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4. Repercusões


Fic: Revenge


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Um aposento amplo e fracamente iluminado apenas pelas chamas da lareira, onde o silêncio reinava quase absoluto, apenas quebrado pelo barulho de água, que parecia vir de outro cômodo. Quem entrasse naquele lugar, saberia a quem ele pertence, pois somente comensais se encontravam e poucos ousavam entrar nos aposentos do comensal mais próximo do Lorde das Trevas, o homem que matara Alvo Dumbledore a sangue frio, Severo Snape.

Uma porta se abriu trazendo mais claridade ao local, um homem entrou no quarto e a porta se fechou atrás de si. Estava quase inteiramente trajado, só faltando a camisa, os longos cabelos meio oleosos ainda pingavam água, procurou no armário uma veste que valesse a pena vestir, optou pela tradicional veste comensal, só que com a marca nega ao lado do peito, o que demonstrava que ele era um dos favoritos de Voldemort. Depois disso caminhou entediado pelo quarto amplo, não fazia nada há dias e isso já o estava cansando, foi em direção a lareira e se sentou em uma poltrona confortável, entre ele e as chamas havia uma pequena mesinha onde se encontrava um jornal, levantou as sobrancelhas pensando em quem entrara no seu quarto para deixar tal coisa ali, mas resolveu deixar para descobrir mais tarde.

Pegou o jornal e não pôde deixar de notar a grande manchete, era uma edição especial, cuja primeira página exibia uma grande foto de uma ex-aluna, uma sangue ruim que possuía certo potencial, mas que tivera de ser cortada rapidamente, não que realmente sentisse por aquilo, achava até graça ao ver o rosto desesperado de Hermione Granger ao ser praticamente arrastada por aurores. Pela manchete sabia que ela fora condenada, não que um dia duvidara que o seria, então começou a ler a reportagem com atenção, notou que a defesa fora boa, mas não o suficiente e soltou uma risada baixa e curta ao ler sobre ela utilizar aparelhos trouxas, nenhum bruxo que se prestasse acreditaria em tecnologia trouxa.

Ao virar uma página deteve seu olhar em outra grande foto e seu sorriso frio aumentou. Na foto se via frente a frente Harry Potter e Ronald Weasley, uma foto colorida e rara no profeta diário, em seguida a imagem do Potter esmurrando a parede a poucos centímetros do rosto do Weasley, cujo rosto estava lívido, talvez de medo.

_Tal pai, tal filho. -Murmura Snape, exibindo um tom divertido em sua voz, apesar de parecer um tanto irônico. _Fiel aos amigos até o último instante e tão propenso a traição quanto James. -Afinal o jovem Potter fora traído por aqueles que até Snape acreditou que o apoiariam. E os Weasley tinham a mania extremamente incômoda de ficar do lado errado, mas pelo jeito Ronald e Ginevra fizeram o contrário. _Da próxima vez não deixaremos o rato fugir. -Snape lê em tom baixo e curto, era o que estava escrito logo abaixo da foto do Potter. Logo depois havia várias especulações dos jornalistas sobre o que significava aquela frase, mas ele sabia e muito bem. Aquilo declarava Ronald um traidor e, este, não escaparia de uma possível vingança. Não soube o porquê, mas em seu interior temeu aquelas palavras, Harry Potter não era de fazer ameaças, ainda mais uma, que qualquer um que conhecesse sua história, saberia que ele cumpriria. _Vamos ver no que isso vai dar. -Uma batida em sua porta lhe tirou de seus pensamentos e, com um aceno de mão, a porta se abriu e por ela passou Rabicho.

_O mestre me mandou passar as novas instruções a você. -Diz Rabicho em um tom firme que não era dele e Severo sabia, afinal o velho rato só estava se escondendo atrás da proteção temporária que o lorde lhe dava, o coitado mal sabia que isso seria temporário, pois uma hora ou outra Naguini teria seu tão cobiçado lanchinho.

_Viu as notícias? -Pergunta Snape em tom brando, o que fez Rabicho se arrepiar, principalmente ao ver aqueles olhos negros direcionados para ele e carregados de uma cruel malícia.

_Soube da condenação da sangue ruim. -Rabicho responde em um tom que pensou ser firme, mas que claramente mostrava o vacilo em frente a Severo Snape.

_O Potter mandou uma mensagem para você. -Diz Snape se levantando e indo até o homem baixo e careca, que voltou a tremer levemente, principalmente quando Severo andou em sua volta como um tigre a observar uma presa que seria sua. _Veja se essas palavras não são para você:

“Da próxima vez não deixaremos o rato fugir”

_Essas palavras foram ditas para o Weasley. -Completa Snape ainda em tom manso, agora parando em frente ao comensal que já não tinha mais a postura firme de antes. O ex-professor de poções se divertiu ao ver o medo se espalhar pelos olhos aquosos de Rabicho. _Depois dos Weasley, ele virá atrás de você, cobrando tudo que você lhe deve, cada ano de sofrimento e isolamento. -Snape mais uma vez circulou Rabicho, só que dessa vez parou às costas dele e se aproximou de seu ouvido com cuidado. _Imagine o que você irá sofrer. Talvez coisas piores do que a morte, torturas inimagináveis, pois sabemos que o Potter não ameaça dessa forma, não sem cumprir. E você está na linha de frente. -O cheiro de medo exalava de Pedro e os tremores ficaram mais fortes, principalmente quando imaginava cenas dele sendo torturado diante de Harry Potter, ouvia as risadas do rapaz e os seus próprios gritos e lamentos, por fim as imagens sumiram.

