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27. Ame-me


Fic: Harry Potter e a grande batalha


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Música: Endlees Love, Lionel Richie.




A música já tocava alta, onde permitia que Harry, Rony, Hermione e Lílian a escutassem, mesmo que os quatro amigos se encontrassem, ainda, no sexto andar do castelo.


Os corredores eram iluminados pelo atoches, onde criavam uma luz tremula e fraca, de modo que a claridade prateada da lua predominasse.


Rony ainda “babava” por Hermione, onde não era para menos. A morena usava um vestido que ia até seus pés. Era de uma cor marfim, com pequenas pedrinhas de brilhante na barra, na cintura delgada e no decote – onde deixava a mostra uma boa parte do seio farto. No pescoço, havia um delicado colar de outro, onde o pingente era igual ás pedrinhas do vestido. Nas orelhas, brincos que faziam par com o colar. Os cabelos castanhos estavam presos em um rabo de cavalo alto, onde caiam até o meio de sua coluna, formando cachos definidos. Ela optara por uma maquiagem leve, onde era constituída por um batom da mesma cor dos lábios e uma sombra marrom, bem clara; quase bege.


Harry olhou de rabo de olho para o amigo ruivo e riu de leve.


-Fecha a boca, antes que entre mosquito. – brincou, onde fez Lílian soltar uma gostosa gargalhada e Hermione colocar a mão sob o queixo do namorado, pressionando-o levemente, onde fez a boca do ruivo fechar-se e as orelhas dele ficarem vermelhas.


-Você fala como se nunca tivesse ficado de queixo caído por uma garota. – Rony devolveu num resmungo, onde foi a vez de Harry soltar uma gostosa gargalhada, sendo acompanhado por Lílian e Hermione.


O resto do caminho foi feito com os amigos perdidos em uma conversa animada sobre banalidades, onde os fazia soltar altas risadas.


Quando chegaram ao Saguão de Entrada, notaram que os familiares dos formandos, que ainda não estavam no baile, os esperava ali.


A uma olhada mais atenta, Harry pôde notar que, alem dos familiares, os “convidados”, dos quais Rony lhe falara mais cedo, estavam presentes também, porem não encontrou nenhum rosto conhecido.


Dando de ombros, separou-se dos amigos e caminhou até onde o padrinho estava; perto da grande porta de carvalho, onde levava aos jardins.


-Sirius, meu velho! – exclamou animado, quando estava próximo ao bruxo mais velho. O animago deu um sorriso maroto e foi de encontro ao afilhado, onde fez com que a distancia fosse menor.


-Fala, moleque! – o ex-prisioneiro também exclamou animado e eles abraçaram-se como se fossem pai e filho, onde arrancou um olhar de inveja de alguns colegas do Menino Que Sobreviveu.


Ao sair do abraço do quase pai, Harry pôde notar que Rony, Hermione e Lílian eram cumprimentados por suas respectivas famílias, onde fazia com que, a cada minuto, os três ficassem mais corados.


Harry e Sirius caminharam até os três, onde as famílias deles os cumprimentaram.


Riam e falavam alto.


-Hei... A festa já começou e ninguém me avisou? – alguém perguntou, enquanto passava por entre Lílian e sua mãe, onde revelou ser Raquel, elegantemente vestida.


A morena usava um vestido branco longo, onde arrastava no chão. Era de alças um pouco largas, um decote discreto, onde era colado em cima e descolava a partir dos quadris, dando a sensação de abertura, de modo que qualquer vento que batesse faria a barra da peça esvoaçar. Os cachos castanhos estavam soltos, onde caia em cascata até sua cintura. Os lábios estavam um pouco mais vermelhos que o normal, onde possuíam um brilho a mais. As íris castanhas eram realçadas por uma generosa camada de lápis. No pescoço um delicado colar de brilhantes, onde fazia par com os brincos longos.


-O que você veio fazer aqui, criatura? – Lílian perguntou, assustada com a repentina aparição da amiga. Raquel olhou para os lados e para as próprias vestes; fez uma careta pensativa.


-Me formar? – perguntou, por fim, onde fez um sorriso maroto escapar para os lábios.


-Se formar? – Rony perguntou, não crendo que a amiga estivesse ali; ela deu de ombros.


-É o que parece, certo? – Harry sorriu, ainda abobado com a maneira que a moça á sua frente estava vestida.


