FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

13. Por vontade...ou por dever


Fic: O LOBO - UA - NC - Adapt Por Tonks Butterfly -Ele queria vingança, mas no lugar encontrou o amor...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________



Capítulo 13
Que não é dos ágeis o correr, nem dos valentes o combate.
Eclesiastés, 9, 11


Gina estava trabalhando em sua tapeçaria. Mas sua mente não se encontrava concentrada no trabalho, porque não parava de repetir uma e outra vez as observações do Harry. A que se teria estado refiriendo exatamente quando lhe disse que ia seguir sendo seu cativa durante muito mais tempo?
Gina sabia que logo teria que lhe fazer frente. Tinha estado comportando-se como uma autêntica covarde, e era o bastante honesta para admitir a verdade. Temia ouvir as respostas do Harry.
Então a porta se abriu de repente e Hermione entrou correndo na residência. A irmã pequena do Harry estava terrivelmente alterada. Parecia achar-se à beira do pranto.
Gina se levantou de um salto.
- O que te colocou em semelhante estado? - quis saber, passando sem mais demoras à conclusão de que o responsável era Harry.
Hermione se pôs-se a chorar. Gina se apressou a fechar a porta, e depois rodeou a Hermione com o braço e a levou por volta de um dos assentos.
- Sente-se e te acalme. Vá, seguro que não pode ser tão terrível como se diria pela maneira em que lhe está tomando isso - consolou-a enquanto rezava para que estivesse no certo - . Me conte o que é o que causou semelhantes lágrimas e eu farei que tudo volte a estar como é devido.
Hermione assentiu, mas logo pôs-se a chorar novamente assim que elevou o olhar para ela. Gina se sentou na banqueta que havia diante da Hermione e aguardou pacientemente.
- Seu irmão enviou homens para que lhe levem, Gina - disse-lhe finalmente Hermione - . Harry deixou entrar o mensageiro. Por isso te ordenou voltar para seu quarto. Harry não queria que o soldado te visse.
- por que? Tudo mundo sabe que estou cativa aqui. Malfoy…
- Não me entendeste - interrompeu-a Hermione - . Remus disse ao Sirius que pensava que Harry não queria que o mensageiro visse que te estava tratando bem. - Fez uma pausa para secá-los olhos com o extremo da manga de seu traje - . Você pensa que te tratou bem, verdade, Gina?
- Santo Deus, e essa é a razão pela que está chorando? - perguntou Gina - . É obvio que me tratou bem. Basta com que olhe a seu redor, Hermione - acrescentou com um leve sorriso - . Acaso minha residência não parece o suficientemente cômoda?
- Não tivesse devido Escutar o que o mensageiro lhe estava dizendo ao Harry, mas o fiz. Sirius e Remus se encontravam ali e também ouviram até a última palavra. Harry não os fez sair. E ninguém me viu, Gina, estou segura disso.
- O mensageiro era do rei ou de meu irmão? - perguntou Gina. Em seu interior agora já se sentia terrivelmente assustada, mas sabia que teria que ocultar seu medo a Hermione. Sim, a irmã do Harry dependia da fortaleza de Gina, e ela não podia lhe falhar agora.
- Não sei de quem provinha a mensagem. Não ouvi o começo do que se estava dizendo,
- me conte o que ouviu - sugeriu Gina.
- vais ser levada imediatamente a corte do rei. O mensageiro disse que embora te tivesse… manchado… - Então lhe quebrou a voz, e Hermione teve que fazer uma pausa para recuperar a compostura. Gina se mordeu o lábio inferior até que este ficou insensível. Resistiu o impulso de agarrar pelos ombros a Hermione e lhe tirar o resto da história sacudindo-a - . vais casar te logo que chegue a Londres - concluiu Hermione finalmente.
- Já vejo - murmurou Gina - . As duas sabíamos que isto ia ocorrer, Hermione. Sabíamos que Malfoy faria algo. Pôde ouvir o nome do homem com o que me vou casar?
