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1. Prólogo


Fic: Your Blood In Me


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Your Blood In Me

Prólogo


Why won't you die
Your blood in mine
We'll be fine
Then your body will be mine


Chester Bennington – System – Queen Of The Damned

You fell away
What more can I say


Olhou para a quarta carreira do pó estimulante, iria tentar puxá-lo, mesmo sabendo que não conseguiria terminar; afinal era a terceira carreira que tentava e parava na metade, deixando para seus ‘amigos’ terminarem. A primeira fora fácil, só uma longa puxada e estava tudo acabado, a droga era jogada em seu sistema, tudo parecia melhor; seu cansaço ia embora, o sono sumia, a força ficava maior e tudo parecia brilhante.

Muitos jovens estavam no cômodo, preocupados somente com as drogas à sua frente ou em seus sistemas; olhou para os lados, era como se alguém estivesse lhe observando fazia tempo. Sentia olhos queimando em sua nuca, uma sensação incômoda, mesmo com a quantidade de cocaína que já havia ingerido.

The feeling's evolved
I won't let it out


Podia contar nos dedos quantos desses rapazes poderia derrubar com um só golpe, desfiar suas peles com as unhas pintadas de preto; olhou novamente pelo cômodo escurecido, aquilo seria fácil demais. Virou a cabeça na direção do sofá ao centro, onde muitas garotas estavam desmaiadas de tanta droga; podia sentir o sangue que saía pelo pequeno ferimento que a agulha fez nos braços claros delas. A língua umedeceu os lábios pintados de vermelho, aquelas garotas seriam presas fáceis, porém não teria graça. Gostava de ver pânico.

I can't replace
Your screaming face
Feeling the sadness inside


Levantou-se um pouco tonto, mas feliz, a droga agia em seu sistema com maestria, sentia o corpo mais resistente, decidiu procurar a pessoa que o olhava; tinha plena certeza de que tinha alguém lhe olhando, fitando-o por longos minutos. O rapaz cambaleou ao tentar subir uma pequena escada, fixou seus olhos no tapete manchado da sala; qualquer um que o olhasse nesse momento veria um rapaz alto e forte tentando sair do cômodo, um pouco atordoado por causa das drogas.

Subiu os degraus e seguiu na direção da porta, iria ficar ali olhando o recinto, tropeçou no pé de um homem de cabelos negros; sorriu pedindo desculpas, assustou-se ao olhá-lo. O homem tinha a boca suja de sangue, que escorria por seu queixo e pingava em sua camisa. Balançou a cabeça algumas vezes, fechando os olhos, estava tendo reações fortes à cocaína dessa vez.

Abriu os olhos novamente, o rapaz havia sumido, assim como a moça em seus braços. Provavelmente, estivera a imaginar tudo. Homens com sangue a escorrer pela boca não existiam. Seguiu para a porta, a sensação de estar sendo observado ainda queimando. Com alguma dificuldade, encostou-se no batente da porta de saída da sala e colocou as mãos nos bolsos; alguém iria olhar e ele saberia quem o fitava tão fixamente.

Why won't you die?
Your blood in mine


Ficou fitando-o enquanto subia cambaleante a pequena escada, o rapaz estava desacostumado com o efeito, afinal todas suas vitimas eram alguns rapazes que se achavam fortes e poderosos com substâncias químicas demais na veia; um inferno de vida. Esconder-se, fugir, caçar sem poder banhar-se no sangue como em outras eras; agora ao invés de princesa, era escrava. Escrava do sangue desses mortais que odiava, que usava como comida; observou o rapaz de pele clara e olhos cinzas, serviria.

Sorriu, deixando os caninos à mostra. Não se importava, quem ali iria se importar? Quem veria uma vampira em meio a tantas drogas, sexo e escuridão? Ela era só mais uma na multidão. Viu quando o rapaz tropeçou em seu amigo Potter, e por um segundo achou que sua refeição havia se tornado história antiga; sabia bem como Potter reagia quando era interrompido. Entretanto dessa vez ele nada fez, apenas olhou-o e correu com sua vítima nos braços. Sumindo para terminar o serviço, e deixá-la terminar o dela.

“Típico.” ela pensou e sorriu, sua presa estava sentindo-se acuada, mas também estava atrás de seu caçador; daria o prazer de saber que era ela que o cercava. Deu alguns passos e ficou no campo de visão dele, as mãos apoiadas no sofá atrás de si.

