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4. Slept So Long


Fic: Your Blood In Me


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Parte 3: Slept So Long


I see hell in your eyes
Taken in by surprise(surprise)
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside


Orgy – Slept So Long – Queen Of The Damned

Walking
Waiting
Alone without a care
Hoping
And hating
Things that I can't bear


15 de Abril, 1994

Vida. Engraçado que quando chega à beira dos quarenta você começa a pensar na vida que levou. Não posso reclamar, afinal levei uma vida boa, fiz cursos, viajei, trabalhei e fui feliz; sim, fui muito feliz.

Hoje, fazendo meus trinta e nove anos eu vejo que poderia ter feito uma coisa a mais: casado! Oh, sim, casado. Não que eu não tivesse oportunidade, tive algumas, mas nenhuma das mulheres com quem estive me fez sentir essa necessidade que ela faz. Aquela necessidade de estar ao lado, de dormir abraçado, sorrir, brigar, gritar, transar e viver. Ora, tolices de um homem que não se apresentou ainda.

Meu nome é Alberth Caim, estou fazendo aniversário hoje e faz praticamente uma semana que a conheci.Quem? Hermione Jean Granger. Não sei porque ela odeia que falem seu nome, é tão belo. Belo como ela. Mulheres como Jean não existem, é fato; bela, louca e única.

Vou relatar aqui cada detalhe dos meus encontros com ela, dos beijos, das transas e da vida ao lado de Hermione; afinal, não encontro quase nada sobre minha bela insana e talvez nunca vá encontrar. Estaria mentindo se dissesse que estou totalmente sossegado sobre ela, eu a temo; sim, e muito. Nunca andou pela Terra mulher igual a ela, e receio que eu não vá ver o sol brilhar por muito tempo caso ela descubra que passei a documentar nossos encontros e segredos.

Todos temos segredos, certo? Porém Hermione tem mais, muito mais. Pessoas como ela são cheias de segredos, de histórias, de contos e mitos; ora veja só, minha bela Jean é um mito. Mito, conto, desejo, ela é por si só algo único. Não sei se conseguirei descrever o que ela é em uma só palavra, afinal dizer: vampira soa falso e vago demais.

Faz uma semana que sai de minha casa em Blackheath, um bairro pouco conhecido em Londres, e fui na direção de Princess of Wales, um pub antigo, muito agradável com mesas ao ar livre, não que fosse uma noite extremamente agradável para se sair. Não, a noite estava sem estrelas, como se desse o aviso de que deixaria tudo no escuro, nas sombras. Deveria ter visto que isso era um aviso, aviso de que algo não estava do jeito certo em Blackheath.

Andei vários minutos somente olhando as janelas das casas, todas fechadas, como se a noite escurecida pela ausência das estrelas lhe dessem medo. Não era isso que eu sentia, mas não me agradava ver o céu Londrino sem estrelas. Eu deveria ter sentido que aquilo era um aviso, porém continuei a andar, cada vez mais parecia estranho andar somente iluminado pelas luzes dos postes; uma vez que se vive em um pacato bairro como Blackheath você acaba se acostumando a ver estrelas brilhando mais que as próprias lâmpadas. Aquilo deveria ter me alertado.

Não demorou nem dez minutos e eu já estava na porta do Princess, olhando para o pub quase vazio; certo, aquilo também não era normal, principalmente em um sábado. Já eram oito horas e as pessoas deveriam estar lotando aquele pub como sempre acontecia, mais um sinal que ignorei; deveria ter percebido esses sinais e ido para minha casa, ficar na paz de meu sofá.

Sentei-me em uma das mesas do lado de fora, mas, antes mesmo que uma das garçonetes chegasse, me levantei e fui para a parte interna, procurei uma mesa em um canto mais afastado, sorrindo para as poucas pessoas que estavam lá dentro. Ainda me pergunto por que não fui embora naquele momento.

Did you think it's cool
To walk right up
To take my life
And fuck it up
Well did you?
Well did you


Bebi pelo menos duas cervejas antes que ela entrasse, Deus, me lembro como se fosse nesse momento; a morena entrou no pub chamando a atenção de todos, fazendo todas as cabeças se virarem em sua direção. Pele clara - clara demais, eu devo dizer - corpo com curvas maravilhosas, cabelos cacheados caindo pelas costas; os olhos castanhos claros, na minha opinião prefiro eles desse jeito. Os lábios pintados de vermelho, olhos pintados de preto, unhas da mesma cor; porém era o jeito de se vestir que chamou minha atenção, e de todos no recinto.

Hermione usava coturno de couro preto, os cadarços presos firmemente, meia-calça escura, saia de pregas xadrez misturando preto e cinza; camiseta colada ao corpo, deixando pouco para a imaginação dos homens presentes. Entretanto alguns de nós, os mais bobos, devo dizer, não a olharam mais quando dois rapazes entraram junto, um deles a segurando pela cintura.

