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25. N.I.E.M's


Fic: Harry Potter e a grande batalha


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O sol brilhava, fazendo com que as gotas de chuva, que caíra durante a noite, brilhassem como pequenos diamantes nas folhas verdes. Os pássaros cantavam alegremente e os animais da floresta proibida faziam uma algazarra jamais vista. As águas límpidas do lago brilhavam.


As poucas nuvens se moviam lentamente. Alguns alunos estavam sentados em troncos de árvores, no jardim de Hogwarts, conversando e apreciando o dia bonito que fazia.


Infelizmente esse dia não era aproveitado pelos alunos de quinto e sétimo ano. Embora ainda faltassem alguns meses para os testes finais, os alunos já começavam a se preparar, uma vez que esses eram os tempos mais importantes de suas respectivas vidas.


Em uma das mesas do canto da biblioteca, Harry, Rony, Hermione, Lílian e Biatriz estudavam em silêncio, cada um perdido em suas leituras e anotações, que ficavam cada vez maiores. O silêncio da biblioteca era quebrado vez ou outra por cochichos de dúvidas e esclarecimentos, mas isso passava despercebido pelo grupo de amigos.


Hermione pousou a pena e estralou os dedos tensos, enquanto re-lia o que havia escrito. A morena suspirou, fechou o grosso livro e se levantou.


-Vou pegar outro livro. - Ela avisou num sussurro e todos acenaram com a cabeça. Ela caminhou decidida até a estante de Herbologia, guardou o exemplar que usara e começou a procurar por outro livro que pudesse lhe ser útil.


Enquanto a namorada não estava na mesa, Rony parou de escrever e colocou a pena em cima de suas anotações. Estralou os dedos das mãos e olhou janela a fora. Bocejou.


-Por que a gente não dá um mergulho no lago? - ele perguntou num muxoxo e todos levantaram os olhos para a janela - Ta um calor de rachar até a alma. Vamos sair dessa sauna e ir nos deliciar com aquela água. - ele completou num resmungo.


-Seria legal, se não fosse proibido. - Lílian revidou em meio a um bocejo.


-E desde quando nos importamos com regras? - Biatriz perguntou, curiosa.


-Desde que precisamos de notas boas nesses testes? - Lílian perguntou incerta e todos sorriram traquinas.


-Os N.I.E.M's são só daqui dois meses e já estamos nessa biblioteca há duas horas. Podemos, ainda, tirar uma folguinha nos estudos. - Harry falou, se manifestando pela primeira vez.


-Fale por você! - Lílian revidou, começando a se irritar com o cochicho dos amigos. Podia não ser muito fã do hobby de estudar, mas queria passar com louvor nos exames.


-Já te falaram que ás vezes você parece a Mione? - Biatriz perguntou.


-Já! - Lílian respondeu num resmungo e voltou a ler o seu livro e fazer suas anotações.


-CDF é fo...- Biatriz começou, mas Lílian lhe deu um tapa na cabeça, impedindo que ela terminasse.


-Tudo bem você me chamar de CDF, mas nada de palavrão, pelo amor de Deus. - pediu num sussurro perigoso.


-CDF e certinha...- Biatriz caçoou apertando as bochechas da irmã - Que fofo! - exclamou e recebeu um olhar de repreensão de Madame Pince.
Os amigos riram baixinho e voltaram suas atenções ao estudo no momento em que Hermione voltou a mesa e os repreendeu por estarem brincando na biblioteca.




Estralou o pescoço e levantou os olhos para encarar o quadro. Forçou a vista, tentando entender o que estava escrito. Coçou o cocuruto e fez uma expressão confusa. Seja lá o que estava escrito ali, não era o que ela entenderia. Passou a ponta peluda da pena pela ponta do seu nariz e mordeu o lábio inferior.


-Que se dane. - Murmurou escrevendo o que entendera no pergaminho.
Assim que terminou de copiar, apoiou o cotovelo na mesa e a cabeça nas mãos. Até agora não se conformara por ter entrado naquele grupo de estudos, organizado por todos os garotos de sua turma.


Puxou o ar com força e o soltou pela boca, antes de voltar à atenção ao seu colega, que falava avidamente.


-Agora, se vocês puderem abrir seus livros na página 150 e lerem os textos e responder as questões. - Ele pediu. Raquel pegou seu livro e o abriu. Levantou uma sobrancelha em surpresa ao ver o tamanho dos textos.


-É louco...- Sussurrou e começou a ler.




“Um zumbi é basicamente um defunto ambulante - um ser que parece humano, mas que não tem inteligência, alma, nem vontade própria e apenas obedece ás ordens de seu criador.”




Como estariam todos lá na Inglaterra. Será que o Profeta Diário já havia publicado a noticia sobre Malfoy? Não, provavelmente não, caso contrário seus amigos já teriam mandado o recorte.




“Incapaz de sentir dor, medo ou remorso. O zumbi é uma alma poderosa para qualquer praticante das Artes das Trevas. Apesar de não haver provas da existência dos zumbis, há muitas lendas a seu respeito em todos os lugares onde os cultos de vodu são praticados.”




Que lindo!, Pensou, bocejando. Ergueu o braço com um sorriso maroto nos lábios. O seu colega, que dava a aula a olhou e sorriu, como que dizendo para perguntar.


-O que os zumbis vão mudar na minha vida? - perguntou e alguns riram do seu questionamento.


-Em nada, mas essa aula é para você aprender a se defender deles. - O colega respondeu.


-Oh, vejo que você não leu o texto. - Falou numa voz letal - Aqui fala claramente! - Continuou - Apesar de não haver provas da existência de zumbis. - Leu e muitos concordaram com um aceno de cabeça. - E como, raios, eu vou me defender de um zumbi? - Voltou a perguntar, erguendo a sobrancelha em sarcasmo.


-Continue lendo, por favor. - Ele pediu, com um olhar de cachorro pidão. Raquel deu de ombros e voltou a ler.


-AHHH! - A morena gritou num tom de quem compreende, minutos depois, fazendo com que todos pulassem de susto. - Achei a resposta!! - Falou.


-Então leia para nós! - O “professor” pediu. Raquel se levantou e pegou o livro.


-Livrar-se de um zumbi é um grande desafio. Apesar de falarem devagar, se moverem de forma mórbida e se comportarem violentamente, um zumbi bem feito é exatamente igual a um humano comum e pode obedecer rapidamente ás ordens de seu bokor! Em algumas tradições é dito que jogar sal no zumbi faz com que ele volte para o seu tumulo. A outra alternativa é apelar para a intervenção divina! - Leu e sorriu.


-Será que você poderia me dizer o que são os bokor, exatamente? - Ele perguntou e Raquel revirou os olhos.


-Bokor’s são aquelas pessoas que fazem vodu e que podem criar um zumbi! - respondeu, fechando o livro. O garoto sorriu e liberou a turma.
Jogou tudo dentro da mochila e jogou esta em cima de um dos seus ombros. Caminhou para fora da sala e andou despreocupada pelos corredores, enquanto olhava o tempo pelas janelas que passavam. Suspirou. Cadê toda a movimentação de Hogwarts quando se precisa dela?