Rabicho piscou duas ou três vezes desorientado e rapidamente se virou a fim de se afastar de Snape, mas ele não estava lá. A presença dele estava viva, parecia que cada fibra de seu corpo tremia do mais puro medo. Olhou em volta e, para o seu espanto, o velho Severo estava ainda perto da lareira, o olhando com um sorriso enviesado e frio, como se zombasse de sua existência. Isto o fez perceber que fora alvo de legilimência de tão alto nível, quanto a do próprio Lorde.

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As opiniões em volta do mundo bruxo sobre o julgamento de Hermione Granger foram quase unânimes, a maioria achara que ela era culpada e juravam que ela apenas manipulara a amizade de Harry Potter. Não demorara nem duas horas desde o anúncio da sentença pelo Profeta Diário e os principais jornais bruxos do mundo, e fora lançada em uma revista bruxa uma reportagem completa da vida de Hermione, claro que a maior parte da reportagem era falsa e tinha o dedo da famosa repórter Rita Sketeer.

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Uma comitiva pareceu do nada em frente à casa nº4 da rua dos Alfeneiros, pela madrugada avançada ninguém percebeu, a não ser um ou dois gatos que andavam por ali distraídos. Na comitiva havia cinco pessoas, entre elas Remo Lupin, Ninfadora Tonks e Alastor Olho Tonto Moody.

_Vamos ser rápidos. -Diz Moody em seu tom seco e direto, já indo à direção da porta que, com um aceno de sua varinha, abriu sozinha.

Logo todos estavam dentro da casa. O velho auror fez sinal para que Quin e Lupin subissem a procura de Harry, enquanto ele e o resto ficariam de vigia em baixo. Subindo as escadas sem pressa e olhando atentamente na escuridão, os dois foram pegos de surpresa por um forte rangido que ecoou na casa, em seguida o barulho de algo de porcelana quebrando chamou a atenção dos dois. A luz do corredor acendeu ofuscando momentaneamente a visão de Quin e Lupin, em seguida eles viram Valter Dursley com uma espingarda na mão e apontando para eles.

_Quem são vocês? -Pergunta com a espingarda já engatilhada. _Petúnia, chame a polícia. -Ordena o homem, já púrpura de raiva, ao lembrar quem um dos dois homens era e notar que o outro era bruxo e devia ser amigos de seu sobrinho.

_Expelliarmus. -Murmura Quim e a espingarda de Valter veio voando a sua direção. Pegou-a no ar com descaso, era apenas uma arma trouxa.

_Viemos apenas buscar Harry. -Se apressou a dizer Lupin, quando notou a aparência assustada do indignado homem.

_Seus anormais de uma figa. -Diz Valter, mas sem coragem para avançar em cima deles. _Sumam daqui! Não quero saber de nada vindo de vocês e do desgraçado daquele ser anormal.

_O que quer dizer? -Pergunta Lupin agradecendo pela sensatez do trouxa em não avançar.

_Ele sumiu a algum tempo na calada da noite. Aquele ingrato nem nos pagou pelos anos de cuidado que nós gentilmente lhe oferecemos. -Valter resmunga, púrpura de raiva. Uma sirene foi ouvida ao longe e o Sr Dursley abriu um sorriso. _A polícia já está chegando, agora quero ver vocês escaparem.

_Vamos embora rápido, não podemos ser vistos pelas autoridades trouxas. -Diz Lupin a Quim, este concordou e desceu as escadas com o companheiro ainda com a espingarda em suas mãos. Quando chegaram ao andar de baixo, jogou a espingarda no chão com descaso e está disparou, por sorte acertou uma parede, mas o forte barulho assustou os demais, principalmente a Moody, que lançara instintivamente um feitiço na direção da espingarda, mas nada acontecera. _Temos que partir. As autoridades trouxas estão a caminho.

_E Harry? -Pergunta Tonks preocupada.

_Não está, foi embora há uns dias. -Diz Lupin rapidamente. _Depois explico. -Em seguida desaparatou e os demais fizeram o mesmo.