-O que você veio fazer aqui não importa. – o moreno começou, onde fez a atenção dos amigos se voltasse para ele. – O que importa é de quem foi a idéia, - completou e os outros concordaram no mesmo instante em que Raquel ria.


-Essa idéia brilhante foi minha. – ela respondeu, onde fez todos a olharem confusos. – Quê? – perguntou ao notar. – Ainda dá tempo de desistir. – voltou a dar de ombros.


-Desistir? – todos perguntaram. – Nem a pau! – Lílian terminou por todos.


-Que seja. – Hermione interrompeu, onde foi a fez de todos a olharem. – Temos que entrar no Salão; nossos pais já foram e a festa começa daqui a pouco. – todos sorriram e, lentamente, entraram no Salão Principal, indo sentar-se na mesa dos formandos.


As paredes eram decoradas pelas bandeiras das casas, onde tinham um brilho especial, de modo que fossem visíveis na fraca iluminação do Salão.
Atrás da mesa dos professores estava a bandeira de Hogwarts, onde tinha cada um dos animais movendo-se. A mesa dos professores era enfeitada por uma leve toalha branca, onde em cima havia mais de cem pergaminhos, elegantemente enrolados e presos com fitas pretas, na frente da cadeira do diretor; Dumbledore.


Na frente do pequeno patamar, onde ficava a mesa dos professores, estavam as cadeiras dos formandos, onde ficavam de costas para os convidados.


No lugar das mesas das casas, havia várias mesas de dez lugares, onde os familiares estavam acomodando-se, enquanto conversavam entre si.
Lentamente, os professores foram entrando no Salão e sentando-se em seus lugares, mas ainda faltava Dumbledore, que chegara alguns minutos depois acompanhado de Madame Maxime, onde fez os alunos se levantarem e baterem palmas para eles, que sorriram. Dumbledore parou de pé em frente á sua cadeira, enquanto Madame Maxime sentava-se na cadeira vaga ao lado da do velho bruxo.


Dumbledore fez um gesto com as mãos, onde mandava os formandos ficarem em silêncio e se sentarem; o Salão caiu em um silêncio mortal. O velho mago pigarreou e sorriu novamente:


-Primeiramente, gostaria de desejar boa noite a todos os presentes. – ele começou, onde fez todos murmurarem “boa noite” em resposta. – Em segundo lugar, gostaria de parabenizar á todos os formandos por terem conseguido chegar até aqui; espero que consigam realizar todos os seus sonhos. – sorriu para os jovens. – Agora, daremos inicio á cerimônia de formatura. – e sentou-se, onde fez todos aplaudirem.


McGonagall levantou-se e, esperando silêncio, abriu um pergaminho. Pigarreou.


-Gostaria de iniciar o meu discurso de Vice Diretora, dizendo a esses jovens que partem hoje; como bruxos formados, compõem uma das melhores turmas que eu já tive o privilegio de ensinar, de ser uma das responsáveis por selar o bem estar deles durante os períodos letivos. – puxou o ar com força. – É claro que, como professora, eu sinto orgulho de cada turma minha que se forma, mas, assim como em todo o lugar, Hogwarts têm suas turmas especiais, e essa que hoje se forma é uma delas. – voltou a puxar o ar com força, antes de sorrir para todos os alunos que estavam sentados á sua frente. – Todos sempre se mostraram interessados em aprender; cada um na sua maneira, as quais me serão inesquecíveis. – olhou ara os convidados. – Mas, da mesma maneira que há alunos com sede de aprendizado, há aquele aluno que é o mais corajoso de sua turma, é aquele que sempre está bancando o herói, embora não goste de tal titulo; são esses alunos que garantiram a segurança do mundo mágico. – olhou para Harry e sua turma, antes de voltar a olhar para os pais. – Em palavras simples; eu sinto especial orgulho por essa turma e espero que sejam bem sucedidos em suas vidas, em todos os aspectos. – enxugou o canto do olho com a ponta do dedo longo. – Obrigada. – e sentou-se. Todos os pais e formandos aplaudiram. Dumbledore voltou a se levantar.


