Capítulo 5
- Malfoy - Ela falou indignada. – Você por acaso não olha por onde anda não?
- Ah claro, apenas eu bati contra você, você não bateu contra mim, não é mesmo?
Ela o olhou com a cara mais maligna que encontrou. Os dois ficaram ali parados por um tempo se encarando. Quase como se estivessem completamente hipnotizados um com o outro, e quem passasse por ali podia até interpretar de outra maneira aquela troca de olhares tão direta, mas nos fundos dos pensamentos dos dois havia apenas xingamentos, maldições e outras coisas nada saudáveis de se pensar.
Então Gina entendeu. Ela estava mesmo achando muito estranho tudo aquilo, e passados os dez segundos de raiva ela somou A + B e não deu C, deu D.
- Onde você estava Malfoy? – Ela perguntou colocando a mão na cintura.
Ele riu abertamente da cara dela.
- Ciúme Weasley? Acha agora que é minha mãe ou minha namorada para me perguntar onde eu estava? – Ele disse quase com desdém.
- Não, apenas amiga da sua namorada, a qual eu acabei de encontrar na recepção e que me disse que você estava correndo na praia.
- E estava. – Ele falou simplesmente. – Não que eu te deva satisfações, e não que eu não ache que a Andrianne pode se cuidar sozinha, e cuidar de mim também. Mas já que se importa tanto... Eu estava correndo.
- Ah claro, e desceu as escadas dos quartos? Que só levam... aos quartos? – ironicamente ela perguntou.
- Isso é mesmo da sua conta? E se eu tiver ido tomar um banho? Ou ido pegar algo lá? Bater uma...? Não é da sua conta Weasley... agora me dá licença que preciso encontrar a minha namorada
Gina bufou e apenas olhou ele se afastar em direção a recepção. Tinha certeza que ele não correra coisa nenhuma. Feito exercício com certeza, e provavelmente com uma bela mulher por baixo.
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“Não importa.” Essa devia ser, no mínimo, a vigésima vez que repetia isso pra si mesma. “Por que ficou tão mexida com a cena de Draco e Andrianne?”. E pela vigésima vez ela chegou a conclusão de que a resposta pra aquela pergunta não importava em nada na sua vida, o que importava ela não pensava: seu próximo livro. Queria muito que aquela viagem fosse alguma coisa que a ajudasse a relaxar e tudo mais, mas até agora tudo que havia conseguido eram noites – ou tardes - de sexo.
Levantou da cama indignada pela sua incapacidade de escrever. Deu a volta no quarto e então Harry veio a sua cabeça. Lembrou dos olhos verdes dele encarando-a enquanto faziam sexo. Essa cena devia ter sido a quanto tempo? Parecia tanto... mas ela sabia que não era tanto, não cronologicamente pelo menos. Chronos não era a melhor marcação de tempo que conhecia, mas era a usada, outras eram mais importantes... exatamente por isso a disfunção entre o tempo do chronos em que estava longe de Harry e o tempo que ela sentia estar longe eram tão diferentes. Não era hora, no entanto, de pensar em coisas tão acadêmicas.
Sabia que naquela noite nada de bom sairia de sua mente. Já eram quase três da manhã e tudo que havia feito era queimar alguns pergaminhos. Olhou pela janela e pensou em sua coruja, lá em Londres, pensou que precisava dela e esperou que seus poderes mágicos não estivessem sendo afetados pela profunda tristeza e desalento que sentia naquele momento. Iria escrever as cartas a seus pais e desejava não precisar ter que ir ao corujal do hotel para mandá-la.
A carta não era longa. Não era necessário, tudo que Gina precisava era apenas informar horários e datas, e é claro perguntar como iam todos. Sentiu-se mal por ser uma filha tão ausente, quando sabia que todos os seus irmãos sempre estavam em casa e logo não tinham necessidade de saber noticias de casa por cartas, como se ainda estivessem em Hogwarts. Mas era a vida que escolheu.
Acabou as cartas e para sua surpresa sua própria coruja estava ali na beira da janela de seu quarto a esperando. Ficou feliz de ver alguém em quem confiasse. Acariciou sua cabeça e colocou as cartas em sua pata, vendo o animal se afastar rapidamente. Harry havia dado aquela coruja a ela. No seu décimo oitavo aniversário. Fora uma noite feliz. Não fora uma noite de sexo, e isso significava muito na sua vida atual.
