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3. CAPÍTULO 2


Fic: Call 999: CPR for Wizard Love is required.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPÍTULO 2
“Emma, querida, você está bem?” Hermione perguntou, aproximando-se da filha e abraçando-a. A menina fez que sim com a cabeça. “Venha, está precisando de um chá.” Disse, enquanto conduzia a garota para a porta de onde viera. Olhando para Severus, que se encontrava plantado no mesmo lugar, fez uma expressão de nojo e virou o rosto.
“Hermione, meu bem... não é o que você está pensando...” Ele disse, andando em direção à mulher. Ela parou e fitando-o com seriedade, respondeu. “Não se aproxime, Severus. Não posso sequer ouvir a sua voz nesse momento, então acho prudente que você fique longe de mim e de Emma!” Ela pediu, seguindo para a cozinha e fechando a porta com um estrondo.
Snape sentou-se na poltrona novamente, com a cabeça entre as mãos. O que fizera? Estragara tudo mais uma vez? Por Merlin, quando ele aprenderia a manter a boca fechada?
Hermione sentou-se em frente a Emma, à mesa da cozinha e, com um aceno da varinha, trouxe o bule de chá e as xícaras até a mesa. Servindo a menina e a si mesma, ela apenas esperava que a filha começasse a falar.
“Mãe, você ouviu tudo?” A garota perguntou, enxugando as lágrimas com as costas da mão.
“Sim.” Hermione respondeu, tomando um gole do chá. O líquido quente desceu derretendo o gelo que se formara em seu peito, desde que ouvira as palavras do marido. Então ele ainda se arrependia de não ter impedido a morte de Lily Potter? Ainda sofria com a ausência da mulher que amara a vida toda? Mentira a ela, quando dissera que a amava?
“Mãe, acho que ele... acho que... ele não quis dizer aquilo...” Emma gaguejava, nervosa. Sabia que o pai tivera um relacionamento no passado que incomodava sua mãe.
“Emma, não quero falar sobre isso com você. Ele a machucou?” Hermione quis saber, pegando o pulso vermelho da filha e examinando as marcas dos dedos de Severus. Apontando a varinha, ela lançou um feitiço e as marcas sumiram. Satisfeita ela soltou o pulso da menina e tomou mais um gole de chá. “Estive pensando, você gostaria de passar uns tempos na casa do tio Harry?” Ela perguntou casualmente.
Emma arregalou os olhos. “Por quê, mãe? Você e papai vão viajar?”
Hermione sorriu, porém o sorriso não chegou aos seus olhos. “Não, mas se você concordar, eu gostaria que nós três fôssemos para Grimmauld Place por uns dias. Eu, você e David.” Completou séria. “ É claro que, se vocês quiserem ficar com seu pai, não há problema, querida. Vocês são adultos e devem decidir sozinhos.”
“Mas... e papai?” Emma perguntou já sabendo a resposta.
Hermione fez um esgar de desdém com os lábios. “Ora, Emma, seu pai pode ficar aqui ou onde ele bem entender... quem sabe ele não vai encontrar com sua amada Lily no além dos bruxos?”
“Mãe, converse com ele, por favor...” Pediu a garota, segurando a mão da mãe.
“Filha, já cansei de conversar com seu pai! Nestes últimos vinte anos é só o que tenho feito! Além de ter que ficar encobrindo as bobagens que ele faz! Estou realmente cansada! Preciso de um tempo sozinha para decidir se quero continuar casada com um bruxo tão inconstante como ele!” Ela explicou. “Agora, querida, se quiser ir comigo, suba e arrume algumas roupas numa mala, sim? E avise David! Quero partir ainda hoje.” Ela falou, dando uma palmadinha na mão da garota, que concordou com a cabeça e foi fazer o que a mãe pedira.
Hermione levantou-se, levando as xícaras para a pia. Ouviu a porta da cozinha abrir, mas não se voltou para olhar quem era. Sabia que era Severus e não tinha a mínima vontade de encará-lo.
“Hermione... amor... escute-me, por favor...” Ele pediu, às suas costas. Segurou-lhe os ombros com as mãos, mas Hermione não se virou. Imóvel, a bruxa fechou os olhos na tentativa de conter as lágrimas que teimavam em brotar neles. Não ousou falar nada, com medo que ele percebesse que chorava.
