Thanks Senhora Lou, você me deu MUITOOO apoio MORAL para escrever esse capítulo rsrsr
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Capítulo 2: A seleção
Quando o expresso de Hogwarts chegou na escola, todos os alunos desceram do trem, e como era costume em Hogwarts os alunos do primeiro ano iam todos em pequenos barcos pelo lago negro.
Rebecca coincidentemente ficara no mesmo barco que Harry e que um garoto de cabelos negros, cujo nome era Simas.
Durante o “passeio” Rebecca prestou atenção na conversa dos dois:
-Prazer. Simas Finnigan.
-Prazer. Harry Potter.
-Acho que já ouvi falar de você... Você não é filho daqueles bruxos que morreram por causa de um hipogrifo desembestado? - perguntou Simas segurando uma risada.
-Sou eu mesmo. – disse Harry – você acha alguma graça nisso?
-Pode apostar que não...
Durante a ida de barco, a única coisa que poderia ser considerada “quente” que aconteceu foi o garoto chamado Harry ter dado uma coçada nada discreta no saco e Simas ter olhado nada discretamente. Rebecca foi pensando durante toda a viagem:
-Até que esse tal de Harry Potter não é de se jogar fora... mas comparado à aquele loiro do trem... – pensava ela enquanto relembrava sua visão de Harry coçando o saco e pensando também no garoto loiro.
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Em outro barco ia Draco Malfoy, Zabini, Crabbe e Goyle (é claro que magia foi utilizada para o barco não afundar com o peso daqueles dois orangotangos que eram Crabbe e Goyle).
Zabini perguntou a Draco:
-e aí Draco... conseguiu pegar alguma garota nas férias...
-Zabini... isso não é de seu interesse.
Zabini, Draco sabia, sempre tivera uma espécie de tara por Draco, mas todos muito inocentes (rsrsrs) nessa idade não sabiam nada direito.
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E num terceiro barco ia Gina Weasley, um garoto negro que mais tarde Gina descobriu que seu nome era Dino Thomas e Hagrid.
Nessa embarcação nada de mais aconteceu, exceto as olhadas de Dino para a região da vagina de Gina e de Gina para o volume de Dino (nada pequeno para os onze anos, e que mesmo não estando excitado ficava ligeiramente marcado nas calças pretas e justas da escola).
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Quando todas as pequenas embarcações chegaram na beira do lago, os alunos caminharam um pequeno pedaço e chegaram às grandes portas de orvalho de entrada do castelo.
Na porta esta uma bruxa de aspecto rígido e que parecia que nunca havia realizado um ato sexual na vida, Minerva MacGonagall (é claro que eles ainda não conheciam a Professora Trewlaney). A bruxa se apresentou:
-Bem vindos à Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, quando vocês atravessarem aquelas portas – ela apontou para uma outra porta de aspecto colossal – daremos inicio à seleção. Vocês serão divididos em quatro casas: Lufa-Lufa, Corvinal, Sonserina – e a professora estufou o peito – e Grifinória. É claro que mesmo estando divididos em casas diferentes, vocês não necessariamente necessitam de ser rivais e espera-se que mantenham laços de amizade.
Após a professora dizer isso, Rebecca olhou para o garoto loiro e pensou “espero que possamos ter laços muito mais do que de amizade”. Draco procurou a garota de cabelos ruivos e pensou “tomara que você fique na mesma casa do que eu, assim nossos laços poderão ir além da amizade muito mais rápido”. Gina Weasley olhou para o garoto loiro e para o garoto de olhos verdes “hummm, pode apostar que eu quero ter laços além da amizade” e Harry olhou para o garoto de cabelos loiros e para a garota de cabelos ruivos (que ele vira na saída do trem) e pensou “pode apostar que teremos laços bem além da amizade”.
É claro que mesmo sendo jovens, os quatro sabiam muito bem o que era namorar, masturbação, sexo...
Só não sabiam o que era isso na pratica e para isso que a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts serviria.
A Professora McGonagall saiu do hall de entrada e entrou pela porta que ela mostrara minutos antes deixando-os ali.
Todos muito assustados... Exceto quatro jovens bruxos: Draco, Gina, Harry e Rebecca.
Os quatro procuravam a pessoa que despertou aquele sentimento que para eles era mágico (que coincidência): o tesão.
Cerca de dois ou três minutos depois a Professora McGonagall voltou e falou que estava tudo pronto para a seleção.
- Sigam-me.
Todos a seguiram e ficaram boquiabertos ao ver aquele salão imenso, com um teto encantado no alto e centenas (talvez milhares) de rostos mirando-os.
Quando chegaram ao final do “corredor” que levava à mesa dos professores eles viram um pequeno banquinho de madeira e um chapéu encardido em cima.
A Professora McGonagall parou de andar e se virou para eles:
- Quando eu chamar seu nome, dê um passo à frente, eu colocarei o chapéu seletor sobre as suas cabeças e ele os selecionará para suas devidas casas:
-Finnigan, Simas.
O garoto que viera na embarcação com Harry fora chamado e selecionado para a Grifinória.
