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14. Paixão


Fic: O LOBO - UA - NC - Adapt Por Tonks Butterfly -Ele queria vingança, mas no lugar encontrou o amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 14
E igualmente vós, maridos, tratem com discrição a
suas esposas como corresponde ao copo mais frágil.
Primeira epístola de São Pedro, 3, 7



- Não me vou casar com ninguém.
Gina tinha tido intenção de gritar sua decisão, mas as palavras saíram de seus lábios meio estranguladas. Não pôde evitá-lo, já que ao fim tinha compreendido o que era o que pretendia fazer Harry. Sirius podia não desafiar aquela decisão mas Gina certamente sim que ia fazer o.
Harry parecia estar muito determinado naquele assunto. Ignorou os esforços que fazia Gina por se separar-se dele e indicou com um gesto ao sacerdote que desse começo a cerimônia.
O pai Laurance estava tão nervoso que nem sequer podia lembrar-se da maior parte das frases habituais, e Gina estava tão furiosa que não lhe emprestava a menor atenção. encontrava-se muito ocupada lhe chiando ao homem que tentava matá-la a apóie de espremê-la.
Quande Gina ouviu prometer ao Harry que tomava como esposa, sacudiu a cabeça. Depois o sacerdote lhe perguntou se aceitava ao Harry como marido. A resposta de Gina foi imediata.
- Não, não o aceito - disse.
Harry não fez caso de sua resposta e sujeitou ao Gina, apertando-a com tal força que esta pensou que tratava de fazer que tudos os ossos saíssem despedidos de seu corpo.
Ato seguido Harry a agarrou pelo cabelo e atirou dele até que Gina se encontrou elevando o olhar para seu rosto.
- Agora volta a lhe responder, Gina - sugeriu-lhe Harry.
A expressão que havia em seus olhos quase trocou a determinação de Gina.
- Antes me solte - exigiu.
Acreditando que ela tinha intenção de obedecê-lo, Harry a soltou. Seu braço voltou a posar-se sobre os ombros de Gina.
- Voltem a perguntar-lhe - disse ao sacerdote.
O pai Laurance parecia estar a ponto de desmaiar-se. Voltou a gaguejar a pergunta.
Gina não gritou uma negativa ou uma aceitação. Não disse absolutamente nada. Que ficassem ali de pé até manhã, porque a ela isso dava absolutamente igual. Ninguém ia obrigar a tomar parte naquela farsa.
Mas não tinha contado com a interferência do Sirius. Gina pensou que o irmão pequeno estava colocando face de querer matar ao Harry. Quando a mão do Sirius foi para o punho de sua espada deu um ameaçador passo para diante, e um ofego involuntário escapou dos lábios de Gina. Santo Deus, Sirius ia desafiar ao Harry!
- Aceito-te, Harry - balbuciou. Seguiu olhando ao Sirius, viu a indecisão em seus olhos, e acrescentou - : Entrego-me por minha própria vontade.
As mãos do Sirius voltaram a descender para seus flancos. Os ombros de Gina se afrouxaram com um suspiro de alívio.
Hermione foi para eles, deteve-se entre o Remus e Sirius e sorriu ao Gina. Remus também estava sorrindo. Gina sentia desejos de lhes gritar a ambos. Mas vendo tão fora de si ao Sirius, não se atreveu a fazê-lo.
O sacerdote despachou a toda pressa o resto da cerimônia. depois de ter repartido uma torpe bênção ao reverso, o pai Laurance se desculpou e saiu correndo da sala. havia-se posto verde. Obviamente tinha pânico ao Harry, um sentimento que Gina entendia muito bem.
Harry por fim a soltou, e então Gina se encarou com ele.
- Este matrimônio é uma farsa - sussurrou, falando em voz muito baixa para que Sirius não pudesse ouvi-la - . O sacerdote nem sequer nos deu uma bênção apropriada.
Harry teve a audácia de lhe sorrir.
- Disse-me que você nunca comete enganos, Harry - seguiu dizende Gina - . Mas esta vez não cabe dúvida de que cometeste um, porque acaba de me arruinar a vida. E para que propósito? Seu vingança contra meu irmão não termina alguma vez, verdade?
- Gina, este matrimônio é o bastante real. Sobe a minha residência e me espere ali, esposa. Não demorarei para me reunir contigo.
Harry colocou uma ênfase deliberada na palavra “esposa”. Gina elevou o olhar para ele para contemplá-lo com assombro, e viu que agora seus olhos estavam iluminados por cálido resplendor. A residência do Harry?
Um instante depois Gina deu um salto quando Hermione lhe tocou o ombro, tratando de lhe dizer que tudo iria bem. A Hermione funcionava muito fácil dizê-lo, claro está, já que não era ela a que acabava de ver-se atada a um lobo.
Tinha que afastar-se de tudos os Potter. Havia muitíssimas coisas nas devia pensar. Subindo-as saias de seu traje, Gina pôs-se a andar lentamente para sair da sala.
Remus a deteve lhe colocando a mão no braço quande Gina já estava chegando à entrada.
- Quereria te dar a boas vindas ao seio de nossa família - disse-lhe.
O irmão médio realmente parecia sentir o que acabava de dizer, e aquilo enfureceu ao Gina quase tanto como seu horrível sorriso. Preferia-o quando franzia o cenho.
- Não te atreva a me sorrir, Remus, ou te pegarei. Você segue sorrindo e verá como te pego.
Remus pareceu senti-lo bastante surpreso para que Gina se sentisse satisfeita com sua reação.
- Parece-me recordar seu ameaça de me pegar justo pela razão contrária, Gina.
Gina não tinha nem a mais remota idéia do que era o que estava dizendo. Tampouco lhe importava muito, porque agora sua mente se achava ocupada com questões de muita maior importância. Separando-se-se do Remus, murmurou para seus adentros que esperava que se engasgasse com seu jantar e logo saiu da sala.
Sirius tratou de segui-la, mas Remus o deteve.
- Agora Gina é a esposa de seu irmão, Sirius. Honra esse vínculo. - Remus manteve a voz baixa para que Harry não o ouvisse. O irmão maior lhes tinha dado as costas e estava voltando a contemplar o fogo.
- Eu a teria feito feliz, Remus, Gina conheceu tanto dor em sua vida… Merece sentir-se satisfeita.
- Está cego, irmão? É que não viu o modo eco que Gina olha o Harry e o modo comm que a olha ele? Gina e Harry chegaram a ser muito importantes o um para o outro.
- Equivoca-te - respondeu Sirius - . Gina odeia ao Harry.
- Gina não odeia a ninguém. Ela não é capaz de fazer tal coisa. - Remus sorriu a seu irmão - . O que acontece é que não quer admitir a verdade. por que pensa que estive tão zangado com o Gina? Demônios, pude ver a atração desde o começo. Vá, mas se Harry não se separou nem um só instante de Gina quando esteve tão doente!
- Isso foi só porque se sentia responsável por ela - argüiu Sirius.
O irmão pequeno tratava desesperadamente de agarrar-se a sua ira, mas o argumento do Remus estava começando a soar razoável.
- Harry se casou com o Gina porque queria fazê-lo. Verá, Sirius, o fato de que nosso irmão se casou por amor funciona realmente notável. Nestes tempos atuais, isso é toda uma raridade. Harry não obterá nenhuma terra, e com o que acaba de fazer quão único conseguirá é desgostar ao rei.
- Harry não a ama - murmurou Sirius.
- Sim que a ama - replicou Remus, contradizendo a seu irmão - . Só que ele ainda não sabe.