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O desaparecimento de Harry causou um grande abalo na Ordem da Fênix, que já estava desestruturada por causa da morte de Dumbledore e agora havia perdido a última esperança, afinal até a ordem acreditava que Harry era o Escolhido. Dumbledore provavelmente o treinara por um ano e fora o último com quem teve contato antes de morrer. Grupos de buscas foram mandados para todos os lados, investigando qualquer coisa que pudesse ter relação com o rapaz, até mesmo em Godric Hollows o procuraram pensando que o Potter tivesse ido ver os túmulos de seus pais ou sua antiga casa, mas nunca souberam se ele estivera lá. Além disso, procurar um jovem na Europa que estivesse viajando sozinho era difícil, já que no verão milhares de jovens com mochilas nas costas andavam por todo o país.

Os mais abalados com o sumiço do jovem Potter foram os Weasley. Molly e Arthur estavam preocupados e desolados com isto, acreditavam que ele pudesse estar desequilibrado e que poderia tentar fazer alguma loucura como atacar Voldemort sozinho. Gina não estava tão preocupada, achava que aquilo era só para tentar conseguir algo com o ministério, no entanto era o estado de Rony que mais preocupava, pois este parecia ter se trancado em seu próprio mundo após saber do sumiço de seu ex-amigo.

Depois de dias de buscas fracassadas, houve uma grande reunião da ordem para decidir o que seria feito e, como era de se esperar, Lupin demonstrou toda sua ira diante de algo que ele havia anunciado que aconteceria desde que a ordem se negara a ajudar Hermione.

-Eu avisei que virando as costas para Hermione, estariam o traindo e ninguém me escutou! Harry sempre será fiel aos amigos e desprezará ratos que fogem ao menor indício de tempestade. –Lupin estava furioso, havia se erguido da cadeira e batido os punhos na mesa, enquanto falava.

-Deixe de falar besteiras, Remo! Granger é uma assassina e não poderíamos libertá-la ou defende-la! É contra assassinos frios como ela que lutamos! –Moody retruca em igual tom, seus dois olhos fixos em Lupin.

_Hermione jamais mataria alguém por motivo fútil. Além disto, assassino por assassino, quantos você já matou em toda sua vida? –Lupin pergunta em tom acusador.

_Está sendo sentimentalista! Seja racional e aja como alguém com sua experiência. -Vociferava Moody. _Ele não é Thiago! E você não pode transferir seu sentimento de culpa em relação a Sirius, a essa garota que obviamente é culpada!

Lupin ia retrucar, mas para ao ver uma coruja cinzenta entrar por uma janela e deixar um pergaminho cair, antes de sair pela mesma janela. Pelo olho mágico, Moody viu que ela ia em direção do Beco Diagonal, enquanto com seu outro olho observava Lupin pegar o pergaminho com a letra de Harry.

_O que diz? –A pergunta foi dita por diversas pessoas, que esperavam ansiosas por alguma notícia.

_Nada demais. -Diz Lupin jogando o pergaminho para o ex-auror, que o pegou no ar. _Só confirma aquilo de que já suspeitávamos, espero que estejam felizes. -Em seguida sai e Tonks, que estava por perto, olhou para ele e depois para Moody, mas logo em seguida foi atrás de Remo.

Viraram as costas para mim, agora viro as costas para vocês. Não percam seu tempo me procurando, pois em mim só acharão um inimigo.

Era isso que estava no pedaço de pergaminho e aquilo tirou o ânimo de muitos membros da ordem. No entanto as buscas foram intensificadas, eles precisavam encontrar Harry Potter custe o que custasse, além de se prepararem, pois agora a guerra estava as suas portas e os efeitos dela já eram sentidos. Dementadores voavam por todo e qualquer lado, pessoas apareciam mutiladas por alguns tipos de animais, membros importantes da sociedade trouxa e bruxa desapareciam em todo o país, mas tudo isso era normal em uma era de guerra. O que preocupava era a falta de ação direta de Voldemort, isso trazia pânico, pois a expectativa era pior do que o ato.

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_Meu senhor, está tudo posicionado. -Diz Snape entrando no luxuoso aposento de seu lorde. Este era tão ricamente ornado, que fazia os aposentos do ex-professor parecer um mero quarto simples e desarrumado.

_Então vamos à festa, meu caro Snape. Eu o quero ao meu lado nesse grande passo que iremos dar. -Diz o Lorde das trevas se levantando de uma poltrona luxuosa que mais parecia um trono. _Aproveite o meu favoritismo por você, enquanto o tem Severo, não me decepcione.

_Não o farei, meu Lorde. -Diz Snape acompanhando o lorde para fora do aposento.

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_Meus comensais. -Fala Voldemort para um grupo de mais de quinhentos bruxos vestidos de negro, todos ajoelhados perante sua presença. Aquela era apenas uma pequena parte de seu exército que só aumentaria quando os infiéis vissem o quão grande é o seu poder. _Por anos fomos forçados a nos esconder de um mundo que nos pertence, nos escondemos de criaturas inferiores e vis, cuja ínfima existência deveria ser devotada a nós. -O som de aceitação era ouvido. _Levantem-se, meus comensais. -Ordena o mestre das trevas e um a um os comensais se levantaram olhando para o mestre. _Tirem suas máscaras, hoje quero que todos vejam suas faces, quero que saibam quem são os meus cavaleiros.

