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9. Nove


Fic: Um novo sacrifício


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A casa dela era um pouco longe, ficava em uma rua de trouxas aos arredores de Londres. Embora tivesse descoberto que haviam mais três casas com bruxos em sua rua ela continuava agir como se fossem trouxas.

Já era tarde, mas nenhum dos dois sentia sequer uma linha longe de sono. Boa parte do caminho eles trocaram comentários, mas nenhum se firmou em uma conversa longa.

_****_



Hermione apertou as pernas dobradas contra seu peito e puxou a tigela de pipoca para perto aumentando um pouco mais o volume da televisão.

O filme estava chegando em seu clímax e ela acreditava que nunca havia assistido nenhum melhor do que aquele.

- Abaixe a droga dessa televisão! – resmungou Krum cruzando a sala enquanto abotoava sua blusa indo em direção a cozinha e abrindo a geladeira e tirando uma jarra de água gelada de lá.

Hermione pegou o controle e abaixou o volume fazendo uma careta em contragosto.

- Pensei que a noite de ontem estivesse tirado seu aborrecimento continuo. – resmungou ela.

Krum bebeu a água e fez uma careta.

- Tirou, mas ele voltou. – olhou para o copo. – E essa água esta incrivelmente horrível.

- Água não tem gosto, Victor. – ela disse com os olhos vibrados na televisão.

- A sua tem e é horrível! – reclamou ele pondo o copo dentro da pia.

Hermione suspirou e colocou um punhado de pipoca na boca. Mastigou e engoliu enquanto observava pelo canto do olho Krum calçar os sapatos sentando em um banquinho da bancada que separava a sala da cozinha.

- Sabe... – ela disse casualmente ainda olhando para a televisão. – vou trabalhar no profeta diário.

- Hum... – foi o que saiu da parte dele.

- Não é bom? – indagou ela.

- Vai ter que trabalhar mais. – ele disse se levantando.

- Sim, mas vou estar fazendo o que gosto, e... Vou ganhar mais. – ela o focou.

- Isso é bom para você. – disse ele pegando sua jaqueta sobre a bancada e a vestindo.

- Não parece feliz por mim. – ela disse.

- Sabe que não costumo demonstrar emoções. - ele falou dirigindo-se para a porta. – Talvez eu apareça a noite, mas não sei, acho que vou dormir em casa.

Ele a abriu e Hermione coçou a cabeça.

- Não vai me beijar? – indagou ela sem emoção em sua voz.

- Para que te beijaria?

Ela arqueou a sobrancelha.

- Um beijo de despedida que eu possa dizer pelo menos um “bom treino, querido”. Somos namorados, Céus, “Para que eu te beijaria?”, francamente, Victor! – disse ela aborrecida.

- Que coisa ridícula! – exclamou ele.

- Sabe, Victor. As vezes acho que só queria me levar para a cama. – disse num tom casual o fazendo assustar-se e voltar-se para ela antes de sair de seu apartamento.

- Do que está falando? – indagou ele.

- Da forma como me trata. Não parece que gosta de mim. Não parece que é mesmo meu namorado. – ela falou voltando-se para a televisão. – E não venha com a desculpa de que não sei me portar como você quer que eu me porte.

Krum contraiu a face irritado e respirou fundo.

- Vou fingir que não escutei isso. – falou e bateu a porta do apartamento de Hermione.

Ela suspirou tristemente, enfiou mais um punhado de pipoca na boca e apertou mais suas pernas contra seu peitou afundando-se no sofá. Seu braço estava roxo pela forma como ele havia lhe puxado para dentro do carro mandando ela se apressar ao sair da casa de seus pais.

Ainda se perguntava porque ainda estava mantendo um relacionamento com ele.



_****_

- Não vai entrar? – indagou Hermione a Harry quando ele parou o carro na entrada do jardim de sua casa e não o desligou.

- Não. – ele disse. – Acho que vou passar a noite em meu apartamento. Sophie não vai estar em casa. Talvez seja bom para você ficar só novamente.

Ela suspirou abatida.

- Tudo bem. – disse porém não abriu a porta para sair do carro.

Ele a olhou e ela também. Sorriram.