-Após as sábias palavras da professora McGonagall, tudo o que eu tenho a dizer á esse grupo é; seja qual for a escolha de vocês, sigam sempre o caminho do bem, onde vocês serão sempre recompensados. Lembrem-se de que o caminho mais fácil, nem sempre é o mais correto. – sorriu sabiamente para os alunos. – Agora, que se inicie a entrega dos diplomas. – e voltou a se sentar, onde fez os diretores das casas levantarem-se.


Flitwick puxou um rolo de pergaminho do bolso da capa e começou a chamar os nomes dos alunos de Corvinal, aonde iam até ele, que dava breves conselhos.


Quando o pequeno professore de Feitiços voltou a sentar-se, a professora Sprout tirou o próprio rolo de pergaminho do bolso e começou a chamar os alunos de Lufa – Lufa.


-Que demora. – Rony murmurou, enquanto apoiava a cabeça no ombro de Hermione, que sorriu divertida.


-Pense que isso é mais rápido que casamento. – cutucou, onde o fez ajeitar-se sobre a cadeira.


-Casamento? – ele balbuciou, olhando-a incrédulo. – A gente nem se formou e você... Já ta pensando em casamento? – ele perguntou num fio de voz, ainda sem acreditar no que a namorada falava. Hermione sorriu marota.


-E por que não? – foi a vez dela de apoiar a cabeça no ombro dele. – Imagine nossos filhos... Todos ruivinhos...


-E nerd’s. – Lílian, que estava sentada atrás dos dois, murmurou risonha, onde os fez tomar um susto. Nenhum deles pareceu notar que Snape começava a chamar os alunos de Sonserina.


-Granger, Biatriz. – o mestre de Poções chamou, onde fez a jovem levantar-se e caminhar elegante até o professor.


Biatriz usava um vestido branco, onde era frente única, o que deixava a mostra boa parte do seio farto. O tecido caia por seu corpo, moldando-o com perfeição. A moça optara por uma maquiagem leve.


Depois que cumprimentara os professores foi se sentar.


-Lílian. – Hermione repreendeu num sussurro.


-Quietos. – Harry murmurou divertido, enquanto o último aluno de Sonserina ia pegar o seu diploma. – É a vez de Grifinória e vai ser lindo se a monitora – chefe for chamada duas vezes. – todos sorriram divertidos e ajeitaram-se sobre as cadeiras, no mesmo instante em que McGonagall puxava um rolo de pergaminho do bolso e começava a chamar seus alunos.


-Granger, Hermione. – ela chamou, onde fez a monitora se levantar e caminhar até a professora de Transfiguração; pegou o diploma que ela lhe entendia e apertou a mão da mulher mais velha, que lhe sorria orgulhosa.
Hermione apertou a mão dos outros professores, para logo em seguida voltar para o seu lugar ao lado de Rony.


-E o discurso? – Rony perguntou para a namorada, assim que esta se sentou ao seu lado.


-É depois que todos pegarem o diploma. – ela respondeu, sorrindo, enquanto abria o seu diploma e lia o que os professores haviam escrito.


-Granger, Lílian. – McGonagall chamou, onde fez a morena puxar o ar com força e levantar-se.


-Eis a hora da verdade. – ela murmurou para os amigos, antes de sair da fileira de cadeiras e começar a caminhar até os professores, antes de voltar a se senta.r


A professora chamou mais alguns nomes, onde fazia com que os alunos fossem lentamente até a bruxa.


Neville, o ser chamado, tropeçara no tapete que havia entre os espaços das cadeiras, onde fez alguns pais rirem e outros se preocuparem. A avó do rapaz simplesmente balançou a cabeça de um lado para o outro, num gesto inconformado.


-Potter, Harry. – McGonagall chamou, onde fez o moreno levantar-se hesitante e caminhar até a mestra. Ele pegou o diploma que ela lhe estendia e apertou a mão da velha senhora, que lhe sorriu orgulhosa, onde ele retribuiu com um sorriso tímido. Caminhou até a mesa dos professores e apertou a mão de cada um deles e, para sua surpresa, Snape lhe lançara um leve sorriso de orgulho quando passara por ele.


Assim que terminara de cumprimentar os professores, Harry caminhou apressado até sua cadeira, onde se sentou e começou a ler o pergaminho que trouxera consigo, onde descobriu que o que fora “falado” pelos professores eram conselhos de como começar a vida adulta; como começar uma carreira.