_Meu Lorde, estão todos posicionados. -Diz Snape ao lado do lorde para que só este pudesse ouvir.

_Comensais é chegada a hora de mostrar a nossa superioridade, de tomarmos o mundo que nos foi negado e, os sujos que nos obrigaram a nos esconder, deverão temer, pois agora uma nova ordem nascerá. -Urros e gritos em favor do lorde foram ouvidos, os quinhentos bruxos e bruxas clamavam o nome do lorde e o chão parecia tremer com isso. _Vão, meus comensais, e urrem o meu nome aos quatro ventos. Proclamem minha soberania, que todos pereçam como comemoração ao meu triunfo, não poupem ninguém.

_Em honra do Lorde das Trevas! -Urraram os comensais, em seguida, como se fossem um só, todos aparataram deixando para trás um Voldemort muito satisfeito.

_Snape, envie os dementadores e os gigantes. –Voldemort ordena, sem olhar para o ex-professor de poções.

_Suas ordens serão cumpridas. -Diz Snape antes de desaparecer com um estalo.

_Que o mundo se curve sob meus pés. -Sussurra para si mesmo. A sede de sangue que saiu de seu corpo era como a de uma besta selvagem, em seguida ele some sem nenhum barulho de aparatação.

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Aquele dia de segunda feira estava tedioso no distrito industrial de Manchester, eram oito da manhã ainda havia funcionários chegando ao trabalho ou já trabalhando, andando por todo lugar, alguns engravatados, outros com vestes mais simples, meros uniformes. O céu nebuloso não ajudava o clima de tédio a se dissipar, nem mesmo o frio incomum em dias de verão.

Muitos ali desejavam por algo que quebrasse a rotina, uma novidade interessante. Então, um funcionário atrasado corria pelas ruas do distrito industrial, suas veste azuis escuras e pesadas por causa do frio se agitavam com a pressa do homem, que parou por um instante. Havia ouvido algo, mas era difícil precisar o que, visto que geralmente aquele lugar era um tanto barulhento, mas distinguiu ser algo como um rosnado, provavelmente de algum cão vadio.

Viu algo se movimentando atrás de um grande caminhão e foi até ele com cautela, sentiu um forte cheiro no ar, parecia carniça. Quando estava muito perto do caminhão, algo pulou em cima da caçamba, ele olhou para cima e então gritou. A última coisa que viu em vida foi uma cabeça gigantesca abrindo sobre si. Esta pertencia a um gigantesco cão de três cabeças, como uma versão feroz de Fofo, o cão que vigiava o alçapão que levava a Pedra Filosofal.

Sem que ninguém soubesse quando ou de onde vieram, dezenas de seres monstruosamente grandes apareceram no distrito industrial, gigantes enormes com mais de dez metros avançavam a passos largos, com enormes porretes em suas mãos, acertando caminhões, postes de força e fábricas. Os primeiros a tentarem fugir foram pisoteados ou devorados por um gigante que parecia gostar de carne humana.

Junto com os gigantes, surgiram, centenas senão milhares, de dementadores. Apesar de os trouxas não poderem vê-los, o frio demoníaco que eles produziam congelara até mesmo a água e trouxera a sensação de morte ao local. Pessoas tinham suas almas sugadas, caíam inertes, morrendo devoradas por cérberos e enormes serpentes negras. Um gigante, querendo mostrar sua força, pegou um caminhão e o levantou sobre a cabeça com facilidade, logo depois jogou o caminhão em uma fábrica. Houve uma forte explosão, mais pessoas saindo das fábricas para ver o que acontecia e logo eram abatidas, por fim apareceram aqueles, que no meio daquelas aberrações pareceriam ser normais e bondosos, mas eram tão cruéis e sedentos de sangue quanto qualquer criatura negra.

Ali estavam comensais, tantos que era impossível se contar direito. Raios de todas as cores e com todos os efeitos atingiam as pessoas, gritos de agonia, pedidos de misericórdia e urros desesperados pedindo pela própria morte soavam. A frente dos comensais estava o mais temível entre o círculo negro, o mais poderoso mestre das trevas que já pisara nesse mundo.

Lorde Voldemort, a cada feitiço que lançava, destruía mais do que dez de seus comensais. O sangue banhava o chão, nuvens negras subiam ao céu, se misturando com as nuvens cinzentas e mergulhando grande parte de Manchester em uma noite improvisada e tenebrosa, da qual qualquer um se lembraria.

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Aquele pequeno quarto de hotel até que era confortável, além de discreto, e se não tivesse que mudar frequentemente de lugar, provavelmente ficaria ali por mais algum tempo. Suspirou e baixou o livro que lia, olhou em volta entediado, em breve teria que agir. Uma movimentação do lado de fora chamou sua atenção, não que quisesse saber o que era, apenas achou fora do normal visto que o lugar geralmente era calmo. Resolveu deixar de lado, não queria se envolver com mais nada no momento. Bebeu um pouco da água que estava em cima da mesinha de cabeceira e se espreguiçou, gostaria de saber como Hermione conseguia ficar tanto tempo parada lendo. Olhou distraidamente para o teto pensando na amiga, aqueles devem ter sido os piores dias da vida dela, mas em breve ela sairia daquele lugar, nem que tivesse que destruir meia prisão.