Harry se aproximou e ela não recuou. Segurou seu rosto e lhe deu um beijo terno nos lábios. Ela parecia já esperar por isso e também parecia querer isso.

- Boa noite. – ele sussurrou ao afastar-se.

Ela abriu um sorriso sonhador e mordeu os lábios.

- Esta certo de que não quer mesmo entrar? – ela perguntou insistente com um olhar pedante.

- Quer que eu durma com você? – indagou ele rindo.

- Não é isso. – ela sorriu e sentou-se corretamente no banco. – É só... entrar... por pouco tempo.

Ele deu de ombros.

- Se você quer. Acho que tem alguns livros que tenho que pegar também. – disse enquanto abria a porta do carro.

Ele lhe cedeu o casaco de seu terno para que ela pudesse se cobrir da garoa fina que caia. Ela pensou que fosse inútil procurar por sua varinha para se livrar de gotinhas de água, também não achou que fosse necessário o paletó de Harry, mas já que ele havia insistido ela não negou.

Atravessaram o jardim escuro e subiram as três escadas da varando. Hermione passou a mão pela porta e desfez a magia da tranca. Entraram na sala escura, porém ninguém se dera o trabalho de acender a luz.

Ela abriu as cortinas enquanto Harry se jogava no sofá. A luz azulada da noite entrou pela janela e deu uma péssima e pouca iluminação a sala.

Devolveu e agradeceu o paletó a ele que o pegou e o deixou de lado no braço do sofá. Ela caminhou a passos tranqüilos em direção a janela e observou o tempo do lado de fora. A garoa engrossava de pouco em pouco. Seu jardim estava horrível e estava pensando ensinar Sophie para que ela pudesse a ajudar em dar um disfarce melhor a entrada de sua casa.

Não sentia sono, muito menos sentia-se cansada. Sorriu lembrando-se do episódio do jardim e cruzou os braços. Inspiro fundo fechando os olhos e soltando o ar devagar.

As suas costas estava Harry. A observava minuciosamente, cada centímetro de seu corpo. Ele sabia o que teria que fazer, no entanto ele não estava exatamente pensando no porque. Tudo ocorreria de forma mais difícil se ele não estivesse realmente se sentindo atraída por ela naquele momento.

Pensava que talvez a olharia piedosamente, entretanto ele ao menos se lembrava de que chegara a pensar dessa forma.

Levantou-se e da mesma forma como ela havia chegado a janela, ele se aproximou dela. Vislumbrou suas costas e sentiu seu cheiro sendo trazido pelo vento frio da chuva da noite. Seus dedos tocaram a cintura da mulher e ele sentiu que o desejo exalava dele e isso não era controlável.

Deslizou sua mão pela barriga dela vagarosamente e a envolveu num abraço por trás. Arrancou um suspiro sonhador de Hermione e sorriu.

Ela recostou a cabeça no ombro do homem assim como deixou um de seus braços sobre os dele e o outro ergueu para que sua mão pudesse tocar a nuca quente de Harry.

Ele cheirou o pescoço da outra fazendo-a sorrir. Que mulher não se derreteria aos encantos de Harry Potter? Ele acreditava que ela fosse a única. Mas isso já era um passado.

- Você é assim sempre tão galanteador? – indagou ela em meio a um sorriso bobo de olhos fechados.

Ele subiu para o pé de seu ouvido e deixou que ela sentisse sua respiração.

- Não. – disse em sua voz profunda.

Ela arqueou as sobrancelhas numa expressão intrigada e sorriu logo quando sentiu os dentes dele apertarem sua orelha. Ela encolheu-se sentindo um arrepio percorrer todo seu corpo. Ele riu.

- Não? – indagou ela confusa. Sua voz saíra num sussurro ao qual ela não havia pedido.

- Na verdade eu nunca encontrei mulheres que realmente merecessem. – disse ele.

Ela sorriu e virou-se passando seus braços em volta do pescoço do homem.

- Eu mereço? – perguntou.

Harry sorriu marotamente.

- Que pergunta mais estúpida Srta. Granger. – e lhe beijou a primeira vez. – É claro que sim. – lhe beijou a segunda.

