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2. De volta pra casa


Fic: O DIÁRIO DE HERMIONE... DIVORCIADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Adentrou o jardim, olhando tudo com muita atenção e sorrindo. Lembrava de tudo que vivera ali, tudo passava por sua mente como se tivesse sido há 2 minutos. Passou pelo enferrujado balanço em que ela brincara quando criança; o arbusto onde ela, uma vez, dera uns “amassos” com um garoto e quase fora pega pelos pais; o banquinho em que, por 7 meses, ela namorara com seu primeiro namorado sério, antes de conseguir fazer com que ele pudesse namorar em seu quarto (“Ainda bem que bancos são mudos”, pensou); o escorrega no qual quebrara o braço tentando descer correndo. Tudo, tudo ela maravilhoso para ela e ótimas memórias ela tinha.

Começou a caminhar mais rápido na expectativa de ver a casa por dentro. Abriu a porta rapidamente e lágrimas vieram a seus olhos. Tudo estava exatamente igual a quando ela fora embora, exatamente no mesmo lugar. Muita poeira e teias de aranha cobriam tudo, mas era igual. Começou a andar pela sala de estar, lembrando-se da vez em que seu pai a flagrara entrando escondido tarde da noite. Foi até a sala de jantar, olhando a fissura na cadeira que ela fizera quando tinha 5 anos com uma faca (“Por que fiz aquilo mesmo? Que memória ruim a minha!”). A cozinha era a melhor, lembrava da vez que tentara fazer biscoitos em formato do rosto da mãe em seu aniversário; o resultado fora biscoitos com a cara de Michael Jackson... Voltou e subiu as escadas (“O penúltimo degrau ainda range!”), escadas nas quais, após levar um “chute” daquele garoto (“Qual era mesmo o nome? Ah, Antonie”), chorara por 2 horas seguidas, acordando sua mãe. As palavras dela lhe vinham à mente rápido: “Um idiota! Que há com aqueles braços dele? Um é maior do que o outro! E aquela camisa “mamãe-sou-forte”? Aquele garoto é gay, se quer saber”. Sua mãe sempre a consolara, quando levava um fora de alguém. Ao chegar ao quarto de seus pais, ficou lembrando do dia em que tivera um horrível pesadelo e correra para dormir com eles, mesmo já sendo grande. Depois foi para o banheiro e viu aquela rachadura na banheira, fruto de uma queda feia quando fora pegar o shampoo, se apoiando no suporte, o quebrando, pisando no sabonete e caindo, levando o suporte consigo, causando a fissura na banheira e um corte grande e feio em sua coxa direita, agora apenas com a cicatriz. Foi até seu quarto e quase caiu para trás: seus pais deixaram até os últimos lençóis que ela usara. Alguns livros que deixou as últimas vezes que fora lá ainda estavam lá, bem organizados, como apenas um Granger faria. Limpou a lágrima que saía com as costas da mão e foi até sua cama, se sentou, levantando um pouco de poeira. Sorriu e pegou um livrinho, pôs-se a escrever.





12/02/07

Querido diário... Tá, que falso, comecemos de novo:

Olá, diariozinho! Tá, gay demais. E de novo!

Diário, você não sabe! Tá, agora parece que estou falando com uma amiga sobre uma fofoca. De no-vo!

Fala aí, diário! Que ridículo! Foi o pior de todos... Deixa, não vou mais mudar porcaria nenhuma! Deixa do outro jeito.

Olá, diário. Bom, eu fiz o que disse, me mudei e aqui estou na velha casa de meus pais. Tudo me traz lembranças, mas sinto dizer que me sinto meio sozinha aqui. Insisti em ninguém vir comigo, mas agora estou em dúvida se foi uma boa idéia. Tenho que arrumar essa zona, e rápido, para ficar habitável, comprar algumas coisas novas para usar na casa e em mim, e comprar comida. Isso vai me ocupar e me fazer evitar pensar no Carter, mas me sinto meio sozinha. Queria ter alguém conhecido para me ajudar ou conversar. Sei que já falei do Carter mais do que podia, mas não paro de pensar em que, se eu me sentir mal, não terei a quem recorrer. Se bem que com toda essa zona eu não vou ter nem tempo de pensar nisso... Bom, acho que vou começar logo por agora enquanto ainda está cedo. Falo contigo mais tarde, já que só tenho você com quem falar. Até mais!