A mente do Harry não estava emprestando nenhuma atenção a seus irmãos, e seguiu sem fazê-lo enquanto repassava seus planos para o dia seguinte. O mensageiro do Malfoy tinha dado a entender que atacariam com as primeiras luzes do alvorada se Gina não lhes era entregue. Harry sabia que aquilo não era mais que uma fanfarronada, e quase se sentiu decepcionado. Se, ardia em desejos de liberar outra batalha com alguém que tivesse jurado servir ao Malfoy. Não obstante, os miseráveis efetivos cujos traseiros agora estavam gelando-se fora dos muros do Harry não seriam o bastante idiotas para desafiar a petição de quem os mandava. Sabiam que se achavam superados tanto em número como em capacidade. Malfoy provavelmente os tinha enviado para poder apresentar-se logo ante seu rei e lhe mostrar que tinha tratado de recuperar a sua irmã sem envolver a seu monarca no assunto.
Satisfeito com suas conclusões, Harry deixou a um lado o assunto e voltou para seus pensamentos para sua nova vida. Quanto demoraria Gina em aceitá-lo como marido? Harry se disse que lhe dava absolutamente igual o tempo que fizesse falta para isso, mas quanto mais logo se habituasse Gina a sua nova vida, tão melhor seria para a paz de sua alma.
Parecia-lhe que a honra lhe obrigava a mantê-la a salvo. Gina lhe tinha outorgado seu valor e sua confiança. Harry não podia lhe voltar as costas, Sim, tinha sido um sentido do dever o que o tinha impulsionado a tomar aquela decisão tão apressada. Enviar a de retorno a Londres tivesse sido como colocar a uma criança dentro de uma jaula para que lutasse com um leão.
- OH, diabos - murmurou para si mesmo. Tinha sabido desde o começo, quando a tocou pela primeira vez, que nunca a deixaria partir - . Gina está fazendo de mim um imbecil - disse, sem lhe importar que alguém pudesse ouvi-lo.
Mas a presença de Gina também o enchia de prazer. Harry não se deu conta de quão rígida era sua existência até que Gina começou a interferir nela. Gina podia obter reações dele com só um olhar inocente. Quando não estava pensando em estrangulá-la, Harry estava obcecado por beijá-la. O fato de que Malfoy fora seu irmão carecia de importância. Gina não tinha a negra alma do Malfoy, e tinha sido benta com um coração puro e uma capacidade para o amor que faziam cambalear-se todas as cínicas crenças do Harry.
Harry sorriu enquanto se perguntava no que estado encontraria ao Gina quando subisse acima. Estaria aterrada e voltaria a lhe dedicar uma daquelas expressões de serenidade nas que tanta prática tinha? O que seria agora sua nova esposa, uma gatita ou uma tigresa?
Saiu da sala e foi em busca do Anthony, depois de ter escutado as felicitações de seu vassalo por seu matrimônio, Harry lhe deu instruções adicionais para os turnos de guarda da noite.
A seguir veio o ritual noturno de sua sessão de natação no lago. Harry se tomou seu tempo, concedendo um momento mais ao Gina no que pudesse preparar-se para sua vinda. Já tinha transcorrido mais de uma hora desde que sua esposa saiu da sala feita uma fúria.
Harry decidiu que já tinha esperado o suficiente, e começou a dar os passos de dois em dois. Convencer ao Gina de que tinha intenção de deitar-se com ela não ia ser nada fácil. Harry não empregaria a força. Requereria seu tempo, mas Gina terminaria entregando-se o por vontade própria.
O juramento de manter seu gênio sob controle que acabava de fazerse viu um tanto colocado a prova quando chegou a sua residência e a encontrou vazia. Harry suspirou com exasperação e subiu imediatamente à torre.
Realmente acreditava Gina que podia esconder-se dele? Harry encontrou tão divertido aquele pensamento que sorriu. Seu sorriso se desvaneceu, entretanto, quando tratou de abrir a porta e descobriu que tinha sido bloqueada.
Gina ainda se sentia um pouco preocupada. Tinha retornado a sua residência em um estado quase histérico, e logo se viu obrigada a esperar até que a banheira esteve cheia de água. Maude já tinha dado começo a seus trabalhos noturnos. Gina tentou agradecer-lhe mas a faxineira e os dois homens que traziam os cubos cheios de água fumegante demoraram muitíssimo, até que chegou um momento em que Gina estava emendo que Harry a encontrasse antes de que ela pudesse lhe impedir que entrasse.
A tabela de madeira estava justo ali onde a tinha escondido, colocada debaixo da cama. Uma vez que teve deslizado o grosso painel através dos aros de metal, Gina deixou escapar um ruidoso suspiro de alívio.
Os músculos de seus ombros palpitavam violentamente. Gina estava muito tensa e se sentia fora de si, e por muito que o tentasse, não parecia ser capaz de raciocinar com claridade. casou-se Harry com ela só para enfurecer ao Malfoy? E o que passavam com lady Chang?
Gina passou um bom momento metida na água. lavou o cabelo a noite anterior, assim já não tinha que ocupar-se dessa tarefa. sujeitou os cachos no alto da cabeça, utilizando uma parte de fita para que se mantiveram em seu lugar. Mas mesmo assim, a maior parte das mechas haviam tornado a cair em cima dos ombros antes de que tivesse concluído com seu banho.
Para falar a verdade, o banho não a tinha acalmado no mais mínimo. A preocupação lhe consumia a mente. Gina queria gritar de ira, mas ao mesmo tempo queria chorar de humilhação. A única razão pela que não fazia nenhuma das duas coisas era que não podia decidir por qual devia começar.
Ouviu que Harry subia pela escada no mesmo instante em que ela estava saindo da banheira. Suas mãos tremeram quando foi agarrar sua bata, mas Gina se disse que isso se devia unicamente ao frio que fazia em sua residência.
Os passos se detiveram. Harry estava ao outro lado da porta. Gina reagiu com uma nova onda de medo, envergonhando-se de estar agindo de uma maneira tão covarde quando correu para o canto mais afastado da residência e ficou ali, tremendo como uma criança. Atou freneticamente o cinturão de sua bata ao mesmo tempo que raciocinava que Harry não podia ver através da madeira, pelo amor de Deus, e que não havia nenhuma necessidade de ficar tão nervosa.
- Gina, te separe da porta.
A voz do Harry tinha divulgado incrivelmente doce e suave. Isso a surpreendeu. Gina franziu o cenho enquanto esperava a que ele começasse a ameaçá-la. E por que não queria que estivesse junto à porta?
Não demorou para ter sua resposta. O som foi tão súbito e explosivo que Gina saltou para trás, atingindo-a cabeça contra o muro de pedra. Logo soltou um chiado quando a tabela de madeira se partiu igual a se fosse uma ramita, e teria feito o sinal da cruz se tivesse conseguido que suas mãos deixassem de estar enredadas as uma com a outra.
A porta ficou feita pedacinhos, e Harry terminou de fazer pedaços sem nenhuma dificuldade as insignificantes tiras que permaneceram em pé.
A primeira intenção do Harry tinha sido tirar rastros ao Gina de sua residência, mas vê-la aconchegada no canto fez que lhe abrandasse o coração. Também estava a muito autêntica preocupação de que Gina saltasse pela janela antes de que ele pudesse chegar até ela. Parecia achá-lo bastante assustada para tentá-lo.
Ele não a queria assustada. Harry suspirou deliberadamente, prolongando o som durante longos instantes, e logo se apoiou despreocupadamente no gonzo da porta. Olhou ao Gina e lhe sorriu enquanto esperava a que recuperasse o controle de si mesmo.
Harry decidiu que utilizaria a razão e as palavras doces para fazê-la vir para ele.
- Poderia ter chamado, Harry.
A mudança que teve lugar em sua esposa ocorreu de uma maneira muito rápida. Agora Gina já não estava aconchegada em um canto, mas sim de pé ante ele e franzindo o cenho com um olhar que dizia ao Harry que não ia atirar se por nenhuma janela. Não obstante, podia estar pensando em tratar de empurrá-lo por alguma.
Harry tentou não tornar-se a rir, reconhecendo que o orgulho de Gina era importante para ambos. Maldição, tampouco gostava de nada vê-la encolhendo-se ante sua presença!
- E me tivesse aberto a porta, esposa? - perguntou, falando em um tom suave e persuasivo.