Afastou-se um tanto e olhou nos olhos castanhos da outra. Ela pedia para que aquilo continuasse e ele não fez questão de hesitar em seu pedido.

Quando a beijou pela terceira vez não foi terno e apassivador como os outros. Foi cheio de desejo e paixão. A chuva do lado de fora aumentou em proporção ao ritmo e a pressão em que suas bocas faziam uma sobre a outra.

Ofegavam quando podiam para tomar ar, mas era o que sempre estava sendo deixado para último plano.

Movimentaram-se pela sala até que Harry a encostasse na parede enquanto passava suas mãos pelas fitas as costas de Hermione buscando desamarrá-las. Seus lábios partiram o encontro do colo ofegante da mulher e logo ele encontrou o laço da fita. O puxou e o vestido dela folgou sobre seu corpo.

Ela prendeu a respiração e apertou com força os braços do homem.

- Harry. – chamou, porém sua voz saíra fraca. As mãos quentes dele percorreram suas costas já livre das fitas e ela tornou a prender a respiração ao senti-las. Estavam fumegantes e lhe causava um desejo que conhecia bem para onde a levaria. – Harry. – tornou a chamá-lo. Dessa vez com mais veemência.

Ele parou de beijar cheiroso pescoço da mulher e dirigiu seu olhar a ela. Seu peito subia e descia ofegante e em seu olhar havia a hesitação.

- Não acha que estamos sendo um tanto quanto precipitados demais? – indagou ela num sussurro.

Ele a beijou rapidamente e tornou a olhá-la. Percebeu que sua respiração também estava rápida.

- Me diga que não quer e eu paro. – falou ele calmamente.

O silêncio veio enquanto ofegavam juntos. Hermione parecia num belo conflito interno.

A única resposta de teve depois de um certo tempo foi quando ela apertou a blusa dele na palma de sua mão e a puxou fazendo os botões de sua blusa voarem pelos ares.

Ele desviou o olhar dela e observou um dos botões quicando pela cerâmica fria e branca que essa noite estava azulada. O olhou até que ele rodopiasse e caísse imóvel no chão. Tornou a focar Hermione lentamente e sorriu marotamente.

Ela retribuiu o sorriso e logo sentiu os lábios dele contra os seus novamente numa ânsia duas vezes maior do que vivera minutos antes.

As mãos dele firmaram-se com força sobre sua cintura e ela impulsionou com os pés. Enlaçou suas pernas no tronco do homem assim que seus pés deixaram o chão.

Já era tempestade quando Harry a levou corredor a dentro em direção ao quarto.

_****_



Seus cabelos negros e rebeldes esvoaçavam com suas passadas firmes, apressadas e raivosas. Sua expressão era fria e séria. Seus olhos verdes cintilavam de puro ódio e desprezo.

A frente a imponente porta de ouro refletia os filetes de sol que entravam pelas janelas estreitas na parede de pedras bem cuidadas.

- Harry, ne pas le faire! – vociferou Midge as suas costas tentando inutilmente seguir suas passadas.

- Cala a boca, Midge! – quase gritou Harry.

- Harry, sabe que não pode, não está no direit... – tentou Midge, mas já era tarde.

Ele escancarou com toda sua força a porta e ela se abriu rapidamente dando tempo para que Harry entrasse no bonito quarto enquanto a porta batia com força na parede e voltava.

Voldemort ergueu o olhar e se levantou juntamente com Victor krum assim que viu a face púrpura de Harry.

- NÃO. VOU. DEIXAR. QUE. FAÇA. ISSO. COM. ELA! – gritou Harry pausadamente apontando o dedo diretamente para Voldemort enquanto se aproximava.

- Desculpa-me mestre, não fui capaz de detê-lo. – desculpou-se Midge envergonhada enquanto fazia uma reverencia a ele.

- Certo, Potter. – falou Voldemort calmamente. – Quero que saia desse quarto agora.

Harry riu ironicamente e logo ficou sério.

- Eu estou falando sério, Voldemort! – vociferou.

Krum deu um passo a frente assumindo uma expressão de nojo.

- Como ousa chamá-lo pelo nome! – reprovou ele.

