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7. Before I'm Dead


Fic: Your Blood In Me


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Parte 6: Before I’m Dead


To see you
To touch you
To see you
To touch you


Kidney Thieves – Before I’m Dead – Queen Of The Damned

Moon hangs around
A blade over my head
Reminds me what to do before I'm dead


Draco dirigiu calmo, pensando nas palavras dela, em sua decisão; se entregaria a ela, seria dela. Estava com medo da eternidade, com medo do futuro, mas o que o acalmava é que passaria com ela; a eternidade antes solitária e sombria era passado. Olhou-a de canto de olho, ela parecia pensativa, como se tomasse uma grande decisão; virou algumas ruas e parou na frente de um imponente portão cinza.

Hermione viu o portão e olhou para o loiro no banco do motorista, ele a olhava com intensidade, esperando uma resposta para que seguisse em frente; sorriu pelo canto da boca. Não seria igual a Sirius, não teria medo da eternidade ao lado de alguém; assentiu brevemente com a cabeça e viu o loiro descer do carro, apertando um botão perto do portão e segundos depois esse se abriu. Ele voltou ao carro, milhões de pensamentos passando por sua cabeça e Hermione seguia todos, rindo de alguns, preocupando-se com outros.

Seguiram por uma pequena estrada de pedras, a morena observava o grande gramado ver que se estendia entre o portão e a imponente casa, de pintura clara, mas com janelas de madeira escurecida. Draco estacionou o carro na garagem além da grande casa, desceram do veículo em silêncio, ela observando tudo calmamente; o loiro abriu a porta da garagem sem fazer barulho e entrou na casa. Jean o seguiu, porém um movimento à sua esquerda, no fim do pequeno corredor, fez com que ela se transformasse.

-Não. – ele a segurou pelos ombros, olhando-a nos olhos. – É a empregada dos meus pais.

Ela olhou na direção da mulher parada no fim do corredor e seus olhos voltaram ao normal; Draco sorriu e a segurou pela mão, entrelaçando seus dedos. Hermione ficou olhando suas mãos entrelaçadas enquanto ele a puxava para dentro da casa, explicando para a empregada por que estava ali e que ela podia ir embora; entraram por uma pequena sala e depois passaram por outra maior. Todas as paredes pintadas de creme, teto alto pintado de branco, janelas com cortinas de sede branca, móveis com aparência frágil; passaram pelo hall da entrada principal.

Grandes colunas pareciam sustentar o teto, uma pequena mesa com cartas e revistas perto da porta principal, piso de mármore negro, as lâmpadas em castiças de prata com cobras por toda a volta; Draco abriu uma pesada porta e, assim que entraram, fechou-as rapidamente. Jean o olhou com curiosidade, sabia bem o que ele estava pensando.

Night consumes light
And all I dread
Reminds me what to do before I'm dead


-O que espera de mim? – ela perguntou, encarando os olhos cinza dele, sem se transformar; não se transformaria até ele ter certeza do que estava fazendo.

-Nada, só a eternidade. – a frase soou estranha, mas era exatamente o que esperava dela; andou para perto do pequeno bar de seu pai e procurou pela garrafa de uísque.

Jean tombou a cabeça para trás e riu, o garoto não tinha idéia do que estava pedindo, mas seria ótimo ter alguém para ensinar a caçar, matar, brincar; virou-se fitando o cômodo. Uma imponente mesa estava ao fundo, alguns papéis na tampa, do lado direito e esquerdo havia prateleiras até o teto, repletas de livros de todos os tamanhos e cores; um grande tapete vermelho no centro, junto com dois grandes sofás de couro negro.

-Quer beber algo? – perguntou, vendo-a virar somente um pouco a cabeça em sua direção com um sorriso malicioso nos lábios vermelhos; riu, a pergunta era perigosa. Colocou mais gelo no uísque e andou até o sofá sentando e a olhou.

-Você me pede a eternidade, mas será que sabe o que isso realmente significa? – a voz dela era calma, baixa.

-Bom, você poderá me ensinar. – ele sorriu, bebendo um pouco do uísque de seu copo; passou os olhos pela sala, as janelas estavam abertas, ele via o jardim com as flores que sua mãe insistia em cultivar, mesmo que só as olhasse uma vez a cada mês. – Já volto.

Hermione concordou e andou até uma das prateleiras, vendo os livros que o pai de Draco colecionava, deixou a mão correr pela lombada deles, fechando os olhos, permitindo que os sentidos comandassem quando deveria parar. Sua mão parou e a morena abriu os olhos, vendo um livro de capa branca, fino, com aparência de novo; o puxou, lendo a capa com grande curiosidade.