-Manguoni, Rebecca.
Rebecca estava suando frio quando fora chamada e vários garotos (e uma ou outra garota) admiraram sua beleza, principalmente Harry, Draco e alguns alunos mais velhos.
Quando a Professora Minerva colocou o chapéu seletor na cabeça de Rebecca todo o barulho sumiu, exceto por uma voz bem distante que ela imaginou ser do chapéu falando com ela no ouvido:
-Vejo uma mente bem safada aqui dentro, e um corpo que se desenvolverá bastante.
Rebecca, indignada (mas, lisongeada) pensou:
-Seu chapéu pervertido! Vai cantar a filha de um chapéu!
O chapéu então anunciou, sem responder:
-LUFA-LUFA!
Rebecca, que tinha pais bruxos, sabia que ser da lufa-lufa era praticamente um ótimo passaporte pra conviver com gente da pior espécie (e pessoas nada gostosas). Então ela saiu batendo o pé e roxa de raiva e sentou-se na mesa da lufa-lufa.
A professora McGonagall então continuou chamando o nome dos alunos, até que chegou em Draco Malfoy:
-Malfoy, Draco!
O garoto saiu do “aglomerado de muvuca” e sentou-se no banco, e o chapéu seletor foi colocado sobre sua cabeça. Como acontecera com Rebecca todo o som à sua volta sumiu e Draco ouviu a voizinha do chapéu falando em seu ouvido:
- Um garoto bem safado eu vejo... e será muito gostoso também... acho que você se dará muito bem na...
-SONSERINA!
Draco que sempre quisera ficar na mesma casa que seu pai, foi de bom grado até a mesa da sua casa, onde ele tinha certeza de que muita coisa boa ia rolar.
Draco sentiu um olhar cobiçoso para ele... olhou para a mesa da lufa-lufa e viu uma garota tão loira quanto ele mirando-o e gostou de sentir aquele olhar devorando-o.
Depois de uns cinco garotos e de umas três garotas serem selecionados, chegou a vez de Gina Weasley:
-Weasley, Gina!
Gina sentiu um olhar mirando-a, era Draco Malfoy, o garoto que ela vira mais cedo, no trem, naquele mesmo dia.
Gina continuou se aproximando do banquinho e se sentou:
Como acontecera com Draco, Rebecca, e com todos os outros selecionados daquela noite, Gina parou de ouvir todo o barulho à sua volta e ouviu a voz do chapéu seletor em seu ouvido:
-Hummm, mais uma Weasley. Sabia que seus irmãos já aprontaram deliciosas aventuras nessa escola. Tem professores que se divertem pensando no que seus irmãos faziam... principalmente aqueles Fred e George que certa vez transaram no corredor do terceiro andar e o Professor Snape viu tudo de trás de uma armadura. Vá ao escritório de Dumbledore (onde o chapéu fica guardado) que eu lhe conto tudo com mais detalhes...
-Vejo, que você se divertiu essa manhã Weasley. Hummm, bem safadinha você, hein?! Gostei! Acho que você se dará bem em...
-CORVINAL!
Gina saiu do banquinho ainda pasma por saber que seus irmãos haviam transado, e ainda por cima no corredor! Ela só tinha certeza de uma coisa: assim que pudesse iria no escritório de Dumbledore ouvir as histórias que o chapéu tinha para lhe falar.
Após mais dois alunos, chegou a vez de Harry Potter:
-Potter, Harry.
Harry se aproximou do banquinho e sentou-se (por acaso ele não reparou nos olhares de Gina, Rebecca e Draco para si) e assim que a Professora Minerva colocou o chapéu em sua cabeça todo o som cessou e só a voz do chapéu era audível para ele.
-Potter, Harry Potter – disse o chapéu com ar misterioso – você não faz idéia do que seu pai, sua mãe, e os amigos de seu pai aprontaram nessa escola Potter. Úúú.... as paredes da torre da Grifinória tremiam se é que você me entende...
-Bom, se quiser vá ao escritório do Professor Dumbledore – disse o chapéu seletor pela segunda vez naquela noite – que eu lhe conto algumas histórias que eu fiquei sabendo quando os professores falavam com Dumbledore sobre as aventuras dos alunos em Hogwarts. Acho que para você poder ficar no mesmo local que seus pais ficaram, e onde eles se divertiram muito, você ficará muito bem em...
- GRIFINÓRIA!
Harry, assim como Gina, saiu desnorteado de cima do banquinho e se sentou a mesa da Grifinória, onde o resto da refeição ocorreu sem maiores situações...
CONTINUA...
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N/A:
GENTE,
É.. VC QUE TÁ AÍ LENDO...
NINGUÉM TÁ COMENTANDO (à quem comentou OBRIGADO)
EU PRATICAMENTE NÃO SEI QUEM TÁ GOSTADO OU O QUE EU TENHO QUE MUDAR NA FIC...
ENTÃO EU PEÇO:
FAÇA O AUTOR DESSA FIC FELIZ!!!
MANDE SEUS COMENTÁRIOS/REWIES
PLISSS
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