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2. Ofensas desnecessárias..!


Fic: A conquista de um grande amor..! (RL/NT) ~~* capítulo 07 postado..! *~~


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Por Merlim, o que foi que eu fiz? Como pude me deixar levar pela emoção do momento? Agora vou fazer a Tonks sofrer mais ainda! Como eu pude iludir uma pessoa como a Tonks? Daqui a dois dias eu vou viajar e nem sei se vou voltar vivo! Como sou um idiota! Não quero que ela sofra por minha causa... Eu não mereço tanto! Ainda bem que ela não me beijou, mas se tivesse continuado a se aproximar eu a beijaria! Por que isso agora? Já consegui resistir a ela por tanto tempo e justamente agora, antes de eu ir para uma das missões mais perigosas da minha vida eu tinha que ceder dessa maneira! Sou um fraco. Mas agora isso não importa, depois de amanhã eu vou para a Escócia e pretendo ficar por lá mais tempo que o necessário, só assim ficará mais fácil para Tonks me esquecer e assim eu a poupo de inúmeros problemas.”

Remus estava deitado em sua cama olhando para o teto, com os braços cruzados em baixo da cabeça, ele estava muito nervoso, de forma alguma ele poderia ter quase beijado Tonks, ele não podia fazer uma “maldade” dessas com ela, muito menos agora!

Então Remus se levantou da sua cama e começou a separar as roupas que iria levar na sua viagem, ele se lembrou do que Tonks havia dito então pegou desde camisetas até casacos de couro. Ele não tinha muitas roupas já que sendo lobisomem era muito difícil arranjar um emprego e ultimamente tudo tinha ficado mais difícil, então quase todas suas roupas eram remendadas.

Depois de alguns minutos as malas de Remus estavam arrumadas e ele sentou-se na sua cama. Não tinha nem um pingo de sono e não se atreveria a sair de seu quarto e talvez encontrar Tonks. Então ele foi até uma estante bastante empoeirada e pegou um livro qualquer, voltou até sua cama, deitou-se e começou a ler, leu até a página 27 e adormeceu, deixando o livro encima de seu rosto.

*****

Tonks subiu as escadas correndo, entrou em seu quarto, e se jogou em sua cama:

“Não acredito, se eu estiver sonhando, não quero nunca acordar. Eu quase beijei o Lupin! Mas como foi idiota! Por que quase? Eu poderia ter o beijado! Ele queria, deu para perceber. Ah... Mas me deu vergonha, é meio complicado, já que o pior eu já tinha feito, que era ter dado o primeiro paço, mas mesmo eu o amando muito eu não tive coragem! Ele também bem que podia ter se movido, parecia uma estátua! Se ele ao menos tivesse me pegado pela cintura... *suspiro* Ah... Nunca pensei que ia chegar tão perto assim tão rápido. Mas estou contente com o beijinho que dei nele, foi muito bom! Se eu pudesse voltar no tempo eu o beijava, um beijo de verdade e são um ”beijinho”! Como fui tola, ele provavelmente deve está pensando que eu estou brincando com os sentimentos dele. Tenho que explicar logo a ele que não é isso!”

Tonks tem um jeito muito alegre e extrovertido de viver, mas ao mesmo tempo ela era muito tímida, quando o assunto é relacionamentos ela sempre age da mesma forma, desde seus 16 anos quando deu seu primeiro beijo. Bem, se dependesse dela, ela nunca teria beijado até hoje. Ela não sabia bem o motivo de tanta vergonha mas sabia que isso só iria atrapalhá-la.

Tonks foi se deitar muito feliz, ela ficou sonhando acordada durante vários minutos e durante esse tempo ela estava se sentindo de um jeito que nunca se sentiu antes, parecia que tudo que ela sonhava um dia ia se tornar real, ela estava tão feliz, mas estava também um pouquinho arrependida, ela sabia que se tinha chegado tão perto uma vez, então Lupin a queria. Só que sua felicidade durou pouco, em meio a tantos pensamentos Tonks lembrou-se que Lupin iria viajar depois de amanhã.