Hermione assentiu.
- Macnair.
A irmã se cobriu as mãos e passou a chorar incontrolablemente. Gina já não tinha que ocultar sua expressão. Pensou que ia vomitar.
- E o Harry, Hermione? - conseguiu perguntar - . O que deu a esse mensageiro? mostrou-se de acordo?
- Não disse uma palavra. O soldado disse sua mensagem e logo voltou com os outros soldados que estavam esperando diante dos muros.
- Quantos soldados enviou Malfoy?
- Não sei - murmurou Hermione - . Remus e Sirius começaram a gritar um ao outro logo que se foi o soldado. Harry não disse nada. ficou de pé diante do fogo com as mãos entrelaçadas detrás das costas.
- Não toma partido - disse Gina.
- Não te entendo.
- Seu irmão tem que assumir duas posições dentro desta casa, Hermione. É o senhor destas terras e é irmão Já imagino do que estavam discutindo Remus e Sirius. Remus quereria que entregasse o mais breve possível ao Malfoy, enquanto que Sirius estaria a favor de que se livrasse uma batalha para me manter aqui.
Hermione já estava sacudindo a cabeça antes de que Gina tivesse terminado com suas hipóteses.
- Não, Remus não quer que entregue aos homens do Malfoy - disse.
- Remus defendeu minha causa?
- Fez-o - disse Hermione - . E propôs que me enviassem com minha irmã, Luna, para lhe fazer uma breve visita. Preocupa-lhe que tudo isto seja muito para mim. Não quero ir a nenhum lugar. Luna é muito maior que eu, e seu marido é um homem muito raro…
Gina se levantou e foi lentamente para a janela. Abriu os portinhas e contemplou a paisagem. Era consciente de que precisava controlar a ira abrasadora que estava começando a crescer dentro dela.
- Sabia, Hermione, que um criança espartano era separado de sua mãe a uma idade muito prematura e enviado a viver com os soldados? Aos garotinhos lhes ensinava a roubar. Ser um bom ladrão estava considerado como um sinal de astúcia.
- pode-se saber do que está falando, Gina? Como pode me contar histórias agora?
Gina se voltou, deixando que Hermione visse as lágrimas que corriam por suas bochechas. Hermione nunca a tinha visto chorar antes.
- Encontro um grande consolo nas velhas historia, Hermione. Funcionam-me muito familiares. Assim que me tenha tranqüilizado, poderei pensar com claridade. Então poderei decidir o que é o que é o que terá que fazer.
Impressionada pela dor que viu nos olhos de seu amiga, Hermione se apressou a sentir submisamente.
Gina se voltou novamente para a janela e olhou por ela. Contemplou o penhasco inferior. E quem dará de comer a meu lobo quando eu tenha ido daqui?, perguntou-se. O mais estranho de tudo foi que nesse momento a imagem do Harry foi a sua mente. Por um instante o confundiu com o lobo, e foi então quando compreendeu que Harry tinha tanta necessidade de que cuidassem dele como a besta selvagem de Gina, provavelmente mais ainda.
Aquela repentina necessidade de endireitar a sombria existência que estava levando Harry até que pudesse chegar a sentir-se satisfeita dela não tinha absolutamente nenhum sentido para o Gina.
- Meu tio e eu nos sentávamos diante do fogo cada noite. Eu aprendi a tocar o salterio. Algumas noites meu tio me acompanhava com sua viola quando não se encontrava muito cansado. Eram uns momentos cheios de paz, Hermione.
- Não havia ali ninguém jovem, Gina? Cada vez que contas uma história, falas de pessoas anciãs e frágeis…
- O tio Berton vivia na mansão dos Grinsteade. O barão Morton já era muito velho. E então os pais Robert e Samuel também deveram viver conosco. Tudos se levavam muito bem, mas eu era quão única jogava xadrez com o barão Morton. Ele sempre estava tentando fazer armadilhas. Meu tio dizia que aquilo não era nenhum pecado, mas sim como era tão velho, o barão se tornou muito cascarrabias e lhe dava de fazer esse tipo de coisas.