Hermione levantou da cama, guardou o diário e foi até sua escrivaninha. Pensou em arrumar tudo com magia, mas queria manter-se ocupada, então pegou uma vassoura velha, tornou-a boa, por magia, e começou a varrer seu quarto. Fez isso com a casa toda e, quando acabou, começou a tirar o pó dos móveis com um pano conjurado. Ao terminar estava cansada e toda suja, mas não queria parar para pensar, então continuou a limpar.

Ao terminar de limpar tudo, viu que era noite já e foi ver as horas. Levou um susto ao ver que já eram 11 da noite. “Por isso minha barriga doía tanto! Que droga, não tem comida nenhuma e agora tudo deve estar fechado... Isso que dá estar em cidade pequena!”.

Hermione ficou muito tempo pensando no que fazer e decidiu aparatar numa cidade perto dali, onde sabia que haveria algum lugar aberto para comer. Aparatou numa cidade vizinha, onde ia muito quando pequena com seus pais. Logo o garçom veio atendê-la e, quando o olhou, exclamou:

- Velho Joe! Não acredito! Quanto tempo! – levantou-se e abraçou o velho.

- Menina Granger, como cresceu!

- E o senhor continua me chamando de Granger, já lhe disse que é Hermione.

- Besteira, pra mim, sempre será a menina Granger. – Hermione sorriu abertamente.

- Mas, e aí? Ainda trabalhando aqui, depois de todos esses anos...

- Ah, sim, eu tenho que continuar.

- Não vai se aposentar nunca?

- Pra que? Pra ficar parado que nem um inseto? Assim crio teias! – ela riu.

- Ah, velho Joe, que saudade! E o joey? Como vai?

- Ih, menino Joey saiu do vilarejo faz anos! Acabou os estudos e foi pela estrada afora. Ele queria muito sair daqui, sabe? Todos nós, quando jovens, queremos.

- Mas, você não, velho Joe. Continua aqui, sempre vai estar.

- Claro que sim, tenho 394 anos, completo mês que vem! – piscou para a mulher, que sorriu gostosamente.

- Claro que sim, compro um bolo com as velinhas iguais ao número de seu aniversário! – o velho sorriu e piscou mais uma vez.

- Vai ser o de sempre?

- Ah, não vai me dizer que se lembra!?

- Oras, pois claro que lembro! Como vou esquecer? Todo dia a menina Granger vinha até aqui só pra comer meu famoso misto-quente especial. – Hermione abriu um largo sorriso.

- Um dia você ainda vai me contar o segredo...

- Não posso! É segredo que passou por gerações em minha família desde os tempos antigos! Os velhos gregos adoravam as comidas feitas por meus antepassados, mas nunca descobriram o ingrediente secreto. O mesmo com Colombo! Já te contei a história de quando meu tatatata(...)tatataravô embarcou no barco de Colombo? – Hermione sabia que sim, mas queria ouvir de novo.

- Não, me conte!

