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15. Pernas bambas


Fic: O LOBO - UA - NC - Adapt Por Tonks Butterfly -Ele queria vingança, mas no lugar encontrou o amor...


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Capítulo 15
Porque ali onde esteja seu tesouro, ali estará também seu coração.
Lucas, 12, 34.


Harry sempre se teve por um homem profundamente prático. Sabia que era obstinado, e que também lhe custava muito adaptar-se às mudanças, mas não considerava nenhuma dessas duas peculiaridades representasse um defeito em seu caráter. Gostava que seus dias sempre seguissem a mesma rígida pauta, acreditando que havia segurança e cosuelo no previzível. Como líder de um número de homens tão vasto, era absolutamente imperativo manter a ordem e a disciplina. Sem um plano estruturado para cada dia, reinaria o caos.
Ja, o caos! Aquela palavra fez que Harry se lembrasse de seu doce e delicada mulher. Embora não chegava a expressar sua opinião em voz alta ante ela, Harry pensava que Gina outorgava um novo significado à palavra “confusão”. Só Deus sabia o caótica e imprevisível que tinha chegado a voltá-la vida do Harry desde que tomou a decisão de casar-se com aquela mulher. Admitia, mas é obvio sempre unicamente ante si mesmo, que seu matrimônio era a primeira coisa pouco prática que tivesse feito jamais.
Harry realmente tinha acreditado que poderia prosseguir com sua rotina sem que houvesse interrupções. Também tinha pensado que seria capaz de ignorar ao Gina tão concienzudamente como tinha feito antes de que intercambiassem aqueles votos que agora os atavam a ambos. E tinha estado completamente equivocado em ambas as crenças.
Gina era muito mais teimosa do que ele tinha pensado. Essa era a única desculpa que Harry podia encontrar para explicar o descaramento com o que passava por cima todas as posturas dele.
Harry odiava as mudanças, e uma parte de sua mente estava totalmente convencida de que Gina sabia. Sua esposa lhe lançava olhadas cheias de inocência quando lhe pedia que cessasse em suas constantes interferências, e logo seguia adiante tranqüilamente com a sua para dispor-se a trocar alguma outra coisa.
OH, sua bela esposa seguia mostrando-se muito tímida quando o tinha perto. Ao menos dava a aparência de sê-lo. ruborizava-se com uma enorme facilidade. Ao Harry bastava olhando-a em silencia durante uns instantes para obter uma reação imediata por parte dela. Harry não terminava de entendê-lo, apesar do qual nunca a interrogava a respeito de sua óbvia desconforto. Mas quando ele não estava emprestando atenção, então Gina fazia o que lhe viesse em vontade.
As mudanças que foram sendo instituídos pouco a pouco pelo Gina nem sequer eram sutis. O mais impressionante de tudos, e também o menos suscetível de chega a provocar queixa, tinha sido a mudança radical experimentando pela grande sala. Sem lhe pedir permissão para isso ao Harry, Gina tinha ordenado tirar a precária plataforma. A velha mesa cheia de melladuras e arranhões tinha sido levada a fortaleza dos soldados, e uma nova mesa, mais pequena e impoluta, foi construída por um carpinteiro ao que Gina tinha encomendado dito trabalho, uma vez mais sem que antes lhe pedisse permissão para isso ao Harry.
Gina voltava louca à servidão com o que esta chamava seus ataques de limpeza. Os serventes provavelmente pensavam que Gina não estava em seus cabais, embora ninguém declarava abertamente tal coisa ante seu senhor. Mesmo assim, Harry também se dava conta de que tudos se apressavam a obedecer as ordens de Gina, como se comprazer a sua senhora fosse a meta mais apreciada que houvesse em suas vidas.
Os chãos tinham sido esfregados, as paredes pintadas e adornadas. Faz de junquilhos novos, tudos os quais cheiravam sospechosamente igual às rosas, recubrían o chão. Um gigantesco estandarte, com o azul real como cor primária e o impressionante brasão do Harry pulcramente bordado em pontos brancos, pendurava agora em cima do lar, e Gina tinha colocado duas cadeiras de respaldo reto justo diante da chaminé. Em certos aspectos, agora a estadia imitava à residência da torre. Gina tinha reduzido as dimensões da sala criando várias pequenas áreas para sentar-se. O porquê alguém fora a querer sentar-se na sala era algo que se encontrava totalmente mais à frente d a compreensão do Harry. Embora tivesse um aspecto convidativo, a sala só era um lugar no que comer algo e, possivelmente, permanecer de pé durante uns minutos diante do rugiente fogo da chaminé para encontrar um pouco de calor. Não se supunha que ninguém tivesse que passar muito tempo ali. Entretanto sua esposa padecia totalmente incapaz de compreender aquele fato tão simples, e tinha transformado a sala do castelo do Harry em uma estadia que convidava à vacância.
Harry também tinha reparado em que agora os soldados sempre se asseguravam que suas botas estivessem podas antes de entrar na sala. Não sabia se isso o comprazia ou não. Vá, mas se inclusive seus homens estavam inclinando-se ante os silenciosos ditados de Gina!
