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3. Aonde quer que eu vá


Fic: Três Músicas para Relembrar


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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_Capítulo Três_
_Aonde quer que eu vá


Andava pelas frias ruas de Londres, uma mulher de vinte e sete anos, cabelos castanhos juntamente com os olhos, uma expressão séria e pensativa. As duas mãos enfiadas nos bolsos daquele grande sobretudo preto, escondendo sua roupa totalmente branca.

Entrou numa loja abandonada com um manequim quebrado e dali, foi para o hospital onde trabalhava. Hermione era médica no St. Mungus, o hospital de acidentes mágicos. A melhor médica que tinha lá, muito requisitada e muito prestigiada. Passou por todos, cumprimentado alguns. Entrou no seu consultório passando por sua secretária que começou a segui-la falando tudo que tinha acontecido na ultima noite.

- Agora não, Samantha, por favor.- Pediu Hermione fechando a porta de seu consultório antes que ela entrasse. Sentou-se na sua mesa e passou a mão nos cabelos, seus olhos foram instantaneamente para um quadro que tinha lá em cima, uma foto que se mexia de Harry, Rony e ela própria. Pegou o quadro em mãos e virou-se com a cadeira, ficando de costas para a porta.

Tocou no rosto de Harry por aquela foto. Sua vida não era mais a mesma, passou dez anos. Ela não tinha mais tempo para nada, dava muito de si para esse trabalho. Nunca mais teve noticias de Harry, já Rony, se comunicavam regularmente por telefonemas e cartas.


Olhos fechados
Pra te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar



Fechou os olhos por um momento e relembrou daquele ultimo dia que tinha ao lado de seu grande amor, que não esqueceu até agora. Aquele beijo tão bom, aquelas mãos, aquele momento maravilhoso. Difícil de definir.

- Doutora Hermione! Um paciente acabou de entrar na emergência! Estão esperando você!- Disse a dona da voz que entrou de supetão em sua sala, sem nem se quer bater na porta. Hermione deixou seu quadro em cima da mesa e saltou de sua cadeira, prendeu seu cabelo e foi até a sala que sua secretária lhe indicou.

Ao entrar na sala, viu vários enfermeiros em volta do paciente, naquela sala de emergência, ela pediu que lhe dessem passagem, viu um homem deitado naquela maca, um tanto quanto familiar, estava com escoriações por todo corpo, gemia de dor, seu nariz sangrava junto com os cortes inacabáveis.

- O que aconteceu com ele?- Perguntou rapidamente preparando algumas poções.

- Foi atacado com a maldição Cruciatus.- Mirou seu olhar no mesmo instante para aquele enfermeiro que tinha lhe respondido.

- Mais um ataque de Voldemort?- Alguns até estranhavam com a naturalidade que mencionava tal nome.

- Não, ele é um Auror. Estava em uma missão.- Ela pediu que só ficassem dois enfermeiros ali, começou a cuidar dos ferimentos mais graves, deu um poção para que aquela dor acabasse e parasse de gemer.

- Me de a ficha dele.- Disse já cansada, o paciente estava repousando na maca, daqui a pouco ia para o quarto. Pegou a ficha da mão de um dos enfermeiros e começou a ler. Seus olhos arregalaram-se ao ler o nome, onde morava e o que fazia. – Se ele acordar, me chamem.- Saiu daquela sala derrubando a prancheta e batendo a porta. Encostou na primeira coisa sólida que viu e deixou uma lágrima cair. Uma mão foi em seu rosto e a outra foi na altura do peito. Estava em choque.


Aonde quer que eu vá,
Levo você no olhar.
Aonde quer que eu vá...
Aonde quer que eu vá...



Aquele deitado naquela cama, era Harry Potter, aquele cara que entregou seu coração. Encontraram-se por um acaso do destino. Um acaso não tão bom. O que será que aconteceu com ele para ele estar daquele modo? Perguntou-se enquanto enxugava as lágrimas. Foi até a lanchonete e pediu um café bem forte, tomou em dois goles tentando espantar o sono e a preocupação. Voltou para aquela sala de emergência e já estavam o levando para o quarto.