- Pois bem. Naqueles tempos, uma mocinha muito parecida com você – piscou para a mulher, que sorriu – era filha de um dos homens importantes daqueles que comandam o navio, sabe? Ela era o tesouro de seu pai, o mais importante de tantos que ele já achara! Um dia, ela estava andando pela rua e sentiu um cheiro muito gostoso de carneiro. Correu até de onde provinha o cheiro e, ao entrar, deparou-se com um enorme carneiro assado e parecendo delicioso. Ficou na dúvida se deveria comer aquela carne desconhecida, mas o cheiro invadia suas narinas de tal forma que ela chegava a salivar mais. Acabou por comer tudo, por estar muito bom e foi correndo contar ao pai que queria o cozinheiro daquela carne tão saborosa em sua festa próxima. O pai procurou por toda parte, mas não conseguiu descobrir quem era o senhor de tal façanha, já que a menina sempre estava reclamando dos cozinheiros. O lugar em que a menina encontrara o carneiro era um lugar em que todos cozinhavam e todos se disseram a tal pessoa. Mas, um dia, a menina estava andando por aquelas bandas, já desistida de achar a tal pessoa, e sentiu mais uma vez aquele aroma. Correu até o cheiro e viu um homem baixo e de cara simpática, convidou-o a ir até seu pai e, em troca de cozinhar para a festa da menina, o homem recebeu, além de pesadas moedas de ouro, o direito de ir na viagem de Colombo. Esse homem era meu tatatata(...)tatataravô! – Hermione fez uma cara de surpresa, apesar de saber o final.

- Que incrível, velho Joe! Um dia vou anotar todas as suas histórias e vou fazer um livro com o título “Velho Joe”. Que acha?

- Eu não fico bem de livro, menina Granger, eu sou de comida e é pra isso que sirvo. Mas, vai querer o misto-quente?

- Ainda pergunta? Mas, ahn... traga-me uns 3. Não comi o dia inteiro... – o velho sorriu e saiu.

Hermione olhava para os lados, tentando reconhecer alguém, mas parecia que todos haviam se mudado, pela quantidade de rostos desconhecidos. Depois de uns minutos, velho Joe voltou com a comida. A garota devorou e ele perguntou se ela queria mais, mas ela negou. Quando ia se levantar, velho Joe veio com um pote enorme de sorvete de creme com muita calda de morango e alguns pedaços de chocolate. A garota abriu um largo sorriso e disse:

- Não esqueceu de nada, velho Joe! Meu preferido! Nem acredito que se lembra.

- Menina Granger, sempre vou me lembrar. – ela sorriu e começou a comer.

Ao acabar de comer, viu que já era bem tarde e resolveu voltar. Levantou-se e foi pagar e dar um abraço em Joe, mas chocou-se com alguém, virou-se e pediu desculpas, mas não conseguiu terminar pela surpresa do que via.

- Desc... – arregalou os olhos. O homem também iniciou uma palavra:

- Descul... – ficaram se encarando, perplexos, até que velho Joe berrou.

- Já vai, menina Granger? – silêncio *cri, cri, cri* – Menina Granger?

- Desculpa, vou sim. – o velho foi até ela, a abraçou e olhou o rapaz.

- Como vai, menino Malfoy? – Hermione arregalou os olhos mais ainda.

- Ma... Ma... Ma...

- Que foi, menina Granger?

- A... Err... Ah... – velho Joe deu-lhe um tapa nas costas, o que a fez “desentupir” – De onde você o conhece?! Como ele está aqui?! Por que?! Há quanto tempo?!

- Ora, menina Granger, realmente há muito que não vem aqui. O menino Malfoy mora aqui há 14 anos. – o homem, que até agora estivera calado, falou.

- Velho Joe, está confundindo. Eu morei aqui há 14 anos, faz mais de 4 anos qu...

- Não confundi. Meus 394 anos não me fazem efeito! É que não me deixou acabar. Mas, há 4 anos se mudou para a cidade de Hermione. – os dois arregalarem os olhos simultaneamente.

- Que? Ele mora na minha cidade?

- Sim, menina Granger, mais ainda, ele mora bem perto de você. Mora na rua Vitorino, não é, menino Malfoy?

- Sim. Nº 1582.

- Oh, meu Deus, é quase em frente a minha casa!

- Sua casa é aquela velha com um balanço no jardim?

- Sim, essa mesma.

- Está indo pra lá agora?

- Não, vim comer.

- Vou te esperar comer, então. – ele levantou uma das sobrancelhas.