Os cães tinham demonstrado ser o maior desafio ao que teve que enfrentar-se Gina. Ela sempre estava levando-o a rastros ao piso de abaixo, e os cães sempre estavam retornando à sala. Mas Gina também tinha conseguido resolver aquele problema. Assim que lhe teve ficado claro qual era o animal que mandava na matilha, Gina o convenceu de que descesse pela escada mediante uma parte e cordeiro sustentado diante de seu focinho para ganhar sua obediência. Logo lhe proibiu o acesso ao poço da escada até que a pauta de que e lhe desse de comer no piso de abaixo teve ficado firmemente estabelecida.
Já ninguém arrojava os ossos por cima do ombro depois de que tivesse comido. Sirius explicou ao Harry como Gina se levantou de seu assento na cabeceira da mesa e lhes tinha explicado, lhes falando com uma grande doçura, que a partir de agora tudos foram comer como homens civilizados ou que do contrário não comeriam absolutamente. Os homens não se queixaram. Tudos pareciam achar-se tão desejosos de comprazer ao Gina como o estava a servidão.
Sim, agora Gina tinha bastante mais de tigresa que de gatinha. Se pensava que alguém da servidão lhe estava mostrando a mais mínima falta de respeito a qualquer dos Potter, reduzia a essa pessoa a mais abjeta humilhação mediante um sermão.
Pensar nisso fez que Harry caísse na conta de que também o tinha exortado depois de tudo. Sua esposa se mostrava um pouco mais dócil e calada ante ele, mas eram muitas as ocasiões nas que seguia deixando muito claro o que pensava a respeito de algo.
Gina sempre estava colocando peros às opiniões de seu marido. Harry se lembrou de um incidente que tinha tido lugar no dia anterior, quande Gina estava escutando uma conversação que Harry mantinha com o Sirius sobre o rei Fudge e seus dois irmãos, Roberto e Enrique. logo que Sirius teve saído da estadia, Gina disse ao Harry que s sentia bastante preocupada com os irmãos do rei. Falando em um tom de que emanava autoridade, disse-lhe que a nenhum dos dois irmãos a tinham chegado a conceder suficientes responsabilidades. Em sua opinião, e dado que os dois homens se viam tão pouco apreciados, não cabia dúvida que cedo ou tarde terminariam sentindo-se muito descontentes e lhe criariam sérios problemas a seu rei.
Gina não sabia do que estava falando, naturalmente. Como podia chegar a entender a política uma mulher? Então Harry tinha dedicado pacientemente algum tempo a fazê-la ver que ao irmão maior, Roberto, lhe tinha dado nada menos que Normandía, pelo amor de Deus, a qual era um tesouro muito maior que a Inglaterra, e que Roberto já tinha demonstrado sobradamente sua falta de responsabilidade deixando submetida aquela terra a seu irmão em troca das moedas suficientes para que ele pudesse ir de cruzada.
Gina fez caso omisso daquele argumento tão lógico que acabava de lhe ser exposto pelo Harry, insistindo em que ele miso agia igual ao rei Guillermo porque mantinha a seus próprios irmãos sob sua asa e não permitia que nenhum deles pudesse tomar decisões. Ato seguido começou a exortá-lo, lhe explicando o muito que lhe preocupava a possibilidade que tanto Remus como Sirius ou demorassem para sentir-se tão a desgosto como os dois irmãos do rei.
Harry finalmente a tinha tomado entre seus braços e a tinha beijado. Foi a única maneira que lhe ocorreu de se separar os pensamentos de Gina daquele tema. Também era um metodo muito satisfatório.
Harry se repeti a si mesmo um mínimo de dez vezes ao dia que não poderia perder o tempo com os problemas cotidianos de sua casa. Tinha um trabalho muito mais importante que levar a cabo. Sim porque seu dever era converter a homens correntes em temíveis guerreiros.
Por essa razão tentava manter uma certa distância de seus irmãos, sua irmã e, muito especialmente, de sua teimosa e indisciplinada esposa.
Mas embora podia mantê-lo suficientemente afastado do funcionamento de sua casa, Harry parecia incapaz de chegar ao separar-se problema que representava Gina. Estava muito ocupado protegendo-a.
Para falar a verdade, tudos os homens do Harry foram alternando-se um detrás de outro no trabalho de salvar a vida de Gina. Ela nunca tinha dirigido uma sozinha palavra de agradecimento a nenhum deles, mas Harry sabia que isso não se devia que sua esposa fora uma mulher descortês. Não, a verdade era muito pior: Gina simplesmente não se dava conta de até que ponto o fato de que fosse tão impulsiva sempre estava expondo-a a um perigo atrás de outro.
