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57. O mundo gira


Fic: AVENTURAS EM HOGWARTS- Rony e Mione- Cap 59 e 60 ATUALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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57
O mundo gira

Todos os alunos cochichavam amplamente em suas classes. A aula começaria dali a minutos. Professor Snape viria direto da sala de professora Anellete. Ou não.
Harry e rony se entreolharam vendo dois pesadelos juntos e em perfeita harmonia.
-Como todos sabem – Anellete empertigou-se e soltou sua aranhada voz o mais ativamente que pode – Minhas aulas de substituição chegaram ao fim.
Era Possível houver sussurros de aprovação mas nada descarado que a fizesse tomar partido.
-Porém, - fez uma longa pausa – dividirei turnos com Prof.Snape. ele tem outras ocupações que o privam de dedicar-se totalmente a vocês. Mas não se preocupem, ele tomara conta da turma de vocês. E eu da turma do terceiro e quarto ano.
Harry quis chorar. Que beleza.
-Bem, é hora de entrega-los as mãos capazes do Prof.Snape.

com uma espécie de sorriso, um tanto macabro, olhou profundamente para o professor. Mesmo ele, engoliu em seco a tal oferta.
Era sombrio e muitas vezes fúnebre. Mas não suicida.
Harry riu baixo, esperando que Rony não se engasgasse com o riso que tentava conter.
Na mesa ao lado, Hermione não parecia muito interessada no que se passava em sala de aula.
Mas Snape abriu o livro de poções ela ergueu a mão.
Ele fingiu não ver, mas não pode a ignorar depois de quase cinco minutos naquela posição.
-O que deseja srta.Granger?
-Eu...eu recebi uma coruja hoje pela manha e não sei o que significa. Talvez o senhor possa me esclarecer... – estendeu a ele uma carta com o emblema do Ministério.
Harry e Rony olharam surpresos por que ela não dissera nada sobre isso.
-É apenas um oficio do ministério, srta.Granger. como vê sua audiência está marcada para daqui a três dias.
Devolveu-lhe a carta com desprezo.
-Audiência? Aqui tem sua assinatura, professor. Do que se trata? – perguntou angustiada.
-A senhorita deve saber melhor que eu, ou não teria recebido essa intimação. – deu-lhe um olhar satisfeito.
Rony e Harry a viram tremer levemente.
A aula passou sem atropelos, mas não saída, tiveram que correr pelos corredores para alcança-la.
-Hermione! – rony tentou segura-la mas ela parecia realmente frenética.
-Isso é maravilhoso! – ela quase gritou furiosa – Quem disse que meus pais me arrancaram daqui? Não ! eu serei expulsa! Como pude? Como pude usar magia nas férias? Como pude contrariar as normas de animago? – falava mais para si que para os dois.
-Hermione, nem Dumbledore nem prof.Minerva foram chamados! Você percebeu isso? – Harry segurou forte seu braço obrigando-a a parar – Talvez não seja nada tão sério!
-É claro que não é! – lagrimas se formaram em seus olhos – De qualquer forma não importa mais! Meu pai vem me buscar daqui a dois dias. Nem estarei mais no mundo bruxo! Eu...eu... – apoiou-se na parede – vou sentir tanta saudade...
-Primeiro, você não vai ir embora com seus pais. Tem uma intimação a responder. – disse Rony – Independente da opinião deles, o ministério tem suas próprias regras. Irão busca-la se preciso. Segundo, você mesma disse, que tem a assinatura do prof.Snape nessa carta. Ele não a delataria para o ministério. Afinal, salvamos a filha dele!
-Acha mesmo? – perguntou incerta.
-Acho. – disse seguro.
-Será...será que sua mãe iria comigo na audiência? – Hermione perguntou baixinho. – Eu não quero ir sozinha e meus pais não serão muito úteis nisso!
-É claro que ela irá! Pra minha mãe você já é da família! – disse e corou logo depois.
-Que bom. – disse baixinho com aquela expressão que eles andavam tendo muito ultimamente. Aquele que significava que Harry estava sobrando. Ele se afastou e os deixou sozinhos. Era bom. Rony abaixou-se um pouco e logo se beijavam. Hermione ainda segurava os livros, mas esses logo escorregaram para o chão e literalmente estava contra a parede.
Eram momentos como aquele que faziam seu coração disparar. Suas pernas fraquejarem e sua respiração ficar fraca e pouca. O cheiro de rony a tonteava. Seu gosto seu toque. Ele era quente, a pele sempre tão febril. Tão macia. Tinha calos nas mãos, por causa dos treinos como goleiro, e geralmente isso a arrepiava quando suas mãos tomavam seu rosto para aprofundar o beijo, como agora. Seu corpo a amparava e a tornava frágil. Esperava ter o mesmo efeito para ele.
Rony gemeu suavemente contra seus lábios e Hermione quis sorrir. Sim, ele sentia o mesmo.
Estavam tão entretidos que quase pularam quando ouviram uma voz seca e aguda as suas costas:
-Sr. Wesley! Srta. Granger!
era prof.Anelette. bem, não era a primeira vez que se viam naquela situação afinal...
-Vejo que temos um problema aqui.
-Qual, professora? – Hermione juntos seus livros no chão olhando desafiadora para ela.