We'll be fine
Then your body will be mine


A viu. A morena entrou em seu campo de visão bem devagar, todo o resto parecia não ter a mínima importância; o corpo curvilíneo, roupas escuras, pele branca, boca vermelha, olhos cinza. Algo não se encaixava ali, mesmo que já soubesse que ela era quem o estava olhando, sentia-se entranho com a presença dela. Tentou desviar o olhar, e conseguiu por meros segundos, mas logo voltou os olhos para o lugar onde ela estava. A morena, porém, já havia saído e agora residia perto dele, encarando-o de perto.

-Quem é você? – a pergunta escapou de seus lábios um segundo antes de ver os longos caninos despontarem por lábios grossos e vermelhos; a fala parecia ter se perdido, o longo efeito da droga sumindo em segundos.

-Sem medo. – ela riu contra o pescoço dele, segurando com umas das mãos a nuca, e com a outra sua boca; ninguém ali estava prestando atenção àquela cena, porém ela olhou pela sala. Tudo passava devagar, os movimentos dos humanos eram lentos, apenas mais dois seres escuros moviam-se na mesma velocidade que ela.

Riu outra vez e cheirou a pele jovem do rapaz, ouvindo o gemido de medo que todos eles dão quando estão prestes a morrer. Rasgar a pele com a ponta de seu dente era uma das partes mais divertidas; ver o sangue jorrar e macular o corpo da vítima, sentir a droga que eles usaram sem ter que ao menos provar do líquido vermelho. Tinha o problema do desespero, mas esse rapaz apenas gemia de dor, não tentava fugir, não se debatia, nada.
Mais um rasgo com a ponta do dente, mais sangue jorrado, manchando a camisa branca que vestia; será que ele sabia quem ela era? O que ela era?

So many words
Can't describe my face


Apesar da dor, não conseguia processar com rapidez o que aquela mulher fazia com seu corpo; a cada segundo sentia-se mais fraco, mais pesado, como se todos os efeitos do maravilhoso e caro pó tivessem sido sugados de seu sistema.

A camisa que vestia parecia estar sendo molhada por algum líquido, mas não conseguia identificá-lo, a dor surgiu outra vez; o que ela estava fazendo? Conseguiu mover sua mão direita por breves momentos, tentando alcançar o rosto da mulher, fazê-la lhe olhar nos olhos.

“Temos que ir.” a voz parecia estar misturada com a música, um suspiro entre muitas vozes diferentes; as mãos geladas dela o abandonaram, fitou-a. Olhos cinzas encararam-no, um arrepio subiu sua espinha ao vê-la com a boca suja de sangue, seu sangue.

This feeling's evolved
So soon to break out


Ouviu Weasley chamá-la, provavelmente Potter deveria ter terminado de se alimentar e queria ir para casa, mas ela ainda não queria, ainda não podia; aquele par de olhos cinza como os seus, a atraíam. Não era possível que estivesse se deixando levar por outro homem, o primeiro deveria ter sido uma lição. Potter deveria ter sido uma lição.

“Agora.” a voz soou outra vez perto de sua orelha, apesar de saber que o vampiro estava ali ao seu lado, tinha plena certeza que na velocidade que se movia, o rapaz à sua frente não o via; decidiu por partir, que bem teria ficar fitando os olhos cinza de uma quase-refeição? Sorriu e preparou-se para sumir.

Lembrança? Que o rapaz lembrasse de tudo, quem iria acreditar caso ele contasse? Afinal ele era só mais um drogado dentro de uma festa universitária; se alguém perguntasse onde arranjara os cortes no pescoço, ele diria que fora na festa e não se lembrava, tinha absoluta certeza.
Uma mão quente envolveu seu braço.

I can't relate
To a happy state
Feeling the blood run inside


Não entendia porque não conseguia deixá-la ir embora. A pele fria em contato com a sua parecia enviar choques por todo seu corpo. Soltou-a no momento em que seus olhos se cruzaram outra vez, ela emanava raiva. Arrependeu-se de tê-la tocado, as mãos frias voltaram a sua nuca, dessa vez a dor multiplicou-se, tornando-se quase insuportável.

O que deveria fazer? Gritar? Não tinha forças. Tentar soltá-la? Nunca conseguiria. Por um segundo, achou que aquilo fosse apenas mais um efeito da droga, talvez amanhã acordasse em seu carro, com uma rapariga ao seu lado, e saberia que imaginara tudo; não, a dor era real demais, porém o prazer também.