- Não me chame esposa, Harry. Vi-me obrigada a pronunciar esses votos, e agora olhe o que lhe tem feito a minha porta. Graças a seu falta de consideração, terei que dormir com uma corrente de ar soprando ao redor de minha cabeça.
- Ah, então teria aberto a porta? - perguntou Harry, sorrindo. Estava desfrutando enormemente com a indignação de Gina. Remus tinha razão quando dizia que Gina gostava de mandar. Sua porta, certamente!
Gina era visão realmente magnífica, disso não cabia dúvida. Os cabelos lhe caíam por debaixo dos ombros, e o fogo que ardia dentro da chaminé projetava um profundo resplendor avermelhado sobre seus cachos. Suas mãos tinham voltado para os quadris, suas costas se achava tão reta como uma lança e a abertura de sua bata se prolongava quase até sua cintura, proporcionando ao Harry uma generosa visão do espaço que havia entre seus opulentos seios.
Harry se perguntou quanto tempo teria que transcorrer antes de que Gina se desse conta do que vulnerável de sua situação. Aquele penhoar que ficava tão grande ia afrouxando-se pouco a pouco. Harry já se precaveu de que Gina não levava nada debaixo do objeto que a cobria. Os joelhos de Gina o espionavam desde debaixo dela.
Então o sorriso foi desaparecendo lentamente do rosto do Harry. Seus olhos também se obscureceram. Sua concentração se estava vendo submetida a uma dura prova, e de repente descobriu que o único no que podia pensar era em tocar ao Gina.
Gina se perguntou o que lhe estaria ocorrendo ao Harry. Sua expressão se tornou tão negra como sua túnica e, céus, como desejou que não parecesse tão arrumado.
- É obvio que eu não teria aberto a porta, Harry, mas mesmo assim seria devido chamar - disse, balbuciando aquela declaração tão ridícula enquanto se sentia como uma estúpida. Se ao menos ele deixasse de olhá-la como se quisesse…
- Alguma vez há dito uma mentira? - perguntou Harry quando viu que o medo retornava aos olhos de Gina.
Sua pergunta a pilhou despreparada, como tinha sido sua intenção que ocorresse. Harry se ergueu lentamente e entro na residência.
- Eu sempre te hei dito a verdade, sem importar quão dolorosa fora - respondeu Gina - . E isso é algo que a estas alturas já tem que saber - acrescentou, lhe lançando um olhar de desgosto enquanto punha-se a andar para ele para que Harry pudesse ouvir com toda claridade sua próxima recriminação.
Gina estava decidida a lhe dizer o que pensava, e sem dúvida o teria feito se não tivesse esquecido que seu penhoar era muito longo e que a banheira de madeira se encontrava diretamente em seu caminho. Tropeçou com a prega do objeto e o dedo gordo de seu pé se chocou com a base da banheira, depois do qual tivesse caído dentro da água se Harry não a tivesse agarrado a tempo.
Seu braço se deslizou ao redor da cintura de Gina quando esta se inclinou para esfregar o dedo dolorido.
- Cada vez que estou perto de você, sempre acabo ferida de uma maneira ou outra.
Estava murmurando para si mesmo, mas Harry ouviu cada palavra. Seu protesto foi imediata.
- Eu nunca te tenho feito mal - insistiu.
- Bom, me ameaçou fazendo isso disse Gina. Então se incorporou, e foi nesse momento quando se deu conta de que o braço dele se achava ao redor de sua cintura - . Me solte - exigiu.
- Levo-te a minha residência como se fosse um saco de trigo, ou caminhará junto a mim tal como deveria fazer uma recém casado? - perguntou Harry, enquanto ia obrigando-a a voltar-se lentamente até deixar a de face a ele.
Gina estava lhe olhando o peito. Harry lhe subiu delicadamente o queixo.
- por que não me deixa em paz? - perguntou Gina, lhe sustentando finalmente o olhar.
- Tentei-o, Gina.
Ela pensou que a voz do Harry soava como uma carícia, tão suave como a brisa do verão.
O polegar do Harry já lhe estava acariciando a curva do queixo. Como era possível que um contato tão diminuto e insignificante tivesse um efeito tão devastador sobre ela?
- Tenta me enfeitiçar - murmurou Gina, mas não se separou quando o polegar do Harry passou a acariciar seu sensível lábio inferior.
- É você quem me enfeitiça - admitiu Harry. Sua voz tinha enrouquecido. O coração de Gina deixou de bater. Apenas se podia conter a respiração. Sua língua roçou a ponta do polegar do Harry. Foi tudo o que se permitiu, aquele pequeno prazer que fez que uma rápida sacudida descendesse raudamente por suas pernas. Ela o enfeitiçava? Pensá-lo era tão agradável como os beijos do Harry. Queria que ele a beijasse. Só um beijo, disse-se, e logo lhe exigiria que se fora.
Sulcam parecia dar-se por satisfeito permanecendo de pé ali durante toda a noite. Gina não demorou para impacientar-se. lhe separando as mãos, ficou nas pontas dos pés para depositar um único e casto beijo no vão de seu queixo.
Como Harry não reagiu, Gina se encorajou um pouco e lhe colocou as mãos nos ombros. Ele tinha baixado o olhar para ela e isso facilitou a tarefa, mas mesmo assim Gina titubeou quando o sentiu enrijecer-se junto a ela.
- Eu te daria um beijo de boa noite - explicou-lhe, sem reconhecer apenas sua própria voz - . Eu gosto de muito te beijar, Harry, mas isso é tudo o que vou permitir.
Harry não se moveu. Gina nem sequer podia senti-lo respirar. Não sabia se sua admissão o tinha enfurecido ou comprazido, e seguiu sem sabê-lo até que seus lábios tocaram os do Harry. Então soube que lhe gostava de beijar quase tanto como a ela.
Gina suspirou, satisfeita.
Harry grunhiu, impaciente.
Não lhe deu sua língua até que ela assim o pediu, utilizando a sua para empurrá-lo a responder. Então ele assumiu o controle, afundando profundamente sua língua dentro da boca de Gina.
Gina não queria parar. Quando se deu conta disso se afastou do Harry.
As mãos dele repousavam sobre os quadris de Gina. Deixou que ela se tornasse atrás, esperando com grande curiosidade ver o que faria a seguir. Gina era imprevisível.
Gina não se sentia capaz de levantar a vista para ele. Um autêntico rubor cobria suas bochechas.
de repente Harry tomou em seus braços, sorrindo ante a maneira em que ela sujeitou a beira de seu penhoar ali onde este se separava nos joelhos. Esteve a ponto de lhe mencionar que sua modéstia tinha eleito um lugar bastante equivocado, dado que ele a tinha cuidado quando se achava tão doente. Mas Gina se ficou rígida entre seus braços, e Harry decidiu não tirar reluzir aquele tema.
Quando tinham baixado a metade dos degraus, Gina se deu conta do pouco preparada que se encontrava para passar a noite com o Harry.
- Deixei-me minha camisola de dormir acima - balbuciou - . Dormir levando a roupa que uso durante o dia é uma coisa, mas isto é tão enorme e…
- Não necessitará nada - interrompeu-a Harry.
- Sim que o necessitarei - murmurou Gina.
Harry não respondeu. Gina soube que tinha perdido a discussão quando a porta do dormitório do Harry se fechou com um golpe seco. Desgraçadamente, encontrava-se dentro da residência dele.
Harry depositou ao Gina na cama e retornou à porta. Deslizou a tabela de madeira através dos aros. E logo se voltou, cruzou lentamente os braços em cima do peito e lhe sorriu.
Aquele atraente racho havia tornado a aparecer no lado de sua bochecha. Gina a tivesse chamado uma covinha, e entretanto aquela era uma descrição incorreta para um homem do tamanho e o poderio do Harry. Os guerreiros não tinham covinhas.
Sua mente estava divagando. A culpa era dele, naturalmente. Vá, mas se se limitava a ficar plantado ali, olhando-a! Gina se sentia como um ratoncito encurralado por um lobo faminto.