Tirou um pergaminho do bolso e o releu. Não era o que podia chamar de carta, mas pelo menos eram noticias suas, as quais os amigos pediram.
Dando os ombros foi para o corujal.




Aquele dia amanhecera chuvoso e nublado. Os longos e roucos trovões eram ouvidos e iluminavam os corredores de Hogwarts formando formas sinistras. Mas isso não parecia diminuir a animação dos estudantes daquele castelo, que estavam sentados em suas respectivas mesas no Salão Principal, tomando café da manhã.


Mas parecia que o grupo mais animado naquele dia era um do sétimo ano que se encontrava na mesa da Grifinória. Esse grupo era composto por Harry Potter, Rony Weasley, Hermione, Biatriz e Lílian Granger. Eles riam e falavam alto, sem se importar com nada. Parecia que eles não tinham nenhuma preocupação na vida e nem parecia que eles estavam ás portas dos N.I.E.M’s.


Nesse instante, várias corujas começaram a sobrevoar os alunos, fazendo um show de graciosidade, onde derrubavam gotas de chuvas sobre todos. Em meio as corujas castanhas e cinzas, havia uma preta com algumas manchas brancas e olhos cor amêndoas, quase azuis. Ela fez uma volta graciosa no Salão Principal, antes de pousar na frente de Lílian, que sorriu e fez cafuné no cocuruto do animal.


-Hei, Nil! - Ela exclamou, enquanto tirava um pedaço de pergaminho da pata escamosa do bicho - O que tem pra mim? - ela perguntou sorrindo, antes de dar um pedaço de torrada para a coruja.


-De quem é essa coruja? - Rony perguntou, entre uma dentada e outra em uma rosquinha.


-Quel! - Lílian respondeu com simplicidade, enquanto abria o pergaminho.


-Até que ela tem bom gosto para escolher bichos. - Hermione comentou, enquanto admirava os olhos do animal. Lílian sorriu antes de começa a ler e seu sorriso ia aumentando.


-De quem é a carta? - Harry, que não prestara atenção à conversa dos amigos, perguntou.


-Veja você mesmo. - Lílian respondeu, depois que terminou de ler, e estendeu o pergaminho ao amigo, que começou a ler em voz alta.




Caríssimos Inimigos,


Só estou escrevendo para falar que está tudo bem por aqui. Apesar de tudo, a França tem lá suas belezas, mas nada é igual a Hogwarts, lar dos meus tão odiados inimigos.


Bom, e a noticia sobre o Malfoy, na coluna de micos? Já saiu? Se sim, me mandem o recorte. Não sou assinante do jornal e sei que a Mione é.
E aí, como estão se preparando para os N.I.E.M’s? Eu fui praticamente OBRIGADA a entrar num grupo de estudos que um colega de sala montou. É um inferno e ele não explica nada. Só manda a gente ler textos gigantes e responder questões, que já havíamos respondido em aulas normais. Oh, santa originalidade.


Muito quente por aí? Aqui está meio chuvoso, meio ensolarado. Vai entender esse clima doido.


Bem, eu tenho que ir. A aula está acabando e ficar pra trás por causa de uma carta é que não dá.


Espero resposta.


Até mais,


Raquel.





Todos sorriam, quando Harry terminou de ler a carta. Definitivamente, era impossível não achar graça nas cartas de Raquel, onde ela mostrava ser “louquinha”.


Continuaram conversando, só que agora mais animados.


Alguns alunos olhavam para eles e riam das mil caras que Rony fazia e das “tiradas” que Lílian dava no ruivo.


Ficaram um tempo em silêncio, enquanto cada um terminava sua refeição. Rony começava a repetir o prato, quando uma meia dúzia de corujas voltaram a entrar no Salão Principal. Uma delas pousou na frente de Hermione, que retirou um rolo de pergaminho da pata dela e depositou algumas moedinhas de prata na bolsinha de couro, que estava presa á pata escamosa do animal.


A morena abriu o jornal e se “escondeu” atrás dele, sem que, no entanto, os seus amigos dessem muita importância a isso. Logo ela começou a rir, assim como alguns outros alunos, que logo começavam até mesmo a chorar.


-Que foi? - Harry perguntou de boca cheia, enquanto levantava os olhos para encarar a amiga, com uma expressão confusa e curiosa ao mesmo tempo, onde lhe dava um ar cômico.


-Leiam. - Ela falou, abrindo novamente o jornal e o colocando em cima da mesa. Harry, Rony, Lílian e Biatriz se inclinaram para ler.




Coluna de Micos.


Por Rita Sketeer.




Hoje iremos apresentar um mico que ocorreu na escola de Magia e Bruxaria Hogwarts.


Data: 17 de abril de 1997.


Local: Salão Principal, Hogwarts.


Vitima: Draco Malfoy.


Fornecedores: Alunos do sétimo ano da Grifinória.


Mico: Diz-se que Draco Malfoy, filho de Lucio e Narcisa Malfoy, que cursa o sétimo e último ano da escola Hogwarts, pagou um mico no meio do Salão Principal dessa famosa instituição, em pleno horário de almoço, onde quase todos os moradores do castelo estavam presentes.


Parece que o aluno escorregou, não se sabe ao certo em que, e caiu de cara no chão. Testemunhas juram que um aluno do sexto ano tirou fotos e as espalhou para todos do colégio. Tanto que nossos fornecedores desse mico nos mandaram uma cópia. Afinal, um mico é melhor visto do que contado!


Sempre que quiserem ver algum mico por aqui, é só nos escrever contando exatamente o que aconteceu e, se possível, uma foto.





E abaixo seguia uma foto de Draco escorregando em algo, tentando manter o equilíbrio e, por fim, caindo batendo, assim, o rosto no chão.


Logo todos os alunos riam da coluna e o mico de Malfoy voltou a ser assunto de toda Hogwarts. O loiro ficava mais vermelho conforme iam fazendo piadas sobre o assunto.


Ainda rindo, Hermione, cortou, cuidadosamente, a “reportagem” e a colocou no bolso.


-Vou manda isso á Raquel mais tarde! - Ela comentou terminando de beber seu suco em um só gole. - Me empresta a Edwiges, Harry?


-Claro. - Ele respondeu antes de levar o último pedaço de torrada á boca.






Bocejou e coçou os olhos. Passou as mãos pelos cabelos, num gesto relaxado e levantou os olhos para a professora. Ergueu uma sobrancelha quando a mestra começou a rir de si mesma. Bufou.


-E eu que achava que eu era louca. - sussurrou para si mesma. Apoiou o cotovelo na mesa e o queixo na mão. Girou os olhos, em indignação e olhou para os jardins. Estaria mais acordada em Hogwarts, tinha certeza. A paisagem calma, o ar silencioso e o cheiro de grama molhada a embriagavam e faziam com que ela sentisse o sono invadi-la.


Bocejou novamente e olhou para o quadro negro, onde um texto estava aparecendo, aos poucos.


