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20. Vida que segue


Fic: Unidos por toda a Vida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O outono pareceu chegar de repente naquele ano. A manhã de 1º de setembro estava fresca como uma maçã, e a pequena família se agitava pela ruidosa rua rumo à grande estação coberta de fuligem, a fumaça do escapamento dos carros e a respiração dos pedestres reluziam como teias de aranha no ar frio. Duas grandes gaiolas se agitavam com ruído no topo dos carrinhos carregados de bagagem que os pais empurravam; as corujas dentro delas piavam indignadas, e a menina ruiva andava lentamente e de modo tímido atrás de seus irmãos, segurando o braço de seu pai.
- Não demora muito, e logo será sua vez de ir. - Harry disse a ela.
- Dois anos. - fungou Lílian. - Eu quero ir agora!
Os transeuntes fitavam as corujas com curiosidade, assim que a família seguia seu caminho em direção à barreira entre as plataformas nove e dez, a voz de Alvo soou às costas de Harry, sobre a barulheira do lugar; seus filhos retomaram o debate que começaram no carro.
- Eu não vou! Eu não vou ser um sonserino!
- Thiago, dá um descanso!, disse Gina.
- Eu só disse que ele poderia ser. - disse Thiago, sorrindo maliciosamente para o irmão mais novo. - Não há nada de errado com isso. Ele poderia ficar na Sonserina.
Mas Thiago silenciou ao receber o olhar "molly" de sua mãe. Os cinco Potter se aproximaram da barreira. Com um olhar levemente arrogante sobre o ombro para seu irmão mais novo, Thiago tomou o carrinho das mãos de sua mãe e avançou correndo. Um momento depois, ele desaparecera.
- Vocês vão me escrever, não vão? - Alvo perguntou aos pais imediatamente, aproveitando a ausência momentânea de seu irmão.
- Todo dia, se você quiser. - respondeu Gina.
- Não todo dia - disse Alvo depressa - Tiago dia que a maioria das pessoas só recebe cartas de casa mais ou menos uma vez por mês.
- Nós escrevemos a Tiago três vezes por semana no último ano - disse Gina.
- E você não pode acreditar em tudo o que ele lhe conta sobre Hogwarts. - acrescentou Harry. - Ele gosta de fazer brincadeiras, o seu irmão.
Lado a lado, eles empurraram adiante o segundo carrinho, ganhando velocidade. Assim que eles se aproximaram da barreira, Alvo estremeceu, mas não houve colisão. Então, a família apareceu na plataforma nove-e-meia, que estava enevoada pelo espesso vapor que saía do vermelho Expresso de Hogwarts. Figuras indistintas fervilhavam na névoa, entre as quais Thiago já desaparecera.
- Onde eles estão? - perguntou Alvo ansioso, observando atentamente as formas enevoadas enquanto eles passavam, dirigindo-se à plataforma.
- Nós os encontraremos. - disse Gina de modo tranqüilizador.
Mas o vapor estava denso, e foi difícil distinguir a face de alguém. Destacadas de seus donos, as vozes soavam anormalmente altas, Harry pensou ter ouvido Percy discursar em voz alta sobre os regulamentos do uso de vassouras, e ficou muito satisfeito da desculpa para não parar e dizer olá...
- Eu acho que aqueles são eles, Al. - disse Gina de repente.
Um grupo de quatro pessoas surgiu da névoa , em pé ao lado do último vagão. Suas faces só entraram em foco quando Harry, Gina, Lílian e Alvo chegaram bem perto deles(e Harry pensou se algum dia deixaria de sentir aquele frio na barriga e acrescimo de batidas cardíacas ao avistar Hermione).
- Oi! - disse Alvo, soando imensamente aliviado. Rose, que já usava suas vestes de Hogwarts novinhas em folha, sorriu radiante para ele.
- Estacionou direitinho, então? - Rony perguntou a Harry. - Eu sim. Hermione não acredita que eu pude passar no teste de direção trouxa, você acredita? Ela pensou que eu tive de Confundir o instrutor.
- Não, eu não pensei. - disse Hermione, - Eu botei a maior fé em você (ela continuava desviando os olhos).
- Na prática, eu o Confundi sim. - Rony cochichou para Harry, enquanto juntos, eles erguiam o baú de Alvo e a coruja para o embarcarem no trem. - Eu só esqueci de olhar no espelho retrovisor, e cá entre nós, eu posso usar um Feitiço Supersensor para isso.
De volta à plataforma, eles encontraram Lílian e Hugo, irmão mais novo de Rose, tinham uma discussão animada sobre para qual Casa eles seriam sorteados, quando finalmente fossem para Hogwarts.
- Se você não for para a Grifinória, nós vamos deserdar você - disse Rony - Mas sem pressão.
- Rony!
Lílian e Hugo riram, mas Alvo e Rose ficaram sérios.
- Ele não quis dizer isso - disseram Hermione e Gina, mas Rony não estava mais prestando atenção. Recebendo um olhar de Harry, ele acenou discretamente para um ponto uns quinze metros dali. A neblina havia diminuído por um momento, e três pessoas se encontravam em um agudo contraste junto à inconstante névoa.
- Olhe quem é.
Lá estava Draco Malfoy, com sua mulher e o filho, uma capa preta abotoada até a garganta. Seu cabelo recuava um pouco, o que acentuava seu queixo pontudo. O novo menino lembrava Draco, assim como Alvo lembrava Harry. Draco percebeu que Harry, Rony, Hermione e Gina o fitavam (e Harry percebeu zombeteiro a face da esposa atingir a cor dos cabelos) , acenou com a cabeça brevemente, e virou-se de novo.