O instalaram no grande quarto daquele hospital, Hermione disse que ficaria ao seu lado até acordar, estava arriscada a perder seu emprego, explicou que era uma pessoa muito importante e pediu que todas as consultas de hoje fossem canceladas. Ficou a seu lado todo instante, os cortes diminuíam por causa daquelas cinco poções que tomara.

- Fique bom logo...- Sussurrou acariciando seu cabelo.

Não tinha mudado quase nada, estava apenas mais amadurecido. Tantas perguntas surgiram em sua cabeça que parecia que ia explodir.


Não sei bem certo,
se é só ilusão.
Se é você, já perto.
Se é intuição



As duas horas mais longas de sua vida. Nesse meio tempo, Lupin veio vê-lo, reconheceu Hermione e explicou tudo que tinha acontecido: Em uma batalha entre alguns comensais, foi atingido por essa maldição, o resto está bem evidente.

Era quase duas da tarde quando Harry abriu aqueles olhos verdes. Hermione aproveitou para tirar um cochilo, não tinha mais tempo para dormir, não tinha mais tempo para nada. Com muita dificuldade, sentou-se na cama. Olhou para os lados ainda sonolento e viu uma moça dormindo, reconheceu aquele lugar sendo o hospital de acidentes mágicos. Seu corpo estava adormecido, chamou pela moça, pensando que era uma enfermeira, alguma médica.

- Moça! Moça!- Ela acordou assustada, passou as mãos nos olhos e viu Harry sentado na cama, a primeira coisa que queria fazer era dar um forte abraço naquele homem, mas poderia prejudicar seu estado.

- Harry! Que bom que acordou!- Levantando-se. Ele serrou as sobrancelhas, reconheceu aquele rosto e abriu um leve sorriso.

- Hermione?- Perguntou num sussurro, ela abriu um leve sorriso com os olhos lacrimejados e aproximou-se ainda mais. – Como...- Colocou as pontas de seus dedos em seus lábios, impedindo que falasse.

- Não fala, é melhor assim..- Colocou uma mão atrás de sua nuca e grudou seus lábios no dele, a beijava intensamente, ela apenas retribuía o beijo tão desejado.

- Adeus, Harry.- Disse lentamente após se separar dele.

- "Adeus" por que? Acabamos de nos rever!- Confuso.

- Agora não tenho tempo para me envolver com ninguém. – Dirigiu-se até a porta passando a mão lentamente nos lábios.

- Espera!- Pediu, mas ela não o escutou.

- Meus pacientes estão esperando, Harry. Você teve que viajar quando mais precisei de você, agora preciso trabalhar, porque você me ensinou que um amor não consegue ser maior do que seu próprio trabalho. – Virou-se indo até a porta, mas Harry não estava disposto a ouvir calado.


Aonde quer que eu vá,
Levo você no olhar.
Aonde quer que eu vá...
Aonde quer que eu vá...



- Então é assim? Por que você está fazendo isso? Acha que vai chegar em algum lugar me dando um gelo?- Tentou se levantar, mas estava fraco, caiu sentado na cama novamente.

- Acho que é isso que você merece.- Indo até ele, a fim de ajudá-lo, mas conseguiu ficar em pé, encarando-a em seus olhos.

- É isso que acha?- Ela respirou fundo e caminhou até a porta. - Eu não terminei de falar.- Gritou.

- Pois, eu já. Se não importa, senhor Potter, tenho mais pacientes para cuidar.- Disse trançando as pernas apoiada na porta aberta.

- Me importo, sim. Se não quiser um escândalo, converse comigo.- Voltando a se sentar. Hermione pensou nas possibilidades dele fazer isso, e o que isso lhe custaria. Fechou a porta lentamente ainda o encarando. – Pra que essa frieza toda? Você não era assim.

- O tempo me fez assim. – Respondeu rapidamente cruzando os braços.

- Vai me abandonar justamente quando eu preciso mais de você?- Mudando seu tom de voz.

- Foi você que começou.- Virando aqueles olhos castanhos.

- Não vamos começar uma briga infantil!- Advertiu.

- Não quero começar nada, já disse o que tinha para me dizer?- Cruzando os braços.

- Não.