- Nossa, Granger, não sabia que gostava tanto assim da minha companhia.

- Não gosto. Mas, não gosto de voltar sozinha por essa estrada.

- Ora, vamos lá, você é uma – baixou bastante a voz – bruxa. Não há nada do que um ladrão trouxa possa fazer contigo.

- Não é isso. Eu apenas tenho... medo. Não gosto e vou voltar com você. Alguma objeção?

- Não, nenhuma.

- Então, pronto.

O silêncio predominou entre eles, mas Draco não parecia se incomodar, ao contrário de Hermione. Quando acabou de comer, Draco foi até o balcão, pagou ao Velho Joe e se dirigiu ao seu carro, sendo seguido por Hermione. Ele abriu a porta do carro para ela, que agradeceu e o silêncio voltou. Até que Draco perguntou:

- Você tem medo de fantasmas, né, Granger?

- Uhn? Não. Não é isso. Quer dizer, medo eu tenho, mas não é por isso que eu não quero voltar sozinha.

- Então, por que é?

- Ai, Malfoy, não é por nada! Apenas não gosto, ok?

- OK, OK. Não pergunto mais. E o que anda fazendo por aqui? Não vem aqui há muito tempo.

- Como sabe?

- A casa está abandonada há muito tempo.

- Ah, sim. – silêncio.

- E aí? Vai contar ou não?

- Não. – silêncio.

- Veio pra cá espairecer do divórcio? – a garota arregalou os olhos.

- Como você sabe?! Anda me espionado?!

- Ai, mulher, eu tenho mais o que fazer. Você está usando aliança, mas não está com marido. Só pode estar divorciada! Porque de férias você nunca viria pra cá. Nunca veio, não seria agora que viria...

- Err... É, é isso mesmo. E daí? - “Será que minha cara está tão ruim?!”.

- Ora, nada. Não tenho nada com sua vida, só queria confirmar. E foi complicado? – a morena perdeu a paciência.

- Chega de perguntas, Malfoy.

- Tá bom... – e ficaram em silêncio o resto da viagem.

Ao chegar perto da casa de Hermione, Draco passou direto e essa estranhou:

- Que está fazendo?

- Sua casa é muito perto da minha. Vou deixar o carro em casa e te acompanho até lá.

- OK...

Hermione observou a casa em que Draco morava. Era grande e majestosa. Estava escuro e não dava para ver muita coisa, mas ela pôde observar que era uma “senhora casa”.

Foram andando calmamente até a casa de Hermione e, quando ela colocou a chave no portão, voltou-se para ele.

- Obrigada por me trazer, Malfoy.

- Nada, Granger, e vê se dá uma arrumada nesse jardim que até pra mim está sombrio. – e riu. A garota olhou para o lugar e sentiu um leve calafrio. Mas, manteve a postura.

- Bom, até amanhã. – e, quando ia fechar, Draco entrou também.

- Se pra mim está sombrio, não quero nem saber o que está pra você. – e continuou a andar. Hermione o seguiu, pensando “Malfoy gentil? Que há com ele?”.

- É que eu tive que arrumar a casa toda, tava tudo uma zona, cheio de poeira e teias. Daí tenho que limpar e organizar tudo. Ainda falta acabar algumas coisas lá dentro, nem me fale daqui de fora! Me dá até cansaço...

- Já pensou em fazer tudo com magia?

- Já... Mas, quero ocupar meu tempo.

- Por quê?

- Ah, digamos que minha cabeça anda cheia demais.

- Cheia de problemas.

- É... – e deu um sorriso triste. Draco, pela primeira vez, sentiu dó pela mulher.

- Bom, até outro dia, Malfoy. – e adentrou a casa.

Draco fez o caminho de volta, pensando na morena. Até que um galho o tocou e ele saltou para o lado, de susto. Hermione, que o espiava pela fresta da cortina, abriu um largo sorriso risonho. Depois, subiu as escadas, tirou a roupa e dormiu pensando em Draco.