Bom, ela ainda tinha dois dias para tentar arrumar um jeito de ir também e tentar ter outra oportunidade de beijar Lupin. Ela sabia que seria muito difícil mas ele estava agindo de uma forma tão diferente, ela não estava entendendo nada, mas estava gostando e queria que o lobisomem continuasse assim para sempre!

Tonks ficou pensando em o que iria dizer para Lupim no dia seguinte e adormeceu.

*****

No dia seguinte pela manhã aconteceu tudo como era de costume, a Sra. Weasley preparou a mesa com aquele seu jeitinho e o Sr. Weasley estava a ajudando.

Depois de uns instantes todos já estavam comendo, com a exceção de Lupin e Tonks que ainda continuavam em seus respectivos quartos. Lupin porque não queria se encontrar com ela e ela porque ainda estava dormindo.

- O que você pretende fazer hoje Moody? – perguntou o Sr. Weasley para puxar assunto depois que os três (ele, Molly e Moody) estavam sentados a mesa.

- Bom, eu e o Remus vamos procurar mais sobre a morte aquele casal em jornais trouxas, falando nisso, onde ele está? – perguntou Olho-Tonto.

- Creio que ainda esteja dormindo. – respondeu Molly dando um olhar cômico para o Sr. Weasley.

- Ah... – Moody tinha percebido que eles sabiam algo que ele desconhecia, mas seria falta de educação perguntar o que.

Eles ficaram conversando até terminarem de comer, e foi só aí que Tonks entrou na cozinha com um sorriso de orelha a orelha:

- Bom dia! – falou ela com a voz radiante.

- Bom dia – responderam os três juntos.

“Ué, cadê o Remus? Será que ele saiu? Mas para onde iria a essa hora da manhã?”

- Cadê o Lupin? – ela perguntou sem rodeios.

Todos os três se olharam significativamente.

- Não sei, ele não desceu ainda, creio que ainda esteja dormindo. – respondeu a srª Weasley com um sorrisinho.

- Hum... – foi o que Tonks respondeu, o que mais ela poderia dizer?

- Bom, vou deixar vocês conversarem em paz, vamos Alastor, vou te ajudar a comprar alguns jornais trouxas. – e dizendo isso os dois se retiraram.

Tonks logo percebeu o porquê daqueles olhares anteriores, e ficou um pouquinho envergonhada, o sr Weasley devia ter dito o que ele viu na noite anterior. Todos já sabiam que ela gostava de Remus, mas isso é completamente diferente de todos pensarem que ela estava com ele.

- Creio que a noite foi boa querida, você só acordou agora? – perguntou Molly.

- Sim, estava bastante cansada. – respondeu Tonks com simplicidade e ao perceber a felicidade da srª Weasley ela continuou – Molly, não é nada disso que você está penando, sei que o Arthur deve ter dito a você que me viu com o Lupin ontem a noite.

- Oh, desculpe minha querida.

- Pelo o que? – perguntou Tonks sem entender nada.

- Por eu está me intrometendo na sua vida. – respondeu Molly um pouco envergonhada.

- Que isso Molly, você de forma alguma está se intrometendo na minha vida.

- Estou sim, estou tirano conclusões precipitadas e isso não é cordial, me desculpa?

- Não é preciso me pedir desculpas, e deixa eu te explicar o que realmente aconteceu.

Então, Tonks explicou tudo, até os mínimos detalhes.

- ... Eu só não estou entendendo o porquê dele não ter descido até agora.

- Ele deve está descansando, afinal, o dia de amanhã vai ser cansativo. – e ao terminar sua frase a srª Weasley percebeu que acabara de dizer uma grande besteira.

- É... Ele terá... – concordou uma Tonks cabisbaixa.

Então, o sr Weasley acompanhado de Moody entraram na cozinha.

- Já estou indo para o Ministério, quer me acompanhar Nynph... digo,Tonks?