-Bom, esse é o resumo do que foi dado em aula esse ano e os ajudara muito nos N.I.E.M’s. Sim, ajudara muito se vocês copiarem. - Raquel arregalou os olhos e bateu a mão na própria testa. Era exatamente por isso que preferia ter aulas com Snape.


Estralou os dedos e pegou um pergaminho. Molhou a pena na tinta e começou a copiar, abreviando as palavras, quando estivesse com paciência passaria essas anotações a limpo, de modo que conseguisse estudar adequadamente, sem ter que ficar tentando traduzir o que ela própria escrevera.


Mais meia hora de aula e o sinal finalmente tocara, indicando o termino das aulas da manhã e inicio do almoço. Raquel se espreguiçou e estralou o pescoço. Jogou seu material dentro da mochila, e jogou esta por cima de um dos ombros. Começou caminhar para fora da sala.


-Ei, espere por mim! - uma voz rouca e masculina chegou a seus ouvidos. Raquel suspirou e parou de caminhar, encostou-se à batente da porta e cruzou os braços em frente ao peito. Logo viu um garoto loiro, de olhos azuis, correr pela sala, até alcançá-la.


-Sabia que você é um lerdo, Pierre? - Ela perguntou, enquanto sorria para o amigo e ambos começavam a caminhar lado a lado, pelos corredores lotados e barulhentos.


-Sua sensibilidade é comovente. - Ele resmungou, passando um braço por cima dos ombros da morena. Raquel riu.


Eles ficaram em silêncio até chegar no Grande Salão, onde as refeições e bailes eram feitos.


Ao contrário de Hogwarts, onde eram quatro longas mesas, ali eram pequenas mesas de quatro e oito lugares, onde os alunos escolhiam onde e com quem sentar. Raquel se soltou de Pierre e foi até uma mesa de oito lugares, onde só havia duas cadeiras livres.


-Impressão minha ou esse lugar é meu e do Pierre? - Perguntou, para uma garota loira de olhos verdes.


-Oh, não! – falou a garota loira - Esses lugares aí são para que eu possa descansar meus digníssimos pés. - ironizou.


-Como Pierre diria: Sua sensibilidade me comove, Louise. - Raquel resmungou, mostrando a língua para a amiga, que riu, e se sentou. Logo Pierre apareceu e se sentou ao lado da morena, de modo que eles se perderam em uma conversa animada. Logo o correio coruja chegou e entre as corujas castanhas e pretas, havia uma branca, onde Raquel reconheceu como Edwiges.


Logo a coruja das neves fez uma volta graciosa e pousou no ombro de Raquel, que parou de rir para dar atenção á coruja.


-Edwiges, como vai garota? - perguntou, esticando o braço, de modo que a coruja caminhasse até o seu antebraço. Deu um pedaço de carne a coruja, antes de desamarrar a carta da pata escamosa do animal. Fez com que a ave ficasse em cima da mesa e abriu o pergaminho. Leu atentamente a reportagem que havia ali e começou a rir.


-Qual a graça? - Pierre perguntou, com a boca cheia.


-Isso! - ela respondeu, estendendo o pedaço de jornal ao amigo que leu, enquanto ela lia a carta que estava junto.




Raquel,


Você foi obrigada a entrar num grupo de estudos? Minha filha, você se FERROU!!! (Lílian)


Aproveite que está nesse grupo e estude muito!!- (Hermione)


Grupo de estudo? Concordo com a Lily! Se ferrou! (Rony)


Pobre coitada, pessoal! Ela se ferrou mesmo, mas o que devíamos fazer era consolá-la e não zuá-la! Embora eu não consiga imagina essa cena. (Harry)


Depois de todas as observações inúteis, desses seres que se dizem serem seus amigos, vamos ao que realmente interessa: VOCÊ SE FERROU!!!! (Biatriz)


Oh, certo. Não vou continuar falando o que todos – ou pelo menos a maioria - falou.


Bom, Hogwarts continua igual, sem graça sem você aqui, mas igual.
Esperamos que você goste, tanto quanto nós, da reportagem sobre o Malfoy. Oh, droga! Estão todos rindo – ainda - disso. Ninguém merece.
O Salão Comunal de Sonserina está um inferno. Metade zoa aquele loiro – eu, por exemplo - e a outra fica o defendendo. Imagina a guerra que ta lá dentro né? Me refugiei na Torre de Grifinória.


Bom, eu quero FOTOS daí! Não quero saber de desculpas, quero ver como é a França, já que nunca fui para aí, e nem pretendo! Quê? Cínica? Eu? Imaginação sua.


Bom, vou ficar por aqui, antes que esses grifinórios loucos, seus amigos, me matem!


Até mais,


Bia, Mione, Lily, Harry e Rony.





Raquel sorriu. E depois ela que era louca! Definitivamente, não havia como não ser como ela era sendo amiga de Biatriz e Lílian, primeiramente. Sorriu. Não se admiraria se lhe falassem que estava mais louca agora, depois que conhecera Harry, Rony e Hermione. O Trio maravilha, que possuía mais loucura do que maravilha. Passou as mãos pelos cabelos e aumentou o sorriso ao ver os amigos gargalhando diante a reportagem que recebera.


Oh, sim! Faria questão de mandar uma carta a Malfoy, onde seria pura tirassão de sarro.


Sorriu marota. Talvez fosse melhor enchê-lo via berrador, afinal todos ouviriam. Teve vontade de rir das próprias idéias. Seria melhor pensar no assunto mais tarde, onde conseguiria bolar algo mais construtivo. Talvez pedisse ajuda a Pierre, talvez.


Num gesto rápido, pegou a noticia da mão de Louise e a dobrou, para logo em seguida colocar ambos os pergaminhos no bolso da veste azul claro que usava. Pegou Edwiges com cuidado e a colocou em pé no encosto da cadeira, para logo esfregar uma mão na outra e voltar a comer.


-Eu tava lendo a noticia, sabia? - Louise perguntou mal humorada, enquanto prendia os cabelos. Raquel deu de ombros e levou o cálice de suco aos lábios e bebeu um grande gole da bebida, antes de responder.


-Como se esse fato fosse interferir na minha vida! - resmungou e levou o garfo á boca e, enquanto mastigava, mantinha um pequeno sorriso no canto dos lábios.


-Você é uma insensível! - Louise exclamou dramaticamente, enquanto Pierre ria e Raquel sorria. Os outros integrantes da mesa olharam para eles, como se os achassem loucos.


-E então...- Pierre começou, impedindo que Raquel devolvesse a provocação da loira. - Você vai “zoar” o Malfoy? - perguntou. Raquel terminou de mastigar o que estava em sua boca e sorriu traquinas.


-Eu não seria capaz de zoar nem uma mosca, quanto mais uma doninha! - Devolveu, irônica. Pierre riu. - Oh, certo! Você não caiu nessa, né? - ela perguntou, pousando o garfo e coçando o cocuruto.


-Não...- Pierre respondeu, mostrando a língua para a amiga.


-Ta legal! Eu vou acabar com aquele ser! - Falou num fôlego só - Eu pelo menos vou tentar! - completou tranqüilamente.