- Está tratando de me assustar? - perguntou Gina, parecendo aterrorizada.
Harry sacudiu a cabeça. Percebeu o medo dela, e então compreendeu que aquele sorriso forçado não havia ajudado em nada.
- Não te quero assustada. - Pôs-se a andar para ela, acrescentando - : Prefiro-te sem medo, embora possa entender que a primeira vez assuste a uma virgem.
Seu intento de tranqüilizá-la não teve êxito. Harry chegou rapidamente a essa conclusão quande Gina saltou da cama.
- A primeira vez? Não te deitará comigo, Harry - gritou.
- Sim, o farei - respondeu ele.
- Que me veja obrigada a dormir junto a você é uma coisa, mas isso é tudo o que vai passar esta noite!
- Agora estamos casados, Gina. que um marido se deite com sua esposa na noite de casamentos é um acontecimento do mais habitual.
- E também é habitual que se obrigue a uma dama a casar-se? - perguntou ela.
Ele se encolheu de ombros. Gina parecia achar-se à beira do pranto. Harry decidiu que voltaria a colocá-la furiosa, porque preferia isso às lágrimas.
- Era necessário - disse-lhe.
- Necessário? O que quer dizer com isso é que era o mais conveniente, verdade? me diga uma coisa, Harry. Também será necessário que me force esta noite? - perguntou, e logo seguiu falando sem lhe dar ocasião de que chegasse a lhe responder - : Nem sequer te incomodou em tomar o tempo de me explicar quais eram seus razões para este matrimônio. Isso é imperdoável por seu parte.
- Realmente esperava que te explicasse minhas ações? - rugiu Harry. Logo lamentou quase imediatamente sua falta de controle, porque Gina já havia tornado a se sentar na beira da cama e estava retorcendo-as mãos.
Harry tratou de acalmar-se e foi até a chaminé para deter-se diante dela. Movendo-se com uma deliberada lentidão, começou a desfazer as ataduras que fechavam o pescoço de sua túnica. Não separou nem por um só instante seu olhar de Gina, querendo que ela visse o que estava fazendo.
Ela tentou não olhá-lo, mas Harry era uma presença entristecedora a que não podia ignorar. Sua pele se achava bronzeada pelo sol, e agora o resplendor do fogo a voltava dourada. O jogo dos músculos ficou alarmante revelação assim que Harry se inclinou para tirá-las botas.
O certo era que ela queria tocá-lo. A admissão funcionava tão assombrosa que Gina sacudiu a cabeça. Tocá-lo, nada menos! O que queria realmente era vê-lo fora daquela residência. Mas isso, pensou com um suspiro que se estendeu até os dedos de seus pés, não tinha nada que ver com a verdade que sentia.
- Você pensa que sou uma rameira - balbuciou Gina subitamente - . Sim, vivendo com um sacerdote expulso… Essas foram seus palavras, Harry - recordou-lhe - . Você nunca quereria te deitar com uma rameira.
Rezou para que não estivesse equivocada.
Harry sorriu ante a maneira em que ela acreditava havê-lo convencido.
- As rameiras contam com certas vantagens sobre as virgens que carecem de experiência, Gina - disse-lhe - . Você, naturalmente, já entende a que me refiro.
Não, sem dúvida ela não entendia a que se estava refiriendo Harry. Mas agora não podia lhe dizer isso, verdade? A decepção que sentia Gina tinha começado a voltar-se incontrolável.
- Não contam com certas vantagens - murmurou Gina.
- Não pretenderia dizer contamos?
Gina se deu por vencida. Não era uma rameira, e sabia que ele também era consciente desse fato.
Como ela não respondeu, Harry chegou à conclusão de que Gina se veria obrigada a mentir se continuava falando.
- Uma rameira conhece todas as maneiras de comprazer a um homem, Gina - disse-lhe.
- Eu não sou uma rameira e você sabe.
Harry sorriu. OH, como o comprazia sua honestidade! Harry era um homem que se acostumou a fazer frente a traições, e entretanto sabia com toda certeza que tivesse apostado sua vida a que Gina nunca lhe mentiria.
tirou-se o resto da roupa e foi até o outro lado da cama. As costas de Gina se achava volta para ele. Harry viu como os ombros de Gina se enrijeciam até o ponto de ruptura quando ele se separou os cobertores e se meteu na cama. Dando-a volta, apagou a chama da vela e logo deixou escapar um ruidoso bocejo. Se Gina o tivesse estado olhando, em seguida teria sabido que o bocejo era uma flagrante mentira. A excitação do Harry era óbvia, inclusive para alguém tão ingênuo como sua assustadiça esposa.
- Gina…
Gina não suportava a maneira em que ele pronunciava seu nome quando estava irritado com ela. Harry sempre prolongava as últimas sílabas até fazê-lo soar como se em realidade seu nome fora Jane.
- Eu não me chamo Jane - murmurou.
- Vêem a cama.
- Não estou cansada.
A observação não podia ser mais estúpida, mas Gina se encontrava muito assustada para ser inteligente. Tivesse devido escutar mais histórias da Marta, mas agora já era muito tarde para fazer algo a respeito. OH, Deus, pensou que ia vomitar em qualquer momento. E perder seu jantar diante do Harry seria realmente humilhante, verdade? O mero feito de pensá-lo fez que lhe revolvesse o estômago, o qual intensificou ainda mais sua preocupação.
- Não sei o que fazer…
Aquele suspiro cheio de angústia rasgou o coração ao Harry.
- Gina, lembra-te da primeira noite que passamos juntos em minha loja? - perguntou-lhe.
Sua voz era doce e suave. Gina pensou que possivelmente estava tratando de tranqüilizá-la.
- Essa noite te prometi que nunca te forçaria. E tenho quebrado alguma vez a palavra que te dei a respeito de alguma questão? - perguntou Harry.
- Como vou saber? - replicou Gina - . Você nunca me deu sua palavra a respeito de nada. - voltou-se para ver se ia tratar de agarrá-la. Aquilo foi um engano, porque Harry não se incomodou em tampar-se com o cobertor. achava-se tão nu como um lobo.- te tampe, Harry. Não é decente que me permita ver seus… pernas.
Gina estava voltando a ruborizar-se e Harry não soube durante quanto tempo poderia manter aquela fachada de tranqüila despreocupação.
- Desejo-te, Gina, mas quero que você também o deseje. Conseguirei que termine rogando-o, embora faça falta toda a noite para isso.
- Eu nunca suplico.
- Fará-o.
Gina o olhou aos olhos, tentando descobrir se Harry estava tratando de enganá-la ou não. Sua expressão não lhe disse nada a respeito do que estava pensando, e Gina se mordiscou o lábio inferior enquanto se preocupava.
- Promete-me isso? - perguntou finalmente - . Promete-me que realmente não me forçará?
Harry deixou que ela visse sua exasperação no mímico instante em que assentia. Decidiu que manhã faria saber ao Gina que não devia interrogar o de semelhante maneira. Por aquela noite, não obstante, permitiria sua transgressão.
- Confio em você - murmurou ela - . É estranho, mas acredito que sempre confiou em você.
- Sei.
Gina chegou a sorrir ante a arrogante observação do Harry. Logo deixou escapasse um suspiro de alívio. Voltava a sentir-se a salvo.
- Como não permitiste que trouxesse minha camisola de dormir, terei que utilizar uma de seus camisas - disse.
Gina não esperou a obter a permissão do Harry. Foi até sua arca, levantou a tampa e pinçou entre os objetos até que encontrou uma de suas camisas. Não sabia se Harry a estava olhando ou não, por isso manteve as costas volta para ele enquanto se tirava o penhoar e ficava a camisa de seu marido.
O objeto quase não chegava a lhe cobrir os joelhos. Gina se apressou a meter-se debaixo das mantas, e sem dúvida essa foi a razão pela que seu corpo chocou acidentalmente com o do Harry.
