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10. De Volta ao Lar


Fic: Nove Meses Para Amar


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Nova pagina 1




NOVE
MESES PARA AMAR


 


CAPÍTULO
X


 


DE
VOLTA AO LAR


 


 


Quando Harry finalmente acordou, o
sol já banhava o quarto através da grande janela do aposento. E mesmo no
estado de sonolência em que se encontrava, de uma coisa Harry tinha certeza:
Hermione não estava mais ali.


Abrir os olhos foi somente um passo
para constatar o fato. Ela o abandonara. Depois dele achar que tudo finalmente
ia se acertar, Hermione abandonara-o.


Com todo esforço de que era capaz
Harry levantou-se e se vestiu. Agora que era dia, e Hermione não estava ali, o
quarto lhe parecia estranho e vulgar. Não tinha mais graça.



Dando
uma ultima olhada, ele foi para a garagem e saiu dali (depois é claro de
pagar a conta na portaria). Rumou direto para casa.



 


Casa.


Palavra estranha aquela. Não tinha
nenhum significado para Draco. Casa para ele era somente um amontoado de pedras
feias e velhas, que seu pai e mãe costumavam gostar de ficar (vai entender os
gostos das pessoas?).


Draco estava nesse exato momento
andando por um corredor muito grande. Era o que ligava as escadas que subia para
o segundo andar, ao resto da casa.


Depois de atravessar toda essa
distancia, ele finalmente chegou à sala de jantar. Sua mãe já tomava o café
da manhã.


- Bom dia meu querido. – para
Draco ela não se parecia nem um pouco com uma esquizofrênica.


- Bom dia mãe.


Ele reparou que a mesa estava posta
para três pessoas, era como se ela esperasse Lucio chegar. Ignorando o lugar
que sempre fora seu, Draco se sentou na cabeceira da mesa.


- Não Draco! – gritou a mãe –
esse é o lugar de seu pai. Ele só esta no banho Draco. Já, já vai descer.


Ele apenas respirou fundo.


- Mãe, Lucio esta morto. - Draco não
o chamava de pai, desde os quinze anos de idade. Quando eles tiveram uma memorável
briga.


- Não – esganiçou-se ainda mais
Narcisa – nunca fale uma bobagem dessas! Seu pai não morreu. Você é um
mentiroso ursupador e cruel. Saia já deste lugar garoto.


Como Draco não saiu, Narcisa começou
a bater a bengala que usava para caminhar, em cima da mesa. Ela quebrou copos,
estragou uma linda bandeja de frutas e um prato com ovos de que tanto Draco
gostava. Mas nem todo esse acesso de histeria fez Draco mover um músculo, além
dos necessários para comer.


Ele já tinha resolvido uma coisa:
Fosse o que fosse, não cederia aos caprichos doentes de sua mãe.


Quando a fúria e a energia
finalmente acabaram, Narcisa viu que a única coisa que conseguiu foi fazer uma
enorme bagunça. Desesperada, para tomar o poder ela começou a chorar:
descontroladamente, e no meio do choro ouviu Draco ordenar ao mordomo:


- Só existem duas pessoas nessa
casa, Julius. E somente dois lugares serão colocados na mesa. Entendido?


- Sim senhor.


Aquilo é traição pensou a mãe de
Draco. E com mais fúria que antes ela recomeçou a chorar e a dar bengaladas
nas coisas.



 



 


Estar de volta à Toca era muito
bom. Na verdade era excelente pensou Rony. Percy, graças a Merlin não morava
mais ali e aquilo fazia da casa um santo lar.


Descer as escadas que se mexiam,
fazer coisas familiares (como se espremer na cozinha para o café, escutar sua mãe
ralhar com os gêmeos) era bom demais para ser verdade. Finalmente estava
formado. Poderia começar já o seu futuro.


- Gina, querida me passe o pão,
sim? – era sua mãe que pedia. Ao ver a cesta passar na sua frente Rony pegou
outro pão.


- Então Roniquinho – começou
Jorge – vai nos contar o que aconteceu para chegar tão tarde da casa de
Carol?


Rony sentiu as orelhas ficarem
vermelhas. Mas não aceitaria provocações. Nada poderia estragar seu bom humor
no dia de hoje.