- Sim, claro. Tchau Molly, até mais Alastor. – e Tonks saiu da cozinha com uma pontinha de tristeza por não ter visto Lupin.

Em poucos minutos os dois já estavam no Ministério.

*****

Depois de mais ou menos uma hora que Tonks tinha saído, Lupin desceu para tomar café. Ele queria ter certeza que não iria se encontrar com ela até sua viagem.

Quando chegou na cozinha percebeu que Molly tinha deixado o seu café separado em um canto da mesa. Ela estava lavando as louças agora.

- Ah, bom dia dorminhoco. – cumprimentou-o uma Sra. Weasley simpática.

- Bom dia Molly! – respondeu Lupim tentando fazer uma voz de sono.

- Seu café está aí, eu tomei a liberdade de separá-lo para você.

- Muito obrigado pela sua preocupação.

Então, ele sentou-se e comeu, Tonks com certeza já tinha ido trabalhar e isso o deixava um pouco mais calmo. Quando terminou lavou seu prato porque Molly já tinha acabado de limpar a cozinha.

Remus foi procurar Moody para a dupla começar a investigar mais a fundo sobre o caso da morte misteriosa. E foi isso que fizeram o dia inteiro, lendo tudo que achavam sobre o caso em jornais e revistas trouxas:

- Moody, que horas nós vamos sair daqui amanhã? – perguntou Remus depois de vários minutos de silêncio e concentração.

- Bom, era isso que eu queria falar com você. Acho que se sairmos de manhã correremos mais riscos de sermos vistos, estava pensando em sair daqui lá para as 7 horas da noite.

Ao ouvir isso Lupin ficou sem reação, ele estava pensando em sair de casa o mais sedo possível e achava que Moody pensava da mesma forma.

- Mas temos que chegar lá o mais rápido possível, aliás, já era até para estarmos lá!

- Bom, mas acho que nossa segurança está em primeiro lugar e além do mais nenhum Comensal da Morte pode saber que estamos indo para a Escócia.

Lupin foi obrigado a concordar com Olho-Tonto:

- Certo Moody, você tem toda a razão. – E dizendo isso, Lupin voltou a ler. Ele não gostou nem um pouco do fato de ir só à noite, conseqüentemente ele iria ser obrigado a encontra Tonks antes da viagem.

Ao fim do dia eles já sabiam o nome e sobrenome o casal (Augustus e Karla Botheller) e onde mais ou menos eles moravam, mas no entanto era só o que sabiam. Eles leram muita coisa,mas tudo era repetitivo, os jornais falavam a mesma coisa soque com palavras diferentes. Até porque se na Inglaterra tivesse tudo que eles precisassem, o que iriam fazer na Escócia?

Lá para as 05:30 os gêmeos chegaram:

- Olá pessoal! – cumprimentaram eles praticamente gritando e assustaram Lupin que estava lendo suas anotações sentado em um sofá.

- Ah... Olá Fred, Jorge...

- Oi. – respondeu um Moody completamente concentrado em um jornal.

Os gêmeos passaram pela sala e foram procurar onde sua mãe estava. Eles a acharam em uma pequena biblioteca da casa.

Depois de uns minutos Lupin se deu conta que Tonks poderia chegar a qualquer instante:

- Olho-Tonto, acho que vou procurar mais alguma coisa que fale sobre o assunto. – E falando isso Lupin se levantou e foi caminhando até a porta.

- Para que? Se já sabemos tudo que precisávamos, e além do mais todas as, como são chamadas mesmo? Ah sim, todas as bancas de jornais estão fechadas a essa hora.

Mas Lupin o ignorou, ele queria mesmo é não está em casa quando Tonks chegasse e só voltar quando ela estivesse dormindo. Então ele saiu um pouco depressa demais.

Já estava escurecendo e corria uma brisa fresca pelas ruas, Lupin não sabia o que fazer e nem para onde ir. Ele ficou andando sem rumo, isso era bastante perigoso, Lupin sabia, mas Voldemort e seus Comensais que se danassem, a única coisa que importava para Remus naquele momento era que Tonks não o visse até sua viagem.