Mas Harry nunca foi “apenas sexo”. Foi seu primeiro amor, seu primeiro namorado, seu primeiro homem, o primeiro a quem se entregou e sua primeira decepção. Não podia recordar exatamente seu passado e como eles chegaram ao ponto de não se falarem por um bom tempo, apenas cordialmente quando ele estava em sua casa, e também não podia recordar exatamente do rosto da mulher que expulsou aos berros da cama de Harry quando toda aquela briga e desentendimento entre eles teve ínicio. Até aquele momento ela sempre havia sido dele, sempre havia entendido quando ele precisava viajar a trabalho, ou quando tinha de largá-la para salvar o mundo. Mas isso fazia tanto tempo. E hoje ela entendia que naquela noite ele não devia nada a ela, e por isso ela não precisaria ter se machucado tanto, mas se machucou.
Como nem tudo que é fato ruim acarreta conseqüências ruins, apenas por causa dessa suposta traição que ela estava agora ali. Tinha se tornado a mulher que se tornou, uma mulher independente, segura, sensual e famosa. Que não tinha a sombra do grande Harry Potter para lhe ofuscar.
Se tudo, no entanto, parecia tão favorável por que ela não se sentia bem desde que ele foi embora definitivamente? Nem sequer o amava mais, ele era apenas o homem com o qual ela podia contar, fosse na cama, numa mesa de restaurante ou ao seu lado quando se sentisse mal. Não era o seu amor. Ela não lembrava o que era amar, ou ser louca por alguém, porque o Harry que foi seu primeiro amor deixou de existir quando a guerra começou.
Talvez precisasse de novas pessoas, talvez conseguisse se não tivesse tanto medo de se entregar. A imagem de Andrianne com as pernas entrelaçadas em Draco e o movimento da bunda dele transpassaram em sua cabeça como um relâmpago. Gostaria de esquecê-los. Seriam eles felizes? Revirou na própria cama. Odiava ser tão sensível e complicar tanto as coisas. Odiava não conseguir escrever quando precisava. Odiava se sentir sozinha. Odiava estar a um dia sem sexo.
Disse a si mesma que tudo melhoraria no dia seguinte e fechando os olhos com força tentou se concentrar em apenas dormir.
- Mas Julius, eu não posso escrever agora! – Gina aumentava o tom de voz mais do gostaria com o seu agente.
- Minha querida, por favor, entenda o meu lado. Nem uma sinopse? Um resumo. Qualquer coisa! Eu preciso apresentar algo aos diretores! – Ele não parecia calmo.
- Julius, vamos fazer o seguinte. Avise-os que nesse momento eu estou trabalhando numa maior divulgação do meu último livro, e que pretendo expandir a sua circulação para o mercado americano. Para isso tenho uma grande pessoa de alta influência no mercado comercial do país, e vai garantir resultados bastante satisfatórios financeiramente para a editora. E diga mais, para que eu possa seguir adiante com essa minha estratégia eu preciso de concentração total e não posso começar agora a escrever meu novo livro.
- Está mesmo fazendo isso? – Julius tinha um quê de dúvida no tom de voz. – Você sabe que se eu mentir para eles meu empre...
- Estou. Confie em mim.
- Mas você odeia dar entrevistas e divulgar seus livros! Não brinque comigo Gina!
- Julius... apenas confie em mim. Em breve estarei de volta em Londres e darei início a toda essa palhaçada que tanto odeio, e você e os manda chuvas ficarão muito felizes, pode ter certeza.
- Tudo bem então, minha querida. Apenas aproveite seu resto de férias que eu contornarei as coisas por aqui. Beijos.
- Julius? – Gina chamou rapidamente.
- Sim?
- Você sabe que eu te adoro, né?
- Sei, pequena. Eu sei. – Ele riu e desligou o telefone.