- Então diga logo, não tenho o dia todo. – Harry serrou as sobrancelhas e ajeitou as mangas de sua camisa suja. No mesmo momento, seu celular tocou, os dois olharam o aparelho vibrando em cima de uma mesa, ao canto da sala junto com seus outros pertences.

- Pode pegar para mim ou terei que ir me arrastando?- Aquela ironia de Harry estava deixando Hermione profundamente estressada. Andou em passos duros até o celular e entregou na mão dele.- Não saia daí.- Ela voltou a cruzar os braços, soltando fogo pelas ventas. – O que? Mas...- Ele parecia aflito falando com a pessoa por trás daquela linha.- Se precisar estarei aí o quanto antes.- Hermione olhou dos lados tentando disfarçar que nem prestava atenção naquela conversa.- Tudo bem, irei o quanto antes.- Desligou.

- Aconteceu alguma coisa?- Perguntou no mesmo instante, preocupada.

- Era Tonks, eu sou necessário Madri ainda hoje.

- Madri? Espanha? Está louco? Você está muito machucado, não pode sair desse hospital por pelo menos uma semana!- Advertiu.

- Tenho que ir.- Não deu ouvidos a ela e se levantou, sentiu-se tonto e sem ar, parecia que o chão faltava, caiu novamente na cama se recuperando aos poucos.

- Está vendo? Não consegue nem ficar em pé, imagina viajar.


Longe daqui, longe de tudo.
Meus sonhos vão te buscar,
volta pra mim.
Vem pro meu mundo.
Eu sempre vou te esperar...



- Parece que quer se matar! Com certeza muitos Aurores estão indo para lá! Eles darão conta sozinho! Cai na real! Sua segurança está nisso, sua vida está nisso. Se sair desse hospital, talvez... Não agüente.- Acalmou-se nas ultimas palavras.

- Você não dá tudo de si no seu trabalho? Eu também dou tudo de mim. – Hermione segurava as lágrimas mais do que podia. – Aquelas pessoas lá fora estão dependendo de mim, não posso decepcioná-las.

- Como decepcionou a mim?- Apontando para o próprio peito.

- Isso não vem ao caso.

- É, lógico, isso nunca virá ao caso. Eu nunca estarei em primeiro plano!- Deixou aquela lágrima cair.

- As coisas são bem diferentes!

- Não! Não são bem diferentes...- As lágrimas caiam sem medo.- Não quero mais saber, Harry, eu já sei o que tem a dizer.- Saiu daquele quarto rapidamente, deixando a porta aberta. Ele queria ter uma boa conversa com Hermione, explicar tudo, tentar ser entendido e entender também. Levantou-se ignorando todas as dores possíveis em seu corpo e a seguiu. Conseguiu alcançá-la segurando fortemente em seu braço, fazendo todos que estavam naquele grande corredor, olhar.

- Me largue, esse é meu ambiente de trabalho, se você não percebeu.- Sussurrou com um certo ódio em seu tom de voz.

- Eu terei que ir, de qualquer jeito eu vou, não importa quando. Vou demorar muito mais que você pensa... A gente nunca mais pode se ver.- Aquelas palavras deixaram Hermione ainda mais abalada por dentro.

- Mas não precisa ir, já te disse.

- Eu tenho que ir.- Dando ênfase as primeiras palavras. – Não posso escolher, mas você pode vir comigo, você pode ficar ao meu lado, vão precisar de ótimos médicos lá, e também Madri não é o fim do mundo, você pode vir comigo.- Soltando seu braço lentamente. Tanta coisa passou pela cabeça de Hermione que nem sabia o que dizer.

- Não.. Não posso, tenho minha carreira aqui, não posso abandonar esses dez anos... Eu não..- Parecia estar atordoada.

- Eu abandonei quase toda minha vida e não me arrependo, apenas por você, você poderia ter vindo comigo.- Pegando em sua mão.

- Não, Harry, não, eu tenho uma carreira aqui! Não posso!- Soltando-se dele.