-Weasley, Ronald. – a professora voltou a chamar, onde fez o ruivo levantar-se em um pulo e caminhar animado até os professores, sempre com um sorriso nos lábios.


-Homens. – Raquel resmungou, cruzando as pernas em um movimento gracioso.


-O que você tem contra eles? – Harry perguntou num sussurro, levantando os olhos para encarar a morena.


-Nada. – ela respondeu no mesmo tom, dando de ombros e sorrindo, fazendo o moreno rir de leve.


Assim que Rony pegou o seu diploma e voltou a se sentar ao lado de Hermione, McGonagall sentou-se, onde fez Dumbledore se levantar.


-Parabéns aos formandos do sétimo ano de Hogwarts! – o velho bruxo exclamou animado. – Como senhores convidados devem ter percebido que, este ano, temos escola convidada, onde seus alunos se formam junto com os nossos. – sorriu. – Peço a diretora, Olímpia Maxime, chame seus alunos para que estes recebam diplomas. – concluiu, enquanto se sentava.
Madame Maxime se levantou de onde estava – ao lado de Hagrid - e com um com rolo de pergaminho em mãos, começou a chamar os alunos.


-É hoje que eu pago mico. – Raquel murmurou ofegante, enquanto torcia os dedos quando a professora chamava o aluno que era antes de si.


-Por quê? – Harry perguntou curioso.


-Por que eu, ainda, não me acostumei com a droga desse salto, de modo que eu tenho grandes chances de cair no meio do caminho. – Harry riu baixinho.


-É só você ir devagar... Tomar cuidado, oras. – ele murmurou, seus lábios próximos ao ouvido da garota, atitude a qual não ajudou a amenizar o nervosismo da morena, onde a respiração dela ficou mais ofegante que antes. Ela balançou a cabeça, concordando.


-Certo. – murmurou, sentindo a boca seca.


-Escobar, Raquel. – a diretora chamou, onde fez a morena puxar o ar com força e o soltar pela boca, antes de se levantar e caminhar cuidadosamente até a meio gigante.


Pegou o diploma e apertou a mão dela e, como todos os outros alunos da escola francesa, cumprimentou os professores de Hogwarts.


Voltou ao seu lugar, caminhando da mesma maneira que utilizara para ir. Assim que se sentou, suspirou aliada.


-Você já sentiu a boca seca? – ela perguntou para Harry, sem olhá-lo.


-De nervoso? – perguntou e ela assentiu com um aceno de cabeça. – Não.


-É horrível. – passou a mão nos cabelos. – Mas você provavelmente vai experimentar no seu casamento com a Chang. – completou no mesmo tom, embora um quê de magoa pudesse ser ouvido em sua voz.


Harry sorriu pelo canto do lábio; então ninguém contara a Raquel que ele não ia mais se casar com a oriental?


O moreno molhou os lábios com a pontinha da língua e puxou o ar com força.


-Não vou mais me casar. – murmurou, enquanto observava Dumbledore se levantar e começar a falar.


Raquel olhou para o amigo ao seu lado, surpresa, embora sentisse uma felicidade incrível invadir o seu ser.


Senhor, nunca parara para pensar que aquele idiota que estava sentado ao seu lado um dia pudesse tomar alguma decisão que, de fato, valesse a pena.


-Criou juízo? – cutucou, colocando um quê maroto na voz, embora possuísse o desejo de deixar claro o quão feliz ficara ao receber aquela noticia.


-Sempre tive. – ele respondeu sorrindo. Raquel riu de leve e balançou a cabeça de um lado para o outro.


-Cala a boca vai. – murmurou, por fim, ainda rindo. – A Mione vai começar o discurso dela e eu quero ouvir. – completou, antes de parar de rir e ficar séria, olhando para a amiga, que estava parada o lado de Dumbledore.


-Agora... – Dumbledore falou, enquanto o rosto de Hermione corava levemente. – A oradora da turma; Hermione Granger. – e se sentou, de modo que fez todas as atenções se voltassem para a morena, que sorriu nervosa.