Não que conseguisse isso, mas não custava tentar. Balançou a cabeça afastando os pensamentos, pegou o controle remoto da pequena TV que havia em seu quarto e ligou. A primeira coisa que viu foi um noticiário local, sem interesse mudou de canal e mais uma vez um noticiário, estranhou e começou a trocar de canais com mais rapidez, percebendo que quase todos estavam transmitindo notícias urgentes. Voltou para o canal local e a primeira coisa que viu foi fumaça e destruição, a repórter falava desesperada quando um gigante apareceu na tela, a repórter largou o microfone e saiu correndo desesperada quando cérberos de apenas dois ou três metros apareceram, deixando para trás a câmera que mostrou rapidamente parte da cidade. Na parte de cima estava escrito “Manchester atacada por criaturas estranhas”. Desligou a TV e se levantou rapidamente, demoraria um pouco para eles chegarem aonde estava.

Pegou a varinha e os livros espalhados pelo quarto e colocou em sua mochila com interior modificado para caber mais coisas. Jogou quase tudo dentro dela, deu uma geral pelo quarto, não restara mais nada. Já havia pagado a estadia do hotel quando chegou. Ouviu um forte barulho de explosão ao longe, deu de ombros e aparatou para longe de Manchester. Não estava nem um pouco interessado em ajudar e que o Ministério e a ordem se virassem sem ele como fizeram sempre e não teria por que mudar isso agora principalmente agora.

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Logo apareceram aurores e bruxos desconhecidos, mas eles chegaram tarde demais, o ataque avançara para todos os lados, mesmo que o epicentro tivesse sido o distrito industrial, logo não havia um canto da cidade em paz. Em toda Manchester havia duelos monstruosos, gritos de medo e o chão se banhava de sangue escarlate, corpos enormes e pequenos caíam em pilhas sem vida.

Autoridades trouxas da cidade foram chamadas, atiravam em qualquer um com uma varinha ou vestimenta diferente. Logo helicópteros também apareceram, mas foram rapidamente abatidos por feitiços de bruxos em vassouras ou por gigantes que os acharam um bom brinquedo. Algumas partes da cidade estavam em chamas e foi nesse cenário apocalíptico que Remo Lupin apareceu, nunca vira tanta destruição, tanto caos.

Duelava como nunca, o maldito cheiro de sangue parecia atiçar a besta que dormia dentro de si, seus sentidos e instintos estavam ao máximo, poderia ouvir uma pena cair no meio daquele mar de sangue. Utilizava dos feitiços mais mortais que conhecia, Imperdoáveis ou outras maldições negras, não importava, tudo que ele queria era acabar com aqueles bastardos, com aquela dor.

_Sectumsempra. -Falou alguém logo atrás dele, os instintos a flor da pele captaram o feitiço negro antes mesmo que este fosse terminado. Usando a força que vinha de sua maldição, Lupin saltou dando um mortal para trás, quando tocou o chão se virou e seus olhos se estreitaram em fúria.

_Snape. –Murmura, mas parece que mesmo com o barulho em volta o velho professor ouvira. Snape sorriu ao perceber o tom de asco e fúria e principalmente por notar que a voz de Lupin estava mais grave.

_Lobo sarnento Lupin. –Mal acabara de falar e, sem dizer nenhuma palavra, disparou um raio negro na direção do lobisomem, que com um aceno da varinha fez o raio negro sumir. _Vejo que sabe bons truques.

_Sei mais do que truques. -Lupin aponta a varinha para o chão, que tremeu. O asfalto rachou em baixo dos pés de Snape, que fora pego de surpresa, principalmente quando uma cratera se abriu e, se não tivesse aparatado, teria caído no esgoto.

Antes mesmo de Snape reaparecer, Lupin se virou e apontou a varinha, um feitiço azul anil saiu com tal força que produziu um barulho semelhante ao de um canhão. Snape reaparecera e lançou um feixe cinzento em direção do feitiço azul, os dois se chocaram e uma forte explosão levantou poeira e lançou o sangue que estava no chão para o alto. Logo a nuvem de poeira caiu junto à pequena chuva de sangue.

Lupin estava atento a tudo em sua volta, já tinha sentido inúmeras tentativas de invasão a sua mente. Uma pedra caiu a sua direita e ele pulou para o lado oposto antes que um feitiço verde passasse a centímetros de seu corpo, se arrepiou ao notar que o feitiço se parecia muito com a maldição da morte. Em seguida houve uma rajada de feitiços, cada um mais poderoso que o outro. Snape e Lupin, dois monstros aos olhos de alguns comensais, tal habilidade era indescritível. A agilidade misturada com uma seqüência de feitiços poderosos, cada uma mais forte e rápida que a outra. Até que Lupin se distrai por um segundo e algo atinge no peito, o lançando para uma parede de tijolos que caiu parcialmente em cima dele. Se não fosse a resistência que tinha por ser lobisomem, com certeza já teria desmaiado. Snape aparatou a sua frente.