Dei uma curta risada quando ela afastou a mão dele e sentou-se uma mesa diante da minha, ficando de frente para mim, enquanto o ruivo e o moreno que estavam com ela sentavam-se de costas. Sorri quando percebi que ela estava entre eles no meu campo de visão, e eu podia olhá-la sem preocupações. Hoje eu sei que deveria estar parecendo um belo de um velhote pensando que era garotão; mas não resisti ao vê-la sorri pra mim.

Eu já deveria ter ido embora fazia alguns minutos, mas não conseguia, ela tinha me encantado; nossa, eu lembro de cada sorriso e olhar que ela me lançou naquele dia. Sempre amei seus sorrisos, ela inclina a cabeça para trás, deixando o pescoço exposto, como se pedisse que eu faça o mesmo que ela faz comigo; ela sabe bem que eu nunca farei, mas, quando ela faz isso, me deixa feliz, como se mais nada pudesse estragar minha vida. Eu vivo me convencendo de que isso é um dos poderes dela; mas não é hora de falar dos poderes dela, afinal ela tem muitos e só descobri alguns. Tenho certeza.

I see hell in your eyes
Taken in by surprise (surprise)
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside


Draco sorriu, não era somente ele que se sentia bem com a risada dela, Alberth também se sentia daquele jeito. Ajeitou-se em sua cama, arrumando os óculos e voltou seu olhar para o livro, a frase de Hermione ainda martelando em sua cabeça. Não conseguia entender a frase, apesar de que fazia algum sentido.

Olhou o livro outra vez. Parecia até fácil demais descobrir a vida dela naquele pequeno livro, mas ali estava, documentado tudo que ele precisava saber sobre ela; olhou mais uma vez para o livro; era melhor continuar, talvez ali tivesse uma dica para o que ela falara.

Olhei para o relógio na parede e decidi ir embora, afinal estava ficando ridículo ficar de olho em uma adolescente; eu achava que estava fazendo papel de idiota, e hoje ainda acho. Paguei o que devia, me despedi de meus conhecidos e sai porta afora; claro, eu não podia deixar de olhar para ela, afinal tinha ficado muito tempo olhando-a pelos ombros dos amigos dela. Dois dias atrás ela me contou que Potter e Weasley não gostaram nada do fato de ela ter ficado me observando, mas devo dizer que não tenho medo algum. Se eles tentarem algo, Jean os mata.

Vesti o casaco na porta, olhando-a de canto de olho. Ela estava de lado na cadeira, fitando-me sem pudor algum, como se estivesse esperando que eu a olhasse; contou-me que desejou que eu a olhasse, que eu virasse somente mais uma vez. Ela sabe bem que me ganhou com aquele olhar. Parei na porta e fiquei fitando-a, algo me dizia que deveria ir embora, esquecer aquela garota; mas quem disse que consegui? Não, fiquei mais alguns segundos fitando aqueles olhos castanhos, até que resolvi sair.

Observei outra vez o céu, aquela noite escura estava me dando avisos, e eu ignorei todos, deveria ter ficado mais atento; caminhei calmo, mesmo com a sensação estranha que começava a ficar frio. Olhei outra vez o céu limpo, sem nuvens, sem estrelas, apenas escuridão; a cada passo, me sentia com mais frio. Foi quando ouvi, aquele estrondo avisando que choveria, mas parecia mais que o mundo acabaria. Certo, chover é normal, mas aquela noite exagerou na chuva.

Sabia que não ia conseguir chegar em casa, eu sempre me molhava quando fazia aquele caminho e chovia, era coisa certa; tentei andar mais rápido, mas ouvi alguns passos atrás de mim. Eu queria e desejava tanto que fosse ela que não consegui segurar minha vontade de olhar para trás, e lá estava ela; sei que deveria ter seguido meu caminho, afinal uma chuva forte iria desabar sobre mim e ficaria mais tempo debaixo dela parado olhando a garota. Mas ninguém vira as costas para a Hermione, você simplesmente não consegue dizer não aqueles olhos, aquele corpo; ela se aproximou me olhando nos olhos. Foi nesse momento que percebi que seus olhos castanhos estavam cinza e, Deus, eu estava em pânico.

Eu bem sabia que correr era inútil, e, por alguma razão, ela sorriu, talvez adivinhando o que eu estava pensando, não sei, mas sorriu; eu senti a primeira gota de chuva cair em mim, e pensei em correr para algum lugar coberto. Mas não o fiz, logo chovia extremamente forte e eu ainda estava olhando-a, ela se deixando molhar pelas gotas de chuva; eu olhei-a por alguns minutos, somente tentando entender como tudo ao redor dela parecia mover-se devagar.