Já um pouco cansado ele resolveu parar em uma pracinha praticamente deserta. Então ele se sentou em um banco e olhou para o céu, estava nublado, aquela visão deixou Lupim um pouco triste, ele mesmo não sabia o por quê. Ele ficou um certo tempo olhando a paisagem e depois olhou em volta da pracinha e se deparou com um casal brincando com seu filho. Ele automaticamente se lembrou de Tonks (Lupin não sabia o por quê mas quase tudo que via o lembrava de Tonks). Ele a imaginou casando com um rapaz de sua idade, era isso que Lupim queria que ela fizesse, mas mesmo sendo só em sua imaginação sentiu uma pontinha de ciúmes, ao mesmo tempo que ele queria que ela casasse com outra pessoa, ele não queria. Ele balançou a cabeça como se aquilo fosse espantar seus pensamentos.

“O que está acontecendo? O que foi isso? Eu estava sentindo ciúmes da Tonks? Não, foi só uma imprenção. Quero que ela case com uma pessoa que realmente a mereça, que não se torne um monstro todo mês, que não seja velho e que tenha um pouco mais de dinheiro que eu. Não posso ser tão egoísta a ponto de ter ciúmes dela.”

Depois de alguns instantes admirando aquele casal com seu filho Lupim olhou o seu relógio, eram 6:23, será que Tonks já havia chegado? E mesmo que tivesse, ele não poderia voltar para a casa, ainda era cedo demais e achou que já estava começando a ficar suspeito um homem sentado na pracinha sozinho durante tanto tempo. Então ele se levantou e continuou a caminhar até chegar em uma rua totalmente deserta e desaparatou. Segundos mais tarde ele estava no Caldeirão Furado.

Lupin andou até o final do bar, sentou-se em uma mesa encostada na parede e pediu uma cerveja amanteigada.

*****

Tonks chegou do trabalho muito cansada, tivera um dia horrível, o estranho era que não combateu nenhum Comensal, isso raramente acontecia nesses tempos de guerra. Ela passou o dia todo fazendo relatórios e Tonks odiava isso, ela não estudou para ser uma Auror para ficar escrevendo o dia todo.

- Boa noite Molly! – cumprimentou uma Tonks alegre.

- Boa noite minha querida! Como foi no trabalho hoje? – perguntou uma Sra. Weasley simpática.

- Um tédio! Não fiz nada de divertido. Hoje não teve nenhum ataque! – respondeu Tonks sentando-se ao lado de Molly.

- Graças a Merlim! Mas isso não lhe parece estranho?

- Não muito, já aconteceu isso umas duas vezes esse mês.

- Ah...

- Bom Molly, eu estou exausta, vou subir e tomar um banho! – e falando isso Tonks se levantou.

- Sim minha querida, vá.

Em menos de uma hora Tonks estava de volta à sala, só que dessa vez a encontrou vazia. Então Tonks foi procurar o pessoal, bom, procurar Lupin seria o correto a dizer.

Tonks procurou por todos os cômodos da enorme casa, mas não obteve sucesso. Achou todo mundo, menos Lupin. Os gêmeos estavam na pequena biblioteca conversando algo que parecia ser secreto, Molly e Arthur estavam na cozinha e Moody estava no escritório.

- Olá Nynphad... Aliás, Tonks. – ele a cumprimentou ao notar sua presença.

- Oi Moody, você sabe onde está o Remus?

- Ele me disse que ia procurar mais alguma coisa sobre a morte dos Botheller, mas agora que você falou, já faz muito tempo que ele foi.

- Que horas mais precisamente? – perguntou Tonks começando a ficar nervosa.

- Por volta a 5:30.

- Meu Merlim! Já são quase 8 horas! Deve ter acontecido alguma coisa! – falou Tonks entrando em pânico.

- Acalme-se Nynphadora, Lupim não é mais nenhuma criança.