Draco passou um tempo pensando na castanha também. Ficara com dó dela por um momento. Ela deixara transparecer um semblante triste, desolado... E ele, por algum motivo surreal, ficara balançado. Vai ver porque estava acostumado a conhecer a “sabe-tudo-perfeita-agüenta-tudo-Granger”. Após muito refletir, adormeceu.



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No outro dia, Hermione acordou bem-disposta. Tomou um banho demorado, vestiu-se bem despojada (um top branco, um macacão jeans que ia até o meio das coxas e um chinelo) e prendeu o cabelo num rabo de cavalo alto, mas teimosos fios ficaram soltos em seu rosto.

Preguiçosamente, conjurou torradas e geléia. E um suco de abóbora, para lembrar os tempos de Hogwarts. Sorriu. Ao acabar de comer, foi para os jardins, “Realmente estava assustador”. Começou a varrer as folhas secas do chão, até que:

- Tão cedo acordada, Granger?

- Bom dia, Malfoy. – sorriu docemente, o que fez Draco sorrir involuntariamente.

- Bom dia, Granger. Então, o que faz acordada tão cedo?

- Arrumando o jardim. Hoje, não quero ficar trancada em casa! Está um dia tão lindo!

- Tenho que concordar que hoje está um dia muito bom mesmo. – fazia um dia de sol, mas não estava calor. Fazia um friozinho bem leve, mas com um solzinho. (N/A: ignore os “inhos” usahsaduads XD)

- Pois é. E aí, e você? Que faz acordado tão cedo?

- Nunca consegui acordar tarde. É costume.

- Ah, sim. – e sorriu. Ela estava realmente descontraída. Continuava a varrer as folhas, que voavam.

- Quer ajuda? – a garota o olhou séria. “Seria mais uma das piadinhas de mal gosto do velho Malfoy? Tá, abaixe a guarda, Hermione, ele ainda não fez nada.” Mas, voltou a sorrir.

- Adoraria.

Os dois ficaram varrendo as folhas, até que, com muita dificuldade, conseguiram juntar tudo. Após isso, Hermione tinha que plantar de novo as plantas do jardim da frente, que haviam morrido há tempos.

- Como se planta uma planta?

- Você nunca plantou uma planta?

- Sim, mas minha mãe é que fazia isso, na maioria das vezes. Eu só fiz quando era pequena e o máximo que eu fazia era colocar alguma coisa dentro da terra e bater...

- Ah, tá... Bom, você precisa de sementes, terra e água. Tem semente aí?

- Não...

- Vou conjurar para você...

- Não vai me perguntar quais eu quero?

- Não, é surpresa. – e sorriu largamente, enquanto conjurava um punhado de sementes.

- OK, e agora?

- Agora é só cavar a terra, colocar as sementes e depois regar, com esse – conjurou um regador – regador.

- Tá bom. Vamos lá! – a mulher levantou os braços, feliz.

Cavaram a terra, colocaram as sementes, fecharam, “bateram” (a pedidos de Hermione) e, na hora de regar, ela foi pegar a água numa torneira próxima. Ao ligar, um jato foi diretamente em Draco.

- TÁ MALUCA, GRANGER?

- Desculpa, Malfoy. – a mulher prendia com força o riso. Mas, na hora que foi encaixar o regador de novo, espirrou na cara do loiro e a castanha não agüentou: gargalhou.

- Ahh, está rindo, né, Granger? Vai ver! – Draco conjurou uma mangueira, colocou na torneira e jogou diretamente em Hermione, que gritou, fazendo Draco rir.

- Tá doido, Malfoy?!

- Não, molhado mesmo... – e riu mais ainda, sendo acompanhado por Hermione. Mas, esta foi até a mangueira e a colocou bem nas costas de Draco.

- Aii, tá gelada, Granger! – a garota deu língua e gargalhou.

- Bem-feito! – e ficaram um jogando água no outro.