Uma tarde, Gina tinha tanta pressa por chegar aos estábulos que tinha passado correndo por diante de uma fileira de soldado quando estavam praticando com seus arcos e flechas. Uma flecha lhe aconteceu roçando a nuca. O pobre soldado que tinha disparado a flecha caiu e joelhos imediatamente. Graças a seu breve encontro com a esposa do Harry, logo foi incapaz de acertar em seu alvo com as flechas durante too o resto do dia. Gina nem sequer se deu conta do perigo que corria. apressou-se a seguir seu caminho, sem inteirar do caos que tinha criado.
Os incidentes que tinham estado a ponto de terminar em tragédia eram muito numerosos para que Harry pudesse contá-los. Estava começando a temer o relatório que Anthony lhe rendia cada noite. Seu fiel vassalo parecia sentir-se cada vez mais arrasado por seus deveres. Embora Anthony nunca se queixava, Harry estava seguro de que tivesse preferido uma boa batalha a vida ou morte em vez de ter que ir sempre detrás da esposa de seu senhor.
Tinha requerido seu tempo, mas Harry por fim entendia qual era a razão pela que Gina tinha chegado a voltar-se tão livre e desinibida. A razão também era muito simples. E o comprazia imensamente, claro está. Gina tinha sido uma criança tranqüila e calada que sempre tratava de passar o mais desapercebida possível. A mãe de Gina tinha mantido prudentemente afastada a sua filha d seu pai e seu irmão, mas os dois anos que Gina passou vivendo só com o Malfoy depois da morte de sua mãe foram anos realmente muito cruéis e cheios de dor para ela. Gina tinha aprendido rapidamente a não rir ou chorar, assim como também a não mostrar ira ou presença de ânimo, porque fazer tal coisa tivesse atraído a atenção para ela.
Embora os anos que tinha passado com seu tio Berton foram um autêntico presente do céu, Harry duvidava que Gina se comportou como uma garota normal inclusive naquela época. Viver com um sacerdote lhe teria ensinado a ser ainda mais comedida e proprietária de si mesmo. Harry não acreditava que Gina se dedicou a fazer muitas travessuras quando tinha que responder ante um frágil ancião, o qual provavelmente dependia dela muito mais do que Gina dependia dele.
Gina tinha aprendido de seu tio e arte de controlar-se a si mesmo. Harry sabia que o sacerdote só estava tentado ajudá-la a sobreviver. O tio Bretão lhe ensinou como lhe ocultar suas emoções a seu irmão, dando por sentado que Gina não demoraria para voltar com ele. Nem Gina nem seu tio esperavam que a visita fosse prolongar se durante anos. Por essa razão, Gina tinha vivido sumida em um constante temor de que Malfoy fora a apresentar-se em qualquer momento ante a porta de seu tio para levar-se a de retorno a sua casa.
Com o medo tinha chegado a cautela. Agora que Gina se sentia a salvo, tudo parecia lhe estar permitido.
Harry compreendia ao Gina melhor do que ela se compreendia a si mesmo. Sua esposa parecia torpe, mas a pura e simples verdade era que tinha tanta pressa por alcançar a essa vida que a tinha deixado atrás, por saborear cada experiência, que não dispunha de tempo para a cautela. Esse dever recaía sobre seu marido. Gina era como uma jovem égua que está começando a provar seus ata. Vê-la era um deleite, e protegê-la um pesadelo.
O que Harry não terminava de entender eram seus próprios sentimentos para sua esposa. Ele tinha ido à fortaleza do Malfoy para fazer cativa ao Gina. Seu plano se limitava à vingança, o olho por olho. E essa tinha sido razão suficiente.
Até que lhe esquentou os pés.
Nesse momento tudo tinha trocado. Então Harry tinha sabido com uma certeza que não podia negar que de agora em diante ambos estariam unidos. Ele já nunca poderia deixá-la partir.
E logo se casou com ela.
À manhã seguinte, o exército do Malfoy tinha saído das terras Potter.
Cada dia Harry encontrava uma nova razão para ter tomado sua nada prática decisão de contrair matrimônio com o Gina. Sim, queria utilizar a parte mais lógica de sua mente para lhes proporcionar uma razão aos sentimentos que havia dentro de seu coração.
na segunda-feira se dizia assim mesmo que se casou com o Gina porque queria que ela dispusera de um refúgio onde estar a salvo, um lugar no que pudesse viver sem ter medo de nada. Aquele ato de bondade isento de tudo egoísmo com o que ela tinha tentado resgatá-lo-se merecia semelhante recompensa.
na terça-feira se dizia a si mesmo que se casou com o Gina porque queria deitar-se com ela. Sim, o desejo era uma razão o suficientemente boa.
na quarta-feira trocava de parecer, decidindo que tinha unido sua vida a de Gina porque ela era frágil e ele era forte. Tudo o adestramento recebido pelo Harry o condicionava a semelhante reposta. Gina era igual a um vassalo, e embora não se ajoelhou em cima do chão para lhe jurar fidelidade, Harry seguia tendo o dever de protegê-la. E dessa maneira, a compaixão era a autêntica razão depois de tudo.
