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10. E.A.B.


Fic: Papai


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Depois que Hermione voltou com o seu chocolate quente, Ron não conseguiu mais dormir. Sua mente estava repleta de novos sentimentos e pensamentos sobre o que a garota dissera e como ela agira com ele, o que provocou uma dor entorpecente em sua cabeça.

“Você sempre esteve ao meu lado quando eu precisei. Foi por isso.”

Claro que eu estive ao lado dela! Mesmo ates de começarmos a namorar— no nosso primeiro ano, com o trasgo; no segundo, quando ela foi petrificada e no sexto, no funeral...

Isso apenas mostra que mesmo uma garota independente como Hermione gosta que a protejam de vez em quando.


Ron já tinha quase esquecido que eles haviam brigado no dia anterior- quase. Ele não gostava muito de ficar remoendo aquilo. Depois da conversa com seu pai e o fato de estar acordado a quinze horas, Ron decidiu que aquilo era problema de Hermione e Miranda, não dele. Era bem verdade que era por causa dele, mas ainda era entre elas, e se ele quisesse viver numa boa, teria que relevar dessa vez.

Na manhã seguinte, Ron decidiu que precisava de uma camisa limpa, um banho e uma comida decente, então se despediu de Hermione e Hannah e aparatou na cozinha da Toca. Hannah deveria voltar para casa na hora do almoço, após uma avaliação, por isso Hermione insistiu que seria necessário apenas um deles no hospital.

Ao aparatar de volta na Toca, Ron se viu tremendo sob o ar de outono, e então percebeu que havia esquecido a capa no hospital. Praguejou e acendeu a lareira.

Cansado, sentou-se à mesa da cozinha e conjurou uma caneca de café preto. Estava preste a convocar alguns marshmallows, quando sentiu um par de olhos lhe encarando por trás.

“Você passou a noite toda fora,” disse Miranda. Sentou perto de Ron, ajustando a camisola contra o corpo. Parecia aborrecida, mas ao mesmo tempo preocupada.

“Eu pedi que a Ginny lhe avisasse onde eu estava,” disse, tomando um grande gole do café. “Ela explicou o que aconteceu?”

Miranda confirmou, balançando a varinha na direção do armário. Um pacote de marshmallows voou até ela e ofereceu alguns a Ron. “Ela disse. A Hannah está bem?” perguntou.

Há realmente uma preocupação em sua voz. Como a Hermione pode não gostar dela?

“Ela vai ficar bem, vai receber alta na hora do almoço,” explicou, sorrindo ao pegar os marshmallows e jogando-os na caneca. “Acho que a Hermione ficou mais assustada do que a Hannah ontem à noite,” continuou, rindo. Era fácil rir agora que ele sabia que a filha iria ficar bem.

“Ainda bem,” disse Miranda.

Percebendo a crítica, Ron sorriu e segurou sua mão. “Tenho certeza que você será igual quando tiver filhos.”

Miranda retirou a mão, meio incomodada com o comentário.

Oh, droga... será que ela entendeu que era comigo? Eu não falei sério... ela deve estar achando que estou indo muito rápido.

“Qual o problema?” Ron perguntou, sem querer verbalizar seus pensamentos até saber se estava certo.

Miranda desviou o olhar, soltando um suspiro. “Não é nada,” respondeu. Ron podia dizer que algo a estava incomodando e que ela estava mentindo, mas por que? O que tinha de mal em discutir sobre filhos? Ron já tinha falado sobre Hannah inúmeras vezes sem ter essa reação.

“Não, pode dizer,” pressionou. Seu rosto endureceu ao observar cuidadosamente suas expressões.

“É que—” balançou a mão freneticamente ao falar – “Eu não pretendo ter filhos.”

O interior de Ron, que há poucos minutos atrás remexia desconfortavelmente, agora parecia ter desaparecido por completo. De todas as coisas que ela poderia ter dito, essa era a que ele menos esperava.

“O- o que?” ele perguntou, sentindo um calor repentino. “Você— você não pretende ter filhos... nunca? Quando pretendia me contar isso?”

Ele não podia acreditar que ela havia mentido para ele, principalmente sobre uma coisa dessas. Ron não fazia segredo de que ter uma família era muito importante para ele.