Tonks não respondeu, saiu do escritório quase voando e tropeçou em tudo que viu pela frente até chegar na cozinha:

- MOLLY, O LUPIN ESTÁ CORRENDO PERIGO! – gritou Tonks com a voz falha e quase chorando, atrapalhando o casal (Molly e Arthur) que estava namorando.

- O que, como assim minha querida? Como você sabe? – perguntou uma Sra. Weasley assustada.

- O Moody acabou de me dizer que ele saiu às 5:30 para procurar coisas sobre a morte dos Botheller e até agora não voltou! – explicou Tonks sentando-se em uma cadeira e passando a mão pelos cabelos.

- Calma querida, nem faz tanto tempo assim, ele deve ter aproveitado para dar um passeio ou alguma coisa o tipo. – falou a Sra. Weasley sentando-se ao lado de Tonks.

- É mesmo Tonks, não existe razão para você ficar assim... – disse um Sr. Weasley prestativo.

- Mas ele não pode ter feito isso, ele sabe dos riscos, sabe que a qualquer momento um Comensal pode atacá-lo! Ele não seria tão irresponsável assim! – rebateu Tonks com voz de choro. E nesse instante Moody chegou na cozinha.

- Você sabe para onde o Lupim foi exatamente? – perguntou a Sra. Weasley.

- Não, ele não me disse, apenas levantou, disse que iria a mais algumas bancas de jornais, eu até cheguei a dizer que elas deveriam já está fechadas, mas ele parece que não me ouviu. – ao ouvir isso Tonks tampou o rosto com as mãos.

- Calma Tonks, não tire conclusões precipitadas, vamos esperar até amanhã e se ele não voltar nós começaremos a procurá-lo. – disse o Sr. Weasley.

- Mas e se tiver acontecido alguma coisa com ele? E se ele estiver precisando de ajuda?

- Não está minha querida, não está, confie em mim... – disse a Sra. Weasley a abraçando e dando um olhar de “me ajude” a Arthur.

- Tonks, eu prometo que amanhã bem cedo todos nós vamos procurá-lo, mas creio que não será necessário, ele logo voltará. – disse o Sr. Weasley.

- Bom, já que estamos, vamos comer? Arthur, faça o favor de ir chamar Fred e Jorge? – perguntou a Sra. Weasley depois de alguns instantes.

O Sr. Weasley respondeu com um aceno.

Depois de alguns minutos todos se sentaram e com um aceno de varinha a Sra. Weasley pôs a mesa.

- O que houve Tonks? – perguntou Fred ao ver a expressão cabisbaixa da metamorformaga.

- Lupin saiu e até agora não chegou, ela está achando que ele está correndo perigo. – A Sra. Weasley respondeu depois de perceber que ela não estava prestando atenção em nada que eles falavam e estava brincando com seu prato.

- Ah, entendi, preocupação de mulher apaixonada Fred.

- Com certeza Jorge.

- Meninos, francamente! – falou uma Sra. Weasley aborrecida.

Tonks não falou nada durante o resto do jantar e quando todos terminaram, ajudou a Sra. Weasley com as louças, quebrando um prato e dois copos.

- Minha querida, você não está em condições de continuar, vá se deitar.

- Não Molly, eu estou bem, juro. – e logo após deixou cair mais um prato.

Molly apenas olhou para ela.

- Ta bom, talvez eu não esteja tão bem assim. Vou tentar dormir, boa noite Molly.

- Boa noite minha querida, e não se preocupe que tudo dará certo.

Tonks subiu muito lentamente as escadas, entrou em seu quarto, sentou em sua cama e começou a chorar.

“Por isso tinha que acontecer logo agora? Eu estou tão perto de conquistá-lo! Aonde será que ele está que não chegou até agora? E eu nem cheguei a vê-lo hoje de manhã.”