-E como você pretende fazer isso? - Louise perguntou, afastando o prato de perto da borda da mesa, o que deixou claro que não iria mais comer.


-Sei lá! - Raquel respondeu, imitando o gesto da amiga. -Talvez um berrador ou uma carta! - completou dando de ombros.


-Eu gostei da idéia do berrador...- Pierre comentou, deixando a frase no ar. Um pequeno tempo de silêncio caiu sobre os três, onde Pierre e Louise olhavam para Raquel com ansiedade, enquanto esta última parecia cogitar a possibilidade. Raquel sorriu travessa, enquanto prendia as longas mechas castanhas.


-Não é uma má idéia. - Comentou, enquanto tomava o último gole de suco.


Pierre colocou um sorriso genuíno nos lábios e, sentado, começou a dançar, o que arrancou risadas da mesa inteira. Louise engasgou com a própria saliva, quando viu o amigo começar a dançar.


Raquel ria com gosto, de modo que seus cabelos balançassem com graciosidade e os lábios ficassem curvados num sorriso sincero, quem a visse agora poderia jurar que a garota não tinha problemas e que tinha a vida perfeita, onde, ela sabia, era pura fachada.




Jogou a cabeça pra trás e suspirou. Mal acreditava que a última partida de Quadribol do ano era no dia seguinte. Não que o time não tivesse bem preparado, mas o fato era que aquele era o seu último jogo naquela escola. Sabia eu iria voltar a jogar com os amigos, quando todos pudessem se reunir em uma reunião informal, mas não seria a mesma coisa.


Adorava sentir a adrenalina correndo por seu corpo, de ver a torcida gritar e comemorar a cada gol marcado, comemorar a cada vitória alcançada. Não iria jogar profissionalmente, mas mesmo que fosse, não iria ser a mesma coisa. Adorava ser capitão daquele time, aonde a maioria dos participantes iriam se formar esse ano e eram seus amigos. Suspirou e passou as mãos pelos cabelos rebeldes, num gesto nervoso. Só esperava que o time continuasse andando sem eles.


Balançou a cabeça de um lado para o outro para afastar esses pensamentos e se levantou. Já passara um bom tempo desde o toque de recolher e ele ainda estava nos jardins, observando as estrelas.


Colocou as mãos nos bolsos e começou caminhar despreocupado pela orla do lago. Sentiu a brisa noturna brincar com os seus cabelos e fechou os olhos, permitindo que o leve vento acariciasse sua face.


Suspirou. Pra ser sincero Quadribol era a menor de suas preocupações naquele momento. Mordeu o lábio inferior, abriu os olhos e ficou admirando as estrelas, que pareciam pequenos diamantes azuis flutuando num mar gélido e tenebroso, onde apesar do medo que colocava em muitos, era sereno e tranqüilo.


Deitou-se na grama e cruzou os braços em baixo da cabeça.


Se alguém lhe perguntasse, naquele momento, o que ele pretendia fazer depois que se formasse ele simplesmente daria de ombros e falaria que provavelmente iria se especializar em alguma carreira, sem, no entanto, ter verdadeiro intuito de segui-la. Sorriu. Talvez ele, de fato, virasse um Auror.
Habilidade não falta!, Pensou divertido, mesmo sabendo que era a mais pura verdade. Tinha que admitir que mesmo que não quisesse possuía a maior parte das características necessárias para se ser um Auror. Parecia ser um talento natural, onde ele possuía desde que nasceu.


Oh, certo! Estava sendo convencido de mais, mas o que ele podia fazer se era a verdade?


Não tinha culpa se quando tinha um ano de idade derrotara o maior bruxo das trevas, temporariamente, mesmo que naquela época não soubesse o que fazia ou mesmo que não se lembrasse disso hoje em dia.
Mas...Também não tinha culpa se quando chegara em Hogwarts, quando tinha onze anos, tivera um confronto com o que sobrara do Lord Das Trevas. E como a maioria das vezes, vencera.


No seu segundo ano voltara a se encontrar com o assassino de seus pais. Ou melhor, com o adolescente que se tornaria um assassino. O que importava, daquela ocasião, era que ele salvara a caçula dos Weasley e vencera, novamente, o Lord das Trevas “juvenil”.


Sorriu. Só em três momentos de sua vida provara que era capaz de ser um auror. Balançou a cabeça.


É só uma ilusão!, Sua mente gritou e ele torceu os lábios. Por mais que não quisesse admitir, assim que se casasse com Cho, esta praticamente o obrigaria a desistir do emprego e passar o resto da vida escrevendo colunas para o Profeta Diário, enquanto, aos poucos, sua barriga ia crescendo pela falta de exercício físico e pela grande quantidade de choope que beberia para esquecer da besteira que fizera ao pedi-la em casamento, como que se isso fosse para vingar-se de Raquel.


Deu um tapa na própria testa. Em que merda sua vida iria se transformar?


Bufou e se levantou. Definitivamente, não adiantava mesmo ficar pensando na decisão que tomara. A besteira já estava feita mesmo. Levantou-se num gesto rápido e, apressado, entrou no castelo.


Diminuiu o passo para que o barulho não fosse ouvido pelos monitores, professores e por Filch e sua gata.


Colocou as mãos nos bolsos e caminhou pelas sombras com os ouvidos e com os olhos aguçados.


Estava subindo o segundo lance de escada que o levaria até a Torre de Grifinória, quando sentiu uma mão tocar no seu ombro. Sentiu seu coração falhar uma batida e o ar se perder no caminho de seus pulmões. Estacou no meio do movimento de mudar de degrau. Lentamente virou sua cabeça e olhou por cima dos ombros para ver que, afinal de contas, o parara e bufou ao se deparar com um par de olhos azul acinzentado.


-Malfoy...- Falou num resmungou mal humorado. O loiro sorriu.


-Estava esperando que fosse quem? O lobo mau? - Ele perguntou sarcástico e Harry sorriu irônico.


-Seria uma companhia mais agradável, tenho certeza. - Harry respondeu displicente. Malfoy riu e eles começaram a caminhar lado a lado nos corredores escuros. - O que, afinal, você quer? - O moreno perguntou, após um tempo de caminhada em silêncio.


-Falar com você...- o outro respondeu, encolhendo os ombros.


-Se fosse pra perguntar se eu preferia a companhia do lobo mau a sua, já teve sua resposta. - Harry devolveu, começando a ficar irritado.


-Não, Potter! Não era pra perguntar isso. - o sonserino respondeu, passando as mãos pelos cabelos platinados. - Eu quero saber por que, raios, você mandou aquele meu pequeno acidente no Salão Principal para a coluna de micos. - Ele explicou e Harry riu.


-Quem garante que fui eu quem mandou o seu “pequeno acidente” para o Profeta? - Harry perguntou parando de caminhar e se apoiando no parapeito da janela que havia naquele corredor. Malfoy também parou, mas ficou de frente para o moreno.


-Que eu saiba, você é o cara que mais me odeia na Grifinória e, pelo que me lembre, você é do sétimo ano! - O herdeiro dos Malfoy’s falou, com um quê de triunfo na voz, por ter descoberto sozinho quem o fizera passar por toda aquela humilhação.