“Perdi o controle ali na sala... não pretendia falar nada daquilo...” Ele explicou. Hermione sentiu a raiva aflorar dentro do peito e virou-se furiosamente para ele, com a varinha apontada para o pescoço do marido. Ele deu um passo atrás, mas parou, esperando pelo feitiço que tinha certeza que ela lançaria.
“Perdeu o controle, Snape?” Ela falou debochada, encostando a varinha com mais força contra a jugular dele. “Que novidade!” Zombou ela. Como ele não respondesse, continuou. “Você nunca teve controle, Severus Snape! Sempre agiu por impulso! Não é verdade?” Ela perguntou, mas não esperou pela resposta. “Foi um impulso que fez com que você me beijasse a primeira vez na sua sala, não é? Também foi por impulso que você me atacou no corredor, na torre da Grifinória, não foi? E foi por impulso que você tirou minha virgindade!!!!!! NÃO FOI????????????” Gritou ela, com as lágrimas escorrendo pelo rosto.
Snape, coagido pela varinha em seu pescoço, não se movia. “Você usou legilimência em mim. Viu tudo que sinto por você... Como pode me acusar assim?” Ele falou baixinho, usando sua melhor voz de morcego injustiçado.
Hermione bufou de raiva. “MENTIRAS!!!!!! Para um oclumente como você, não deve ser difícil encobrir as verdades e inserir novas memórias em sua mente!” Ela gritou. Ele que se danasse, pensava ela. “Tudo que você tem me falado são mentiras! MENTIRAS!!! É mentira que você se apaixonou por mim!!! MENTIRA!!! E você só casou comigo porque eu estava grávida!! E ficou comigo até agora porque era conveniente para você!!! Quem mais suportaria os seus acessos, o seu mal-humor perene e a sua prepotência sonserina?? Quem mais encobriria as pequenas maldades que você fez ao longo destes 20 anos, Snape? Porque você as fez, não é? Mandar os Lupin para o Rio de Janeiro foi uma delas!!!” Hermione falava descontrolada. Enxugando o rosto com a mão livre ela completou com tristeza. “Aposto que você nunca teria tido coragem de lançar um ‘obliviate’ em Lily, não é?”
Snape engoliu em seco. Nada do que falasse agora faria com que ela acreditasse nele. Mas ele precisava tentar. Aproveitando-se que a pressão da varinha sobre sua jugular havia diminuído, ele agarrou-lhe o pulso e a fez girar, prendendo-a contra seu corpo, de modo que suas costas estivessem apoiadas no peito do bruxo. Aproximando a boca da orelha dela, ele falou baixo. “Não lancei um ‘obliviate’ em Lily... mas sinto-me como se eu próprio tivesse lançado o ‘avada kedavra’ que a matou...” Ele explicou, sentindo Hermione estremecer. “Nunca vou me perdoar por isso, Hermione! É algo com que tenho que conviver até o fim dos meus dias... aquilo que falei a Emma é verdade, eu ainda sou atormentado por esse arrependimento!” E continuou. “Lily é parte do que eu sou. Sempre será. Você não consegue entender e aceitar esta parte do meu passado. Se você acha que não pode conviver com isso, então faça o que julga ser o melhor para você e para nossos filhos.” Ele finalizou soltando-a bruscamente. Cansara de falar neste assunto, de se desculpar. “Só saiba que sempre estive ao seu lado, fui e sou fiel a você e aos nossos votos. Casei-me com você por amor. Por impulso? Pode ser. Se tivesse pensado um pouco certamente não teria me envolvido com uma aluna com metade da minha idade. Mas me envolvi. E me apaixonei de verdade.”
Ela voltou-se para ele. “Vou embora desta casa, Severus. Se as crianças quiserem, irão comigo.” Falou bruscamente, dando-lhe as costas. Quando estava saindo pela porta parou e voltou-se para olhá-lo. Ele estava de costas para ela, com as mãos apoiadas sobre a pia e a cabeça baixa. Tomando coragem, Hermione suspirou e falou com tristeza. “Severus, a pior forma de traição não é aquela em que o corpo trai. Muito pior do que pensar que você poderia ter me traído, dormindo com metade das bruxas da Grã-Bretanha, é ter a certeza de que seu coração sempre pertenceu a Lily Potter... Acho que preferiria a primeira opção...” Dizendo isso, Hermione fechou a porta, deixando um Severus derrotado para trás.

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