-Primeiramente; gostaria de desejar aos senhores pais e convidados Boa Noite. – começou, enquanto torcia os dedos em nervosismo, discretamente. – Em segundo lugar eu gostaria de dizer algumas palavras, as quais eu tenho certeza que, pelo menos, a maioria dos alunos de Hogwarts gostaria de dizer. – puxou o com ar com força. – Hogwarts não foi, e nem é, somente uma escola, onde você passa quase um ano inteiro estudando; é um castelo onde sentimos como se estivéssemos em casa, com nossos irmãos e pais. – colocou um mexa da franja castanha, que escapara do rabo de cavalo, atrás da orelha. – Aqui muitas pessoas fizeram verdadeiros amigos... – olhou para o seu próprio grupo de amigos. – Alguns descobriram o verdadeiro amor. – olhou para Rony, antes de lançar um olhar cheio de significado á Harry e Raquel, que fingiram não entender. – É claro que, mesmo nesse maravilhoso mundo de magia, nem tudo são flores; tivemos nossas dificuldades, desentendimentos e confusões. Isso sem contar com a guerra que o mundo bruxo passou. – ficou um tempo em silêncio, onde mostrava que procurava as palavras certas para o que queria. – Hogwarts não nos ensinou somente meia dúzia de palavras mágicas e movimentos com a varinha; ensinou a sermos pessoas boas, honestas e que vêem valor nas coisas mais simples da vida, mesmo que às vezes sejam egoístas, mas por que não perdoar? – sorriu de fraco. – Todos são humanos e como tais não são perfeitos. – molhou os lábios com a pontinha da língua. – Não vou dizer por todos, mas eu, pessoalmente, jamais esquecerei das aventuras que vivi nesse castelo, nem dos amigos e namorados que já tiver por aqui. – uma lágrima rolou pelo rosto da garota. – Eu nunca vou esquecer do conforto que tive aqui, das risadas que as pessoas desse lugar conseguiram me fazer dar, mesmo que eu estivesse na mais profunda depressão. – enxugou o rosto com as costas das mãos. – Em geral, o que eu quero dizer, é que Hogwarts sabe como ensinar seus alunos, sem deixá-los entediados ou desinteressados. – voltou a puxar o ar com força. – Como diria o nosso diretor; Pateta! Chorão! Desbocado! Beliscão! Obrigada. – e calou-se, enquanto todos – sem exceção – se levantaram para aplaudi-la.


-Mione! Mione! Mione! Mione! – Harry, Raquel, Rony, Lílian e Biatriz gritavam em coro, enquanto batiam palmas e davam leves socos no ar, acima de suas cabeças. Hermione riu, sendo acompanhada pelas pessoas que perceberam essa manifestação dos jovens.


-Após tais palavras... – Dumbledore falou, após todos silenciarem e Hermione se sentar. – Que o baile de comemoração se inicie! – exclamou, onde fez as luzes formais que dominavam o Salão, serem substituídas por luzes coloridas, alegres e dançantes. Uma música rítmica e sensual começou a tocar em volume alto.


-Cara... Onde você aprendeu a discursar? – Raquel perguntou, depois que eles se levantaram e caminhavam até as mesas de seus pais. Hermione soltou uma gostosa gargalhada.


-Boa pergunta. – encolheu os ombros. – Eu só fui falando o que veio na minha cabeça. – Raquel soltou uma gostosa gargalhada diante a resposta da amiga.


-Mudando de assunto. – a morena continuou, quando elas pararam de caminhar, antes de se separarem para irem até as mesas de suas famílias. – Como sua última noite de monitora nesse castelo, você permite que essa pobre estudante aqui tire suas sandálias? – perguntou sarcástica, onde fez Hermione rir de leve.


-Sinto muito, mas Dumbledore não quer ninguém sem sapato. – deu de ombros. – Só Merlin sabe o por que, e não é uma boa idéia contrariar o velho. – Raquel riu e concordou com um aceno de cabeça.


-Por que o barbudo tem de ser tão cruel? – Lílian perguntou num resmungo. – Meus pés estão me matando. – completou, fazendo Hermione e Raquel rirem.


As amigas se separaram, onde cada um foi para a mesa de sua família, receber cumprimentos deles e deixar o diploma, para logo em seguida reunir-se com os garotos e foram dançar em uma rodinha a música animada que tocava.


-Então... O que vão fazer da vida? – Biatriz perguntou, depois de terem dançado várias músicas seguidas; agora estavam sentados em uma mesa, enquanto bebiam Cerveja Amanteigada e conversavam em altos brandos, levando em conta que a música estava extremamente alta, onde parecia que as batidas saiam de dentro de cada um deles.