As gotas caiam lentas, os raios riscando o céu demoravam quase minutos, ela movia-se normalmente; pedaços de um telhado de uma casa passou por nós, estávamos no meio de uma tempestade. Hermione parecia não se abalar. Parecia que as outras coisas nem existiam, apenas eu e ela; eu via coisas passando a nossa volta, o rio já estava transbordando, pedaços de telhados giravam no céu, postes oscilavam em suas estruturas. Mas nada nos atingia, algo me dizia que ela impedia; uma redoma nos envolvia, nem a água eu sentia mais. E acho que, se ainda estivesse sendo açoitado pelas gotas da tempestade não estaria percebendo, naquele momento meus olhos estavam vidrados na boca dela.

Walking
Waiting
Alone without a care
Hoping
And hating
Things that I can't bear


Você já sentiu medo? Não qualquer medo, como o de uma montanha russa; digo, medo de morrer. Se já, entenderá o que estou prestes a falar: um sorriso não poderia ferir tanto quanto o dela me feriu. Deus, naquele momento eu queria fugir, correr, e ao mesmo tempo sabia que de nada adiantaria; presas. Presas despontavam daquela boca perfeita, maculando a visão mais linda que já tive.

-Você sente medo? – ela perguntou, eu lembro do arrepio que me passou por todo o corpo ao ouvi-la falar; a voz baixa e alta, mesmo em meio à tempestade. O rio já estava transbordado por completo, a água invadia a rua; mas ela não olhava para lugar algum a não ser para mim. Eu não tinha voz para responder, e não saberia o que responder.

Dois passos e aquelas mãos geladas me seguraram pelo rosto, eu nem sabia o que fazer. Era tão mais alto que ela, e naquele momento me senti pequeno; uma criança que é pega fazendo arte e agora vai receber sua punição. Aqueles lábios encostaram nos meus, Deus, a sensação de estar no céu era total; senti que ela pressionava os lábios contra os meus, mas, ao abrir a boca, seus dentes bateram contra meus lábios.

Eu abri os olhos, e juro-lhe, antes não o tivesse feito, encontrei duas íris de metal me encarando; o frio se apossou de mim, sentia o peso de cada gota de chuva, via cada pedaço de vidro de um carro passando por nós, um poste caiu ao nosso lado. Os lábios dela presos aos meus, a água do rio já molhava meus pés, eu mal conseguia respirar; foi quando ela soltou de minha boca, olhando para os lados e me puxou pela mão. Deus, eu deveria ter lutado, deveria ter impedido; sei que não conseguiria, hoje ela me disse que já havia me escolhido como brinquedo, que não havia escapatória.

Brinquedo dela, eu até acho engraçado. Sempre gostei de brincar com todos que conheci, era extremamente engraçado, porém hoje eu sou brinquedo; hoje eu brinco com a morte. Sei bem que a qualquer momento ela pode arrancar minha jugular fora, sem nem precisar fazer esforço, mas ela ainda quer brincar; ela ainda não cansou de mim. Temo o que vá acontecer quando ela cansar. Bom, deixe-me voltar ao dia que a conheci, afinal, é por isso que comecei a escrever nessas páginas.

Hermione me puxou na direção que eu seguia anteriormente, senti que ela me levava para casa, como ela saberia onde eu morava? Não me importei, apenas deixei que ela me guiasse; a tempestade ainda açoitava a vila, eu nem me perguntava se alguém morria naquele momento. Eu estava certo de que eu morreria. Eu deveria estar louco aceitando ir com ela, mas, me diga, você recusaria?

Did you think it's cool
To walk right up
To take my life
And fuck it up
Well did you?
Well did you?
I hate you!


-Não! – respondeu Draco rindo de si mesmo, estava tão concentrado no livro que nem vira que já era de noite e ainda não tinha entendido o que ela havia lhe falado duas noites antes. Precisava encontrá-la, precisava vê-la e tocá-la mais uma vez.

A pele fria parecia horrível ao toque, mas ela era bela demais para se importar com tal detalhe; precisava beijá-la somente mais uma vez. Sua mente trabalhava, tentando associar tudo o que descobria sobre ela, qualquer detalhe daquele livro, qualquer detalhe do outro livro.

Foi quando percebeu que deixara escapar somente um detalhe, um pequeno e quase insignificante detalhe; olhou para o relógio, vendo que eram quase dez da noite. Girou o corpo e pegou sua mochila no chão, puxando-a para si e abrindo quase que em desespero; ficou chocado ao ver que dentro dela estava a resposta para a frase da vampira. Tinha passado na biblioteca naquela tarde, depois que foi para as aulas, afinal estava negligenciando seu futuro e isso não poderia acontecer; pegou cinco livros sobre vampiros. Não os escolheu por causa do nome do autor ou algo assim, escolheu por instinto; e seu instinto o havia levado para o lugar certo.