Gina ficou calada e não voltou a falar durante um bom momento. Hermione contemplava o fogo enquanto Gina contemplava a noite.
Esta vez não estava dando funcionado. O intento de Gina de obter o controle não ia ter nenhum êxito. Podia sentir como sua compostura se rachava. A fúria ia crescendo dentro dela.
- Temos que encontrar a alguém para que te proteja - murmurou Hermione.
- Se me vejo obrigada a retornar com o Malfoy, tudos meus planos ficarão arruinados. Ia a Escócia. Patricia teria me acolhido em sua casa.
- Gina, Escócia é o lugar onde… - Hermione se dispunha a Explicar que sua irmã Luna vivia em Escócia e estava casada com um primo do rei de Escócia, mas não lhe chegou a dar a ocasião de explicar-se.
- E por que, em nome de Deus, estou-me preocupando a respeito de que meus planos vão ver-se arruinados? Malfoy me matará ou entregará ao Macnair, e então Macnair me matará. - Gina deixou escapar uma áspera gargalhada, com o que fez que um súbito estremecimento descendesse pelas pernas da Hermione - . Sigo sem poder acreditar que Malfoy vá tomar se tantas moléstias comigo. Quando perseguiu o Harry depois que sua fortaleza tivesse sido destruída, eu pensava que unicamente queria matar ao Harry. Mas agora enviou homens a por mim. - Gina fez uma pausa e sacudiu a cabeça - . Não entendo absolutamente nada de tudo isto.
antes de que Hermione pudesse lhe oferecer seu consolo, Gina deu meia volta e pôs-se a andar para a porta.
- Tem que permanecer aqui, Gina - disse-lhe Hermione - . Harry não te deu permissão para…
- Tenho que encontrar um protetor, Hermione. Tudo se reduz a isso verdade? - gritou-lhe por cima do ombro - . Bom, pois Harry é perfeitamente capaz de encarregar-se desse trabalho.
- O que vais fazer?
- Seu irmão fará partir aos homens do Malfoy. E eu vou lhe dar instruções sobre isso agora mesmo.
antes de que Hermione pudesse acautelar ao Gina, seu amiga já tinha saído pela porta e corria escada abaixo. Hermione se apressou a segui-la.
- Gina, realmente pensa dar instruções a meu irmão? - perguntou-lhe com voz que tremia de preocupação.
- Sim! - gritou Gina.
Hermione teve que sentar-se nos degraus. A súbita mudança que acabava de ter lugar no Gina a tinha deixado totalmente atônita. Sua querida amiga tinha perdido o julgamento. Hermione viu como Gina continuava descendo pelos degraus circulares, com seus cabelos ondeando detrás dela. Só quande Gina teve desaparecido no seguinte nível, caiu Hermione na conta de que tivesse devido tratar de detê-la. Por muito aterradora que fosse a perspectiva, estava totalmente decidida a fazer frente a Harry ficando de parte de seu amiga. Vá, mas se possivelmente inclusive poderia chegar ao extremo de lhe levantar a voz a seu irmão!
Gina chegou à entrada da sala e se deteve para recuperar o fôlego. Remus e Sirius estavam sentados um em frente do outro na mesa onde se jantava. Harry permanecia de pé dando as costas à entrada, diretamente diante do fogo que ardia na chaminé.
Remus acabava de terminar seus comentários a seus irmãos. Gina só ouviu quão último estava dizendo.
- Então estamos de acordo em que Harry a levará a…
Gina em seguida chegou à conclusão de que tudo mundo pensava que entregá-la aos homens do Malfoy era uma boa idéia.
- Não vou a nenhuma parte!