-Parabéns, Malfoy...Vejo que aprendeu a ligar os fatos! - Provocou maldoso - Mas agora que já me mostrou isso, será que eu poderia ir dormir? Não sei se você sabe, mas amanhã é a última partida de Quadribol, e não estou nem um pouco a fim de cair da vassoura por dormir. – Completou e Malfoy riu.


-Tome cuidado amanhã, Potter! - Ele falou com desdém, começando a caminhar - Ouvi dizer que o novo batedor da Lufa-Lufa te odeia.- Ele completou, antes de virar na curva do corredor e descer as escadas. Harry franziu o cenho. Lufa-Lufa? Quem disse que ele ia jogar contra a Lufa-Lufa? Balançou a cabeça negativamente, os loiros faziam jus às piadas que tinham a seu respeito.


Sorrindo divertido, Harry voltou a caminhar em direção a Torre de Grifinória. Assim que alcançou o retrato da mulher gorda, esta dormia e Harry suspirou. Se quadros pudessem matar, ele já estaria morto, de tanto que acordava a velha senhora. Passou as mãos pelos cabelos e puxou o ar com força para soltá-lo, logo em seguida, pela boca.


-Asas de Dragão! - Exclamou e a mulher acordou em um pulo. Lançou um olhar de repreensão ao moreno e girou o quadro, mostrando a entrada da torre. Harry riu de leve e entrou.


Passou os olhos pelo Salão Comunal e viu que, ao canto, havia uma cabeleira ruiva. Sorriu e caminhou com cuidado até a poltrona, que era a mais afastada.


Quando se aproximou, viu que a dona daquela cabeleira vermelha era Gina Weasley. Tirou o sorriso dos lábios. Desde quando essa ruiva dormia no Salão as sextas á noite? Balançou a cabeça de um lado ao outro, para afastar esses pensamentos, e pousou uma mão no ombro dela, a balançando levemente.


-Gina? - Perguntou num sussurro, a chacoalhando com um pouco mais de força. A ruiva resmungou algo inteligível e abriu os olhos, piscando várias vezes seguidas.


-Harry? - Ela perguntou com a voz embargada. - Que horas são? - perguntou se ajeitando sobre a poltrona e passando as mãos pelas mechas cor de fogo, para penteá-las um pouco. Harry olhou para o relógio de pulso.


-Uma hora...- Ele respondeu vagamente e Gina se espreguiçou, enquanto bocejava. -Vai dormir na cama. - Ele falou, se sentado na poltrona ao lado da dela, que sorriu.


-Eu tava te esperando...- Ela falou, enquanto procurava alguma coisa nos bolsos do, sobretudo do uniforme.


-Por quê? - Harry perguntou, confuso. A última vez que Gina ficara o esperando no Salão Comunal á noite, foi um dia antes de terminarem o namoro no seu quinto ano. Sorriu nostálgico. Namorar Gina era algo que não tinha briga e possessão em ambos os lados.


-A professora McGonagall pediu pra te entregar essa carta! - Ela falou, enquanto tirava um envelope levemente amassado do bolso e o entregava a Harry, que olhou para o papel, parecendo intrigado. - Bom, agora eu vou mesmo! Antes que eu caia da poltrona, tamanho é meu sono! - Ela falou, se levantando. Harry sorriu para a ruiva, que depositou um beijo na sua bochecha - Boa noite! - ela falou, começando a caminhar em direção ás escadas dos dormitórios femininos.


-Boa noite! - Harry respondeu, enquanto abria o envelope, para se deparar com a letra redonda da professora de Transfiguração. Intrigado, começou a ler.




Senhor Potter,


Sei que o que vou lhe dizer por esta carta deveria ser dito pessoalmente, mas creio que o senhor esteja com a sua agenda cheia, de forma que tenha tempo só durante a noite, onde, tenho certeza, o senhor prefira descansar, por isso serei breve.


Suponho que o senhor tenha reparado que a professora Chang ainda não voltou a dar aulas, após o termino da guerra, onde, graças a Merlin, Aquele Que Não Deve Ser Nomeado foi derrotado. Esse é o motivo dessa carta: Lhe dizer o por quê disso!


Os alunos não deveriam saber, mas como o senhor é mais do que um aluno para a senhorita Chang, irei contar ao senhor, com a confiança de que você manterá em segredo, até que a própria Cho diga a quem quiser o que aconteceu.


O problema senhor Potter, é que durante a Guerra a senhorita Chang ficou gravemente ferida e, ainda, não se recuperou.


Você deve estar se perguntando por que, afinal, não lhe contamos antes. E a resposta é muito simples: Tínhamos esperanças que Cho se recuperasse antes do senhor, porém sua recuperação foi mais rápida do que imaginamos.


Mesmo depois que o senhor se recuperou, tínhamos esperanças de que Cho acordasse pouco tempo depois, afinal se o senhor já estava recuperado, por que ela não se recuperaria logo? Porém, ela teve uma decaída e, ontem, Dumbledore decidiu que já estava na hora de lhe contarmos o que está acontecendo.


Espero que o senhor compreenda o nosso lado.


Pedimos que não fique muito preocupado, afinal, além de termos uma boa enfermeira, a senhorita Chang está consideravelmente melhor.


Atenciosamente,


Minerva McGonagall





Harry suspirou. Supunha que seria agora que ele deveria ficar desesperado e sair correndo sabe-se Deus pra onde, e implorar para ver a oriental. Suspirou e balançou a cabeça de um lado pra o outro, num gesto indignado.


Odiava admitir, mas Siríus tinha razão quando disse que ele não conseguiria amar a japonesa. Se já estava com ela fazia alguns meses tinha que, pelo menos, nutrir um carinho enorme por ela, certo? Mas tudo o que ele tinha pela morena era respeito, nada mais.


Recostou-se na poltrona e passou a mão pelos cabelos, enquanto deixava a carta em cima de suas pernas. Lílian tinha razão. Sua vida seria um inferno e ele próprio contribuíra para que isso acontecesse.


-Bom...- Resmungou para si mesmo, enquanto se levantava e começava a caminhar na direção das escadas que levavam para os dormitórios masculinos - A besteira já foi feita e não há como ser desfeita. - Completou, quando alcançou a porta do dormitório. Entrou no aposento e fechou a porta atrás de si.




O sol nascia lentamente, aparecendo por de trás das montanhas que circulavam aquele castelo magnífico, onde jovens dormiam tranqüilamente. Os pássaros começavam a cantar alegremente, enquanto a brisa quente de verão, fazia com que as folhas secas que estavam no chão voassem para longe, dando uma beleza a mais para o lugar pacifico.


O tempo parecia ter voado. Os dias passaram tão rápidos que parecia que tudo o que os alunos haviam feito era ter piscado o olho, fazendo os dois longos meses que antecederam os N.I.E.M’s passassem tão rápido quanto uma brisa de inverno.


Alguns alunos do quinto e sétimo ano levantaram cedo naquela manhã ensolarada de segunda-feira para que pudessem dar uma última revisada na matéria de Defesa Contra As Artes Das Trevas, que era a matéria a qual eles prestariam o teste de N.O.M’s e os de N.I.E.M’s naquele dia.