- Você tem duas escolhas: Pode ficar aqui e nunca mais nos vermos, ou pode ir comigo. Porque você não é a única médica aqui, mas é meu único amor...- Sim, aquelas palavras foram para qualquer um desmaiar de paixão e de felicidade. Mas Hermione manteve-se parada, com os olhos grudados no dos dele com seu coração apertado de mais, nem respirar direito conseguia, porque tudo tinha que ser assim, meu Merlin?


Não sei bem certo,
se é só ilusão.
Se é você, já perto.
Se é intuição



Opções tão vagas ao mesmo tempo tão profundas. Porque tinha que brincar desse jeito com seus sentimentos. A sensata Hermione certamente escolheria sua carreira, mas a Hermione sonhadora, querendo ser feliz, opinaria por seu grande amor. Coração tolo, razão vazia.

Por mais dez segundos ficaram com seus olhares unidos, mas de repente, Harry sentiu aquela sensação novamente. Seu corpo não sentia mais o chão e apoiou-se na parede com uma mão na cabeça.

- Harry, está tudo bem?- Se aproximando dele. Ficou tudo escuro e ele não viu mais nada.

Hermione pediu a ajuda de mais dois enfermeiros e o colocaram no quarto de novo. Sentiu-se culpada por essa recaída de Harry, se ele estivesse na cama, poderia se recuperar mais rápido. Sentou-se naquela poltrona, há um metro e meio daquela cama onde ele repousava, apoiou-se nas mãos apoiadas por sua vez nos joelhos, juntos os dedos e apertou com as unhas com aquele esmalte escuro as costas de sua mão. Fechou os olhos por alguns segundos e soltou sua respiração fina.

Cada coisa que passava por sua cabeça... Parecia que o mundo ia despencar em cima de si mesma. Ele que estava dando as cartas. Deu duas opções tão difíceis. Abandonar sua carreira ou abandonar seu maior amor? Qual Hermione falará mais alto? Estava tão difícil, queria as duas coisas, queria tanto uma como a outra.

Seu coração mais apertado, impossível. Que duvida cruel, porque Harry tinha que fazer isso? Homens, quem os entende? Por favor, alguém tem que fazer alguma coisa...

No mesmo momento, ouviu seu nome ser anunciado, pedindo que comparecesse a emergência urgente. Levantou-se, estava com a decisão em sua mente. Podia ser a errada tanto como a certa. Podia ser a sensata, tanto como a rebelde. Podia ser a razão sendo mais forte do que o coração. Ou simplesmente ao contrario.

Apenas uma coisa estará certa. Olhou para o que estava escrito em seu bolso do seu jaleco "Dra. Hermione Granger". Não podia deixar aqueles dez anos para trás. Respirou fundo e fechou aquela porta. Deixaria seu passado para trás, assim como deveria ser. Correu até lá fechando um botão de seu jaleco, voltando a ser aquela prestigiada Doutora.

Era um caso especial. Um velho senhor tinha sido atingido por uma maldição, mais um ataque dos seguidores de Voldemort. Estava sobre a mesma maldição que tinha sido atingido Harry, mas como era um senhor de idade, não estava mais agüentando. Sua mulher, uma senhora também de idade, estava aos prantos.

Hermione deu de tudo e conseguiu salvar aquela vida. Depois de uma hora, foi até a sala de espera, anunciar a família que lá estava reunida.

- Oh, mocinha! Diga-me como está meu John!- Pediu a senhora, mulher do homem que tinha acabado de salvar, ainda chorava muito.

- Está tudo bem com ele, tivemos que fazer uma cirurgia mas agora está tudo bem!- Todos ficaram felizes, ficando mais aliviados.

- Muito obrigado, mocinha... Muito obrigado! Não sabe como ia me sentir se perdesse meu John! Estamos juntos a quase cinqüenta anos! Minha vida sem ele seria bem difícil! – Hermione consentiu com a cabeça num sorriso doce.- Não sabe como nos deixou feliz... Muito obrigada! – Era isso que lhe deixava mais feliz, a felicidade das pessoas ao saberem que estão livres do mau que lhe perturbavam. – Para mim, meu marido é a pessoa mais importante do mundo, largaria tudo para ficar com ele, tudo! Ele é a única pessoa que me dedico integralmente, para agradá-lo e fazê-lo feliz.