Seu alarido obteve uma reação imediata. Harry foi voltando-se muito devagar e a olhou. Gina lhe devolveu o olhar durante um instante que foi fazendo-se muito longo, e logo dirigiu sua atenção para os irmãos Harry. Sirius teve a audácia de sorrir, como se encontrasse divertido seu arranque de ira, enquanto que Remus, quem por natureza sempre levava a contrária em tudo, franzia o cenho.
Harry não mostrou absolutamente nenhuma reação. Gina se recolheu as saias e logo foi para a plataforma, andando muito devagar para terminar detendo-se ante ele.
- Capturou-me, Harry. A decisão de fazer tal coisa foi tua - anunciou - . Agora eu tenho que te comunicar uma decisão. vou seguir prisioneira. -E por que não ia as ouvir?, perguntou-se Gina. Virtualmente lhe tinha rugido sua decisão à face.
Como Harry seguiu olhando-a em silêncio, Gina pensou que podia estar tratando de assustá-la. Bom, pois esta vez não ia lhe dar funcionado.
- Terá que ficar comigo, Harry.
Maldição, tremia-lhe a voz.
Remus se levantou com tal brutalidade que fez cair sua cadeira. O ruído atraiu a atenção de Gina e a impulsionou a aproximar-se lentamente para a mesa com as mãos apoiadas nos quadris.
- Já pode ir apagando essa expressão de sua face, Remus, ou prometo a Deus que lhe apagarei isso de uma bofetada - disse-lhe.
Sirius olhava ao Gina. Nunca lhe tinha visto tão furiosa. Realmente pensava que Harry a enviaria de volta com o Malfoy? A súbita compreensão o fez sorrir. Pobre Gina. Era evidente que não conhecia muito bem ao Harry, e Sirius em seguida chegou à conclusão de que Gina tampouco era consciente de sua própria importância. Tinha conseguido enfurecer-se, certamente. Gina era muito doce e delicada, mas acaso não a tinha visto ele desafiar ao Harry? Se não o tivesse visto, Sirius nunca o teria acreditado possível. Que Deus o ajudasse, porque de repente começou a rir.
Gina o ouviu e se voltou para ele para fulminá-lo com o olhar.
- Encontra divertido tudo isto, Sirius?
Sirius cometeu o engano de assentir. Logo elevou o olhar para o Gina com o tempo justo de ver como esta lançava uma das jarras de cerveja contra sua cabeça. Sirius esquivou a jarra, e quande Gina se apressou a agarrar outra, então Remus alargou a mão por cima da cabeça dela e a tirou de entre os dedos. Os dois ficaram imóveis o um ao lado do outro junto à plataforma. Gina empurrou energicamente ao Remus com seu quadril. O irmão médio perdeu o equilíbrio e se desabou para trás.
Aterrissou sobre seu traseiro, Remus possivelmente teria podido deter a caída se o tamborete não tivesse ficado preso entre seus pés. Gina contemplou seus patéticos esforços antes de voltar-se novamente para o Sirius.
- Não volte a rir nunca de mim - exigiu.
- Vêem aqui, Gina - ordeno Harry. Estava apoiado no suporte da chaminé, e parecia o bastante aborrecido para que pudesse ficar dormido em qualquer momento.
Gina obedeceu sem pigarrear, e já quase tinha cruzado a sala antes de que se desse conta do que estava fazendo. Então se deteve e sacudiu a cabeça.
- Já não recebo ordens de você, Harry - disse - . Não tem nenhum direito sobre mim. Para você só sou um peão. me mate se assim o desejar. Preferiria-o antes que ser enviada de retorno com o Malfoy.
As unhas dos dedos lhe estavam afundando nas Palmas, e não conseguia fazer que suas mãos deixassem de tremer.
Harry não se separou o olhar dela nem por um só instante.