- Então lá está o pequeno Escorpio - disse Rony em voz baixa. - Certifique-se de superá-lo em cada teste, Rose. Graças a Deus, você herdou o cérebro de sua mãe.
- Rony, pelo amor de Deus. - disse Hermione, meio áspera, meio divertida. - Não tente deixá-los um contra o outro antes mesmo de ter começado a escola!
- Você está certa, desculpe. - disse Rony, mas incapaz de se segurar, ele acrescentou. - Não seja muito amigável com ele, então, Rosinha. O vovô Weasley nunca perdoaria você por se casar com um sangue-puro.
- Ei! – Thiago os chamou.
-São quase onze, é melhor vocês embarcarem. – Hermione comentou, enquanto olhava o relógio.
- Não esqueça de dar um abraço em Neville! - Gina disse a Tiago enquanto o abraçava.
- Mamãe! Eu não posso dar um abraço a um professor!
- Mas você conhece o Neville...
Tiago girou os olhos.
- Fora da escola, sim, mas dentro, ele é o Professor Longbottom, não é? Eu não posso entrar na aula de Herbologia e dar-lhe um abraço...
Balançando a cabeça pela tolice de sua mãe, ele desabafou o que sentia mirando um pontapé em Alvo.
- Até mais,Al. Cuidado com os testrálios. “
- Eu pensei que eles fossem invisíveis? Você disse que eles eram invisíveis! - mas Thiago apenas riu, permitiu que sua mãe o beijasse, deu um abraço rápido em seu pai, e então, saltou rápido para dentro do trem. Eles o viram acenar, e depois correr a toda velocidade pelo corredor para encontrar os amigos.
- Testrálios não são algo com que se preocupar. - Harry disse a Alvo. - Eles são dóceis, não há por que se assustar com eles. De qualquer jeito, você não irá para a escola nas carruagens, mas sim nos botes.
Gina deu um beijo de despedida em Alvo.
- Vejo você no natal.
- Tchau, Al. - disse Harry enquanto o abraçava. - Não esqueça que Hagrid convidou você para o chá na próxima sexta-feira. Não faça se meta com pirraça. Não duele com ninguém até que você tenha aprendido como. E não deixe Thiago enrolar você.
- O que faço se eu for para a Sonserina?
O sussuro foi apenas para o pai, e Harry sabia que somente o momento da partida forçaria Alvo a revelar quão grande e sincero esse seu medo era. Harry se agachou e a face de Alvo ficou só levemente acima da sua. Dos três filhos de Harry, Alvo foi o único a herdar os olhos da avó, Lílian.
- Alvo Severo - Harry disse calmamente, de modo que ninguém além de Gina pudesse ouvir, e ela teve o bom senso de fingir acenar para Rose, que estava à bordo do trem agora. - Você recebeu o nome de dois diretores de Hogwarts. Um deles foi sonserino, e provavelmente o homem mais corajoso que já conheci.
- Mas e se eu for...
- Então, a Sonserina ganharia um excelente aluno, não? Não importa para nós, Al. Mas se importa para você, você será capaz de escolher entre Grifinória ou Sonserina. O Chapéu Seletor considerará sua escolha.
- Sério?
- Foi assim comigo. - disse Harry.
Ele nunca contara algo do tipo a nenhum de seus filhos antes, e ele viu a admiração no rosto de Alvo quando o contou. Mas como as portas estavam batendo ao longo de todo o trem escarlate, e os contornos obscuros dos pais se aglomerando adiante pelos beijos de despedida e últimas recomendações, Alvo subiu ao vagão e Gina fechou a porta logo após ele. Os alunos se dependuravam às janelas mais próximas. Um grande número de rostos, tanto no trem como fora dele, pareciam se voltarem para Harry.
- Por que todos eles estão olhando? - perguntou Alvo enquanto ele e Rose estendiam os pescoços para olhar os outros alunos.
- Não se preocupe com isso. - disse Rony - Sou eu, eu sou extremamente famoso.
Alvo, Rose, Hugo e Lílian riram. O trem começou a se mover, e Harry andava ao longo dele, observando o rosto magro de seu filho, já inflamado de excitação. Harry permaneceu sorrindo e acenando, mesmo sabendo que que era por pouco tempo não pode deixar de Ter uma sensação de perda, observando o filho delizar para longe dele...
– Ele ficará bem. - murmurou Gina.
Harry olhou para ela, abaixou a mão distraidamente e tocou a cicatriz em forma de raio em sua testa.
– Eu sei.
Há dezenove anos a cicatriz não o incomodava mais. Tudo estava bem.
- Mamãe, Hugo pode ir conosco para a casa da vovó? – Lílian perguntou. Gina perguntou com um olhar para Hermione, que sorriu.
- Claro, querida.
- Então, Rony leva as crianças e a mim. – a ruiva avisou.
- Tudo bem. Rony disse olhando de canto para o filho.
- Porque papai e a Tia Mione têm que voltar para o Ministerio- Gina justificou para Lilian. Rony revirou os olhos, e depois beijou levemente a testa da esposa.
- Está bem. Harry, se importa em dar carona para a Mione até o Ministério? – Gina questionou.
-Claro que não. – ele respondeu solicito.
-Não Gina, não precisa, eu e Rony viemos em carros separados, saí só um pouco do trabalho para me despedir da Rose.
-Então, após despedirem-se, Rony, Gina, Harry e Hermione seguiram para os carros estacionados, entraram no carro de Harry e seguiram adiante...Tudo estava finalmente e verdadeiramente bem.

Fim...

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