Why won't you die?
Your blood in mine


O calor de sua mão só a fazia lembrar de tudo que ela havia perdido, tudo que tivera que deixar para trás para poder viver ao lado de Potter; era incrível como um simples toque conseguia fazer com que esquecesse as ordens de retirada. Esquecer que outros poderiam vê-la matando o rapaz; ela poderia não querer parar de beber, e continuar a dilacerar todas as jugulares daquele cômodo.

Primeiro o segurou firme contra si, deixando que ele sentisse cada curva de seu corpo, cada centímetro de pele fria que tinha; os caninos bateram contra a pele já rasgada e aprofundaram-se ainda mais, perfurando até a carne. Sangue. Fonte de sua vida escura, o que a mantinha bela e sã; primeiro sugou o líquido vermelho, sentindo-o descer por sua garganta, correr por suas veias mortas. Depois já não precisava sugar, sua fonte de vida caminhava sozinha para dentro de sua boca.

We'll be fine
Then your body will be mine


Sentia sua veia rasgada pulsar e jorrar sangue dentro da boca da mulher, e o mundo girou mais devagar; todos moviam-se sem pressa, pareciam nem ousar mudar de posição mais rápido do que minutos para um músculo sair do lugar.

Tentou falar, a voz não saía; mover-se doeu ainda mais que a carne perfurada de seu pescoço. Não tinha forças para lutar, e não sabia se realmente queria; já não se sustentava nas próprias pernas, ela o segurava pela nuca e logo acabaria o que havia começado.

Sentiu a dor e o prazer quando ela sugou mais uma vez seu sangue, talvez fosse a última vez que sentia algo, no próximo segundo poderia estar morto; as mãos dela desceram por seus ombros e o seguraram, apertando-o contra a parede. A carne ferida pulsou quando os lábios dela soltaram-na, deixando um rio de sangue descer lento.

Why is everything so fucking hard for me?
Keep me down to what you think I should pay


Sugou o suficiente para deixá-lo inconsciente, mas não queria matá-lo e não sabia por quê. Talvez fossem seus olhos prata como os dela, mas humanos, com vida e alma.

-Hermione! – a voz fora quase um grito, mas sabia bem que havia sido falada normalmente. Não gostava desse nome. Era conhecida entre eles por Jean, nunca por Hermione.

Soltou o rapaz loiro e o viu desabar, amontoando-se no chão, o pescoço dilacerado do lado direito; virou-se encarando aquelas íris cinza, cabelos pretos revoltos, pele pálida como a sua.

-Vamos! – foi a única palavra que Potter disse antes de sumir como se tivesse virado nevoa, a morena olhou novamente o rapaz no chão antes de desaparecer na mesma velocidade que o outro vampiro.

Must you tempt me and provoke the ministry
Keep on trying, I'll not die so easily
(I will not die)


Bateu a cabeça contra o chão, agora sentindo somente dor; uma dor que parecia querer colocar fim em sua vida. Ele já não estava tão certo se não queria isso. Por que ela fizera isso? Deveria terminar o serviço, ou ao menos transformá-lo; não deveria deixá-lo para morrer sangrando em uma festa da universidade.

“Hermione.” sua mente repetiu, como se estivesse tentando guardar aquele nome para que soubesse quem era sua assassina. A visão tornou-se embaçada, já não a via mais, nem o homem que a chamara.Onde eles poderiam estar? Tentou se levantar, mas não tinha mais forças, o momento de sangrar até a morte chegara.

Why is everything so fucking hard for me?
(I will not die)


Olhou em volta, os outros três a fitavam, como se a reprovassem por ter brincado com a comida; oras, era a segunda mais velha, a segunda no comando caso Potter fosse morto. Nenhum deles poderia duvidar de seu jeito, afinal, de todos eles, ela era a única que não tinha um caminho de sangue para ser seguido; gostava de brincar escondida, sem deixar saberem que ela ainda existia.

Cravou as unhas no telhado da casa, deixando que eles soubessem que ela estava ofendida, que deveriam tomar cuidado ou teriam partes arrancadas; todos viram o final que um outro vampiro tivera em suas mãos, isso os lembraria de que não deveria provocar sua ira.

Uma sirene de ambulância a avisou que alguém havia achado o rapaz, agora uma garota saía da casa com sangue nas mãos; sorriu pelo canto da boca: seu brinquedo iria sobreviver para outra rodada.

Why won't you die?
Your blood in mine
We'll be fine
Then your body will be mine

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Kiss

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