Logo demorou um tempo imensamente longo em dispor as mantas a sua inteira satisfação. Gina não acreditava que fora correto tocar ao Harry, mas sim queria aproximá-lo suficiente a ele para que pudesse sentir um pouco de seu calor. Finalmente ficou acomodada. Exalou um suspiro. Tinha abrigado a esperança de que a essas alturas Harry já se teria fartado de seus movimentos. Para falar a verdade, queria agarrá-lo e atirar dele até deixá-lo pego a seu corpo. Bem sabia Deus que ela estava acostumada a que a agarrassem e a levassem de um lado a outro, e se tinha que admitir a verdade, em realidade inclusive gostava de um pouco que o fizessem. Gina sempre terminava aconchegada junto ao Harry, sentindo-se cômoda e a salvo. E quase querida. Aquilo era uma fantasia, mas Gina se permitia fingir de todas maneiras Não tinha pecado algum em fingir, verdade?
Harry não tinha nem idéia do que estava ocorrendo dentro da cabeça de Gina. Só conseguir que se metesse na cama tinha requerido muito mais tempo do que previu inicialmente. Seu ritual noturno de nadar no lago de gélidas águas era um esforço insignificante comparado com a dura prova pela que Harry estava passando agora. O prêmio merecia o tortura, não obstante. Com esse pensamento na mente, Harry se voltou sobre o flanco. Apoiando a cabeça em seu cotovelo, baixou o olhar para sua esposa. Surpreendeu-lhe encontrar-se com que ela também o estava olhando, porque realmente esperava achá-la escondida debaixo das mantas.
- boa noite, Harry - murmurou-lhe ela, lhe dirigindo outro sorriso.
Harry queria mais, muito mais.
- me dê um beijo de boa noite, esposa.
Seu tom era arrogante, mas Gina não se sentiu nada afetada por ele.
- Já te dei um beijo de boa noite - recordou-lhe com doçura enquanto lhe dirigia um franzimento de cenho - . Tão insignificante foi que já te esqueceste que esse beijo?
Estaria jogando com ele? Harry decidiu que isso era o que estava fazendo, e provavelmente devido ao segura de si mesmo que se sentia. Também se sentia vitoriosa. Ah, Gina confiava nele, e embora isso comprazia ao Harry, aquele surdo palpitar ia incrementando-se dentro dele e perturbada sua concentração. Não podia se separar o olhar da boca de Gina, e foi incapaz de deter-se quando lenta, indevidamente, começou a fazer descender sua boca para a dela. Seu braço lhe rodeou a cintura, lhe contando qualquer retirada no caso de que Gina tentasse se separar-se dele. Harry se prometeu a si mesmo que não forçaria o beijo, e que se limitaria a manter ao Gina junto a ele até que pudesse encontrar alguma maneira de raciocinar com ela.
Sua boca se posou sobre a de Gina em um beijo que estava concebido para derreter qualquer classe de resistência. Sua língua se inundou dentro da boca de Gina, ávida e quase selvagem em sua busca do acasalamento com ela. Harry queria lhe dar prazer, e um instante depois soube que o tinha obtido quando a língua de Gina tocou a sua e sua mão lhe acariciou suavemente a bochecha.
Harry capturou o suspiro dela quando voltou ainda mais profundo seu beijo. Sua mão acariciou o pescoço de Gina enquanto seu polegar descrevia um lânguido círculo sobre o pulso desenfreado que estava percebendo.
Gina queria aproximar-se um pouco mais ao calor do Harry; beijá-lo-a fazia sentir-se maravilhosamente bem. Suas mãos se deslizaram ao redor do pescoço do Harry, e quando este mostrou seu prazer ante a agressão de Gina emitindo um suave grunhido, ela voltou a sorrir junto à boca dele.
Harry elevou a cabeça para olhá-la. Gina parecia achar-se totalmente satisfeita. encontrou-se lhe devolvendo o sorriso sem que pudesse explicar a razão. Quando sentiu como os dedos de Gina roçavam hesitantemente a curva de sua nuca, Harry não pôde resistir a tentação de voltar a beijá-la. O lábio inferior de Gina ficou facilmente capturado entre seus dentes e Harry atirou dele, fazendo que Gina se elevasse para seu corpo. Ela riu, deleitada. Harry gemeu, atormentado.
O beijo se voltou intenso e apaixonado. Harry capturou o rosto de Gina entre suas mãos, e quando ela começou a responder, permitiu que aquela resposta alimentar a fome que ardia dentro do ele.
Gina gemeu e lhe aproximou um pouco mais, até que os direitos de seus pés estiveram esfregando-se contra o duro pêlo das pernas do Harry.
Então Harry colocou fim aos inquietos movimentos de Gina lhe deixando presas as pernas entre suas grossas coxas. Sua boca não abandonou nem por um só instante a de Gina. Harry estava dando um autentico banquete com ela, empregando sua língua para saquear o doce interior que Gina lhe oferecia de tão boa vontade.
Não podia chegar a ter suficiente dela. O beijo se voltou selvagem, faminto. As mãos do Harry tinham passado de ser tão indisciplinadas como sua boca, amansando e excitando enquanto suas carícias foram descrevendo um cálido atalho dos ombros até a base da coluna vertebral de Gina. Estremecimentos de puro êxtase fizeram tremer ainda mais violentamente ao Gina. Parecia haver-se voltado incapaz de reter um pensamento e agarrar-se a ele, e era como se já não pudesse salvar-se a si mesmo. Sua mente estava sendo regida por todas aquelas sensações eróticas, tão novas para ela, que pouco a pouco foram alagando seu corpo.
Gina se removeu entre a firme presa com a que a sujeitava Harry. sentia-se atraída por seu calor, até que de repente sentiu o duro avivar-se do Harry sobre o lugar onde se uniam as pernas dela. Deixou escapar um ofego afogado e tratou de se separar-se, mas o cálido beijo do Harry já estava afastando tudo seu medo. O calor era incrível. A mente de Gina se rebelava contra aquela intimidade, mas seu corpo sabia como responder a ela. Gina capturou instintivamente ao Harry e o manteve ali, empregando suas coxas para embalá-lo. Permitiu que o calor fora penetrando lentamente, mas quando Harry começou a mover seus quadris e sua excitação começou a esfregar-se contra ela, Gina tentou detê-lo. Suas mãos sujeitaram as coxas do Harry e o empurrou. Ao princípio pensou que o estava fazendo deter-se, mas quanto mais se movia ele, mais fraco ia voltando-a resistência dela. Seu contato inflamou as brasas do desejo dentro de Gina, e não transcorreu muito tempo antes de que se encontrasse agarrando-se a ele, lhe afundando as unhas nas costas para mantê-lo firmemente unido a ela.
Harry se deu conta de que Gina começava a assustar-se ante o desejo que se apropriou dela, mas estava decidido a fazê-la responder com idêntica paixão. Suas mãos rodearam suas nádegas, quase bruscamente. Harry a levantou em velo e a colocou em cima permitindo que Gina pudesse sentir a totalidade dele. Um tênue som de acasalamento escapou das profundidades de seu peito, um som primitivo e erótico, tão mágico como a canção das sereias, que chamava o Gina e a fascinava. Gina não pôde resistir a ele, e beijou ao Harry com um selvagem e desenfreado abandono.
A resposta totalmente desinibida de Gina empurrou ao Harry até levá-lo mais à frente do limite da prudência. Separou-se bruscamente sua boca da dela e começou a estampar cálidos beijos ao longo da coluna de seu pescoço. Tentou recuperar o controle, mas o esforço lhe funcionou muito duro. O conterse tornou doloroso, e agora quão único queria era inundar-se dentro de Gina, encher completamente seu corpo e sua alma. Não podia fazê-lo, claro está, porque ainda era muito logo para ela. Harry se disse que não terei que apressar-se e que devia lhe dar um pouco mais de tempo ao Gina, mas sua boca e suas mãos se negaram a escutar os ditados de sua mente. Por incrível que parecesse, não podia deixar de tocá-la. Seu aroma lhe impedia de pensar, e Harry nunca tinha experiente uma paixão tão entristecedora. Saber que ainda havia muito mais por vir fez que se sentisse próximo ao estalo.