-Auror! – Harry e Raquel exclamaram juntos, onde fez todos sorrirem.


-Eu pretendo ser goleiro de algum time de Quadribol. – Rony respondeu, antes de dar um gole em sua bebida.


-Eu pretendo ser algum tipo de diplomata do mundo bruxo. – Hermione respondeu, enquanto ajeitava os cachos castanhos.


-Eu vou ser a Batedora de algum time de Quadribol. – Lílian respondeu, enquanto olhava ao arredor.


-E eu... – Biatriz sorriu, enquanto brincava com sua cerveja. – Pretendo ser estilista. – completou, onde fez Raquel se engasgar com a cerveja que tomava. Harry deu pequenos tapas nas costas da amiga.


-Você é louca. – foi o que ela disse, depois que se recuperou do ataque de tosse. – Você não tem um pingo de senso de moda, garota! – completou com um quê brincalhão na voz.


-A não? – Bia perguntou, cerrando os olhos e Raquel afirmou com um aceno de cabeça. – E quem foi que escolheu metade dos vestidos que você usa, sua ingrata? – ela perguntou, onde fez todos rirem.


Nesse instante, acordes de uma musica lenta substituiu a música agitada, onde fez muitos casais irem dançar na pista. Rony e Hermione estavam entre eles.


-Será que meu pai dança comigo? – Biatriz perguntou divertida.


-Será que o gostoso do nosso primo dança comigo? – Lílian perguntou, onde fez as gêmeas se entre olharem, soltarem idênticos gritinhos de empolgação e correr até a mesa onde o tal primo estava.


Harry e Raquel riram das duas.


-Quer dançar? – Harry perguntou para Raquel, que o olhou sorrindo e aceitou a mão que ele lhe estendia. Levantaram-se e caminharam até o centro da pista, antes colarem seus corpos e começarem a dançar no ritmo da música.



My love,


There's only you in my life


The only thing that's bright



Raquel deitou sua cabeça sobre o ombro largo dele e fechou os olhos, enquanto sentia o perfume cítrico do moreno invadir-lhe as narinas e a embriagar lentamente.


Suas pernas tremiam e sua respiração era falha, enquanto sentia o calor daquele corpo másculo envolvê-la e levá-la ao paraíso.


Senhor, como amava aquele idiota que dançava consigo.


-Sabe... – começou, enquanto ele a afastava e a girava, a barra do vestido rodando diante o passo gracioso. – Qual a pessoa mais inesquecível na minha vida? – completou, depois que seu corpo chocou-se contra o dele. Seus lábios próximos ao ouvido dele, que se arrepiou ao sentir a respiração quente da amiga sobre a curva alva de seu pescoço.


-Quem? – ele perguntou, sentindo o coração falhar um batimento, para logo voltar a bater descompassado.


Senhor, aquela proximidade entre seus corpos estava deixando-o perturbado e excitado. Nunca imaginara que pudesse sentir um amor tão arrebatador quanto aquele que sentia pela morena.


Nunca pensara que pudesse ficar feliz só de vê-la sorrir para si.


-Você. – ela murmurou, com os lábios ainda próximos ao seu ouvido. – Nunca pude imaginar que eu fosse capaz de sentir um amor como esse que carrego em meu coração pro você. – deram uma volta graciosa. – É como se você houvesse o marcado a ferro a brasa e toda vez que tento te apagar dele, você vem e o marca novamente. – encostou sua testa na dele e castanhos miraram verdes. – Cheguei à conclusão que preciso de você; para poder dar um sorriso verdadeiro, para conseguir viver e ser feliz.


Se já estava sentindo seu coração acelerado, agora estava começando a achar que ele saltaria para fora de seu peito tamanha a velocidade em que ele batia. Sentiu o ar se perder no caminho de seus pulmões e os olhos marejarem.


Nunca imaginara que voltaria a ouvir essas coisas da garota que mais amava em todo o mundo; onde não podia viver realmente, sem tê-la.



My first love,


You're every breath that I take


You're every step I make



Aproximou os lábios firmes do ouvido dela.