Abriu o grosso livro, ajeitando os óculos que escorregaram um pouco quando se mexeu para pegar a mochila no chão, seus dedos passaram pelas palavras daquela fina folha, seus olhos brilharam; lá estava a resposta para sua pergunta, lá estava a resposta de como acharia Hermione.

-Para os desavisados que pensam que procurar é achar, saiba aqui, que nada do que procurar vai saciar sua sede de respostas. Saia pela noite, chame pelo nome, vire criatura. – disse alto, sentindo como elas ficavam em sua boca, com sua voz; sorriu, ali estava o jeito de vê-la outra vez.

Levantou-se rápido, tirando a camiseta que usava e correu para o banheiro, olhando de relance no espelho a marca ainda bem visível em seu pescoço; tirou a calça e a boxer cinza, jogando-as no chão, entrou correndo no box e tomou o banho mais rápido de sua vida.

Vestiu-se novamente, calça social preta e camisa cinza escura, sapatos pretos; olhou-se no espelho, parecia pronto para uma reunião de negócios. Pegou o livro de Alberth, os óculos, a carteira e saiu do quarto; andou silenciosamente e, tentando, não chamar a atenção de seus colegas; eles já estavam irritados por ele ter defendido a garota que machucara Carl. Teve que pagar dois policiais para que não o levassem para prestar depoimento, e prometeu fazer a morena ficar longe da república; ainda não sabia como faria isso, mas daria um jeito.

Assim que abriu a porta da frente, o vento morno daquela noite lhe envolveu o corpo, era a noite perfeita para falar com ela. Saiu pela calçada andando em passos lentos, pensando onde seria o melhor lugar para chamá-la; no campus não poderia ser, pois teria problemas se o vissem com ela. Não, teria que achar um lugar afastado dali, onde ninguém pudesse interferir.

Olhou para os lados, ajeitando os óculos no rosto e, duas quadras adiante, viu um parque com brinquedos de crianças, totalmente vazio e com pouca iluminação; era perfeito. Andou calmo até o local e sentou-se em um dos bancos pintados de verde; passou os olhos por todos os brinquedos, alguns balanços estavam quebrados, o gira-gira estava pendendo para o lado direito e alguns ferros indicavam que um dia ali houvera uma gangorra.

I see hell in your eyes
Taken in by surprise (surprise)
Touching you makes me feel alive
Touching you makes me die inside


Balançou a cabeça pensando em como as pessoas gostavam de destruir as coisas, afinal, aquele parquinho estava ali para divertir crianças, e não para ser destruído por marmanjos; respirou fundo tentando apagar todo o resto da mente e focar-se no que tinha que fazer. A frase voltou em sua mente: “Saia pela noite, chame pelo nome, vire criatura.” Mas como a chamaria? Gritaria seu nome? Ela ouviria?

Respirou fundo novamente, passando a mão pelos cabelos, tentando não pensar em como pareceria idiota gritando o nome dela em um parque de crianças; entretanto, a vontade de vê-la era maior, teria que arriscar. Deixou o livro de lado e levantou-se olhando pelo parquinho mal iluminado; iria chamá-la duas vezes, caso ela não aparecesse, iria embora e pesquisaria outro jeito de achá-la. Tinha que existir outro jeito de poder vê-la.

Olhou pelo parque, alguns arbustos baixos o cercavam, vários tipos de flores, com as mais variadas cores; ela deveria gostar de algum tipo de flor. Entretanto não se lembrava de ler no livro de Alberth sobre isso, talvez tivesse que descobrir sozinho; estaria exigindo muito de um livro.

Foi até o gira-gira e fechou os olhos, tentando não se sentir mais idiota do que já estava se sentindo; respirou fundo mais uma vez e segurando com uma das mãos o ferro do brinquedo, gritou:

-Hermione! – abriu os olhos esperando vê-la, mas ela não estava ali, tentou mais uma vez. – Hermione!

Esperou alguns minutos, talvez ela demorasse para aparecer; porém conforme os minutos passavam sentia-se cada vez mais idiota. Decidiu que iria embora, estava perdendo tempo gritando o nome dela na rua, iria pra casa tentar achar outro jeito de achá-la; foi até o banco e pegou o livro. Dera apenas três passos e o livro escapou de seus dedos, caindo aberto no chão; Draco abaixou-se e o pegou, ainda aberto. Ia fechando-o quando uma frase chamou sua atenção:

“Jean já deixou de brincar faz tempo, ela quer a morte dele.”

As letras deslizaram iguais um sussurro de sua boca.

-Jean!

-Achei que não acertaria. – Hermione sorriu do susto dele.

I've slept so long without you
It's tearing me apart too
How'd it get this far
Playing games with this old heart
I've killed a million petty souls
But I couldn't kill you
I've slept so long without you.

--

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Kiss

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