Depois de muito se jogarem água e rirem, Hermione escorregou numa terra com água e caiu. Mas, continuou a rir. Draco rapidamente se abaixou de encontro à ela.

- Você está bem? – ela riu.

- Não, estou molhada. – e piscou, rindo mais ainda. Draco sorriu.

Hermione foi se levantar, mas Draco não se afastou, então ficaram muito perto. O coração dos dois acelerou e ficaram se encarando. Draco colocou a mão no rosto de Hermione, que fechou os olhos. Foram se aproximando até que a morena se afastou bruscamente e se levantou, dizendo:

- Vamos nos secar, antes que peguemos um resfriado... – sorria, num pedido silencioso de que ele não se irritasse, e ele atendeu.

- Vamos. – e sorriu, brandamente.

Entraram e a garota foi logo pegar toalhas. No caminho, desamarrou a parte de cima do macacão e tirou os chinelos. Ao voltar, reparou que Draco arregalou os olhos para ela e vidrou o olhar. Ela estranhou, mas veio com as toalhas e mandou que ele tirasse a blusa, para secar com magia.

- Dê-me sua camisa que eu vou secar.

- Toma. – e tirou, ainda olhando para a mulher.

Acontece que Hermione estava usando um top branco, então, quando foi molhado, o mesmo ficou transparente, revelando os seios de Hermione. Mas, a morena não percebeu e continuou a agir normalmente. Até que Draco tirou a camisa e ela teve a visão completa do tórax (e que tórax) do homem. Seus braços eram fortes e seu abdômen definido, mas sem exageros, bem natural, exatamente como ela gostava.

Após se secarem, Draco sugeriu que fossem almoçar numa pensão próxima. A morena aceitou, já que estava morrendo de fome, e foram. Era uma pensão simples, mas a comida era deliciosa. Comeram, conversando animadamente sobre os micos que já pagaram:

- Uma vez, eu fui correndo até uns garotos pedir informações e, quando cheguei bem perto, tropecei e dei de cara com o chão. Pro meu azar, tinha chiclete colado bem onde eu caí e grudou na minha testa. – gargalharam.

- Ah, porque você não sabe da vez que eu dei um arroto monstruoso na frente de todos, numa festa. O som tava alto e eu aproveitei para arrotar, mas, bem na hora, parou! – gargalharam de novo.

- Pois, uma vez...

E continuaram com suas histórias engraçadas até que a mulher os expulsou. Ao chegar à frente da casa de Hermione, Draco perguntou:

- Vai arrumar mais coisas amanhã, Granger?

- Vou. Vai ajudar, Malfoy?

- Talvez. – e piscou. – Vai fazer o que agora?

- Ler um pouco... Depois vou ver TV e dormir cedo, estou cansada.

- Ah, sim. Boa noite, Granger. Até logo.

- Até amanhã, Malfoy. – e entrou.



13/02/07,

Olá, diário! Hoje foi um dia agitado, se quer saber... Bom, pra começar, eu encontrei com o garoto mais odioso (ou ex-odioso) do mundo! Draco Malfoy! Sim, diário, meu inimigo desde os tempos de escola. Mas, incrivelmente, ele não está o nojento que era antes... Na verdade, está bem agradável! Mas, como as aparências enganam e Malfoy sempre tinha uma segunda intenção, estou com o pé atrás... Mas, ele está muito gostoso, Diário! OH, eu precisava contar isso para alguém... DRACO MALFOY ESTÁ MUITO GOSTOSO! Não, eu não estou exagerando, ele realmente está. Nossa, quase babei quando ele tirou a blusa... (nos molhamos) Eu reencontrei o velho Joe, um velhinho que é funcionário de uma lanchonete, onde eu ia direto com meus pais. Acredita que ele ainda lembra do que eu pedia? Ele é muito engraçado, adoro aquele velhinho! Bom, vou ler, se me der falta de sono, venho escrever! Até outro dia!