Então chegava na quinta-feira, e com ele vinha outra súbita revelação. Harry se tinha casado com o Gina não só para protegê-la, mas também para lhe demonstrar quão valiosa era em realidade. Os primeiros anos passados junto ao Malfoy tinham sido uns anos verdadeiramente muito cruéis. A seu doce e delicada esposa lhe tinha ensinado que não era merecedora de nada. Gina não ria que sua pessoa tivesse absolutamente nenhum valor. Malfoy tinha estado maltratando-a a conscientiza durante dois anos, e logo a enviou com seu tio Bretão para que lhe fizesse uma visita. Era óbvio, inclusive para o Harry, que ato seguido Malfoy se esqueceu da existência de Gina. Era a única razão que ele podia encontrar para explicar o fato de que Gina tivesse vivido durante quase dez anos com o ancião sacerdote.
Quando deu seu sobrenome ao Gina, em realidade Harry lhe estava demonstrando o que valia realmente.
Por desgraça, aquela razão não conseguia se ter em pé até o final do dia.
Harry fechava tercamente os olhos à verdade. Estava realmente convencido de que seria capaz de fazer o amor apaixonadamente ao Gina cada noite para logo esquecer sua presença durante o dia. Aquilo lhe soava perfeitamente razoável. depois de tudo, ele tinha conseguido separar-se de sua família. Era o senhor daquelas terras e era o irmão. Nenhum desses dois deveres entrava em conflito com o outro. Sim, não parecia muito difícil. Gina tinha conseguido ganhar seu coração, mas isso não significava que ela fora a afetar sua maneira de viver.
A verdade esteve perseguindo-o durante toda a semana, tão irritante como os primeiros murmúrios do trovão. A tarde da sexta-feira, só duas semanas depois do dia no que Harry tinha contraído matrimônio com o Gina, a tormenta estalou. Violentamente.


Harry acabava de retornar ao torreão da fortaleza quando o grito do Remus atraiu sua atenção. voltou-se com o tempo justo de ver o Gina indo para os estábulos. As portas da cavalariça se achavam totalmente aberto. Sileno se tinha solto. O animal galopava para o Gina, com a cabeça baixa e os cascos retumbando sobre o chão. O enorme corcel não tararía em esmagá-la.
O encarregado dos estábulos corria atrás do cavalo, sustentando umas bridas em suas mãos. Anthony lhe pisava nos calcanhares. Ambos lhe estavam gritando advertências ao Gina, mas Harry decidiu que o estrépito do galopar do corcel tinha que ter afogado o som, já que sua esposa nem sequer chegou a olhar entorno a ela.
Esteve seguro de que Gina ia morrer.
- Não!
O alarido surgiu das profundidades mais recônditas a alma do Harry, e sentiu como se lhe estivessem arrancando o coração do peito. Só podia pensar em chegar até o Gina e protegê-la.
Tudo mundo estava correndo para o Gina, tratando de salvá-la.
E nem sequer havia necessidade disso.
Gina não se deu conta do caos que a rodeava. Mantinha sua atenção concentrada no Sileno. Levava sua guloseima na mão, e se dispunha a ir visitar o quando o corcel saiu dos estábulos e foi para ela. Gina deu por sentado que o animal estava impaciente por reunir-se com ela a meio caminho.
Sileno esteve a ponto de matá-la. O pó revoou ao redor do rosto de Gina quando o corcel se deteve bruscamente a um par de centímetros dela. Gina agitou a mão diante de sua face para dissipasse a poeirada, e Sileno reagiu imediatamente lhe empurrando a face com o focinho. Gina supôs que o animal estava procurando sua parte de açúcar.
Tudos se tinham ficado muito atônitos para que pudessem mover-se. Contemplaram como o enorme corcel arranhava o chão com os cascos e voltava a empurrar suavemente ao Gina. Ela riu, encantada com aquela amostra de afeto, e finalmente estendeu a mão ante ela para que Sileno pudesse lhe lamber o açúcar da palma.
Quando o corcel teve terminado com sua guloseima, Gina lhe deu uns tapinhas. Então viu o James e Anthony imóveis a uns metros por detrás do animal. Anthony se estava apoiado no James para não cair ao chão.
Gina lhes sorriu.
- Sua ferida volta a te incomodar, Anthony? Vejo-te um pouquinho pálido - disse.
Anthony sacudiu l cabeça de uma maneira francamente vigorosa. Gina se voltou para o James, e então reparou no olhar vidriosa com a que a estava observando.
- Meu corderito por fim conseguiu por a porta abaixo? - perguntou - . Levava não sei quanto tempo tentando-o.
Quando viu que James não lhe respondeu, Gina decidiu que Sileno tinha que lhe haver dado um bom susto.
- Vêem, Sileno, acredito que colocaste um pouco nervosos ao James - disse. Foi ao redor do animal caminhando lentamente e logo pôs-se a andar para os estábulos. Sileno se voltou, agora convertido no vivo retrato da docilidade enquanto se dispunha a retornar a seu lar. A voz de Gina, cantarolando uma suave melodia, manteve à besta andando mansamente atrás dela.