“Eu não sei,” confessou. “Não achei que fosse uma coisa tão importante.”

Ron não podia acreditar no que estava ouvindo. Não era importante? Eles tinham um relacionamento estável, e Ron presumiu que resultaria em casamento em alguns anos. “Eu disse que queria ter uma família grande, por que não me disse nada na hora?”

“Isso não era tão importante,” Miranda repetiu, dando de ombros. “Nós estávamos juntos há poucas semanas; eu não imaginei que iríamos durar tanto.”

Ron abriu e fechou a boca sem conseguir emitir um som ao ouvir a confissão de Miranda, ao encontrar a voz, perguntou, “E agora? Já estamos juntos há meses— eu te apresentei pros meus pais!” Na concepção de Ron, isso significava que o relacionamento era sério. Quem sabe as coisas fossem diferentes na Irlanda? Ou talvez Miranda quisesse apenas ir mais devagar?

“Eu ia te contar,” ela respondeu, procurando pela mão dele. “Mas quando descobri sobre a Hannah... eu pensei que estivesse, como posso dizer, ‘fora da jogada’.” Deu de ombros como se não fosse nada demais.

Ron piscou e retirou a mão. Franziu o rosto indignado e disparou, “Isso é besteira e você sabe disso.” Antes que Miranda pudesse dizer algo, ele continuou, “Só porque eu já tenho uma filha, não quer dizer que eu queira parar por aí. E acho que lembro de ter mencionado ’quatro ou cinco seria ótimo’.”

Miranda mordeu de leve a língua. “Ronald, meu sonho sempre foi me tornar uma Auror, ajudar as pessoas a combater as Artes das Trevas. Nesse sonho eu não tiro uns anos de folga pra ter filhos. Eu preciso estar em forma pra realizar meu trabalho e uma gravidez arruinaria tudo.” Pausou antes de continuar. “Desculpe não ter dito antes, de verdade, mas não vou mudar de idéia.”

Ron respirou fundo; não acreditava no que estava escutando. Ela realmente achava que ele não iria querer construir uma família? Quando um dos seus colegas do treinamento de Auror recebeu a visita do filhinho e o assunto veio à tona, será que Miranda não pôde ver o desejo e a alegria nos olhos de Ron quando ele segurou o bebê?

Mas voltando àquela tarde, Ron lembrou que Miranda não carregou ou nem mesmo olhou para a criança. Esse deveria ter sido o primeiro sinal.

Cansado demais para discutir, Ron pediu licença e aparatou em seu quarto. Deitou imaginando se valia a pena seguir com aquela relação.

Feliz por sua filha estar em casa, Hermione permitiu que Hannah dormisse com ela quando a garotinha pediu. Geralmente Hermione acordava às oito todas as manhãs, mas surpreendeu-se ao levantar na manhã seguinte e ver que seu relógio marcava 09:26.

Após tomar banho, se vestir e acordar Hannah, Hermione desceu para tomar café. Quando entrou na cozinha, se admirou em encontrá-la cheia. Ron estava sentado ao lado do pai, que lia um pergaminho atentamente, enquanto Miranda conversava com Molly, também segurando um pergaminho.

Colocando Hannah na cadeirinha, Hermione perguntou, “O que aconteceu?”
Ron a olhou e sorriu, e Arthur lhe entregou o papel que estava lendo. Hermione olhou para os presentes; nenhum deles parecia triste, então frio na barriga era desnecessário. Olhando para o papel em suas mãos, leu:


Prezado Sr R.B. Weasley,

Agradecemos seu interesse em ingressar na Equipe de Aurores Britânicos do Ministério da Magia. Um júri do
Departamento de Execução das Leis Mágicas avaliou suas notas e evolução durante o treinamento, e encontrou um cargo para o senhor. Esse cargo é negociável e há grandes chances de progresso em sua carreira.

Seu cargo é no
Esquadrão de Ataques Surpresa B e seu superior é o Sr Mars. O senhor deverá se apresentar ao Sr Mars no início de cada expediente, a menos que lhe seja dito o contrário.

Por favor, se apresente ao
Quartel de Aurores R, no 2º andar do Ministério, no dia 1º de Outubro para conhecer os demais membros e seu superior.

Atenciosamente,

Gawain Roberts

Chefe do E.A.B.