- É conte-nos Rony. Como conseguiu
ser tão tapado a ponto de não conseguir destranfigurar o vestido dela?


Os gêmeos riram. Gui abafou uma
risada, e Gina olhou para o outro lado. Então seus irmãos estavam caçoando
dele, mas que lhe esperasse o troco.


- Eu não sei – deu de ombros
displicentemente – mas também gostaria de saber Fred, como você fez sumir os
cachinhos que colocou sem querer no nariz de Angie (Angelina e Fred, para os
desavisados, são namorados).


Fred engasgou e apertou os olhos.
Então era guerra. E mais uma vez, quando estavam os irmãos juntos, Gina viu
uma outra briga começar na Toca.


E por isso nem mesmo esquentou a
paciência. Preferiu deixar sua mente vagar... E vagar. Ate chegar a um
determinado loiro. Gina sentiu seu rosto ficar vermelho. E pare que ninguém
mais visse, ela tratou de sair da mesa.


Malfoy esteve realmente maravilhoso.
Completa-mente estupendo, naquelas roupas pretas. Por um instante delirante,
Gina imaginou como ele seria sem roupa. Mas logo voltou a terra. Não podia
pensar nele assim. “Não quero pensar desse modo nele”.



Ele
ouviu uma série de barulhos dentro de casa, sorte que ela agora estava no
jardim assim não precisava assistir a cena perfeita que era seus irmãos
duelarem e sua mãe berrar como louca Petrificus totallus. “Ninguém
merece” pensou ela entre divertida e aborrecida.



 


Carol se sentia outra. Embora o
espelho acusasse de que continuava a mesma. “Mas é que ele foi tão romântico”
disse ela, tentando entender o porque de se sentir diferente.   



Ela deu mais uma olhada e saiu do
quarto. Queria ver se conseguia almoçar com o pai.


Quando ela finalmente chegou na sala
de jantar, depois de passar por inúmeras salas, ficou desapontada. O pai não
estava ali.


Ela foi até o console de mogno no
canto da sala e tocou um sininho. Em menos tempo do que achava possível o
mordomo estava ali.


- Humm... Pickens. Meu pai, ele...
Ele vem almoçar em casa?


O mordomo sempre a fazia se sentir
inadequada e malquista.


- Ele já deve estar a caminho de
casa srta. Blair.


- Poderia então me servir o almoço?
Acho que não vou esperá-lo. – a melhor maneira de se tratar um criado estúpido
e arrogante como aquele mordomo, era sendo ainda mais arrogante do que ele.


- Como quiser srta. Nessa única
frase, Pickens deixava claro como considerava errado ela almoçar sem o pai.


Mas Carol não se importou. Apenas
deu meia volta e foi se sentar na sala do jardim. Era a mesma sala da onde seu
pai a vira sair na noite anterior.


Ela se sentou numa confortável
poltrona, perto da janela e esperou. Não sabia o que esperava, mas estava ali.
Esperando.


Foi quando a limusine de seu pai
entrou na alameda da fonte. Ela teve certeza de que era isso que esperava: a
volta do pai para casa. Tinha alguma coisa lhe dizendo que essas férias seriam
diferentes.


Quando finalmente, pai e filha se
encontraram, foi na sala de jantar, para almoçar.


Não houve abraços carinhosos, não
houve um “bem vinda” ao lar, mas Carol sabia que o amor estava ali. Sempre
esteve ali.


- Vou precisar de sua colaboração
em uma festa que Vossa Majestade dará depois de amanhã no castelo de Windsor.


Carol não disse nada, não mostrou
nada, mas estava completamente chateada. As festas Reais eram sempre chatas.
Inclusive se os príncipes, tanto o herdeiro quanto o outro estivessem lá.
Desde pequenos eles não se gostavam.


Pode parecer estranho para muitas
pessoas, mas Carol via os dois simplesmente como pessoas. Ela praticamente
crescera entre eles (desde muito pequena que seu pai ou freqüentava as altas
esferas políticas como membro da Câmara dos Comuns, ou era primeiro-ministro)
e não via nada de mais neles. Eram dois metidos a donos do mundo.


- Se você quiser, pai.