-Tenho uma péssima noticia pra você... – ele murmurou, a voz mais rouca que o normal. Raquel sentiu o medo invadi-la; será que justo agora que realmente o perdoara, ele já a havia esquecido? Será que agora que ela, finalmente, admitiu a si mesma que queria tê-lo para si pra sempre, ele amava outra? Sentiu as lágrimas invadirem seus olhos; não suportaria ouvir isso dele.


-Qual? – perguntou com a voz tremula, temendo a resposta.


-Eu descobri... – ele voltou a murmurar, enquanto inclinava seu corpo sobre o dela, para logo ajeitá-lo. – Que não posso mais viver sem ter você pra mim; não posso mais respirar, sabendo que você está sendo feliz ao lado de outro homem: você é a minha razão de continuar a lutar pela vida. – a girou e fez o corpo dela voltar a colar no seu. Nenhum dos dois percebeu que eram observados por seus amigos. – Não posso tocar minha vida pra frente se você não estiver nos planos que farei pro meu futuro. – lágrimas rolaram pelo rosto dela, que sorriu.


-Isso é um bom sinal, certo? – ela murmurou, sem saber ao certo o que falar.


-Sem duvidas. – ele exclamou, antes de capturar os lábios dela em um beijo apaixonado, onde as línguas se procuravam com ansiedade.


Não sabia ao certo por que, afinal, demorara tanto para se tocar do obvio, mas agora que o momento em que o perdoava chegara, sentia que valera a pena ficarem tanto tempo separados; não que houvesse gostado de ficar meses sem ter Harry em seus braços, sem sentir os lábios dele nos seus, mas podia notar que depois de tanto tempo longe dela, o amor que ele nutria por si havia aumentado e ele conseguia mostrar-lhe isso naquele momento, em toques ousados, mas carinhosos.


Era como se uma onda violenta houvesse se chocado contra si, fazendo-a conhecer o recanto mais obscuro do mar do amor, onde não temia se afogar desde que fosse Harry que a guiasse.



And I (I-I-I-I-I)


I want to share


All my love with you


No one else will do...



Ainda não podia crer que ela estava ali, em sua frente, retribuindo o beijo que ele lhe dava. Era perfeito demais; as palavras, os brilhos nas íris castanhas. O beijo.


Seu coração estava disparado e não podia negar que esperara por aquele momento durante todo o tempo em que estiveram longe um do outro.


Sentia-se o homem mais feliz do mundo, onde possuía a mulher mais perfeita que conhecia – e amava – em seus braços.


Ainda não sabia por que se deixara levar pela conversa de Cho Chang naquele dia na beira do lago, mas tudo o que sabia era que se arrependia profundamente daquele dia e que o tapa que recebera da mulher que amava fora mais que justo.


Nunca pudera pensar que um dia amaria tanto uma mulher a ponto de se importar com o bem estar dela, sem se importar com o próprio.


Não tinha por que continuar a enganar aos outros e si mesmo, dizendo que já não a amava; a tinha ali, em seus braços, o perdoando por completo, sem medo de ser traída novamente.


Você que não se atreva a traí-la novamente! , Sua mente gritou.


Ele próprio não se perdoaria se a fizesse sofrer, como ele sabia que fizera quando beijara Chang.


Senhor, nunca pensara que aquela cabeça dura fosse capaz de enterrar o passado e o sofrimento que sentira, para ficar com ele.


Deslizou suas mãos pela coluna dela, sentindo-a tremer sob seu toque e ficou feliz que não era por causa de frio, e sim por sua causa.



And your eyes


(Your eyes, your eyes)


They tell me how much you care


Ooh yes, you will always be


My endless love



Seus lábios se separaram e eles se olharam. Sorriram um para o outro antes de voltar a dançar.


-Por que eu tenho a impressão que não somos os únicos que sabem desse beijo? – ela perguntou divertida, enquanto pousava o queixo no ombro dele e sorria para os amigos que estavam parados na borda da pista, os observando. –Olha lá o bando de xeretas. – completou rindo, onde ele a acompanhou.


-Isso nos poupa o trabalho de contar. – ele respondeu, sorrindo, enquanto ela voltava a encará-lo.


-Você que pensa. – ela respondeu, dando um selinho nele, que riu.
Continuaram a dançar em silêncio, como se só houvesse os dois na pista; como se fosse os dois e a música, naquele imenso Salão.


-Espero que você não se importe de usar uma aliança. – ele murmurou simplesmente ao ouvido dela, que o olhou, confusa.