-Família Malfoy. – Hermione sorriu. Era um álbum de família, veria fotos do loiro quando mais novo; sentou-se no sofá e abriu o álbum no colo, já rindo na primeira foto. Sempre gostou de ver fotos, elas conservavam as pessoas como elas gostavam de ser, assim como a sua transformação fazia. Não se lembrava de ter grandes lembranças de sua família, a mãe morrera, o pai havia desaparecido com os Templários e a única família que se lembrava de ter era Potter; afastou tais pensamentos. Não queria lembrar de algo que estava deixando para trás.

The sun reclines
Eats my mind
Reminds me what to leave behind


A primeira foto mostrava Draco no colo da mãe, o pai ao lado, ambos adultos com a expressão séria, como se estivessem sendo obrigados a tirar a fotografia; a próxima mostrava o loiro brincando com alguns dados coloridos no jardim da casa. Os pais o olhavam, as mesmas expressões sérias. Jean percebeu que, a cada foto que passava, as expressões dos pais de Draco não mudavam, eles sempre estavam sérios; imaginou se eles seria assim sempre. Parou em uma das últimas fotos e a observou seriamente, o loiro estava com uma beca de formando, abraçado a uma garota morena, ambos sorriam brevemente; Hermione percebeu que o sorriso não era de felicidade, mas sim deboche.

Viu outras fotos dos dois adolescentes juntos, em uma delas a morena estava sentada no colo de Draco, abraçando-o pelo pescoço, ele com as mãos na cintura dela; um perfeito casal comportado. A morena tinha os cabelos longos, negros como a noite, os olhos também, pele clara e um corpo atraente; o mesmo sorriso das fotos anteriores. Eles deveriam ser namorados.

Folheou mais algumas vezes o álbum e então ouviu a porta se abrir, rapidamente se levantou, pronta para atacar, mas viu que era ele e trazia algo na mão. Observou atentamente a mão dele e depois olhou-o nos olhos, esperando uma explicação.

-Você gosta de orquídeas, não é? – Hermione assentiu, olhando-o seriamente, não se lembrava de ter dito algo sobre as flores.

-Como soube? – ela o questionou, soltando o álbum no sofá e aproximou-se dele, aceitando o buquê que ele oferecia; as flores ainda estavam levemente molhadas do orvalho. Duas delas se destacavam pelo perfume e cor, e Hermione se permitiu sorrir. Adorava tal flor, elas eram fortes e frágeis, poderosas e extremamente belas, chamando a atenção de qualquer pessoa; mesmo que essa não gostasse de plantas.

-Quem é a morena com você nas fotos? – Draco espantou-se com a pergunta, mas assim que olhou para o sofá entendeu do que ela falava; sorriu pelo canto da boca, colocando as mãos nos bolsos da calça.

-Pansy Parkinson. – ela o olhou reprovando-se, estava com ciúmes de uma mortal? – Uma namorada da época do colégio.

-Seus sorrisos são extremamente parecidos. – comentou, como se não fosse nada de mais, ainda sentindo-se idiota por ficar a falar de uma garota que nem presente estava.

-Sim, crescemos juntos. – ele encostou-se na parede olhando-a cheira as flores outras vez.

Light eats night
And all I never said
Reminds me what to do before I’m…


Olhou nos olhos cinza do garoto, vendo ele apreciar o agrado que havia feito, sorriu brevemente antes de aproximar-se o suficiente para seu sussurro ser ouvido; os lábios quase tocando os dele.

-Onde é seu quarto? – ele olhou fundo nos olhos castanhos dela, como que pedindo para que ela não os transformasse, ficasse humana o máximo de tempo que pudesse. Hermione observou ele segurar sua mão livre e entrelaçar seus dedos outra vez; para ela, uma atitude totalmente humana.

Draco aproximou-se dela, sentindo o frio do corpo da morena, sorrindo pelo canto da boca, buscando devagar os lábios vermelhos dela. O beijo foi calmo, as línguas brincavam devagar, se descobrindo aos poucos; Draco sentiu que ela se aproximava, colando seu corpo contra o dele. Segurou-a pela nuca, o beijo se tornando mais possessivo.

Separaram-se e ele olhou-a nos olhos, ainda encontrando o castanho brilhante; puxou-a na direção do hall. Hermione não soltava as orquídeas, as levaria junto de si, era o primeiro presente que ele havia lhe dado; observou o nervosismo do garoto ao subir a imponente escada de mármores branco com carpete verde escuro no centro. Na mente do loiro, ela conseguia ver a preocupação com a dor, a transformação, a vida eterna; Mione não pôde evitar sorrir. Se existia algo que gostava nos humanos era o fato que as coisas mais importantes se perdiam com as preocupações; ela ainda não havia sequer sugado a essência dele e o garoto já estava temendo as dores.