Gina sentou na cama e tirou seu pijama. Gostava de se olhar nua, procurar por novos detalhes em seu corpo, gostava especificamente de observar o bico de seus seios com um interesse tão grande que nenhuma outra pessoa no mundo poderia entender. Mas mais do que tudo, ela gostava de estar sozinha consigo mesma e com seu próprio corpo. Era até mesmo engraçado para ela pensar como tantas mulheres poderiam ter vergonha de tocar em si mesmas, de conhecer o próprio corpo, seu próprio íntimo, de buscar prazer próprio. Se ela não pudesse sentir prazer consigo mesma como daria prazer a outra pessoa? Como se deixaria sentir prazer? Era algo inconcebível em sua cabeça. Passou de leve a mão por cima de sua vagina e pensou que precisava depila-la, hoje ela teria muito trabalho!
Sem pêlos, poucos pêlos, cortes assimétricos, ou completamente peluda? Muitos tipos de depilações, muitos tipos de mulheres. Gina fazia o gênero: poucos pêlos, bem cortados e curtos. Vê-la sem nenhum pêlo lhe dava imensa aflição, a fazia sentir como se tivesse apenas 8 anos de idade e estivesse cometendo um grande erro ao usar sua vagina para obter prazer, era praticamente imoral.
Já era mais que três da tarde quando Gina deixou seu quarto e subiu ansiosa para o quarto número 56. De início não ouviu nenhum ruído estranho logo que entrou no corredor. Mas como se adivinhasse sua presença ali, Andrianne abriu a porta exatamente no momento em que Gina se aproximou mais da porta. Ela estava com um lindo vestido de linho de alças finas e pelo que Gina pode perceber: nada por baixo. Um sorriso malicioso apareceu no rosto das suas amigas, e elas riram, entrando juntas na festa.
- Achei que não ia chegar a tempo! – Andrianne disse enquanto conjurava uma taça e servia champanhe para a amiga.
- Mas são apenas 15:15! – Gina resmungou tomando um gole.
- Ah minha querida! É que tem alguém já muito agitado ali... e se você não chegasse logo eu não ia resistir. – Gina acompanhou o olhar de Andrianne e praticamente engasgou com o champanhe. Ali estava Brian, completamente nu, a observando como se a despisse por inteira, com um membro de dar inveja a muito ator de filme pornô. Mordiscou o lábio e sorriu.
- Você tinha completa razão sobre ele. – ela comentou sorrindo para Andrianne – Sinto que minha noite será longa! Mesmo ainda sendo 3 da tarde...
E dando uma rápida olhada ao redor, Gina se deu conta de que estava na sua primeira suruba. E ela adorava esse fato.
Caminhou até o canto aonde estava Brian e sem nenhuma palavra, arrumou seu cabelo para trás e prendeu com um feitiço, colocou sua varinha de lado e deu uma chupada de leve na cabeça do pênis dele. Sentiu seu corpo estremecer e afastou a boca para levantar um pouco a cabeça e o observar. Estava de quatro e sabia que logo seus joelhos doeriam, então era melhor começar rápido o seu “trabalho” ali. Sussurrando para ele pediu para que ele desse o ritmo. Não se fazendo de rogado ele segurou na sua cabeça e Gina sentiu o pênis dele preencher toda a boca dela.
Ela estava enlouquecida de tesão, chupava o pênis com força, impedindo qualquer ar de entrar, para que a sua boca tocasse toda a extensão do pênis dele com força. De vez quando, fazia movimentos circulares com a língua, ou chupava apenas a cabecinha do pênis. Segurando suas bolas com uma mão, acariciava-as, quando podia chupava uma delas, ou as duas de vez. Mas o que mais gostava era sentir um pouco de sêmem dele escorrer pela sua língua, mostrando toda a sua excitação.
Sem perceber o que ocorria a sua volta, Gina se assustou gostosamente quando sentiu uma língua percorrer a sua bunda, enquanto dedos eram enfiados em sua vagina. Ela reagiu rebolando um pouco, mas não podia parar e olhar quem era a pessoa, pois Brian dava sinais de estar quase gozando na sua boca.
A pessoa atrás dela afundava com força os dedos na sua vagina já completamente lubrificada enquanto mordiscava a sua bunda. Então com um movimento brusco, Brian puxou a cabeça de Gina para longe e gozou. O gozo sujou o tapete do quarto, que foi limpo rapidamente por um feitiço de Gina.