- Remus, Sirius: nos deixem. - A ordem foi dada em um tom muito suave, mas havia um inconfundível fio resistente em sua voz - . E levem a sua irmã com vós.
Hermione tinha estado escondendo-se detrás da parede junto à entrada. Quando ouviu a ordem do Harry, entro correndo na sala e disse:
- Eu gostaria de ficar aqui, Harry, se por acaso se dá o caso de que Gina me necessite.
- Irá com seus irmãos - declarou Harry. Seu tom se esfriou subitamente, colocando fim de uma maneira muito efetiva a qualquer novo protesto.
Sirius agarrou do braço a Hermione.
- Se quiser que fique, Gina…
- Não tente desobedecer a ordem de seu irmão - interrompeu-o Gina. Não tinha tido intenção de lhe gritar, mas o fez.
Hermione se pôs-se a chorar, coisa que renovou a ira de Gina. Estendeu a mão para ela e lhe deu uns tapinhas no ombro, mas não conseguiu sorrir.
- Não me vou casar com o Macnair - disse - . O certo é que não me vou casar com ninguém.
- Sim que vais fazer o - disse Harry, e chegou a lhe sorrir enquanto o fazia aquela promessa.
Gina sentiu como se acabará de esbofeteá-la. Deu um passo atrás, sacudindo a cabeça em uma veemente negativa.
- Não me casarei com o Macnair.
- Não, não te casará com ele.
A resposta do Harry deixou o bastante confusa ao Gina para provocar uma submissão temporária nela.
Harry já não estava olhando ao Gina. Agora contemplava como seus irmãos foram para a entrada com a Hermione. Os três se estavam tomando seu tempo para sair da sala, comportando-se como se levassem couraças cravadas às reveste de suas botas. Era evidente que estavam decididos a escutar a maior parte possível daquela conversação com o Gina. Harry descarregou a culpa dessa amostra de insubordinação diretamente sobre os ombros de Gina. Sim, tudo era culpa dela. antes de que Gina entrasse em suas vidas, os irmãos do Harry sempre tinham sido muito obedientes.
Pró do momento em que lady Gina tinha colocado os pés naquela casa, tudo havia se tornado do reverso.
Harry se disse que não gostava de nada as mudanças, no mesmo instante em que reconhecia que ainda havia mais mudanças por chegar. Estava seguro de que se encontraria com alguma resistência, especialmente por parte do Sirius. O irmão pequeno era o maior aliado de Gina. Harry suspirou ao pensá-lo. Preferia com muito uma boa batalha a ter que tratar com sua família.
- Remus, encontra a nosso novo sacerdote me traga isso ordenou subitamente.
Remus se voltou para ele com uma pergunta em sua expressão.
- Agora - disse Harry secamente.
Sua ordem foi dada em um tom o bastante gélido para que Gina sentisse como um calafrio a atravessava chegando até a medula de seus ossos. dispunha-se a voltar-se para lhe falar com o Remus, quando a seguinte ordem do Harry a deteve.
- Não te atreva a lhe dizer que me desobedeça, Gina, ou juro Por Deus que te agarrarei de seus vermelhos cabelos e te fecharei a boca com eles.
Gina soltou um ofego de indignação. Harry se sentiu muito satisfeito, pensando que sua tosca ameaça a tinha feito compreender quão vulnerável era sua situação. Seu objetivo era a submissão de Gina. Sim, queria-a dócil para o que viria a seguir.
Quande Gina pôs-se a andar rapidamente para ele com um olhar assassino nos olhos, Harry decidiu que sua ameaça não lhe tinha afetado muito. Não se estava comportando com nenhuma docilidade.
- Como te atreve a me insultar? - gritou-lhe - . Meus cabelos não são vermelhos, e você sabe muito bem. Ter os cabelos vermelhos traz má sorte, e meus não o são.
Harry não podia dar crédito a seus ouvidos. que Gina se empenhasse em levar a contrária estava convertendo-se em um acontecimento do mais habitual.