Harry, Rony, Lílian e Hermione davam uma última lida em seus livros no Salão Comunal de Grifinória e Hermione estava preste a ter um ataque de nervos e Rony tentava, inutilmente, acalmar a namorada, fazendo uma massagem nos ombros tensos da morena.


-Inspira, expira...Vai. - Rony fala, enquanto continuava a massagem.


-Fale isso mais uma vez, Ronald Weasley e você pode se considerar um homem morto.


-Sim, senhora! - Ele exclamou, no tom que um soldado usaria e se jogou, literalmente, no sofá ao lado da garota.


Harry sorriu diante a cena. Definitivamente, esses dois foram feitos um para o outro. Não queria nem imaginar como seriam os filhos deles. Ruivinhos, com óculos fundo de garrafa e nerd’s, talvez algum deles se salvasse e fosse arteiro.


Balançando a cabeça, o moreno voltou sua atenção ás anotação da “sabe tudo” do grupo.




Ergueu uma sobrancelha em confusão e bufou. Desde quando bicho papão tinha a ver com Feitiços?


Revirou os olhos e, balançando a cabeça, num gesto de indignação, começou a escrever avidamente.Por mais que soubesse tudo sobre essa matéria, o tempo que fora dado era, relativamente curto para se fazer uma prova de mais de cinqüenta perguntas, onde, cada uma, necessitava de respostas longas e detalhadas.


Pousou a pena e estralou os dedos tensos, enquanto lia e relia a pergunta seguinte. O que quer que fosse que estava escrito ali, ela não tinha a menor idéia do que era para se fazer. Bufou e partiu para a próxima questão.


-Ahhhh...- murmurou baixinho, enquanto apoiava a cabeça nas mãos e afundava estas nos cabelos. - Seja o que Merlin quiser...- completou no mesmo tom, enquanto “chutava” a resposta das questões.


A brisa quente de verão entrou pela janela e brincou os seus cabelos, enquanto mordia o lábio inferior e tentava terminar de escrever, levando em conta que sua mão já estava começando a doer por escrever rápido e fortemente.




Bocejou e se espreguiçou para, logo em seguida, se recostar na arvore e continuar a ler o grosso livro de Poções.


Fora relativamente bem no N.I.E.M’s de Defesa Contra As Artes Das Trevas e, agora, estudava para o teste do dia seguinte: Poções.
Mordeu o lábio inferior. Tinha que dar graças a todos os santos por que quem iria aplicar a prova escrita seria a professora McGonagall. Mesmo que fosse mal na prova prática, devido ao nervosismo que Snape colocava nos alunos durante uma prova, se salvaria na prova escrita.


Passou as mãos pelos cabelos negros sem, no entanto, tirar os olhos das linhas do livro.


Admitia que sabia o suficiente da parte teórica de Poções, porém o que lhe preocupava era a poção que teria de preparar, por isso mesmo que ele praticamente implorara a Hermione para que, como monitora chefe, lhe desse autorização para pegar o livro Poções Muy Potentes, para que ele pudesse decorar os ingredientes e procedimentos da poção de envelhecer.


Mordeu o lábio inferior e releu os ingredientes para, assim, tentar decorá-los. Bufou e teve vontade de gritar, ao constatar que não conseguiria.
Bufando, Harry se levantou e caminhou em passos pesados até a biblioteca, onde Hermione com certeza estaria. Se não conseguia decorar por bem, seria por mal.


Assim que entrou na biblioteca parou á porta, olhando ao redor, procurando pela amiga, onde a encontrou no fundo do ambiente, estudando com Rony, Biatriz e Lílian.


Caminhou apressada e silenciosamente até os amigos e, assim que os alcançou, “jogou” seus livros em cima da mesa, fazendo com que eles tivessem um sobressalto.


-Certo...Eu não tomei um susto...- Biatriz sussurrou, levando a mão ao peito. Harry simplesmente revirou os olhos e se sentou.


-Qual o motivo de tanto mau humor? - Lílian perguntou, enquanto sorria para a irmã.


-Que tal: Amanhã é o teste de Poções e eu não tenho idéia de como se faz uma poção de envelhecer. - Ele respondeu num resmungo.


-Monta uma músiquinha com os ingredientes...Aí você decora...- Rony falou e sorrindo, completou - Eu fiz isso...


-Me empresta? - O moreno pediu e o ruivo pegou, em meio a suas anotações, um pergaminho com a letra. Harry o pegou e começou a ler.




Com doze patinhas, a aranha sobe a parede.


Feliz a voar, com suas asas, o morcego diz olá ao dragão, que seu sangue voa feliz.


Com a escuridão, os pedacinhos do visgo do diabo se balançam revoltados.


Com seus berros ensurdecedores, a mandrágora canta irritantemente.
E como uma colher de chá tem tantos sentimentos, ponha um fio do seu cabelo.





Harry riu da música - se é que se pode chamar assim - e balançou a cabeça de um lado pro outro.


Mesmo depois de sete anos de amizade com o ruivo, não sabia de onde Rony tirava tantas idéias – idiotas, diga-se de passagem – para conseguir ir bem nas provas. Olhando para as garotas, ele via que elas ainda olhavam para si.


-Quê? - perguntou num sussurro confuso.


-Você gostou disso que o Rony chama de música? - Biatriz perguntou, num resmungo mal humorado.


-Gostar, gostar, não, mas pelo menos é um jeito de ter uma noção de como fazer a poção. - Respondeu, encolhendo os ombros.


-Por esse lado...- Lílian sussurrou, pensativa.


-É um modo de saber somente os ingredientes...- Hermione se manifestou pela primeira vez - Os procedimentos você vai ter que decorar pelo livro, Harry...- Ela terminou enquanto, lentamente, voltava sua atenção ao livro que lia.


Harry suspirou derrotado, enquanto devolvia o pergaminho ao amigo e apoiava os cotovelos na mesa e apoiava a cabeça nas mãos.


-Definitivamente, eu sou um fracasso em Poções...- Resmungou, enquanto cruzava os braços em cima da mesa e enterrava a cabeça neles.


-Se você tirar nota máxima na prova teórica, você passa, já que a nota da prova pratica é só quarenta por cento de tudo.- Hermione interveio sem, no entanto, desgrudar os olhos do livro. Harry suspirou, pelo menos alguém ali estava tentando lhe dar um apoio moral.


-Claro...- Resmungou, ainda na mesma posição - Tirando as notas baixas que Snape me deu nos trabalhos...-Completou, suspirando resignado.


-Ainda assim...- Hermione falou, suspirando, enquanto molhava a ponta da pena no tinteiro.- Se você for muito mal em Poções, mas tirar pontuação máxima em Feitiços, por exemplo, você passa, pois uma nota “ajuda” a outra. - Ela completou, enquanto começava a escrever avidamente no pergaminho que estava ao lado de seu livro.


-Como você sabe de tudo isso? - Rony perguntou, olhando estranho para a namorada.