O sr. Blair suspirou.


- Sabe que não tenho escolha Carol.
Afinal desde que sua mãe morreu, você vem fazendo isso. Mais uma vez não será
assim demais não é mesmo?


- Claro que não pai. Claro que não.



Desde que Tess Blair morrera, há três
anos, Carol é que fazia às vezes de anfitriã e acompanhante para o pai.
Chegara ate mesmo se ausentar de Hogwarts para tais ocasiões (mas somente em
festas mais importantes).


- Ainda bem que posso contar com você
minha filha.


Carol deu um sorriso apagado. Mas o
pai não viu, estava numa importante ligação ministerial.



 



 


Era final de tarde quando Harry
acordou de novo. Ele ainda se sentia usado. A noite maravilhosa que passara com
Hermione de nada lhe valera, pois ela fugira. Como se sumisse no mapa.


Com uma dor de cabeça latente, ele
levantou-se da cama e foi direto para o banho. E somente depois de se sentir
limpo e refrescado é que teve coragem de dar as caras na cozinha. Sirius e
Lupin faziam o jantar.


-... Então, você não vai
acreditar, mas “o china” queria é metade do preço, Aluado...


- Eu com certeza vou acreditar
Almofadinhas, meu velho – cortou Lupin – você já me contou esta historia
no mínimo umas trintas vezes, desde que fechou o contrato.


- Que contrato? – perguntou Harry
interessado. Ele estava na porta.


- Nem pergunte Harry – Lupin foi
mais rápido que Sirius ao dar a resposta – Se não ele lhe alugará com a
historia do chinês que queria a metade do preço pelas motocicletas, para o
resto de sua vida.


Harry riu da cara dramática de
Lupin, mas mesmo assim estendeu a mão e apertou a de Sirius. Ele queria fechar
aquele negocio de todo o jeito.


-... Agora Harry – dizia ele,
enquanto ia mordendo um pedaço de pão, estavam no meio do jantar - ... Nós
viramos os primeiros exportadores de motocicletas mágicas. Os primeiros!


Harry teve que rir do contentamento
de Sirius. Ele e Lupin tinham montado a Marotos Motocicletas, uma fabrica de
motos, com feitiços e feita somente para bruxos. Rony começaria a trabalhar
com eles na segunda-feira.


- Fico realmente feliz Sirius. Remo.
Realmente mesmo.


Mas os dois homens sabiam que havia
alguma coisa de errado com Harry.


- Fale logo o que é que esta te
atormentando Harry. Não agüentamos mais esse mistério todo.


Diante do silencio do garoto, os
dois começaram a aventar hipóteses:


- Vai ver ele esta com medo dos
treinamentos para auror, Sirius.


- Ou vai ver Remo, ele bateu com meu
carro e não quer contar.


- Ou então tem a ver com o fato de
você não ter chamado ele para trabalhar conosco na fabrica.


- Tenho uma melhor, Aluado. Vai ver
Hermione deu um fora nele!


Os dois começaram a rir, e Harry
ficou muito irritado. E quando ele esta irritado, sempre acabava explodindo.


- QUEREM OS DOIS PARAREM DE RIR? –
gritou. Mas isso só fez os dois mais velhos aumentarem o volume da risada –
HERMINE ESTA GRAVIDA, SEUS IDIOTAS.


Dessa vez o berro foi suficiente
para calar os dois. E murcharem seus sorrisos.


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- Olhe querida. Mamãe fez seu prato
preferido.


Hermione sentiu o estomago enjoar. Não
olhe, não olhe. Mas não adiantou: quando a mãe pôs o bacalhau em seu prato,
uma vontade irresistível de vomitar se apoderou dela.


E num gesto repentino, Hermione
correu escada acima com as mãos tampando a boca.


Os srs. Granger somente se olharam.
E um brilho de compreensão passou pelos olhos de Jack Granger.


Foi quase com medo que Hermione
desceu as escadas novamente. Não queria ir à cozinha enfrentar os pais.


Mas também não foi necessário.
Eles a esperavam  na sala. Sentados
no sofá de frente para escada.


- Pode nos explicar o que aconteceu,
minha filha? – a voz de Doris Granger era bem fraquinha.