Andaram por um longo corredor, muitas portas fechadas, todas de madeira escurecidas, quase negras; um longo tapete se estendia pelo chão de mármore branco. As janelas eram grandes, com vidros extremamente limpos, permitindo que visse o céu escuro do lado de fora. A lua reinava no negrume que estava o céu naquela noite, sem estrelas, sem nuvens; ela sorriu. Na noite de sua transformação o céu também estava daquele mesmo jeito, como se fosse uma luz para iluminar tal evento macabro.

To see you
To touch you
To see you
To touch you


Já estava cansando de andar lentamente pelo longo corredor, que parecia não ter fim, quando ele parou, abrindo uma porta pintada de verde claro; entraram no quarto sem qualquer luminosidade. Draco logo procurou o interruptor, mas ela o impediu, andando até as janelas e abrindo as cortinas, deixando a luz da lua entrar.

Ela virou-se e o encarou, o loiro sentia todo seu corpo reagir àquela mulher, como se não fosse capaz de se controlar; sentia-se um adolescente na primeira transa quando ela o olhava daquele jeito. Ao mesmo tempo que sentia medo, sentia desejo, um desejo quase incontrolável. O medo era grande, talvez não suportasse a dor ou as transformações; mas a vontade de possuí-la, de senti-la sob seu corpo, os gemidos que ela poderia deixar escapar daqueles lábios vermelhos eram maiores do que qualquer coisa. A queria só para si.

Mione observou todo o quarto, uma grande cama no canto, com lençóis brancos, travesseiros da mesma cor, um grande tapete verde escuro no centro; uma porta entreaberta revelava o closet com apenas algumas roupas. No lado oposto da cama se encontrava uma televisão e um sofá de couro negro como o do escritório; uma mesa com alguns papéis e uma cadeira com uma camisa azul-claro pendurada.

-Tens medo? – perguntou, colocando gentilmente as flores na mesa e andando até onde ele estava parado, segurando somente uma das flores na mão; Draco ouviu a pergunta, mas não conseguia responder. A luz da lua entrava fraca no cômodo e banhava a pele da vampira, deixando-a mais clara, fazendo uma bela moldura. – Tens medo, Draco?

A pergunta foi seguida de um leve suspiro dele, vendo os olhos castanhos dela se tornarem cinza, entretanto, um cinza com um brilho diferente dessa vez; a respiração dele se tornou mais acelerada, como se temesse o próximo passo. Lembrou-se da frase de Alberth, que quando alguém era escolhido como parceiro a essência seria sugada durante o sexo; preocupou-se com esse momento.

-Draco, tens medo? – a pergunta foi refeita, dessa vez mais baixa, quase um sussurro; Hermione viu o garoto negar, balançando a cabeça devagar. Aproximou-se ainda mais.

Olhou-a fundo nos olhos, sabendo bem que não deveria fazer tal coisa, mas não conseguia; entendia perfeitamente o que Alberth dizia sobre o metal. Ela tirou o casaco dele, deixando-o cair no chão do quarto, um leve barulho de tecido escorregando pela pele pareceu estremecer as estruturas da casa; engoliu em seco, ela deixou as presas à mostra, indicando que ficaria transformada. Tentou ignorar o fato de que estava terrivelmente assustado com o que queria, mas agora era tarde demais, já tinha tomado sua decisão.

Tocou seu braço, na tentativa de esquecer o medo, já era tarde, ela teria que dormir em pouco tempo, segurou com delicadeza sua mão; o frio já não incomodava mais, apenas lhe instigava os sentidos. Queria senti-la, cada pedaço de pele, cada canto que nunca tinha visto, que nunca tinha tocado. Ela se aproximou e ele sorriu pelo canto da boca, sabia que aquele movimento dela fora involuntário, ela nunca se aproximava dele; sempre ele era quem corria atrás dela.

Epochs fly, reminds me
What I hide, reminds me
The desert skies
Cracks the spies


Postou a mão no ombro dela indo devagar até a nuca, segurando um pouco do cabelo entre os dedos e a trazendo devagar até si, enquanto sentia ela cravar as unhas na pele de sua outra mão; o frio do corpo dela parecia estar cada vez mais forte, ele gostava de tal sensação. Quente e frio. As bocas se aproximaram, ele sentia que ela olhava diretamente para seus lábios, enquanto ele olhava para os dela, pouco se importando com os dentes afiados que estavam presentes. Passou a ponta da língua nos próprios lábios e depois nos dela, olhando fundo no metal a sua frente; deixou um sorriso escapar quando ela enterrou as unhas ainda mais em sua mão.