-Por que ela é a “Poderosa Chefona”! - Biatriz exclamou sarcástica, enquanto estralava os dedos e voltava a escrever.


-Isso não teve graça...- Hermione resmungou, encarando a prima de cara fechada.


-Teve sim...- Lílian falou, entre uma risada e outra. Tudo o que Hermione pôde fazer foi mostrar a língua para as gêmeas, enquanto Rony abafava as risadas e Harry se perdia em pensamentos.




Bocejou e se acomodou melhor sobre o sofá. Sabia que deveria estar estudando, mas quem disse que ela se importava? Puxou a primeira almofada que viu na frente e a colocou de baixo da cabeça, enquanto, com a outra mão, coçava os olhos.


Merlin, como queria estar de férias e poder dormir até tarde, onde não teria que se preocupar com provas e testes, só se preocuparia em se divertir com os amigos.


Sorriu. Talvez combinasse alguma saída noturna com Lílian e Biatriz, como sempre fazia durante as férias da academia brasileira, onde cursara seus cinco primeiros anos em magia.


Era divertido ver as amigas bêbadas dentro de uma boate. Coisas interessantes podem ser feitas quando as pessoas estão em um estado não sóbrio, por assim dizer.


-A folga ta grande, hein? - Uma voz masculina chegou a seus ouvidos, de forma que um arrepio subiu por sua espinha, enquanto seu coração falhava um batimento, devido ao susto.


-Pierre, eu juro que na próxima vez que você me assustar, eu te mato! - exclamou, fechando os olhos e colocando os braços em baixo da almofada.


-Também te amo. - Ele falou e Raquel pôde sentir a ponta do sofá afundar sob o peso do amigo. - Não vai estudar pro teste de amanhã? - Ele perguntou com um quê de curiosidade na voz.


-Depende...- sussurrou sonolenta - Sobre o que é a prova de amanhã? - perguntou se virando sobre o sofá, de modo que ficou de frente ao encosto do móvel.


-Adivinhação...- Pierre respondeu, enquanto admirava uma garota que passava por eles.


-Não vou nem me dar ao trabalho de responder...- a morena voltou a sussurrar.


Ficaram um tempo em silêncio, onde Pierre se sentara no chão, usando o sofá como encosto e Raquel cochilava, mas qualquer barulho mais alto a acordava, de modo que a morena começava a ficar de mal humor.


-Então...- Pierre começou, quando viu que a morena acordou assustada, devido a uma discussão de namorados que começava do outro lado da sala. - O que você pretende ser depois que se formar? - ele perguntou, enquanto Raquel se sentava, os cabelos castanhos desarrumados e a cara amassada.


-Uma bruxa formada...- Ela sussurrou mal humorada. Pierre girou os olhos.


-Eu falo de profissão...- ele resmungou.


-Ah...- Ela exclamou de leve, enquanto se espreguiçava. - Talvez Auror ou jogadora de Quadribol...- ela falou, se recostando no sofá. - E você?


-Talvez eu vire professor, não sei ao certo...- Ele falou, enquanto fechava o grosso livro de Adivinhação - Adivinhe o futuro através dos sonhos - e se sentava ao lado da amiga no sofá.


-E que tal você virar marido da Louise? - Raquel perguntou com um sorriso maroto nos lábios, enquanto dava uma leve cotovelada nas costelas do amigo, que corou. Raquel riu.


-Só somos amigos...- Ele respondeu, fechando a cara pro amigo.


-Ah! Corta essa! - A morena exclamou, ainda rindo - Ta mais do que na cara que você e a Louise se gostam! - Ela exclamou, passando os braços por cima dos ombros dele. - É só uma questão de algum dos dois dar o braço a torcer e se declarar! - Ela terminou, dando leves tapinhas no ombro do loiro, que a olhou de rabo de olho.


-Mesmo? - ele falou, ainda corado. Mas antes que a morena pudesse responder, Louise se “jogou” ao lado deles, com a expressão fechada.


-Que foi? - Raquel perguntou, curiosa e preocupada ao mesmo tempo.


-Aquele inútil do professor de Feitiços veio pra cima de mim, falando que eu não fui muito bem, mas que ele poderia melhorar a minha nota, se eu fizesse o que ele quisesse. - Ela respondeu em um fôlego só, bufando logo em seguida.


-E o que ele queria? - Raquel perguntou inocentemente.


-O que você acha? - Louise perguntou ríspida. Raquel soltou um “ah” de quem compreende alguma coisa.


-Eu vou matar esse cara...- Pierre sussurrou, os olhos brilhando em fúria. Raquel sorriu. Oh, sim! Ele estava deixando transparecer o que estava sentindo.


-Hei...Relaxa, ok? - Louise pediu, assustada com a repentina demonstração de proteção, vinda de Pierre.- Eu já falei com Madame Maxime e ela me garantiu que ia falar com ele.


-Eu acho que vou dar uma volta...- Raquel anunciou, sentindo que o momento era pra ser presenciado por dois e não por três. Pierre concordou com a cabeça e Louise fez o mesmo, de modo que Raquel se viu praticamente obrigada a sair dali, de forma que foi dar uma volta pelo castelo.




Os dias que se seguiram não foram muito diferente, e quando os alunos perceberam, já estavam na semana seguinte á dos testes.


Os alunos do sétimo e quinto ano podiam, finalmente, aproveitar os dias nos jardins, recostados á uma arvore com uma jarra de suco de abóbora ao lado, enquanto se perdiam em conversas animadas e banais.


Alguns alunos dos anos que prestaram os N.O.M’s e os N.I.E.M’s esperavam ansiosamente que os resultados saíssem para que pudessem saber se haviam se formado ou não.


Estralou o pescoço e continuou seu caminho para a enfermaria. Por mais que preferisse estar nos jardins com os amigos, McGonagall o barrara no dia do último teste e lhe informara que Cho Chang havia, finalmente, despertado e que desejava vê-lo. Suspirou e passou as mãos pelos cabelos, num gesto nervoso.


Por mais que quisesse jogar todo o seu compromisso com a oriental para o alto e dizer á quem quisesse ouvir que, quem ele realmente amava, estava em outro país, estudando em outra escola, por que ele fora burro o suficiente para magoá-la a ponto de fazê-la se decidir por abandonar a Inglaterra.


Bufou e parou na frente da porta dupla da enfermaria. Respirou fundo e olhou para os lados. Por que, afinal, estava indo vê-la? Passou as mãos pelos cabelos e girou os olhos diante seu movimento.


Passar as mãos pelos fios negros estava virando um costume irritante, onde ele fazia inconscientemente. Definitivamente, ele estava virando um cara irritante até para si mesmo.


Puxou o ar com força e o soltou pela boca logo em seguida. Juntando toda a boa vontade que havia dentro de si, deu três batidas secas na porta do local onde a mulher que supostamente amava estava internada.


Não demorou muito e logo pôde ouvir passos apressados e, em seguida, a porta se abriu, revelando a face mal humorada de Madame Pomfrey que, obviamente, achava uma imprudência bater na porta de uma enfermaria/hospital; o que poderia fazer? Invadir e assim receber uma detenção? Não mesmo.