Gina sabia que tivesse devido colocar freio a todas aquelas liberdades que Harry se estava tomando com ela. Agora se agarrava ao Harry, sujeitando-o com os braços ao redor de sua cintura. Tragou ar com uma profunda inspiração, tratando desesperadamente de controlar-se. A tarefa demonstrou ser impossível, porque Harry lhe estava torturando o pescoço com sua boca e sua língua enquanto lhe sussurrava ao ouvido umas palavras tão ousadas, sedutoras e irrepetíveis que Gina apenas se podia pensar.
Chama-a formosa e lhe contava com tudo luxo de erótico detalhe o que queria lhe fazer. Disse-lhe que o fazia enlouquecer de desejo e quando lhe separou os cabelos da face e lhe beijou a frente, Gina em seguida soube pela maneira em que estavam tremendo as mãos do Harry que não podia falar mais a sério.
Gina também sabia que Harry tivesse podido esmagar facilmente qualquer resistência que lhe oferecesse, e entretanto sua força agora já não a assustava. Quão único tinha que fazer era lhe dizer que parasse. Harry não a forçaria. Ele sempre mantinha seu poder sob controle quando se encontrava com ela e cada vez que a tocava, e utilizava um métudo ainda mais irresistível que a força para ganhar a Sim, porque Harry a cortejava com ternas carícias e suaves promessas proibidas.
Se ao menos conseguisse encontrar as forças necessárias para interpor um pouco de distancia entre eles, possivelmente poderia voltar a pensar. Com essa intenção em mente, Gina se voltou se separando-se dele.
Harry a seguiu, e então Gina se deu conta de que as mantas haviam desparecido. Agora era Harry quem a cobria, abrangendo a da maneira mais completa imaginável. Suas pernas nuas se achavam entrelaçadas e só uma fina camisa protegia sua virgindade do Harry.
Então ele também se separou aquela barreira, subindo lentamente o tecido por cima dos seios de Gina. Estava determinado a fazê-lo, e lhe tirou a camisa antes de que ela pudesse pronunciar uma sozinha palavra de negativa. Para falar a verdade, inclusive poderia havê-lo ajudado a tirar-lhe
Tudo pensamento de cautela se esfumou da mente de Gina assim que o peito do Harry tocou seus seios.
A grosa tapete de pêlo se esfregou contra seus mamilos, e Gina gemeu com autêntico prazer. A respiração do Harry a excitava quase tanto como seu contato. Era áspera, incontrolada, tão necessitada como a dela.
Harry levantou a cabeça para olhá-la. Os olhos de Gina se tornaram escuros e sonhadores.
- Você gosta de me beijar, Harry?
Ele não se encontrava preparado para aquela pergunta, e só lhe respondeu quando houve tornado a encontrar sua voz.
- Sim, Gina, eu gosto de te beijar. - Logo sorriu - . Tanto como você gosta de me beijar a mim.
- Sim que eu gosto - sussurrou ela. Estremecendo-se com o calor do desejo, passou-se nervosamente a ponta da língua pelo lábio inferior. Harry a contemplou. Logo gemeu e teve que fechar os olhos durante um instante antes de que pudesse voltar a olhá-la.
Gina estava começando a colocá-lo realmente frenético. Aquilo de Cortejar era um trabalho muito difícil. Harry queria fazer sua ao Gina. Agora. Sabia que Gina ainda não estava preparada para recebê-lo. Teria que continuar com aquela prova de resistência embora terminasse matando-o. Pensou que possivelmente pudesse fazê-lo.
Respirou fundo e depositou um beijo sobre o extremo de uma das sobrancelhas finamente arqueadas de Gina. Logo beijou a ponte de seu nariz, justo no centro de seu atraentes peca, aquelas que ele sabia Gina provavelmente tivesse negado ter.
Gina conteve a respiração, esperando que ele chegasse a sua boca. Quando Harry se voltou e passou ao lado de seu pescoço, Gina tratou de fazê-lo voltar para lugar no qual o ter.
- Quero voltar a te beijar, Harry - sussurrou.
Sabia que estava sendo muito atrevida. Sim, estava jogando com um fogo proibido. Gina se disse que se agia de uma maneira tão temerária era unicamente devido ao pouco preparada que se achava. Ninguém lhe tinha explicado nunca como se faziam as coisas entre os homens e as mulheres. Ninguém a tinha prevenido nunca sobre o intenso prazer, e agora o prazer estava libando uma autêntica guerra com sua capacidade de raciocinar.
de repente caiu na conta de que aquela batalha fingida que estava liberando consigo mesma era meramente isso, um fingimento. Estava tentando obrigar ao Harry a que a liberasse da necessidade de tomar a decisão. Então só ele seria responsável por seu ato. Dessa maneira ela seguiria sendo uma inocente, presa pelo prazer que Harry lhe tinha imposto.
A verdade a envergonhou. Harry não a estava forçando absolutamente.
- Sou uma covarde - sussurrou.
- Não tenha medo - reconfortou-a Harry. Sua voz estava cheia de ternura.
Gina tratou de explicar-se, de lhe fazer entrega de todas as palavras e lhe dizer o muito que o desejava. Só por aquela noite, Gina queria lhe pertencer. Não acreditava que Harry pudesse chegar a amá-la jamais, mas por uma gloriosa noite queria fingir que as promessas que o fazia eram certas. Se Harry pudesse lhe dar embora só fora uma parte de si mímico, então ela se obrigaria a acreditar que bastava com isso.
- me rodeie com os braços, Gina - ordenou-lhe Harry. Sua voz foi imperiosa, mas suas mãos se moveram delicadamente enquanto se deslizavam sobre as curvas dos seios de Gina.
Então as Palmas de suas mãos cobriram a totalidade de seus seios. Gina se arqueou instintivamente contra ele, pensando que o prazer que lhe estava fazendo sentir Harry era insuportavelmente doce.
Harry ignorou seu ofego de surpresa. Utilizou os polegares para provocar aos mamilos de Gina até fazer que respondessem. Quando ambos os mamilos tiveram endurecido e começaram a resistir a sua suave pressão, foi um pouco mais para baixo e tomou um em sua boca. Sua língua era uma tortura aveludada. Harry utilizou a sucção para fazer enlouquecer ao Gina que se retorceu e gemeu ao tempo que lhe agarrava os ombros com as mãos.
Quando Harry teve terminado de ocupar-se deles, ambos os seios estavam inchados. Logo Harry voltou a cobri-los com seu peito e capturou a boca de Gina em um prolongado e abrasador beijo que só serve para despertar nela um desesperado desejo de ter ainda mais.
Harry não podia seguir esperando por mais tempo. Uma parte de sua mente sabia que ela ainda não lhe tinha dado sua permissão. Levantou a cabeça e viu rielar as lágrimas nos olhos de Gina.
- Quer que pare? - murmurou, perguntando-se no mesmo instante em que formulava a pergunta como no nome de Deus ia ser capaz de semelhante proeza - . Me conte por que está chorando, Gina - disse depois, capturando com seu polegar a primeira lágrima que escapou das pestanas dela.
- Gina não lhe respondeu. Harry tomou imperiosamente seus cabelos. Seus dedos se enredaram naqueles sedosos fios.
- E agora me dê seu honestidade, esposa, em toda sua medida. Posso ver a paixão em seus olhos. Diz, Gina. Giga que me deseja..
Sua exigência era tão irresistível como sua necessidade. Harry podia sentir o calor que ardia dentro de Gina. Seu corpo se movia inquietamente contra o seu.
- Faço mal ao te desejar, mas te desejo - sussurrou Gina - . Desejo-te tanto que me dói.