- Victor! – Voldemort ergueu a palma da mão. – Está tudo bem. Deixe-me a sós com ele.

- Mas, mestre e sobre...

- Victor! – falou Voldemort com mais veemência. – Deixe-me a sós com ele! – repetiu. – Depois nós tratamos disso com mais calma.

Victor suspirou derrotado. Ergueu o olhar e o direcionou para Harry. Havia um ar de desprezo em como ele olhava profundamente nos olhos verdes de Harry que num ar desafiador lhe lançou um de ódio.

Krum assumiu um ar desdém e caminhou na direção da porta lentamente. Parou ao lado de Harry assim que estava prestes a cruzar-se com ele e sussurrou.

- Hermione é uma guerra perdida, Potter. Não tente mantê-la longe do mestre. Ele faz isso pra te provocar. – e sorriu marotamente antes de seguir.

Midge deixou a sala seguida de Krum.

Harry voltou a dirigir seu olhar a Voldemort somente quando a porta do aposento se fechou. O comentário de Krum havia feito com que a raiva que existia dentro de si duplicasse.

- Sente-se, Potter. – falou o outro secamente.

- Não. – retrucou Harry firmemente.


- Não quer uma conversa civilizada? – indagou ele.

- Vou querer uma conversa civilizada a partir de quando você passar a agir civilizadamente! DROGA! – Harry urrou. – Que diabos te deu na cabeça? Krum casar-se com Hermione! Quer infernizar a vida dela? Ela não o ama!

- Se ela não o amar ela não vai aceitar! – disse Voldemort calmamente sentando-se.

- Ela não vai ter escolha! Você está mexendo com os pais dela! – exclamou Harry aborrecido.

- É uma base incerta. Se ela cair nós a peneiramos, se ela passar, nós deixamos.

Harry se aproximou controlando-se.

- Escute bem, Voldemort. – vociferou com os dentes cerrados. – Não vou deixar que isso aconteça. – pausadamente.

Voldemort se levantou e o encarou profundamente. Harry sentiu medo daqueles olhos ofídicos.

- Atrapalhe meus planos, Potter, e você pode dar adeus a seus amiguinhos Rony, Luna, e aquela estranha que esta para nascer. – ameaçou.

Harry cravou suas unhas na palma da mão. Hesitou diante da ameaça, porém, manteve sua pose.

- Me sacrifiquei por ela, Voldemort. – sua garganta queimou. – Deixe-a em paz. Deixe-a fora de seus planos.

Voldemort riu e deu as costas. Dirigiu-se calmamente a enorme janela e a focou por um longo minutos onde prevaleceu somente o silencio entre os dois.

- Krum vai falar com os pais dela primeiro. Sabe que aqueles trouxas dão a vida para ver a filhinha deles casar-se com um memorável jogar do quadribol do século. Alguém que tem o direito de lhe dar uma vida cheia de regalias e baboseiras. – falou distraidamente com a paisagem sem cor do lado de fora. – Antes de pedir Granger em casamento, ele vai citar sobre a excitação de seus parentescos diante da novidade e se ela negar o pedido tudo bem, mas se ela aceitar, que obviamente não será por Krum e sim pela felicidade de seus pais... – ele pausou. – Vamos seguir com o plano adiante.

Harry deu um passo a frente. Pensou e repensou e finalmente indagou:

- Qual é a finalidade do plano?

Voldemort soltou um riso fraco e virou-se para encarar Harry.

- Não é bem vindo o suficiente nesse castelo para ter toda essas regalias, Potter. – disse enquanto tirava um charuto de dentro de sua capa.

Harry o focou enquanto ele acendia o charuto e dava uma tragada. Assentiu raivosamente e deu as costas. Caminhou até a porta e pegou em sua maçaneta.

- Não vai ficar assim, Voldemort. - disse enquanto controlava toda sua raiva.

- Atrapalhe, Potter. Os amigos são seus. – falou ele com o charuto enfumaçado pendendo de um lado de sua boca. – Mande Midge chamar Victor novamente. – porém a única resposta que obteve foi o barulho ensurdecedor da porta se batendo com força.



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