-O que deseja, senhor Potter? - Ela perguntou num resmungo, onde deixava transparecer toda a sua vontade de vê-lo. Harry revirou os olhos e colocou as mãos nos bolsos. Suspirou e olhou, discretamente, para dentro do local.


-Hum... McGonagall me falou que Cho já havia acordado...- Murmurou. Foi à vez da enfermeira suspirar.


-Já entendi. - Ela o interrompeu bruscamente e Harry a olhou irritado. Boas maneiras às vezes era bom. A bruxa deu um passo para o lado, dando passagem para o moreno, que entrou, com passos calmos e descontraídos. - Não demore. A senhorita Chang necessita de descanso.


-Certo. - Harry respondeu em um resmungo, enquanto se dirigia ao local indicado pela enfermeira, que ia para a própria sala.


Merlin sabia o quanto estava louco para ir para os jardins, encontrar os amigos e tomar um bom gole de suco de abóbora gelado, onde mataria sua sede e acabaria com aquela culpa que o invadia.


Estava fazendo com Cho exatamente o que Sirius falara para ele não fazer. Brincar com os sentimentos dos outros não era uma coisa onde alguém conseguia fazer e não sentir a consciência pesada.


Pigarreou e afastou, levemente, a cortina que circulava o leito da japonesa, esta estava sentada, encostada á cabeceira, lendo um livro, onde ele supôs ser um romance trouxa.


Com o barulho da cortina sendo aberta, Cho levantou os olhos, enquanto marcava, com o dedo, em que página estava. Os olhos negros brilharam ao vê-lo e nos lábios um sorriso satisfeito aparecia.


-Harry...- Ela falou, enquanto dobrava a ponta da folha do livro e o colocava na cômoda que havia ao lado da cama. - Que bom que veio! - Ela falou, enquanto batia no colchão, como que falando para ele se sentar ali.
O Menino Que Sobreviveu, colocou um sorriso amarelo nos lábios firmes e, lentamente, se aproximou do leito, onde se sentou ao lado dela.


-Como está se sentindo? - Ele perguntou, enquanto acariciava o rosto dela, onde fechou os olhos para guardar na memória a textura do seu toque; quente e carinhoso.


-Melhor agora. - Ela se lembrou de responder, enquanto colocava uma mão sobre a dele que ainda estava em seu rosto. - E você? Fiquei sabendo que acordou há alguns meses. - Ela completou e Harry sorriu. Oh, sim, aquela japonesa o amava e estava deixando isso muito claro naquele momento.


-Estou bem...- Ele respondeu, enquanto, num movimento gentil, levou a mão dela á altura dos lábios e depositou um pequeno beijo ali. A oriental colocou um sorriso doce nos lábios cheios.


-E o ombro? Dói? - Quis saber e Harry suspirou.


-Não mais...- Respondeu, vendo-a passar a mão por seu braço e assim puxá-lo para um beijo, onde se viu obrigado a corresponder.
Merlin, aquele seria um longo dia na enfermaria.




Puxou o ar com força e o soltou pela boca. Finalmente a semana dos N.I.E.M’s haviam terminado e com isso, seu tempo livre aumentara consideravelmente, uma vez que não era mais obrigatório que os alunos comparecessem ás aulas. Suspirou e sorriu. Isso era, talvez, um bom motivo para se estudar em Beauxbatons do que em Hogwarts, onde se era obrigatório comparecer as aulas, mesmo depois dos últimos testes do ano letivo.


Colocou as mãos nos bolsos laterais do sobretudo azul claro e continuou a caminhar distraidamente pelos corredores da escola, onde alguns alunos comemoravam a altos brandos o fato de terem passado nos N.I.E.M’s. Sorriu. Ainda não fora ver seus resultados e, para dizer a verdade, não estava nem um pouco ansiosa para saber se podia se considerar uma bruxa formada ou não.


Apesar de não gostar de estudar, admitia que sentiria falta de toda a movimentação que havia nos colégios, onde conhecera seus verdadeiros amigos.


Passou as mãos pelos cabelos castanhos num gesto relaxado e, suspirando, decidiu que seria melhor ver logo de uma vez quais foram suas notas.


Assim que chegou ao Saguão de Entrada e bufou ao ver que o local estava lotado, onde todos os alunos circulavam o Mural de Avisos, de modo que seu objetivo de ver suas notas começasse a fracassar no momento em que algumas garotas davam pulinhos e gritinho. Girou os olhos, essas garotas sabiam como irritar alguém em menos de cinco minutos.


Tirando as mãos dos bolsos, caminhou em passos largos até o amontoado e se “espremeu”, entre os colegas de escola e, assim que alcançou o Quadro percorreu seus olhos pela enorme lista.


-Cadê? - perguntou num resmungo para si mesma. Sorriu ao ver seu nome e ver suas primeiras notas...Arregalou os olhos ao ver um “Se formou com louvor” logo em baixo das medias.


Ajeitou o corpo e, com as mãos novamente nos bolsos, saiu do meio dos alunos, enquanto um sorriso idiota ficava em seus lábios.




Molhou os lábios com a pontinha da língua e se jogou, literalmente, no sofá, que ficava ao lado da mesa onde Hermione escrevia avidamente. Revirou os olhos. Nem depois de saber que já era uma bruxa formada, Hermione parava de estudar. Sorriu. O tanto que a amiga estudava valia pela que ele e Rony não estudavam.


-Então...- Ela falou, ao vê-lo ali. - Já sabe se passou? - perguntou, pousando a pena e estralando os dedos.


-Passei na media. - Harry respondeu, num resmungo, enquanto se deitava de bruços e cobria a cabeça com a almofada vermelho sangue.


-E por que está tão desanimado? - ela voltou a perguntar, enrolando o pergaminho onde escrevia antes dele chegar.


-Cho...- ele respondeu com uma voz abafada. Hermione revirou os olhos. Não sabia por que, mas não gostava nada, nada da oriental. - Ela me prendeu a noite toda na enfermaria e não me deixou dormir...To caindo aos pedaços. - Ele finalizou, e ambos ficaram em silêncio.


Hermione reparou que alguns minutos depois a respiração do amigo ficou lenta e compassada. Ele dormira. A morena recolheu suas coisas e se levantou. Olhou para as costas dele e colocou um sorriso desanimado nos lábios.


-Espero que você saiba o que está fazendo...- Sussurrou, balançou a cabeça levemente e foi para seu dormitório.




N/A: Oks...Podem me matar!


Eu sei que eu demorei demais para atualizar, mas se conformem...Num tô lá essas coisas na escola e tô precisando melhorar, de forma que meu tempo e cabeça para escrever tenham diminuido consideravelmente.

Vou tentar ser mais rápida nas atualizações, mas não prometo nada,
Espero que o capitulo tenha compensado o tempo de espera.


Gostaria de agradecer á Nani Potter que fez o favor de betar- apesar de odiar essa minha fic- esse capitulo pra mim. Obrigadenha, nani!^^


Bem...Espero que tenham gostado desse cap. e COMENTEM! ^^


Bjks

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