- Agora é minha esposa, Gina - respondeu Harry com voz áspera e entrecortada - . O que fazemos não está mau.
inclinou-se sobre e voltou a beijá-la, com um beijo ardente e abrasador que não tratava de ocultar nada. Ela respondeu com idêntica paixão. Quando as unhas de seus dedos se cravaram nos omoplatas do Harry, ele retrocedeu abruptamente.
- me diga que me quer dentro de você. Agora. Diga-o, Gina.
Harry a olhou aos olhos enquanto ia lhe separando lentamente as pernas com a coxa. antes de que Gina tivesse compreendido sua intenção, a mão do Harry se deslizou dentro do montículo de suaves cachos que cobriam a parte mais sensível e delicada do corpo dela. Seus dedos acariciaram e tocaram até que o calor de Gina se tornou úmero e escorregadio a causa do desejo. Durante tudo esse tempo, ele foi observando a apaixonada resposta dela.
O dedo do Harry a penetrou lentamente. Gina se arqueou instintivamente sob sua mão, lhe dando tanto prazer com aquela ação carente de inibições que Harry pensou ia morrer. Toda ela estava ardendo com uma incrível intensidade. E o calor pertencia a ele.
- Cessa este Tortura, Harry. Vêem mim.
Ele gemeu o nome de Gina um instante antes de que sua boca voltasse a tomar posse da dela. Movendo-se com toda a lentidão de que foi capaz, colocou-se entre as sedosas coxas de Gina, levantou-lhe os quadris e começou a penetrá-la. Ela se retorceu, impulsionando ao Harry para diante com a brutalidade de seu movimento.
Harry se deteve quando sentiu o escudo que protegia a virgindade de Gina.
- Coloque seus pernas ao redor de mim - disse, gemendo aquela instrução. Seu rosto descendeu para repousar em cima do pescoço de Gina. Quando sentiu que ela se movia para lhe obedecer, voltou a lhe lançar para diante. Gina soltou um grito de dor e tratou de tornar-se atrás - . Não passa nada, carinho. A dor já terminou, prometo-lhe isso. E agora guarda silêncio - sussurrou.
Harry queria esperar até que o corpo de Gina se adaptou a sua invasão, mas o palpitar já se tornou insuportável. Começou a mover-se, ao princípio lentamente e com uma força e uma necessidade crescentes depois. Sua mão ia e vinha entre eles, despertando uma febril excitação no Gina cada vez que seus dedos se esfregavam contra ela.
A dor não demorou para ficar esquecido. Harry a enchia completamente. Gina começou a mover-se com seu marido, arqueando os quadris para recebê-lo ainda mais dentro dela, e sentiu a mudança que se apropriou dele naquele momento.
O poder se desdobrou, rodeou e penetrou. Gina se deixou levar pelo êxtase das sensações, permitindo que a suavidade de seu corpo se convertesse na passagem para o poder do Harry. Agora cada um formava uma imensa parte do outro, e cada um pertencia ao outro em corpo, mente e alma.
Gina perdeu o controle. tornou-se subitamente selvagem, tendo passado a ser tão livre como uma tigresa, e se dispôs a chegar até aquele mistério da plenitude que parecia achar-se justo fora de seu alcance. entregou-se aos sentimentos, dando-se a seu marido, a seu amante. E tudo porque ele se entregou a ela.
Harry sussurrava ousadas palavras em seu ouvido, mas Gina não demorou para encontrar-se muito fora de si para que pudesse entender o que ele estava dizendo.
Não podia pensar e já só podia sentir como o poder atirava dela, acariciando e exigindo.
O clímax foi tão entristecedor que Gina gritou. O que gritou foi o nome do Harry. sentia-se aterrada, vulnerável, a salvo. Era amada.
Harry respondeu com outro explosivo clímax e um áspero grunhido. Gritou o nome dela, abraçando-a tão estreitamente que Gina pensou podia chegar a absorvê-la. E logo se desabou sobre o Gina, suspirando seu nome com autêntica satisfação.
Seus corpos estavam úmidos de transpiração, O aroma almiscarado do ato amoroso envolvia a neblina de sua paixão. Gina acariciou o ombro do Harry com sua língua, lambendo o sabor salgado dele.
Harry não acreditava que ficassem forças suficientes para roda para um lado saindo de em cima dela. Decidiu que ficaria para sempre ali onde estava.
Nunca tinha experiente semelhante satisfação. Quando por fim foi capaz de voltar a pensar com claridade, incorporou-se sobre os cotovelos para olhá-la. Os olhos de Gina estavam fechados. Suas bochechas se achavam rosadas. Havia tornado a ser uma tímida gatita, concluiu Harry com um sorriso. Deus, o que envergonhada e incômoda poderia chegar a sentir-se agora depois da maneira em que tinha respondido a ele! Harry pensou que levaria os arranhões de Gina nos ombros ao menos uma semana.
- Tenho-te feito mal? - perguntou-lhe.
- Sim - disse ela, parecendo que apenas se se atrevia a falar.
- Muito? - perguntou Harry, parecia sentir-se um pouco preocupado.
- Muito pouco.
- E te dei prazer, Gina? - perguntou Harry.
Gina se atreveu a elevar o olhar para ele. O arrogante sorriso do Harry capturou a dela.
- Sim - admitiu.
- Muito pouco?
Gina sacudiu a cabeça, agora com um sorriso. de repente compreendeu que Harry tinha quase tanta necessidade de lhe ouvir dizer até que ponto lhe tinha dado prazer como a tinha ela de lhe ouvir falar de sua própria satisfação.
- Muito, Harry.
Ele assentiu, sentindo-se profundamente satisfeito. Embora sabia que a tinha deixado totalmente saciada, sua satisfação ficou intensificada pela honestidade com que lhe tinha respondido ela.
- É uma mulher muito apaixonada, Gina - disse-lhe - . Não tem nada do que te envergonhar.
Beijou-a com uma intensa e prolongada paixão e quando voltou a olhá-la, comprouve-lhe ver que o acanhamento de Gina se esfumou. Os olhos de sua esposa se tornaram de um intenso azul. Deus, tivesse podido voltar a perder-se nela.
de repente Harry se sentiu terrivelmente vulnerável. Não tivesse podido dar nenhuma razão para aquele sentimento. Era muito alheio a sua natureza para que pudesse entendê-lo. Se não tomava cuidado com ela Gina podia convertê-lo no Sansón. Harry pensou que era mais sedutora que Dalila. Sim, Gina lhe roubaria toda sua força no caso de que ele o permitisse.
Com o sobrecenho franzido, deitou-se sobre as costas com as mãos entrelaçadas detrás da cabeça e deixando presos debaixo de seu cotovelo alguns cabelos de Gina. Logo a ignorou, cravando os olhos no teto enquanto ela se esforçava por liberar-se daquela súbita restrição.
Harry estava tratando de chegar a alguma classe de acordo com todas as verdades que exigiam sua atenção. Levava muito tempo negando-se a confrontar os fatos. A única vez que tinha sido honesto consigo mesmo era quando tocava ao Gina. Por muito corajosamente que o tentasse, nesse momento podia controla suas reações. Gina tinha chegado a significar muito para ele. O poder que tinha sobre ele realmente chegava a preocupá-lo, e Harry não era a classe de homem que se preocupava com facilidade.
Gina atirou do cobertor até tampar o queixo com ele. Jazeu imóvel sobre suas costas, mas lançou um rápido olhar de soslaio para surpreender o feroz franzimento de cenho que havia no rosto de seu marido.
assustou-se nada mais vê-lo. Tinha-lhe falhado de algum jeito? Sabia que se mostrou um pouco tímida e também algo torpe.
- Há algo que lamente agora, Harry? - perguntou com voz hesitante.
Não podia olhá-lo. Gina fechou os olhos, deixando que o medo e a vergonha fossem crescendo dentro dela.
- Nada.
A negativa tinha sido pronunciada em um tom que não podia ser mais áspero e que não tranqüilizou no mais mínimo ao Gina. sentiu-se doída e humilhada. O resplendor daqueles momentos em que estavam fazendo o amor se esfumou de repente, sendo substituído por uma desesperada sensação de fracasso que a encheu de desolação. Sem que pudesse evitá-lo, Gina se pôs-se a chorar.