Depois de mais ou menos vinte minutos Tonks se levantou e foi tomar banho, depois colocou seu pijama e como de costume foi olhar a lua. Ela não podia deixar que nada acontecesse com Remus, de forma alguma. Tonks estava angustiada e não estava agüentando ficar ali parada sem tomar uma providencia sequer. Então, desceu até a sala e olhou para porta.

“Tá, eu vou sair daqui e vou para onde? Aonde será que Lupim está? E se acontecer alguma coisa comigo e ele estiver bem? Como será que ele reagiria? Acho melhor eu ficar aqui e esperar se ele volta até amanhã.”

*****

Eram 2:23 da madrugada quando Lupin estava entrando na sede da Ordem. Ele tentou fazer o mínimo barulho possível, abriu a porta vagarosamente, fazendo um rangido que acordou Tonks que estava dormindo no sofá, mas ela não se levantou, nem sequer se mexeu. Lupim já estava subindo as escadas quando notou a presença da metamorformaga. Ele então, desceu os dois degraus que havia subido e foi até a poltrona que Tonks estava deitada, que era em frente à lareira que ainda estava acesa.

“Como ela pode ser tão doce? Eu aqui tentando fugir dela e ela provavelmente estava preocupada me esperando...”

Lupim passou a mão pelos cabelos de Tonks, ajeitando-os, fazendo que ela desse um suspiro e quase que imediatamente abrisse os olhos. Lupim se assustou e deu um passo para trás, acabara de cometer outro grave erro.

- Er... Eu... – começou Lupin.

- Onde você estava? – cortou-o Tonks, ela se arrependeu em seguida, queria que Lupin a explicasse o que estava fazendo ajeitando seus cabelos. Ela se sentou.

- Eu, bem... Ah, não é da sua conta! – Lupin sentiu uma forte dor no coração ao terminar de dizer isso, mas queria que Tonks o esquecesse mais rápido.

Tonks ficou estupefata, Lupin nunca havia falado assim com ela antes.

- Que isso Lupin? Você nunca me tratou assim...

- É que eu não tinha percebido o quanto que você era mesquinha.

- Lupin, é você mesmo? – e ao falar isso Tonks se levantou e o encarou.

- Mas é claro que sou eu, por que? Você não agüenta ouvir a verdade não?

- Lupin, o que foi que eu te fiz para você me ofender desse jeito? –perguntou Tonks com os olhos cheios d’água.

- Não te interessa, e além de mesquinha você é sonsa, até parece que não sabe... – Lupin agora estava começando a ficar nervoso, ele tinha bebido demais e estava começando uma briga sem motivo algum e inventando coisas sem lógica.

- Remus... Remus, você está bêbado? Remus você está bêbado! – Tonks podia sentir o cheiro da bebida de longe.

- Ah... Jura? E o que te interessa o fato de eu estar bêbado ou não? Você não é ninguém para tomar conta da minha vida!

- Agora você já foi longe demais, sei que não está em seu juízo perfeito mas você não tem o direito de me ofender dessa maneira. – Tonks agora já chorava.

- Ah, não enche garota!

- Espero que você tenha noção do que acabou de fazer Remus Lupin. – e dizendo isso ela saiu da sala correndo.

Lupin sentou-se no sofá pôs a mão sobre o rosto e começou a chorar.

“O que eu acabei de fazer? Tudo bem que eu queria que ela deixasse de gostar de mim, mas eu a ofendi! Ela não só vai deixar de gostar de mim como vai me odiar! Como eu sou um idiota! Ela não merecia isso, não merecia mesmo.”

*****

N/A: Bom, esse é o segundo capítulo, espero que tenham gostado, ele é menor mais eu levei mais tempo para fazê-lo do que o 1º, é que eu fiquei angustiada e toda hora saia da frente do computador, não sei porquê. Coisa de louca, normal pra mim. Ah... Se vocês por acaso não tiverem gostando de alguma coisa é só falar aí eu tento não cometer o mesmo erro ou consertar no próximo capítulo.
E... Obrigada Mymin por comentar... Fico feliz por você ter gostado..!

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