Como que vindo de longe, Hermione lembrou-se, enquanto
encarava o pai,  das palavras de
Alvo:


 


“Com o senhor Granger, eu lhe
aconselharia muita calma. E a verdade. Ela é sempre preferível do que uma
mentira. Sempre”.


Ela suspirou e falou bem devagar,
quase pausadamente:


- Estou grávida papai.


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- Mas como... Como isso é possível?



- Quer mesmo que lhe explique
Aluado? – devolveu Sirius cortante. Ele olhou nos olhos do afilhado.


- Espero que você tenha feito o
certo.


- E o que você considera certo
Sirius? – Harry ainda se sentia zangado. “Droga. Não era assim que queria
dar essa noticia!”


- Seu casamento com ela. Isso seria
o certo. – Sirius retrucou na mesma hora.


- Acontece, sr. Certo que já pedi
Hermione em casamento e ela não aceitou.


Remo estreitou os olhos.


- E como foi esse pedido? –
perguntou astutamente.


 


MINI FLASH-BACK


 


-
Quero fazer a coisa certa Hermione. Vamos nos casar.


 


Não
era bem assim que queria dizer, mas... 


 


- Casar? – repetiu Hermione com a voz estrangulada – nós
vamos casar – dessa vez ela virou de frente para ele.


Se
sentindo nervoso, Harry desatou a falar:


 


- É. E olha vai ser uma boa solução para esse problema
  e se lembrando de algo que Rony
disse – E nem vai ser um sacrifício...


 


Oh!Oh!
Harry sentiu que disse besteira.


 


- Esse problema? Nem vai ser um sacrifício? – Parecia que
o ar em volta de Hermione se enchia de eletricidade.


 


-
É... Bem... Hermione me escute...


 


- Não quero escutar mais nada Potter. Eu e MEU filho não
seremos um sacrifício na vida de ninguém.“


 


 


FIM
DO MINI FLASH-BACK.


 


 - Você chama
isso de pedido de casamento? – rugiu Sirius – nem mesmo um trasgo insensível
é capaz de fazer isso tão mal quanto você!


Harry se sentiu insultado.


- Se você é assim tão bom, porque é que ainda não 
se casou?


Sirius calou a boca na hora. Mas Remo tinha uma expressão
entre divertida e aborrecida.


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- COMO VOCÊ PODE ME ENVERGONHAR DESSE JEITO HERMIONE? VOCÊ
NEM MESMO TEM UM PAI PARA ESSE BASTARDO!


- NÃO PAI! – gritou Hermione – não chame seu neto assim. – completou num sussurro.


- NETO? – rugiu o sr. Granger – EU NÃO TENHO FILHA,
QUANTO MAIS NETO.


- JACK NÃO! – gritou a mãe dela.


- QUERO VOCÊ FORA DESSA CASA GAROTA, AGORA!


Hermione não esperou duas vezes, mas ao invés de seguir
para porta, como o dedo de seu pai lhe ordenava, ela simplesmente desaparatou
dali.


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- Gina, me passe o pão. – era Artur quem pedia. E Rony ao
ver a cesta passar na sua frente pegou mais um para ele.


- Sabe Artur, eu não entendo...


Mas o que Molly Weasley não entendia, seu marido jamais
chegou a saber. Nesse momento, Hermione aparatou na cozinha dos Weasley.
Chorando.


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N/A: e ai galera... vcs gostaram?
Matou o desejo de saber como vai ser na casa de cada um?? E vcs jah pensaram no
ciúme que o Rony vai ter, ao saber da Carol dançando com um príncipe??


E como a noticia da gravidez da
Mione, vai cair sobre os outros adultos? Molly, Artur, Sirius e Lupin... vcs tem
coisas para pensar hein?


Bom, me mandem um coments, um mail,
uma critica, outras sugestões (estou tentando utilizar todas as que vcs me
mandam) e naum deixem de fazer uma propagandinha básica neh? Nunca é demais!!!



P.S: queria fazer a propaganda de
duas fic: A TRIADE DO PODER E HARRY POTTER E O CAMINHO DAS SOMBRAS. Todas duas
da Nina Weasley. É uma continuação da outra... são ótimas!!!!


 


 


 






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