Harry não lhe estava emprestando muita atenção, porque tão só fazia um instante que acabava de aceitar toda a verdade.
A admissão o deixou atônito. Aquela mulher imprevisível, capaz de lhe faltar ao respeito e que chorava o bastante ruidosamente para despertar aos mortes lhe tinha metido no coração.
de repente se sentiu tão vulnerável como aquele guerreiro chamado Aquiles do qual lhe tinha falado Gina. Sim, Aquiles não pôde sentir-se muito comprazido ao descobrir que seus calcanhares eram vulneráveis. Provavelmente se havia posto furioso, tão furioso como o estava Harry subitamente.
Não tinha nem a mais remota idéia de como ia proteger se de Gina. Decidiu que necessitava tempo para poder pensar naquela situação. Sim, tempo, e também distancia, porque era simplesmente impossível pensar todas as ramificações quande Gina se encontrava perto dele. Demônios, aquilo o enchia de fúria!
Harry suspirou, sonora e prolongadamente. Sabia o que era o que queria Gina, o que necessitava dele naquele instante. Com um gemido de frustração, separou-se o cobertor e tomou entre seus braços. Disse-lhe que deixasse de chorar, mas ela continuou soluçando em uma flagrante desobediência até que o pescoço do Harry ficou empapado ali onde repousava o rosto dela.
Gina estava totalmente decidida a lhe dizer que o desprezava e que nunca ia voltar a lhe dirigir a palavra, e que era o homem mais insensível e arrogante com o que se encontrou jamais. Mas primeiro precisava deixar de chorar, já que do contrário sua voz teria divulgado digna de compaixão em vez de enfurecida.
- E você tem algo que lamentar agora, Gina? - perguntou-lhe ele quando não pôde seguir suportando por mais tempo o som de seus soluços.
Ela assentiu, lhe atingindo o queixo com a cabeça ao fazê-lo.
- Sim - disse-lhe - . É óbvio que te dei prazer. Sei que é assim porque franze o cenho e me fala com brutalidade, mas isso se deve unicamente a que não fiz o que se supunha que tinha que fazer, Harry.
Deus, que imprevisível era! Gina estava chorando porque acreditava que não o tinha deixado satisfeito, aquela revelação fez sorrir ao Harry.
Gina se liberou bruscamente de seu abraço, voltando a lhe dar com a cabeça no queixo ao fazê-lo.
- Não quero que volte a me tocar nunca.
A ira se apropriou dela fez que se esquecesse por completo de sua nudez. O corpo do Harry reagiu rapidamente ante aquela formosa visão. Gina se encarou com ele mantendo as pernas dobradas sob seu corpo, e seus seios, magníficos, opulentos e coroados por pontas rosadas, voltaram-se muito irresistíveis para que pudessem ser ignorados. Harry estendeu a mão e rodeou o mamilo de um com seu polegar. O mamilo se endureceu antes de que Gina pudesse lhe separar o dedo de um tapa.
Então ela tentou rechaçá-lo atirando do cobertor até tampá-los seios com ele, mas Harry ganhou sem nenhuma dificuldade aquele espontâneo jogo de tira e afrouxa quando lhe arrancou o cobertor de entre os dedos e o atirou ao chão. Gina o teria seguido se ele não a tivesse pego do braço e houvesse tornado a depositá-la em cima de seu peito com um brusco puxão.
Ato seguido Harry lhe prendeu as mãos com a sua e sorriu. Um instante depois, o sorriso abandonou seus lábios de uma maneira bastante brusca quando o joelho de Gina encontrou um alvo vulnerável entre as pernas dele.
Harry gemeu e logo lhe imobilizou as pernas retesando as seus ao redor dos tornozelos de Gina, o que teve como funcionado colocar ponto final a seu debater-se. Logo lhe soltou as mãos e foi atirando suavemente de sua cabeça fazendo-a descer para ele. Podia sentir o coração de Gina palpitando contra seu peito e não havia nada que desejasse mais que dissipar sua ira a beijos, mas então se deteve quando já a tinha a só um hálito de distância.
- me escute bem, esposa - disse-lhe - . Não foi torpe, só inocente. E me deste mais prazer do que jamais tivesse acreditado possível.
Gina o olhou em silencio durante um momento que foi fazendo-se muito longo. Seus olhos voltaram a encher-se de lágrimas.
- De verdade, Harry? - perguntou depois - . Dei-te prazer?
Ele assentiu, exasperado. Logo se jurou que o primeiro que faria pela manhã seria lhe deixar muito claro que não devia interrogá-lo a respeito de nada, e um instante depois se lembrou de que já tinha jurado fazer tal coisa.
- Você também me deu prazer - murmurou.
- Sei que o fiz, Gina. - Secou as lágrimas de suas bochechas e suspirou ao ver a expressão de desgosto que apareceu no rosto dela - . Não me franza o cenho - ordenou.
- Como sabe que me deu prazer?
- Sei porque gritou meu nome e me suplicou que…
- Eu nunca suplico, Harry - interrompeu-o Gina - . Exageras.
Ele sorriu da maneira mais arrogante que se pudesse chegar a imaginar. Gina abriu a boca para lhe dizer o altivo que lhe parecia que era, mas então a boca do Harry se apropriou da sua, detendo muita efetivamente sua recriminação.
O beijo foi muito apaixonado. Gina pôde sentir como a excitação do Harry pressionava seu corpo. Removeu os quadris junto ao corpo dele com uma nervosa inquietação que, pelo fato de ser também provocadora ao mesmo tempo, excitou ainda mais ao Harry.
Harry a separou suavemente.
- E agora durma. Uma segunda vez seria muito dolorosa.
Ela colocou fim a seu protesto com outro beijo. Gina decidiu que gostava de estar em cima dele, e lhe confiou esse fato com um tímido murmúrio.
Ele sorriu, mas mesmo assim insistiu em que dormisse.
- Ordeno-lhe isso - disse-lhe.
- Não quero dormir - disse Gina ao mímico tempo que lhe mordiscava delicadamente o pescoço, estremecendo-se com uma nova consciencia de si mesmo - . Cheira tão bem… - disse-lhe. Sua língua brincou com o lóbulo da orelha do Harry, distraindo-o e lhe impedindo de pensar com claridade.
Harry decidiu colocar fim a seu jogo agora, temendo ser incapaz de deter-se antes de que voltasse a tomá-la. Não quereria feri-la, mas sabia que Gina era muito inocente para entendê-lo.
Teria que lhe mostrar até que ponto o que lhe estava pedindo que fizesse funcionaria incômodo e desagradável para ela.
Com essa intenção em sua mente, a mão do Harry se moveu entre ambos. Quando lhe colocou o dedo dentro, Gina gemeu. Suas unhas se cravaram nos ombros do Harry.
- Agora me diga que me deseja - exigiu Harry, com a voz subitamente enrouquecida pelo desejo que sentia.
O corpo de Gina se arqueou lentamente para cima. A dor e o prazer se mesclaram para converter-se em uma súbita confusão.
- Desejo-te, Harry - murmurou, lhe esfregando o peito com seus seios.
de repente Harry sentiu que perdia tudo domínio de si mesmo. sentia-se o bastante forte para vencer ao mundo inteiro. Quande Gina tentou dá-la volta para ficar deitada sobre as costas, ele sacudiu a cabeça.
- realmente me obriga a te suplicar, Harry? - perguntou ela, embora a seu marido soou mas bem como uma petição. Pensou que a voz de Gina tremia porque ela estava experimentando uma necessidade tão intensa como a sua.
E depois Harry fez desparecer com um beijo a confusão que revelava o rosto de Gina enquanto começava a penetrá-la lentamente.
Gina montou escarranchado sobre os quadris do Harry, gemendo de satisfação. Seu último pensamento coerente foi toda uma revelação. Não tinha que estar deitada sobre as costas.

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