_Quer tanto assim ver minha mente, Snape? -Pergunta Lupin. Um sorriso nasceu em seus lábios e seus olhos pareceram mais perigosos. Sentia a forte pressão em sua mente e se não tivesse aprendido Oclumência há anos, estaria perdido. Porém, desfez todas as proteções e deixou Snape entrar.

Snape sorriu vitorioso, olhou para as próprias mãos sabendo que aquelas não eram suas mãos e aquele corpo não era seu verdadeiro corpo físico, era apenas uma projeção de sua mente. No entanto estranhou não haver nenhuma lembrança, nenhuma imagem, somente escuridão a sua volta. Forçou um pouco mais e o chão pareceu tremer, por um instante tudo clareou a sua volta e árvores brotaram do chão e cresceram tão rápido que logo cobriu a luz mergulhando quase tudo em escuridão, mas ainda havia feixes de luz.

Um barulho chamou a atenção de Snape e este olhou em volta, algo estava errado. Tentou sair da mente de Lupin, mas não conseguiu. Um frio lhe subiu pela espinha e uma respiração quente foi sentida em seu pescoço, se virou rapidamente e encontrou olhos amarelados lhe analisando como se fosse uma presa. Ali estava um lobisomem completo, pelo menos era o que ele divisava na parca luz. O lobisomem tinha mais de três metros, então Snape sentiu garras rasgando seu peito com força e mal notou quando urrou de dor, quando a besta lhe mordeu o ombro.


De repente, Snape se viu de volta a realidade. Lupin sorria de forma vitoriosa, se afastou rapidamente e sentiu algo molhar seu peito e em seguida uma dor aguda em seu ombro. Havia sangue e, após um gesto da varinha, a camisa que vestia desapareceu e ele viu as quatro marcas de garras, pareciam cortes, parecia ter sido mordido.

_Não se preocupe, Snape. -Diz Lupin que já estava de pé novamente, sentindo dor em seu corpo. _A maldição não é transmitida assim. -Mais uma vez aquele sorriso zombeteiro, que fez Snape se lembrar de Sirius Black, fazendo-o estreitar os olhos. _O que achou do lado mais sombrio de minha mente?

_O que você é? -Pergunta Snape. Nunca vira aquilo acontecer, era obra de um mestre legilimente.

_A maldição que está em mim ajudou. Cuidado ao invadir a mente de um lobisomem, pois nós lutamos dia após dia contra nossa parte bestial, ela é parte de nós, de nosso corpo e de nossas mentes. E quando tanto o corpo, quanto a mente está em perigo, a besta interna tende a se defender. -Lupin mal terminou de falar e lançou uma seqüência de quinze feitiços em Snape, que defendera apenas a metade, recebendo o resto em seu corpo. Fora arremessado para o outro lado da rua, batendo em um poste e caindo quase mole no chão. Acuado e ferido, fez a coisa mais humilhante de sua vida, fugiu para se curar, mas não sem antes jurar se vingar. _Ranhoso, Seboso, Morcego albina de uma figa! -Lupin praguejou irritado, um filete de sangue escorria de sua cabeça até a testa, limpou o sangue e tentou dar um passo, mas sentiu suas forças se esvaírem e começou a cair no chão. _Tonks! -Depois disso, antes de tocar o chão, desapareceu com um estalo seco.

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Moody estava caído, um círculo de comensais estava a sua volta e dentro do círculo também estava o líder dos comensais, Lorde Voldemort. O bruxo das trevas sorria vitorioso, fazendo um aceno com a varinha e uma língua de fogo acertou o ex-auror na perna, este gritou alto.

_Devia ter fugido, verme. -Diz Voldemort em tom frio e seco, os comensais em volta olhavam com respeito e admiração o poder do lorde, estava além do conhecimento deles. _Esse é o primeiro passo para o meu reinado, implore por sua vida e juro que sobreviverá tempo o suficiente para me ver governando esse país e quem sabe o mundo.

_Vá se danar. -Rosnou Moody, nunca se submeteria a tal humilhação, não imploraria por sua vida, nunca o fizera e nunca iria fazer.

_Que pena. -Voldemort diz falsamente sentido. _Adeus capacho de Dumbledore. -Os comensais riram alto quando o lorde levantou a varinha. _Avada Kedavra. -O silêncio da morte reinou, os comensais que se calaram e até o som de destruição sumira. A vida abandonara Alastor Moody, um dos maiores aurores da história da Inglaterra.

