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10. - 10 -


Fic: Ilusões - Snapefest 2007


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−10−


Quando Severus aparatou no quarto de Lysa na mesma noite, foi recebido por uma mulher furiosa e revoltada.

− Você me disse que Lily Evans não tinha nada a ver com a profecia. Então por que os Potter precisaram se esconder do Lorde das Trevas?

Severus olhou para ela curioso, com uma sobrancelha levantada.

− Como você sabe disso? – perguntou com a voz fria e controlada.

Lysa respondeu com uma risada doentia. Severus caminhou até ela e a segurou pelos braços.

− Nós descobrimos recentemente que o filho dos Potter pode ser a criança da profecia. Eles estão protegidos, caso o Lorde desconfie deles e tente matar a criança – ele explicou, tentando fazer com que ela se acalmasse.

− E você quer me convencer que está preocupado com um garotinho que ainda nem sabe falar? – ela replicou, desdenhosa. − Você só tem olhos para aquela maldita sangue-ruim, não é? Você me usou esse tempo todo para protegê-la!

− Lysa, eu... − Severus começou, segurando-a com mais força entre seus braços.

− Me larga, Severus! – ela gritou, usando todas as suas forças para empurrá-lo para trás. Ele a soltou, e ela afastou-se dele, parando em frente à janela. − Você nunca conseguiu se esquecer dela, não é? Você e sua inveja ridícula do James Potter! Você diz que o odeia, mas sempre quis ser igual a ele!

Severus estreitou os olhos, as lembranças dos anos de humilhação sendo o alvo das brincadeiras de James Potter e seus amigos faziam seu sangue subir à cabeça. Como ela ousava sugerir que tudo que ele fizera era simplesmente por querer se igualar ao maldito Potter? Ela não tinha o direito de fazê-lo voltar àquela época, fazê-lo reviver o inferno que era sua vida em Hogwarts.

Lysa virou-se para ele, mas era a figura de Lily Evans que o encarava.

− Prove que você não sente mais nada pela sangue-ruim – ela disse, movendo-se sensualmente até ele, provocando-o com seu corpo e beijando-o levemente por todo o rosto, até terminar em seus lábios.

Severus a segurou pelos braços e a afastou, estreitando os olhos para ela. Não entraria nos joguinhos dela; se ela estava brincando com ele, teria que suportar até o fim.

− Eu não me lembro de ouvi-la reclamando nas outras vezes. Talvez seja você quem deseja chegar aos pés de Lily.

Foi a vez de ela estreitar os olhos, brilhantes com o ódio que ele provocara nela. Severus levantou o canto da boca, num sorriso desdenhoso, e a levou até a cama.

Foi você quem pediu, Lysa – disse para si mesmo. Em voz alta, fez questão de murmurar o nome da mulher em que ela se transformara.





Severus ainda estava deitado de olhos fechados quando Lysa levantou-se sorrateiramente e seguiu até o banheiro. Deitou na banheira de água quente, deixando que o calor relaxasse seu corpo e aliviasse a dor que sentia em sua alma.

Era a última vez que a sangue-ruim se intrometeria em sua vida. Estava cansada de se humilhar por uma paixão doentia e colocaria um fim nisso hoje mesmo. Levantou-se da banheira e se vestiu, confirmando no espelho que já havia se livrado do efeito da poção e estava pronta para encantar o Lorde das Trevas com sua presença. Desaparatou, deixando Severus sozinho em seu quarto.






− Lysa! – o Lorde das Trevas exclamou assim que a viu. − Eu não me lembro de convocá-la, mas você é sempre uma surpresa agradável.

− Eu vim para lhe trazer ótimas notícias, meu Lorde – ela respondeu, estendendo a mão para que ele a beijasse. − Snape finalmente descobriu quem é a criança da profecia.

− É mesmo? – ele perguntou, com os olhos estreitos. – E por que não foi ele quem me deu esta notícia?

Lysa vacilou por um instante, o suficiente para chamar a atenção do Lorde das Trevas de que alguma coisa estava errada.

− Ele estava esperando ser convocado, mestre – ela respondeu depois de um pequeno instante de silêncio. – Mas eu achei que deveria lhe dar a notícia agora mesmo.

Ele aproximou-se mais dela, olhando-a fixamente nos olhos.

− E então?

− É o filho dos Potter, meu Lorde – ela respondeu, os olhos também fixos nos dele. − O filho de James Potter com a sangue-ruim Lily Evans.

Uma risada maligna encheu a sala, e ela sentiu os braços serem fortemente apertados pelo Lorde das Trevas. No instante seguinte, sentiu uma forte dor de cabeça, enquanto o Lorde continuava olhando fixamente nos olhos dela.

− Ah, minha cara – ele disse balançando a cabeça −, e você saiu correndo da cama dele só para me contar isso? Para acabar de vez com a sua rival?

Lysa arregalou os olhos assustada. Ele acabara de usar Legilimência nela e ela não tivera como impedir. Quando deu por si novamente, estava sendo prensada contra a parede, os olhos furiosos do Lorde das Trevas sobre ela, o coração disparado esperando pela sua punição.

Sentiu as mãos dele passeando pelo seu corpo, rudes e ousadas, forçando-a a abrir as pernas enquanto ela tentava segurar as lágrimas e pensava em Severus.

− Pare de pensar nele – ela o ouviu sibilar em seu ouvido. − Ou vai ser ainda pior.

Ela fechou os olhos e deixou que ele a possuísse, as lágrimas escorriam do seu rosto e ela sentia-se cada vez mais fraca, até que perdeu totalmente a consciência.







Lysa acordou com a cabeça latejando, num quarto escuro que não conhecia, e sentindo uma dor horrível em todo o corpo. Abriu os olhos com dificuldade, procurando sua varinha. Estava na mesa de cabeceira ao lado da cama. Ela esticou o braço com dificuldade e murmurou um Lumos!; nada aconteceu. Aturdida, tentou se levantar, mas seu corpo estava tão dolorido que lhe pareceu um esforço descomunal. Quando conseguiu colocar os dois pés no chão e erguer o corpo para cima, Nagini apareceu na sua frente, obrigando-a a voltar para cama. O esforço a deixou tonta, e ela deitou novamente, sem conseguir manter os olhos abertos.

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