-Quer dizer criou juízo, Potter? –ela perguntou divertida, onde ele sorriu.


-Por você? Com certeza! – ele exclamou animado. – Palavra de escoteiro! – e deu uma piscadela pra ela, que jogou a cabeça pra trás, enquanto soltava uma gostosa gargalhada.


-Embora eu saiba que você nunca foi escoteiro, eu acredito! – ela exclamou, antes de se perderem em mais um beijo apaixonado.



Two hearts,


Two hearts that beat as one


Our lives have just begun



Forever


Ohhhhhh


I'll hold you close in my arms


I can't resist your charms



-Já não era sem tempo. – Rony falou, enquanto pegava uma taça de champanhe que um elfo passara oferecendo. – Achei que esses dois iam morrer brigados. – completou, dando um gole na bebida.


-Não foi o único. – Hermione respondeu, se pendurando no pescoço do moreno. – Francamente, e eles ainda têm coragem de falar da gente! – exclamou indignada. Rony riu.


-Mas veja bem, priminha... – Lílian começou, passando os braços em torno dos dois, de modo que ficasse entre eles. – Você e o Rony demoraram mais de três anos para se entenderem! – riu de fraco. – A Raquel e o Harry demoraram somente dois para finalmente sacarem que nasceram um para o outro. – completou, onde fez Biatriz soltar uma exclamação de concordância.


-E vocês que nunca tiveram um namoro sério? – Hermione perguntou, triunfante.


-Veja bem... –Biatriz começou, indo se postar entre Lílian e Hermione. – Tecnicamente, vocês quatro... – e apontou para os dois casais; Rony e Hermione e Harry e Raquel. – Só ficaram juntos por se amarem. – sorriu. – Eu e a Lily aqui nunca sequer sonhamos em nos apaixonar tão cedo. – completou, onde fez irmã rir.


-Pior que ela tem razão... – Rony resmungou, dando mais um gole em seu champanhe.


-Fazer o quê? – Hermione respondeu mal humorada.


Lílian e Biatriz riram pra valer, antes de deixar o casal sozinho e irem para a mesa de sua família.



And love


Oh, love


I'll be a fool


For you, I'm sure


You know I don't mind


Oh, you know I don't mind



'Cause you,


You mean the world to me, Oh


I know


I know


I've found in you


My endless love



-Por que essas duas têm de ser tão... Chatas? – Rony perguntou divertido, enquanto enlaçava Hermione pela cintura e eles começaram a dançar.


-Talvez por que elas me puxaram. – a outra respondeu divertida. Rony riu.


-Você não é chata! – ele exclamou carinhoso.


-Não! – ela girou as íris castanhas. – Apenas insuportável. – completou risonha.


-Tonta. – foi tudo o que o ruivo falou, antes de capturar os lábios dela.



Oooh, and love


Oh, love


I'll be that fool


For you, I'm sure


You know I don't mind


Oh you know-


I don't mind



And, YES


You'll be the only one


'Cause no one can deny


This love I have inside


And I'll give it all to you


My love


My love, my love


My endless love



Logo começou a tocar uma música animada, onde fez com que os amigos voltassem a formar a rodinha no centro do salão e dançaram e riram o resto da noite, enquanto sentiam que, naqueles tempos de paz, iriam iniciar novas etapas de suas vidas, onde sabia que seria mais feliz do que aquela que encerravam.


Não podiam dizer que nunca iriam se lembrar daqueles tempos – mesmo que preferissem esquecê-los – mas sabiam que, mesmo que tendo mais lembranças tristes, nunca iriam esquecer dos momentos felizes, os quais foram os mais intensos e importantes para suas formações como seres humanos, nunca se esqueceriam de quem fizera isso por eles; Hogwarts.



N/A: Feliz ano novo!!! =]


E feliz natal atrasado!^^"


Well... Eis mais um capítulo! =] Espero que tenha compensado a demora!!^^ E não, a fic AINDA NÃO terminou!^-^ Tem mais uns 2 ou 3 capítulos pra vir! =] Logo, a saga Nova Aluna se encera!


Bem.. Gostaria de pedir que vocês lessem minha outra fic; Vinganças da Mente, Traições do Coração


É H/G! O casal que amo! ^^


Bem,.... BKJS E COMENTEM!



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