Ele estava provocando-a, e ela estava gostando, porém só o demonstraria quando já estivesse levando-o ao limite, o que não demoraria muito; segurou-o pelos cabelos, puxando-o contra seus lábios, chocando-se contra ele, ferindo-o com seus dentes pontiagudos. Ele não reclamou, apenas abriu a boca e esperou que ela fizesse o mesmo; e ela fez, deixando que suas línguas brincassem, os dentes cortando cada pedaço de carne que encontravam.

Sentiu que a mão soltava seu cabelo, indo em direção a suas costas, apertando-a, puxando seu corpo contra o dele; sentiu-se desejada ao perceber o quanto ele estava excitado. Segurou com mais força o cabelo dele, ouvindo-o gemer, só não sabia se de dor ou satisfação; beijou com mais vontade, os corpos colados, seu frio intensificando a cada segundo de desejo. Nunca em toda sua vida - mortal ou não - se sentira tão desejada como estava se sentido agora. As cortinas balançavam fracamente, um vento fraco entrava pelas janelas abertas.

Deram alguns passos a esmo, um empurrando o corpo contra o outro, quase como uma luta; Draco empurrou-a com força contra a parede, sentindo-se entranho por ela ter deixado tal ato acontecer. Separou seus lábios dos dela, vendo-a sorrir e passar a ponta da língua por eles, pegando cada gota de seu sangue que estava em seus lábios; não se importou de sangrar por ela, sabia que o faria por toda a eternidade caso ela pedisse. Olhou para o corpo dela, vendo o que ela vestia, pensando em se desfazer daquela peça o mais rápido possível.

Reminds me what I never tried
The ocean wide salted red
Reminds me what to do before I’m...


O vestido vermelho estava bem colado ao corpo dela, descia liso até os joelhos, sorriu; ela já tirava os scarpins, um diferencial entre as garotinhas que conhecia, ela era mulher de verdade, sabia vestir-se como uma dama, mesmo que fosse sair para caçar. Avançou até o corpo dela outra vez, beijando-a e procurando a abertura do vestido nas costas; soltou o fecho e começou a afrouxar o tecido, pouco tempo depois a peça estava praticamente solta no corpo dela. Puxou a peça para os lados, libertando o corpo dela, revelando seios fartos, cintura fina, pele pálida; aproximou-se outra vez, beijando com seus lábios quente a pele fria dela.

Os lábios dele umedeciam sua pele, deixando-a cada vez mais excitada, queria acabar com aquilo, fazê-lo seu; ele se ajoelhou à sua frente, as mãos puxando o tecido vermelho até tirá-lo totalmente por seus pés. Olhou-o. Via o desejo estampados nos olhos escurecidos do loiro, pareciam transformados.
Levantou-se, olhando-a por inteiro, suas mãos na cintura dela, sua boca procurando a dela, mas ela desviou os lábios para seu pescoço. Draco tremeu, Hermione iria mordê-lo, era aquele o momento. Mas ela somente o beijou, deixando as presas somente rasparem na pele, fazendo um leve arrepio percorrer seu corpo, ao perceber que ela não o morderia naquele momento. Sentiu o corpo da morena contra o seu, ela estava somente de calcinha, uma renda negra, contrastando com a pele pálida.

Um puxão e a camisa que ele vestia se transformou em trapos, que ela soltou e passou a acariciar a pele dele, raspando de leve as unhas, deixando fracas marcas; metal contra metal. A excitação dele era visível, ela abriu lentamente a calça dele, ajudando-o a tirá-la; se abraçaram. O beijo era cada vez mais violento, sedento, possessivo. As cortinas começavam a se mexer com mais intensidade, o vento ficava mais forte e mais frio.

As mãos de Draco percorriam todo o corpo dela, sentindo cada parte que conseguia, temendo ser precipitado e acabar por estragar tudo, tomava cuidado com os lugares que acariciava; Hermione o puxava contra si, deixando o garoto tomar o controle naqueles momentos. Giraram e seguiram aos beijos até a cama, a morena mordendo levemente os lábios dele, sugando as gotas de sangue que saíam; porém ela não esperava que ele mordesse com a mesma força, fazendo-a gemer.