Harry queria ir detrás de Gina, ia mata-la por ter tratado de mata-lo de um susto. Mas sabia que para isso teria que esperar um momento, ao menos até que suas pernas lhe permitissem voltar a andar.
Teve que apoiar-se no muro. As forças o tinham abandonado. Harry se sentia como um ancião que tem o coração frágil, e então reparou em que Remus parecia achar-se em ou estado muito similar ao dele. Seu irmão estava ajoelhado no chão. Harry sabia que não se encontrava assim por escolha própria.
Anthony parecia ser o único que conservava o domínio de si mesmo. Foi para o Harry, assobiando suavemente. Ao Harry entraram vontades de matá-lo.
O vassalo colocou a mão sobre o ombro do Harry, no que provavelmente se pretendia que fosse um gesto de simpatia. Harry não esteve seguro de se Anthony estava lhe oferecendo suas condolências pelo fato de estar casado com o Gina ou se o vassalo se limitava a expressar sua compreensão ante a cena que acabava de presenciar. Fora qual fosse o motivo, Harry não apreciou muito a ação.
- Há uma coisa que faz tempo que tinha intenção de te dizer, Harry.
Anthony tinha falado em voz baixa, mas suas palavras ganharam a atenção do Harry. voltou-se com uma expressão que revelava estranheza.
- Do que se trata? - quis saber.
- Seu esposa está decidida a montar ao Sileno - disse-lhe Anthony.
- Quando eu esteja morto e seja incapaz de presenciá-lo! - rugiu Harry.
Anthony teve o descaramento de sorrir. Logo se voltou, em um claro intento de proteger seu rosto do Harry.
- Proteger a seu esposa é um autêntico desafio. Quando lhe colocou na cabeça algum plano de ação, não há maneira de detê-la.
- estragou a meu fiel cavalo!. - exclamou Harry.
- Certo –respondeu Anthony, sem poder evitar que a diversão que estava sentindo tingira sua voz - . Estragou-o.
Harry sacudiu a cabeça.
- Deus, pensava que a tinha perdido... - Sua voz se converteu em um sussurro enrouquecido. Quando baixou o olhar para suas mãos, viu que ainda estavam tremendo e em seguida voltou a enfurecer-se - . vou mata-la. Você será testemunha disso se assim o desejar.
Harry havia tornado a gritar. Anthony não se deixou intimidar por isso. O vassalo apoiou as costas no muro.
- por que? - perguntou, sem que em sua voz houvesse nada mais que curiosidade.
- Isso melhoraria o dia - anunciou Harry.
Então Anthony pôs-se a rir.
- Não pretendia lhes perguntar por que queriam que presenciasse a morte de Gina, barão. O que tinha intenção de lhes perguntar era por que íeis querer matá-la.
A risada do Anthony não lhe sentou nada bem a seu senhor.
- Você gostaria carregar com o novo dever de ficar encarregado da água? - ameaçou-o - . Encontraria divertido ter que levar um cubo atrás de outro às cozinhas? Pareceria-te suficiente desafio esse trabalho, Anthony?
A sugestão era realmente insultante para alguém da fila do Anthony, e Harry pensou que seu vassalo se mostraria imediatamente contrito ante sua falta de respeito.
Anthony, entretanto, não pareceu sentir-se nada contrito.
- A missão que me encomendam é muito perigosa, barão –disse - . Bastaria com que o perguntassem ao Ansel quão perigoso é esse dever.
- pode-se saber do que está falando?
- O outro dia seu escudeiro quase se abafa. Tinha subido até o alto do lance de degraus que leva a depósito da água de chuva, quando de repente uma bola lhe deu justo entre os ombros. Ansel perdeu o equilíbrio, claro está, e ...
Harry levantou a mão exigindo silêncio. Não queria ouvir nenhuma sozinha palavra mais daquela história. Fechou os olhos, rezando ao céu para que lhe desse paciência. Embora não conhecia a totalidade da história, Harry tinha a sensação instintiva de que sua delicada mujercita se encontrava atrás do desafortunado percalço sofrido pelo Ansel. Ontem pela tarde também a tinha visto lhes ensinando um novo jogo aos crianças.
Remus foi reunir se com o Harry e Anthony.
- O que é o que te parece tão divertido, Anthony? - perguntou o irmão do Harry, quem ainda se achava muito afetado pelo que tinha estado a ponto de ser o encontro de Gina com a morte como para que nada pudesse lhe parecer nem remotamente humorístico.
- Nosso senhor vai matar a sua esposa - observou Anthony.
Remus colocou face de exasperação.
- Pelo amor de Deus - murmurou - . Olhe ao homem que nos manda. –Um sorriso foi estendendo-se lentamente por seu rosto antes de que acrescentasse - : Vá, mas se Harry não poderia matar nem a um corderito.
Demônios, aquilo era humilhante! Remus obviamente tinha ouvido como Gina chamava “seu corderito” ao corcel do Harry. Provavelmente tudos o tinham ouvido, e se não o tinham feito, certamente Remus o diria.
- Pareceria, Anthony, que nossa cativa se converteu em captora.