Hermione olhou para Ron, que a encarava na expectativa. Cheia de orgulho, ela sorriu largamente e disse, “Parabéns! Eu sabia que conseguiria!”

“Nós todos sabíamos,” confirmou Arthur, que leu novamente a carta quando Hermione o devolveu.

“Obrigado,” disse Ron, corando por toda a atenção. Enquanto os irmãos mais velhos de Ron tinham empregos respeitáveis, Hermione sabia que Ron sempre admirou os Aurores e sonhava em se tornar um importante membro do Mundo Bruxo quando fosse mais velho. E agora ele tinha conseguido.

“Não, sério,” Hermione continuou. “Quando você viajou, eu li sobre cada um dos Esquadrões—imaginando onde eu o colocaria, e o Esquadrão B é o melhor! É um ótimo lugar para começar.” Hermione não tinha muita certeza, mas Ron parecia um pouco envergonhado com o seu elogio— ou seria sua confissão?

Ele merece isso! A sua conquista faz os últimos dois anos quase terem valido a pena.

Mesmo assim... vou sentir falta dele... e precisar dele.

Não. Quando o Ron começar a trabalhar em Outubro, entenderá de uma vez por todas por que fiz segredo sobre a Hannah.


Hermione só lembrou que Miranda estava no local quando a outra falou, “Bem, eu fui aceita no Esquadrão de Combate Bruxo.” Seu tom era presunçoso e era bem óbvio que queria que a conversa se voltasse para ela. Sorriu largamente para Ron, que retribuiu com um pequeno sorriso.

“Oh?” disse Hermione, fingindo um sorriso.

“Recebi uma carta esta manhã, dizendo que minhas notas e minha evolução foram tão boas, que eles querem que eu faça o curso de Combate,” disse orgulhosa. “E eu começo na semana que vem!”

“Então você irá embora?” Hermione perguntou, tentando esconder o fio de esperança na voz.

Por favor, faça com que ela vá!

Mas e se o Ron for também? Ele não abandonaria a Hannah... não depois de tudo o que aconteceu


Miranda sacudiu a cabeça. “Não, o curso é na Inglaterra. Posso aparatar ou usar a Rede de Flú.”

Desapontada, Hermione voltou sua atenção para Ron e perguntou, “Então, Ron, Ataques Surpresa! Está animado?” Ela pôde sentir o olhar de Miranda, mas não se importou.

Ron deu de ombros. “Na verdade, não sei bem o que esperar. Talvez você possa me mostrar as informações que encontrou?”

Hermione sorriu, concordando.

“Devo começar pelo Beco Diagonal,” Ron continuou, “passando por algumas lojas, pra entender o que tenho que fazer.”

“Contanto que fique longe da nossa loja, irmãozinho.”

Na porta da cozinha estavam Fred e George, que entraram e se posicionaram um em cada lado de Ron. Os gêmeos geralmente eram vistos usando chocantes jaquetas verdes, seus uniformes da Gemialidades Weasley, mas hoje usavam camisas trouxas comuns e jeans.

“Ah! Mas George, isso pode ser exatamente o que precisamos— um espião!” disse Fred, que Hermione não sabia se estava falando sério ou apenas brincando.

“Alguém para nos informar sobre a concorrência!” completou George. “Claro! Como não pensei nisso?”

“Porque hoje é o dia dele usar o cérebro?” Ginny, que havia acabado de chegar, disse, apontando para Fred. Parecia que alguém havia acabado de acordá-la, ou talvez isso se devesse pelo fato dela ainda estar de pijama.

“Há, há,” os gêmeos riram, sarcásticos.

“O que vocês estão fazendo aqui, afinal de contas? Vocês nunca aparecem antes das onze,” perguntou Ginny, esfregando os olhos para afastar o sono e recebendo um olhar enojado de Miranda, o qual devolveu.

“Nossa presença foi solicitada mais cedo,” disse George.

“É, pode nos dizer por que a senhorita precisa de uma hora extra?” Fred perguntou a Hermione, com o mesmo tom solene que seu irmão.

“Viktor está vindo de Dublin, então precisamos de mais um tempinho,” Hermione respondeu calmamente, desejando um purê de batatas com salsicha.

"Viktor?"