- Fico feliz pela senhora, agora com licença, tenho que atender outros pacientes.- A senhora agradeceu mais uma vez e foi junto com sua família que comemorava.

Hermione foi até a lanchonete, tomou um forte café e ficou sentada naquelas mesinhas frias daquele lugar. Não tinha quase ninguém, apenas alguns familiares e dois médicos. Juntou as mãos e ficou olhando fixamente para aquele metal daquela mesa.


Aonde quer que eu vá,
levo você no olhar.
Aonde quer que eu vá...
Aonde quer que eu vá...



Parecia tudo tão confuso em sua cabeça, aquelas palavras daquela senhora mexeram com alguma coisa lá dentro. Talvez até despertou um sentido de culpa. Harry poderia ter errado, poderia ter errado em ter lhe deixado para seguir sua carreira. Por que pagar na mesma moeda? Não era disso. Podia fazer diferente, mostrar que conseguia perdoar e ao mesmo tempo ser superior, porque não? Conseguia aceitar o que ele tinha feito de errado, e ainda não cometer o mesmo erro.

Isso. Ia seguir seu teimoso coração. Levantou-se daquela cadeira dura quase a deixando cair no chão. Em passos rápidos e calculados, dirigiu-se até o quarto onde Harry estava. Respirou fundo, abriu um largo sorriso e abriu a porta com seu coração esperançoso, com seu olhar apaixonado e aquele ar de se entregar de corpo e alma para a vida.

Seu olhar percorreu todo o quarto. Não havia ninguém lá dentro. A janela aberta, as cortinas brancas se movimentando com o vento que estava, as luzes apagadas e a cama arrumada. O cheiro de Harry estava por todo o quarto, deu alguns passos para frente, era mesmo aquele quarto, não podia ter se enganado. Alguma coisa estava em cima daquela cama, correu até ela e pegou um papel em mãos, o abriu sentando na cama.

Quando estiver lendo isso, provavelmente estou bem longe. Desculpe por te desobedecer, te deixar, mais uma vez, é que agora pessoas lá fora precisam de mim, como precisam de você aqui. Agora você deve saber como cada instante conta quando alguém está ferido. Eu queria que você viesse comigo, não te culpo que sua carreira é mais importante, ao contrario, te admiro por ser essa pessoa tão forte. Eu entendo muito bem, senão não estaria indo salvar pessoas. E por sermos pessoas tão parecidas, acho que temos que seguir caminhos diferentes. Mas quero que saiba que nunca vou esquecer de você. Quando sentir uma brisa fria em seu rosto, não se assuste, será minha saudade que beijará seu rosto em silêncio. Assim me despeço.

Até algum dia se permitirem.

Eu te amo e sempre amararei, Hermione Granger.

Harry Potter.


Acabou a carta, a abaixou e deixou as lágrimas rolarem pelo seu rosto. Colocou uma mão na direção da boca e chorou. Chorou mais do que podia. Viu que era tarde de mais para alguma coisa.

Por que não veio antes? Poderia dar tempo. Ele se foi mais uma vez. Escapou entre seus dedos mais uma vez. Estava tão perto, parecia tão longe. Com seu coração doendo, foi até a janela. Um por do sol tingia o céu de lilás e cor de rosa. Apertou a carta contra o peito, queria tanto que voltasse.

Errou duas vezes, talvez seja a ultima. Mas ainda estava com esperanças de rever aquele Harry Potter, mas vivendo sua vida como tinha que ser. Agora, era uma boa lembrança que carregará sempre onde caminhar.



Fim~


ACABOOO!!
Maais uma acabou U.U *Graças a Deeus*
Meeu, esse final não é meu, esse finaal é praticamentee toodo a Juliaa, ela quee é a mente dramática *Mas eu acheei legal!* neem sempree eles têm a necessidade de ficar juntos e talzz! Chegaaa das meesmas coisas! Chega das mesmisses! Pelo amor de Deus, variar é sempree boom X]

Boom, obrigado a toodos aqueles que leram, que deixaram seus comentários [E pô! Dexa maais*]

Beeijos a todos =**

JuOh Granger e Júhhlinha. Agradecem a sua atençãão!

*Leeiam as minhas ouutras fic tbm!*

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