Gina deteve seu avanço quando se achava a meio metro escasso de distância dele. O bastante perto para agarrá-la, pensou Harry.
Aquela mulher era muito valente, mas não sabia nada do mundo. Essa era a única desculpa que Harry pôde encontrar para seus comentários. Havia mais de um centenar de homens do Malfoy esperando diante dos muros, ameaçando atacando se Gina não lhes tinha sido entregue à manhã seguinte. Harry se disse que Gina tivesse devido estar dedicando toda sua fúria a aquela situação, mas em vez disso o que fazia era discutir sobre o cor de seu cabelo. Os cabelos de Gina eram mais vermelhos que castanhos, e Harry nunca conseguiria entender por que ela era incapaz de vê-lo.
- Seus insultos não conhecem limites - disse-lhe Gina. Logo se pôs-se a chorar. Já não podia elevar o olhar para ele, e sem dúvida essa foi a razão pela que permitiu que Harry tomasse entre seus braços.
- Não voltará com o Malfoy, Gina - disse-lhe ele asperamente.
- Então ficarei aqui até a primavera - disse ela.
Remus apareceu na entrada com o novo sacerdote.
- O pai Laurance está aqui - anunciou para atrair a atenção do Harry.
Gina se separou do Harry e se voltou a olhar ao sacerdote. Vá, mas se era muito jovem! Aquilo a surpreendeu. Também lhe parecia vagamente familiar, embora Gina não tivesse sabido dizer onde tinha podido conhecê-lo. Muito poucos sacerdotes jovens visitavam seu tio Berton.
Sacudindo a cabeça, finalmente decidiu que não podia havê-lo visto antes.
Então Harry atirou subitamente dela atraindo-a para ele. achavam-se tão perto do fogo que Gina se esqueceu do sacerdote e começou a preocupar-se pensando que lhe ia prender fogo o vestido. Quando tentou se separar-se, Harry aumentou ainda mais a pressão que estava exercendo sobre ela. Seu braço permanecia estendido por cima dos ombros de Gina e a mantinha cravada junto a ele. Passados uns instantes a proximidade do Harry começou a exercer um curioso efeito tranqüilizador sobre ela, e Gina pôde cruzar as mãos diante de seu vestido e recuperar sua expressão de serenidade.
O sacerdote parecia estar bastante preocupado. Não era um homem muito atrativo, já que a varíola lhe tinha deixado a face cheia de sinais que formavam autênticas cicatrizes. Tampouco lhe via muito asseado.
Sirius entrou correndo na sala. A expressão que havia em seu rosto sugeria que estava disposto a apresentar batalha. Ele e Remus tinham intercambiado repentinamente seus estados de ânimo, porque agora Remus estava sorrindo em tanto que Sirius franzia o cenho.
- vou ser eu quem se case com lady Gina, Harry. Estou mais que disposto a fazer esse sacrifício - anunciou Sirius. Tinha a face muito avermelhada, e tinha utilizado deliberadamente a palavra “sacrifício” para que Harry não chegasse ou seja até onde chegavam seus verdadeiros sentimentos para o Gina - . Salvou-me a vida - acrescentou assim que viu que Harry não lhe respondia imediatamente.
Harry sabia com toda exatidão o que era o que lhe estava passando pela cabeça ao Sirius. Seu irmão pequeno era tão transparente como a água. Sirius acreditava estar apaixonado pelo Gina.
- Não discuta comigo, Sirius - disse-lhe - . Minha decisão já foi tomada e você fará honra a ela. Entendeste-me, irmão?
A voz do Harry era suave mas ameaçadora, e depois de que tivesse exalado um ruidoso suspiro cheio de irritação, Sirius sacudiu lentamente a cabeça.
- Não te desafiarei.
- Matrimônio? - Gina sussurro a palavra como se fora uma blasfêmia, e logo gritou a seguinte - : Sacrifício?

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.