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O ministro trouxa estava agitado, há alguns instantes o pessoal do seu gabinete abandonara a sala atrás das medidas de segurança. Sabia que algo assim poderia acontecer, ele sabia dos bruxos, era algo que seu cargo exigia que soubesse. O ataque a Manchester estava sendo transmitido por todos os canais nacionais e internacionais, despachara forças armadas para ajudar, mas sabia que não adiantaria. Ouviu uma batida na porta e mandou entrar, estava arrasado e em apenas uma hora parecia ter envelhecido anos, levantou a cabeça para ver quem era, mas a única coisa que viu foi um raio vermelho em sua direção, antes de desmaiar.

_Ande rápido, o lorde quer agilidade. -Diz um dos três homens que entraram no gabinete do ministro. Um deles foi até o ministro inconsciente e tocou a cabeça dele com a varinha. Fechou os olhos e, em instantes, ele sabia o nome dos assessores e conhecidos do ministro, assim como parte da vida pessoal. Fazer aquilo em trouxas era fácil.

_Pode prendê-lo. -Diz o comensal abrindo os olhos e saindo de perto do ministro.

Em seguida, o único comensal que estivera calado, fora até o ministro e arrancara um chumaço de cabelo do homem, tirou uma pequena garrafa de dentro das vestes e jogou alguns fios dentro dela. A poção que havia dentro da garrafa borbulhou, em seguida o outro comensal tomou. Não demorou muito e ele tomou a forma do ministro.

_Levem-no a base. -Disse o “ministro”, os dois outros comensais apontaram para o corpo e ambos lançaram o mesmo feitiço, logo depois o trouxa sumiu. _Amanhã precisarei de mais poção, voltem para o lorde e reportem o sucesso da missão.

Os comensais desaparataram deixando o terceiro com a aparência do ministro para trás, este fez um aceno com a varinha e documentos confidenciais começaram a ir em sua direção.

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Cerca de dois dias depois do grande ataque, que entrou para a história como “O Dia da Revelação”, mais uma vez o mundo, antes trouxa e bruxo, agora em transição para a unificação, foi abalado pela fuga de Hermione, a qual fora noticiada pelos principais jornais do país.

Harry Potter destrói meia Azkaban e foge com Hermione Granger
As autoridades dizem que este ato não será perdoado e que a partir de agora ambos os jovens são procurados e serão presos quando encontrados.

Em fuga cinematográfica, o Herói dos bruxos liberta prisioneira da maior fortaleza prisional bruxa!
Harry Potter libertou na noite de ontem uma assassina condenada, com quem fugiu sem deixar vestígios.

Harry Potter abre mão da luta contra o Lord das Trevas para fugir com seu grande amor
Em ato impensado, o Ministério da Magia Inglês destruiu toda e qualquer chance de vitória ao trair aquele em quem depositávamos toda a confiança!

E agora, quem salvará o mundo?
Ministério da Magia cedeu a pressões internacionais para condenar, mesmo com prova de inocência em vídeo de segurança, Hermione Granger, melhor amiga e grande amor daquele que estava destinado a derrotar o ser que pode levar o mundo a destruição.

Voldemort saboreava sua vitória enquanto lia os últimos relatórios de seu comensal infiltrado no governo trouxa, quando Lucius Malfoy bate a porta do escritório e entra apressadamente com um jornal em mãos.

-Desculpe, mestre. Porém há algo que o senhor precisa ver. –Voldemort apenas pegou o jornal e começou a ler a notícia principal. A cada segundo que passava, seu rosto ia se transfigurando, passando de satisfeito a furioso.

-O que demônios é isto? –O lorde negro praticamente rugia. Seus olhos ganhando um brilho vermelho assassino, enquanto o jornal queimava em suas mãos.

-Não há motivo para ficar nervoso, meu lorde. –Lucius fez uma reverência e depois voltou seu olhar ao lorde, que o observava querendo uma explicação para aquela oposição aberta. –Agora Harry Potter está fora do país, se voltar será preso e será jogado em nossas mãos. Além disto, terá que viver fugindo, para não ser preso e deportado para cá. E o melhor, além do fedelho estar definitivamente fora do nosso caminho, os trouxas e até os bruxos ficaram assustados com a falta de segurança em Azkaban e estão com muito mais medo, principalmente sem ter nenhum herói em quem confiar. E para piorar tudo para o lado inimigo, aposto que em breve haverá manifestações bruxas e trouxas contra o Ministério da Magia por ter condenado o “grande amor” do Escolhido e assim o feito virar as costas para todo o povo bruxo. Dentro dos próximos dias deve haver uma grande divisão do país e alguns entrarão em pânico, afinal perderam Alvo Dumbledore e Harry Potter em um espaço de três meses e os trouxas descobriram tudo sobre o mundo mágico, é praticamente o caos se espalhando por todos os lugares.