Hermione virou-se para Ron, cuja expressão alegre de instantes atrás havia desaparecido. “Sim, Viktor,” confirmou. “Ele vai me levar para almoçar hoje, já que estará em Praga no meu aniversário, algum problema?”

Ron cruzou os braços. “É só que... eu...” deu de ombros, procurando ganhar tempo para encontrar as palavras pra explicar o problema. “Não seria correto largar a Hannah aqui, nesse momento, não acha?”

Hermione o olhou boquiaberta, antes de falar. “Fred e George saem com a Hannah toda terça-feira, esteja eu ocupada ou não. Ela passa um tempo com os tios enquanto eu tenho um descanso mais do que merecido! Eu quase sempre fico aqui e relaxo, outras vezes assisto um filme com a Ginny.”

Ron corou. “Como é que eu ia saber disso?” perguntou exaltado. “E além do mais, desde quando você e Viktor se tornaram mais do que correspondentes?” endireitou-se na cadeira, estudando Hermione atentamente, esperando sua resposta.

Ele está com ciúmes... certo? Ele sempre fazia isso na escola e era por ciúmes.

“Viktor é meu amigo há muitos anos,” explicou. “Ele se mudou para a Inglaterra há algum tempo, para trabalhar para o nosso Ministério. E como ele mora perto agora, nos encontramos uma vez por mês para almoçar e conversar,” acrescentou enérgica, questionando por que se dava ao trabalho de se explicar à Ron.

Porque ele não sossegará enquanto você não o fizer! Lembra de quando ele não parou de te atazanar pra saber com quem você iria ao Baile de Inverno?

“Então vocês são apenas amigos?” Ron perguntou, com uma ponta de raiva na voz.

“Você precisou de cinco anos pra perceber isso, Ronald?” Hermione disparou aborrecida. Ela não era de reagir dessa maneira ante uma simples pergunta, mas quando se tratava de Viktor, Ron era... bem, lerdo. Hermione observou o rosto de Ron esquentar enquanto dava um beijo em Hannah, dizendo, “Mamãe tem que ir se vestir pra sair. Seja boazinha com o tio Fred e o tio George.” ela então adicionou aos gêmeos, “Comportem-se vocês também. A sacola dela está na sala, e já está arrumada.”

Ao deixar o ambiente, ela pôde sentir o olhar de Ron queimá-la pelas costas.

“Ron parece não entender que uma mãe solteira e que trabalha, não tem muito tempo pra fazer amigos,” Hermione explicava a Ginny meia hora depois, em seu quarto. “Posso contar em uma mão os meus verdadeiros amigos.”

“Eu prefiro ter poucos bons amigos a ter um monte que nem ao mesmo me conhecem,” disse Ginny, tentando ajudá-la a se vestir. Ela procurava no guarda-roupa de Hermione por uma blusa que combinasse com a saia que a garota já vestia.

“Verdade...” murmurou a morena, mais para si do que para Ginny. “Viktor me conhece bem, temos nos correspondido desde os tempos de escola. Ele sempre foi um excelente ouvinte.”

“Harry também é um ótimo ouvinte,” disse Ginny, analisando uma blusa lilás que havia encontrado no fundo do guarda-roupa. “Embora às vezes eu ache que ele está apenas olhando pros meus seios e não realmente me escutando.” sorriu e se virou para Hermione. “Outro dia, eu não pus sutiã e falei um monte de bobagens, coisas totalmente sem sentindo somente para ver o que ele faria. Ele apenas mexia a cabeça e ‘concordava comigo’,” disse, descartando a blusa, que tinha uma mancha de vômito.

“Então, as coisas vão bem entre vocês?” perguntou Hermione, desejando que agora que Voldemort havia sido derrotado, Harry não sentisse a necessidade de se afastar da felicidade novamente.

Ginny confirmou alegremente, e entregou uma blusa de mangas compridas bem informal à Hermione, a qual ela vestiu. “Hoje nós vamos sair pra comemorar o novo emprego dele. Ele está no mesmo Esquadrão de Ron, isso é muito bom...” disse, sorrindo para si mesma.

Quando as garotas retornaram à cozinha, encontraram Viktor próximo à lareira, conversando com Miranda, que jogava os cabelos para trás e ria. À mesa estava Ron, extremamente irritado.