- Não me encontro de humor para saus adivinhações, Remus - murmurou Harry.
- Tampouco te encontra de humor para admitir que quer ao Gina. lhe jogue um olhar a seu estado, irmão, e a verdade te dará justo entre os olhos.
Remus sacudiu a cabeça, deu meia volta e se afastou andando lentamente.
- Gina é uma mulher a que funciona fácil querer, barão - comentou Anthony quando voltaram a estar sós.
- Fácil? Tanto como tragar uma maça.
Não pareciam o um para o outro. Harry era tão rígido como o tronco e uma velha árvore, enquanto que Gina era tão mutável e caprichosa como o vento.
E ele tinha estado irremisiblemente perdido...do momento em que lhe tocou os pés. Agora Harry sabia. Deus, amava-a.
- Não consentirei que o caos se aproprie de minha vida - disse Harry, fazendo aquela proclamação como se fosse o mais fervente dos juramentos.
- Possivelmente, com o tempo, tudo se irá acalmando...
- Quande Gina seja muito velha para que possa levantar-se da cama - interrompeu-o Harry - . Então voltarei a ter paz.
- A paz pode ser aborrecida –comentou Anthony com um sorriso - . Sua esposa deu uma nova vida a seu lar, Harry.
Anthony pretendia apaziguá-lo com aquele argumento, mas a maneira em que Harry estava franzindo o cenho em seguida fez que chegasse à conclusão de que seu plano não estava dando nenhum resultado. Possivelmente fora simplesmente que seu senhor por fim acabava de dar-se conta do muito que Gina significava para ele. Se a situação realmente era essa, Anthony decidiu que seu barão não tinha acolhido com muito gosto aquela revelação.
Optando por deixar ao Harry a sós com seus próprios pensamentos, Anthony se desculpou com uma reverência e se foi.
Harry agradeceu a solidão. Seguia vendo com os olhos da imaginação como o corcel galopava para sua delicada mujercita, e sabia que enquanto vivesse nunca esqueceria o horror que tinha sentido naquele instante.
Gina tinha capturado a seu aballo da mesma maneira em que o tinha capturado a ele. Harry por fim encontrou seu primeiro sorriso quando cobrou consciência da proeza que acabava de levar a cabo Gina. Remus tinha razão. Gina tinha passado a ser a captora, porque agora era a proprietária de seu coração.
A verdade trouxe consigo uma nova e surpreendente fortaleza, e de repente Harry se sentiu como se acabasse de terminar um jejum de quarenta dias. Já não teria que continuar ignorando ao Gina por mais tempo. Sim, agora podia dar um autêntico banquete com ela.
Além disso, admitiu, já ia sendo hora de que tomasse redeas da situação.
dispôs-se a ir em busca de sua esposa, pensando que primeiro a brigaria um pouco e logo a beijaria. Ainda estava zangado. A culpa era única e exclusivamente dela, é obvio. Era Gina a que fazia que seu coração começasse a palpitar desenfrenadamente. Tinha-o deixado apavorado. Ao Harry não gostava de nada aquela sensação. Tampouco estava acostumado a amar. Necessitava tempo para habituar-se ao primeiro e adaptar-se ao segundo.
Então outro grito o deteve. Fergus, o soldado que tinha a seu cargo a atalaia do sul, anunciou que um visitante e estava aproximando da fortaleza. Pelos tinja exibidos no estandarte que ondeava sob a brisa, o sentinela tinha sabido que o barão Ronald e seu séquito desejavam que lhe permitisse entrar na fortaleza.
Era tudo o que necessitava Harry para que seu dia se voltasse completa e absolutamente negro. Maldição, lhe tinha enviado um mensageiro ao Ronald com a explicação completa e detalhada do estado da Hermione. Logo tinha dado por sentado que Ronald enviaria a um mensageiro para que dissesse ao Harry que acessava a anular o contrato. Obviamente, e dado que Ronald se incomodou em percorrer tal distância, continuava havendo um problema que resolver antes de que o compromisso pudesse ser definitivamente esquecido.
Demônios, agora teria que ser diplomático! E Hermione provavelmente recairia em sua loucura quando se inteirasse d que seu noivo tinha vindo a visitá-los.
Harry era consciente e que possivelmente estava chegando a umas conclusões muito apressadas. Ronald era um velho amigo Podia haver muitas raciocine para a visita do barão. Deus, Gina realmente estava afetando-o bastante mais do que se imaginou. Agora inclusive estava começando a adquirir seus defeitos.
Gina também tinha o dom de afetar sua concentração. Só dois dias antes, Harry estava dando uma ordem muito importante a seus homens quando sua esposa tinha cruzado sua linha de visão. de repente Harry se encontrou contemplando o delicado rebolado dos quadris de Gina enquanto ela passava ante ele, e se esqueceu por completo da orem que estava dando.
Aquela lembrança fez sorrir ao Harry. Os soldados se ficaram olhando-o com expressão espectador e ali estava ele, sem ter nem a mais remota idéia do que era o que lhe tinha estado dizendo, e provavelmente parecendo bastante estúpido, até que Ronald decidiu intervir e lhe recordou qual era o tema de que tinham estado falando até aquele momento.