-Tem toda razão, Lucius. É incrível como tudo está conspirando a nosso favor. Claro que eu preferia ter matado aquele garoto intrometido e me livrado de vez da profecia, porém isto poderia ter unido ainda mais o povo bruxo e criado um mártir. Com a fuga de Potter a desesperança continuará, alguns o acharão um covarde, o ministério perde a credibilidade, começa a ruir de dentro para fora, até o momento em que darei o golpe de misericórdia. –Voldemort parecia vislumbrar o reino negro nascendo e se expandindo rapidamente. –Saia e avise que os planos estão cancelados, cesse os ataques. Vamos deixar que se destruam sozinhos.

-Como desejar, mestre. –Lucius já se preparava para sair, quando Voldemort voltou a chamá-lo.

-Peça a Bella para vir até aqui. –Voldemort acrescenta e, após ver o comensal sair, se aproxima da lareira, vendo nas chamas o futuro do mundo, pois a Inglaterra era apenas o início de seus planos.



N/A: Oi é a Lílian, capítulo do BlackWolf, que por ter ficado doente demorou um pouco a escrever.

jessica fl: Eu diria que não foi o julgamento e sim uma armadilha bem feita. É justamente nos seus piores momentos, que você conhece seus amigos. Quanto aos aurores, eles não conheciam os círculos, também não poderiam esperar uma ação como a de Harry.

O Antigo Céu - Urano: Obrigada pelos elogios, o BlackWolf anda com dores no pulso, então vai demorar a escrever, mas atualizou Armagedom e em breve atualizará Hell, aliás o cap desta esta ótimo, eu como Beta dele garanto rsrsrs

may33 : Uau, quanto elogio! Aliás, o BlackWolf adorou o “meninassssss” hauhauhauhauha... Enganos a parte, tentamos escrever do mais dinâmico possível e espero que consigamos manter o padrão de qualidade. Quanto a idéia, eu a tive quando terminei de ler o livro 6, já faz um tempo que tava guardadinha e esperando o momento de virar fic rsrss.

Gawen J. McGray: Não gostou da capa da fic? Tudo bem, vamos mudar capa no próximo capítulo, não se preocupe rsrsrs

Camila Jane Granger: O que eles vão aprontar ainda vai demorar um pouco, mas você pode dar sugestões e asas a sua imaginação. Só posso adiantar que o castigo da Gina virá mais cedo do que o dos outros.

Brunalondres: Nossa, escritora favorita é uma posição honrosa. As minhas são Thayse Fernandes e Mione Potter Love. Quanto à inspiração você não se preocupe porque esta me sobra, meu problema é falta de tempo mesmo.

MiG.Potter: Um comentário é sempre bom, então sinta-se à-vontade para fazê-lo sempre. Quanto a ação, acho que esse cap ta até melhor que o outro né?

Lilly: Muito obrigada pelos elogios. Agora, já que tem muita imaginação, o que acha de pensar no que acontecerá com o mundo agora e para onde Harry e Hermione vão?

Mizita:As outras fics estão sendo atualizadas, mas não esquecemos desta rsrsrs O Rony e a Gina são seus? O que você faria se pudesse se vingar deles, por serem traidores? O Moody já teve o castiguinho dele e a Gina vai experimentar o início de outro no próximo cap hehehe

The Jones ;D: Não sabe o quanto foi e está sendo difícil por o BlackWolf com os pés no chão, mas eu consigo! Neste cap os trouxas descobriram os bruxos, agora me diga, como você acha que eles vão reagir a tudo isso e como os bruxos irão recebê-los?

Rafael Abrahão: Adoro FMA, mas esses círculos são diferentes, mais para frente haverá maiores explicações sobre eles.

Ellessar: Já que gostou da invasão a Azkaban, deve ter adorado este. Aliás, observador como você é, me diga, o que pensa de Snape nesta fic?

Nick Granger Potter: Porque achou estranho a Minerva mandar o livro? Afinal ela sabe que Mione jamais faria o que a acusaram de fazer, além de saber que a politicagem e descrédito a trouxas impediria que ela fosse inocentada.

Kir: Se você quer saber do Draco, ele aparece no próximo cap, mas não garanto que vá gostar. Quanto a um exército formado por Harry e Hermione, eu diria que não serão tantos assim e nem precisarão...

augusto sergio: Comentar é fácil, basta dizer se gostou ou não do cap, do que mais gostou, do que menos gostou ou ainda contar alguma teoria sobre a história, mesmo que pareça louca.

Ingrid Teixeira: O Harry jamais ficaria de braços cruzados ao ver um amigo com problemas, ainda mais se for a Mione, que nunca o deixou. No próximo cap voltaremos a mostrar os dois e os planos de fuga, que serão um tanto surpreendentes creio eu.

acedonio: Fica tranqüilo que Harry e Hermione vão detonar! Quanto a pedirem desculpas, deu pra perceber que parte da população bruxa já se arrependeu e ta querendo pedir penico né rsrsrs O Rony eu ainda não sei como vai ficar, mas a Gina já, já vai ter o que merece.

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Comentários: 1

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Enviado por Tronos em 19/05/2011

O Coringa é bom em criar essa situações...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

A fic continua ótima

Nota: 5

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