N/A: DESCUUUUUUULPEM ;-; meus amores, razão da minha existência, não me abandonem! É que ano de vestibular é assim x.x e pra medicina, mais ainda .-. Desculpem mesmo, mas eu prometo dar um jeitinho, ok? Bom, esse capítulo ainda não teve muita ação porque, pô, pensa só, gente, como é que a Hermione ia sair se agarrando com o Draco, sendo que ela acabou de se divorciar do marido, que ela AINDA ama? Não dava XD Mas, eu prometo que nos próximos capítulos terá mais ação ;D Até porque essa fic será um pouco mais rápida do que eu costumo fazer... Bom, esse é o meu planejamento, vamos ver se dá certo o-o’ Eu amo vocês :*

Recados:

Tata: Olá *-*~ ai, que bom que está gostando! Eu tive essa idéia tão repentinamente e fiquei em dúvida se fazia a fic, já que eu não iria ter tempo pra postar, mas achei que era tão bonitinha que resolvi fazer ^^ Espero ter tomado a decisão certa =) Ah, sim, o Carter... Nossa, eu adorei fazer o Carter! Pena que ele só ficou um capítulo na fic :/ Pensei em fazê-los mudar juntos, sabe? Pra salvar o casamento e tal, mas aí o Carter ia ficar no caminho e poderia ocorrer uma traição e tal... Daí resolvi tirá-lo de cena logo no começo. Mas, já que eu simpatizei em especial com ele, acho que vou colocar um espaçozinho dele na fic XD asudhuhdasusda sim, ela vai encontrar com certeza! :P Olha só, deixe-me te perguntar e por favor responda, você acha melhor apenas deixar subentendido o ato sexual ou descrever? Ou não descrever com tantos detalhes, sei lá... É que eu gosto de fics realistas e é óbvio que sexo existe, então... Mas, algumas pessoas não gostam e tal, então estou em dúvida... Provavelmente, devo descrever, mas sem detalhes demais. Mas, adoraria se opinasse =) Obrigada por comentar e por favor, volte para ver o resto dos capítulos! :*

Teresa: olá =) Que bom que gostou *-* eu tive a idéia bem do nada e não sabia se postava (já que não tenho muito tempo de postar), mas resolvi fazer... espero ter feito a coisa certa ^^ Não, eu não abandonei a fic, apenas estava sem absoluto tempo nenhum pra postar... Mas, eu vou tentar fazer umas ginásticas aqui e postar as outras e essas. Só que não sei se vai ser tão rápido assim, não... Bom, espero que continue voltando e obrigada por comentar :*



N/A: Gente, vou explicar uma coisa pra ver se vocês entendem:
Segunda-feira: aula de 7:20 às 4, 4:30 às 5:30, chego em casa às 6:30 pra estudar de 7 às 9, jantar às 9, e estudar de 10 à meia noite, quando eu durmo pra acordar às 6 no outro dia :D

Terça-feira: aula de 7:20 às 6, estudo de 7 às 9, 9 eu janto, estudo de 10 à meia noite e durmo.

Quarta-feira: aula de 7:20 às 6, estudo de 7 às 9, 9 eu janto, estudo de 10 à meia noite e durmo.

Quinta-feira: aula de 7:20 às 4, 5 horas tenho psicóloga (pra não enlouquecer com essa rotina XD ....sério, é estressante) até às 6, estudo de 7 às 9, 9 eu janto, estudo de 10 à meia noite e durmo.

Sexta-feira: aula de 7:20 às 4, estudo de 6 às 9, janto às 9, estudo de 10 às 11 e durmo.

Sábado: aula de 7 às 5 e estudo de 7 às 10, e entro um pouquinho na internet ou durmo.

Domingo: meu maravilhoso dia de descanso *-*

Entendem? E eu ainda tenho que nesse meio tempo comer um pouco (não posso só jantar) e ler jornal... acreditem, é cansativo e eu fico sem muito tempo, sabe? Mas, eu prometo me esforçar, por vocês =)

Obrigada pra quem comenta e lê e voltem quando puderem :*

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