Fergus voltou a lhe gritar ao Harry, interrompendo sua concentração. Harry deu imediatamente a ordem de que deixassem entrar em barão Ronald.
Gina estava saindo dos estábulos quando Harry a interceptou. Sem lhe dirigir nenhuma classe de saudação mínimamente apropriado, Harry deu sua ordem com a máxima brutalidade possível.
- Hermione está dentro, Gina - disse-lhe - . Vê e lhe diga que o barão Ronald está aqui. Lhe dará a boas vindas durante o jantar.
Gina abriu muito os olhos ante as assombrosas novas do Harry.
- por que está aqui, Harry? Disse-lhe você que viesse?
- Não o fiz - respondeu Harry, irritado ao ver que Gina não se recolhia imediatamente as saias e punha-se a correr para fazer o que lhe havia pedio. encontrava-se o bastante perto dela para que pudesse beijá-la, e aquele súbito pensamento bastou para consumi-lo por completo - . E agora faz o que hei dito, esposa.
- Sempre faço o que me diz - respondeu Gina com um sorriso, dando meia volta e pondo-se a andar em direção ao castelo - . Que tenha um bom dia, Harry - acrescentou por cima do ombro.
Harry supôs que se tratava de um comentário totalmente falto de respeito com o qual Gina pretendia lhe recordar sua falta de maneiras, e se disse que era uma lástima que não dispusera de tempo ara estrangulá-la um pouquinho até que a tivesse deixado inconsciente.
- Gina.
Ela se deteve logo que ele a chamou, mas não se deu a volta até que Harry lhe ordenou que o fizesse.
- Vêem aqui.
Gina obedeceu, agora franzindo o cenho porque a voz de sua esposa tinha divulgado muito terna.
- Sim, Harry? - perguntou.
Harry pigarreou esclarecendo-a garganta, franziu o cenho e logo disse:
- Boa tarde.
Não tinha tido intenção de dizer nem tão sequer isso, verdade?. A expressão irada do Harry se voltou ainda mais profunda quande Gina sorriu. Então Harry tomou subitamente entre seus braços e a beijou.
Ao princípio Gina ficou muito perplexa para que pudesse responder. Harry nunca a tinha beijado durante o dia. Vá, mas se sempre a ignorava!. Entretanto, agora não a estava ignorando. Não, porque a estava beijando com uma grande energia, e além em um lugar onde qualquer que passasse por ali poderia vê-los.
O beijo tampouco era delicado, mas sim apaixonadamente excitante. Então Harry se separou justo quande Gina estava começando a acostumar-se a aquela nova experiência.
Logo Harry lhe sorriu.
- Não volte a chamar corderito a meu cavalo - disse-lhe - Entendeste-me?
Gina elevou o olhar para o Harry, parecia sentir-se bastante confusa e começava a ruborizar-se.
antes de que seus lábios pudessem articular uma resposta, Harry se afastou dela. Gina se recolheu as saias e pôs-se a correr detrás dele. Agarrou-lhe a mão, detendo-o com seu contato, e quando ele se voltou para olhá-la, Gina viu que ainda estava sorrindo.
- Está doente, Harry? - perguntou-lhe Gina, com o medo ressonando em sua voz.
- Não.
- E então por que está sorrindo dessa maneira? - quis saber ela.
Harry sacudiu a cabeça.
- Gina, faz o favor de ir dizer lhe a Hermione que Ronald acaba de chegar - disse.
- O favor? - perguntou Gina. Parecia haver ficado atônita - . Há-me dito que faça o favor de...
- Faz o que te ordenei, Gina - disse Harry.
Ela assentiu, mas não se moveu. Gina se limitou a permanecer onde estava enquanto via como Harry se afastava dela. sentia-se muito aturdida para voltar a ir atrás dele. Harry sempre tinha sido enormemente previzível, e agora estava tratando de trocar ante seus mesmos olhos. Gina se retorceu as mãos enquanto espessava a preocupar-se por isso. De ter sido um caloroso dia do verão, tivesse acreditado que o sol lhe tinha cozido os miolos a seu marido. Mas dado que era janeiro, e fazia mais frio que no purgatório, Gina não conseguiu encontrar nenhuma desculpa aceitável para aquela súbita mudança na atitude do Harry.
Necessitava tempo para pensar. Gina suspirou, tentou apagar de sua mente a insólita conduta de seu marido e se apressou a ir em busca da Hermione..
Tratar de expulsar de seus pensamentos ao Harry era lago que funcionava mais fácil dizer que fazer. De fato, teria funcionado menos difícil cruzar um leito de pregos andando descalça.
Hermione ajudou a se separar os pensamentos de Gina de seu marido. A irmã pequena do Harry estava em seu dormitório. Sentada em l beira da cama, estava-se trancando o cabelo.
- Temos companhia, Hermione. Anunciou Gina jovialmente.
