, é isso? — Questionou Hermione.
— Faremos um contrato. Você ganhará dois milhões de dólares por ano que continuar como minha esposa. Além de cartão de crédito, presentes, jóias. Faremos um acordo pré-nupcial para que você saia bem caso nos divorciemos.
— E em troca você quer uma mãe para Lílian, uma companhia fixa para os eventos sociais e uma mulher na sua cama. —Hermione pôde sentir a raiva tomando conta dela. — Um grande acordo de negócios. — “Um acordo bastante ousado”, pensou ela.
— É uma proposta interessante.
— Você estava indo muito bem até mencionar contratos e acordos. — Ela se pôs de pé, percebendo que gostou de estar mais alta que ele por um momento.
A mão dele agarrou-a pelo braço.
— Não acabei ainda — disse Harry.
Ele não apertou o punho dela, mas Hermione teve a impressão de que o faria caso ela tentasse soltar-se.
— Por favor — pediu ele. —Sente-se e escute o que tenho a lhe dizer.
— Harry...
— Estou falando sério. Lílian precisa de você.
Ela sentiu um arrepio percorrer a espinha ao se sentar de novamente.
— Qualquer babá pode dar conta disso.
— Não, ela precisa de você —insistiu ele. — Estou oferecendo a segurança de um casamento conveniente, com base na amizade e respeito mútuo.
Amantes e amigos. Só de pensar em tê-lo como amante, ela perdia por completo o controle sobre suas emoções.
— Você ganha uma mãe para Lílian e eu ganho uma filha. Sem falsas esperanças ou ilusões — concluiu Hermione fitando o sorriso dele.
— Exatamente — concordou Harry.
Seria ela capaz? Será que ousaria aceitar uma proposta daquelas?
— Posso pensar um pouco no assunto? — pediu ela.
— Claro. Telefono para você amanhã.
O coração dela disparou e continuou assim por muito tempo.
— Só uma coisa — disse ela.
A expressão dele permaneceu inalterada.
— Pode falar.
— Eu tenho meu próprio dinheiro. — Ela respirou fundo. —Não quero nem preciso do seu dinheiro. — Deus, precisava logo sair dali. — Vou pegar um táxi.
— Posso levá-la em casa, sem problemas, Hermione.
— Melhor, não. — Ela se levantou e pôs-se a andar em direção à recepção, onde pediu um táxi.
Não olhou para trás para ver se Harry tinha ido atrás dela. Só quando chegou em seu apartamento, Hermione cedeu às emoções.