Falando pela primeira vez, Brian chamou Gina para mais perto. Ela foi em direção a ele e bruscamente ele a puxou e deitou-a no chão. Gina não teve tempo de reagir. Apenas viu o homem que estava antes atrás de si, a beijar longamente na boca e depois enfiar o seu pau nela e começar a meter em sua boca. Se fosse outra até engasgaria, mas Gina adorava aquilo, e mais ainda ter um pau tão ávido em sua boca. Enquanto isso abaixo de si, Brian fazia um belo boquete nela, dobrando um pouco suas pernas, ele estava com a cabeça enfiada no meio delas a chupando com vigor. Gina queria gemer, mas não podia.
Quando finalmente o pênis saiu de sua boca, para jorrar seu sêmem na parede, Gina gemeu alto, pois estava também gozando. Atraindo olhares surpresos pelo tamanho do gemido. Logo estava rodeada de homem. Então, aconteceu.
O que Gina sonhou por tanto tempo em suas fantasias finalmente acontecia. Gina foi posta de lado. Brian se colocou atrás dela, lubrificou rapidamente seu ânus com sua própria lubrificação e penetrou Gina, enquanto um outro cara começou a penetrar Gina pela frente. Ela sentia os dois pênis entrando e saindo dela, num ritmo louco. Enquanto um outro homem ajoelhado perto de sua boca a fazia chupar a cabeça de seu pênis. Gina enlouquecia de tesão. Podia sentir sua vagina escorrer muito, deixando a penetração cada vez mais difícil, pois o pênis saia com facilidade de dentro dela. E podia sentir os gemidos de Brian bem perto do seu ouvido, as vezes até suspirando em sua nuca e mordiscando um pedaço da sua pele.
Em algum momento ao abrir um pouco os olhos e tentar focalizar alguma outra coisa, ela pode perceber que um homem estava sentado numa cadeira observando a cena e se masturbando. Gina passou a observar as caretas em seu rosto, a expressão de quase gozo que ela tanto gostava. O tesão a fez chupar com mais força o pênis que estava em sua boca, não se importando com seus maxilares já doloridos. Brian então gozou mais uma vez, e Gina sabia que era a última, pois ele estava sem movimentos ao seu lado, apenas ofegando muito rapidamente.
Mas o tesão a impedia de também ficar parada, estava cada vez mais excitada com aquilo tudo, então se mexendo, ela segurou na mão do homem que estava a sua frente e o fez sair dali, fazendo o mesmo com o que a penetrava na vagina. Então, levantou-se e ajoelhou de frente para o homem que estava no sofá, abocanhando seu pênis, enquanto isso fez um sinal para que o homem que a penetrava segundos atrás se aproximasse e agora penetrasse seu ânus. Como poucas mulheres, Gina amava ser penetrada dessa forma. Rapidamente o homem do sofá gozou. Gina então se aproveitou disso, levantou-se, segurou o pau dele na mão e enfiou em sua vagina ainda naquele estado meio mole. Ele se surpreendeu, mas ela começou a beijar seu pescoço, chupar de leve sua nuca, enquanto fazia movimentos encima dele, e logo ela pode sentir seu pênis se avolumar dentro dela. Essa era a vantagem de homens novos, eles logo se restabelecem. Gina ficou ali, rebolando feito uma louca no pênis, chupando o pescoço do homem, arranhando suas costas, até que ela mesma deu mais um pequeno grito e arriou seu corpo nele, o abraçando. Ficou assim por algum tempo.
Estava acabada. Soube depois que o homem a tirou do colo e a colocou ali deitada no sofá, que foi onde ela acordou no dia seguinte.
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Estava completamente suja de vários líquidos, sentindo uns arrepios esquisitos. Quando abriu os olhos, viu cabelos loiros sobre si passando pela sua barriga. Sentiu-se ficar excitada. Olhou para o lado de fora e viu que estava claro. Olhou de novo para os cabelos loiros e desceu os olhos até encontrar o corpo ajoelhado ao lado do sofá , um par de seios de tamanho médio, uma bunda perfeitamente branquinha.
- Havia outras formas de me acordar – Gina disse num tom de brincadeira.
- Eu sei. Apenas, achei que seria uma forma interessante de se acordar após uma suruba... uma bela suruba diga-se de passagem, né mocinha? Espero que não se importe. – Andrianne falou levantando a cabeça e jogando os cabelos para trás.
Gina riu abertamente.
- Você é louca. Sua sorte é que eu também sou.