Hermione ficou muito contente de ver o Gina até que soube quem era a companhia.
- Não me moverei desta residência até que se vá! - gritou - . Harry me deu sua palavra. Como pôde lhe pedir ao Ronald que viesse?.
Gina em seguida pôde ver quão assustada estava Hermione. As mãos lhe caíram em cima do colo e seus ombros se encurvaram.
- Harry não convidou ao Ronald - disse-lhe - . Não fique nervosa, Hermione. Sabe que seu irmão não quebrará sua promessa. Porque em realidade você já sabe que te estou dizendo a verdade, não?.
Hermione assentiu.
- Se me comportar tal como fiz quando veio aqui - disse depois - , entoe Ronald talvez s sentirá tão enojado que se irá imediatamente.
- Tudo isso não são mais que tolices - anunciou Gina, extinguindo a faísca de animação que se acendeu nos olhos da Hermione - . Com isso só conseguirá que Ronald pense que é digna de lástima. Poderia pensar que não te tinha recuperado d seu incidente - seguiu dizendo - . Se procuras estar o mais bonita que possa e lhe dá a boas vindas respetuosamente, bom, então acredito que Ronald saberá que seu decisão está tomada e que simplesmente não quer te casar com ele. Além disso, é Harry quem terá que responder ante o Ronald e não você, Hermione.
- Mas Gina, não posso me apresentar diante do Ronald, simplesmente não posso - exclamou Hermione - . Ele sabe o que me ocorreu. Morreria de vergonha.
- OH, pelo amor do céu! - respondeu Gina tratando de parecer muito exasperada. Em seu foro interno, consumia-se de pena pela Hermione - . Você não teve a culpa d o que ocorreu, e isso Ronald já sabe.
Hermione não pareceu sentir-se muito aliviada pelo argumento de Gina, por isso esta decidiu trocar um pouco de tema.
- me diga o que é o que recorda calçada do barão Ronald. Que aspecto tem?.
- Tem o cabelo negro e os olhos cor avelã, acredito - respondeu Hermione, encolhendo-se de ombros.
- Então pensa que poderia ser arrumado? - perguntou Gina.
- Não sei.
- É amável?
- Os barões não são amáveis - replicou Hermione.
- por que não? - perguntou Gina, indo para ela e começando a lhe trançar novamente os cabelos.
- Não têm nenhuma necessidade de sê-lo - respondeu Hermione - . E o que pode importar que Ronald funcione agradável à vista ou não, Gina? - perguntou a sua vez, tentando voltar-se para elevar o olhar para seu amiga.
- Estate quieta, ou do contrário a trança ficará torcida - interino Gina - . Só sentia curiosidade calçada do barão, nada mais.
- Não posso ir abaixo - disse Hermione.
pôs-se a chorar. Gina não estava muito segura do que era o que devia fazer.
- Não tem por que fazer nada que você não queira fazer, Hermione - disse-lhe finalmente - . Não obstante, Harry te deu sua palavra, e me emparelhe que o menos que pode fazer para lhe demonstrar o muito que o agrade é estar junto a seu irmão e tratar ao Ronald como um convidado de honra
Gina teve que seguir argumentando durante um bom momento, mas finalmente conseguiu fazer trocar de parecer com a Hermione.
- Virá abaixo comigo? Estará a meu lado em tudo momento? - perguntou Hermione.
- Pois claro que o farei - prometeu Gina - . Recorda, Hermione, que juntas podemos fazer frente a qualquer provocação.
Hermione assentiu, e Gina tratou de animá-la um pouco.
- Temo-me que a trança te ficou pendurando em cima da orelha - disse - . Terá que voltar a lhe fazer isso e logo deverá te trocar de vestido. Eu hei d me ocupar e organizar o jantar e me trocar de roupa.
Gina lhe deu um tapinha no ombro à irmã do Harry, e então viu que lhe tremiam as mãos. Sabia que isso era devido ao fora de si que se sentia Hermione e à nova e terrível prova pela que deveria passar agora.
Continuou sorrindo até que já teve errado a porta detrás dela, não sendo até entoe quando deixou que sua preocupação saísse à luz. Gina começou a rezar pelo que acreditava ia requerer um milagre. Rezou pedindo coragem.



NA. AGORA VEM O QUE EU QUERO EM TROCA:

DETESTO COMENTARIO SIMPLES.
EX. AMEI...OU MUITO LEGAL...ADOREI OS CAPS...FIC LINDA...

ISSO ANO E COMENTARIO QUE SE PREZEM..RESPIREM FUNDO, CONTEM ATE 10 (EU SEI DEPOIS DAQUELAS CENAS HG ATE EU FIQUEI MEIO TONTA), E COMENTEM, CADA CAP, CADA CENA, DIGAM O QUE VC GOSTARAM E O QUE NAO GOSTARAM...POR FAVOR....SENAO...FICO UM MES SEM ATUALIZAR.

(cara de má, cruza os braços, bate o pe, e espera oc comentarios)


Beijos linda ate o proximo cap

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