“Hermioni-ni, focê está adoráfel,” disse Viktor, caminhando em direção à garota e dando um beijo em cada bochecha. Hermione ouviu o som da cadeira de Ron se movendo, e ele indo em direção ao casal.

“Você vai voltar antes ou depois de Fred e George trazerem a Hannah?” perguntou de costas para Viktor, tentando ignorá-lo completamente.

“Antes,” disse Hermione, crispando os lábios. “Quando eu saio, sempre me certifico de chegar em casa primeiro.”

“Viktor, você está convidado a se juntar a mim e Ronald para um drink esta tarde, se vocês voltarem cedo,” disse Miranda elevando a voz, com um estranho sorriso nos lábios.

“Obrigado, mas eu fenho uma reunião às quatro que não posso perder,” agradeceu, estudando Miranda cautelosamente. Hermione havia escrito a ele, descrevendo-a detalhadamente.

“Bem, fica pra outra hora, então,” disse ela, agarrando o braço de Ron, que pareceu nem notá-la. Ele estava ocupado demais fuzilando Viktor, que era alguns centímetros mais baixo do que ele.

“Talvez,” repetiu Viktor. “Hermioni-ni, famos?” ofereceu o braço para ela, o qual aceitou. “É uma pena não ter fisto a Hannah hoje, focê dá um beixo nela por mim?” perguntou à Hermione, que pôde jurar ter ouvido Ron murmurar ’idiota pegajoso’ em um suspiro.

“Vamos logo,” Hermione puxou Viktor para a lareira. Pouco depois, restaram apenas Ron, Miranda e Ginny na sala.

Os olhos de Ginny foram da lareira até seu irmão e Miranda.

“Eu não acredito que ela conhece Viktor Krum!” disse Miranda, impressionada. Ginny notou que ela tentava não parecer tão interessada, mas não estava conseguindo. Ron não disse uma palavra; estava meio desanimado e encarava o chão.

“Eles estão— juntos?” perguntou Miranda, com uma expressão que mostrava claramente sua ânsia por uma resposta positiva, encarando Ginny.

Ron ergueu imediatamente a cabeça, desarmando a irmã.

“Urm... bem, quando você diz juntos...” disse tímida, vendo uma Miranda ansiosa arfar.

“Eles estão? ” pressionou Miranda.

Ginny estava preste a dizer que sim, apenas para igualar as coisas entre Ron e Hermione, mas então notou a expressão de Ron. Ele parecia bem triste e um pouco nervoso com a resposta. Foi aí que Ginny compreendeu.

Ele ainda ama a Hermione... posso ver nos olhos dele.

Viktor é um grande jogador de Quadribol, bonito, rico, famoso e possui muitas outras qualidades... Ron deve se sentir um Verme-Cego perto dele. Não deveria. Ele é muito melhor do que Viktor, não que eu vá lhe dizer isso algum dia. Ele merece a Hermione.


O sorriso torto de Ginny tornou-se menor e menos abobalhado. “Não, não estão. Hermione o vê mais como um irmão,” disse. Embora tivesse adorado ver a expressão escandalizada de Miranda, ver a feição agradecida e relaxada de seu irmão foi muito mais satisfatório.




AHHHHHHHHH **corre pelo quarto, balançando os braços no ar, que nem o garoto do filme Esqueceram de Mim**

F&B voltou!!!!!!!!!!!!!!!!!! uhuuuuu \o/

Que alívio... pensei que fosse ficar sem meu site preferido, esse mês... quase tive um treco quando li o aviso anteontem. e quase tive outro agora a pouco quando abri meu email e vi uma mensagem na pasta da Floreios...

Alguns já leram o cap no orkut ou no ff.net, mas não custa nada virem aqui tbm e deixarem um comentzinho ou votarem, né??

Nesse link tem uma foto do Verme-Cego, para quem ainda não o conhece. http://i71.photobucket.com/albums/i123/slytheringirl_85/verme-cego.jpg

Ah, a fic já está na reta final. O próximo já será praticamente o penúltimo.

Próximo Capítulo: Como decidir entre sua nova vida e a que você deixou pra trás? Enquanto Hermione comemora seu aniversário, Ron toma uma decisão, que resultará na saída definitiva de uma das mulheres, de sua vida.

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