Cinza encontrou cinza quando caíram na cama, o corpo dele pressionando o dela no colchão, as últimas peças de roupas sendo jogas no chão. Hermione sentia o desejo do garoto contra si, estava tão excitada quanto ele, queria fazê-lo seu; lentamente afastou as pernas, permitindo que ele se encaixasse no espaço cedido. Ele pegou a flor caída na cama, passando brevemente pelo nariz dela, deixando ela sentir a fragrância. Puxou-o para mais um beijo, desejando que ele começasse logo, ou achava que perderia a cabeça.

To see you
To touch you
To see you
To touch you


Draco penetrou a morena lentamente, aproveitando cada segundo, cada som e movimento que ela fazia, e, por mais, que a pele dela fosse gelada, ambos agora pareciam pegar fogo; o ritmo era lento e harmonioso. Ela o beijou e seguiu arranhando com as presas sua pele até o pescoço, era aquele o momento. Teria que mordê-lo durante o sexo, sugar a essência, sentir o prazer que ele proporcionava; seus dentes entraram na carne do garoto, um gemido mais fundo ecoou do fundo da garganta dele, mas os movimentos de seus quadris não pararam.

O quarto parecia vibrar na freqüência dos gemidos, as cortinas balançavam com incrível força, quase se soltando das janelas; o vento balançava todos os móveis do quarto, deixando um frio sobrenatural apossar-se do aposento.
Sentia-se completando-a, e a dor das presas dela ferindo sua carne só lhe dava mais prazer, o ritmo acelerou; ela o mordeu com mais força. Hermione o abraçou, as unhas cravadas nas costas dele, sugava a essência do rapaz e, junto com ela, pouco de seu sangue; assim que ambos chegasse ao ápice, ela o transformaria. Porém ela sentia um calor começar a percorrer seu corpo, um calor que não sentia há anos, foi quando ele gemeu profundamente, despejando-se dentro dela. Hermione o seguiu, enlaçando as pernas na cintura dele, aprofundando-o ainda mais em si. Cravou os dentes no pescoço dele, sugando o sangue, deixando que uma grande parte escorresse por seus corpos, manchando os lençóis.

Draco sentiu a força esvaindo-se como da outra vez, o corpo ganhando peso, caindo sobre o dela; sentia seu coração bombear sangue direto para a boca da vampira. Tudo se tornou escuro em poucos segundos. Hermione o deitou ao seu lado, vendo o semblante calmo dele; era só dar gotas de seu sangue e estava terminado. Sentou-se na barriga dele, cortando o pulso com uma das presas, permitindo que algumas pequenas gotas caíssem na boca dele.

Continuou sentada na barriga dele, uma perna de cada lado do corpo do loiro, queria ver a transformação dele, estar presente e ajudar, como Sirius não havia feito . Passaram-se alguns minutos e a pele do rapaz já era mais pálida, já não mais ouvia a respiração dele, nem o bater fraco de seu coração; o primeiro espasmo de dor aconteceu. Hermione o segurou contra o colchão, agora já não demoraria.

The sun reclines - remind me
The desert skies - remind me
The ocean wide salted red
Reminds me what to do before I’m…


Primeiro, ele teve os acessos mais leves, batia os braços para todos os lados, o corpo lutava pela vida, seu coração lutando para continuar batendo, mas já era tarde demais, ela sabia como isso funcionava. Os órgãos paravam de funcionar um a um, por isso o transformado sentia tanta dor e se debatia tanto, depois a pele se tornava cada vez mais pálida e fria, porque o sangue parava de fluir nas veias, depois vinha a pior parte, o coração começava a diminuir de ritmo, parando lentamente; nesse momento o transformado tinha os piores dos acessos, e, quando o coração parava totalmente, estava tudo terminado e a fome começava. O sorriso da morena aumentou ao lembra-se de como ficara quando a sede a inundara pela primeira vez; uma vontade única de sugar, beber até a última gota e matar, uma pessoa após a outra.

Minutos depois de espasmos de dor e morte Draco abriu os olhos, os olhos cinza com um novo brilho. Encontrou os olhos metálicos de Jean à sua frente, fitando-o com orgulho. Sorriu, ela soltou seu corpo, abaixando-se, quase encostando seus lábios aos dela; a voz era um sussurro doce. Uma promessa maldita.

-Bem vindo à eternidade.

See you
Touch you
Feel you
Tell you


FIM.
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Kiss

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Comentários: 2

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Enviado por RiemiSam em 12/07/2013

Conheci hj e achei essa fic impressionante. Sexy e muito sensual.

Nota: 5

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Enviado por Mille M em 18/02/2012

li os capitulos todos hoje! :D gosteeeeii! 
e recomendo esta fic! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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