-Os corredores não foram feitos para isso. Mas você sabe, ou não seria monitora de qualquer forma.
-Sim, eu sei. Sei também que assuntos dessa natureza são de ordem da prof.Minerva. Podemos ir até ela resolver. – retrucou.
-Esse assunto está de debaixo do meu nariz! Posso resolve-lo com um simples detenção; o que acham?
-Eu acho... – pelo canto dos olhos, rony viu prof.Snape saindo da sala – Que estamos sobre a aula do prof.Snape. então ele deve decidir!
Hermione pareceu me apoiar. Ela tinha uma rincha antiga com prof.Anelette. preferiria mil vezes Snape às humilhações que Anelette a imporia.
Petulante, Anelette virou-se para ele e disse:
-Severus! Seus alunos estão desafiando minha autoridade como professora e responsável!
O olhar dele era de tédio.
-Professor... – Hermione limpou a garganta – Prof.Anelette quer dar-nos detenções, mas estamos sobre suas aulas. O justo é que cumpramos elas com o senhor.
Ele parecia realmente surpreso.
-Detenção pelo que?
-Esses dois...estavam se agarrando aos beijos no corredor! – disse indignada – Vê! Que falta de respeito!
Ele suspirou como se o assuntos fosse demasiadamente sem importância.
-Certo, marcaremos o horário das detenções aula que vem.
-Professor?
-Sim, srta.Granger. – disse com desprezo.
-Eu não posso comprometer meus horários após as aulas, estou ensinado Ayana a ler e escrever e ela já está aprendendo tudo! E como vou embora em dois dias, quero que ela soubesse ao menos escrever o próprio nome antes de eu partir! – disse com a certeza de quem vence a guerra.
-Bem... – disse desconcertado, olhando de esguelha para Anelette – Mais tarde definimos os horários então.
-Claro professor. – sorriu meiga.
Um anjo de intrigas, pensou rony.
Os dois se afastaram rapidamente ainda ouvindo as reclamações de anelette.
-Isso foi golpe baixo, Hermione!
-E quem se importa? Ele merece ser lembrado cada segundo do que fizemos por Ayana. Não que fizemos esperando recompensas, mas ele não se dignou nem ao muito obrigado. Viu como ele ainda trata o Harry? Isso me deixa indignada! – disse com bastante ênfase.
-Hermione...
rony parou no corredor e ela virou-se para ele de sobrancelhas franzidas.
-Fala, Rony.
-Posso te fazer uma pergunta? É só uma pergunta, ok?
-Claro! – disse sem entender a formalidade dele.
-É que...Se daqui a dois dias você tiver que ir embora mesmo e...bem, você sabe.
-É eu sei... – confirmou triste.
-Eu queria saber se você acha muito pretensioso da minha parte ou prematuro...mas, você gostaria de manter o namoro, mesmo por cartas?
Ela estava realmente surpresa. Não que não houvesse desejado isso do fundo do coração, mas sequer ousara pensar nessa possibilidade. Se aproximou dele com lagrimas nos olhos.
-Eu adoraria, mas serão três anos, Rony. Três anos até eu ser maior de idade para os trouxas. É bastante tempo e vai acontecer tantas coisas na sua vida nesse meio tempo...Terá mais dois anos aqui, estudando, e depois quando formado, irá trabalhar e montar sua independência. E quando eu puder ir e vir sem meus pais me impedirem, bem...eu serei um fardo para você!
-Não diga isso! – se aproximou tirando uma mexa de cabelo de seu rosto.
-Mas é verdade! Primeiro, porque ninguém gostara de ter um empregado envolvido com sangues ruins. Segundo porque terei que retomar os estudos e ficar boa parte do ano longe e...
-Não repita mais essa ofensa a si mesma, Hermione! – ele ordenou, ficando bem perto agora – Jamais será um fardo para mim! Saberemos aparatar, não saberemos? Então? Você pode ficar aqui durante a semana estudando e nos fins de semana em casa... – baixou o tom de voz, como num cochicho – para a nossa casa.
-Oh, Rony! – abraçou-o fortemente enterrando o rosto choroso no seu pescoço – Porque meus pais estão fazendo isso comigo? Porque???
-Porque eles a amam e acreditam estar fazendo o certo. Mas eles entenderão um dia. Acredite nisso, Hermione, eles aceitaram a nossa vida. Eles não a querem perder e saberão que nos renegando estarão a obrigando a fazer uma escolha!
-E-E se eu os escolhesse? – afastou o rosto do pescoço dele, porem ainda se abraçavam.
-você não escolheria. – sorriu convencido – Eu não a deixaria fazer uma escolha. Não seriamos felizes assim, você sabe. E além disso, se bem conheço minha mãe, ela deve estar fazendo lavagem cerebral nos seus pais! – sorriu tentando animá-la.
-Tomara... – sussurrou, espiando pelos lados para ver se estavam sozinhos. Então sorriu maliciosa e disse: - Me beija, rony!
-É uma ordem?
-Hum-hum...é uma ordem sim!
-ah, não, eu não recebo ordens de nenhuma mulher alem da minha mãe! – brincou.
-rony, agora! – exigiu puxando seu cabelo até que sua cabeça abaixou e seus lábios se encontraram.
Ficaram ali, parados no meio do corredor que levava ao jardim. Muitos alunos que estudavam no jardim os olhava sorrindo de cantinho. Entre eles uma Draco Malfoy, encolhido entre seus dois escoteiros, com os olhos fixos no casalzinho...


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