- Obrigada. – Andrianne riu ainda mais e sentou-se no sofá. – Mas acho que ainda prefiro um pênis, se não se importa. – Mais risos das duas - Alias... você também pelo visto. Como ainda consegue falar normalmente?
- Nem eu saberia te responder. E então? Café da manhã? Estou faminta!
As duas se levantaram do sofá, foram para o banho e trocaram de roupa. Gina teve pressa no café da manhã, pois ainda deveria arrumar as malas para viajar. Despediu-se rapidamente de Andrianne, mas sem esquecer de lembrá-la do compromisso em Londres alguns dias depois.
Arrumou a mala rapidamente e desceu pro saguão, rezava para não encontrar com James no meio do caminho. Mas infelizmente Murphy existe até mesmo pro mundo dos bruxos, e assim que colocou o pé na recepção um lindo homem moreno sorriu para ela. Ela, com poucas palavras, disse que estava indo embora e que sua chave do portal já iria sair. Tentou não soar tão fria, tentou não parecer sem coração, mas sabia ter sido tudo isso, e sabia que ele havia percebido. Ele parecia meio atordoado com as informações tão rápidas e diretas, e se não fosse o recepcionista o tocar no ombro avisando do bilhete deixado para senhorita Virginia ele sequer teria entregue pra ela. Porém, apenas deu tempo de receber o bilhete e tocar a chave do portal para voltar para casa. Ela desejou que ele não a odiasse, era um bom rapaz.
Entrou em casa e a primeira visão que teve foi de um lindo buquê de flores em sua janela. Olhou em volta e não via como aquele buquê pudesse estar ali, procurou por um cartão e tudo que encontrou foi um “J” escrito numa pequena folhinha de papel que apareceu magicamente na sua frente assim que ela tocou numa rosa. Então lembrou-se do bilhete recebido na recepção e que ainda não tinha aberto, tirou do bolso aonde guardara na sua calça e leu:
“Conhece algum bom feitiço para remover manchas no pescoço e arranhões nas costas? Eu já testei todos. Amanhã uma coruja estará aí para pegar a sua resposta.”
Gina piscou e releu.
- Como...
Então o telefone tocou interrompendo seus pensamentos e uma voz bem familiar foi ouvida.
“é... será que a funcionando? – uma voz no fundo falava que estava sim, que era só ele falar – GINAAAAAAAAAAA QUANDOOO – de novo a voz do fundo falava ainda mais alto dizendo que não tinha necessidade dos gritos – ok ok ... é que eu não entendo muito esses aparelhos trouxas e...”
Gina atendeu o telefone rindo.
- Oi pai!
- Gina! Não sabia que estava aí, estava falando com essa tal de secretária eletrônica.
- Reparei pai. – ela disse ainda rindo.
- Bom, eu liguei pra saber se você já estava em casa mesmo. Pelo visto está. Gostaria de jantar com agente amanhã? Sua mãe sente muita a sua falta. E Rony e Mione estão aqui!
- Ahhh claro que posso. Eu estarei aí. Também sinto a falta de vocês. Mande beijos a todos certo?
- Mandarei Gininha. Se cuide, ouviu?
- Vocês também.
Gina ouviu o pai elogiar a invenção dos trouxas antes de desligar o aparelho e sorrio de saudade. Foi para a sua cama e percebeu o quanto estava cansada. Antes de dormir um buquê e um bilhete flutuaram na sua mente assustadoramente.
N/A: Bom, é um capítulo interessante, não? Mas agora a vida deixará de ser férias para eles e de volta ao trabalho só Deus sabe o que pode acontecer. Desculpem-me por ter pouco Draco no capítulo, mas no próximo ele ainda aprontara muito. Obrigada por lerem e por comentarem ^^.
N/B: É realmente tem muito pouco do nosso Draquinho nesse Cap. Mas prometo meninas que faço a cabeça dessa autora maluca pra agir logo com nosso Deus Grego de olhos Azul Acinzentados, aff (Sonhando quero um desse urgente lá em casa) Sobre o Cap. Eu gostei da suruba, nossa Gina além de safada agüenta o plantão heim?! Coraaaagemm!!!
Espero D/G action assim como vocês, nossas leitoras fies, Bjos e ateh o próximo Cap. Não esqueçam do comentários, viu!
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