Ela dormiu mal e acordou com dor de cabeça. Ainda muita surpresa com a proposta de harry, estava pensativa ao se vestir para ir ao trabalho.
O transito era um verdadeiro caos naquela hora da manhã, mas ela conseguiu chegar ao trabalho com alguns minutos de antecedência.
Seu dia não seria nada fácil. Após uma semana de folga, uma pilha de papéis requeria atenção em sua mesa. Além disso, tinha muitos telefonemas a dar e muitas informações a buscar. Tudo para ontem. Ela se atrasou tentando organizar toda aquela bagunça.
Eram quase sete horas quando saiu do prédio em direção ao estacionamento.
Ir para casa, tomar um drinque e um banho e comer alguma coisa estavam na sua lista de prioridades. E quanto ao resto da noite... ainda teria que passar uma hora ou duas trabalhando duro no laptop.
Hermione pegou a bolsa para procurar as chaves. Ao levantar a cabeça, avistou Harry saindo de um carro estacionado próximo ao dela.
A surpresa deixou-a imóvel por alguns segundos enquanto ela o encarava.
O terno preto, a camisa azul-escura e a gravata combinando, reforçavam a forte presença que ele tinha. Harry, sem dúvida, emanava algo muito forte. Era um homem que tinha presença. Isso ninguém poderia negar.
— Teve um dia ruim? — sua voz estava mergulhada em cinismo, e ela retribuiu com um sorriso amarelo.
— Você nem acreditaria.
Ele percebeu a palidez do rosto dela.
— Você esta com cara de quem está com fome. Alimentou-se direito hoje, Hermione?
Comida? A última coisa que ela havia comido fora um sanduíche, mais ou menos ao meio-dia, pensou ela.
— Não, não comi direito. Estou morrendo de fome.
— Pois eu também. Vamos comer alguma coisa, então. Vamos no seu carro ou no meu?
— Harry, eu não acho que essa seja uma boa idéia...
— Um restaurante, café, de preferência um lugar silencioso, ou podemos comprar alguma coisa e ir comer no parque, também é uma opção.
Será que ele não via que ela estava morta de cansaço?
— Harry, eu...
— Vamos lá...
— Tem um lugar perto daqui. — Um lugar em que ela sempre ia quando trabalhava até tarde. — É mais fácil você me seguir no seu carro — disse ela.
Ele pegou as chaves da mão dela, destrancou a porta do carro e devolveu-as a ela. O toque dos dedos dele na pele de Hermione foi eletrizante. Ela nem percebeu que estava prendendo a respiração até sentar de frente para o volante.
Tinha passado o dia fazendo uma lista de prós e contras de casar com Harry Potter. havia chegado à conclusão que só uma louca não aceitaria o acordo.
Toda vez que o telefone tocava ela imaginava que era ele, e como havia trabalho acumulado e muitas ligações a fazer, estava esgotada no fim do dia.
Não demorou muito para que chegassem a um pequeno restaurante italiano. Logo foram levados até a mesa onde se sentaram, olharam o menu e fizeram os pedidos.
O restaurante era aconchegante e tinha uma atmosfera simpática, pensou Hermione, lutando contra a excitação que Harry provocava nela. tudo nele a provocava.
Harry emanava uma vitalidade enorme e, mais que isso, insinuava, sob os modos elegantes, algo de primitivo que a deixava louca.
— Pelo visto seu primeiro dia na volta ao trabalho não foi nada fácil — comentou ele.
— É tão óbvio assim?
Nenhum homem com um pouco de bom senso diz a uma mulher que ela parece cansada ou estressada se não for capaz de fazer algo em relação a isso.
— É uma simples conclusão, já que você trabalhou até tarde. — disse ele.
Hermione tomou um longo gole de água e deu uma mordiscada na bruschetta deliciosa trazida pelo garçom. Em seguida foram trazidas duas travessas fumegantes de comida. O aspecto estava maravilho. O cheiro também.
— Coma — disse Harry percebendo os batimentos acelerados dela.
— Enquanto nós temos uma conversa civilizada? — brincou ela.
Os cantos da boca dela levantaram-se.
— Algo do gênero.
— Tudo bem, você pode começar, então, me contando como foi seu dia, que tal?
— Pode ser — concordou ele. — Tive algumas reuniões em Adelaide, de manhã, e uma consultoria na cidade, à tarde
— Outro negócio altamente lucrativo?
— Claro. Só faço negócios altamente lucrativos — provocou ele.
Alguns minutos depois, Hermione deixou o prato vazio de lado, recusou a sobremesa e pediu um chá.
— Você tomou alguma coisa para esta dor de cabeça? — perguntou Harry?
Como ele soubera que ela estivera lutando contra a dor o dia todo?
— nada forte o bastante. Quando eu chegar em casa tomarei algumas pílulas e depois vou direto para a cama. Acho que preciso descansar.
O garçom retirou os pratos e voltou alguns minutos depois com café e chá.
— Você teve tempo para pensar na minha proposta? — perguntou ele ansioso.
—Tive tempo para pensar, sim — respondeu ela decidida.
— E aí? O que decidiu?
— Eu aceito sua proposta, Harry, mas com algumas condições.
— Se você pudesse dizer que condições são essas...
— Aceito receber uma quantia em dinheiro por mês.
Um sorriso pareceu no rosto dele.
— Nós já conversamos sobre isso.Essa parte já está acertada.
— Uma parte da quantia especificada por você é mais que adequado.
— Continue — disse ele satisfeito.
— Assinarei um contrato pré-nupcial protegendo seus bens. Eles pertencem a Lílian. Caso nos separemos, você terá que providenciar um lugar para eu morar, bem como me sustentar financeiramente.
Ele já havia tratado disso tudo.
— E o que mais?
— Você terá minha fidelidade. Eu espero ter a sua também.
— Claro — concordou ele.
— Sua vez agora — ela disse passando a bola para ele.
— Eu arranjei uma pessoa para celebrar o casamento lá em casa na próxima sexta-feira.
Ainda bem que ela estava sentada.
— Nessa sexta? Mas já?
— Será uma cerimônia simples, Hermione.
— Você na está falando sério, está? — perguntou ela horrorizada.
— Claro que estou falando sério. Temos tempo suficiente para organizar tudo.
— Mas... — Três dias! Quatro contando com a sexta-feira. Não daria tempo.
— Dará tempo sim.
Ele tinha o poder de ler os pensamentos dela.
— Deixe comigo. você vai ver. Vai dar tudo certo.
— Sexta agora? — repetiu Hermione ainda sem acreditar naquilo. Era uma verdadeira loucura!
— Não se preocupe — disse ele. — Vou providenciar os papéis. Santos ajudará na mudança e com seu apartamento, legará para empacotadores etc. Vai ser mais fácil se vocÊ. Ou antes, se você puder ou preferir, claro.
A cabeça dela começou a rodar. Uma volta na montanha russa não chegava nem perto da sensação que Hermione experimentava.
— Está tudo acontecendo rápido demais, não acha?
— Confie em mim, Hermione. Dará tudo certo. Pode ter certeza disso.


Previa do capitulo 7:
... Hermione não havia percebido que seu robe havia sido aberto e que deslizava agora caindo no chão. Deu um suspiro ao sentir os lábios dele em seu pescoço, descendo por sua garganta, chupando-a lentamente e descendo ansiosos até chegar aos seus seios firmes.
Ela sentiu um calor ainda mais forte por dentro. E ofegou ao ver Harry retirar as alças de seu ombro, deixando-a cair no chão também, sobre o carpete.
— Harry... — murmurou ela.
A boca dele pousou sobre um dos seios de Hermione e...


Comentário: É isso ai pessoal, o sexto capitulo, espero que eu este capitulo faça jus a minha propaganda. Obrigada novamente pelo carinho, incentivo e atenção.
Dentro de uma semana à noite de núpcias, hahahaha, essa eu quero que seja maravilhosa.... Eu ia postar o casamento e a noite de núpcias nesse capitulo, mas, preciso de tempo.

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